Com a mãe do meu amigo na praia 2

Continuando com o relato

Umas meia hora depois que a Verônica tomou banho, chegaram o Mario e o Gollo da praia. Eles estavam muito preocupados com a minha "doença", então assim que chegaram começaram a me perguntar: "Como você está se sentindo?" e um monte de coisa assim. Bom, e eu, obviamente: "Melhor, mas ainda com dor".Já entrada a noite, me chamaram pra sair e eu, pra não levantar suspeitas, fui com eles. Parece que eles já tinham se cansado de ir dançar, então decidiram, junto com um grupo de amigos, fazer um churrasco na casa de uns conhecidos.

Quando cheguei, cumprimentei todo mundo, e de repente me deparo com a mina do outro dia (que por razões óbvias não vou dar o nome, mas vamos chamar de Nicole). Quando ela me viu, me cumprimentou super carinhosa e perguntou por que eu não tinha ido na balada no dia anterior. Eu respondi bem naturalmente que tinha ficado doente, mas que já estava melhor.

Depois de um tempinho comendo e conversando, chegou a parte boa: o pisco (pra quem não sabe, é uma bebida alcoólica daqui do meu país, geralmente misturada com Coca-Cola, o que a gente chama, claro, de piscola), que é indispensável em qualquer festa, encontro de amigos, etc.

Já tinham passado umas horas e muitos estavam bem bêbados, incluindo meus amigos, Gollo e Mario. De repente, vejo a Nicole se aproximar, me pegar pelo braço e me levar pra fora, bem longe da casa, e eu sem entender nada. De repente, ela para, se vira e me beija com muita paixão. Eu, ainda surpreso, não reajo a nada, então ela para e pergunta:

"O que foi?... Por acaso não te agrado?"

Eu, sem saber o que responder, fico calado.

"É isso?? Por acaso não te agrado?"

"Não, não é isso... é que você me pegou de surpresa."

"Ah, ainda bem, pensei que você tinha me trocado por outra."

"Se ela soubesse..." — pensei comigo mesmo, enquanto ria disfarçado.

"Bom, o que acontece é que... eu sei que no outro dia você ficou decepcionado comigo porque não quis ir além. Mas espero que me entenda... é que eu sou virgem... e... bom, quero que o homem com quem eu estiver pela primeira vez seja o cara certo."

Eu ia falar, mas ela me interrompeu...

"Mas parece que já encontrei..."

E me deu um beijo profundo enquanto começava a passar a mão na minha bunda e na minha... Entreperna
Bom, eu não me fiz de rogada e comecei a acariciar os peitos dela e a buceta dela. Aproveito pra descrever a Nicole: é uma morena de cabelo liso e olhos verdes, com uma cara de anjo. Tem uns peitos grandes e firmes, as pernas são longas com coxas firmes e torneadas, a bunda dela é grande e firme também, tem uma barriga lisa e chapada, e na buceta dela tem um triângulo de pelos bem cuidado.
Tava nessa enquanto começo a acariciar a buceta dela e ela me para.
"Acho que você é o cara certo, mas..."
E eu pensava comigo: porra, por que sempre tem que ter esse maldito "mas"?
"Esse não é o momento certo..."
Bom, não me restou nada além de me resignar...
Nessa hora, aparece o Mario num estado de bebedeira deplorável, balançando de um lado pro outro, e pelo que consegui entender das merdas que ele falava, era algo tipo:
"O Gollo tá inconsciente, a gente tem que levar ele pra casa..."
Com o coração na mão, tive que deixar a Nicole, mas não sem me despedir com um beijo profundo e um apertão na bunda dela.
Bom, enquanto levava o Gollo abraçado comigo, o Mario ia cantando e gritando feliz da vida, sem se importar se alguém acordasse e quisesse dar um tiro de escopeta nele.
Quando chegamos em casa, umas 4:30 da manhã, vi que a luz do quarto da Verônica tava apagada, então pensei que era melhor, porque assim ela não veria o estado do filho dela. Com a pouca ajuda que o Mario me deu, deitamos o Gollo. E depois de um tempo, o Mario caiu num sono profundo, que com certeza ia durar até tarde no dia seguinte. Isso me deu uma ideia excelente. Como meus amigos estavam muito bêbados e não acordariam nem se um caminhão passasse por cima, eu podia me enfiar no quarto da Verônica e curtir uma sessão de sexo gostoso sem me preocupar em ser descoberto.
Quando me certifiquei de que Mario estivesse bem dormido, me despi e fui na surdina pro quarto da Verônica, fechei a porta e me enfiei na cama. Nessa altura, eu já tava com a pica dura e pronta pra atacar. Me enfiei debaixo dos lençóis, puxei a calcinha dela pra baixo e levantei a camisola que ela tava usando, e comecei a chupar a buceta dela. Comecei a rodeá-la na virilha, depois lambi as paredes da buceta dela e, quando senti que ela tava ficando molhada, ela acordou assustada, acendeu a luz do quarto, levantou os lençóis e ficou me olhando com uma cara de dúvida.

Depois de uns segundos, ela me perguntou:
— O que você tá fazendo?? Podiam nos descobrir…
Aí eu expliquei a situação pra ela. Contei o estado deplorável que Mario e Gollo estavam, e o instinto maternal dela veio à tona. Antes que ela se levantasse, comecei a chupar a buceta dela de novo. Quando ela se acalmou mais, falei que era melhor assim, porque a gente podia aproveitar. E parece que a calentura falou mais alto, e ela se deitou de novo. Eu não perdi tempo e comecei a sugar o clitóris dela, que já tava bem inchado, enquanto ia subindo minhas mãos pros peitos dela.

Uns segundos depois, tirei a camisola dela e comecei a massagear os bicos dos peitos, e ela começou a gemer cada vez mais forte e intenso. Continuei lambendo e sugando até ela gozar, e eu, claro, não desperdicei essa reação e engoli todos os fluidos dela com muito prazer.

Depois, ela se endireitou, me deitou na cama e começou a chupar minha pica, que nessa hora tava no máximo da ereção. Começou chupando a cabeça, depois enfiou a cabeça na boca dela e começou com movimentos de sobe e desce na minha pica. Depois, começou a percorrer minha pica da base até a ponta, e de novo enfiou minha pica na boca, mas dessa vez inteira, e eu tava prestes a explodir. Ela percebeu e aumentou o ritmo até me fazer gozar dentro da boca dela. Claro, ela engoliu todo o meu sêmen com muito prazer.

Ela não parou de chupar até que "meu soldado" estivesse pronto pra atacar de novo. Mandei ela ficar de quatro e comecei a meter com força enquanto beijava o pescoço e as costas dela. Depois, virei ela de frente e comecei a meter com mais força, enquanto massageava os peitos dela e chupava os bicos. Ela começou a gemer igual uma puta, conforme eu aumentava o ritmo das minhas metidas. Depois de uns minutos, senti os fluidos dela começarem a escorrer, o que fez eu gozar dentro dela.

Ela caiu exausta em cima de mim. Ficamos naquela posição (ela com meu pau dentro dela) até ele ficar mole de novo.

Mas ainda faltava mais, porque eu não ia embora sem provar de novo aquele cu que me deixava louco. Mandei ela deitar de costas pra mim, e comecei a lamber o cu dela enquanto enfiava dois dedos na buceta dela. Continuei nisso até o cu dela relaxar, aí peguei o creme da mesinha dela e passei um pouco na entrada do cu. Com isso, meu pau ficou duro de novo, coloquei um travesseiro debaixo da barriga dela e enfiei a ponta do meu pau no cu dela, e ela tremeu toda. Depois de alguns segundos, enfiei o pau inteiro de uma vez. Virei ela, e ela começou a cavalgar no ritmo dela enquanto eu massageava os peitos dela que me matam. Ela foi aumentando o ritmo aos poucos até parecer uma louca em cima de mim. Ela gemia igual uma puta no cio. Depois de uns minutos, gozei junto com ela. Acho que foram seis espasmos de muito sêmen, dos quais quatro foram no cu dela e os outros dois na buceta e na barriga dela. Ela espalhou tudo pelo corpo dela.

Depois disso, ela saiu de cima de mim, me deu um beijo profundo e caiu exausta do meu lado…

…Pra mim, passaram só alguns segundos, mas quando abri os olhos de novo, já eram quase 10 da manhã, então levantei e fui pra minha cama antes que alguém acordasse e nos viu a Verónica e eu naquela situação tão comprometedora… Quando acordei já passava das 1 da tarde…

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