Eu morava num apartamento alugado pela empresa, num dia de chuva forte, e o porteiro me avisa: "É a Lucia (nome fictício)" e me passa ela, a ex do meu filho. Bom, mandei subir, e ALI COMEÇOU TUDO! Eu morava bem perto da Tres Cruces (terminal de ônibus), TAVA CAINDO UM TEMPORAL, tinha acabado de chegar do trampo, vesti um short, camiseta e alpargatas, era primavera, tava preparando o mate quando o porteiro me chama. Era a Lucia, ex do meu filho mais velho, 1,75 de altura, morena de cabelo liso, olhos pretos enormes, peitão gigante, pernas longas e uma bunda mais pequena pro corpo (tipo 100 65 94). Quando ela tava subindo, lembrei dos abraços e de sentir os peitos dela firmes, mas já fazia meses que tinham terminado. Quando vejo ela chegar, ensopada, nos abraçamos (não liguei de ficar todo molhado), beijamos e ela fala: "Lembrei de você, tô num curso até sexta, vou e volto todo dia" (era terça), "e me refugiei perto do teu prédio". Falei que tinha roupa da minha mulher, mas que não ia servir nela, ela riu e disse: "Bom, um favor, posso ficar só essa noite? Tenho curso todo dia às 8". Falei que ninguém podia saber, óbvio. Os pais dela são separados, ela morava com a mãe e uma tia, ligou pra elas e disse: "Tô na casa de uma amiga, vou ficar porque tá chovendo, beijos". Emprestei uma camiseta minha e um short esportivo elástico e ajustado, e ela foi tomar um banho. Montei uma tábua de frios com tudo que tinha, e ela saiu banhada, me deu a roupa e coloquei pra centrifugar. Começamos a tomar mate na cozinha, petiscando, e ela fala: "Vai rir, mas quem eu mais sinto falta é de você, você me fazia rir, sentia que você gostava de mim, tua mulher não, haha". Falei: "Ciúmes de mãe". Mandei ela ficar quieta que ia ligar pra minha mulher, fui pro quarto, falei que tinha me molhado muito, tomado banho e que ia dormir cedo, e voltei. Fomos pra sala, o short tava caindo nela e ela fala: "Mesmo assim não aparece nada, a camiseta fica de mini". Tirou o short e fomos pendurar a roupa, eu ia entregando as peças pra ela, meu varal era lá em cima na varandinha. Perguntei, VALE A PENA OLHAR, óbvio que me respondeu com um sorriso safado. Quando estava terminando de pendurar, joguei os palitos e ela se esticou pra juntar. "Lucia, não faz assim, é crime o que você faz". Ela começou a contar os palitos devagar, e eu apoiei, vi toda a rabeta dela. Uff, que firmeza, meu Deus, escapou. Ela se mexeu brincando, eu falei: "Não seja má, vou ter um treco e não é cardíaco". Ela riu, virou de costas, girou e disse: "Tem algo pra beber, forte?" "Mais que você impossível". Ela riu de novo, cúmplice. Nós dois sabíamos onde aquilo ia dar, mas não queria me apressar. Sirvo dois uísques, brindamos. A tábua de frios estava na mesa da sala, e ela foi até a janela, abriu a cortina e se apoiou pra ver a chuva. Passou o cabelo pro lado e disse: "Que vista linda daqui, apesar da chuva". Eu, sentado no sofá atrás dela, falei: "Muito melhor daqui". Ela mostrou a rabeta e levantou a camiseta: "Melhor assim?" PRONTO. Levantei e ela me ofereceu o pescoço, beijei enquanto abraçava ela por trás. Os peitos dela firmes, mamilos começando a endurecer. Trocamos uns beijinhos e voltamos pro sofá da sala. No caminho, ela tirou a camiseta e deixou numa cadeira, e perguntou: "QUE TAL?" "TREMENDA, LU". Ela andou, me abraçou. Eu agarrei as bandas da bunda dela e nos beijamos, e ela me despiu. Me fez sentar no sofá, chupou deliciosamente, suave, e pegou camisinhas na bolsa. Colocou uma em mim e me montou devagar. Eu segurava aqueles peitos incríveis, morria de vontade de morder os mamilos, e enquanto me cavalgava, colocou eles na minha boca. Eu tava bem de saúde, então aguentava bastante. Tinha um reforço no quarto, mas aquela transa eu curti muito. Além disso, ela teve um orgasmo violento, queimou apesar da camisinha. Se jogou no sofá e eu lambi ela, deliciosa a pussy dela, o orgasmo. Nos beijamos de novo e ela disse que ia se lavar. Aproveitei e fui tomar a pílula. Ela voltou e começamos a comer juntos. Servi outro uísque pra ela, eu não tomei nada, por precaução. Da tábua, pegava queijo, colocava na boca. palavra: buceta e ela me dava, me pergunta, posso ficar até sexta-feira, e eu disse que sim, ela me beijou de novo e desceu pra chupar minha pika, eu recupero em alguns minutos, graças ao comprimido, ela sorri vitoriosa, e me comeu de novo com camisinha, agora sim, tava bem dura e quente, criei confiança, mordia os bicos dela, beijava ela na boca, e enfiava meus dedos na buceta e levava os líquidos dela pro cu, humm ela dizia hummm, vai me dar de sobremesa? NÃO, é todo seu ela disse, vou comer tudo, ela sorriu, é seu PAPI, que tesão, pedi pra ela parar e se apoiar na mesa da sala, sentei numa cadeira pra chupar a buceta e o cu dela, fiz a masturbação nela, ela gemia de prazer, e comi ela um tempo assim pela buceta, quando já me senti seguro, penetrei ela analmente, ela se mexeu em círculos como se fosse um jogo, e meti tudo o que podia com força, você tá muito em forma PAPI, me come duro, e eu meti tudo que conseguia, não gozava obviamente, e saí, fomos pra cama, voltamos a trepar de tesoura vaginalmente, de mãos dadas, ela teve um orgasmo tremendo, gritava divino, quando senti que ia gozar, saí e pedi pra comer ela pelo cu de novo, e ela me fala, me dá a porra aqui, na boca, fiquei desesperado, tirei a camisinha e terminei batendo punheta, quando comecei a sentir que ia jorrar, avisei, agarrei ela e chupei e lambi até gozar, a cara de prazer dela me encantou, ela saboreou e engoliu, não era muito, mas foi MAGISTRAL A SENSAÇÃO, ela continuou me chupando, não murchava muito, desceu e nos beijamos, eu com gosto de buceta dela e ela com gosto da minha pika, nos lambemos, acariciamos, estávamos suados, e ficamos deitados juntos nos olhando, sem dizer nada, falei de tomar sorvete que eu tinha, e ela disse, bora, fomos de mãos dadas pra cozinha, peguei sorvete do freezer que era perto e nos dávamos na boca, nos beijamos rápido, ela me olha e me pergunta, você me desejava, depois que terminou com meu filho te pensei como mulher, antes não. E ela me disse: "você sempre me atraiu, tem um jeito de olhar que me fazia pensar em você como homem, e não me enganei". A gente se beijou, e ela deixou claro: "fica tranquilo que não vou complicar sua vida". Fomos pra cama, transamos de novo vaginal, ela por cima, devagar, até que tirei outra gozada, e ela teve o dela. Deitou e dormimos. Acordei às 6, um dia lindo, preparei o mate, e como sabia que ela tinha aula às 8, às 7 preparei o café da manhã e levei pra ela. Ela sorriu, "FICO MORANDO AQUI" rindo, a gente se beijou de leve, e tomamos café juntos. Fomos tomar banho, nos masturbamos um ao outro, e quando eu tava quase gozando, ela me chupou e engoliu tudo. Foi maravilhoso, a gente se beijou. Eu não tinha secador de cabelo, a roupa dela já tava seca, ela se vestiu pra ir embora. Dei a chave do apê pra ela e falei que avisava os porteiros. Ela sorriu e disse: "vou pedir pra minha mãe mandar uma mochila por motoboy". Saí pra caminhar no parque e não tirava ela da cabeça. Depois fui trabalhar e era impossível me concentrar. Quando cheguei no apê, ela tava só de fio dental, cortinas abertas. Falei: "olha que tem vizinhos nos outros prédios". Ela riu: "acabei de me aprontar pra você". Fomos pro quarto e transamos divino. Depois sugeri pedir pizza de muçarela. Ela vestiu uma camiseta minha e disse: "depois, papai, de sobremesa, quero que você me coma e meta toda na bunda, mas bem comida. Ontem à noite FICOU COM FOME DE PAU, PÔ". Obviamente, eu cumpri. O comprimido ajuda muito os homens maduros. Foi uma noite MELHOR AINDA, com muito sexo anal. Ela me fez um beijo grego e me masturbou, não acreditava no prazer que me deu. Descobri muitas coisas com ela. Foi uma SEMANA INESQUECÍVEL. Logicamente, depois ela foi no apê muitas vezes, mas do nada, e eu percebia que quando chegava na casa da família, via minha mulher feliz, e pra comer ela bem gostoso, tinha que pensar que era a Lucia. Era MINHA GRANDE MOTIVADORA. SAUDAÇÕES.
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