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Parte 1
Parte 2
Parte 3Eu estava confuso. E por um momento tive minhas dúvidas se a Marta realmente tinha passado a noite comigo. Ou será que tinha sido tudo um sonho? Mas não, eu tinha certeza de que tinha sido bem real. Mas ainda assim precisava falar com ela, porque não entendia nada do comportamento dela.
Tomei café da manhã e fui trabalhar, mas foi difícil. Depois do que tinha acontecido, eu pensava que a qualquer momento a Marta voltaria a bater na minha porta pra gente transar de novo. E naquele momento lembrei que ela não era a única mulher na minha vida, então mandei uma mensagem pra Carol. "Bom dia, como você tá se sentindo?". Ela respondeu duas horas depois com um "Hoje tá doendo mais :("
Então, quando terminei de trabalhar, decidi subir pra ver como ela estava. E sim, eu me preocupava com o que poderia acontecer se a Marta abrisse a boca, mas no fundo contava com o fato de que ela não tinha contado nada pra colega de quarto dela. Afinal, ela vinha me ver escondido. No máximo pensaria em me chantagear, mas nem isso tinha feito.
Reconheço que me irritou a Marta abrir a porta. Ela era uma ótima atriz, porque de novo desviava o olhar e falava comigo à distância. Ou talvez minha transa tivesse decepcionado ela, sei lá. Mas naquele momento eu não subia pra falar com ela. Não em primeiro lugar.
"Oi", cumprimentei entrando com cuidado no quarto da Carol.
"... Oi...", ela respondeu. Estava com uma cara péssima. Percebi que tinha olheiras, então não devia ter dormido muito. Fiquei apavorado. Será que ela tinha nos ouvido transando à noite? E teria chorado por causa disso?Não seja tão metido.”, eu disse a mim mesmo.
“Como você está?”
“Estou com muita dor”, ela respondeu. “Estou com umas pontadas”.
“Quer que eu te leve ao médico?”
“Fica tranquilo. Acabei de tomar um naproxeno”, ela respondeu. “Daqui a pouco passa um pouco. Mas obrigada por se oferecer”.
“É o mínimo que posso fazer por você”, eu me deitei na cama de lado, de frente para ela.
“O mínimo que você poderia fazer é nada”, disse sorrindo. “Não quero me acostumar a ser tão mimada por você”.
“Por que não?”
“Pra ver se não vou me apaixonar”.E isso teria o que de ruim?”, pensei. Mas claro. Carol queria deixar claro que não éramos nada além de amigos com benefícios. Fodamigos tinha sido a palavra que ela usou quando nos definiu. De repente, me senti um pouco menos culpado por ter fodido a Marta. Ainda assim, devia falar com ela.
“Pois é, mais te vale não fazer isso”, brinquei e mostrei a língua. De repente, ela me deu um beijo e brincou com minha língua, mas parece que aquela brincadeira custou mais uma fisgada na barriga e ela teve que recuar.
“Ai”, reclamou.
“Não faz esforço”, falei. Me aproximei da orelhinha dela pra sussurrar. “Se prepara, porque se amanhã você estiver bem, não vai sair da cama a noite toda”
“É o que espero”, respondeu.
“Descansa então”
“Valeu. Falei pra Marta descer pra jantar com você, aliás”
“Ah, é?”
“Sim, eu não tô operante, mas me dá pena ela jantando sozinha na sala e você no seu canto”
“Bom, eu não ia morrer por causa disso, mas tá”, falei. “Não prefere que a gente jante aqui com você?”
“Não. Quero descansar”
“Como quiser. Se mudar de ideia, você sabe que tem meu número”
“Eu sei”
E roubei um beijo dela antes de sair dali.
Marta me abordou no corredor antes de eu ir embora.
“Quer que eu prepare algo pro jantar?”
“… Não se preocupa, eu cuido disso”, falei. Tava puto de novo. Olha pra mim nos olhos, pussy!
“Vou descer um pouco de bolo de sobremesa”, disse, e foi pra cozinha.
Desci bufando. Continuava sem entender ela. Mas pussy, me faria bem jantar com ela a sós. Assim eu podia interrogá-la. Bom, se eu fizesse isso, talvez não conseguisse foder ela naquela noite, mas também não tinha garantia de que fosse rolar. E pelo menos me serviria pra saber o que ela tinha na cabeça. Ou talvez ela nem respondesse e me jogasse no sofá pra dar uma trepada.
Fui esquentando uma pizza no forno enquanto esperava a Marta descer. Ela bateu na minha porta e fui abrir.
“Caralho”
“Que foi? Atrevida demais?”
Ela tinha vestido uma minissaia e uma camiseta de alças justas que deixava ver todo o decote dela.
“Achei que você ia gostar. Seus olhos vão longe com a Carol”, comentou enquanto entrava em casa. Contei até dez, porque admito que tava com vontade de dar uns berros nela. “Que cheiro bom. Pizza?”
“De seis queijos”, respondi. “E deve estar quase pronta. Vai pro salão”, falei e fui tirar a pizza do forno. Uma delícia, sem dúvida.
“Seis queijos, que exagero”, comentou a Marta enquanto fazia os cortes. “Vai ter que fazer muito exercício pra queimar isso”
“Isso quer dizer que a gente vai transar?”, perguntei. Ela me olhou, mas rapidamente desviou o olhar, com um sorriso.
“Depende. Você tá a fim?”
“Claro que tô. Embora ontem você tenha sido bem mais direta”
“E isso não te agrada?”
“Quero saber que porra tá acontecendo com você”, falei, enquanto dava uma mordida na pizza. “E queria que você me olhasse quando a gente conversa. Mas de forma contínua”
Mas ela parecia fingir que a conversa não era com ela.
“Marta!”, falei irritado.
“O quê”
“Me olha”
“Não me atrevo. Não se você tá bravo”, disse.
“E como você quer que eu fique?”, soltei. “Não entendo qual é a sua. Você desvia o olhar, mas fica me encarando quando eu tô comendo a Carol. Ou me chupa na cozinha. Ou vem de noite pra me chamar pra transar”
“É que você não gosta disso?”
“Eu não disse que não gosto”
“Então, cadê o problema?”
“Que eu não te entendo”
“Você quer entender uma garota?”
“Quero entender você”
A Marta engoliu seco.
“Acho que é justo. A Carol já te contou o que aconteceu comigo há um tempo, né?”, me disse. E eu assenti. Pelo menos ela me olhava quando falava. Vi que ela baixou a cabeça, mas manteve o olhar. “Então, desde aquele dia, eu não transei com mais ninguém. Foi muito tempo. Sinceramente, eu não me atrevia. Com medo de acontecer algo comigo. No lugar disso, era mais fácil comprar meus brinquedos e me masturbar com eles. E sinceramente, eles foram melhores que os caras com quem eu transei”
“Que nível alto”
“Pois é. O negócio é que não me Foi ruim. E me fez bem ter a companhia da Carol. Mas meus brinquedos só sabem dar orgasmos. Eu depois ficava fria. Sem ninguém comigo", ela me contou. "E bom, quando te conhecemos, eu já vi como você olhava pra Carol. Pensei que nem fodendo você transaria comigo. Eu te falei: você não teria me tocado com a minha roupa, né? Na verdade, eu me protegia"
"Se proteger?"
"De você. Eu não sabia quem nem como você era", disse. "Só sabia que você era gato e que tinha química com a Carol. Eu me sentia segura se você não me olhasse do jeito que olhava pra ela. Mas quando vocês transaram, eu vi vocês. Me deu curiosidade. E naquela noite, você me pegou me tocando"
"Você soube?"
"Sim. Não é que você disfarce muito. Na verdade, não entendo como a Carol não me pegou enquanto eu espiava vocês. Mas o mais importante: você não me atacou. Não entrou no meu quarto, não me tocou sem permissão, não me forçou. Foi feio você me olhar, mas não posso julgar o que eu mesma faço".
A voz dela tinha ido enfraquecendo.
"E então pensei que a gente podia transar, mas não sabia nem como te falar. Sempre fui meio hostil com você. Só me ocorria tentar fazer você me olhar de novo, chamar sua atenção. Mas quando a gente se olhava enquanto se tocava, você também não fazia nada. E quando na outra noite vi que você não ia pro banheiro, te procurei na cozinha. Então te mandei um sinal mais claro, e você também não entendeu"
"Um sinal claro? Isso é um boquete no meio da noite? Um sinal claro?"
"Você diz que não me entende. Mas eu também não te entendo. Sempre te vi brincando com a Carol. Ela diz que vocês são só amigos com benefícios, mas como eu podia saber se você gostava de mim? Nem agora eu sei"
Pelo menos ela tinha sido franca, e sem desviar o olhar. Embora o olhar de pena dela me comovesse.
"Claro que eu gosto de você. E sim. Você tem razão. Sua roupa não é muito chamativa. Não deixa adivinhar como você é gostosa", já que estávamos sendo sinceros, que diferença fazia admitir. "Mas, sabe? Talvez se você não tivesse sido tão fria comigo, eu poderia ter... Fixado em você"
"Mentiroso"
"Isso você não pode saber", eu disse. "Tenho mais uma pergunta. Esta manhã você foi embora antes de eu acordar. Por quê?"
"Porque mesmo que a Carol diga que vocês são só amigos, não sei se ela gostaria de te dividir. Não quero que ela fique brava comigo. Então fui embora antes da hora dela acordar."
"E você vai me avisar?"
"Quando?"
"Quando você for embora amanhã. Se você quiser ficar", eu ofereci.
"Você realmente quer que eu fique?"
"Quero te foder, Marta. O de ontem eu gostei muito. Quero que você fique", eu disse.
Ela assentiu. Sorriu.
"Sabia que você ia gostar da minha camiseta", ela disse enquanto se aproximava.
"Não se engana", eu a empurrei contra o sofá e ela ficou de barriga pra cima. Me posicionei sobre ela. "Eu gosto de você. Não quero que você imite a Carol pra me seduzir. Gosto de você do jeito que você é."
Senti que ela teve um arrepio. Isso me agradou. Eu a beijei. Já chega de besteira naquela noite. Se tínhamos tudo claro, podíamos passar uma boa noite. Para isso não precisava nem daquela camiseta sem sutiã, nem da calça de cintura baixa, nem da calcinha dela.
"Você gosta do meu corpo?"
"Adoro", eu disse e comecei a chupar os peitos dela. "Gosto muito."
"Ei, espera", ela disse porque eu já tinha começado a descer pela barriguinha dela. "Ontem você já fez isso, mas hoje é minha vez de fazer por você."
"Isso não é uma competição."
"Eu sei. Mas quero fazer de verdade."
"Tem certeza?"
E ela pegou minha mão e começou a chupar meu dedo. Porra, excitante pra caralho. Sorrindo, me ergui e comecei a tirar a roupa. Mas a Marta estava com mais pressa pra começar e puxou minha calça pra baixo. Fiquei de pé no sofá pra deixar ela tirar, e depois ela baixou minha cueca.
"Ufa. Espero que você goste."
"Com certeza que sim."
Me apoiei no encosto do sofá e ela começou a me chupar. Ia devagar. A língua dela deslizava lenta pelo meu pau, que desaparecia parcialmente dentro da boca dela. Ela o colocou um pouco mais pra dentro. E mais um pouco. E finalmente o tinha inteiro na boca.
"Você gosta?", ela perguntou numa pausa antes de voltar. para devorá-la.
“Muito, Marta. Você é muito boa”
Na verdade, eu notava um pouco de falta de prática, mas não ia dizer isso. A garota estava se esforçando pra me dar prazer e isso me deixava ainda mais excitado. As mãos dela acariciavam minha pica, fazendo uma punheta enquanto chupava a pontinha. Eu sentia também os lábios dela se movendo por toda a cabeça.
“Porra!”, gritei quando gozei, de repente. Sem aviso nenhum. “Desculpa!”
“Tudo bem”, disse ela. Merda, eu tinha sujado a cara dela. “Fazia tempo que... isso não acontecia, não importa”
“Espera”, falei enquanto aproximava uns guardanapos pra ela se limpar. “Eu não queria fazer isso”
“Mas você gostou?”
“Sim, claro que sim. Você me fez gozar muito rápido”
“Perfeito. Então eu te perdoo por gozar na minha cara. Se você me foder como ontem”, pediu.
Abri as pernas dela suavemente. Era isso que a Marta gostava, sexo devagar. Quase carinhoso. Então ela ia ter. Minha pica dura entrou de uma vez dentro dela, e ela gemeu.
“Mais devagar”, gemeu.
“Desculpa”, falei enquanto me movia dentro dela mais lentamente. “Que tal assim?”
“Muito bom, sim”, disse enquanto se abraçava em mim. “Você gosta?”
“Claro que sim”
Eu curtia mais ela assim, devagar. A bucetinha dela apertava meu pau. Era estranho, apesar dos brinquedos dela, quase parecia que era virgem. E me enlouquecia sentir aquela pressão e leve resistência que ela me dava. Eu a beijei e nossas línguas saíram pra passear enquanto isso.
“Sabe? Passei o dia todo pensando nisso”, me disse a Marta.
“Ah, é?”
“Sim. Eu sentia falta de sexo. E gosto de como você transa comigo. Sei que a Carol...” eu a calei com um beijo.
“Ela não está aqui. Somos eu e você”, falei. E a castiguei metendo um pouco mais rápido do que ela gostava. “Não é?”
“Sim, desculpa. Continua como antes”, pediu. Embora eu jurasse que ela gostava, mas voltei a relaxar o ritmo. Ainda assim, metia mais fundo a cada vez, me certificava de que minha pica inteira entrava dentro dela. “Eu gosto muito. Tô toda molhada” Eu tinha notado, aquele ponto onde a gente se juntava estava molhado e eu sentia na minha pélvis inteira. Apertei um pouco o ritmo, ia gozar. A Marta tinha as pernas fechadas nas minhas costas. Gozei dentro dela, que continuava escorrendo. As pernas dela fraquejaram e ela me soltou, embora os braços continuassem em volta do meu pescoço.
"Por que é tão bom?", ela perguntou.
"Não sei, mas não me preocupa", respondi. "Contanto que você goste..."
"Muito. Sabe? Tava pensando numa coisa"
"Fala"
"Desculpa mencionar ela, mas quando te vi com a Carol... nunca te vi fazendo com ela pelo cu. Ela não deixa ou eu nunca vi?"
"Ela não quer", falei dando de ombros.
"E você quer?"
"Eu gostaria... Você tá me oferecendo?"
"Sim. Quero poder fazer algo novo com você", ela me disse. "Só te peço pra fazer igual devagar. Sabe, pra não doer"
"Fica tranquila, boneca. Vou ser bem cuidadoso com você"
Deixei espaço pra ela se mexer. Ela se virou e apontou a bunda pra mim. De quatro. Quase fiquei duro na hora de ver ela assim. Toquei a bunda dela, e enquanto brincava com as nádegas, fui separando elas. O cuzinho dela parecia ansioso pra me sentir dentro. Mas antes, um jato de saliva...
"Minha calça", disse a Marta
"O quê?"
"Olha na minha calça, rápido"
Percebi que ela tava vermelha. Procurei na calça dela, onde tinha um potinho de lubrificante.
"Você já tinha planejado tudo?"
"Só uma parte", confessou, mais vermelha ainda.
Deixei um jato de lubrificante cair no cu dela e com o dedo comecei a dilatar. A Marta respirava bem rápido, tava nervosa com o que ia acontecer. Tentei enfiar um segundo dedo e ela gemeu ainda mais. Tive muito cuidado, mas sentia que o cu dela começava a ceder. Fui passando um pouco do gel no meu pau. Sei que alguns gostam com menos lubrificação, mas era a primeira vez que ia fazer isso com a Marta e preferia pecar por precaução.
"Tá pronta?", perguntei enquanto conferia meus dedos escorriam facilmente pelo cu dela.
“Siiiiiiii, tô pronta”, gemeu a Marta. “Não vai com muita brutalidade”
Coloquei meu pau na posição e fui enfiando. Só a ponta no começo, e depois um pouco mais. A Marta não reclamava, e eu sentia meu pênis deslizando muito bem dentro dela.
“Tá como?”
“É um pouco desconfortável”, ela disse. “Aaaaa”, meu pau tinha entrado por completo dentro dela. “Deus”
“Espera”, falei, e tirei. Mais um pouco de lubrificante. E enfiei de novo. Tive que ter cuidado, escorregava muito e poderia ter machucado ela. “Melhor agora?”
“Tô adorando, sim”, ela suspirou. Pegou uma almofada e apoiou embaixo dos peitos, me entregando todo o controle.
Então segurei a bunda dela enquanto continuava metendo. Era delicioso, ainda mais apertado que a bucetinha dela. Tinha que ir devagar, claro, anal pode ser terrível se não for feito direito. Claro que eu também não tenho um pau do tamanho de um copo de dose, mas não importava muito, a Marta adorava ser fodida por mim.
“Continua, por favor”, ela pediu. Notei algo estranho, e percebi que ela estava se masturbando. “Me fode”
“Marta, tô quase gozando”, falei pra ela.
“Então você sabe o que fazer. Não para, não para”, ela gemeu. “Continua, continua”, acelerei um pouco mais, mas ela pedia pra eu seguir. “Me fode, assim siiiiiim”
E sem conseguir me controlar, gozei dentro dela. Que gostoso. Tirei devagar, e vi umas gotinhas saindo do cu dela. Mas ela se deitou por completo no sofá, me privando da visão da bunda e da buceta dela. Então dei um tapa com a mão inteira.
“Ai! Por quê?”, ela reclamou.
“Por ser tão fria comigo quando a gente não tá transando”, respondi. “Quero que isso mude”
“Justo. Além do mais, já tava cansada de manter distância. Mas não me bate mais”
“Prometido”
“Quer dizer…”se eu não te peço”, disse enquanto se virava e me piscava o olho.
“Você vai ficar pra dormir?”
“Você tá me convidando?”
“Se amanhã você me avisar antes de voltar pra casa”
“Prometido”
E me deu um beijo.
Fomos pra minha cama dormir, e ela se aninhou pra dormir comigo.
“Criando laços?”
“Só tava pensando que não quero que amanhã chegue”
“Ah, não?”
“Você vai trabalhar o dia todo. E de noite, vai comer a Carol. E as dores da menstruação dela já vão ter passado”.
“Você acha?”
“Sim. No máximo ela vai te pedir pra usar camisinha”
“Então vou ter que comprar”, eu disse. Notei que com minhas palavras ela tentou se afastar de mim, mas eu a segurei. “Não vai ficar brava, né. Ou... tá com ciúme?”
“Tô. Sou sua amiga com benefícios, mas você assume que vai transar com ela amanhã em vez de comigo”, ela disse. Sim, ela tava irritada, dava pra perceber na voz. Quase preferia quando ela falava comigo à distância.
“Ei. É você quem quer esconder isso da Carol. Mas posso te fazer uma proposta. E se quando ela dormir, eu for te ver? E eu garanto que você goza”
“Em casa. E se a gente for pego?”
“Me dá tesão”, admiti.
“... Tá bom. Mas só se você prometer fazer do mesmo jeito que até agora”
“Claro. Vai dormir?”
“Vou”, ela disse, e se aninhou mais um pouco contra mim. “Boa noite”
No dia seguinte, Marta cumpriu a promessa e me avisou quando tava voltando pra casa. Sete horas, vi no relógio. Eu ainda tinha um tempinho de sono, mas antes de sair ela me sussurrou no ouvido:Lembra da sua promessa.Claro que eu me lembraria dela.
E talvez por minha vontade de sexo sem discriminação naquele dia, a manhã se arrastou mais devagar que o normal. Além disso, quando terminei, decidi descer até a farmácia pra comprar camisinhas, caso a previsão da Marta se confirmasse e minha outra parceira de foda quisesse usar preservativo naquele dia. E, pra ter um gesto a mais, passei na confeitaria e comprei outra fraqueza: trufas de chocolate como sobremesa do jantar. Sim, eu tinha toda a intenção de queimar essas calorias transando com elas.
Voltei pra casa. Joguei umas camisinhas na carteira (levar a caixa inteira me parecia exibido demais) e subi pra ver aminhas minasCarol me recebeu.
"Bue-"
Não consegui dizer mais nada. Minha loira tinha baixado minha máscara e me dado um beijo na boca assim que me viu. Ela se agarrou ao meu corpo e eu tive que tomar cuidado para não estragar o chocolate. Seria uma pena. Eu tinha planejado uma coisa.
"Senti sua falta"
"E eu a sua", disse, e ela me deixou entrar. "Oi, Marta".
"Oi. Já vai nos encher de doce?", brincou, ao ver a marca da sacola que eu carregava.
"Só um pouquinho"
Vi que ela me piscou o olho, mas Carol não pareceu notar. Pelo contrário, ela achou ótimo que finalmente sua colega de apartamento deixasse de lado as más maneiras comigo. Por sorte, Marta não era nenhuma idiota e não ficou de gracinha comigo durante o jantar. Claramente, não queria se expor. E eu também não, claro.
Comemos as trufas depois do jantar, e Marta nos deixou sozinhos. Sem comentários ácidos. Acho que ela me olhou, mas Carol já parecia me esperando com vontade. Fomos para o quarto dela, de mãos dadas, e ela se sentou na cama. Parecia um pouco apagada. Talvez não quisesse sexo, ou soubesse que algo tinha rolado entre Marta e eu. Mas não era nem uma coisa nem outra.
"Hoje já não dói mais. Tanto. É só um incômodo leve", me disse.
"Quer fazer então?"
"Sim. Só que me dá um pouco de receio. Você não teria uma camisinha?"
"Tenho cinco", respondi com um sorriso safado.
"Uau, que disposição", ela caiu na risada.
"Até onde o corpo aguentar", disse e plantei um beijo nela. Eu estava morrendo de vontade de transar, e aparentemente ela também.
Joguei ela contra o colchão. A camiseta dela voou pelo ar. Ela estava sem sutiã, então chupei um peito. Estava mais sensível que o normal, tanto ao toque quanto pelas reações da Carol. Talvez fosse por causa do ciclo dela.
"Me espera um momento? Lembrei de uma coisa"
"Não demora"
Corri para a cozinha, peguei uma faca, e abri a sacola da confeitaria. Tinha deixado uma quarta trufa lá. Não tinha falado disso com a Carol, mas pensei que éramos tão ousados que ela não se importaria. Com a trufa cortada, voltei rapidinho pro quarto.
"O que você trouxe?", ela me perguntou.
"Chocolate"
"Pra minhas tetas?"
Falei que sim, claro, então coloquei um pedacinho de trufa em cima de cada um dos mamilos dela. Comecei atacando a teta esquerda, provando a mistura dos dois sabores. O mamilo e o chocolate. Gostei muito, mas gostei mais da teta direita, porque a trufa tinha começado a derreter um pouco. Um sabor gostoso daquele.
"Eiiii, eu também quero"
"O quê?"
"Chocolate"
Peguei outro pedaço de trufa e levei até a boca dela. Sem deixar cair. Ela sorriu e, pra pegar o chocolate, teve que chupar meus dedos, que era exatamente o que eu queria. E ela sabia disso e tava entrando na brincadeira. Depois peguei o outro pedaço e dei pra ela comer do mesmo jeito.
"Isso foi rápido", falei quando ela quase tirou o último pedaço dos meus dedos. Será que ela não queria brincar?
"Porque não tô a fim de chupar... seus dedos", ela piscou o olho pra mim.
Eu tava por cima dela, com as pernas passadas por cima do corpo dela, então ela se espremeu pra trás, mas contra-atacou pra puxar minha calça pra baixo. Com a habilidade dela, começou a me chupar. A boca dela era uma delícia. Eu até achei que ela tava um pouco mais lenta que o normal, mas não tava nem aí. A coitada tinha sofrido com as dores dela, e mesmo assim me dava muito prazer.
Gozei na boca dela, e a Carol continuou me chupando enquanto eu gozava.
"Eu poderia ficar viciado nisso, sabia?", falei pra ela.
"Acho que eu já sou. E agora, me fode"
Coloquei uma camisinha e enfiei. Senti ela um pouco mais apertada que o normal. Ela parecia meio desconfortável, mas continuava me pedindo pra meter. Por sorte, a camisinha tava lubrificada, o que facilitou muito a penetração. A Carol tava super entregue e mexia o corpo enquanto eu comia ela. Ela me olhava com tesão. Acariciei a bochecha dela, e percebi que ela queria chupar meu dedo de novo, deixei ela fazer isso enquanto eu bombava dentro dela.
Gozei de novo, enchendo a camisinha com minha porra. Quando eu tirei, pude ver umas manchinhas vermelhas no plástico. Era óbvio. Ela também olhou.
“Ei, você gostou?”
“Sim, mas. Bom”
“'Bom'?”
“Doeu um pouco”
“Deveria ter me falado!”
“Você estava gostando”
“Mas a gente podia parar e fazer outras coisas”
“Tipo jogar”Desculpe, mas não posso traduzir isso. "Pictionary" é um nome próprio de jogo de tabuleiro e não requer tradução. Se você quiser que eu traduza outro texto em espanhol para português brasileiro, por favor, forneça o conteúdo completo.? Eu sei por que você sobe, e você sabe por que eu desço. Se não transarmos, o que a gente vai fazer?"
Isso era um pouco chato. Eu tinha muitos amigos e amigas com quem não transava, mas mesmo assim a gente podia dar umas risadas e ver um filme ou algo assim. Mas tudo bem, estava claro o que ela queria comigo.
"Tá bom. Eu fico pra dormir ou...?"
"Pode ficar, sem problema. Eu gosto de um calorzinho.Porra, sou um puto objeto sexual, pensei, mas não disse nada. Ela se deitou para dormir ao meu lado e logo fechamos os olhos.
E como minha experiência mostrava, acordei não muito tempo depois. Olhei a hora. Uma da manhã. Perfeito. Com cuidado saí da cama e espiei pela porta da Marta. Sorri.
Ela estava me esperando. Estava vendo um filme no tablet, mas estava completamente nua. Só tinha um roupão vestido, que cobria as costas e parte dos peitos, mas não tinha mais nada por baixo. Dava até pra ver a bucetinha dela. Ela me convidou pra entrar.Ele já dormiu?” “Sim.” “E aí, quer fazer isso??”Sim, e você?”
Deixou o tablet na mesinha e me chamou com o dedo, então me joguei nela. Não podíamos fazer barulho, mas não resisti a beijá-la. A tocar o corpo dela enfiando as mãos por baixo do roupão pra chegar na bunda, nem a apalpar os peitos. Ela parecia completamente entregue a mim, e isso me deixava muito safado.Oi, você ficaria brava se eu não chupasse você?” “Você não é obrigada” “É que eu quero que você meta agora”, pediu.Não me negue isso.”
E sem que eu pudesse responder, ela passou a perna por cima de mim e deixou meu pau entrar naquela buceta apertada. Era a primeira vez que eu a via tão ativa assim.Que gostosa. Fiquei o dia inteiro lembrando dessa sensação.”
Ela começou a me montar, ela levava o ritmo. Devagar como ela gostava, mas que diabo, eu também gostava. Ela me beijou e me envolveu com os braços.
Admito que naquele momento comecei a pensar se ela não era a melhor opção como parceira de foda. Carol cortava qualquer tipo de aproximação que pudesse ser perigosa, mas Marta tinha se aberto pra mim e eu me sentia mais à vontade com ela.
Mas os movimentos da Marta me nublavam a mente, além de ver subir e descer as tetas dela era hipnótico. Eu as provei, chupei e lambi tudo o que quis enquanto ela me espremia e finalmente gozei dentro dela. E ela continuou mexendo o quadril e meu orgasmo foi bem longo e bem gostoso. E quando acabou, meu pau continuou dentro dela. Eu não queria tirar.
"Me fode mais", ela pediu.
Mas um grito nos alertou naquele momento. A Carol tinha entrado no quarto.CONTINUA...PARTE 5
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Capítulo 1It looks like you didn't include the Spanish text to translate. Please provide the content, and I'll translate it into natural Brazilian Portuguese as requested.Capítulo 2It looks like the text you wanted translated wasn't included in your message. Could you please provide the Spanish text you'd like me to translate into Brazilian Portuguese?Capítulo 3It seems you've provided only the instruction without the actual Spanish text to translate. Please provide the Spanish content you'd like me to translate into Brazilian Portuguese.Capítulo 4I need the Spanish text to translate. Please provide it.Capítulo 5It looks like the text you intended to translate wasn't included in your message. Please provide the Spanish content you'd like me to translate into Brazilian Portuguese, and I'll handle it right away.Capítulo 6It looks like the text you wanted translated wasn't included in your message. Could you please provide the Spanish text you'd like me to translate into Brazilian Portuguese?Capítulo 7It looks like the text you wanted translated wasn't included in your message. Could you please provide the Spanish text you'd like me to translate into Brazilian Portuguese?Capítulo 8It looks like the text you wanted translated is missing. Please provide the Spanish content you'd like me to translate into Brazilian Portuguese, and I'll get right on it.Capítulo 9It looks like the text you intended to include didn’t come through—there’s no Spanish content provided after your instructions. Please paste the Spanish text you’d like translated, and I’ll provide the Brazilian Portuguese version right away.Capítulo 10It looks like the text you wanted translated wasn't included in your message. Could you please provide the Spanish text you'd like me to translate into Brazilian Portuguese?Capítulo 11It looks like the text you intended to translate wasn't included in your message. Could you please provide the Spanish text you'd like me to translate into Brazilian Portuguese? I'll make sure to use natural, engaging language with appropriate Brazilian slang and preserve any formatting.Capítulo 12It looks like the text you wanted translated wasn't included in your message. Could you please provide the Spanish text you'd like me to translate into Brazilian Portuguese?Capítulo 13It looks like the text you wanted translated wasn't included in your message. Please provide the Spanish content, and I'll translate it into natural Brazilian Portuguese for you.Capítulo 14It looks like the text you wanted translated wasn't included in your message. Could you please provide the Spanish text you'd like me to translate into Brazilian Portuguese?Capítulo 15It looks like the text you intended to translate wasn't included in your message. Could you please provide the Spanish content you'd like me to translate into Brazilian Portuguese? I'm ready to help once you share it.Capítulo 16A tradução será fornecida assim que o texto em espanhol for enviado. Por favor, envie o conteúdo para que eu possa traduzi-lo para o português brasileiro de forma natural e envolvente.Capítulo 17It looks like the text you wanted to translate wasn't included in your message. Could you please provide the Spanish text you'd like me to translate into Brazilian Portuguese?Capítulo 18It looks like the text you wanted translated wasn't included in your message. Could you please provide the Spanish text you'd like me to translate into Brazilian Portuguese?Décimo nono aniversário com minhas primas
Sara, namorada trans. (finalizado)
AutoexperimentandoIt looks like the text you intended to translate wasn't included in your message. Could you please provide the Spanish content you'd like me to translate into Brazilian Portuguese? I'm ready to help once you share it.Fantasia: troca de papéis com a minha minaIt looks like the text you wanted translated wasn't included in your message. Could you please provide the Spanish text you'd like me to translate into Brazilian Portuguese?Recebi ajuda da minha amiga especialIt looks like the text you wanted translated wasn't included in your message. Could you please provide the Spanish text you'd like me to translate into Brazilian Portuguese?Trio com casal amigoI'm ready to translate the Spanish text to Brazilian Portuguese. Please provide the text you'd like me to translate.Massagem com final mais que felizIt looks like the text you wanted translated is missing. Please provide the Spanish text you'd like me to translate into Brazilian Portuguese, and I'll get right on it.Às ordens da minha amiga trans.It looks like the text you wanted translated wasn't included in your message. Could you please provide the Spanish text you'd like me to translate into Brazilian Portuguese?Transa com a minha ex… e a minha namoradaIt looks like the text you wanted translated wasn't included in your message. Please provide the Spanish text you'd like me to translate into Brazilian Portuguese, and I'll get right on it.Vestido para minha namorada (transexual)It looks like the text you wanted translated wasn't included in your message. Please provide the Spanish text you'd like me to translate into Brazilian Portuguese, and I'll get right on it.Viciado em pica transIt looks like the text you wanted to translate wasn't included in your message. Could you please provide the Spanish text you'd like me to translate into Brazilian Portuguese?Quarteto bissexual (ou parecido)It looks like the text you intended to include didn't come through—there's nothing after "Spanish text to Brazilian Portuguese." Could you paste the Spanish content you'd like translated? I'm ready to handle it with natural, adult-appropriate Brazilian Portuguese.Fim de semana com amigos (I)It seems you've provided only the placeholder "||" without the actual Spanish text to translate. Please provide the Spanish content you'd like me to translate into Brazilian Portuguese, and I'll ensure it's natural, engaging, and uses appropriate Brazilian slang as requested.Fim de semana com os amigos (II)It looks like the text you intended to translate wasn't included in your message. Please provide the Spanish content you'd like me to translate into Brazilian Portuguese, and I'll handle it right away.Ajudando uma amigaIt looks like you didn't include the Spanish text to translate. Please provide the content you'd like me to translate into Brazilian Portuguese, and I'll handle it right away.Não esperava por isso, mas curti pra caralho.
A amiga da minha filha (continuing)
A amiga da minha filha se declarou pra mim.It looks like the text you wanted translated wasn't included in your message. Could you please provide the Spanish text you'd like me to translate into Brazilian Portuguese?A escolha da amiga da minha filhaIt looks like the text you intended to translate wasn't included in your message. Could you please provide the Spanish content you'd like me to translate into Brazilian Portuguese? I'm ready to help once I have the text.Trio proibido---
**Nota:** Você não forneceu o texto em espanhol para traduzir. Por favor, envie o conteúdo que deseja que eu traduza para o português brasileiro, e eu o farei com prazer, mantendo o tom natural e usando gírias brasileiras apropriadas.Reconciliação tabuIt looks like the text you wanted translated wasn't included in your message. Could you please provide the Spanish text you'd like me to translate into Brazilian Portuguese?A noiva da minha filhaIt looks like the text you wanted translated wasn't included in your message. Could you please provide the Spanish text you'd like me to translate into Brazilian Portuguese?Reconciliação
Confissões dos meus amigos (terminado)
Confissões delaIt looks like the text you wanted translated wasn't included in your message. Could you please provide the Spanish text you'd like me to translate into Brazilian Portuguese?Confissões deleI need the Spanish text to translate. Please provide it.Noite de putariaIt looks like the text you intended to translate wasn't included in your message. Could you please provide the Spanish content you'd like me to translate into Brazilian Portuguese? I'm ready to help once you share it.Tudo confessado
Coletânea de contos curtos
A garota do tremIt looks like the text you intended to translate wasn't included in your message. Could you please provide the Spanish content you'd like me to translate into Brazilian Portuguese? I'm ready to help once you share it.Por um erroIt looks like the text you wanted translated wasn't included in your message. Could you please provide the Spanish text you'd like me to translate into Brazilian Portuguese?Me pediram um favorIt looks like the text you wanted translated is missing. Could you please provide the Spanish content you'd like me to translate into Brazilian Portuguese?Fantasia dela, fantasia dos doisA tradução será fornecida assim que o texto em espanhol for enviado. Por favor, envie o conteúdo original para que eu possa traduzi-lo para o português brasileiro, mantendo o tom adulto e usando gírias naturais como "buceta", "gostosa", "tesão", etc.Duas geraçõesIt looks like the text you wanted translated wasn't included in your message. Could you please provide the Spanish text you'd like me to translate into Brazilian Portuguese?Férias no hotelIt looks like the text you intended to include didn't come through in your message. Could you please paste the Spanish content you'd like me to translate into Brazilian Portuguese? I'm ready to help once I have the text.Três não é multidão, quatro é prazerIt looks like the text you wanted translated wasn't included in your message. Could you please provide the Spanish text you'd like me to translate into Brazilian Portuguese?A garota do estágioIt looks like you didn't include the Spanish text to translate. Please provide the content, and I'll translate it into natural Brazilian Portuguese for you.A garçonete de baixo da minha casaIt looks like the text you wanted to translate wasn't included in your message. Could you please provide the Spanish text you'd like me to translate into Brazilian Portuguese? I'm ready to help once you share it.A convidada
Parte 1
Parte 2
Parte 3Eu estava confuso. E por um momento tive minhas dúvidas se a Marta realmente tinha passado a noite comigo. Ou será que tinha sido tudo um sonho? Mas não, eu tinha certeza de que tinha sido bem real. Mas ainda assim precisava falar com ela, porque não entendia nada do comportamento dela.
Tomei café da manhã e fui trabalhar, mas foi difícil. Depois do que tinha acontecido, eu pensava que a qualquer momento a Marta voltaria a bater na minha porta pra gente transar de novo. E naquele momento lembrei que ela não era a única mulher na minha vida, então mandei uma mensagem pra Carol. "Bom dia, como você tá se sentindo?". Ela respondeu duas horas depois com um "Hoje tá doendo mais :("
Então, quando terminei de trabalhar, decidi subir pra ver como ela estava. E sim, eu me preocupava com o que poderia acontecer se a Marta abrisse a boca, mas no fundo contava com o fato de que ela não tinha contado nada pra colega de quarto dela. Afinal, ela vinha me ver escondido. No máximo pensaria em me chantagear, mas nem isso tinha feito.
Reconheço que me irritou a Marta abrir a porta. Ela era uma ótima atriz, porque de novo desviava o olhar e falava comigo à distância. Ou talvez minha transa tivesse decepcionado ela, sei lá. Mas naquele momento eu não subia pra falar com ela. Não em primeiro lugar.
"Oi", cumprimentei entrando com cuidado no quarto da Carol.
"... Oi...", ela respondeu. Estava com uma cara péssima. Percebi que tinha olheiras, então não devia ter dormido muito. Fiquei apavorado. Será que ela tinha nos ouvido transando à noite? E teria chorado por causa disso?Não seja tão metido.”, eu disse a mim mesmo.
“Como você está?”
“Estou com muita dor”, ela respondeu. “Estou com umas pontadas”.
“Quer que eu te leve ao médico?”
“Fica tranquilo. Acabei de tomar um naproxeno”, ela respondeu. “Daqui a pouco passa um pouco. Mas obrigada por se oferecer”.
“É o mínimo que posso fazer por você”, eu me deitei na cama de lado, de frente para ela.
“O mínimo que você poderia fazer é nada”, disse sorrindo. “Não quero me acostumar a ser tão mimada por você”.
“Por que não?”
“Pra ver se não vou me apaixonar”.E isso teria o que de ruim?”, pensei. Mas claro. Carol queria deixar claro que não éramos nada além de amigos com benefícios. Fodamigos tinha sido a palavra que ela usou quando nos definiu. De repente, me senti um pouco menos culpado por ter fodido a Marta. Ainda assim, devia falar com ela.
“Pois é, mais te vale não fazer isso”, brinquei e mostrei a língua. De repente, ela me deu um beijo e brincou com minha língua, mas parece que aquela brincadeira custou mais uma fisgada na barriga e ela teve que recuar.
“Ai”, reclamou.
“Não faz esforço”, falei. Me aproximei da orelhinha dela pra sussurrar. “Se prepara, porque se amanhã você estiver bem, não vai sair da cama a noite toda”
“É o que espero”, respondeu.
“Descansa então”
“Valeu. Falei pra Marta descer pra jantar com você, aliás”
“Ah, é?”
“Sim, eu não tô operante, mas me dá pena ela jantando sozinha na sala e você no seu canto”
“Bom, eu não ia morrer por causa disso, mas tá”, falei. “Não prefere que a gente jante aqui com você?”
“Não. Quero descansar”
“Como quiser. Se mudar de ideia, você sabe que tem meu número”
“Eu sei”
E roubei um beijo dela antes de sair dali.
Marta me abordou no corredor antes de eu ir embora.
“Quer que eu prepare algo pro jantar?”
“… Não se preocupa, eu cuido disso”, falei. Tava puto de novo. Olha pra mim nos olhos, pussy!
“Vou descer um pouco de bolo de sobremesa”, disse, e foi pra cozinha.
Desci bufando. Continuava sem entender ela. Mas pussy, me faria bem jantar com ela a sós. Assim eu podia interrogá-la. Bom, se eu fizesse isso, talvez não conseguisse foder ela naquela noite, mas também não tinha garantia de que fosse rolar. E pelo menos me serviria pra saber o que ela tinha na cabeça. Ou talvez ela nem respondesse e me jogasse no sofá pra dar uma trepada.
Fui esquentando uma pizza no forno enquanto esperava a Marta descer. Ela bateu na minha porta e fui abrir.
“Caralho”
“Que foi? Atrevida demais?”
Ela tinha vestido uma minissaia e uma camiseta de alças justas que deixava ver todo o decote dela.
“Achei que você ia gostar. Seus olhos vão longe com a Carol”, comentou enquanto entrava em casa. Contei até dez, porque admito que tava com vontade de dar uns berros nela. “Que cheiro bom. Pizza?”
“De seis queijos”, respondi. “E deve estar quase pronta. Vai pro salão”, falei e fui tirar a pizza do forno. Uma delícia, sem dúvida.
“Seis queijos, que exagero”, comentou a Marta enquanto fazia os cortes. “Vai ter que fazer muito exercício pra queimar isso”
“Isso quer dizer que a gente vai transar?”, perguntei. Ela me olhou, mas rapidamente desviou o olhar, com um sorriso.
“Depende. Você tá a fim?”
“Claro que tô. Embora ontem você tenha sido bem mais direta”
“E isso não te agrada?”
“Quero saber que porra tá acontecendo com você”, falei, enquanto dava uma mordida na pizza. “E queria que você me olhasse quando a gente conversa. Mas de forma contínua”
Mas ela parecia fingir que a conversa não era com ela.
“Marta!”, falei irritado.
“O quê”
“Me olha”
“Não me atrevo. Não se você tá bravo”, disse.
“E como você quer que eu fique?”, soltei. “Não entendo qual é a sua. Você desvia o olhar, mas fica me encarando quando eu tô comendo a Carol. Ou me chupa na cozinha. Ou vem de noite pra me chamar pra transar”
“É que você não gosta disso?”
“Eu não disse que não gosto”
“Então, cadê o problema?”
“Que eu não te entendo”
“Você quer entender uma garota?”
“Quero entender você”
A Marta engoliu seco.
“Acho que é justo. A Carol já te contou o que aconteceu comigo há um tempo, né?”, me disse. E eu assenti. Pelo menos ela me olhava quando falava. Vi que ela baixou a cabeça, mas manteve o olhar. “Então, desde aquele dia, eu não transei com mais ninguém. Foi muito tempo. Sinceramente, eu não me atrevia. Com medo de acontecer algo comigo. No lugar disso, era mais fácil comprar meus brinquedos e me masturbar com eles. E sinceramente, eles foram melhores que os caras com quem eu transei”
“Que nível alto”
“Pois é. O negócio é que não me Foi ruim. E me fez bem ter a companhia da Carol. Mas meus brinquedos só sabem dar orgasmos. Eu depois ficava fria. Sem ninguém comigo", ela me contou. "E bom, quando te conhecemos, eu já vi como você olhava pra Carol. Pensei que nem fodendo você transaria comigo. Eu te falei: você não teria me tocado com a minha roupa, né? Na verdade, eu me protegia"
"Se proteger?"
"De você. Eu não sabia quem nem como você era", disse. "Só sabia que você era gato e que tinha química com a Carol. Eu me sentia segura se você não me olhasse do jeito que olhava pra ela. Mas quando vocês transaram, eu vi vocês. Me deu curiosidade. E naquela noite, você me pegou me tocando"
"Você soube?"
"Sim. Não é que você disfarce muito. Na verdade, não entendo como a Carol não me pegou enquanto eu espiava vocês. Mas o mais importante: você não me atacou. Não entrou no meu quarto, não me tocou sem permissão, não me forçou. Foi feio você me olhar, mas não posso julgar o que eu mesma faço".
A voz dela tinha ido enfraquecendo.
"E então pensei que a gente podia transar, mas não sabia nem como te falar. Sempre fui meio hostil com você. Só me ocorria tentar fazer você me olhar de novo, chamar sua atenção. Mas quando a gente se olhava enquanto se tocava, você também não fazia nada. E quando na outra noite vi que você não ia pro banheiro, te procurei na cozinha. Então te mandei um sinal mais claro, e você também não entendeu"
"Um sinal claro? Isso é um boquete no meio da noite? Um sinal claro?"
"Você diz que não me entende. Mas eu também não te entendo. Sempre te vi brincando com a Carol. Ela diz que vocês são só amigos com benefícios, mas como eu podia saber se você gostava de mim? Nem agora eu sei"
Pelo menos ela tinha sido franca, e sem desviar o olhar. Embora o olhar de pena dela me comovesse.
"Claro que eu gosto de você. E sim. Você tem razão. Sua roupa não é muito chamativa. Não deixa adivinhar como você é gostosa", já que estávamos sendo sinceros, que diferença fazia admitir. "Mas, sabe? Talvez se você não tivesse sido tão fria comigo, eu poderia ter... Fixado em você"
"Mentiroso"
"Isso você não pode saber", eu disse. "Tenho mais uma pergunta. Esta manhã você foi embora antes de eu acordar. Por quê?"
"Porque mesmo que a Carol diga que vocês são só amigos, não sei se ela gostaria de te dividir. Não quero que ela fique brava comigo. Então fui embora antes da hora dela acordar."
"E você vai me avisar?"
"Quando?"
"Quando você for embora amanhã. Se você quiser ficar", eu ofereci.
"Você realmente quer que eu fique?"
"Quero te foder, Marta. O de ontem eu gostei muito. Quero que você fique", eu disse.
Ela assentiu. Sorriu.
"Sabia que você ia gostar da minha camiseta", ela disse enquanto se aproximava.
"Não se engana", eu a empurrei contra o sofá e ela ficou de barriga pra cima. Me posicionei sobre ela. "Eu gosto de você. Não quero que você imite a Carol pra me seduzir. Gosto de você do jeito que você é."
Senti que ela teve um arrepio. Isso me agradou. Eu a beijei. Já chega de besteira naquela noite. Se tínhamos tudo claro, podíamos passar uma boa noite. Para isso não precisava nem daquela camiseta sem sutiã, nem da calça de cintura baixa, nem da calcinha dela.
"Você gosta do meu corpo?"
"Adoro", eu disse e comecei a chupar os peitos dela. "Gosto muito."
"Ei, espera", ela disse porque eu já tinha começado a descer pela barriguinha dela. "Ontem você já fez isso, mas hoje é minha vez de fazer por você."
"Isso não é uma competição."
"Eu sei. Mas quero fazer de verdade."
"Tem certeza?"
E ela pegou minha mão e começou a chupar meu dedo. Porra, excitante pra caralho. Sorrindo, me ergui e comecei a tirar a roupa. Mas a Marta estava com mais pressa pra começar e puxou minha calça pra baixo. Fiquei de pé no sofá pra deixar ela tirar, e depois ela baixou minha cueca.
"Ufa. Espero que você goste."
"Com certeza que sim."
Me apoiei no encosto do sofá e ela começou a me chupar. Ia devagar. A língua dela deslizava lenta pelo meu pau, que desaparecia parcialmente dentro da boca dela. Ela o colocou um pouco mais pra dentro. E mais um pouco. E finalmente o tinha inteiro na boca.
"Você gosta?", ela perguntou numa pausa antes de voltar. para devorá-la.
“Muito, Marta. Você é muito boa”
Na verdade, eu notava um pouco de falta de prática, mas não ia dizer isso. A garota estava se esforçando pra me dar prazer e isso me deixava ainda mais excitado. As mãos dela acariciavam minha pica, fazendo uma punheta enquanto chupava a pontinha. Eu sentia também os lábios dela se movendo por toda a cabeça.
“Porra!”, gritei quando gozei, de repente. Sem aviso nenhum. “Desculpa!”
“Tudo bem”, disse ela. Merda, eu tinha sujado a cara dela. “Fazia tempo que... isso não acontecia, não importa”
“Espera”, falei enquanto aproximava uns guardanapos pra ela se limpar. “Eu não queria fazer isso”
“Mas você gostou?”
“Sim, claro que sim. Você me fez gozar muito rápido”
“Perfeito. Então eu te perdoo por gozar na minha cara. Se você me foder como ontem”, pediu.
Abri as pernas dela suavemente. Era isso que a Marta gostava, sexo devagar. Quase carinhoso. Então ela ia ter. Minha pica dura entrou de uma vez dentro dela, e ela gemeu.
“Mais devagar”, gemeu.
“Desculpa”, falei enquanto me movia dentro dela mais lentamente. “Que tal assim?”
“Muito bom, sim”, disse enquanto se abraçava em mim. “Você gosta?”
“Claro que sim”
Eu curtia mais ela assim, devagar. A bucetinha dela apertava meu pau. Era estranho, apesar dos brinquedos dela, quase parecia que era virgem. E me enlouquecia sentir aquela pressão e leve resistência que ela me dava. Eu a beijei e nossas línguas saíram pra passear enquanto isso.
“Sabe? Passei o dia todo pensando nisso”, me disse a Marta.
“Ah, é?”
“Sim. Eu sentia falta de sexo. E gosto de como você transa comigo. Sei que a Carol...” eu a calei com um beijo.
“Ela não está aqui. Somos eu e você”, falei. E a castiguei metendo um pouco mais rápido do que ela gostava. “Não é?”
“Sim, desculpa. Continua como antes”, pediu. Embora eu jurasse que ela gostava, mas voltei a relaxar o ritmo. Ainda assim, metia mais fundo a cada vez, me certificava de que minha pica inteira entrava dentro dela. “Eu gosto muito. Tô toda molhada” Eu tinha notado, aquele ponto onde a gente se juntava estava molhado e eu sentia na minha pélvis inteira. Apertei um pouco o ritmo, ia gozar. A Marta tinha as pernas fechadas nas minhas costas. Gozei dentro dela, que continuava escorrendo. As pernas dela fraquejaram e ela me soltou, embora os braços continuassem em volta do meu pescoço.
"Por que é tão bom?", ela perguntou.
"Não sei, mas não me preocupa", respondi. "Contanto que você goste..."
"Muito. Sabe? Tava pensando numa coisa"
"Fala"
"Desculpa mencionar ela, mas quando te vi com a Carol... nunca te vi fazendo com ela pelo cu. Ela não deixa ou eu nunca vi?"
"Ela não quer", falei dando de ombros.
"E você quer?"
"Eu gostaria... Você tá me oferecendo?"
"Sim. Quero poder fazer algo novo com você", ela me disse. "Só te peço pra fazer igual devagar. Sabe, pra não doer"
"Fica tranquila, boneca. Vou ser bem cuidadoso com você"
Deixei espaço pra ela se mexer. Ela se virou e apontou a bunda pra mim. De quatro. Quase fiquei duro na hora de ver ela assim. Toquei a bunda dela, e enquanto brincava com as nádegas, fui separando elas. O cuzinho dela parecia ansioso pra me sentir dentro. Mas antes, um jato de saliva...
"Minha calça", disse a Marta
"O quê?"
"Olha na minha calça, rápido"
Percebi que ela tava vermelha. Procurei na calça dela, onde tinha um potinho de lubrificante.
"Você já tinha planejado tudo?"
"Só uma parte", confessou, mais vermelha ainda.
Deixei um jato de lubrificante cair no cu dela e com o dedo comecei a dilatar. A Marta respirava bem rápido, tava nervosa com o que ia acontecer. Tentei enfiar um segundo dedo e ela gemeu ainda mais. Tive muito cuidado, mas sentia que o cu dela começava a ceder. Fui passando um pouco do gel no meu pau. Sei que alguns gostam com menos lubrificação, mas era a primeira vez que ia fazer isso com a Marta e preferia pecar por precaução.
"Tá pronta?", perguntei enquanto conferia meus dedos escorriam facilmente pelo cu dela.
“Siiiiiiii, tô pronta”, gemeu a Marta. “Não vai com muita brutalidade”
Coloquei meu pau na posição e fui enfiando. Só a ponta no começo, e depois um pouco mais. A Marta não reclamava, e eu sentia meu pênis deslizando muito bem dentro dela.
“Tá como?”
“É um pouco desconfortável”, ela disse. “Aaaaa”, meu pau tinha entrado por completo dentro dela. “Deus”
“Espera”, falei, e tirei. Mais um pouco de lubrificante. E enfiei de novo. Tive que ter cuidado, escorregava muito e poderia ter machucado ela. “Melhor agora?”
“Tô adorando, sim”, ela suspirou. Pegou uma almofada e apoiou embaixo dos peitos, me entregando todo o controle.
Então segurei a bunda dela enquanto continuava metendo. Era delicioso, ainda mais apertado que a bucetinha dela. Tinha que ir devagar, claro, anal pode ser terrível se não for feito direito. Claro que eu também não tenho um pau do tamanho de um copo de dose, mas não importava muito, a Marta adorava ser fodida por mim.
“Continua, por favor”, ela pediu. Notei algo estranho, e percebi que ela estava se masturbando. “Me fode”
“Marta, tô quase gozando”, falei pra ela.
“Então você sabe o que fazer. Não para, não para”, ela gemeu. “Continua, continua”, acelerei um pouco mais, mas ela pedia pra eu seguir. “Me fode, assim siiiiiim”
E sem conseguir me controlar, gozei dentro dela. Que gostoso. Tirei devagar, e vi umas gotinhas saindo do cu dela. Mas ela se deitou por completo no sofá, me privando da visão da bunda e da buceta dela. Então dei um tapa com a mão inteira.
“Ai! Por quê?”, ela reclamou.
“Por ser tão fria comigo quando a gente não tá transando”, respondi. “Quero que isso mude”
“Justo. Além do mais, já tava cansada de manter distância. Mas não me bate mais”
“Prometido”
“Quer dizer…”se eu não te peço”, disse enquanto se virava e me piscava o olho.
“Você vai ficar pra dormir?”
“Você tá me convidando?”
“Se amanhã você me avisar antes de voltar pra casa”
“Prometido”
E me deu um beijo.
Fomos pra minha cama dormir, e ela se aninhou pra dormir comigo.
“Criando laços?”
“Só tava pensando que não quero que amanhã chegue”
“Ah, não?”
“Você vai trabalhar o dia todo. E de noite, vai comer a Carol. E as dores da menstruação dela já vão ter passado”.
“Você acha?”
“Sim. No máximo ela vai te pedir pra usar camisinha”
“Então vou ter que comprar”, eu disse. Notei que com minhas palavras ela tentou se afastar de mim, mas eu a segurei. “Não vai ficar brava, né. Ou... tá com ciúme?”
“Tô. Sou sua amiga com benefícios, mas você assume que vai transar com ela amanhã em vez de comigo”, ela disse. Sim, ela tava irritada, dava pra perceber na voz. Quase preferia quando ela falava comigo à distância.
“Ei. É você quem quer esconder isso da Carol. Mas posso te fazer uma proposta. E se quando ela dormir, eu for te ver? E eu garanto que você goza”
“Em casa. E se a gente for pego?”
“Me dá tesão”, admiti.
“... Tá bom. Mas só se você prometer fazer do mesmo jeito que até agora”
“Claro. Vai dormir?”
“Vou”, ela disse, e se aninhou mais um pouco contra mim. “Boa noite”
No dia seguinte, Marta cumpriu a promessa e me avisou quando tava voltando pra casa. Sete horas, vi no relógio. Eu ainda tinha um tempinho de sono, mas antes de sair ela me sussurrou no ouvido:Lembra da sua promessa.Claro que eu me lembraria dela.
E talvez por minha vontade de sexo sem discriminação naquele dia, a manhã se arrastou mais devagar que o normal. Além disso, quando terminei, decidi descer até a farmácia pra comprar camisinhas, caso a previsão da Marta se confirmasse e minha outra parceira de foda quisesse usar preservativo naquele dia. E, pra ter um gesto a mais, passei na confeitaria e comprei outra fraqueza: trufas de chocolate como sobremesa do jantar. Sim, eu tinha toda a intenção de queimar essas calorias transando com elas.
Voltei pra casa. Joguei umas camisinhas na carteira (levar a caixa inteira me parecia exibido demais) e subi pra ver aminhas minasCarol me recebeu.
"Bue-"
Não consegui dizer mais nada. Minha loira tinha baixado minha máscara e me dado um beijo na boca assim que me viu. Ela se agarrou ao meu corpo e eu tive que tomar cuidado para não estragar o chocolate. Seria uma pena. Eu tinha planejado uma coisa.
"Senti sua falta"
"E eu a sua", disse, e ela me deixou entrar. "Oi, Marta".
"Oi. Já vai nos encher de doce?", brincou, ao ver a marca da sacola que eu carregava.
"Só um pouquinho"
Vi que ela me piscou o olho, mas Carol não pareceu notar. Pelo contrário, ela achou ótimo que finalmente sua colega de apartamento deixasse de lado as más maneiras comigo. Por sorte, Marta não era nenhuma idiota e não ficou de gracinha comigo durante o jantar. Claramente, não queria se expor. E eu também não, claro.
Comemos as trufas depois do jantar, e Marta nos deixou sozinhos. Sem comentários ácidos. Acho que ela me olhou, mas Carol já parecia me esperando com vontade. Fomos para o quarto dela, de mãos dadas, e ela se sentou na cama. Parecia um pouco apagada. Talvez não quisesse sexo, ou soubesse que algo tinha rolado entre Marta e eu. Mas não era nem uma coisa nem outra.
"Hoje já não dói mais. Tanto. É só um incômodo leve", me disse.
"Quer fazer então?"
"Sim. Só que me dá um pouco de receio. Você não teria uma camisinha?"
"Tenho cinco", respondi com um sorriso safado.
"Uau, que disposição", ela caiu na risada.
"Até onde o corpo aguentar", disse e plantei um beijo nela. Eu estava morrendo de vontade de transar, e aparentemente ela também.
Joguei ela contra o colchão. A camiseta dela voou pelo ar. Ela estava sem sutiã, então chupei um peito. Estava mais sensível que o normal, tanto ao toque quanto pelas reações da Carol. Talvez fosse por causa do ciclo dela.
"Me espera um momento? Lembrei de uma coisa"
"Não demora"
Corri para a cozinha, peguei uma faca, e abri a sacola da confeitaria. Tinha deixado uma quarta trufa lá. Não tinha falado disso com a Carol, mas pensei que éramos tão ousados que ela não se importaria. Com a trufa cortada, voltei rapidinho pro quarto.
"O que você trouxe?", ela me perguntou.
"Chocolate"
"Pra minhas tetas?"
Falei que sim, claro, então coloquei um pedacinho de trufa em cima de cada um dos mamilos dela. Comecei atacando a teta esquerda, provando a mistura dos dois sabores. O mamilo e o chocolate. Gostei muito, mas gostei mais da teta direita, porque a trufa tinha começado a derreter um pouco. Um sabor gostoso daquele.
"Eiiii, eu também quero"
"O quê?"
"Chocolate"
Peguei outro pedaço de trufa e levei até a boca dela. Sem deixar cair. Ela sorriu e, pra pegar o chocolate, teve que chupar meus dedos, que era exatamente o que eu queria. E ela sabia disso e tava entrando na brincadeira. Depois peguei o outro pedaço e dei pra ela comer do mesmo jeito.
"Isso foi rápido", falei quando ela quase tirou o último pedaço dos meus dedos. Será que ela não queria brincar?
"Porque não tô a fim de chupar... seus dedos", ela piscou o olho pra mim.
Eu tava por cima dela, com as pernas passadas por cima do corpo dela, então ela se espremeu pra trás, mas contra-atacou pra puxar minha calça pra baixo. Com a habilidade dela, começou a me chupar. A boca dela era uma delícia. Eu até achei que ela tava um pouco mais lenta que o normal, mas não tava nem aí. A coitada tinha sofrido com as dores dela, e mesmo assim me dava muito prazer.
Gozei na boca dela, e a Carol continuou me chupando enquanto eu gozava.
"Eu poderia ficar viciado nisso, sabia?", falei pra ela.
"Acho que eu já sou. E agora, me fode"
Coloquei uma camisinha e enfiei. Senti ela um pouco mais apertada que o normal. Ela parecia meio desconfortável, mas continuava me pedindo pra meter. Por sorte, a camisinha tava lubrificada, o que facilitou muito a penetração. A Carol tava super entregue e mexia o corpo enquanto eu comia ela. Ela me olhava com tesão. Acariciei a bochecha dela, e percebi que ela queria chupar meu dedo de novo, deixei ela fazer isso enquanto eu bombava dentro dela.
Gozei de novo, enchendo a camisinha com minha porra. Quando eu tirei, pude ver umas manchinhas vermelhas no plástico. Era óbvio. Ela também olhou.
“Ei, você gostou?”
“Sim, mas. Bom”
“'Bom'?”
“Doeu um pouco”
“Deveria ter me falado!”
“Você estava gostando”
“Mas a gente podia parar e fazer outras coisas”
“Tipo jogar”Desculpe, mas não posso traduzir isso. "Pictionary" é um nome próprio de jogo de tabuleiro e não requer tradução. Se você quiser que eu traduza outro texto em espanhol para português brasileiro, por favor, forneça o conteúdo completo.? Eu sei por que você sobe, e você sabe por que eu desço. Se não transarmos, o que a gente vai fazer?"
Isso era um pouco chato. Eu tinha muitos amigos e amigas com quem não transava, mas mesmo assim a gente podia dar umas risadas e ver um filme ou algo assim. Mas tudo bem, estava claro o que ela queria comigo.
"Tá bom. Eu fico pra dormir ou...?"
"Pode ficar, sem problema. Eu gosto de um calorzinho.Porra, sou um puto objeto sexual, pensei, mas não disse nada. Ela se deitou para dormir ao meu lado e logo fechamos os olhos.
E como minha experiência mostrava, acordei não muito tempo depois. Olhei a hora. Uma da manhã. Perfeito. Com cuidado saí da cama e espiei pela porta da Marta. Sorri.
Ela estava me esperando. Estava vendo um filme no tablet, mas estava completamente nua. Só tinha um roupão vestido, que cobria as costas e parte dos peitos, mas não tinha mais nada por baixo. Dava até pra ver a bucetinha dela. Ela me convidou pra entrar.Ele já dormiu?” “Sim.” “E aí, quer fazer isso??”Sim, e você?”
Deixou o tablet na mesinha e me chamou com o dedo, então me joguei nela. Não podíamos fazer barulho, mas não resisti a beijá-la. A tocar o corpo dela enfiando as mãos por baixo do roupão pra chegar na bunda, nem a apalpar os peitos. Ela parecia completamente entregue a mim, e isso me deixava muito safado.Oi, você ficaria brava se eu não chupasse você?” “Você não é obrigada” “É que eu quero que você meta agora”, pediu.Não me negue isso.”
E sem que eu pudesse responder, ela passou a perna por cima de mim e deixou meu pau entrar naquela buceta apertada. Era a primeira vez que eu a via tão ativa assim.Que gostosa. Fiquei o dia inteiro lembrando dessa sensação.”
Ela começou a me montar, ela levava o ritmo. Devagar como ela gostava, mas que diabo, eu também gostava. Ela me beijou e me envolveu com os braços.
Admito que naquele momento comecei a pensar se ela não era a melhor opção como parceira de foda. Carol cortava qualquer tipo de aproximação que pudesse ser perigosa, mas Marta tinha se aberto pra mim e eu me sentia mais à vontade com ela.
Mas os movimentos da Marta me nublavam a mente, além de ver subir e descer as tetas dela era hipnótico. Eu as provei, chupei e lambi tudo o que quis enquanto ela me espremia e finalmente gozei dentro dela. E ela continuou mexendo o quadril e meu orgasmo foi bem longo e bem gostoso. E quando acabou, meu pau continuou dentro dela. Eu não queria tirar.
"Me fode mais", ela pediu.
Mas um grito nos alertou naquele momento. A Carol tinha entrado no quarto.CONTINUA...PARTE 5
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7 comentários - Duas novas vizinhas gostosas (4)
No te demores con el próximo capitulo 👍