Minha mulher me fez de viado...

Vou começar dizendo que nos chamamos Maria e Nacho, temos 28 e 37 anos respectivamente, somos casados há dez anos e no sexo já experimentamos quase tudo, nós dois somos bem abertos e de vez em quando fazemos umas brincadeiras. Maria tem 1,70m de altura, magrinha, com uns peitos de matar e uma bunda bem apetitosa, é morena de pele e tem uma cabeleira bem comprida e preta que realça sua beleza sulista. Eu sou alto, com um corpo atlético, raspo o cabelo no zero, procuro fazer esporte e me manter em forma porque na minha idade é essencial. Sempre despertei paixões entre as mulheres e todas concordam que, mesmo não sendo um gostosão, tenho um tesão impressionante. Quanto à minha pica, não é exageradamente grande, mas segundo a Maria, eu sei mexer com muita habilidade.

Fomos pela primeira vez a um clube de troca de casais e fizemos nosso primeiro ménage, onde eu fui corno pela primeira vez, mas essa história eu conto outra hora. Depois de vários ménages com homens, sempre no clube de troca de casais, com mais ou menos sucesso no que a gente procurava, nos afastamos desse ambiente e nos refugiamos na intimidade da nossa casa. Mas com o tempo, voltamos à ativa, só que dessa vez usando sites de relacionamento para rolar uns encontros esporádicos com outras pessoas.

Enquanto a Maria procurava um cara pra fazer um ménage, a gente ficava fantasiando nos nossos encontros sexuais com várias situações picantes, o que fazia faíscas voarem entre nós, transando como loucos. Um belo dia, a Maria me surpreendeu quando disse que achava que eu escondia um baita de um viadinho dentro de mim e que ia me provar isso. Eu relutava em concordar, mas um dia ela apareceu em casa com um consolo anal com cinta e, mesmo sem meu total consentimento, deu um jeito de amarrar minhas mãos e vendar meus olhos, e com a desculpa de fazer uma massagem nas minhas costas... Por trás, ela me violentou e sodomizou minha bunda. No começo, eu resisti, mas aos poucos comecei a gostar do que minha mulher estava fazendo comigo e acabei me entregando completamente à submissão dela, gozando como um verdadeiro possesso. Continuamos assim por um tempo com esse tipo de jogo, onde fantasiávamos que um cara me comia na frente da Maria e sempre acabava pegando meu cu pra depois eu comer ela brutalmente, até que há exatamente 3 meses aconteceu o seguinte: Foi num sábado à noite, eu sabia que minha mulher estava tramando algo porque passou a semana toda vidrada na internet, mas relaxei porque ela me convidou pra jantar fora e isso me fez ficar tranquilo. Depois de um jantar gostoso com um bom vinho, fomos tomar umas doses e a verdade é que ficamos no clima, já que bebemos vários mojitos. Minha surpresa veio quando pegamos um táxi e a Maria deu um endereço estranho pra mim, mas com a empolgação das bebidas não dei muita importância. Quando o taxista nos deixou num bairro da periferia e já na rua, minha mulher me olhou fixamente no rosto e disse que eu ia ter uma noite inesquecível. Ela fez uma ligação que durou 30 segundos, tudo parecia meio confuso, mas eu entrei na brincadeira com uma sensação de medo e ao mesmo tempo de um tesão incrível. Chegamos a um portão bem perto e depois de tocar a campainha, a porta se abriu sem uma palavra sequer. Subimos as escadas até o segundo andar e nos deparamos com a porta do apartamento aberta. Entramos e apareceu diante de nós um cômodo meio sóbrio, que parecia uma sala de um apartamento antigo daqueles que estudantes universitários alugam. Uma vez lá, minha mulher me mandou tirar a roupa. No começo, fiquei meio relutante, mas depois de uma breve conversa entre nós e com a promessa de que seria uma grande noite de paixão, aceitei, ficando completamente nu na frente da minha mulher. Ela vendeu meus olhos, e logo em seguida senti ela pegar minhas mãos e colocá-las nas minhas costas, me Eu amarrei ela com algum tipo de arreio que devia ter por ali. Começamos a andar, eu, claro, guiado pela Maria, e depois do que parecia um corredor bem comprido, entramos num cômodo onde a temperatura era muito mais agradável do que até então. Lá dentro, minha mulher me obrigou a ficar de joelhos e sussurrou no meu ouvido que, a partir daquele momento, eu fosse obediente, porque ela ia realizar os pensamentos mais obscuros dela. Dito isso, percebi um som que, sem dúvida, saía dos lábios da Maria — eram dois beijos que ela estava dando em outra pessoa, que até então tinha ficado quieta. Pouco depois, ela perguntou o que achava da mercadoria. A resposta do cara foi na hora, dizendo que era de total satisfação dele e que, se não fosse incômodo, ele tava doido pra começar a provar. Enquanto isso, eu continuava completamente imóvel, com uma mistura incontrolável de tesão e ansiedade. Foi então que o Daniel — foi assim que me apresentaram ele bem mais tarde — se aproximou de onde eu estava, colocou uma das mãos no meu pescoço e me forçou a abaixar a cabeça até o pau dele, enfiando na minha boca e me fazendo engolir aqueles nada desprezíveis 22 centímetros, enquanto me dizia pra ficar tranquilo, que naquela noite, quisesse ou não, ele ia me fazer totalmente dele. No começo, tentei me soltar, mas não consegui, porque tava em grande desvantagem, e aos poucos fui me resignando a engolir aquele puta pauzão que, naquele momento, tava desvirginando minha boca pela primeira vez. As sensações eram muito estranhas: por um lado, meu cérebro e meu orgulho de macho diziam pra não continuar com aquilo, mas, aos poucos, a parte mais oculta do meu ser foi vencendo a parada, até conseguir desenterrar do fundo do meu interior o viado que carrego dentro de mim. Em menos de cinco minutos, me entreguei completamente pro meu macho, fazendo um boquete daqueles. fazem história e que com certeza Daniel nunca vai esquecer. Enquanto isso rolava, os comentários em voz alta entre minha mulher e Daniel não demoraram: "Viu como seu maridinho chupa? Querido, você é um puta viado, já tô percebendo quem tenho do meu lado. Kkkk..." Eu, enquanto isso, seguia vidrado e com todo afinco chupando a pica do Daniel até que ele segurou minha cabeça com força e começou uma metida e tirada intensa que quase me fez vomitar, e logo em seguida gozou na minha boca, me segurando pra eu não tirar a pica dele e me obrigando a engolir todo o leite dele por completo. Depois que limpei tudo direitinho, ele me mandou levantar e, com um empurrão, me jogou na cama, me obrigando a ficar de quatro. Sinceramente, eu tava apavorado, mas também queria que ele me comesse na frente da minha mulher de uma vez por todas.

Daniel tirou a venda dos meus olhos e colocou uma coleira de cachorro no meu pescoço, além de um arreio em volta do meu rosto que tapava minha boca com uma espécie de pênis de látex que ele enfiou na minha boca. Assim que fez isso, começou a esfregar o pau dele no meu cu e, surpreendentemente, aquele troço ganhou vida de novo e, sem dizer uma palavra, enfiou tudo de uma vez no meu rabo. Eu soltei um berro danado por causa da dor imensa que aquela pica me causou ao entrar daquele jeito, e caí todo espalhado na cama. Ele então, num movimento muito esperto, me virou de barriga pra cima na cama, e foi aí que pude ver o corpo do Daniel. Tenho que admitir que, apesar de nunca ter sentido atração por homens, esse cara tinha um corpaço de matar. Era alto, mais de 1,80, tanquinho bem definido, peitoral bonito e um rosto que com certeza faria sucesso no mundo feminino. Naquele momento, ele olhou fixamente na minha cara e disse que ia me deixar totalmente submisso. Levantou minhas pernas pro alto e, bem devagar, foi enfiando a pica dele pra começar uma metida frenética que começou a me enlouquecer. Realmente, eu eu tava gostando e fiz questão de mostrar, esticando meus pés pra cima pra facilitar a penetração que cada vez ficava mais forte, e eu gemia igual uma putinha de verdade. Enquanto isso, minha mulher não parava de me xingar, falando o quanto eu era viado, que tava aproveitando igual uma boa slut e que não ia deixar eu encostar nela pelo resto da vida. Acabei pedindo pro meu macho gozar dentro da minha bunda e dizendo que era totalmente dele, ele, depois de ver que eu tinha ficado completamente submisso, terminou regando meu interior com o leite dele, pra depois tirar a cock enorme de dentro de mim, deixando meu esfíncter pulsando e eu completamente acabado em cima daquela cama.

Depois de um tempão deitados na cama, extasiados com o que tinha rolado, e já livre das amarras, Maria se despiu e deitou do nosso lado, colocou a mão na cock do Daniel e começou a massagear bem de leve. Ela não demorou pra reagir, ficando dura de novo com todo o esplendor, e nosso amante levou uma das mãos no pescoço da minha mulher, guiando a cabeça dela até a cock, e ela não resistiu, começando a chupar a cock que minutos antes tinha fodido o marido dela. Ela tava chupando como se a vida dependesse disso, e dava pra ver que tava curtindo de verdade. Depois de um bom tempo nessa posição, Daniel, todo excitado com o boquete que tava recebendo, levantou a cabeça da Maria e colocou ela de costas na cama, abriu as pernas dela e enfiou a cock toda de uma vez. Ela começou a gemer igual uma louca e, num show de força, gritou pra eu sair do quarto, que queria aproveitar aquilo sozinha, sem a presença de nenhum viado. Aí eu saí pro corredor e, deixando uma frestinha na porta, pude ver minha mulher sendo macetada por aquele garanhão. Maria não parava de gritar de prazer, dizendo pro amante que ele sim era um homem de verdade e que o que ele tinha entre as pernas... as pernas, sim, era uma rola de respeito. Eu, do corredor, com uma visão completa, estava me masturbando como nunca e explodi de prazer quando, ao gozarem, os dois se fundiram num beijo apaixonante.

6 comentários - Minha mulher me fez de viado...

Me gusto el relato de cpmo gozaste t van los 10
Exelente relato. Me encanto lo que te hizo tu mujer y de ahora en adelante cuando tenga algun macho, los dos van a chupar la pija juntitos y te van van a roper el culo. Van puntos
Hermoso que tu esposa te ayudara a liberarte. Yo tuve que discutirlo con mi putona porque la turra no quería compartir las pijas de mmis corneadores jajajaja.