Olá, queridos ppringuer@s, vou contar outro fato que me aconteceu numa noite de balada.
Saí sozinho, como de costume, estando solteiro e meus amigos namorando. Adoro sair sozinho porque não dependo de ninguém e faço o que me dá na telha, embora sempre tenha os conhecidos da noite pra passar um tempo.
Cheguei e fui direto pro bar, onde trabalhavam uns amigos. Conversa vai, bebida vem, já tava meio alterado. Decidi dar uma volta e encontrei minha primeira namorada de infância 😍. Fazia uns 10 anos, mais ou menos, que não via ela, talvez mais. Ela tava diferente, óbvio, mas reconheci. Fisicamente, gordinha e com várias tatuagens nos braços e nas costas. Me aproximei e falei: "Sofia, lembra de mim?" Ela me olhou, sorriu e disse: "Claro que sei quem você é." Me apresentou as amigas, uma mais gostosa que a outra, mas eu tava perdido nela.
Fizemos roda e os drinks começaram a chegar. Numa música que a gente tava dançando, ela pegou na minha bunda e me abraçou disfarçando, se aproximou da minha boca e a gente se fundiu num beijo daqueles que você nunca quer soltar. Já não dava pra disfarçar o quanto eu tava duro, e ela sentia, se encostava mais forte e esfregava. As amigas falavam: "Olha a Sofia, a que não pega ninguém, como beija." Fiquei puto e falei: "É que os idiotas olham só a aparência, eu vejo a pessoa como ela é e como me sinto ao lado dela."
Passei a mão nela pra valer no meio do baile e falei: "Vamos pra casa!" Ela aceitou e disse pras amigas que ia comigo. Saímos, eu tava de moto e com só um capacete. Tava frio, tinha levado jaqueta, mas dei tudo pra ela. Ela subiu, dei minha jaqueta e o capacete, e ela perguntou se eu tava bem, porque ela também sabia dirigir. Falei: "Tô feliz, deixa eu dirigir." Ela sorriu e a gente saiu. No caminho, fui passando a mão na buceta dela, e ela pegava na minha rola toda e falava: "Que rola gostosa, sabia quanto tempo desejei isso? Sempre quis que você fosse quem me arrombasse, por que demorou tanto, neném?" Eu mal conseguia dirigir com a mão dela me punhetando. Ela disse: "Não goza não, quero essa gozo pra mim." Eu pensava em outra coisa. Coisa pra não gozar. Chegamos em casa e meu pai tava sozinho, ele me abriu a porta e fomos pro meu quarto. Assim que fechei a porta, ela baixou minha calça e começou a chupar minha pica, lambia minhas bolas, batia com a pica na língua dela. Eu tava enlouquecendo sem poder fazer muito barulho porque o quarto era do lado do do meu pai. Curtia cada cabeçada como se fosse a última. Levantei ela, tirei a roupa dela de beijo, deitei na cama e comecei a comer a pussy dela, já bem molhada. Coloquei minha pica na cara dela e fizemos um 69 inesquecível até ela gozar na minha boca. Ela me lambeu e me arranhou inteiro. Desci e coloquei a pica na pussy dela, comecei a meter, ela gemia baixinho mas me apertava tudo pra não gritar, e molhou de novo, deixando uma poça linda no lençol. Eu já não aguentava mais e falei: "Já vou gozar, é tua vez". Ela deitada, rendida, chupou minha pica até eu encher a boca dela de porra. Ela me olhou, mostrou a porra e engoliu tudo enquanto secava minha pica inteira. Falei: "Dorme, mais tarde te levo em casa". Tirei o lençol e virei o colchão, e dormimos até meio-dia pensando em como foi lindo a gente se encontrar.
Espero que vocês gostem do meu segundo post baseado em fatos reais.
Saí sozinho, como de costume, estando solteiro e meus amigos namorando. Adoro sair sozinho porque não dependo de ninguém e faço o que me dá na telha, embora sempre tenha os conhecidos da noite pra passar um tempo.
Cheguei e fui direto pro bar, onde trabalhavam uns amigos. Conversa vai, bebida vem, já tava meio alterado. Decidi dar uma volta e encontrei minha primeira namorada de infância 😍. Fazia uns 10 anos, mais ou menos, que não via ela, talvez mais. Ela tava diferente, óbvio, mas reconheci. Fisicamente, gordinha e com várias tatuagens nos braços e nas costas. Me aproximei e falei: "Sofia, lembra de mim?" Ela me olhou, sorriu e disse: "Claro que sei quem você é." Me apresentou as amigas, uma mais gostosa que a outra, mas eu tava perdido nela.
Fizemos roda e os drinks começaram a chegar. Numa música que a gente tava dançando, ela pegou na minha bunda e me abraçou disfarçando, se aproximou da minha boca e a gente se fundiu num beijo daqueles que você nunca quer soltar. Já não dava pra disfarçar o quanto eu tava duro, e ela sentia, se encostava mais forte e esfregava. As amigas falavam: "Olha a Sofia, a que não pega ninguém, como beija." Fiquei puto e falei: "É que os idiotas olham só a aparência, eu vejo a pessoa como ela é e como me sinto ao lado dela."
Passei a mão nela pra valer no meio do baile e falei: "Vamos pra casa!" Ela aceitou e disse pras amigas que ia comigo. Saímos, eu tava de moto e com só um capacete. Tava frio, tinha levado jaqueta, mas dei tudo pra ela. Ela subiu, dei minha jaqueta e o capacete, e ela perguntou se eu tava bem, porque ela também sabia dirigir. Falei: "Tô feliz, deixa eu dirigir." Ela sorriu e a gente saiu. No caminho, fui passando a mão na buceta dela, e ela pegava na minha rola toda e falava: "Que rola gostosa, sabia quanto tempo desejei isso? Sempre quis que você fosse quem me arrombasse, por que demorou tanto, neném?" Eu mal conseguia dirigir com a mão dela me punhetando. Ela disse: "Não goza não, quero essa gozo pra mim." Eu pensava em outra coisa. Coisa pra não gozar. Chegamos em casa e meu pai tava sozinho, ele me abriu a porta e fomos pro meu quarto. Assim que fechei a porta, ela baixou minha calça e começou a chupar minha pica, lambia minhas bolas, batia com a pica na língua dela. Eu tava enlouquecendo sem poder fazer muito barulho porque o quarto era do lado do do meu pai. Curtia cada cabeçada como se fosse a última. Levantei ela, tirei a roupa dela de beijo, deitei na cama e comecei a comer a pussy dela, já bem molhada. Coloquei minha pica na cara dela e fizemos um 69 inesquecível até ela gozar na minha boca. Ela me lambeu e me arranhou inteiro. Desci e coloquei a pica na pussy dela, comecei a meter, ela gemia baixinho mas me apertava tudo pra não gritar, e molhou de novo, deixando uma poça linda no lençol. Eu já não aguentava mais e falei: "Já vou gozar, é tua vez". Ela deitada, rendida, chupou minha pica até eu encher a boca dela de porra. Ela me olhou, mostrou a porra e engoliu tudo enquanto secava minha pica inteira. Falei: "Dorme, mais tarde te levo em casa". Tirei o lençol e virei o colchão, e dormimos até meio-dia pensando em como foi lindo a gente se encontrar.
Espero que vocês gostem do meu segundo post baseado em fatos reais.
1 comentários - Reencontro Gostoso