Meu nome é José, minha família é composta pelo meu pai, que é arquiteto, e minha mãe, que é dona de casa mais por gosto do que por falta de opção. Minha história começa quando as obras de alvenaria de uma mansão sob responsabilidade do meu pai terminaram. Para isso, o dono da casa pediu ao meu pai que fizesse uma confraternização com os pedreiros. Além disso, pediu que meu pai levasse minha mãe para que ela sugerisse móveis, luzes e coisas do tipo, já que a casa seria um presente para a esposa dele. E minha mãe, por ser mulher, obviamente teria esse bom gosto, diferente de um homem, que é bem diferente.
Naquela ocasião, minha mãe estava vestida com uma calça legging, umas botas de salto e um cropped, que basicamente era um sutiã forrado com renda preta e, por baixo, uma fita de renda. Minha mãe normalmente não usava esse tipo de blusa ou como quer que se chame, por isso usou com um colete blazer.
Minha mãe realmente estava espetacular, ainda mais por causa das longas horas que passava se exercitando em casa, pra não ficar entediada o dia todo ali.
Bom, ao chegar na obra ainda cinza, eu, minha mãe, meu pai e o dono, a gente deu uma volta pela casa enquanto minha mãe ia dando as ideias dela, e também iam tomando uns copos. Minha mãe não costuma beber assim, então comecei a prestar atenção nela pra evitar que ela ficasse bêbada.
Depois de percorrer a casa inteira, fomos pro térreo e começamos o churrasco com os pedreiros, meus pais e, surpreendentemente, o dono da casa.
Depois de mais uns copos, o cara pede pro meu pai conversar em particular pra acertar as contas dos salários, custos dos móveis e peças que iam encher a casa, além da tinta e, bom, tudo que ia gastar pra terminar a casa de vez. Pra isso, minha mãe e eu ficamos com os pedreiros, alguns se levantaram da mesa improvisada e foram jogar futebol, outros ficaram por lá bebendo cerveja ou tequila. Num dado momento, minha mãe só vira pra mim e fala.
- Já volto, gostosa.
Vejo ela sair de casa e ir até o carro, lá deixa o blazer e vejo que olha pra vários lados e toma um rumo, imaginei que queria conhecer a propriedade.
- Uma dosezinha, novinha.
- Sim, por favor.
De repente, entra um pedreiro e vai pra um dos quartos, volta pra falar com outro pedreiro, e os dois voltam pra aquele quarto com um sorriso cúmplice. Aqueles sorrisos me deixaram intrigada, queria bisbilhotar, mas não tinha desculpa pra ir com eles. De repente, lembrei da minha mãe e do vocabulário de duplo sentido que essa gente usa, e decidi ir procurar ela. A casa tava cercada de vários materiais de construção, então tinha tipo um labirinto. Caminhando ziguezagueando por uma das paredes cobertas em forma de "U" com pedra de fundação, vejo minha mãe puxando a tanga pra cima e depois a legging. No chão, tinha uma mancha molhada de algum líquido, que imaginei ser xixi, porque o banheiro ainda não tinha o vaso instalado.
Me cobri com a pedra pra não ver minha mãe na intimidade dela, ouço os passos da minha mãe e volto a andar.
- haaa!.. o que cê tá fazendo aqui?.. me assustou, caralho!
Ao avançar em direção à minha mãe, percebo que atrás dela tem uma janela de vidro escuro que não deixava ver pra dentro.
- Vim te procurar pra ver se cê tava bem.
- Sim, querido, só veio aqui (baixando a voz) fazer xixi.
Caminhamos juntos de volta pros pedreiros, e do lado da casa fiquei preocupado com o lugar onde minha mãe tava mijando, porque dava bem pra onde os dois pedreiros tinham ido.
Entramos na casa e vemos os pedreiros dançando entre si com alguma música que colocaram numa caixinha bluetooth. Segurando minha mãe pela cintura, faço ela continuar andando comigo e, de quarto em quarto, vou nos guiando até onde os dois pedreiros tinham ido. Quando chegamos, lá estava o vidro escuro; conforme nos aproximamos, ele vai clareando e vemos a umidade do mijo.
- Olha, que pena, se alguém tivesse estado aqui.
- Na verdade, sim... vieram dois pedreiros pra cá.
- Sério? (minha mãe levou as mãos ao rosto)
- Sim.
Voltamos com os pedreiros que continuavam dançando, sentamos e nos ofereceram um refresco.
No começo de outra música, um deles pediu pra minha mãe dançar com ele.
- Deixa sua mãe dançar, jovem?
- Se você quer mais.
Depois de alguns instantes em que minha mãe me olhou desconfiada, ela se levantou aceitando o pedido daquele cara.
De primeira, o cara pegou a mão direita da minha mãe com a dele e apoiou a mão esquerda entre o ombro e o cotovelo. A mão esquerda dele ele colocou na cintura da minha mãe — até aí tudo normal. Mas depois de quase um minuto, ele passou a mão direita da minha mãe para o pescoço dela e as duas mãos dele pousaram nas bundas salientes da minha mãe. Ela, longe de ficar irritada, se afastar ou reagir como uma senhora, colocou a outra mão atrás do pescoço do cara, entrelaçando as mãos e colando o corpo dela no dele. O nervosismo me deixou imóvel, e eu só fiquei de olho pra não rolar algo a mais. Depois de alguns minutos, a música acabou. Os outros presentes, vendo que minha mãe deixou ele pegar na parte de cima da bunda dela, pediram na hora pra dançar com cada um. Fui até onde minha mãe já estava rodeada pela maioria dos pedreiros que estavam lá.
- ciente que você já tá tonta.
- Não, querido, tô bem.
— Não... Você já tá tonta.
Peguei minha mãe pela mão e levei ela comigo pra sentar, os pedreiros ficaram me encarando. Mal sentamos e minha mãe cruzou as pernas e começou a acariciá-las, levou o dedo indicador aos lábios e começou a percorrê-los de forma sensual, olhando pra frente. Naquele momento, meu pai entrou com o dono da casa.
- Já te deu calor, amor?
Sim, faz um tempão.
- Verdade que sim (adicionei o chefe do meu pai)
Estávamos indo para o carro e, quando olhei pra minha mãe, vi que ela ia passando a mão na bunda dela de um jeito insinuante.
Quando cheguei em casa, minha mãe foi pro quarto dela, meu pai pro escritório dele e eu fui pro meu quarto.
- Preciso sair, mas volto mais tarde!!!
Ouvi lá do primeiro andar a voz do meu pai, espiei pela janela e, de fato, ele tava saindo no carro dele. Fui pro quarto da minha mãe pra falar com ela, mas ela tava dormindo, o que não me surpreendeu nada. Ia voltar pro meu quarto, mas a imagem das mãos daquele cara em cima da bunda da minha mãe passou rapidinho pela minha cabeça, então voltei pra admirar a bunda dela parada de um jeito que eu nunca tinha feito. Lá estava eu, olhando praquelas curvas redondas, não consegui evitar. Passei uma mão desde a lombar dela até o começo daquela bunda, pude sentir por cima da legging as bordas da tanga dela. Continuei tocando, coloquei a mão na vertical de um jeito que o dedo do meio ficou no meio da racha da bunda dela e os outros dois levemente abertos tocando as nádegas. Minha mãe se mexeu e isso me encheu de pânico, fazendo eu sair quase correndo do quarto.
Não saí do quarto de novo até me chamarem pra jantar.
No dia seguinte, minha mãe me acorda cedo dizendo que queria ir pra Valle de Bravo, porque tava a fim de passar uns dias lá e queria saber se eu queria ir com ela. Meu pai não podia ir, porque teria que cuidar de umas compras pra casa.
- Vamos sim, se você quiser.
- Sim, querido, já tô precisando pegar um sol... só me espera trocar de roupa e a gente vai.
- Sim, senhora.
Quarenta e cinco minutos depois, minha mãe apareceu com uma minissaia cortada em A branca, um pequeno blazer justo e, por baixo, dava pra ver uma blusa transparente coberta pelo blazer.
- Pronto, gostosa, vamos embora.
Saquei o carro dele e ele pediu pra eu dirigir, já que saímos de casa sem comer. No caminho, paramos num restaurantezinho. Depois de comer, falei pra ele.
- Já volto, mãe, vou no banheiro.
- Sim, querido, te espero.
Depois de fazer minhas necessidades, volto pra onde ela tava e o que vi me deixou em total choque. Minha mãe já não tava mais com o casaco, tava com a blusa escura transparente e por baixo dava pra ver um sutiã transparente com detalhes de renda fina, que deixava os bicos aparecendo através das roupas. Mas não era só isso, minha mãe tava com as pernas cruzadas e levantadas de um jeito que dava pra ver muito bem as coxas dela.
- Pronto, mãe, vamos embora.
Chamei o garçom que, desde que chegou na mesa, se mostrou muito interessado em ver as tetas redondas da minha mãe e os bicos dela.
Assim que subimos no carro, comecei a dirigir.
— O que você acha que tá fazendo?
Minha mãe se virou pra me olhar e perguntou?
- Do que você tá falando?
- Pois é, o que cê tem a dizer? Ontem você deixou aquele cara te apalpar a bunda e hoje tá usando essa roupa, deixando qualquer um que parar na sua frente olhar seus peitos praticamente nus.
Pe... me desculpa, amor, se ontem eu te deixei desconfortável ou se essa roupa faz isso... ontem, acho que a bebida não me deixou reagir ou... sei lá.
- Claro, talvez eu até entenda isso se você me disser que não percebeu que podiam te ver tirando a calcinha fio dental ou a calça pra mijar, mas não acredito que você não sentiu ele passando a mão na sua bunda.
- Ei, você tá me faltando com respeito.
- E acha que pra mim é legal ver minha mãe deixar pegar na bunda dela ou deixar estranhos verem os peitos dela?
Ela fica agachada por uns segundos e depois me diz.
- Para o carro ou espera a gente chegar no Vale pra terminar de conversar.
Continuo a estrada por três horas em silêncio e com um tanto de raiva.
Assim que chego em casa, entro e falo na cara dela.
- Agora sim, o que você tem que me dizer?
Senta.
Obedeço a indicação dela e ela senta do meu lado e pega nas minhas mãos.
- Olha, o que vou te falar não é fácil pra mim, não é muito normal uma mãe falar disso com o filho, mas... faz tempo que seu pai não me elogia, não me faz um elogio ou uma palavra bonita. Você viu que eu me mato de fazer exercício pra ganhar uma palavra bonita dele, pra ele me dizer, sei lá... que tô bonita, que tô gostosa ou por que não que me diga que tô boa, que me acaricie ou me toque de um jeito sensual...
Ontem, quando você me disse que os pedreiros tinham me visto mijar, eu imaginei que, enquanto inconscientemente eu dava um show pra eles e uma bela vista da minha bunda, cu e com certeza também da minha buceta, a verdade é que eu fiquei excitada ao pensar que eles se excitaram, levei como um elogio... Eu sei que é errado, mas não consegui evitar, por isso me deixei levar, por isso me comportei do jeito que fiz, como uma novinha tentando ser gostosa, porque isso me fez sentir linda de novo, me fez sentir bem comigo mesma ver que despertava desejos em alguém, aumentou minha autoestima, a mesma que seu pai tratou de derrubar... E a parte de "agorinha", isso (disse pegando a blusa com as mãos) também, quero me sentir sexy, quero sentir que ainda não sou tão velha e que ainda posso agradar alguém.
Mal consigo prestar atenção nas últimas palavras da minha mãe, porque os peitos dela chamaram meu olhar e meus pensamentos.
— Mas o que você tá dizendo, véi, se você não é velha, com seus 35 anos você tá no auge da vida, é pra você curtir a vida, é que nem agora, se você tá com vontade de vir tomar um sol, simplesmente faz, me diz que você é velha quando não conseguir mais nem levantar... e sobre você não ser sexy, na real eu acho que você tá falando de brincadeira, porque você... você é bem gostosa, muitas das minhas colegas do colégio iam querer ser um pouquinho tão lindas quanto você... e você não precisa se vestir (falei enquanto pegava a blusa no meio dos peitos dela), assim pra alguém te olhar.
- Valeu, meu amor, mas sei que cê fala isso porque sou sua mãe. Sei que é capaz de me chamar de gostosa pra me fazer sentir bem, mas não é a mesma coisa ouvir do meu filho do que de outra pessoa que me diga ou me mostre isso. E não é que eu não valorize suas palavras, é que você me vê como mãe, e não como mulher... bom, cê sabe do que tô falando.
Os argumentos da minha mãe eram bons, eu não podia pedir pra ela evitar fazer algo que a fazia se sentir bem ou que, como ela acabou de me dizer, fazia algo que aumentava a autoestima dela.
— ...
- Fica tranquila, querida, não vou trair seu pai, eu amo ele e respeito você, e jamais me envolveria com outro homem.
- Te entendo, mas mesmo assim não seria fácil pra mim saber que outro homem que não é meu pai tá olhando pros seus peitos ou pegando na sua bunda, mesmo que por cima da calça. Além disso, você é minha mãe e, sem querer ofender, supostamente, já que existe confiança entre a gente, eu deveria ver ou conhecer algo mais de você do que as outras pessoas poderiam conhecer, não é? E repito, não leva a mal.
Depois da minha discussão, minha mãe ficou pensando.
- E aí, o que tu quer olhar?
A pergunta me deixou sem palavras.
— ...
— Se tenho confiança em você, meu bem, foi por isso que me animei a te contar tudo isso. Não pense que toda mãe fala das suas intimidades pros filhos ou que é normal usar a palavra "excitação" na frente do seu filho... Olha, tá certo, toda vez que alguém que não é seu pai me olhar ou tocar em alguma parte, você vai ver e tocar a mesma coisa. Tá bom pra você?
— Não, mãe.
- Anda, querido, agora que você sabe disso, quero sua aprovação, quero saber que posso contar com você. E olha, eu poderia muito bem não ligar e fazer isso sem me importar com o que você pensa — outras mulheres nem pensam nos filhos, hein. Além disso, pretendo ser mais complacente com você.
- De que jeito.
Assim que termino de falar, minha mãe se levanta, tira a blusa, o sutiã e senta no meu colo, levantando o vestido dela de um jeito que o contato seja a pele das pernas e da bunda dela com a minha calça.
- Então é assim... Era a isso que você se referia quando disse que tinha o direito de conhecer, olhar e tocar algo mais em mim do que os outros? Mesmo que no restaurante quase ninguém tenha visto meus peitos, aqui estão eles, olha só...
As tetas da minha mãe eram um par de gotas grandes com um canal no meio, era impossível parar de olhar pra elas, eram hipnóticas.
- Tá bom, mas não quero que você mostre seus bicos, isso seria o extra que só eu e o papai conheceríamos.
- Tá bom, amor, então mais tarde você me acompanha pra comprar umas coisinhas, sim?
- Sim.
- Enquanto vamos pra piscina pegar um sol antes que fique tarde e eu fique na vontade de pegar ele
Ambos fomos pros nossos quartos, em menos de cinco minutos eu já tava na piscina com meu shortão de banho de sempre. Do meu espreguiçadeira, vi minha mãe chegar enrolada numa toalha.
- Tá bom, amor, vou me preparar pra conhecer um pouco mais da sua mãe.
Dito isso, deixo cair a toalha.
Vestia (se é que dá pra chamar assim) um micro biquíni, que era três ovais de 2cm por 5cm, e o resto eram fiapos que seguravam esses ovais de pano branco transparente, que me deixava ver os bicos dos peitos da minha mãe. O oval da tanga era um pouco mais grosso na parte da buceta, mas ainda assim dava pra ver o triângulo de pelos pubianos.
- E como eu tô?
— Você vai me dar um treco.
- mas é uma ereção, pelo que vejo.
Sem eu perceber, meu amigo tinha acordado e estava bem na cara. Me sentei pra tentar disfarçar um pouco.
Minha mãe não demorou pra sentar no meu colo.
- Não se preocupa, querido, eu levo como um elogio.
Ela se levanta e deita de bruços na espreguiçadeira dela. Eu, pra baixar minha ereção, vou pra água. Quando saio, dou de cara com a minha mãe, que tá com as pernas levemente abertas e me deixa ver como a bunda dela engole o fiozinho do biquíni. Saio da água e me deito de novo, mais tarado do que antes.
Durante a tarde a gente tomou umas pra aliviar o calorão. Depois, fui com ela fazer umas compras, fomos na área de lingerie e pegamos umas coisinhas, entre elas uns silicones pra cobrir os bicos dos peitos. Na volta, encontramos uma sexshop, e tanto eu quanto minha mãe ficamos de olho.
- Vamos ver o que eu posso comprar?
- Se quiser.
- Sim... tinha visto uns adesivos de peito que me chamaram a atenção, entramos na loja e encontramos uns adesivos de peito interessantes em diferentes formas e cores, além de pinças para os mamilos e outros artigos, ao chegar em casa jantamos e cada um foi pro seu quarto, da minha parte nada mais que uma boa punheta lembrando da minha mãe e das tetas dela.
Naquela ocasião, minha mãe estava vestida com uma calça legging, umas botas de salto e um cropped, que basicamente era um sutiã forrado com renda preta e, por baixo, uma fita de renda. Minha mãe normalmente não usava esse tipo de blusa ou como quer que se chame, por isso usou com um colete blazer.
Minha mãe realmente estava espetacular, ainda mais por causa das longas horas que passava se exercitando em casa, pra não ficar entediada o dia todo ali.
Bom, ao chegar na obra ainda cinza, eu, minha mãe, meu pai e o dono, a gente deu uma volta pela casa enquanto minha mãe ia dando as ideias dela, e também iam tomando uns copos. Minha mãe não costuma beber assim, então comecei a prestar atenção nela pra evitar que ela ficasse bêbada.
Depois de percorrer a casa inteira, fomos pro térreo e começamos o churrasco com os pedreiros, meus pais e, surpreendentemente, o dono da casa.
Depois de mais uns copos, o cara pede pro meu pai conversar em particular pra acertar as contas dos salários, custos dos móveis e peças que iam encher a casa, além da tinta e, bom, tudo que ia gastar pra terminar a casa de vez. Pra isso, minha mãe e eu ficamos com os pedreiros, alguns se levantaram da mesa improvisada e foram jogar futebol, outros ficaram por lá bebendo cerveja ou tequila. Num dado momento, minha mãe só vira pra mim e fala.
- Já volto, gostosa.
Vejo ela sair de casa e ir até o carro, lá deixa o blazer e vejo que olha pra vários lados e toma um rumo, imaginei que queria conhecer a propriedade.
- Uma dosezinha, novinha.
- Sim, por favor.
De repente, entra um pedreiro e vai pra um dos quartos, volta pra falar com outro pedreiro, e os dois voltam pra aquele quarto com um sorriso cúmplice. Aqueles sorrisos me deixaram intrigada, queria bisbilhotar, mas não tinha desculpa pra ir com eles. De repente, lembrei da minha mãe e do vocabulário de duplo sentido que essa gente usa, e decidi ir procurar ela. A casa tava cercada de vários materiais de construção, então tinha tipo um labirinto. Caminhando ziguezagueando por uma das paredes cobertas em forma de "U" com pedra de fundação, vejo minha mãe puxando a tanga pra cima e depois a legging. No chão, tinha uma mancha molhada de algum líquido, que imaginei ser xixi, porque o banheiro ainda não tinha o vaso instalado.
Me cobri com a pedra pra não ver minha mãe na intimidade dela, ouço os passos da minha mãe e volto a andar.
- haaa!.. o que cê tá fazendo aqui?.. me assustou, caralho!
Ao avançar em direção à minha mãe, percebo que atrás dela tem uma janela de vidro escuro que não deixava ver pra dentro.
- Vim te procurar pra ver se cê tava bem.
- Sim, querido, só veio aqui (baixando a voz) fazer xixi.
Caminhamos juntos de volta pros pedreiros, e do lado da casa fiquei preocupado com o lugar onde minha mãe tava mijando, porque dava bem pra onde os dois pedreiros tinham ido.
Entramos na casa e vemos os pedreiros dançando entre si com alguma música que colocaram numa caixinha bluetooth. Segurando minha mãe pela cintura, faço ela continuar andando comigo e, de quarto em quarto, vou nos guiando até onde os dois pedreiros tinham ido. Quando chegamos, lá estava o vidro escuro; conforme nos aproximamos, ele vai clareando e vemos a umidade do mijo.
- Olha, que pena, se alguém tivesse estado aqui.
- Na verdade, sim... vieram dois pedreiros pra cá.
- Sério? (minha mãe levou as mãos ao rosto)
- Sim.
Voltamos com os pedreiros que continuavam dançando, sentamos e nos ofereceram um refresco.
No começo de outra música, um deles pediu pra minha mãe dançar com ele.
- Deixa sua mãe dançar, jovem?
- Se você quer mais.
Depois de alguns instantes em que minha mãe me olhou desconfiada, ela se levantou aceitando o pedido daquele cara.
De primeira, o cara pegou a mão direita da minha mãe com a dele e apoiou a mão esquerda entre o ombro e o cotovelo. A mão esquerda dele ele colocou na cintura da minha mãe — até aí tudo normal. Mas depois de quase um minuto, ele passou a mão direita da minha mãe para o pescoço dela e as duas mãos dele pousaram nas bundas salientes da minha mãe. Ela, longe de ficar irritada, se afastar ou reagir como uma senhora, colocou a outra mão atrás do pescoço do cara, entrelaçando as mãos e colando o corpo dela no dele. O nervosismo me deixou imóvel, e eu só fiquei de olho pra não rolar algo a mais. Depois de alguns minutos, a música acabou. Os outros presentes, vendo que minha mãe deixou ele pegar na parte de cima da bunda dela, pediram na hora pra dançar com cada um. Fui até onde minha mãe já estava rodeada pela maioria dos pedreiros que estavam lá.
- ciente que você já tá tonta.
- Não, querido, tô bem.
— Não... Você já tá tonta.
Peguei minha mãe pela mão e levei ela comigo pra sentar, os pedreiros ficaram me encarando. Mal sentamos e minha mãe cruzou as pernas e começou a acariciá-las, levou o dedo indicador aos lábios e começou a percorrê-los de forma sensual, olhando pra frente. Naquele momento, meu pai entrou com o dono da casa.
- Já te deu calor, amor?
Sim, faz um tempão.
- Verdade que sim (adicionei o chefe do meu pai)
Estávamos indo para o carro e, quando olhei pra minha mãe, vi que ela ia passando a mão na bunda dela de um jeito insinuante.
Quando cheguei em casa, minha mãe foi pro quarto dela, meu pai pro escritório dele e eu fui pro meu quarto.
- Preciso sair, mas volto mais tarde!!!
Ouvi lá do primeiro andar a voz do meu pai, espiei pela janela e, de fato, ele tava saindo no carro dele. Fui pro quarto da minha mãe pra falar com ela, mas ela tava dormindo, o que não me surpreendeu nada. Ia voltar pro meu quarto, mas a imagem das mãos daquele cara em cima da bunda da minha mãe passou rapidinho pela minha cabeça, então voltei pra admirar a bunda dela parada de um jeito que eu nunca tinha feito. Lá estava eu, olhando praquelas curvas redondas, não consegui evitar. Passei uma mão desde a lombar dela até o começo daquela bunda, pude sentir por cima da legging as bordas da tanga dela. Continuei tocando, coloquei a mão na vertical de um jeito que o dedo do meio ficou no meio da racha da bunda dela e os outros dois levemente abertos tocando as nádegas. Minha mãe se mexeu e isso me encheu de pânico, fazendo eu sair quase correndo do quarto.
Não saí do quarto de novo até me chamarem pra jantar.
No dia seguinte, minha mãe me acorda cedo dizendo que queria ir pra Valle de Bravo, porque tava a fim de passar uns dias lá e queria saber se eu queria ir com ela. Meu pai não podia ir, porque teria que cuidar de umas compras pra casa.
- Vamos sim, se você quiser.
- Sim, querido, já tô precisando pegar um sol... só me espera trocar de roupa e a gente vai.
- Sim, senhora.
Quarenta e cinco minutos depois, minha mãe apareceu com uma minissaia cortada em A branca, um pequeno blazer justo e, por baixo, dava pra ver uma blusa transparente coberta pelo blazer.
- Pronto, gostosa, vamos embora.
Saquei o carro dele e ele pediu pra eu dirigir, já que saímos de casa sem comer. No caminho, paramos num restaurantezinho. Depois de comer, falei pra ele.
- Já volto, mãe, vou no banheiro.
- Sim, querido, te espero.
Depois de fazer minhas necessidades, volto pra onde ela tava e o que vi me deixou em total choque. Minha mãe já não tava mais com o casaco, tava com a blusa escura transparente e por baixo dava pra ver um sutiã transparente com detalhes de renda fina, que deixava os bicos aparecendo através das roupas. Mas não era só isso, minha mãe tava com as pernas cruzadas e levantadas de um jeito que dava pra ver muito bem as coxas dela.
- Pronto, mãe, vamos embora.
Chamei o garçom que, desde que chegou na mesa, se mostrou muito interessado em ver as tetas redondas da minha mãe e os bicos dela.
Assim que subimos no carro, comecei a dirigir.
— O que você acha que tá fazendo?
Minha mãe se virou pra me olhar e perguntou?
- Do que você tá falando?
- Pois é, o que cê tem a dizer? Ontem você deixou aquele cara te apalpar a bunda e hoje tá usando essa roupa, deixando qualquer um que parar na sua frente olhar seus peitos praticamente nus.
Pe... me desculpa, amor, se ontem eu te deixei desconfortável ou se essa roupa faz isso... ontem, acho que a bebida não me deixou reagir ou... sei lá.
- Claro, talvez eu até entenda isso se você me disser que não percebeu que podiam te ver tirando a calcinha fio dental ou a calça pra mijar, mas não acredito que você não sentiu ele passando a mão na sua bunda.
- Ei, você tá me faltando com respeito.
- E acha que pra mim é legal ver minha mãe deixar pegar na bunda dela ou deixar estranhos verem os peitos dela?
Ela fica agachada por uns segundos e depois me diz.
- Para o carro ou espera a gente chegar no Vale pra terminar de conversar.
Continuo a estrada por três horas em silêncio e com um tanto de raiva.
Assim que chego em casa, entro e falo na cara dela.
- Agora sim, o que você tem que me dizer?
Senta.
Obedeço a indicação dela e ela senta do meu lado e pega nas minhas mãos.
- Olha, o que vou te falar não é fácil pra mim, não é muito normal uma mãe falar disso com o filho, mas... faz tempo que seu pai não me elogia, não me faz um elogio ou uma palavra bonita. Você viu que eu me mato de fazer exercício pra ganhar uma palavra bonita dele, pra ele me dizer, sei lá... que tô bonita, que tô gostosa ou por que não que me diga que tô boa, que me acaricie ou me toque de um jeito sensual...
Ontem, quando você me disse que os pedreiros tinham me visto mijar, eu imaginei que, enquanto inconscientemente eu dava um show pra eles e uma bela vista da minha bunda, cu e com certeza também da minha buceta, a verdade é que eu fiquei excitada ao pensar que eles se excitaram, levei como um elogio... Eu sei que é errado, mas não consegui evitar, por isso me deixei levar, por isso me comportei do jeito que fiz, como uma novinha tentando ser gostosa, porque isso me fez sentir linda de novo, me fez sentir bem comigo mesma ver que despertava desejos em alguém, aumentou minha autoestima, a mesma que seu pai tratou de derrubar... E a parte de "agorinha", isso (disse pegando a blusa com as mãos) também, quero me sentir sexy, quero sentir que ainda não sou tão velha e que ainda posso agradar alguém.
Mal consigo prestar atenção nas últimas palavras da minha mãe, porque os peitos dela chamaram meu olhar e meus pensamentos.
— Mas o que você tá dizendo, véi, se você não é velha, com seus 35 anos você tá no auge da vida, é pra você curtir a vida, é que nem agora, se você tá com vontade de vir tomar um sol, simplesmente faz, me diz que você é velha quando não conseguir mais nem levantar... e sobre você não ser sexy, na real eu acho que você tá falando de brincadeira, porque você... você é bem gostosa, muitas das minhas colegas do colégio iam querer ser um pouquinho tão lindas quanto você... e você não precisa se vestir (falei enquanto pegava a blusa no meio dos peitos dela), assim pra alguém te olhar.
- Valeu, meu amor, mas sei que cê fala isso porque sou sua mãe. Sei que é capaz de me chamar de gostosa pra me fazer sentir bem, mas não é a mesma coisa ouvir do meu filho do que de outra pessoa que me diga ou me mostre isso. E não é que eu não valorize suas palavras, é que você me vê como mãe, e não como mulher... bom, cê sabe do que tô falando.
Os argumentos da minha mãe eram bons, eu não podia pedir pra ela evitar fazer algo que a fazia se sentir bem ou que, como ela acabou de me dizer, fazia algo que aumentava a autoestima dela.
— ...
- Fica tranquila, querida, não vou trair seu pai, eu amo ele e respeito você, e jamais me envolveria com outro homem.
- Te entendo, mas mesmo assim não seria fácil pra mim saber que outro homem que não é meu pai tá olhando pros seus peitos ou pegando na sua bunda, mesmo que por cima da calça. Além disso, você é minha mãe e, sem querer ofender, supostamente, já que existe confiança entre a gente, eu deveria ver ou conhecer algo mais de você do que as outras pessoas poderiam conhecer, não é? E repito, não leva a mal.
Depois da minha discussão, minha mãe ficou pensando.
- E aí, o que tu quer olhar?
A pergunta me deixou sem palavras.
— ...
— Se tenho confiança em você, meu bem, foi por isso que me animei a te contar tudo isso. Não pense que toda mãe fala das suas intimidades pros filhos ou que é normal usar a palavra "excitação" na frente do seu filho... Olha, tá certo, toda vez que alguém que não é seu pai me olhar ou tocar em alguma parte, você vai ver e tocar a mesma coisa. Tá bom pra você?
— Não, mãe.
- Anda, querido, agora que você sabe disso, quero sua aprovação, quero saber que posso contar com você. E olha, eu poderia muito bem não ligar e fazer isso sem me importar com o que você pensa — outras mulheres nem pensam nos filhos, hein. Além disso, pretendo ser mais complacente com você.
- De que jeito.
Assim que termino de falar, minha mãe se levanta, tira a blusa, o sutiã e senta no meu colo, levantando o vestido dela de um jeito que o contato seja a pele das pernas e da bunda dela com a minha calça.
- Então é assim... Era a isso que você se referia quando disse que tinha o direito de conhecer, olhar e tocar algo mais em mim do que os outros? Mesmo que no restaurante quase ninguém tenha visto meus peitos, aqui estão eles, olha só...
As tetas da minha mãe eram um par de gotas grandes com um canal no meio, era impossível parar de olhar pra elas, eram hipnóticas.
- Tá bom, mas não quero que você mostre seus bicos, isso seria o extra que só eu e o papai conheceríamos.
- Tá bom, amor, então mais tarde você me acompanha pra comprar umas coisinhas, sim?
- Sim.
- Enquanto vamos pra piscina pegar um sol antes que fique tarde e eu fique na vontade de pegar ele
Ambos fomos pros nossos quartos, em menos de cinco minutos eu já tava na piscina com meu shortão de banho de sempre. Do meu espreguiçadeira, vi minha mãe chegar enrolada numa toalha.
- Tá bom, amor, vou me preparar pra conhecer um pouco mais da sua mãe.
Dito isso, deixo cair a toalha.
Vestia (se é que dá pra chamar assim) um micro biquíni, que era três ovais de 2cm por 5cm, e o resto eram fiapos que seguravam esses ovais de pano branco transparente, que me deixava ver os bicos dos peitos da minha mãe. O oval da tanga era um pouco mais grosso na parte da buceta, mas ainda assim dava pra ver o triângulo de pelos pubianos.
- E como eu tô?
— Você vai me dar um treco.
- mas é uma ereção, pelo que vejo.
Sem eu perceber, meu amigo tinha acordado e estava bem na cara. Me sentei pra tentar disfarçar um pouco.
Minha mãe não demorou pra sentar no meu colo.
- Não se preocupa, querido, eu levo como um elogio.
Ela se levanta e deita de bruços na espreguiçadeira dela. Eu, pra baixar minha ereção, vou pra água. Quando saio, dou de cara com a minha mãe, que tá com as pernas levemente abertas e me deixa ver como a bunda dela engole o fiozinho do biquíni. Saio da água e me deito de novo, mais tarado do que antes.
Durante a tarde a gente tomou umas pra aliviar o calorão. Depois, fui com ela fazer umas compras, fomos na área de lingerie e pegamos umas coisinhas, entre elas uns silicones pra cobrir os bicos dos peitos. Na volta, encontramos uma sexshop, e tanto eu quanto minha mãe ficamos de olho.
- Vamos ver o que eu posso comprar?
- Se quiser.
- Sim... tinha visto uns adesivos de peito que me chamaram a atenção, entramos na loja e encontramos uns adesivos de peito interessantes em diferentes formas e cores, além de pinças para os mamilos e outros artigos, ao chegar em casa jantamos e cada um foi pro seu quarto, da minha parte nada mais que uma boa punheta lembrando da minha mãe e das tetas dela.
3 comentários - Minha mãe exibicionista