Olá...!!!
Bom, dessa vez trago pra vocês esse conto, devoEsclarecer que essa história não é minha...Esta foi uma das primeiras histórias que li e que amei...!!
Há uns anos encontrei o blog dela com muitos contos que ela tinha postado,
mas infelizmente, e como sempre acontece, a autora acabou abandonando o blog.
Do mesmo jeito, no final desse conto vou deixar o link do blog dela pra quem quiser passar uma boa noite de leitura.... XD
Bom, sem mais delongas, espero que gostem e acho que é isso.
Conto Erótico: MINHA PRIMEIRA DUPLA PENETRAÇÃO, PRA VARIAR, COM DOIS PEDREIROS, JIJIJI.
P.S. Faz um tempo que tenho uma ideia pra um conto, mas sou péssimo pra desenvolvê-la. Se alguém souber escrever contos, espero que possa me contatar e me ajudar, agradeceria.
Isso aconteceu quando eu tinha 19 anos. Tudo começou quando minha mãe trouxe um pedreiro (chama-se Jorge e tinha 35 anos) pra casa, pra consertar o banheiro de baixo. E como vocês já devem saber ou perceberam, meus queridos leitores, eu amo pedreiros. Pois ele chegou na minha casa numa segunda-feira de manhã. Eu não sabia da presença dele e estava tomando banho no banheiro de baixo pra ir pro colégio, porque minha mãe estava lavando o banheiro de cima. Quando saio (costumo sair só de toalha), ia indo pro meu quarto,
e sinto um olhar muito pesado. Viro e é ele (Jorge), bem másculo, feio mas meio bonitão, não sei o que o desgraçado tinha. O ponto é que eu sorri pra ele e ele me devolveu o sorriso. Quase que no automático comecei a dar em cima dele enrolada na toalha, me liguei no tempo e no espaço e lembrei que minha mãe estava em cima. Então me despedi dele, não sem antes deixar que me visse bem, rebolando enquanto subia as escadas.
Assim se passaram três dias, em que toda vez que chegava do colégio ficava com ele conversando, porque minha mãe tinha arrumado um trabalho à tarde com não sei o quê, mas pagavam bem. Então eu tinha a tarde toda livre com ele. Já me dava bem com ele, me cumprimentava com beijo e coisas assim, me contava da esposa e dos filhos, e coisas sem importância. E vocês já sabem, né? Vestia o mais sexy que podia, claro, me dando um pouco ao respeito. Na quarta-feira ele me disse que sexta era o último dia que ia, porque já tinha terminado o serviço. Quinta à noite, meus pais foram pra Houston visitar umas tias. Eu não ia pra escola e planejei tudo, pensei: "Esse não vai me escapar vivo". Então, na sexta, acordei às 7:30 porque ouvi a campainha e era ele. Eu tava de camisola branca da minha mãe, que mal cobria minha bunda, um biquíni branco e sem sutiã. Ele me cumprimentou com um beijo e eu falei que tava com sono e voltei a deitar.
Mas na cama dos meus pais, com a porta do quarto aberta. Umas 10 da manhã, levantei de novo e fui pegar um copo de suco. Cheguei perto do banheiro e vi ele em cima da pia, e ele começou a puxar papo, perguntando por que eu não tinha ido pra escola. Falei que era pra fazer companhia pra ele. Ele só sorriu. Como já tínhamos uma certa intimidade, perguntei se podia ajudar em alguma coisa e ele disse: "Me passa a ferramenta, tá no chão". Aí comecei a passar as ferramentas pra ele, e quando me abaixava, a camisola subia e mostrava minha bunda de biquíni. A situação tava me excitando muito. Nisso, ele perguntou se eu gostava de dançar, eu disse que sim, e ele perguntou qual era meu plano pro fim de semana. Falei: "Nenhum, na verdade". E perguntei: "E você?" Ele disse: "Vou num baile". Eu perguntei: "Com sua esposa?" Ele respondeu: "Qualé, pra que levar pedra pro rio?" Eu ri, meio com ciúmes, e falei: "Já vou deixar de te atrapalhar". Ele disse: "Não, não tá atrapalhando nada, tá deixando mais gostoso".
Deixei ele pra lá, fui tomar banho no banheiro de cima do corredor. Pensei em vestir um short de lycra curto e um top. Nisso, saí do banho de toalha, e ele tava me esperando no corredor pra se despedir. Ele disse: "Só vim acertar uns detalhes e pegar a ferramenta". E eu, verdade, fiquei muito desanimada. Ele me deu a mão e se despediu com um beijo na bochecha. Falei: "Deixa eu te acompanhar até a porta". Eu ainda de toalha, já na porta. Ele começou a puxar papo de novo, e me fala: "tô com vontade de te ver mais". E me pergunta: "que tal a gente ir no baile, o que cê acha?" E eu perguntei onde, e ele respondeu: "nos Jacales". Eu falei que sim, com todo prazer, mas que não podiam me deixar chegar tarde, me fazendo de mocinha de casa. E ele disse: "não se preocupa, esses bailes são de tarde, e de noite umas 11 horas a gente já tá de volta aqui".
Eu falei: "perfeito, mas que horas começa?" E ele: "umas 4 mais ou menos". Eu respondi: "perfeito, então vou falar pra uma amiga me cobrir aqui em casa, que vou com ela, mas não vou, vou com você". E ele perguntou: "onde te busco?" Eu falei: "sinceramente, não sei, onde cê acha?" E ele: "que tal se eu te buscar no Soriana Sendero?" Eu falei: "melhor no Soriana Universidade, que fica nem tão longe de casa, mas também nem tão perto". Ele topou: "beleza, te busco umas 4, passo com minha caminhonete". Eu falei: "sim, mas lá perto do banco, onde eu me perco no meio do povo". Fechamos nisso, e ele disse: "já tenho que ir". Quando ele foi se despedir de novo, dessa vez eu puxei ele e dei um beijo na boca. Ele correspondeu, e na mesma hora passou a mão pros meus peitos por cima da toalha, desceu pras minhas bundas por cima da toalha, foi direto pra minha buceta e começou a meter um dedo bruscamente. Doeu um pouco, mas me deu muito tesão. Com a outra mão, ele tirou minha toalha, me levantou, colocou a boca nos meus peitos, chupando e raspando os bicos com a barba. Me colocou de novo no chão, eu completamente pelada e com vontade de mais. Ele falou: "que tal a gente continuar isso no baile?" E eu respondi: "okay, gato, me deixou bem molhada".
Então, desde sexta-feira, eu falei pros meus pais que no domingo ia pra um sítio com uma amiga. Eles deixaram eu ir. No domingo, me vesti com umas botas, calça jeans azul e uma blusa de botão xadrez azul, verde e preta, daquelas que amarram na cintura. De calcinha, usei uma fio dental e sutiã wonder bra, conjunto azul royal. Bunda de cavalo com donut branco. No Soriana, me maquiei pra ficar super gostosa. Aí vi ele chegar, mas hoooooooo. Surpresa, ele veio acompanhado de um compadre dele, quase da mesma idade, então pensei duas vezes, mas no fim subi com eles. O compadre dele, Beto, não tirava os olhos de mim, e eu me sentia meio desconfortável. Aí ele nos apresentou e os dois começaram a puxar papo comigo, me deixando mais relaxada. Quando chegamos no baile, entramos e ele pediu cerveja com clamato.
Comecei a dançar com Jorge, porque com o Beto eu não queria dançar, já que ele me olhava de um jeito muito safado. Dançando com Jorge, ele me beijava e colocava a mão na minha bunda, enfiava a mão por dentro da calça por cima mesmo, e sussurrava no meu ouvido: "Quero sentir essa bunda gostosa de novo". E eu respondia: "Bom, a gente vê o que acontece". E eu tava super excitada. A gente parou onde estávamos e ele continuou me beijando freneticamente na frente do Beto. Óbvio que o Beto tava olhando, e acho que ele ficava excitado. Eles continuaram pedindo cerveja, a gente foi dançar de novo, e ele me pediu pra tirar o sutiã. Eu, sinceramente, não quis, porque o conjunto era novo e eu queria que ele visse ele em mim. Mas o Jorge apertou e desabotoou, e meus bicos ficaram marcados, mas não transpareciam. Dançando, eu abraçava ele pelo pescoço e ele passava a mão nos meus peitos por cima da blusa. A gente foi pra onde o Beto tava de novo e, sinceramente, a gente se pegou na frente dele, que não tirava os olhos da minha bunda. Ele só falava: "Não comam na frente dos pobres famintos". Já meio bêbada, mas ainda consciente, o Jorge sussurrou no meu ouvido:
"Vai lá, dança com o Beto." Eu não queria, e ele disse: "Não seja cuzona, esse cara adora dançar." Aí eu falei: "Tá bom, mas só umas músicas, ok?" E ele respondeu: "Sem problema." Era umas seis da tarde quando comecei a dançar com o Beto. No começo, tava dançando legal, mas o desgraçado começou a me dar umas esfregadas dançando, e como eu tava com tesão, só disfarçava. Ele era muito insistente nisso, se grudava forte em mim e procurava minha boca com a dele, até que conseguiu. Comecei a beijar ele, e ele não perdeu tempo... Preguiçoso, foi direto pra minha bunda, eu não falava nada, verdade, não tinha coragem de falar nada.
Já tinha me visto agarrando com o Jorge, passou a mão nos meus peitos por cima da blusa, ele me dizia que eu tava muito gostosa, que se queria ser namorada dele, eu não falava nada, enfim, fomos de novo pra onde o Jorge tava, e vejo eles começarem a conversar longe de mim, nisso eu fechei o sutiã, e eles voltam pra onde eu tô, a festa já tava no auge e achamos uns lugares pra sentar. Levantei de novo pra dançar com o Jorge, e foi beijo e mais beijo com ele na pista, se pegando, e a mesma coisa, fomos sentar, e levantei pra dançar com o Beto e a mesma coisa, beijo e mais beijo com ele na pista, se pegando, já sentamos nós três de novo, e eu no meio, e os outros nas laterais, continuamos pedindo cerveja e o Jorge me abraçava.
Ele me beijava e continuava me apalpando, e o Beto pegava na minha bunda sem o Jorge perceber, tava super quente, já deviam ser umas 8 horas e eu falei se já íamos embora porque me sentia bêbada, mas consciente. Já de volta na caminhonete, entrei pelo lado do motorista, eu no meio e o Jorge dirigindo, e o Beto de carona. No caminho pra casa, pararam num servicar pra comprar cerveja, e a gente foi bebendo. Comecei a beijar o Jorge, senti o Beto pegando na minha perna e o Jorge percebeu e falou pro Beto: "E aí, mano, cê quer ou o quê?", e o Beto respondeu: "Sim". Nisso o Jorge falou: "Vai, beija meu compadre", e como eu já tava fazendo isso, beijei ele na hora. Tava bêbada, mas mais tarada, dava um beijo no Jorge e um no Beto, e cada vez que um beijava, os dois me apalpavam enquanto eu beijava. A gente foi bebendo e o Beto falou pro Jorge:
"E aí, mano, e como vamos deixar a Lucecita assim bêbada em casa? Vamos parar num hotel pra ela tomar um banho e comer alguma coisa, passar a bebedeira." Eu aceitei, e chegamos num motel em Apodaca. Entramos, pagaram um quarto com hidromassagem, eu falei que só ia tomar banho e a gente ia embora, eles aceitaram, pediram comida, me dei... Dei uma volta pelo quarto e os dois ficaram me olhando. Falei: "Não se incomodam? Vou encher a jacuzzi." Chegou a comida, eram hambúrgueres, comemos. Encheu de água bem quentinha. Peguei uma toalha, tirei as botas, a calça e a blusa na frente deles e falei: "Com licença", e entrei sozinha, achando que iam me acompanhar. Dentro da jacuzzi, tirei o sutiã e a calcinha fio-dental. Fiquei uns 10 minutos sozinha lá, conversando com eles. Aí o Jorge fala: "O ruim das jacuzzis é que mesmo assim você tem que tomar banho de novo no chuveiro." Respondi: "Sério?" Ele disse: "Sim, sério." Falei: "Devia ter me falado antes." Levantei, saí da jacuzzi pelada, entrei no chuveiro. De repente, os dois apareceram completamente nus.
Começaram a me beijar e eu me deixei levar, tava super excitada. Um me beijava as costas e o outro a boca. Me deixei apalpar toda. Depois de uns 10 minutos de amasso no banheiro, o Beto me carregou e me levou pra cama. Nisso, o Jorge deita e me deita de lado com ele. Me beija e vai me puxando pra baixo devagar. Eu beijava e mordia os mamilos dele, o abdômen, e fui direto pro pau dele pra chupar. O Jorge apertava meus peitos e de repente comecei a sentir a respiração do Beto nas minhas nádegas, e depois a língua dele me fazendo sexo oral como um mestre. Me deixei chupar pelo compadre e não parei de chupar o Jorge. Gozei com o prazer do sexo oral. Depois trocamos de posição: agora eu chupava o Beto e o Jorge me chupava.
Devo dizer que os paus deles não eram os mais apetitosos do mundo, mas cumpriam a função. Chegou um ponto em que me deitei e eles continuaram: um pegou meu peito direito e o outro o esquerdo. E, meu Deus, era maravilhosa a sensação de uma boca em cada mamilo. Já vi que era inevitável, então aproveitei o momento pra me desinibir e ficar bem louca. Deitei o Beto de barriga pra cima e comecei a chupar ele, enquanto o Jorge me penetrava de quatro na buceta sem camisinha. (como tinha regulado no sábado, não tava com problema de engravidar) não acreditava no que tava fazendo, um menage agora com desconhecidos. Nisso, o Beto me para, me puxa pra perto dele, me penetra e, como eu tava deitada, chupava meus peitos. De repente, comecei a sentir o Jorge enfiando um dedo no meu cu.
Fiquei bem surpresa, mas de prazer, e ele viu que eu aceitei, então não hesitou em ir fundo. Se colocou atrás de mim e, aos poucos, começou a me penetrar. Doía um pouco, senti muita pressão e uma vontade de fazer cocô, mas era gostoso. Quando ele entrou totalmente, senti a melhor sensação da minha vida: ser penetrada pelos dois lados. O Beto continuava bombando, gozei rapidinho e fiquei parada, mas o Jorge seguia me penetrando e comecei a sentir aquela vontade de mijar. E foi o que fiz, não parei. Foi um mega orgasmo, acho que por causa da estimulação traseira. Não sabia que chupar o cu podia fazer você gozar magicamente. Me afastei dos dois, me deitei na cama e eles disseram: "Você já gozou duas vezes, mas a gente não." Perguntei o que eles propunham, eles foram se lavar e voltaram: "Chupa a gente." Chupei os dois, primeiro um, depois o outro. Enquanto chupava um, o outro se masturbava, e depois os dois ao mesmo tempo. Gozaram dentro da minha boca, engoli o que consegui, e escorreu até meus peitos. Acreditem, leite tomado tira a bebedeira. Tomamos banho juntos, me troquei, coloquei a outra roupa e eles me levaram pra casa. Desde então, não vi mais eles.
Blog: http://losrelatosdeingrid.blogspot.com/
Espero que tenham gostado e um abraço.
Bom, dessa vez trago pra vocês esse conto, devoEsclarecer que essa história não é minha...Esta foi uma das primeiras histórias que li e que amei...!!
Há uns anos encontrei o blog dela com muitos contos que ela tinha postado,
mas infelizmente, e como sempre acontece, a autora acabou abandonando o blog.
Do mesmo jeito, no final desse conto vou deixar o link do blog dela pra quem quiser passar uma boa noite de leitura.... XD
Bom, sem mais delongas, espero que gostem e acho que é isso.
Conto Erótico: MINHA PRIMEIRA DUPLA PENETRAÇÃO, PRA VARIAR, COM DOIS PEDREIROS, JIJIJI.
P.S. Faz um tempo que tenho uma ideia pra um conto, mas sou péssimo pra desenvolvê-la. Se alguém souber escrever contos, espero que possa me contatar e me ajudar, agradeceria.
Isso aconteceu quando eu tinha 19 anos. Tudo começou quando minha mãe trouxe um pedreiro (chama-se Jorge e tinha 35 anos) pra casa, pra consertar o banheiro de baixo. E como vocês já devem saber ou perceberam, meus queridos leitores, eu amo pedreiros. Pois ele chegou na minha casa numa segunda-feira de manhã. Eu não sabia da presença dele e estava tomando banho no banheiro de baixo pra ir pro colégio, porque minha mãe estava lavando o banheiro de cima. Quando saio (costumo sair só de toalha), ia indo pro meu quarto,
e sinto um olhar muito pesado. Viro e é ele (Jorge), bem másculo, feio mas meio bonitão, não sei o que o desgraçado tinha. O ponto é que eu sorri pra ele e ele me devolveu o sorriso. Quase que no automático comecei a dar em cima dele enrolada na toalha, me liguei no tempo e no espaço e lembrei que minha mãe estava em cima. Então me despedi dele, não sem antes deixar que me visse bem, rebolando enquanto subia as escadas.
Assim se passaram três dias, em que toda vez que chegava do colégio ficava com ele conversando, porque minha mãe tinha arrumado um trabalho à tarde com não sei o quê, mas pagavam bem. Então eu tinha a tarde toda livre com ele. Já me dava bem com ele, me cumprimentava com beijo e coisas assim, me contava da esposa e dos filhos, e coisas sem importância. E vocês já sabem, né? Vestia o mais sexy que podia, claro, me dando um pouco ao respeito. Na quarta-feira ele me disse que sexta era o último dia que ia, porque já tinha terminado o serviço. Quinta à noite, meus pais foram pra Houston visitar umas tias. Eu não ia pra escola e planejei tudo, pensei: "Esse não vai me escapar vivo". Então, na sexta, acordei às 7:30 porque ouvi a campainha e era ele. Eu tava de camisola branca da minha mãe, que mal cobria minha bunda, um biquíni branco e sem sutiã. Ele me cumprimentou com um beijo e eu falei que tava com sono e voltei a deitar.
Mas na cama dos meus pais, com a porta do quarto aberta. Umas 10 da manhã, levantei de novo e fui pegar um copo de suco. Cheguei perto do banheiro e vi ele em cima da pia, e ele começou a puxar papo, perguntando por que eu não tinha ido pra escola. Falei que era pra fazer companhia pra ele. Ele só sorriu. Como já tínhamos uma certa intimidade, perguntei se podia ajudar em alguma coisa e ele disse: "Me passa a ferramenta, tá no chão". Aí comecei a passar as ferramentas pra ele, e quando me abaixava, a camisola subia e mostrava minha bunda de biquíni. A situação tava me excitando muito. Nisso, ele perguntou se eu gostava de dançar, eu disse que sim, e ele perguntou qual era meu plano pro fim de semana. Falei: "Nenhum, na verdade". E perguntei: "E você?" Ele disse: "Vou num baile". Eu perguntei: "Com sua esposa?" Ele respondeu: "Qualé, pra que levar pedra pro rio?" Eu ri, meio com ciúmes, e falei: "Já vou deixar de te atrapalhar". Ele disse: "Não, não tá atrapalhando nada, tá deixando mais gostoso".
Deixei ele pra lá, fui tomar banho no banheiro de cima do corredor. Pensei em vestir um short de lycra curto e um top. Nisso, saí do banho de toalha, e ele tava me esperando no corredor pra se despedir. Ele disse: "Só vim acertar uns detalhes e pegar a ferramenta". E eu, verdade, fiquei muito desanimada. Ele me deu a mão e se despediu com um beijo na bochecha. Falei: "Deixa eu te acompanhar até a porta". Eu ainda de toalha, já na porta. Ele começou a puxar papo de novo, e me fala: "tô com vontade de te ver mais". E me pergunta: "que tal a gente ir no baile, o que cê acha?" E eu perguntei onde, e ele respondeu: "nos Jacales". Eu falei que sim, com todo prazer, mas que não podiam me deixar chegar tarde, me fazendo de mocinha de casa. E ele disse: "não se preocupa, esses bailes são de tarde, e de noite umas 11 horas a gente já tá de volta aqui".
Eu falei: "perfeito, mas que horas começa?" E ele: "umas 4 mais ou menos". Eu respondi: "perfeito, então vou falar pra uma amiga me cobrir aqui em casa, que vou com ela, mas não vou, vou com você". E ele perguntou: "onde te busco?" Eu falei: "sinceramente, não sei, onde cê acha?" E ele: "que tal se eu te buscar no Soriana Sendero?" Eu falei: "melhor no Soriana Universidade, que fica nem tão longe de casa, mas também nem tão perto". Ele topou: "beleza, te busco umas 4, passo com minha caminhonete". Eu falei: "sim, mas lá perto do banco, onde eu me perco no meio do povo". Fechamos nisso, e ele disse: "já tenho que ir". Quando ele foi se despedir de novo, dessa vez eu puxei ele e dei um beijo na boca. Ele correspondeu, e na mesma hora passou a mão pros meus peitos por cima da toalha, desceu pras minhas bundas por cima da toalha, foi direto pra minha buceta e começou a meter um dedo bruscamente. Doeu um pouco, mas me deu muito tesão. Com a outra mão, ele tirou minha toalha, me levantou, colocou a boca nos meus peitos, chupando e raspando os bicos com a barba. Me colocou de novo no chão, eu completamente pelada e com vontade de mais. Ele falou: "que tal a gente continuar isso no baile?" E eu respondi: "okay, gato, me deixou bem molhada".
Então, desde sexta-feira, eu falei pros meus pais que no domingo ia pra um sítio com uma amiga. Eles deixaram eu ir. No domingo, me vesti com umas botas, calça jeans azul e uma blusa de botão xadrez azul, verde e preta, daquelas que amarram na cintura. De calcinha, usei uma fio dental e sutiã wonder bra, conjunto azul royal. Bunda de cavalo com donut branco. No Soriana, me maquiei pra ficar super gostosa. Aí vi ele chegar, mas hoooooooo. Surpresa, ele veio acompanhado de um compadre dele, quase da mesma idade, então pensei duas vezes, mas no fim subi com eles. O compadre dele, Beto, não tirava os olhos de mim, e eu me sentia meio desconfortável. Aí ele nos apresentou e os dois começaram a puxar papo comigo, me deixando mais relaxada. Quando chegamos no baile, entramos e ele pediu cerveja com clamato.
Comecei a dançar com Jorge, porque com o Beto eu não queria dançar, já que ele me olhava de um jeito muito safado. Dançando com Jorge, ele me beijava e colocava a mão na minha bunda, enfiava a mão por dentro da calça por cima mesmo, e sussurrava no meu ouvido: "Quero sentir essa bunda gostosa de novo". E eu respondia: "Bom, a gente vê o que acontece". E eu tava super excitada. A gente parou onde estávamos e ele continuou me beijando freneticamente na frente do Beto. Óbvio que o Beto tava olhando, e acho que ele ficava excitado. Eles continuaram pedindo cerveja, a gente foi dançar de novo, e ele me pediu pra tirar o sutiã. Eu, sinceramente, não quis, porque o conjunto era novo e eu queria que ele visse ele em mim. Mas o Jorge apertou e desabotoou, e meus bicos ficaram marcados, mas não transpareciam. Dançando, eu abraçava ele pelo pescoço e ele passava a mão nos meus peitos por cima da blusa. A gente foi pra onde o Beto tava de novo e, sinceramente, a gente se pegou na frente dele, que não tirava os olhos da minha bunda. Ele só falava: "Não comam na frente dos pobres famintos". Já meio bêbada, mas ainda consciente, o Jorge sussurrou no meu ouvido:
"Vai lá, dança com o Beto." Eu não queria, e ele disse: "Não seja cuzona, esse cara adora dançar." Aí eu falei: "Tá bom, mas só umas músicas, ok?" E ele respondeu: "Sem problema." Era umas seis da tarde quando comecei a dançar com o Beto. No começo, tava dançando legal, mas o desgraçado começou a me dar umas esfregadas dançando, e como eu tava com tesão, só disfarçava. Ele era muito insistente nisso, se grudava forte em mim e procurava minha boca com a dele, até que conseguiu. Comecei a beijar ele, e ele não perdeu tempo... Preguiçoso, foi direto pra minha bunda, eu não falava nada, verdade, não tinha coragem de falar nada.
Já tinha me visto agarrando com o Jorge, passou a mão nos meus peitos por cima da blusa, ele me dizia que eu tava muito gostosa, que se queria ser namorada dele, eu não falava nada, enfim, fomos de novo pra onde o Jorge tava, e vejo eles começarem a conversar longe de mim, nisso eu fechei o sutiã, e eles voltam pra onde eu tô, a festa já tava no auge e achamos uns lugares pra sentar. Levantei de novo pra dançar com o Jorge, e foi beijo e mais beijo com ele na pista, se pegando, e a mesma coisa, fomos sentar, e levantei pra dançar com o Beto e a mesma coisa, beijo e mais beijo com ele na pista, se pegando, já sentamos nós três de novo, e eu no meio, e os outros nas laterais, continuamos pedindo cerveja e o Jorge me abraçava.
Ele me beijava e continuava me apalpando, e o Beto pegava na minha bunda sem o Jorge perceber, tava super quente, já deviam ser umas 8 horas e eu falei se já íamos embora porque me sentia bêbada, mas consciente. Já de volta na caminhonete, entrei pelo lado do motorista, eu no meio e o Jorge dirigindo, e o Beto de carona. No caminho pra casa, pararam num servicar pra comprar cerveja, e a gente foi bebendo. Comecei a beijar o Jorge, senti o Beto pegando na minha perna e o Jorge percebeu e falou pro Beto: "E aí, mano, cê quer ou o quê?", e o Beto respondeu: "Sim". Nisso o Jorge falou: "Vai, beija meu compadre", e como eu já tava fazendo isso, beijei ele na hora. Tava bêbada, mas mais tarada, dava um beijo no Jorge e um no Beto, e cada vez que um beijava, os dois me apalpavam enquanto eu beijava. A gente foi bebendo e o Beto falou pro Jorge:
"E aí, mano, e como vamos deixar a Lucecita assim bêbada em casa? Vamos parar num hotel pra ela tomar um banho e comer alguma coisa, passar a bebedeira." Eu aceitei, e chegamos num motel em Apodaca. Entramos, pagaram um quarto com hidromassagem, eu falei que só ia tomar banho e a gente ia embora, eles aceitaram, pediram comida, me dei... Dei uma volta pelo quarto e os dois ficaram me olhando. Falei: "Não se incomodam? Vou encher a jacuzzi." Chegou a comida, eram hambúrgueres, comemos. Encheu de água bem quentinha. Peguei uma toalha, tirei as botas, a calça e a blusa na frente deles e falei: "Com licença", e entrei sozinha, achando que iam me acompanhar. Dentro da jacuzzi, tirei o sutiã e a calcinha fio-dental. Fiquei uns 10 minutos sozinha lá, conversando com eles. Aí o Jorge fala: "O ruim das jacuzzis é que mesmo assim você tem que tomar banho de novo no chuveiro." Respondi: "Sério?" Ele disse: "Sim, sério." Falei: "Devia ter me falado antes." Levantei, saí da jacuzzi pelada, entrei no chuveiro. De repente, os dois apareceram completamente nus.
Começaram a me beijar e eu me deixei levar, tava super excitada. Um me beijava as costas e o outro a boca. Me deixei apalpar toda. Depois de uns 10 minutos de amasso no banheiro, o Beto me carregou e me levou pra cama. Nisso, o Jorge deita e me deita de lado com ele. Me beija e vai me puxando pra baixo devagar. Eu beijava e mordia os mamilos dele, o abdômen, e fui direto pro pau dele pra chupar. O Jorge apertava meus peitos e de repente comecei a sentir a respiração do Beto nas minhas nádegas, e depois a língua dele me fazendo sexo oral como um mestre. Me deixei chupar pelo compadre e não parei de chupar o Jorge. Gozei com o prazer do sexo oral. Depois trocamos de posição: agora eu chupava o Beto e o Jorge me chupava.
Devo dizer que os paus deles não eram os mais apetitosos do mundo, mas cumpriam a função. Chegou um ponto em que me deitei e eles continuaram: um pegou meu peito direito e o outro o esquerdo. E, meu Deus, era maravilhosa a sensação de uma boca em cada mamilo. Já vi que era inevitável, então aproveitei o momento pra me desinibir e ficar bem louca. Deitei o Beto de barriga pra cima e comecei a chupar ele, enquanto o Jorge me penetrava de quatro na buceta sem camisinha. (como tinha regulado no sábado, não tava com problema de engravidar) não acreditava no que tava fazendo, um menage agora com desconhecidos. Nisso, o Beto me para, me puxa pra perto dele, me penetra e, como eu tava deitada, chupava meus peitos. De repente, comecei a sentir o Jorge enfiando um dedo no meu cu.
Fiquei bem surpresa, mas de prazer, e ele viu que eu aceitei, então não hesitou em ir fundo. Se colocou atrás de mim e, aos poucos, começou a me penetrar. Doía um pouco, senti muita pressão e uma vontade de fazer cocô, mas era gostoso. Quando ele entrou totalmente, senti a melhor sensação da minha vida: ser penetrada pelos dois lados. O Beto continuava bombando, gozei rapidinho e fiquei parada, mas o Jorge seguia me penetrando e comecei a sentir aquela vontade de mijar. E foi o que fiz, não parei. Foi um mega orgasmo, acho que por causa da estimulação traseira. Não sabia que chupar o cu podia fazer você gozar magicamente. Me afastei dos dois, me deitei na cama e eles disseram: "Você já gozou duas vezes, mas a gente não." Perguntei o que eles propunham, eles foram se lavar e voltaram: "Chupa a gente." Chupei os dois, primeiro um, depois o outro. Enquanto chupava um, o outro se masturbava, e depois os dois ao mesmo tempo. Gozaram dentro da minha boca, engoli o que consegui, e escorreu até meus peitos. Acreditem, leite tomado tira a bebedeira. Tomamos banho juntos, me troquei, coloquei a outra roupa e eles me levaram pra casa. Desde então, não vi mais eles.
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Espero que tenham gostado e um abraço.
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