Uma coisa que sempre me fascinou foi a ideia de misturar obrigação e prazer. Essa história é de 2019, quando eu militava num partido político menor antes das eleições primárias. Era amigo da Gabi, uma gordinha de Morón que fazia parte da área jovem e que tava namorando o Fabio, um dos líderes do partido. No partido, comentavam que o Fabio abusava do poder dele e comia todas as novinhas que conseguia enganar, e além disso, não sei se por rancor ou não, diziam que ele tinha o negócio pequeno. Num sábado, a gente teve que distribuir panfletos em Morón e fiquei de bobeira com a Gabi. Como sou da zona sul, ela me ofereceu pra dormir na casa dela. Não achei estranho, já que eles moravam perto de Morón e eu tava no cu do mundo.
Chegamos na casa e vejo que o Fabio não tá... "Foi pra uma atividade em Mendoza", ela disse. "Vou tomar um banho e já volto, Ema", completou enquanto passava na minha frente com uma regata e um short branco. Nunca tinha reparado na Gabi, achava ela comum, mas comecei a ficar de olho quando vi ela saindo do banho e notei, com pouca roupa, que ela tinha um par de peitos lindos e dava pra ver uma fio dental preta por baixo do short. Ela se virou e tinha um tigre tatuado nas costas.
Comemos umas empadas e fomos pro sofá, começamos a tomar uma cerveja e fumar uns cigarros, e aí começamos a falar merda de política e tal. Ela me contou que sabia que o parceiro dela se aproveitava da posição pra comer umas minas do partido, mas disse que ele parou com isso quando começaram a namorar. "E é foda, a gente é quase tudo jovem e os hormônios tão a mil, você também deve ter suas paradas", falei. Ela respondeu: "Sim, eu sou uma puta na cama. Perdi a virgindade aos 15 e sexo é um vício pra mim, mas agora que tô com o Fabio, me seguro porque se alguém descobre, é uma merda." Eu: "Bom, pelo menos vocês moram juntos e dá pra transar direto." Ela: "Claro, mas digamos que não me dá muito prazer. Ele não curte chupar e o tamanho dele deixa bastante a desejar. E você, como tá nessa?" Eu: "A gente não devia ter essa conversa, lembra que você vai dormir? Sozinha hoje e eu sou tão sexual quanto você. Além disso, posso te falar que tenho um pau grande e mentir. Ela: sempre me excitou, sua boca, seus braços, seu corpo. Se morrer aqui, eu comprovo. Eu: claro que morre aqui. Em seguida, nos beijamos apaixonadamente e vamos pro quarto. Ela começa a pegar no meu pau e eu no cú dela. Gabi: é enorme, faz de tudo comigo. Eu: minha putinha, vou fazer de tudo, vem ver de perto se é tão grande. Ela ficou de quatro na cama e começou a me chupar, eu tava de pé do lado, ela chupava pra caralho, a putinha, e me excitava mais saber que eu tava disputando uma gostosa comprometida. Tiro a roupa dela e chupo a buceta dela até ela gozar, coloco a camisinha e começo a meter em todas as posições convencionais enquanto ela gemia e gritava que era minha putinha e que finalmente tinha um macho dentro dela de novo. Depois que ela gozou de novo, pedi o cú dela e ela disse que sim, é incrível como aquele cu era apertado, mas um pouco de saliva e paciência nunca são demais pra ela aproveitar enquanto eu metia no cú. Depois de foder anal, trocamos a camisinha e ela montou em mim pra uma cavalgada vaginal, e aí eu gozei nos peitos dela e fomos dormir. No outro dia, o Fabio vinha, e enquanto ela fingia que não tava entendendo, acordei e falei que ela era minha putinha e comecei a chupar os peitos dela, o que a excitou, e a gente transou vaginal e anal. Dessa vez, pra terminar, tirei a camisinha e chupei a boca dela até gozar lá. Eu: é assim que você vai receber seu parceiro hoje, com o cú aberto e a boca depois de ter o leite do seu macho. Mordi um mamilo dela, combinamos de transar quando pudéssemos. Me troquei e fui embora. Depois de um tempo, o Fabio largou o partido, eles se separaram e a gente assumiu o nosso rolo. Durou até ela me largar, mas eu aproveitei como vou contar outra hora.
Chegamos na casa e vejo que o Fabio não tá... "Foi pra uma atividade em Mendoza", ela disse. "Vou tomar um banho e já volto, Ema", completou enquanto passava na minha frente com uma regata e um short branco. Nunca tinha reparado na Gabi, achava ela comum, mas comecei a ficar de olho quando vi ela saindo do banho e notei, com pouca roupa, que ela tinha um par de peitos lindos e dava pra ver uma fio dental preta por baixo do short. Ela se virou e tinha um tigre tatuado nas costas.
Comemos umas empadas e fomos pro sofá, começamos a tomar uma cerveja e fumar uns cigarros, e aí começamos a falar merda de política e tal. Ela me contou que sabia que o parceiro dela se aproveitava da posição pra comer umas minas do partido, mas disse que ele parou com isso quando começaram a namorar. "E é foda, a gente é quase tudo jovem e os hormônios tão a mil, você também deve ter suas paradas", falei. Ela respondeu: "Sim, eu sou uma puta na cama. Perdi a virgindade aos 15 e sexo é um vício pra mim, mas agora que tô com o Fabio, me seguro porque se alguém descobre, é uma merda." Eu: "Bom, pelo menos vocês moram juntos e dá pra transar direto." Ela: "Claro, mas digamos que não me dá muito prazer. Ele não curte chupar e o tamanho dele deixa bastante a desejar. E você, como tá nessa?" Eu: "A gente não devia ter essa conversa, lembra que você vai dormir? Sozinha hoje e eu sou tão sexual quanto você. Além disso, posso te falar que tenho um pau grande e mentir. Ela: sempre me excitou, sua boca, seus braços, seu corpo. Se morrer aqui, eu comprovo. Eu: claro que morre aqui. Em seguida, nos beijamos apaixonadamente e vamos pro quarto. Ela começa a pegar no meu pau e eu no cú dela. Gabi: é enorme, faz de tudo comigo. Eu: minha putinha, vou fazer de tudo, vem ver de perto se é tão grande. Ela ficou de quatro na cama e começou a me chupar, eu tava de pé do lado, ela chupava pra caralho, a putinha, e me excitava mais saber que eu tava disputando uma gostosa comprometida. Tiro a roupa dela e chupo a buceta dela até ela gozar, coloco a camisinha e começo a meter em todas as posições convencionais enquanto ela gemia e gritava que era minha putinha e que finalmente tinha um macho dentro dela de novo. Depois que ela gozou de novo, pedi o cú dela e ela disse que sim, é incrível como aquele cu era apertado, mas um pouco de saliva e paciência nunca são demais pra ela aproveitar enquanto eu metia no cú. Depois de foder anal, trocamos a camisinha e ela montou em mim pra uma cavalgada vaginal, e aí eu gozei nos peitos dela e fomos dormir. No outro dia, o Fabio vinha, e enquanto ela fingia que não tava entendendo, acordei e falei que ela era minha putinha e comecei a chupar os peitos dela, o que a excitou, e a gente transou vaginal e anal. Dessa vez, pra terminar, tirei a camisinha e chupei a boca dela até gozar lá. Eu: é assim que você vai receber seu parceiro hoje, com o cú aberto e a boca depois de ter o leite do seu macho. Mordi um mamilo dela, combinamos de transar quando pudéssemos. Me troquei e fui embora. Depois de um tempo, o Fabio largou o partido, eles se separaram e a gente assumiu o nosso rolo. Durou até ela me largar, mas eu aproveitei como vou contar outra hora.
4 comentários - Comendo minha companheira de militância