Barbara O. Remiseria Grupal

Olá para todos!!!

Que alegria voltar a escrever pra vocês, e pra mim também!

No meu post anterior, fiz uma enquete entre várias situações possíveis e o resultado foi voltar pra uma agência de táxi onde já tinha estado com o dono, mas dessa vez ficar com todos os motoristas.

Demorei mais do que o esperado porque as festas estavam chegando, e também porque faz uns 15 dias que estou namorando de novo, o que me fez repensar se devia ou não fazer isso. Mas se vocês me veem aqui, é porque eu topei.

Foi difícil coordenar um dia com o maior número de motoristas e que o Martín estivesse presente.
Lembro que perto do Natal escrevi pra ele contando minha intenção de passar uma tarde ou noite lá, deixando cada motorista fazer o que quisesse com meu corpo, enquanto propunha isso, já ficava excitada só de imaginar. Passei muito tempo da última semana imaginando o que cada um faria comigo, e o que eu faria com todos eles, acho que essa fantasia ocupou 90% dos meus pensamentos.
Até ontem à noite, quando consegui realizar meus desejos mais baixos, e os deles também, claro.

Ontem, 5 de janeiro, às sete da noite era o horário combinado, com o Martín, que cuidaria da logística do encontro: chamar os motoristas, fechar o local, preparar um bom ambiente pra receber aquela morena delicada, de classe alta, mas pervertida e insaciável como poucas.

Duas horas antes, entrei no chuveiro com a intenção mais clara de me transformar naquela deusa da qual todos eles se tornariam seguidores sexuais. Ensaboei meus peitos calculando quanta porra cairia em cada um, imaginei quantos hematomas de tantos beijos eu traria perto de cada mamilo, percorri inteira minha bunda e até podia jurar que já estava meio dilatada.

Da última vez, fui de legging e top, bem esportiva. Queria que me vissem de outra forma, mais chamativa, mais sensual, mais puta. Escolhi um vestido preto justo na cintura, não muito curto, terminava no meio das minhas coxas, com as costas totalmente livres e, se ele... estava meio solto, de lado dava pra adivinhar meus peitos.
Também escolhi sapatos clássicos pretos bem altos, com uma plataforma, onde, mesmo que pareça pouco humilde, eu me movo de um jeito incrivelmente felino.
Maquiagem adequada pra situação, à prova d'água, porque eu sabia que meu rosto ia ser destino de muito líquido e não exatamente água, pelo menos foi o que imaginei enquanto me maquiava.

A hora tava chegando e os nervos aumentavam cada vez mais, por ansiedade, por vontade de virar selvagem, mas também porque tinha um homem que tinha acabado de entrar sentimentalmente na minha vida.
Chegou o momento de sair do meu apartamento, montada nesses saltos, com aquele vestido sexualmente chamativo, e sem calcinha, óbvio. Esperei o elevador do meu terceiro andar, a porta abriu e lá dentro vinha descendo o vizinho do quarto andar, adolescente, alto, uns 16 ou 17 anos, acho que ele nunca vai esquecer minha imagem. Descemos juntos até o térreo, eu arrumava o cabelo no espelho e ele se perdia nos meus sapatos, na minha bunda.
Já no térreo, cumprimentei meu vizinho e caminhei até o estacionamento, subi na minha caminhonete e, com uma sensação de calor interno imensa, dirigi até a Avenida Mosconi.

No caminho, o Alejandro me ligou, meu novo namorado, por um momento pensei que ele tinha me descoberto, as pulsações aceleraram em mim, não tinha como explicar fácil a roupa que eu usava numa terça-feira às 7 da noite, mas por sorte ele só perguntou como eu tava e se queria passar a noite com ele na casa dele. Minha mente atirou contra minha lógica e minhas precauções, eu disse que sim, que ia jantar com amigas mas que terminava e a gente passaria uma noite incrível.

Dez minutos depois das sete da noite, liguei o pisca-alerta, entrei no estacionamento dos fundos da remiseria, onde estavam todos eles, cercaram a porta e um deles abriu, peguei minha bolsinha e desci sem esconder a falta de calcinha.
Fui cumprimentando um por um naquela roda. sexualmente tensa que se formou ao meu redor, não fiz diferenças, abracei todos e todos apalparam minha bunda timidamente.
Estavam impecáveis, perfumados, bem vestidos, tinha sido condição imposta por mim, quem não estivesse assim, ficava de fora.
Enquanto caminhávamos para dentro do local, tive a chance de contá-los, eram oito.
Martín, o dono que seria o nono, decidiu não participar e nem esteve presente.
Uns passos dentro da remisseria, senti a porta fechar com chave, um arrepio me percorreu as costas, me apoiei no balcão de recepção e, por incrível que pareça, ninguém se animava a tomar a iniciativa, nem pra conversar.
Então eu disse: "Gente, vim me divertir, pra gente se dar bem, vou pro quarto de descanso e espero vocês... pelada"
Eles relaxaram ou explodiram de tesão e se aproximaram pra me apalpar.
E perguntei: "Já sabem como vão fazer, vão todos juntos, ou um de cada vez?"
Responderam que não se conheciam além do trabalho e que preferiam ficar comigo um de cada vez.

Aceitei, mesmo no fundo preferindo algo mais em grupo, mas não perdi tudo, de algum jeito ia animá-los a ficar em grupo, respondi: "Gente, se for um de cada vez, só 20 minutos, ok?"

Nesse momento, já tinha várias mãos que tinham deixado meu vestido na cintura, deixando à vista de todos minha buceta depilada e molhada. Assim, quase nua, caminhei até o quarto de descanso. Pra minha surpresa, tinham trocado a cama de solteiro por uma de casal.
Sentei na borda e cruzei as pernas, com as mãos apoiadas mais pro centro da cama, numa posição desafiadora.
Não lembro os nomes dos meus amantes momentâneos, vou numerá-los, acho que é mais fácil pra mim.
O 1, alto, moreno, com um olhar totalmente lascivo, parou na minha frente, se curvou e me beijou apaixonadamente, quase com desespero, como o sedento que encontra um oásis, fazia tempo que não sentia Na minha boca aquele nível de desespero, de tesão, me excita sem limites.
Ele me empurrou de costas na cama e se perdeu entre minhas pernas, a língua dele percorreu meu corpo inteiro, parou na minha bunda por vários minutos, não disse uma única palavra, só ficou chupando. Quando eu estava perto de gozar, ele se levantou, em algum momento que não percebi ele já tinha se despido e, sem dizer nada, encostou a cabeça do pau na minha buceta como se esperasse um pedido da minha parte pra colocar camisinha, pedido que nunca fiz. Ele entrou bruscamente até o fundo da minha buceta, e nunca parou de entrar e sair daquele jeito, não consegui evitar gritar, morria de prazer, era um pau curto mas muito grosso, sentia que me abria ao meio, abracei e arranhei as costas dele enquanto ele se curvava e beijava meus mamilos duros.
Não aguento, ele sussurrou no meu ouvido: "Sou sua puta, me come" e num pulo ele se levantou, tirou o pau preto da minha buceta branca e encheu de porra toda a minha barriga. Pra mim tinham sido uns 6 ou 7 minutos, na verdade tinham sido 20. Sem nem me olhar, ele se vestiu e saiu do quarto pra deixar o número 2 entrar.
Lá estava eu, sentada na cama, limpando o sêmen da minha barriga, do meu umbigo, quando o Nº 2 entrou e se despiu. Ele parou na minha frente e me puxou pelo cabelo com força, fazendo uma bunda, "Chupa, puta linda", ele disse, e como se minha cabeça fosse uma bola, ele me fez engasgar com o pau dele, várias vezes, quase no limite de vomitar, ele tinha um estilo mais dominante, adorei.
Dez minutos de sexo oral furioso, pervertido, tanto que num momento ele tirou o pau e batia na minha testa com ele, pra depois enfiar de novo na minha garganta. Inesperadamente e sem aviso, ele enfiou o pau na minha boca e me inundou de porra, que escorria pelo canto da minha boca, teve uma ejaculação animal, nunca vista por mim apesar da minha vasta experiência, um pouco caiu nas minhas pernas, um pouco nos meus peitos, um pouco pendia do meu queixo e outra parte corria descendo pelo meu interior.
Ele me disse que Ela era única e incrível... eu acreditei.
Número 3 já estava esperando há 35 minutos, entrou no quarto depois que terminei de higienizar meu rosto e se deitou de barriga pra cima na cama, aproveitando que eu estava de pé, e sem tirar os saltos!
Beijei ele da boca até o pau, onde fiquei mais de 10 minutos, ele nunca parou de elogiar minha pele, minha cintura, minha língua. Quando ele ficou pronto, duro e faminto por mim, decidi montar nele, fazendo o pau dele entrar devagar na minha buceta molhada, mas apertada, deslizando dentro de mim, uma e outra vez, meus peitos foram vítimas das mãos e da língua dele, eu já não aguentava mais meu orgasmo iminente.
Quando ele estava perto de gozar, com um pouco de timidez, disse: "quero terminar no seu rabo".
Parei de cavalgar ele e fiquei de quatro no sofá do quarto, ele se aproximou por trás, me segurou pela cintura, com os dedos colocou saliva no meu cu e investiu sem piedade, o mais fundo e longe que conseguiu, foram 5 ou 6 estocadas e todo o sêmen dele foi se derramando dentro de mim enquanto eu movia meus quadris em círculos para tirar até a última gota.

Nesse ponto, depois de 60 minutos de sexo, eu estava perdendo um pouco a sanidade, precisava gozar logo, sentia que qualquer perversão seria bem-vinda por mim, meu tesão só aumentava e nada parecia pará-lo. Ainda faltavam 5 amantes e eram 20h15.

Por algum motivo, vesti o vestido de novo antes de o Número 4 entrar. Esse foi o pior de todos, um homem tímido, sem conversa, que só ficou apalpando meus peitos enquanto eu fazia, com certeza, o melhor boquete da vida dele. Dava pra saber porque em 10 minutos ele já estava gozando na minha boca de repente. Do outro lado do quarto, comemoraram a rapidez do Número 4. haha.

Aí aconteceu o milagre: os quatro motoristas restantes, cansados de esperar, entraram juntos enquanto eu ainda saboreava o sêmen estranho do motorista anterior. Me pegaram de surpresa.
"Você já está bem comida ou quer mais um pouco?" perguntou o mais canchero deles.
"Sempre me falta" respondi.
Eles se jogaram em cima de mim como lobos em um cervo ferido, duas mãos diferentes separavam meus glúteos e tentavam enfiar os dedos no meu cu, outras duas mãos percorriam minha buceta com as palmas, meus peitos estavam divididos entre duas bocas, nada se parecia mais com o paraíso. Meu vestido caiu mais uma vez no chão, nenhum deles quis me beijar porque tinham descoberto as gozadas na minha boca, percebi. De cócoras, me dediquei a chupá-los, a dar o melhor espetáculo, a mostrar uma mulher de verdade, uma deusa do sexo em todo seu esplendor, brinquei com aqueles 4 paus enchendo-os de saliva, fios de saliva pendiam do meu queixo, foram 15 minutos de puro prazer oral, para eles e para mim, senti que minha buceta, aberta por estar de cócoras, escorria prazer.
Na cama, me manipularam como se eu fosse uma coisa que precisava ser invadida, com certeza de sexo, orgasmos e sêmen, a desesperação ainda aparecia nas mãos deles, no jeito de me agarrar ou de falar comigo. Em minutos, me vi montando um deles, deitado na cama, e chupando outro, em pé na beira do colchão, me sentia rainha, poderosa, implacável na mente daqueles caras que eu nunca deixaria me esquecerem. Tentei dar meu melhor sexo oral, dava pra ver que ele gostava, enquanto não parava de cavalgar o pau restante. Os outros dois se dedicaram a passar lubrificante (que eu tinha levado) no meu rabo, muito lubrificante.
O motorista debaixo de mim gritou inesperadamente, tinha gozado dentro da minha buceta, não aguentou, segundo me disse depois, ouvir eu falar "enfiem no meu cu os dois", me deixou com os outros 3 depois de me dar um beijo na minha boca sorridente.
Tinham se passado mais 40 minutos e eu ainda tinha três males incontroláveis, ansiosos e assim manifestavam por me dar o melhor sexo anal da minha vida, conforme prometiam.
Nesse momento, decidi me entregar por completo, passar a ter uma atitude totalmente passiva e entregue. A ordem que me que tinham imposto era só sexo anal, então deitei um deles, o mais durão de todos, e de cócoras na cama, me sentei no pau dele carregada, devagar foi entrando enquanto eu tocava minha pussy. O calor misturado com uma falsa sensação de dor, que me fazia sentir aquele pau enchendo meu cu, foi inesquecível, queria acordar todo dia com essa sensação de me sentir completa, gostosa e realizada.
Em algum momento que já não lembro, mais um pau de algum que estava ajoelhado atrás de mim na cama, foi entrando também por onde já não dava, ou por onde meu corpo nunca tinha experimentado, meu primeiro duplo anal estava rolando, achei que ia morrer de prazer, nunca pensei que meu corpo fosse se abrir tanto pra isso, mas ali estava, penetrada por dois paus de bom tamanho no meu booty. Foi demais pra mim... foi impossível aguentar tanto sexo junto, como slides chegaram as gozadas de todos os motoristas, todos os sabores, os cheiros e todas as sensações, me fazendo gozar grito após grito, me contorcendo com cada poro dilatado e expelindo prazer em gotas, sentindo todos dizerem "goza putinha, goza que pra isso você veio" e era verdade, os orgasmos se repetiam sem parar um após o outro, incentivados pela ejaculação dos amantes que estavam espalhando o esperma dos dois nas minhas entranhas, ambos gozaram dentro de mim durante meu orgasmo, enquanto recuperava o fôlego e a consciência senti uma cratera no meu booty que aos poucos se fechava, deixando cair um pouco de toda a cum lá dentro. Também percebi que o último motorista tinha gozado na minha cara enquanto eu convulsionava de prazer, juro que nem notei. Fiquei exausta, enquanto eles se vangloriavam da "surra de pau" que tinham me dado. Pedi um momento a sós e me deixaram nua, com meus saltos altos, de barriga pra cima na cama.
Levei uns 15 minutos pra me recuperar do orgasmo sensacional, fiquei curtindo aquilo Vivido, fiquei deitada me sentindo incrível e poderosa.
Levantei meu vestido do chão, todo amassado, tinham pisado nele.
Encontrei meu colar num canto, deve ter voado em algum amasso.
Limpei o esperma já transparente do meu rosto e do resto do corpo, e decidi sair do quarto feito modelo triunfante de passarela, com a missão cumprida de ter uma experiência incrível, mais uma pra minha vida.
Eles me acompanharam até a caminhonete, me obrigaram a prometer que voltaria, e eu fui embora pro meu apê.
De repente, lembrei que ia ter uma noite com meu namorado e a roupa não era a melhor.

Já em casa, tirei meus saltos cúmplices e coloquei meu vestido pra lavar.
As lembranças pareciam se repetir e tornar real, por um momento, cada minuto vivido, cada contração de prazer do meu orgasmo.
Queria repetir isso todo dia, mesmo sabendo que é impossível.

Porteiro elétrico! Chegou o Alejandro e eu sem ter tomado banho. Sobe, espero ele de roupão, dou um beijo na boca, longo, profundo, no meu papel mais sádico, e falo pra ele me esperar pra sair.
Ele encontra meus sapatos na sala, me pergunta se vou usá-los, que ama eles, que não sabia que eu tinha uns assim, e eu respondo que tirei eles pra usar só com ele.

A fantasia tá completa. Amo vocês.

9 comentários - Barbara O. Remiseria Grupal

Abull4u +1
excelente relato, gracias por compartir.
Pobrecito tu novio recien empiezan y ya tiene mas cuernos que un alce
Que linda vecina putita tengo...jajajaja grandioso relato!!!
manuk75 +1
Que pasa vecina?, te pusiste de novia, y ya no hay más relatos?, "El Alce" no te deja? 😄😄😄😄
Me parece que nuestra vecina, se puso de novia, y su alma de escritora xxx, se apago.
Bueno Vecina, fue un gusto haberla seguido, pero como dije antes, sus sueños de escritora xxx, se acabaron cuando se puso de novia. Slds!
Que perrrrrra lenda
Me encanto y morboso a la vez. Me dejaste al palo por dios. Pobre tu novio los cuernos que le van a crecer. Y vos chocha delad experiencia vivida. Van puntos
Ya lo deje, pobrecito