Minha mulher tá vivendo uma aventura sexual com o vizinho. Já em dezembro do ano passado, eu notava uns olhares estranhos entre eles quando a gente passava na frente dele. Na confraternização de Natal do condomínio, minha esposa tava mais gostosa que o normal, exagerava na risada, nos movimentos. Agora entendo que era pra chamar a atenção do Juan, nosso vizinho de 18 anos. Pra contextualizar, Juan é alto, uns 1,80, não aparenta a idade que tem, parece bem mais velho, é corpulento e também moreno. Minha esposa não tem mais que 1,53, é baixinha, branca e tem uma bunda enorme. Ela tem 30 anos e essa aparente inocência dela gera aquele erotismo de mulher casada que tá precisando de uma pica.
Por outro lado, trabalho como segurança numa empresa, tenho 1,74m, também sou ativo fisicamente por causa da minha profissão, tenho 35 anos, mas quase nunca estou em casa. Temos um filho de 5 anos. Minhas saídas quase diárias para o interior do país levaram à monotonia no nosso relacionamento. Enquanto isso acontecia, nosso vizinho desde a adolescência sempre dava em cima dela (putaria de jovem), até que eu dei um toque de alerta e ele parou com o assédio, e tudo continuou na normalidade.
Estando a sós com minha mulher na intimidade, eu tava chupando os peitos dela, quando ela começou a perguntar sobre o João, me perguntava por que ela gostava tanto dele, eu continuei chupando e meti dois dedos na buceta dela, isso fez ela ficar mais tesuda e sem esperar, ela falou com voz de puta que adoraria ver como seria o menino, isso me excitou pra caralho e coloquei ela de quatro, tenho uma obsessão pela bunda grande dela, penetrei ela e enquanto comia ela falei, que os homens da idade dela sonham em comer as casadas como ela, que com certeza ele se masturba pensando na bunda nua dela no pau dele, que com essa cara de safada que ela tem, ele deve ter fantasia de encher a cara dela de porra, perguntei se ela seria capaz de comer um novinho, ela sem vergonha respondeu no meio de um gemido, que no elevador ele apalpou a bunda dela e sussurrou no ouvido, que comeria ela mil vezes pelo cu sem deixar ela respirar, que mulheres como ela tão sempre carentes e ele tava à disposição, essa confissão me levou a outro mundo e puxando ela pelo cabelo comecei a comer ela com muita força, perguntei como ela reagiu e a sem-vergonha só ria e respondia, que foi muito excitante pra ela estar num elevador prestes a ser comida, mas não deixou por respeito ao nosso relacionamento, eu, por outro lado, tava endemoniado e só consegui dizer
- Come ele - se é isso que você quer, come ele, mas ninguém pode saber.
- Que isso fique entre nós.
Ela se transformou e começou a me pedir pra meter mais forte, repetia sem parar que ia comer ela gostoso, que ia tirar a porra dela como um moleque na puberdade e, dando um gemido delicioso, gozei enquanto montava nela e descarregava meu leite dentro dela.
Estávamos prestes a começar as festas de carnaval, preparamos a festa para as crianças do condomínio. A organização ficou por conta de 4 apartamentos, incluindo o nosso. Juan não estava, mas minha esposa pediu pra ele ajudar, já que ele era alto, e ele aceitou de boa. Eu estava enfeitando de um lado e eles do outro. Ela ria e dava pra ver que trocavam olhares. Terminei o que tinha que fazer e subi em casa pra beber água. Quando desci, não encontrei eles, e meu coração disparou. Procurei ela pelo salão e entrei no depósito onde guardam as coisas do prédio. Vi ela ajoelhada, chupando a pica do Juan. Depois de tanto tempo investido, ele tinha conseguido enfiar a pica na boca da minha esposa. Fiquei paralisado, imóvel num canto, olhando pra ela. Como ela tava desesperada, chupava de cima pra baixo, mordia e continuava chupando, se engasgava sozinha. Ele só olhava pra ela e, sem eu esperar, deu um tapa na cara dela, chamando ela de filha da puta. Ela soltou um gemido e começou a ter um orgasmo de tanta excitação. Ele pegou ela pela boca, levantou ela com força e virou ela, abaixando a calça que ela tava usando. Olhou a calcinha dela, afastou e foi enfiando a pica devagar. Ela tava transformada, começou a respirar ofegante e, olhando pra ele de costas, dizia que ele tava fazendo ela fazer coisas que não eram dela. Ele respondeu:
- Cala a boca, puta, dava pra ver o quanto você tava precisando, achou que eu não notava como você rebolava a bunda quando passava na minha frente, hein? Ah? Como você olhava pro meu pau quando eu usava shorts, queria ver o cara do seu marido assistir eu partir a mulher dele.
Ela só gemia como se estivesse possuída,
Enquanto isso, eu só me afastei, subi de volta pra casa e me deitei no sofá. Tava muito abalado, com tesão e excitado. Tomei um banho e me deitei na cama esperando por ela. Quando ela chegou, tava como se nada tivesse acontecido, foi tomar banho e eu entrei no banheiro, agarrei ela e comi com raiva, com malícia. Coloquei ela de joelhos e, depois de encher a cara dela com meu gozo, confessei que vi ela com o Juan. A sem-vergonha só lambeu os lábios com meu gozo na cara e na boca dela e me perguntou se eu tinha gostado do que vi.
Enfiei meu pau na boca dela, pra terminar meus últimos espasmos, e falei sim, sim, eu gostei.
Espero que seja do seu agrado, tenho dificuldade em relatar por causa do pouco tempo que tenho, mas é um prazer compartilhar da minha visão a minha vida. Espero que comentem e deem a opinião de vocês, abraços.
Por outro lado, trabalho como segurança numa empresa, tenho 1,74m, também sou ativo fisicamente por causa da minha profissão, tenho 35 anos, mas quase nunca estou em casa. Temos um filho de 5 anos. Minhas saídas quase diárias para o interior do país levaram à monotonia no nosso relacionamento. Enquanto isso acontecia, nosso vizinho desde a adolescência sempre dava em cima dela (putaria de jovem), até que eu dei um toque de alerta e ele parou com o assédio, e tudo continuou na normalidade.
Estando a sós com minha mulher na intimidade, eu tava chupando os peitos dela, quando ela começou a perguntar sobre o João, me perguntava por que ela gostava tanto dele, eu continuei chupando e meti dois dedos na buceta dela, isso fez ela ficar mais tesuda e sem esperar, ela falou com voz de puta que adoraria ver como seria o menino, isso me excitou pra caralho e coloquei ela de quatro, tenho uma obsessão pela bunda grande dela, penetrei ela e enquanto comia ela falei, que os homens da idade dela sonham em comer as casadas como ela, que com certeza ele se masturba pensando na bunda nua dela no pau dele, que com essa cara de safada que ela tem, ele deve ter fantasia de encher a cara dela de porra, perguntei se ela seria capaz de comer um novinho, ela sem vergonha respondeu no meio de um gemido, que no elevador ele apalpou a bunda dela e sussurrou no ouvido, que comeria ela mil vezes pelo cu sem deixar ela respirar, que mulheres como ela tão sempre carentes e ele tava à disposição, essa confissão me levou a outro mundo e puxando ela pelo cabelo comecei a comer ela com muita força, perguntei como ela reagiu e a sem-vergonha só ria e respondia, que foi muito excitante pra ela estar num elevador prestes a ser comida, mas não deixou por respeito ao nosso relacionamento, eu, por outro lado, tava endemoniado e só consegui dizer
- Come ele - se é isso que você quer, come ele, mas ninguém pode saber.
- Que isso fique entre nós.
Ela se transformou e começou a me pedir pra meter mais forte, repetia sem parar que ia comer ela gostoso, que ia tirar a porra dela como um moleque na puberdade e, dando um gemido delicioso, gozei enquanto montava nela e descarregava meu leite dentro dela.
Estávamos prestes a começar as festas de carnaval, preparamos a festa para as crianças do condomínio. A organização ficou por conta de 4 apartamentos, incluindo o nosso. Juan não estava, mas minha esposa pediu pra ele ajudar, já que ele era alto, e ele aceitou de boa. Eu estava enfeitando de um lado e eles do outro. Ela ria e dava pra ver que trocavam olhares. Terminei o que tinha que fazer e subi em casa pra beber água. Quando desci, não encontrei eles, e meu coração disparou. Procurei ela pelo salão e entrei no depósito onde guardam as coisas do prédio. Vi ela ajoelhada, chupando a pica do Juan. Depois de tanto tempo investido, ele tinha conseguido enfiar a pica na boca da minha esposa. Fiquei paralisado, imóvel num canto, olhando pra ela. Como ela tava desesperada, chupava de cima pra baixo, mordia e continuava chupando, se engasgava sozinha. Ele só olhava pra ela e, sem eu esperar, deu um tapa na cara dela, chamando ela de filha da puta. Ela soltou um gemido e começou a ter um orgasmo de tanta excitação. Ele pegou ela pela boca, levantou ela com força e virou ela, abaixando a calça que ela tava usando. Olhou a calcinha dela, afastou e foi enfiando a pica devagar. Ela tava transformada, começou a respirar ofegante e, olhando pra ele de costas, dizia que ele tava fazendo ela fazer coisas que não eram dela. Ele respondeu:
- Cala a boca, puta, dava pra ver o quanto você tava precisando, achou que eu não notava como você rebolava a bunda quando passava na minha frente, hein? Ah? Como você olhava pro meu pau quando eu usava shorts, queria ver o cara do seu marido assistir eu partir a mulher dele.
Ela só gemia como se estivesse possuída,
Enquanto isso, eu só me afastei, subi de volta pra casa e me deitei no sofá. Tava muito abalado, com tesão e excitado. Tomei um banho e me deitei na cama esperando por ela. Quando ela chegou, tava como se nada tivesse acontecido, foi tomar banho e eu entrei no banheiro, agarrei ela e comi com raiva, com malícia. Coloquei ela de joelhos e, depois de encher a cara dela com meu gozo, confessei que vi ela com o Juan. A sem-vergonha só lambeu os lábios com meu gozo na cara e na boca dela e me perguntou se eu tinha gostado do que vi.
Enfiei meu pau na boca dela, pra terminar meus últimos espasmos, e falei sim, sim, eu gostei.

Espero que seja do seu agrado, tenho dificuldade em relatar por causa do pouco tempo que tenho, mas é um prazer compartilhar da minha visão a minha vida. Espero que comentem e deem a opinião de vocês, abraços.
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