Na real, eu não tava muito afim de largar o celular do meu móvel, porque ainda chegava um monte de e-mail e mensagem de uns caras me comissionando pra sentar na pica deles, mesmo eu já tendo deixado claro várias vezes que preferia mulheres mais velhas. E eles eram muito insistentes, então desconfiei que iam encher meu WhatsApp de foto de pau. Aí falei pra gente continuar conversando por e-mail (um diferente). Ela me disse que queria algo mais ou menos rápido e que tava cansada de enganador e de histérico, ou de cara que colocava anúncio só pra bater punheta. Me contou que tinha um filho, que não gastava com hotel, que eu tinha que pagar, que não gostava de pica pelada, que isso era coisa de viado, e que gordo dava nojo pra ela. Disse que valorizava higiene, que era branquinha e de pele delicada, então não gostava de barba, que não entrava em carro de estranho, e que não aceitava gesto de cavalheirismo porque isso era machismo. Falou que não transava sem camisinha e que esperma dava nojo, não gostava que gozassem no corpo, tinha nojo de beijo de língua, que tinha que ter penetração na marra, não gostava de quatro, era epiléptica e não bebia nem fumava e não deixava o outro fazer isso. Podia terça e quinta das 14h às 17h ou sexta à noite porque o ex levava o moleque. Mas não dormia com ninguém, não gostava que fizessem o simpático, mas ir direto ao ponto achava patético. Disse que gostava de homem culto e refinado, e que não aceitava pão-duro.
nesse ponto, mesmo que a maioria das explicações dela fosse super importante e me desse muita clareza e atenção ao cuidado com ela, pras nossas primeiras conversas, onde eu queria mais era fraternizar, humanizar, sentia que pelo jeito dela escrever as listas de exigências... me enchia o saco.
Quis falar com ela de um jeito mais safado, provocar um pouco pra criar clima... pra preparar o ambiente, ela me mandou pastar. Deixei ela uns dias sem falar porque senti que claramente não tinha nada, nenhuma química.
e me escreveu:
Sou puto, histérico ou só um punheteiro, vamos ou não fazer o encontro?
olhando uns sites de submissão e essas paradas, encontrei um contrato de submisso pra amo, modifiquei e mandei como formulário do Google. Ela respondeu que era muito enrolado e que o que servia pra mim era um macho, não uma mulher que sabe o que quer.
(uma vontade enorme de mandar ela pra puta que pariu)
Falei pra ela não ser medrosa e ler o contrato (ali me dava carta branca pra fazer o que eu quisesse dentro dos limites que ela tinha escrito). Ela disse que não, e eu falei "ok, se quiser ler, me avisa", e agradeci. Depois de 15 minutos, ela assinou e escreveu embaixo "sim pra tudo, pode essa semana?". Como eu ainda tava meio desconfiado, pedi o Face dela, e ela me passou junto com o telefone (era tudo real). Marquei a gente no hotel QUE? de Belgrano, que tinha um quarto chamado "Sado Fantasia". Esperamos 15 dias pra eu deixar o pelo pubiano crescer, e fui todo depilado.
Desde de manhã cedo fiquei trocando mensagem com ela, perguntando se eu ia, pra avisar, pra não ser cagão, que se visse algo estranho ia embora. Chegou a hora, esperei ela na esquina. Foi super pontual, veio acompanhada de uma amiga, me cumprimentou, conversou uns 5 minutos e foi embora (era muito mais simpática). Tinha uns 50 e poucos anos, uns 150 kg, branquela (embora eu curta as gordinhas, gostei dela pessoalmente, mas dava pra ver que abusava um pouco dos filtros do app). Tentei dar um beijo nela, ela desviou o rosto e no fim entramos. Fechei a porta do quarto e ela também, e disse: "Me mostra o que você tem aí", apontando pro meu pau.
Tirei o contrato da mochila e coloquei no espelho do balcão. Ela olhou, aí eu falei "coloca" e dei o colar pra ela. Quando ela colocou, mostrei o contrato onde dizia que, ao vestir o colar, ela perdia o controle pra me entregar tudo. "Não li", ela disse. "Só coloquei sim em tudo.
Tira essa roupa, falei pra ela que vou te inspecionar. Ela disse: "me mostra a pica". Dei um tapa na bunda dela. "Cala a boca!", falei. Ela baixou a cabeça e eu vi um sorriso no rosto dela... Ela começou a se despir.
Achei que você ia trazer uma fio dental dahora por causa daquelas conversas chatas que a gente teve, tava com uma calcinha meio grandona de lycra e algodão branca, e mesmo sendo grande, os pelos escapavam pelos lados, era bem peluda (isso me deixou louco). Pedi pra você se depilar e trazer umas tangas de puta, falei. Ela me olhou e disse: "Se você gosta de tanga, põe você, otário." Tampei os olhos dela e fiz sinal com o indicador na boca pedindo silêncio. Ela ficou só de peitos e calcinha, mandei ela ficar de pernas abertas e braços abertos e inspecionei. Ela também não depilava as axilas. Mandei ela se abaixar e abrir a bunda com as mãos, e ela fez. Tava voltando do trampo e tava calor, então tava com cheiro de cu e um baita cheiro de buceta. Tinha um pouco de fluido também. Adorei. (Tava com vontade de chupar o cu e a buceta dela até o Maluma se acertar com a namorada do Havaí.) "Sua buceta tá suja", falei e dei uma chicotada na bunda dela com um chicote que tava pendurado. Ela gemeu e se tocou na buceta. Dei outra vez: "Você se toca só se eu mandar", e ela suspirou... empinando a bunda, "me bate de novo", falou.
Não falei bastante mal? Você se comportou tão mal que não merece mimos. Algemei ela com aquelas algemas de pelúcia na frente. "Vai lavar essa pussy suja!" "Não consigo", ela disse, e eu bati na bunda dela de novo, agora mais forte, e ela reclamou com um gemido. Ela abaixou a venda que cobria os olhos e me olhou feio, e eu bati de novo (embora dessa vez mais leve, não queria machucar). Ela ficou me encarando, e eu dei umas 5 seguidas, aumentando a intensidade, e quando ela disse: "Sim, assim... para." "Vai lavar essa pussy suja, chupa ela e lava pra mim", ela falou. Olhei pra ela, tampei os olhos dela de novo e levei pro banheiro. "Fica aí", falei, e abri o bidê frio. Ensaboei o sutiã dela (não era daqueles armados), enrolei no chicote e passei na pussy dela. Quando ela gemia, com umas chicotadas de tiras de couro, eu batia embaixo da bunda. Sequei ela, mesmo não devendo, chupei um pouco o cu e a pussy dela — era bem gostosa... meio que me empolguei, e quando ela começou a gemer, percebi que era hora de parar. Enquanto amarrei ela na cama, fiz ela beber 1,5L de água mineral, tirei a venda e mostrei lubrificante e um enema que na ponta tinha um consolo. "Infla, sabia?", perguntei... ela babava toda.
continua...
nesse ponto, mesmo que a maioria das explicações dela fosse super importante e me desse muita clareza e atenção ao cuidado com ela, pras nossas primeiras conversas, onde eu queria mais era fraternizar, humanizar, sentia que pelo jeito dela escrever as listas de exigências... me enchia o saco.
Quis falar com ela de um jeito mais safado, provocar um pouco pra criar clima... pra preparar o ambiente, ela me mandou pastar. Deixei ela uns dias sem falar porque senti que claramente não tinha nada, nenhuma química.
e me escreveu:
Sou puto, histérico ou só um punheteiro, vamos ou não fazer o encontro?
olhando uns sites de submissão e essas paradas, encontrei um contrato de submisso pra amo, modifiquei e mandei como formulário do Google. Ela respondeu que era muito enrolado e que o que servia pra mim era um macho, não uma mulher que sabe o que quer.
(uma vontade enorme de mandar ela pra puta que pariu)
Falei pra ela não ser medrosa e ler o contrato (ali me dava carta branca pra fazer o que eu quisesse dentro dos limites que ela tinha escrito). Ela disse que não, e eu falei "ok, se quiser ler, me avisa", e agradeci. Depois de 15 minutos, ela assinou e escreveu embaixo "sim pra tudo, pode essa semana?". Como eu ainda tava meio desconfiado, pedi o Face dela, e ela me passou junto com o telefone (era tudo real). Marquei a gente no hotel QUE? de Belgrano, que tinha um quarto chamado "Sado Fantasia". Esperamos 15 dias pra eu deixar o pelo pubiano crescer, e fui todo depilado.
Desde de manhã cedo fiquei trocando mensagem com ela, perguntando se eu ia, pra avisar, pra não ser cagão, que se visse algo estranho ia embora. Chegou a hora, esperei ela na esquina. Foi super pontual, veio acompanhada de uma amiga, me cumprimentou, conversou uns 5 minutos e foi embora (era muito mais simpática). Tinha uns 50 e poucos anos, uns 150 kg, branquela (embora eu curta as gordinhas, gostei dela pessoalmente, mas dava pra ver que abusava um pouco dos filtros do app). Tentei dar um beijo nela, ela desviou o rosto e no fim entramos. Fechei a porta do quarto e ela também, e disse: "Me mostra o que você tem aí", apontando pro meu pau.
Tirei o contrato da mochila e coloquei no espelho do balcão. Ela olhou, aí eu falei "coloca" e dei o colar pra ela. Quando ela colocou, mostrei o contrato onde dizia que, ao vestir o colar, ela perdia o controle pra me entregar tudo. "Não li", ela disse. "Só coloquei sim em tudo.
Tira essa roupa, falei pra ela que vou te inspecionar. Ela disse: "me mostra a pica". Dei um tapa na bunda dela. "Cala a boca!", falei. Ela baixou a cabeça e eu vi um sorriso no rosto dela... Ela começou a se despir.
Achei que você ia trazer uma fio dental dahora por causa daquelas conversas chatas que a gente teve, tava com uma calcinha meio grandona de lycra e algodão branca, e mesmo sendo grande, os pelos escapavam pelos lados, era bem peluda (isso me deixou louco). Pedi pra você se depilar e trazer umas tangas de puta, falei. Ela me olhou e disse: "Se você gosta de tanga, põe você, otário." Tampei os olhos dela e fiz sinal com o indicador na boca pedindo silêncio. Ela ficou só de peitos e calcinha, mandei ela ficar de pernas abertas e braços abertos e inspecionei. Ela também não depilava as axilas. Mandei ela se abaixar e abrir a bunda com as mãos, e ela fez. Tava voltando do trampo e tava calor, então tava com cheiro de cu e um baita cheiro de buceta. Tinha um pouco de fluido também. Adorei. (Tava com vontade de chupar o cu e a buceta dela até o Maluma se acertar com a namorada do Havaí.) "Sua buceta tá suja", falei e dei uma chicotada na bunda dela com um chicote que tava pendurado. Ela gemeu e se tocou na buceta. Dei outra vez: "Você se toca só se eu mandar", e ela suspirou... empinando a bunda, "me bate de novo", falou.
Não falei bastante mal? Você se comportou tão mal que não merece mimos. Algemei ela com aquelas algemas de pelúcia na frente. "Vai lavar essa pussy suja!" "Não consigo", ela disse, e eu bati na bunda dela de novo, agora mais forte, e ela reclamou com um gemido. Ela abaixou a venda que cobria os olhos e me olhou feio, e eu bati de novo (embora dessa vez mais leve, não queria machucar). Ela ficou me encarando, e eu dei umas 5 seguidas, aumentando a intensidade, e quando ela disse: "Sim, assim... para." "Vai lavar essa pussy suja, chupa ela e lava pra mim", ela falou. Olhei pra ela, tampei os olhos dela de novo e levei pro banheiro. "Fica aí", falei, e abri o bidê frio. Ensaboei o sutiã dela (não era daqueles armados), enrolei no chicote e passei na pussy dela. Quando ela gemia, com umas chicotadas de tiras de couro, eu batia embaixo da bunda. Sequei ela, mesmo não devendo, chupei um pouco o cu e a pussy dela — era bem gostosa... meio que me empolguei, e quando ela começou a gemer, percebi que era hora de parar. Enquanto amarrei ela na cama, fiz ela beber 1,5L de água mineral, tirei a venda e mostrei lubrificante e um enema que na ponta tinha um consolo. "Infla, sabia?", perguntei... ela babava toda.
continua...
0 comentários - Juego con tu COLA...2da parte