Já tinham passado uns dias desde a última vez, sabia que não podia ser muito "enxerido", digamos, mas também sabia que não podia deixar a coisa esfriar. Por isso, sem ser tão pesado, mantinha a chama acesa, dando uns beijos escondidos, obviamente umas passadas de mão, falando no ouvido dela o quanto eu amava aquela bunda minúscula dela, e as coisas que faria com ela, só pra não deixar o fogo apagar. Como eu disse, já tinham passado uns dias da última vez, e eu só tinha uma coisa na cabeça: a bundinha dela. Ficava o tempo todo pensando nisso, e era impossível evitar uma ereção, andava de pau duro o dia inteiro, ainda mais quando via ela. Na noite anterior, antes de dormir, encurralei ela e passei a mão em tudo quanto foi lugar, e falei: "amanhã você não escapa", e fui dormir. Deitei, vi um pouco de TV, minha mulher me perguntou se tava acontecendo alguma coisa. Falei que não, e fiquei pensando se ela desconfiava de algo. Me fiz de dormido e virei de lado, mas não conseguia dormir pensando na minha cunhada, no que minha esposa me perguntou. A noite passou como todas as outras, meu bebê acordando de duas em duas horas, até que chegou a hora de levantar. Tentei agir normal, tava muito paranóico. Fiz que ia sair, e me enfiei no quarto da minha cunhada, esperar ela voltar. Passaram uns 20, 25 minutos e ela entrou, me viu, não falou nada. Fui pra cima dela na hora, dessa vez não teve resistência, só pediu pra esperar, que ia no banheiro. Foi, voltou depois de um tempo, de fio dental e sutiã, com o pijama na mão. Eu já tinha jogado o colchão no chão, quando ela viu aquilo, sorriu e deitou. E pra minha grata surpresa, foi ela quem tomou a iniciativa. Começou a me beijar como nunca antes, me beijava, mordia minhas orelhas, passava a mão na minha pica que já tava dura pra caralho. Agora era ela quem começava a descer, pelo meu peito, abdômen, pélvis, e começou a chupar minha pica, enfiava tudo. Depois chupava minhas bolas de um jeito que me fazia torcer de prazer. Agora era eu quem tapava a boca, abafando os gemidos. Fiz sinal pra ela parar, porque tava quase gozando, e não queria, tinha outra coisa em mente. Que... E aí?" ela perguntou. "Não é nada, você sabe o que eu quero", eu disse. "Ah é? Faz eu gozar e faz o que quiser comigo", ela disse. Essas palavras foram mágicas, agora era eu quem percorria todo o corpo dela. Quando cheguei na pussy dela, senti uma mistura dos sucos dela com sabão. Chupei a pussy e o cu dela, enfiei os dedos, me concentrei na pussy dela, no clitóris. Já via ela chegando lá, ela se arqueou, tentou me afastar, tapava a boca com o travesseiro, até que explodiu. Agora parecia que queria enfiar minha cabeça na pussy dela, teve umas espécies de convulsões, estava muito sensível, mal roçava os dedos e ela já gozava. Virei ela, abri as pernas e a bunda dela, e comecei a chupar o cu dela, enfiava a língua, brincava na entrada traseira com os dedos, devagar. Passei óleo de bebê no cu dela e comecei a enfiar devagar meu polegar. Quando vi que entrou, ela já estava entregue. Passei mais óleo no cuzinho dela, passei bastante óleo na minha pica, e comecei a enfiar devagar. Ela se mexia, e lentamente foi entrando. Ela pediu para parar, parei e falei para ela relaxar que eu faria devagar. Ela ficou quieta, tirei, passei mais óleo, passei em mim também, e enfiei de novo devagar. Comecei a serrar devagar, sem ir muito fundo, nem tirar tudo, eram movimentos curtos, mas a cada movimento, eu enterrava um pouco mais. Ela dizia que doía, parei um pouco, tirei de novo, passei mais óleo, e enfiei devagar de novo. Dessa vez entrou mais da metade, ainda assim eram movimentos suaves, até que num momento ela fez um movimento e eu enterrei tudo. Aí ela reclamou, ficamos parados um instante, e comecei de novo com os movimentos, lentos mas já intensos e profundos, quase tirava tudo e enterrava até o fundo. Coloquei o travesseiro debaixo da barriga dela para levantar o cuzinho. Depois que o caminho estava feito, coloquei ela de quatro, ela apoiou os cotovelos no colchão, e eu enfiei de novo. Foi lindo aquele espetáculo que eu via. Aí já comecei a bombar com mais ritmo, até que gozei. Me segurei o máximo que pude, mas não aguentei mais. Que puta transa gostosa. Depois de gozar, fiz ela deitar e continuei metendo devagarzinho. "Já chega", ela disse. "Sim, meu amor", respondi. Foi lindo. A gente se beijou, fui pro banheiro, tomei um banho, me troquei e fui embora, feliz da vida. Quando voltei, tava tudo normal. Meus sogros e meu cunhado estavam lá. Num momento, olhei pra minha cunhada e ela me deu um sorriso, tipo sinalizando que tava tudo bem... Tem mais histórias. Espero que essa tenha agradado vocês. PS: Pra quem não sabe, essa é a terceira história com a minha cunhada. A primeira: comi minha cunhada no dia do meu casamento. A segunda: a segunda vez com minha cunhada.
8 comentários - Finalmente...enfiei na bucetinha da minha cunhada