Barbara O. Capítulo 3 - Remiseria

Um dia, quase vinte e quatro horas, me separam da experiência que vou contar agora.
Com certeza, conseguir descrever minha sexualidade através de um relato gera em mim uma perversão inimaginável, fazer isso numa rede social muito mais, e possivelmente estar sozinha, sem compromissos, me dá a liberdade de levar adiante cada fantasia e desejo que passe pela minha cabeça.
Ontem acordei extremamente excitada, acho que saber que minha forma de ser sexualmente agrada é estimulante, amanheci planejando uma experiência para poder relatar, algo literalmente de propósito, quase com um roteiro feito sob medida.
Tomei café da manhã pensando na intensidade do que queria fazer e imaginei uma situação transgressora, uma situação fora do comum. O próximo passo era escolher com qual homem fazer isso, por um momento pensei em estar com mais de um homem, mas decidi deixar para mais tarde. Revisei os contatos no meu celular, e como se fosse um concurso, contei os homens com quem tinha transado, resultando num número revelador: 43. Pelo visto, não tinha noção do quão ativa eu estava ultimamente, principalmente porque nesse número faltam os homens com quem transei sem ter compartilhado meu número.
Fiz um filtro desses amantes provisórios, alguns fixos por uns meses, e outros que chegaram momentaneamente a ser namorados, levando em conta a atitude, o tamanho (pra mim, muito importante), a disponibilidade e o nível de perversão que tinham demonstrado. Dessa forma, acabei pensando em três homens.
Omar, repositor do Makro, fomos amantes durante três meses, casado, 34 anos, com uma rola bem grossa e não tão comprida, mas meio tímido.
Martin, dono de uma remissão, 44 anos, de namorada, com um tamanho normal, mas com uma essência pervertida e descontraída.
Leo, professor de Hóquei, 30 anos, solteiro, metido, musculoso, tamanho normal mas excelentemente usado, amo sexo anal com ele.
Mandei as mensagens pelo WhatsApp, e curiosamente todos responderam na hora. Com certeza a imagem da minha cara chupando os paus deles passou pela cabeça de todo mundo por um momento. Só o Martín conseguia me ver, mesmo eu estando no comando da remiseria já que a coordenadora tinha faltado. A gente trocava mensagens normais no começo, depois ficaram quentes. Minha temperatura foi subindo com as coisas que ele lembrava explicitamente de mim.

Como o Martín não podia largar o trampo dele, um ataque de perversão me tomou por completo. Lembrei que o ponto dele, como muitas remiserias, tem um quarto de descanso pros motoristas, e sem pensar duas vezes ofereci pra gente se reencontrar lá, já que ele não podia sair e eu tava morrendo de vontade. A ideia de dar uma trepada num quarto onde todos os motoristas pudessem me ouvir me fez delirar, me imaginei gemendo e, mesmo sendo uma "concheta" como o Martín me chama, soltar o vocabulário mais sensual, selvagem e pornô que me viesse à cabeça. Queria de novo deixar minha marca em cada lembrança de cada um dos caras presentes, queria fritar a cabeça deles e queimar todas as outras fantasias que não me tivessem como protagonista, e de quebra trazer esse relato como prêmio.
Barbara O. Capítulo 3 - Remiseria

vadia

analCombinamos minha visita pras 17h, pra mim foram minutos, mesmo faltando duas horas. Tomei banho pensando nos detalhes, na roupa que ia usar, no jeito de entrar e cumprimentar cada motorista, me arrumei imaginando os comentários e as caras que eles iam fazer durante minha estadia no quarto que é deles, me perguntei se algum ia ter coragem de espiar e tirar uma foto, ou se algum ia recusar uma corrida pra viver intensamente a presença daquela mulher sem vergonha que chegou pra levar um (ou vários) orgasmos além do esperma do chefe.

Sei que o Martín, como tantos outros, ama minha bunda de legging, com pouca humildade devo dizer que o hóquei me ajudou muito fisicamente, então decidi ir de legging e um top esportivo que parecia mais um sutiã do que uma peça de roupa. Pouca maquiagem, meus amados brincos de argola, e um rabo de cavalo no cabelo, que chegava até a metade das minhas costas. No meu nécessaire tem uma caixa de camisinha sempre disponível, mas talvez por adrenalina ou por ser transgressora, decidi não levar.

Subi na minha caminhonete e dirigi totalmente absorta, pensando só em como transformar essa experiência em algo mais, em algo bizarramente sexual, e depois de 15 minutos eu entrava com a caminhonete no estacionamento interno que os motoristas têm, um galpão meio largado, com um carro velho enferrujado, materiais de construção pra todo lado, uma churrasqueira e uma mesa feita de tábuas.

Desci da caminhonete e o Martín apareceu na entrada do estacionamento, me deu um abraço e a gente quase comeu as línguas por alguns segundos, ele me apertou contra a porta traseira do meu carro e quase me deixou sem ar com os beijos profundos na minha boca. Fazia tempo que eu não trocava tanta saliva. Enlouqueci.

Caminhamos até a calçada pra entrar pela frente no local, pra minha surpresa tinha mais motoristas do que o normal, mais tarde eu descobriria que, sabendo da minha presença, alguns decidiram não sair pra trabalhar e outros adiantaram o turno pra estar ali. Contei oito além do Martín. Fui cumprimentando um por um, com um sorrisão e umas risadas cúmplices, pegava eles pelos ombros pra dar um beijo na bochecha, teve os tímidos de mão no bolso e os ousados que me agarraram pela cintura, era óbvio que o Martín tinha dado uma ideia da minha liberalidade sexual, todos sabiam que eu tava na caça de um sexo bom.

Antes de entrar na sala de descanso, batemos um papo de uns minutos entre todos, como se fosse pra disfarçar algo que todo mundo já sabia, mas serviu pra eu ver de novo como vários olhos se perdiam no meu decote, na minha buceta marcada pela legging, nas minhas pulseiras de escrava ou no meu cabelo preto preso. O Martín pede pra um deles colocar a placa de "fechado" e tirar o telefone do gancho, por um momento achei que a gente fosse entrar os nove no quarto, mas foi só uma ilusão besta, ele me pegou pela mão e a gente andou seis passos até entrar no lugar, senti os olhares derretendo na minha bunda.

O quarto tinha dois sofás de um corpo sem apoio de braço, uma cama de solteiro, uma TV desligada e um pôster da Mônica Farro pelada, e não tinha porta que isolasse do resto do local, era um puro cortiço, mas por alguma razão que ainda não entendo me deixava excitada. A gente se beijou de novo desesperadamente, era 1,85 metro de safadeza tarada contra meus 1,64 metro de tesão, o apalpamento foi intenso, parecia que as mãos dele se multiplicavam em cada canto do meu corpo instável e quente.

Sem eu conseguir adivinhar, ele enfiou a mão dentro da legging preta e agarrou minha buceta com a palma inteira da mão, enquanto me segurava pelo cabelo preso com a outra. Encontrou meus lábios molhados, precisando de uma fricção irreverente, sedentos de investidas selvagens que pressagiam um orgasmo dos sonhos. O silêncio que vinha do quarto onde os motoristas ficaram era sepulcral, e não pude evitar pedir ao Martín que me chamasse de "slut". Abaixo as leggings e arranco a minúscula calcinha preta que eu estava usando, ele sempre fazia a mesma coisa, agora eu lembrava, ele se despiu e, segurando meu braço, me obrigou a me ajoelhar, atendendo a cada momento meu pedido de me chamar de slut.

Ajoelhada, submissa, entregue, me dediquei a endurecer completamente aquela cock, engasguei com ela para que o som de ânsia chegasse aos espectadores, cada vez que ele a tirava, ficava um fio esbranquiçado de minha saliva pendurado entre meu lábio inferior e a glande dele. Eu poderia ter tido meu primeiro orgasmo ali, mas me contive. Ainda ajoelhada, ele me segurou com as duas mãos no pescoço, como se fosse me enforcar, e me empurrou para a cama, tirei tênis, leggings e top. Ele se deitou em cima de mim, com a cabeça entre minhas pernas, deixando a cock na minha boca, nos chupamos fervorosamente, e meus gemidos não demoraram a aparecer, seus dedos remexiam meu cu enquanto ele me beijava e se alimentava da minha excitação. Não pude saber ainda, mas acho que os dedos na minha booty foram quatro, me deixando dilatada e pronta para o que viria.

Alguns minutos depois, ele se sentou em um dos sofás sem braços, me pediu para montá-lo, atleticamente andei da cama e me sentei naquele membro poderoso e firme. Enquanto cavalgava desesperadamente e ele beijava meus peitos (amo isso), virei a cabeça para o lado e todos os motoristas estavam olhando e filmando, foi demais para mim, tive um orgasmo imediato, gritei como se tivesse perdido meu ser inteiro pela minha pussy, tanto prazer que se torna um vício permanente. Não há volta quando se chega a esse ponto. Como se fosse um terremoto constante, meu corpo aproveitava os espasmos musculares, a boca se enche de saliva novamente, e a presença de estranhos me colocou de novo na corrida em segundos. Decidida a fazer algo diferente, me coloquei de quatro na cama de novo e, com o vocabulário mais vulgar que tinha, pedi pro Martin: "agora quero que você me coma o cu". Falei o mais alto que pude, pra ter certeza de que ia ficar gravado naqueles celulares. Em questão de segundos, o Martin já tinha a cabeça dele na porta do meu cu, todo lubrificado e dilatado. Ele comentou como a vista era incrível lá de cima e deslizou o pau inteiro dentro de mim. Não parou pra ver se tava me incomodando ou doendo, só entrou até onde deu. Eu virei uma máquina de gemer repetitiva, gemidos que, com o tempo, viraram gritos de prazer e expressões bizarras que eu nunca pensei que sairiam da minha boca. O Martin tirava o pau, abria minhas nádegas e falava que eu tava deixando ele destruído (duvido que fosse tanto). Ele me pegou pelo cabelo preto e brilhoso e entrou pela última vez, o mais fundo que conseguiu. Parecia que ia sair pela minha boca em alguns momentos. E quando ele tava pronto, numa manobra atlética, me deitou de barriga pra cima na cama, de frente pra porta inexistente, deixando o Martin, de pé do meu lado, derramar todo o leite dele na minha cara e na minha boca. Os gritos dele foram de um animal ferido. Contei quatro jatos grandes e uns gotejos depois. Aí ele desabou num dos sofás, aquele que ele tinha deixado molhado no meu primeiro orgasmo. Fiquei deitada, sentindo minha buceta pulsar, notando o sêmen no meu rosto se dissolvendo e escorrendo da minha bochecha pro meu pescoço dos dois lados da minha cara, saboreando as gotas que tinham caído na minha língua, me sentindo infinitamente sensual, erótica e puta. Tanto que abri minhas pernas diante do olhar atônito dos motoristas e, com os dedos na minha buceta, me dei um novo orgasmo, me contorcendo uma e outra vez naquela cama de lençóis baratos. O Martin ainda não conseguia acreditar no que eu tinha virado. Já não era mais a garota de classe alta, com namorado, que se animava a ser infiel por um momento. Eu tinha virado uma mulher. Totalmente sexual e sem medos.
Eu ri, soltei uma gargalhada quando parei de sentir as consequências do meu orgasmo, e como elogio, piada ou sei lá o quê, recebi aplausos dos motoristas e do Martin. Um deles me alcançou um rolo de papel toalha e outro uma garrafa fechada de água mineral.
Plenitude era o que eu sentia, não me preocupei com a falta de camisinha, as fotos ou filmagens, a presença de estranhos, nem com o que vão falar de mim. Consegui o que queria.
Limpei como pude meu rosto, meu pescoço, e vesti de novo minha legging, sem calcinha, já que a fio-dental estava no chão totalmente destruída, tênis e top.
Saí daquele quarto através de um corredor humano formado pelos motoristas, cheia de elogios e pedidos pra voltar, todos, absolutamente todos me acompanharam até a caminhonete que estava nos fundos do terreno, curiosamente ninguém quis me dar um beijo, só abraços e umas apalpadas, apalpadas que permiti por pouco tempo.
Dirigindo pra casa, soube que isso é o começo de um novo estilo de vida e que me animo pra muito mais, ainda mais porque acabaram de responder Omar (repositor do Makro) confirmando que tá livre às 19h30 e Leo (Prof de Hóquei) às 23h.
Viro na Gabriela Mistral pra pegar a Constituyentes e esperar a saída do Omar, a lembrança da piroca grossa dele me deixa perplexa e me torna insaciável mais uma vez, e por sorte meu uniforme de hóquei tá sempre disponível no porta-malas, pro Leo realizar a fantasia eterna dele.
Me perfumo, lembro que não tenho calcinha, percebo que perdi um brinco na remiseria, a boca do Martin deixou um roxo num peito, mas lá vou eu pro Omar e depois pro Leo. Sedenta.

7 comentários - Barbara O. Capítulo 3 - Remiseria

Abull4u +1
maravilloso relato, super excitante. mereces mucho mas que los 10 pts. gracias por compartir
Tremendooooo relato Nena....estoy en llamas. Glorioso sería cruzarte en el barrio...
Mucho tapar la remisería arriba y en pleno mensaje dice remisería Mosconi