Esta es la segunda parte del final del relato, si no leyeron la primera mitad, les dejo el link acá:
http://www.poringa.net/posts/relatos/3855001/Como-descubri-que-mi-hermana-adora-mi-pija-FINAL---I.html
Ahora sí, el final del final.
Nos leemos más abajo.
Disfruten de lo que queda del relato.
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Me estaba terminando de vestir cuando el teléfono volvió a sonar, anunciando la llegada de otro mensaje.
Turno na segunda à noite. Se prepara.— Mas que filha da puta que ela é! — falei alto, bem irritado.
Só podia ser sacanagem. Se tinha uma coisa que me irritava ultimamente na Éyummy era que ela me enfiava turnos do jeito e na hora que bem entendia, e com muito pouco aviso.
Frustrado, me limitei a mandar um OK e joguei o celular na cama, numa tentativa idiota de aliviar um pouco da minha raiva. Ia ser melhor ter um taco de beisebol, ou uma marreta bem pesada, e alguma coisa pra quebrar.
Bufando como se assim meu ódio pudesse ser expelido, terminei de me vestir e saí do quarto pra ir até onde minha família estava com a Clara.
Cheguei no salão principal e percebi que não sabia exatamente onde minha irmã estava, então acabei pedindo ajuda pra um dos funcionários do lugar, que me deu as instruções pra achar o local.
Quando cheguei na porta dupla de madeira, não consegui evitar soltar uma risadinha. Era o mesmo lugar pra onde a Jessi tinha me levado umas horas antes.
Meio nervoso, mas confiante de que minha irmã e as amigas tinham dado um jeito de apagar qualquer vestígio que pudesse nos entregar sobre o que tinha rolado lá dentro, bati de leve na porta.
Na hora a porta abriu e me deparei com meu pai, já vestido com o terno cinza escuro, simples, mas impecável.
Apesar do que tinha prometido na época, minha mãe não deixou ele largar a dieta, e ainda convenceu ele a se matricular numa academia com ela. Dois anos depois dava pra ver o resultado desse esforço, com um físico que não lembrava de ter visto nele antes.
Meu pai tava com um sorriso de orelha a orelha, e nos olhos dele brilhava uma emoção contida.
— O que você tá esperando? Vai, entra! — falou, pegando na minha mão e praticamente puxando meu braço pra dentro do quarto.
Fiquei pasmo ao ver tanta beleza junta num Só lugar. Definitivamente, a grana que tinham pago pra organizar a festa naquele lugar tinha valido a pena. Todas as mulheres estavam lindas, com penteados super elaborados e uma maquiagem perfeita. Também usavam brincos e colares que eu nunca tinha visto elas usarem.
—E essas joias todas? —Perguntei, surpreso.
—Faz parte do serviço. Junto com a maquiagem, o salão e o resto, eles nos emprestam isso pra gente se exibir ainda mais. —Respondeu minha velha, toda animada. —Mas ó, —completou, séria— se a gente perder alguma coisa disso, a gente tem que pagar, então temos que cuidar como se fosse nossa vida!
Ela era quem tava mais perto da porta, o que me deixou ver direitinho os detalhes do vestido dela, roxo escuro, cheio de pedras e bordados florais. Assim como meu velho, o corpo dela tinha mudado pra melhor, e dava pra ver pelo corte do vestido colado no corpo, que ela provavelmente não tinha coragem de usar há muito tempo.
Betty era a que tava mais perto das três amigas. Tava usando um vestido azul marinho com uns detalhes bordados, com um decote que equilibrava bem no limite entre o elegante e o sensual. Ficava uma maravilha nela, mas dava a impressão de que algo podia escapar no meio de um espirro. Tava agarrada no braço do Guille, que eu cumprimentei numa boa.
Jessi tava bem atrás deles.
O fato de ser uma festa de gala não tinha sido impedimento pra Jessi se vestir de um jeito que pudesse chamar a atenção do mundo inteiro. Era uma deusa. Era um anjo. Era um demônio. Tudo isso e mais.
O vestido azul brilhante que ela tinha escolhido pra ocasião, também com detalhes de pedras e bordados, fazia uma marca pessoal nela que era a inveja de qualquer zagueiro do mundo. O decote era elegante, mas como ela não era tão bem dotada quanto a Betty, podia se dar ao luxo de mostrar muito mais do torso sem medo dos peitos escaparem. saíram pra tomar um ar.
A Jessi piscou um olho pra mim, virou-se e mostrou as costas, que estavam praticamente todas de fora, com o tecido aparecendo só alguns centímetros acima da bunda magnífica dela.
Umas tirinhas finas seguravam o vestido, que só ficava um pouco mais solto quando chegava nas coxas dela, de onde nascia a tatuagem de gatinho que enfeitava uma das pernas, esculpidas por algum mestre renascentista.
Resumindo, ela arrasava. E eu tinha que lutar contra a tentação de levar ela pra um quarto vazio, arrancar o vestido com os dentes e meter uma fodida nela que a fizesse gritar tão alto que todos os convidados ouvissem.
Ela olhou nos meus olhos e, pela mudança na expressão quando me viu, soube que a gente tava pensando a mesma coisa, o que fez ela soltar um sorriso cheio de safadeza.
Cheguei perto dela e dei um beijo suave nos lábios dela, me segurando no último segundo pra não enfiar minha língua até a garganta dela.
— Você tá linda. — Falei sorrindo. — E a Clara? — Perguntei pros outros, percebendo que ela não tava no quarto.
— Ela disse que ia fazer a entrada triunfal quando todo mundo tivesse aqui. — Disse a Betty. — Só faltava você.
— Cheguei, Clara! — Falei alto, caso ela ainda não soubesse que eu tinha chegado.
— Já vou! — A voz dela anunciou, vindo do banheiro.
A porta abriu e todo mundo ficou de boca aberta. Embora eu já tivesse visto ela com o vestido, toda arrumada, penteada e maquiada, era uma história completamente diferente.
Quem tinha cuidado de arrumar ela pro casamento fez um trabalho foda. O cabelo dela era uma obra de arte, a ponto de dar pra ver aqui e ali umas flores de cristal e prata presas nos fios, que estavam penteados em longos cachos que caíam como uma cascata pelas costas dela.
Meus pais foram os primeiros a se aproximar pra abraçar ela, tipo parabenizando, mas tomando todos os Precauções necessárias pra não estragar nenhum detalhe.
Assim que tiveram a chance, tanto a Jessi quanto a Betty se jogaram em cima da amiga pra rodeá-la e parabenizá-la de todas as formas possíveis.
— Você não vai falar nada? — Perguntou finalmente a Clara, que me olhava radiante de felicidade.
— Tô com medo de fazer alguma coisa se te abraçar. — Falei, igualmente sorrindo. — Cê tá linda, maninha. É um anjo.
— Não me faz chorar, idiota! — Exclamou, enquanto se aproximava com os olhos brilhando de lágrimas de emoção contida, pra finalmente me abraçar no meio das risadas dos outros.
— Depois me pergunta por que não falo nada! — Ri, me deixando abraçar por ela e envolvendo ela com meus braços.
— Bom, vamos ver se todo mundo vai, que isso já vai começar. — Minha mãe apressou a gente, olhando a hora no relógio de pulso chique, que com certeza também tinha sido fornecido pela organização.
Me soltei da minha irmã e todos fomos em procissão pro corredor, pra depois seguir em direção ao lugar do lado de fora onde ia rolar a cerimônia de casamento.
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A cerimônia tinha passado e já estávamos indo pro salão pra começar a festa. O sol já tava se pondo e o céu ficava num vermelho intenso.
Tudo tinha saído perfeitamente, o clima tinha colaborado com uma temperatura agradável, e as únicas gotas que caíram naquela tarde foram as lágrimas derramadas pelos convidados enquanto Clara e Tomás eram declarados marido e mulher.
Eu tinha curtido especialmente aquele breve cumprimento com o Tomás. Ao contrário do que todo mundo esperava, eu tinha abraçado ele com força e desejado o melhor pra eles no futuro.
Ficar revirando na minha cabeça como eu tinha feito a esposa dele gozar de forma brutal poucas horas antes do casamento tinha funcionado muito bem pra me fazer sorrir de forma natural enquanto falava com ele.
Eu tava andando com a Jessi até nossa mesa, quando meu celular avisou de novo que tinha recebido uma mensagem, então peguei ele. e mais uma vez me deparei com uma mensagem da Éyummy.Venham hoje à meia-noite. Plantão URGENTE.Isso já era me tratar como otário. Furioso, respondi que a gente tinha combinado que aquele dia era minha folga, então era melhor ele arranjar um substituto.
- O que foi? - Perguntou a Jessi, que tinha notado a mudança de humor na minha cara.
Sem dizer uma palavra, mostrei a tela do celular pra ela.
- Tá de sacanagem? - Exclamou, tão puta quanto eu, tentando controlar o volume da voz pra não chamar atenção. - Ele não vai te dar nem a folga que você pediu? Por que ele não vai tomar no cu?
- Shhhhh… - Sentamos na mesa e olhei em volta pra garantir que ninguém tava prestando atenção. - Você já viu o que eu respondi, nem fodendo que eu vou pra lá. - Falei num tom calmo.
Mal terminei de falar isso, o celular tocou de novo.Ou você vem atender esse turno ou é melhor procurar outro trampo.Olhei pra tela sem acreditar no que acabava de ler. Era a primeira vez que a Éyummy usava uma ameaça daquele tipo. Parecia que a farsa da Éyummy tinha acabado e ela tinha resolvido tirar a máscara e se mostrar como realmente era na hora de tocar o negócio dela.
Mostrei o telefone pra Jessi de novo, mas fiz um sinal pra ela não falar nada sobre aquilo. Ela me olhou realmente furiosa, e a boca dela se mexia mesmo fechada, como se estivesse ruminando todos os xingamentos que queria dedicar à minha chefe.
E ela tinha motivos pra xingar. Mais de uma vez eu tinha sido obrigado a cancelar algum rolê ou algum plano que a gente tinha preparado por ter que atender algum turno surpresa que a Éyummy me passava em cima da hora.
Isso tinha causado mais de um momento tenso entre a gente. Mas a Jessi tinha aguentado isso e mais por mim. Não era nada fácil pra ela, por mais que estivesse por dentro do meu trampo, aceitar que eu deixava chupar minha rola por alguma desconhecida várias vezes por semana.
Eu não queria me enganar: se os papéis tivessem invertido, quase certeza que não teria aguentado uma relação assim. Jessi era uma em um milhão, e merecia algo melhor do que eu tinha oferecido pra ela todo esse tempo.
Respirei fundo várias vezes por uns dois minutos, pensando. Tinha me ligado que tava numa encruzilhada. Se eu desse o OK pra Éyummy, basicamente tava me entregando de bandeja, e deixava claro que a partir daquele momento ela podia me chamar a qualquer hora, sem se importar com nada do que eu tivesse fazendo, que eu ia correndo trabalhar.
Fechei os olhos por uns instantes, e quando abri de novo, já tinha tomado uma decisão.
Um minuto depois, virei pra Jessi, que olhava pra frente sem olhar nada de verdade, os olhos dela cheios de raiva contida.
— Toma. — Falei, entregando o celular pra ela.
— Que que foi agora? — Perguntou, tensa.
— Olha o que eu escrevi. — Respondi, apontando pra tela. tela.
Jessi olhou para baixo e ficou de boca aberta ao ver a mensagem que estava na parte de baixo, esperando para ser enviada.Ok. Enfia esse turno no teu cu. Vai procurar outro otário que aguente esse trampo. Tô fora.Jessi ficou me olhando como se eu tivesse anunciado que ia fazer uma cirurgia pra diminuir minha pica.
— Você tem certeza disso?
— Sim. — Respondi com firmeza. — Já cansei.
— Mas… e a grana? Como você vai fazer até arrumar outro trampo? — A cara de Jessi era um mar de dúvidas.
— Esqueceu que tenho uma porrada de dinheiro guardado? — Falei, tranquilizando ela. — Na verdade era pra alguma viagem ou algo assim, mas já não importa. Tenho o suficiente pra aguentar vários meses. Agora me diz o que você quer fazer. — Completei.
— Como assim? — A dúvida no rosto dela virou confusão.
— Viu que a mensagem ainda tá lá, sem enviar?
— Vi.
— Então, vou deixar você mandar. — Falei sorrindo. — Você foi quem teve que aturar toda essa merda por causa do meu trampo, então é quem mais merece fazer isso. Passo a honra pra você.
Inclinei a cabeça e movi minha mão de forma cerimoniosa, fingindo que era um ritual super importante.
A cara de Jessi era uma montanha-russa de emoções, mas o que mais se destacava era uma mistura de felicidade e alívio. Era óbvio que ela estava tirando um peso enorme das costas.
Ela respirou fundo e, com uma expressão de felicidade total, finalmente enviou a mensagem apertando com força a tela, como se assim a mensagem fosse chegar mais rápido ou garantisse que não teria nenhum erro na conexão que impedisse minha demissão de chegar na Éyummy.
— Essa semana, sem falta, vou falar com o pessoal do RH. — Anunciou Jessi, enquanto me devolvia o celular.
— Pra quê? — Perguntei, sem entender.
— Pra quê vai ser? — Retrucou, ainda sorrindo. — Pra te arrumar um cargo na empresa!
— Mas você pirou? — A surpresa e o nervosismo tinham tomado conta de mim, o que dificultava controlar o volume da minha voz. — Como você vai fazer eu entrar na empresa se eu mal passei da metade da faculdade?
— Você passou vinte matérias em dois anos, seu animal. — Comentou. Jessi, me fulminando com o olhar. —E ainda por cima com média oito!
—Bom, mas eu tinha um monte de tempo livre, e você e a Clara me deram uma puta força com… —Comecei, tentando me defender um pouco, mas ela não me dava tempo pra nada.
—Não vem com papinho furado. —Falou, me calando na hora. —Por mais ajuda que uma pessoa tenha, quase ninguém é capaz de fazer o que você fez.
—Sim, mas…
—Mas nada. —Decretou Jessi. —Além disso, reclama à vontade, mas um bom contato vale mais que o melhor currículo. Tenho uns conhecidos lá no RH que me devem uns favores, então é só questão de tempo até arrumarem um lugar pra você.
—Você é maluca.
—Tô namorando um cara que até cinco minutos atrás vivia de chupar rola, que é irmão de uma das minhas melhores amigas, e que ainda por cima organizei com ela mesma pra ele comer a própria irmã no dia do casamento dela. E, por sinal, fiquei com um tesão danado vendo vocês treparem. —Falou, baixando a voz pra quem tava se aproximando da mesa não ouvir. —Só agora cê percebe que sou maluca? —Finalizou, soltando uma gargalhada que quem tava por perto ouviu, fazendo umas cabeças virarem na nossa direção.
—Cê tem razão. Se aguentou tudo isso, cê é bem doida. —Concordei, caindo na risada junto.
Quando as risadas pararam, Jessi encostou a cabeça no meu ombro, e ficamos em silêncio por uns minutos, enquanto o resto do povo se acomodava nas mesas espalhadas pelo salão principal.
De repente, Jessi levantou a cabeça e colou a boca no meu ouvido.
—Lembra do que eu te falei quando a gente tava no corredor? —Perguntou num sussurro sedutor.
—Aquilo de que você queria ela toda pra você?
—Eu quero ela agora.
Um roçar entre minhas pernas me avisou que a mão de Jessi tinha descido pra reivindicar o prêmio dela. Mas não era o momento certo.
—Vai ter que esperar um pouquinho. mais. —Falei, tentando acalmá-la.
—Você não quer que eu me meta debaixo da mesa pra você me dar tudo agora? —Insistiu, enquanto a mão dela começava a me acariciar, me provocando.
Meu pau tava mais do que feliz com essas provocações, e tava endurecendo com muita facilidade. Mas a gente ia ter chance de matar a vontade, por mais que me fascinasse a ideia de ter a Jessi me chupando debaixo da mesa no meio de uma festa de casamento.
—Se comporta.
—Mas se você gosta que eu me comporte mal. —Protestou, fazendo biquinho, o que a deixava ainda mais gostosa ao fingir uma inocência que não tinha.
—A gente já vai se comportar mal, não se preocupa.
—Mais te vale, tô precisando de pau mais do que nunca. —Concluiu, com um tom que dava a entender que eu tinha que estar bem preparado pra aquele momento.
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Umas horas tinham passado, já era bem de noite, e o clima continuava bem animado. A gente tinha passado o tempo conversando com minha família, com a família do noivo e com amigos. Também fomos provando vários pratos de comida, todos excelentes, interrompidos de vez em quando por levas de música que chamavam os convidados pra dançar.
Depois da entrada triunfal dela e da dança tradicional dos recém-casados, a Clara e o maridão ocupavam uma mesa no centro do salão, dominando a vista. Era incrível como minha irmã conseguia me foder enquanto usava o vestido de noiva e, poucas horas depois, estar sentada ao lado daquele idiota com um sorriso de felicidade plena.
Ou ela era a rainha da enganação, ou tinha alguma coisa na mente da minha irmã que eu nunca ia entender. Mais um motivo pra adicionar à lista de coisas pelas quais nunca me passaria pela cabeça ficar de casal com ela.
Os garçons começaram a recolher os pratos das mesas e, aos poucos, as luzes do salão foram se apagando. Mais uma vez, a música ecoou forte no salão, como se estivesse mandando a gente gritar que era hora de dançar.
Jessi me olhou nos olhos, a mão dela desceu pra roçar meu entreperna, e não precisei de mais nada pra entender suas intenções pervertidas.
A gente se levantou e foi dos primeiros a entrar na pista de dança. A cada passo, a gente ia se movendo na direção do corredor que levava aos quartos.
O desespero, e principalmente a excitação, em nós dois era tão palpável que eu me surpreendia de ninguém perto da gente sentir aquilo enquanto passávamos de mãos dadas.
De repente, a Jessi mudou de direção pra porta que dava pra fora.
— Gostei dessa forma de pensar. — Falei no ouvido dela por cima da música, sacando as intenções que ela tinha.
— Precisamos pegar um ar. — Comentou, assim que a gente saiu pro silêncio daquela área, onde mal dava pra ouvir os sons do salão.
— Parecia que você queria pegar mais do que ar. — Respondi, fingindo confusão.
— Cala a boca, idiota.
A gente ainda tava rindo quando chegou numa área meio afastada, quase sem iluminação. O lugar tinha uns bancos, cercados de árvores, o que dava uma certa privacidade. Ou tanta privacidade quanto um lugar ao ar livre podia dar.
— Agora sim. — Anunciou a Jessi, me empurrando contra um dos bancos pra eu sentar. — Vai me dar a cum, love?
— Claro, gostosa. — Respondi, enquanto soltava o cinto e abria a calça pra deixar meu pau, já bem duro, sair pra pegar um ar também. — Vai, serve direto da bica, putinha, do jeito que você gosta.
Sacudi meu pau um pouco na frente dela, que olhava feito um bicho morto de fome vendo a comida favorita. E a Jessi, obediente, levantou o vestido pra não sujar e se ajoelhou, pronta pra engolir meu pau como só ela sabia.
Sem perder tempo, ela pegou meu pau com a mão direita e abriu a boca na hora pra dar espaço pra língua. Começou a passar da base, lambendo até subir devagar na cabeça. Depois deu vários beijinhos enquanto me batia uma, devagar, mas Com firmeza.
Cada vez que engolia a ponta da minha pica, ela deixava cair toda a saliva acumulada na boca, e logo senti meu pau todo bem lubrificado.
Mas a Jessi tava só esquentando os motores. Decidida a não deixar ninguém roubar o primeiro lugar do ranking, avançou com a boca em direção ao meu corpo, deixando minha pica abrir caminho pela garganta dela.
A experiência que ela tinha com meu pau dava pra notar. Não passaram nem dez segundos e ela já tava com o nariz encostado no meu corpo.
Passei as mãos pela cabeça dela, com todo cuidado pra não estragar o penteado, e coloquei na nuca.
— Tá pronta? — perguntei, ligado na resposta dela.
A Jessi olhou pra cima com os olhos pretos enormes, cheios de tesão, e só balançou a cabeça, já pronta pro que vinha a seguir.
Firmei o agarre e pressionei a cabeça dela até os lábios tocarem meu corpo. Sem quebrar esse contato, me levantei e comecei a comer a boca dela como se fosse mais um buraco, feito pura e exclusivamente pra receber minha pica.
Minha cintura se movia pra trás e pra frente num percurso curto, mas o suficiente pra minha pica entrar e sair uns centímetros da garganta dela.
Cada vez que eu fazia isso com ela, sentia todo tipo de sensação que não dava pra comparar com nada.
Uns segundos depois, soltei a boca da Jessi pra ela recuperar o ar.
— Tá molhadinha? — perguntei, com a voz cheia de tesão. — Já quer ela dentro? Não quer, putinha?
— Não aguento mais. — respondeu, enquanto se levantava e lutava pra normalizar a respiração.
A Jessi chegou perto do banco e ficou de quatro. Terminou de levantar o vestido até deixar a calcinha fio-dental minúscula à mostra, que eu puxei pro lado quando me coloquei atrás dela.
— É isso que você quer? — encostei só a ponta da minha pica na entrada dela e senti o corpo tremer levemente. — Quer minha pica bem dentro?
— Ai, sim… Por favor, amor... Me dá teu pau... -Jessi já tava gemendo de desespero e eu curtia como nunca.
Passei a ponta do meu pau por fora da bucetinha dela, subindo e descendo, sentindo como ela tava tão molhada que um fio do néctar escorria pela parte interna da coxa dela.
-Não me faz implorar, por favor... Mete, vai.
-Quero ouvir você implorar, gostosa. -Falei, chegando perto do ouvido dela pra sussurrar. -Quero que me diga o quanto você quer que eu meta.
-Por favor, Pedro, mete bem fundo. Não seja ruim. Preciso do teu pau. Preciso sentir como você enche bem minha buceta com esse pau que você tem. Por favor, te imploro. -Ela soava tão desesperada que parecia que ia chorar a qualquer momento. -Come essa puta de uma vez. Desde que te vi comendo a Clara que tô desesperada pra ter ele inteiro dentro de mim. Por favor... AIIIIIIIIIIII! QUE GOSTOSOOOOOO!
Era compreensível que ela tivesse gritado assim, já que enfiei o pau de uma vez até meu corpo bater no dela, mas não tava a fim de que ninguém nos visse.
-Abaixa a voz, puta. -Ordenei, batendo a mão numa das nádegas dela. -Ou vão cortar nosso barato, e não quero parar até te dar tudo.
-Eu abaixo a voz, mas você começa a arrebentar minha buceta de pica. -Respondeu Jessi, dominada por um desejo animal.
-É, sim? Cuidado com o que deseja.
Com uma das mãos no ombro dela e a outra na cintura, me afastei de novo até deixar só a ponta do meu pau dentro dela e investi com toda força até nossos corpos se juntarem de novo.
Repeti o movimento uma vez e outra, deixando passar uns segundos entre cada ataque, permitindo que Jessi curtisse sentir o cuzinho cheio como ela queria.
Mas na minha cabeça tinha uma luta entre minha vontade de dar tanto prazer quanto possível e a necessidade urgente de gozar. Aquela interrupção sem graça quando tava com a Clara tinha me deixado ainda mais na vontade de Soltar tudo que eu tinha guardado.
Que fosse o que Deus quisesse. Comecei a bombar a toda velocidade, rezando pra Jessi gozar primeiro, porque só pensava em parar quando eu terminasse.
Jessi até tentava segurar os gritos, mas tava dificultando pra caralho. Uma das mãos dela foi parar na boca, tentando abafar os gemidos fortes que soltava, e que eu adorava ouvir.
Por sorte pra mim, a aposta deu certo, porque uns segundos depois eu sentia a buceta dela inundar, banhando meu pau com o calor dela até sentir os fluidos escorrendo pelo menor espaço que tinha, molhando o chão perto da gente.
Fechei os olhos e esqueci de tudo, menos da sensação do meu pau envolvido pelo calor da Jessi e do barulho molhado que meu corpo fazia ao bater na bunda dela cada vez que enfiava até o fundo. Não queria parar meu ataque por nada nesse mundo.
— Você queria meu pau, agora não adianta pedir pra parar. — Falei, com os dentes trincados de esforço, ao sentir que as pernas da Jessi pareciam tremer. — Vai aguentar até eu gozar, ouviu?
Dei um tapa forte na bunda dela pra fazer ela reagir, e funcionou na hora, porque ela se endireitou de novo, pernas firmes no chão, deixando aquela bunda linda bem empinada.
Aproveitei a chance e soltei a cintura dela pra levar a mão pra cima. Enfiei o polegar na boca pra molhar com toda a saliva que tinha e depois levei até o cu dela pra brincar com a entrada.
Jessi parecia distraída demais com o castigo que a buceta dela tava levando. Sorrindo pela chance de pegar ela desprevenida, fiz pressão com o polegar.
— Ai, sim… Como me excita quando você faz isso! — Exclamou Jessi, lutando pra não gritar bem alto. — Enfia tudo!
— Que puta viciada que você é… Adoro que você seja assim. — Falei, enquanto obedecia e enfiava o polegar até o resto da minha mão voltar a fazer contato com a bunda dela.
Naquela posição, meu dedo funcionava quase como um gancho, que eu usava como ponto de apoio pra continuar me impulsionando e castigar o cuzinho dela, que mais uma vez voltava a me banhar com o próprio gozo.
— Você tá no auge! — comentei, sem parar de mexer a cintura. — Dá pra ver que ficou bem excitada quando me viu à tarde!
Esperei a resposta dela, mas a única coisa que saía da boca da Jessi eram gemidos e suspiros intercalados com tentativas fracas de recuperar o fôlego.
A excitação subia cada vez mais. Ter transado com a Clara depois de tanto tempo, logo no mesmo dia do casamento dela, enquanto ela ainda usava o vestido de noiva, tinha sido uma experiência única na vida.
Aquela porra de interrupção tinha cortado o clima, mas meu pau finalmente tinha a chance de descontar, e a pobrezinha da bocetinha da Jessi era quem pagava o preço.
De novo, as pernas dela tremeram, mostrando um novo orgasmo. Mas eu continuava insistindo no castigo. Dava pra perceber como ela perdia as forças e as pernas não tinham mais a mesma firmeza de minutos atrás.
— Aguenta mais um pouco, Jessi. — rosnei, no meio do esforço.
— Por favor, Pedro… Me dá tudo… — respondeu Jessi, entre gemidos cada vez mais fracos.
Comecei a sentir aquele formigamento gostoso, e acelerei mais um pouco o ritmo pra finalmente chegar ao meu clímax. Mas, decidido a dar um último gosto pra Jessi, apertei com mais força pra enterrar meu polegar o mais fundo possível no cu dela e comecei a sacudir bem rápido.
— Ai, Deus… Deus… ah… ah…
Mal dava pra entender o que ela dizia, mas não precisava ser gênio pra saber que ela tava adorando.
— Goza, putinha. — ordenei quase aos gritos, dominado por um desejo animal de ver ela se desidratar de tanto orgasmo. — Goza, vai, assim você leva seu prêmio! — Mais uma vez, bati minha mão na bunda dela.
Diminui o ritmo das minhas penetradas, mas compensei com a intensidade, empurrando com as forças que me restavam, até o impacto final. do nosso corpo era mais forte que o de dois trens colidindo de frente.
Jessi tapou a boca com as duas mãos, mas mesmo assim eu consegui ouvir claramente o grito que ela soltou quando chegou ao último dos seus orgasmos.
Eu me retirei completamente e meu pau finalmente abandonou seu lugar favorito, para depois me ajoelhar e beber todo o néctar dela que ainda não tinha ido parar no chão.
— Que delícia que é sua buceta! — falei, passando a língua nos lábios enquanto me levantava de novo. — Agora vem aqui, assim eu fodo você com seu prêmio.
Jessi tinha se deixado cair no banco que, até aquele momento, ela tinha usado pra se apoiar. Ainda respirava fundo, buscando o ar que tinha perdido, mas conseguiu se ajeitar e sentou na minha frente, com a boca aberta e o olhar cheio de expectativa.
Coloquei meu pau a poucos centímetros dela e me masturbei furiosamente, acelerando tudo pra chegar no bendito orgasmo que tinha se feito de rogado o dia inteiro.
Pus minha mão na nuca dela e Jessi, quase como um reflexo, aproximou a boca pra que minha cabeça entrasse nela.
Minha mente ficou em branco por um instante e um espasmo forte percorreu meu corpo até meu pau soltar meu esperma, que jorrou disparado em alta velocidade direto pra garganta de Jessi.
Mais três vezes meu pau tremeu dentro da boca dela, e nem quando eu soltei um suspiro relaxado ela se desgrudou de mim. Tava decidida a tomar até a última gota, e mostrou isso, deixando a língua brincar com a minha cabeça.
Uns segundos depois, Jessi soltou meu pau e fechou a boca, pra depois engolir minha descarga.
— Aaaaaaah! — suspirou, como alguém que dá o primeiro gole numa bebida refrescante num dia de calor intenso. — Saiu bem grossa hoje, Pedrito! — comentou, enquanto passava a língua nos lábios.
— Finalmente! — comemorei, me deixando cair no banco ao lado dela. — Tava precisando muito disso.
Jessi se aproximou, envolveu minha cintura com os braços e apoiou a cabeça no meu ombro. Ficamos assim por um tempo, sentados no banco, apenas iluminado pelas luzes que vinham do salão. A música ainda tocava, mas era questão de tempo até parar e o pessoal voltar pros seus lugares.
— Ei, Jessi, melhor a gente ir voltando.
— Não, deixa eu descansar, não aguento mais. — Ela respondeu, com a voz cansada.
— Vai perder a mesa de doces? — Perguntei, sabendo da fraqueza dela.
— Verdade! — Exclamou, levantando na hora.
Sem perder mais tempo, a gente se ajeitou do jeito que deu e voltou pro salão.
A música tava cada vez mais alta, mas o que chamou nossa atenção foi um casal na porta. O cara tava fumando, e apontou na nossa direção quando viu a gente chegando. A mulher caiu na risada seguindo o dedo do cara, e aí percebemos que eram a Betty e o Guille.
— Se divertiram, galera? — Perguntou a Betty, depois que as risadas pararam.
— Foi tão na cara assim?
Não precisava a Jessi perguntar o que a amiga queria dizer. Por mais cuidado que a gente tivesse tentado ter, estávamos os dois meio suados e despenteados, e a Jessi tava com a maquiagem um pouco borrada. Não precisava ser Sherlock Holmes pra sacar o que a gente tinha feito naquele canto afastado.
— Quando vimos que vocês não estavam, a gente pegou vocês saindo por essa porta. — Disse o Guille, apontando pra porta atrás dele. — E a Betty falou que certeza que vocês tinham ido transar. Não sei como ela sabia, mas aproveitamos que eu queria sair pra fumar e esperamos pra ver se vocês voltavam pra confirmar. E aqui estão. — Concluiu, sorrindo largo, todo convencido.
— Melhor vocês irem no banheiro se ajeitar, senão todo mundo vai sacar o que rolou. Vão, antes que a música acabe. — Comentou a Betty, com um sorriso ainda maior que o do namorado.
Eu e a Jessi nos olhamos e rimos do estado que a gente tava. Melhor dar ouvidos pra Betty, ou íamos ter que aguentar olhares demais dos outros convidados.
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O céu já começava a esclarecendo quando a festa começou a acabar. Todos os convidados já tinham ido embora e só restavam aqueles que iam dormir nos quartos designados pelo pessoal do local.
Tomás e Clara já tinham ido para o quarto deles para consumar a noite de núpcias num quarto preparado especialmente pra eles, e o resto de nós foi descansar depois de uma noite realmente agitada.
— Coitado do Tomás. — Comentou a Jessi, enquanto tirava o vestido com todo cuidado.
— Por quê? — Perguntei, enquanto tirava o terno e largava tudo no encosto de uma cadeira.
— Como assim “por quê”? Você não percebe que agora ele vai transar com a sua irmã?
— E daí?
— E daí que agora quero ver ele tentando satisfazer a Clara depois que você enfiou um pedaço desse tamanho na mulher dele! — Ela disse, caindo na risada.
Não tive escolha a não ser rir junto. Toma, otário. Vai lá fazer a minha irmã esquecer da minha pica, se conseguir. Pensei com malícia.
— Você tem razão. — Admiti. — Quase que eu sentiria pena se ele não me caísse tão mal.
— A Clara escolheu ele, então é isso que você tem que aguentar. — Comentou a Jessi, sabendo que nada do que dissesse ia me fazer mudar de ideia.
A gente se deitou na cama e apagou as luzes, já prontos pra descansar, quando a Jessi falou de novo enquanto se encostava mais no meu corpo.
— Mas, não se preocupa.
— Não me preocupar com o quê?
— Ela vai te procurar de novo quando voltarem da lua de mel.
— Você acha? — Perguntei, depois de uns segundos de silêncio. — E você não se importa? Vai ficar com ciúme se eu foder a minha irmã na sua frente?
— De jeito nenhum. Você sabe bem o quanto me excita ver essa pica — ela colocou a mão na minha virilha e começou a acariciar — entrando na buceta da sua irmã. Além disso, da próxima vez eu entro junto. Pode esquecer que vou ficar só olhando de novo sem participar da diversão.
— É, já te vi à tarde. — Falei, enquanto sorria ao lembrar do olhar de tesão dela ver eu e a Clara.
—Tava faltando pouco pra você se jogar em cima da gente.
—A Betty também tava na mesma.
—Ela apertou meu pau quando percebeu o pulinho que deu ao ouvir falar da outra amiga dela.
—Acho que na próxima vez que ela vier visitar, a gente vai fazer uma reunião só nós três pra relembrar os velhos tempos.
—Só vocês três?
—Bom, talvez você venha com a gente pra ajudar a relembrar uns momentos gostosos. —Jessi começou a se mexer debaixo dos lençóis. —No fim das contas, as melhores amigas não têm problema em compartilhar. —Concluiu antes de puxar meu pau pra fora e começar a chupar.
Enquanto colocava as mãos atrás da cabeça pra ficar mais confortável, tinha uma coisa que eu não podia negar: minha irmã não era a única que adorava meu pau.
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E é isso, chegamos ao fim dessa história. A verdade é que não pensei que fosse ter uma recepção tão boa, mas por sorte foi assim, e acabei escrevendo um conto de dezoito capítulos, algo que não tinha planejado quando comecei a escrever.
Desde já, muito obrigado a quem deu força nos comentários, no chat só pra me parabenizar pela história, e a quem gastou aqueles segundos pra me dar pontos no post.
Por enquanto vou dar uma pausa, mas uma hora vocês vão me ver postando de novo, isso é certeza.
Como um bônus pequeno, deixo aqui umas imagens que serviram de inspiração pras três amigas (só entendam que me inspirei nelas, não necessariamente elas são assim na minha imaginação, e vocês podem fantasiar com elas do jeito que preferirem):
Noelle Easton — Betty:

Emily Willis - Jessi:

E finalmente Dolly Little - Clara:

http://www.poringa.net/posts/relatos/3855001/Como-descubri-que-mi-hermana-adora-mi-pija-FINAL---I.html
Ahora sí, el final del final.
Nos leemos más abajo.
Disfruten de lo que queda del relato.
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Me estaba terminando de vestir cuando el teléfono volvió a sonar, anunciando la llegada de otro mensaje.
Turno na segunda à noite. Se prepara.— Mas que filha da puta que ela é! — falei alto, bem irritado.
Só podia ser sacanagem. Se tinha uma coisa que me irritava ultimamente na Éyummy era que ela me enfiava turnos do jeito e na hora que bem entendia, e com muito pouco aviso.
Frustrado, me limitei a mandar um OK e joguei o celular na cama, numa tentativa idiota de aliviar um pouco da minha raiva. Ia ser melhor ter um taco de beisebol, ou uma marreta bem pesada, e alguma coisa pra quebrar.
Bufando como se assim meu ódio pudesse ser expelido, terminei de me vestir e saí do quarto pra ir até onde minha família estava com a Clara.
Cheguei no salão principal e percebi que não sabia exatamente onde minha irmã estava, então acabei pedindo ajuda pra um dos funcionários do lugar, que me deu as instruções pra achar o local.
Quando cheguei na porta dupla de madeira, não consegui evitar soltar uma risadinha. Era o mesmo lugar pra onde a Jessi tinha me levado umas horas antes.
Meio nervoso, mas confiante de que minha irmã e as amigas tinham dado um jeito de apagar qualquer vestígio que pudesse nos entregar sobre o que tinha rolado lá dentro, bati de leve na porta.
Na hora a porta abriu e me deparei com meu pai, já vestido com o terno cinza escuro, simples, mas impecável.
Apesar do que tinha prometido na época, minha mãe não deixou ele largar a dieta, e ainda convenceu ele a se matricular numa academia com ela. Dois anos depois dava pra ver o resultado desse esforço, com um físico que não lembrava de ter visto nele antes.
Meu pai tava com um sorriso de orelha a orelha, e nos olhos dele brilhava uma emoção contida.
— O que você tá esperando? Vai, entra! — falou, pegando na minha mão e praticamente puxando meu braço pra dentro do quarto.
Fiquei pasmo ao ver tanta beleza junta num Só lugar. Definitivamente, a grana que tinham pago pra organizar a festa naquele lugar tinha valido a pena. Todas as mulheres estavam lindas, com penteados super elaborados e uma maquiagem perfeita. Também usavam brincos e colares que eu nunca tinha visto elas usarem.
—E essas joias todas? —Perguntei, surpreso.
—Faz parte do serviço. Junto com a maquiagem, o salão e o resto, eles nos emprestam isso pra gente se exibir ainda mais. —Respondeu minha velha, toda animada. —Mas ó, —completou, séria— se a gente perder alguma coisa disso, a gente tem que pagar, então temos que cuidar como se fosse nossa vida!
Ela era quem tava mais perto da porta, o que me deixou ver direitinho os detalhes do vestido dela, roxo escuro, cheio de pedras e bordados florais. Assim como meu velho, o corpo dela tinha mudado pra melhor, e dava pra ver pelo corte do vestido colado no corpo, que ela provavelmente não tinha coragem de usar há muito tempo.
Betty era a que tava mais perto das três amigas. Tava usando um vestido azul marinho com uns detalhes bordados, com um decote que equilibrava bem no limite entre o elegante e o sensual. Ficava uma maravilha nela, mas dava a impressão de que algo podia escapar no meio de um espirro. Tava agarrada no braço do Guille, que eu cumprimentei numa boa.
Jessi tava bem atrás deles.
O fato de ser uma festa de gala não tinha sido impedimento pra Jessi se vestir de um jeito que pudesse chamar a atenção do mundo inteiro. Era uma deusa. Era um anjo. Era um demônio. Tudo isso e mais.
O vestido azul brilhante que ela tinha escolhido pra ocasião, também com detalhes de pedras e bordados, fazia uma marca pessoal nela que era a inveja de qualquer zagueiro do mundo. O decote era elegante, mas como ela não era tão bem dotada quanto a Betty, podia se dar ao luxo de mostrar muito mais do torso sem medo dos peitos escaparem. saíram pra tomar um ar.
A Jessi piscou um olho pra mim, virou-se e mostrou as costas, que estavam praticamente todas de fora, com o tecido aparecendo só alguns centímetros acima da bunda magnífica dela.
Umas tirinhas finas seguravam o vestido, que só ficava um pouco mais solto quando chegava nas coxas dela, de onde nascia a tatuagem de gatinho que enfeitava uma das pernas, esculpidas por algum mestre renascentista.
Resumindo, ela arrasava. E eu tinha que lutar contra a tentação de levar ela pra um quarto vazio, arrancar o vestido com os dentes e meter uma fodida nela que a fizesse gritar tão alto que todos os convidados ouvissem.
Ela olhou nos meus olhos e, pela mudança na expressão quando me viu, soube que a gente tava pensando a mesma coisa, o que fez ela soltar um sorriso cheio de safadeza.
Cheguei perto dela e dei um beijo suave nos lábios dela, me segurando no último segundo pra não enfiar minha língua até a garganta dela.
— Você tá linda. — Falei sorrindo. — E a Clara? — Perguntei pros outros, percebendo que ela não tava no quarto.
— Ela disse que ia fazer a entrada triunfal quando todo mundo tivesse aqui. — Disse a Betty. — Só faltava você.
— Cheguei, Clara! — Falei alto, caso ela ainda não soubesse que eu tinha chegado.
— Já vou! — A voz dela anunciou, vindo do banheiro.
A porta abriu e todo mundo ficou de boca aberta. Embora eu já tivesse visto ela com o vestido, toda arrumada, penteada e maquiada, era uma história completamente diferente.
Quem tinha cuidado de arrumar ela pro casamento fez um trabalho foda. O cabelo dela era uma obra de arte, a ponto de dar pra ver aqui e ali umas flores de cristal e prata presas nos fios, que estavam penteados em longos cachos que caíam como uma cascata pelas costas dela.
Meus pais foram os primeiros a se aproximar pra abraçar ela, tipo parabenizando, mas tomando todos os Precauções necessárias pra não estragar nenhum detalhe.
Assim que tiveram a chance, tanto a Jessi quanto a Betty se jogaram em cima da amiga pra rodeá-la e parabenizá-la de todas as formas possíveis.
— Você não vai falar nada? — Perguntou finalmente a Clara, que me olhava radiante de felicidade.
— Tô com medo de fazer alguma coisa se te abraçar. — Falei, igualmente sorrindo. — Cê tá linda, maninha. É um anjo.
— Não me faz chorar, idiota! — Exclamou, enquanto se aproximava com os olhos brilhando de lágrimas de emoção contida, pra finalmente me abraçar no meio das risadas dos outros.
— Depois me pergunta por que não falo nada! — Ri, me deixando abraçar por ela e envolvendo ela com meus braços.
— Bom, vamos ver se todo mundo vai, que isso já vai começar. — Minha mãe apressou a gente, olhando a hora no relógio de pulso chique, que com certeza também tinha sido fornecido pela organização.
Me soltei da minha irmã e todos fomos em procissão pro corredor, pra depois seguir em direção ao lugar do lado de fora onde ia rolar a cerimônia de casamento.
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A cerimônia tinha passado e já estávamos indo pro salão pra começar a festa. O sol já tava se pondo e o céu ficava num vermelho intenso.
Tudo tinha saído perfeitamente, o clima tinha colaborado com uma temperatura agradável, e as únicas gotas que caíram naquela tarde foram as lágrimas derramadas pelos convidados enquanto Clara e Tomás eram declarados marido e mulher.
Eu tinha curtido especialmente aquele breve cumprimento com o Tomás. Ao contrário do que todo mundo esperava, eu tinha abraçado ele com força e desejado o melhor pra eles no futuro.
Ficar revirando na minha cabeça como eu tinha feito a esposa dele gozar de forma brutal poucas horas antes do casamento tinha funcionado muito bem pra me fazer sorrir de forma natural enquanto falava com ele.
Eu tava andando com a Jessi até nossa mesa, quando meu celular avisou de novo que tinha recebido uma mensagem, então peguei ele. e mais uma vez me deparei com uma mensagem da Éyummy.Venham hoje à meia-noite. Plantão URGENTE.Isso já era me tratar como otário. Furioso, respondi que a gente tinha combinado que aquele dia era minha folga, então era melhor ele arranjar um substituto.
- O que foi? - Perguntou a Jessi, que tinha notado a mudança de humor na minha cara.
Sem dizer uma palavra, mostrei a tela do celular pra ela.
- Tá de sacanagem? - Exclamou, tão puta quanto eu, tentando controlar o volume da voz pra não chamar atenção. - Ele não vai te dar nem a folga que você pediu? Por que ele não vai tomar no cu?
- Shhhhh… - Sentamos na mesa e olhei em volta pra garantir que ninguém tava prestando atenção. - Você já viu o que eu respondi, nem fodendo que eu vou pra lá. - Falei num tom calmo.
Mal terminei de falar isso, o celular tocou de novo.Ou você vem atender esse turno ou é melhor procurar outro trampo.Olhei pra tela sem acreditar no que acabava de ler. Era a primeira vez que a Éyummy usava uma ameaça daquele tipo. Parecia que a farsa da Éyummy tinha acabado e ela tinha resolvido tirar a máscara e se mostrar como realmente era na hora de tocar o negócio dela.
Mostrei o telefone pra Jessi de novo, mas fiz um sinal pra ela não falar nada sobre aquilo. Ela me olhou realmente furiosa, e a boca dela se mexia mesmo fechada, como se estivesse ruminando todos os xingamentos que queria dedicar à minha chefe.
E ela tinha motivos pra xingar. Mais de uma vez eu tinha sido obrigado a cancelar algum rolê ou algum plano que a gente tinha preparado por ter que atender algum turno surpresa que a Éyummy me passava em cima da hora.
Isso tinha causado mais de um momento tenso entre a gente. Mas a Jessi tinha aguentado isso e mais por mim. Não era nada fácil pra ela, por mais que estivesse por dentro do meu trampo, aceitar que eu deixava chupar minha rola por alguma desconhecida várias vezes por semana.
Eu não queria me enganar: se os papéis tivessem invertido, quase certeza que não teria aguentado uma relação assim. Jessi era uma em um milhão, e merecia algo melhor do que eu tinha oferecido pra ela todo esse tempo.
Respirei fundo várias vezes por uns dois minutos, pensando. Tinha me ligado que tava numa encruzilhada. Se eu desse o OK pra Éyummy, basicamente tava me entregando de bandeja, e deixava claro que a partir daquele momento ela podia me chamar a qualquer hora, sem se importar com nada do que eu tivesse fazendo, que eu ia correndo trabalhar.
Fechei os olhos por uns instantes, e quando abri de novo, já tinha tomado uma decisão.
Um minuto depois, virei pra Jessi, que olhava pra frente sem olhar nada de verdade, os olhos dela cheios de raiva contida.
— Toma. — Falei, entregando o celular pra ela.
— Que que foi agora? — Perguntou, tensa.
— Olha o que eu escrevi. — Respondi, apontando pra tela. tela.
Jessi olhou para baixo e ficou de boca aberta ao ver a mensagem que estava na parte de baixo, esperando para ser enviada.Ok. Enfia esse turno no teu cu. Vai procurar outro otário que aguente esse trampo. Tô fora.Jessi ficou me olhando como se eu tivesse anunciado que ia fazer uma cirurgia pra diminuir minha pica.
— Você tem certeza disso?
— Sim. — Respondi com firmeza. — Já cansei.
— Mas… e a grana? Como você vai fazer até arrumar outro trampo? — A cara de Jessi era um mar de dúvidas.
— Esqueceu que tenho uma porrada de dinheiro guardado? — Falei, tranquilizando ela. — Na verdade era pra alguma viagem ou algo assim, mas já não importa. Tenho o suficiente pra aguentar vários meses. Agora me diz o que você quer fazer. — Completei.
— Como assim? — A dúvida no rosto dela virou confusão.
— Viu que a mensagem ainda tá lá, sem enviar?
— Vi.
— Então, vou deixar você mandar. — Falei sorrindo. — Você foi quem teve que aturar toda essa merda por causa do meu trampo, então é quem mais merece fazer isso. Passo a honra pra você.
Inclinei a cabeça e movi minha mão de forma cerimoniosa, fingindo que era um ritual super importante.
A cara de Jessi era uma montanha-russa de emoções, mas o que mais se destacava era uma mistura de felicidade e alívio. Era óbvio que ela estava tirando um peso enorme das costas.
Ela respirou fundo e, com uma expressão de felicidade total, finalmente enviou a mensagem apertando com força a tela, como se assim a mensagem fosse chegar mais rápido ou garantisse que não teria nenhum erro na conexão que impedisse minha demissão de chegar na Éyummy.
— Essa semana, sem falta, vou falar com o pessoal do RH. — Anunciou Jessi, enquanto me devolvia o celular.
— Pra quê? — Perguntei, sem entender.
— Pra quê vai ser? — Retrucou, ainda sorrindo. — Pra te arrumar um cargo na empresa!
— Mas você pirou? — A surpresa e o nervosismo tinham tomado conta de mim, o que dificultava controlar o volume da minha voz. — Como você vai fazer eu entrar na empresa se eu mal passei da metade da faculdade?
— Você passou vinte matérias em dois anos, seu animal. — Comentou. Jessi, me fulminando com o olhar. —E ainda por cima com média oito!
—Bom, mas eu tinha um monte de tempo livre, e você e a Clara me deram uma puta força com… —Comecei, tentando me defender um pouco, mas ela não me dava tempo pra nada.
—Não vem com papinho furado. —Falou, me calando na hora. —Por mais ajuda que uma pessoa tenha, quase ninguém é capaz de fazer o que você fez.
—Sim, mas…
—Mas nada. —Decretou Jessi. —Além disso, reclama à vontade, mas um bom contato vale mais que o melhor currículo. Tenho uns conhecidos lá no RH que me devem uns favores, então é só questão de tempo até arrumarem um lugar pra você.
—Você é maluca.
—Tô namorando um cara que até cinco minutos atrás vivia de chupar rola, que é irmão de uma das minhas melhores amigas, e que ainda por cima organizei com ela mesma pra ele comer a própria irmã no dia do casamento dela. E, por sinal, fiquei com um tesão danado vendo vocês treparem. —Falou, baixando a voz pra quem tava se aproximando da mesa não ouvir. —Só agora cê percebe que sou maluca? —Finalizou, soltando uma gargalhada que quem tava por perto ouviu, fazendo umas cabeças virarem na nossa direção.
—Cê tem razão. Se aguentou tudo isso, cê é bem doida. —Concordei, caindo na risada junto.
Quando as risadas pararam, Jessi encostou a cabeça no meu ombro, e ficamos em silêncio por uns minutos, enquanto o resto do povo se acomodava nas mesas espalhadas pelo salão principal.
De repente, Jessi levantou a cabeça e colou a boca no meu ouvido.
—Lembra do que eu te falei quando a gente tava no corredor? —Perguntou num sussurro sedutor.
—Aquilo de que você queria ela toda pra você?
—Eu quero ela agora.
Um roçar entre minhas pernas me avisou que a mão de Jessi tinha descido pra reivindicar o prêmio dela. Mas não era o momento certo.
—Vai ter que esperar um pouquinho. mais. —Falei, tentando acalmá-la.
—Você não quer que eu me meta debaixo da mesa pra você me dar tudo agora? —Insistiu, enquanto a mão dela começava a me acariciar, me provocando.
Meu pau tava mais do que feliz com essas provocações, e tava endurecendo com muita facilidade. Mas a gente ia ter chance de matar a vontade, por mais que me fascinasse a ideia de ter a Jessi me chupando debaixo da mesa no meio de uma festa de casamento.
—Se comporta.
—Mas se você gosta que eu me comporte mal. —Protestou, fazendo biquinho, o que a deixava ainda mais gostosa ao fingir uma inocência que não tinha.
—A gente já vai se comportar mal, não se preocupa.
—Mais te vale, tô precisando de pau mais do que nunca. —Concluiu, com um tom que dava a entender que eu tinha que estar bem preparado pra aquele momento.
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Umas horas tinham passado, já era bem de noite, e o clima continuava bem animado. A gente tinha passado o tempo conversando com minha família, com a família do noivo e com amigos. Também fomos provando vários pratos de comida, todos excelentes, interrompidos de vez em quando por levas de música que chamavam os convidados pra dançar.
Depois da entrada triunfal dela e da dança tradicional dos recém-casados, a Clara e o maridão ocupavam uma mesa no centro do salão, dominando a vista. Era incrível como minha irmã conseguia me foder enquanto usava o vestido de noiva e, poucas horas depois, estar sentada ao lado daquele idiota com um sorriso de felicidade plena.
Ou ela era a rainha da enganação, ou tinha alguma coisa na mente da minha irmã que eu nunca ia entender. Mais um motivo pra adicionar à lista de coisas pelas quais nunca me passaria pela cabeça ficar de casal com ela.
Os garçons começaram a recolher os pratos das mesas e, aos poucos, as luzes do salão foram se apagando. Mais uma vez, a música ecoou forte no salão, como se estivesse mandando a gente gritar que era hora de dançar.
Jessi me olhou nos olhos, a mão dela desceu pra roçar meu entreperna, e não precisei de mais nada pra entender suas intenções pervertidas.
A gente se levantou e foi dos primeiros a entrar na pista de dança. A cada passo, a gente ia se movendo na direção do corredor que levava aos quartos.
O desespero, e principalmente a excitação, em nós dois era tão palpável que eu me surpreendia de ninguém perto da gente sentir aquilo enquanto passávamos de mãos dadas.
De repente, a Jessi mudou de direção pra porta que dava pra fora.
— Gostei dessa forma de pensar. — Falei no ouvido dela por cima da música, sacando as intenções que ela tinha.
— Precisamos pegar um ar. — Comentou, assim que a gente saiu pro silêncio daquela área, onde mal dava pra ouvir os sons do salão.
— Parecia que você queria pegar mais do que ar. — Respondi, fingindo confusão.
— Cala a boca, idiota.
A gente ainda tava rindo quando chegou numa área meio afastada, quase sem iluminação. O lugar tinha uns bancos, cercados de árvores, o que dava uma certa privacidade. Ou tanta privacidade quanto um lugar ao ar livre podia dar.
— Agora sim. — Anunciou a Jessi, me empurrando contra um dos bancos pra eu sentar. — Vai me dar a cum, love?
— Claro, gostosa. — Respondi, enquanto soltava o cinto e abria a calça pra deixar meu pau, já bem duro, sair pra pegar um ar também. — Vai, serve direto da bica, putinha, do jeito que você gosta.
Sacudi meu pau um pouco na frente dela, que olhava feito um bicho morto de fome vendo a comida favorita. E a Jessi, obediente, levantou o vestido pra não sujar e se ajoelhou, pronta pra engolir meu pau como só ela sabia.
Sem perder tempo, ela pegou meu pau com a mão direita e abriu a boca na hora pra dar espaço pra língua. Começou a passar da base, lambendo até subir devagar na cabeça. Depois deu vários beijinhos enquanto me batia uma, devagar, mas Com firmeza.
Cada vez que engolia a ponta da minha pica, ela deixava cair toda a saliva acumulada na boca, e logo senti meu pau todo bem lubrificado.
Mas a Jessi tava só esquentando os motores. Decidida a não deixar ninguém roubar o primeiro lugar do ranking, avançou com a boca em direção ao meu corpo, deixando minha pica abrir caminho pela garganta dela.
A experiência que ela tinha com meu pau dava pra notar. Não passaram nem dez segundos e ela já tava com o nariz encostado no meu corpo.
Passei as mãos pela cabeça dela, com todo cuidado pra não estragar o penteado, e coloquei na nuca.
— Tá pronta? — perguntei, ligado na resposta dela.
A Jessi olhou pra cima com os olhos pretos enormes, cheios de tesão, e só balançou a cabeça, já pronta pro que vinha a seguir.
Firmei o agarre e pressionei a cabeça dela até os lábios tocarem meu corpo. Sem quebrar esse contato, me levantei e comecei a comer a boca dela como se fosse mais um buraco, feito pura e exclusivamente pra receber minha pica.
Minha cintura se movia pra trás e pra frente num percurso curto, mas o suficiente pra minha pica entrar e sair uns centímetros da garganta dela.
Cada vez que eu fazia isso com ela, sentia todo tipo de sensação que não dava pra comparar com nada.
Uns segundos depois, soltei a boca da Jessi pra ela recuperar o ar.
— Tá molhadinha? — perguntei, com a voz cheia de tesão. — Já quer ela dentro? Não quer, putinha?
— Não aguento mais. — respondeu, enquanto se levantava e lutava pra normalizar a respiração.
A Jessi chegou perto do banco e ficou de quatro. Terminou de levantar o vestido até deixar a calcinha fio-dental minúscula à mostra, que eu puxei pro lado quando me coloquei atrás dela.
— É isso que você quer? — encostei só a ponta da minha pica na entrada dela e senti o corpo tremer levemente. — Quer minha pica bem dentro?
— Ai, sim… Por favor, amor... Me dá teu pau... -Jessi já tava gemendo de desespero e eu curtia como nunca.
Passei a ponta do meu pau por fora da bucetinha dela, subindo e descendo, sentindo como ela tava tão molhada que um fio do néctar escorria pela parte interna da coxa dela.
-Não me faz implorar, por favor... Mete, vai.
-Quero ouvir você implorar, gostosa. -Falei, chegando perto do ouvido dela pra sussurrar. -Quero que me diga o quanto você quer que eu meta.
-Por favor, Pedro, mete bem fundo. Não seja ruim. Preciso do teu pau. Preciso sentir como você enche bem minha buceta com esse pau que você tem. Por favor, te imploro. -Ela soava tão desesperada que parecia que ia chorar a qualquer momento. -Come essa puta de uma vez. Desde que te vi comendo a Clara que tô desesperada pra ter ele inteiro dentro de mim. Por favor... AIIIIIIIIIIII! QUE GOSTOSOOOOOO!
Era compreensível que ela tivesse gritado assim, já que enfiei o pau de uma vez até meu corpo bater no dela, mas não tava a fim de que ninguém nos visse.
-Abaixa a voz, puta. -Ordenei, batendo a mão numa das nádegas dela. -Ou vão cortar nosso barato, e não quero parar até te dar tudo.
-Eu abaixo a voz, mas você começa a arrebentar minha buceta de pica. -Respondeu Jessi, dominada por um desejo animal.
-É, sim? Cuidado com o que deseja.
Com uma das mãos no ombro dela e a outra na cintura, me afastei de novo até deixar só a ponta do meu pau dentro dela e investi com toda força até nossos corpos se juntarem de novo.
Repeti o movimento uma vez e outra, deixando passar uns segundos entre cada ataque, permitindo que Jessi curtisse sentir o cuzinho cheio como ela queria.
Mas na minha cabeça tinha uma luta entre minha vontade de dar tanto prazer quanto possível e a necessidade urgente de gozar. Aquela interrupção sem graça quando tava com a Clara tinha me deixado ainda mais na vontade de Soltar tudo que eu tinha guardado.
Que fosse o que Deus quisesse. Comecei a bombar a toda velocidade, rezando pra Jessi gozar primeiro, porque só pensava em parar quando eu terminasse.
Jessi até tentava segurar os gritos, mas tava dificultando pra caralho. Uma das mãos dela foi parar na boca, tentando abafar os gemidos fortes que soltava, e que eu adorava ouvir.
Por sorte pra mim, a aposta deu certo, porque uns segundos depois eu sentia a buceta dela inundar, banhando meu pau com o calor dela até sentir os fluidos escorrendo pelo menor espaço que tinha, molhando o chão perto da gente.
Fechei os olhos e esqueci de tudo, menos da sensação do meu pau envolvido pelo calor da Jessi e do barulho molhado que meu corpo fazia ao bater na bunda dela cada vez que enfiava até o fundo. Não queria parar meu ataque por nada nesse mundo.
— Você queria meu pau, agora não adianta pedir pra parar. — Falei, com os dentes trincados de esforço, ao sentir que as pernas da Jessi pareciam tremer. — Vai aguentar até eu gozar, ouviu?
Dei um tapa forte na bunda dela pra fazer ela reagir, e funcionou na hora, porque ela se endireitou de novo, pernas firmes no chão, deixando aquela bunda linda bem empinada.
Aproveitei a chance e soltei a cintura dela pra levar a mão pra cima. Enfiei o polegar na boca pra molhar com toda a saliva que tinha e depois levei até o cu dela pra brincar com a entrada.
Jessi parecia distraída demais com o castigo que a buceta dela tava levando. Sorrindo pela chance de pegar ela desprevenida, fiz pressão com o polegar.
— Ai, sim… Como me excita quando você faz isso! — Exclamou Jessi, lutando pra não gritar bem alto. — Enfia tudo!
— Que puta viciada que você é… Adoro que você seja assim. — Falei, enquanto obedecia e enfiava o polegar até o resto da minha mão voltar a fazer contato com a bunda dela.
Naquela posição, meu dedo funcionava quase como um gancho, que eu usava como ponto de apoio pra continuar me impulsionando e castigar o cuzinho dela, que mais uma vez voltava a me banhar com o próprio gozo.
— Você tá no auge! — comentei, sem parar de mexer a cintura. — Dá pra ver que ficou bem excitada quando me viu à tarde!
Esperei a resposta dela, mas a única coisa que saía da boca da Jessi eram gemidos e suspiros intercalados com tentativas fracas de recuperar o fôlego.
A excitação subia cada vez mais. Ter transado com a Clara depois de tanto tempo, logo no mesmo dia do casamento dela, enquanto ela ainda usava o vestido de noiva, tinha sido uma experiência única na vida.
Aquela porra de interrupção tinha cortado o clima, mas meu pau finalmente tinha a chance de descontar, e a pobrezinha da bocetinha da Jessi era quem pagava o preço.
De novo, as pernas dela tremeram, mostrando um novo orgasmo. Mas eu continuava insistindo no castigo. Dava pra perceber como ela perdia as forças e as pernas não tinham mais a mesma firmeza de minutos atrás.
— Aguenta mais um pouco, Jessi. — rosnei, no meio do esforço.
— Por favor, Pedro… Me dá tudo… — respondeu Jessi, entre gemidos cada vez mais fracos.
Comecei a sentir aquele formigamento gostoso, e acelerei mais um pouco o ritmo pra finalmente chegar ao meu clímax. Mas, decidido a dar um último gosto pra Jessi, apertei com mais força pra enterrar meu polegar o mais fundo possível no cu dela e comecei a sacudir bem rápido.
— Ai, Deus… Deus… ah… ah…
Mal dava pra entender o que ela dizia, mas não precisava ser gênio pra saber que ela tava adorando.
— Goza, putinha. — ordenei quase aos gritos, dominado por um desejo animal de ver ela se desidratar de tanto orgasmo. — Goza, vai, assim você leva seu prêmio! — Mais uma vez, bati minha mão na bunda dela.
Diminui o ritmo das minhas penetradas, mas compensei com a intensidade, empurrando com as forças que me restavam, até o impacto final. do nosso corpo era mais forte que o de dois trens colidindo de frente.
Jessi tapou a boca com as duas mãos, mas mesmo assim eu consegui ouvir claramente o grito que ela soltou quando chegou ao último dos seus orgasmos.
Eu me retirei completamente e meu pau finalmente abandonou seu lugar favorito, para depois me ajoelhar e beber todo o néctar dela que ainda não tinha ido parar no chão.
— Que delícia que é sua buceta! — falei, passando a língua nos lábios enquanto me levantava de novo. — Agora vem aqui, assim eu fodo você com seu prêmio.
Jessi tinha se deixado cair no banco que, até aquele momento, ela tinha usado pra se apoiar. Ainda respirava fundo, buscando o ar que tinha perdido, mas conseguiu se ajeitar e sentou na minha frente, com a boca aberta e o olhar cheio de expectativa.
Coloquei meu pau a poucos centímetros dela e me masturbei furiosamente, acelerando tudo pra chegar no bendito orgasmo que tinha se feito de rogado o dia inteiro.
Pus minha mão na nuca dela e Jessi, quase como um reflexo, aproximou a boca pra que minha cabeça entrasse nela.
Minha mente ficou em branco por um instante e um espasmo forte percorreu meu corpo até meu pau soltar meu esperma, que jorrou disparado em alta velocidade direto pra garganta de Jessi.
Mais três vezes meu pau tremeu dentro da boca dela, e nem quando eu soltei um suspiro relaxado ela se desgrudou de mim. Tava decidida a tomar até a última gota, e mostrou isso, deixando a língua brincar com a minha cabeça.
Uns segundos depois, Jessi soltou meu pau e fechou a boca, pra depois engolir minha descarga.
— Aaaaaaah! — suspirou, como alguém que dá o primeiro gole numa bebida refrescante num dia de calor intenso. — Saiu bem grossa hoje, Pedrito! — comentou, enquanto passava a língua nos lábios.
— Finalmente! — comemorei, me deixando cair no banco ao lado dela. — Tava precisando muito disso.
Jessi se aproximou, envolveu minha cintura com os braços e apoiou a cabeça no meu ombro. Ficamos assim por um tempo, sentados no banco, apenas iluminado pelas luzes que vinham do salão. A música ainda tocava, mas era questão de tempo até parar e o pessoal voltar pros seus lugares.
— Ei, Jessi, melhor a gente ir voltando.
— Não, deixa eu descansar, não aguento mais. — Ela respondeu, com a voz cansada.
— Vai perder a mesa de doces? — Perguntei, sabendo da fraqueza dela.
— Verdade! — Exclamou, levantando na hora.
Sem perder mais tempo, a gente se ajeitou do jeito que deu e voltou pro salão.
A música tava cada vez mais alta, mas o que chamou nossa atenção foi um casal na porta. O cara tava fumando, e apontou na nossa direção quando viu a gente chegando. A mulher caiu na risada seguindo o dedo do cara, e aí percebemos que eram a Betty e o Guille.
— Se divertiram, galera? — Perguntou a Betty, depois que as risadas pararam.
— Foi tão na cara assim?
Não precisava a Jessi perguntar o que a amiga queria dizer. Por mais cuidado que a gente tivesse tentado ter, estávamos os dois meio suados e despenteados, e a Jessi tava com a maquiagem um pouco borrada. Não precisava ser Sherlock Holmes pra sacar o que a gente tinha feito naquele canto afastado.
— Quando vimos que vocês não estavam, a gente pegou vocês saindo por essa porta. — Disse o Guille, apontando pra porta atrás dele. — E a Betty falou que certeza que vocês tinham ido transar. Não sei como ela sabia, mas aproveitamos que eu queria sair pra fumar e esperamos pra ver se vocês voltavam pra confirmar. E aqui estão. — Concluiu, sorrindo largo, todo convencido.
— Melhor vocês irem no banheiro se ajeitar, senão todo mundo vai sacar o que rolou. Vão, antes que a música acabe. — Comentou a Betty, com um sorriso ainda maior que o do namorado.
Eu e a Jessi nos olhamos e rimos do estado que a gente tava. Melhor dar ouvidos pra Betty, ou íamos ter que aguentar olhares demais dos outros convidados.
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O céu já começava a esclarecendo quando a festa começou a acabar. Todos os convidados já tinham ido embora e só restavam aqueles que iam dormir nos quartos designados pelo pessoal do local.
Tomás e Clara já tinham ido para o quarto deles para consumar a noite de núpcias num quarto preparado especialmente pra eles, e o resto de nós foi descansar depois de uma noite realmente agitada.
— Coitado do Tomás. — Comentou a Jessi, enquanto tirava o vestido com todo cuidado.
— Por quê? — Perguntei, enquanto tirava o terno e largava tudo no encosto de uma cadeira.
— Como assim “por quê”? Você não percebe que agora ele vai transar com a sua irmã?
— E daí?
— E daí que agora quero ver ele tentando satisfazer a Clara depois que você enfiou um pedaço desse tamanho na mulher dele! — Ela disse, caindo na risada.
Não tive escolha a não ser rir junto. Toma, otário. Vai lá fazer a minha irmã esquecer da minha pica, se conseguir. Pensei com malícia.
— Você tem razão. — Admiti. — Quase que eu sentiria pena se ele não me caísse tão mal.
— A Clara escolheu ele, então é isso que você tem que aguentar. — Comentou a Jessi, sabendo que nada do que dissesse ia me fazer mudar de ideia.
A gente se deitou na cama e apagou as luzes, já prontos pra descansar, quando a Jessi falou de novo enquanto se encostava mais no meu corpo.
— Mas, não se preocupa.
— Não me preocupar com o quê?
— Ela vai te procurar de novo quando voltarem da lua de mel.
— Você acha? — Perguntei, depois de uns segundos de silêncio. — E você não se importa? Vai ficar com ciúme se eu foder a minha irmã na sua frente?
— De jeito nenhum. Você sabe bem o quanto me excita ver essa pica — ela colocou a mão na minha virilha e começou a acariciar — entrando na buceta da sua irmã. Além disso, da próxima vez eu entro junto. Pode esquecer que vou ficar só olhando de novo sem participar da diversão.
— É, já te vi à tarde. — Falei, enquanto sorria ao lembrar do olhar de tesão dela ver eu e a Clara.
—Tava faltando pouco pra você se jogar em cima da gente.
—A Betty também tava na mesma.
—Ela apertou meu pau quando percebeu o pulinho que deu ao ouvir falar da outra amiga dela.
—Acho que na próxima vez que ela vier visitar, a gente vai fazer uma reunião só nós três pra relembrar os velhos tempos.
—Só vocês três?
—Bom, talvez você venha com a gente pra ajudar a relembrar uns momentos gostosos. —Jessi começou a se mexer debaixo dos lençóis. —No fim das contas, as melhores amigas não têm problema em compartilhar. —Concluiu antes de puxar meu pau pra fora e começar a chupar.
Enquanto colocava as mãos atrás da cabeça pra ficar mais confortável, tinha uma coisa que eu não podia negar: minha irmã não era a única que adorava meu pau.
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E é isso, chegamos ao fim dessa história. A verdade é que não pensei que fosse ter uma recepção tão boa, mas por sorte foi assim, e acabei escrevendo um conto de dezoito capítulos, algo que não tinha planejado quando comecei a escrever.
Desde já, muito obrigado a quem deu força nos comentários, no chat só pra me parabenizar pela história, e a quem gastou aqueles segundos pra me dar pontos no post.
Por enquanto vou dar uma pausa, mas uma hora vocês vão me ver postando de novo, isso é certeza.
Como um bônus pequeno, deixo aqui umas imagens que serviram de inspiração pras três amigas (só entendam que me inspirei nelas, não necessariamente elas são assim na minha imaginação, e vocês podem fantasiar com elas do jeito que preferirem):
Noelle Easton — Betty:


Emily Willis - Jessi:

E finalmente Dolly Little - Clara:

25 comentários - Cómo descubrí que mi hermana adora mi pija (FINAL - II)
CREO QUE QUIZÁS PUEDES SEGUÍR LA HISTORIA MÁS ADELANTE SI QUIERES YA QUE VEO ALGUNAS PUERT ABIERTAS AÚN PARA SEGUÍR POR EL MISMO HILO, SI LO HACES GENIAL, IGUAL ESTA MUY BUENA LA HISTORIA.
PD: CREO QUE NO SOY EL ÚNICO QUE QUIERE SEGUÍR LEYENDO ESTA HISTORIA.
Estaba seguro haber leído varias veces que Jessi era rubia, pero bue, lo importante fue la historia.