Primeiro quero agradecer pela boa aceitação do post anterior, isso só dá mais vontade de postar mais conteúdo.
Para contextualizar vocês e ajudar a entender a continuidade, convido vocês a verem meu post anterior: http://www.poringa.net/posts/relatos/3831769/Ayudando-a-mi-cunada.html
Depois daquele encontro com minha cunhada, os dias foram normais. À noite, quando minha namorada só me deixava excitado, eu me aliviava com a calcinha fio dental que minha cunhada me deu. Às vezes, descia à noite, mas não passávamos de amassos e roçadas, nunca nada como o que tinha acontecido antes. Durante o dia, só trocávamos olhares cúmplices com minha cunhada. O que notei agora é que ela não tinha mais vergonha na minha frente, mas principalmente na frente da minha namorada, porque quando menos esperava, ela tirava os peitos para amamentar o bebê. Se antes ela já fazia isso, agora fazia até enquanto conversava comigo.
Num desses dias, estávamos no andar de baixo cuidando das crianças e minha cunhada aproveitou para tomar banho. Uma coisa que achei estranha foi que antes de fazer isso, ela trocou as crianças com roupa de sair. Não tinham me avisado nada, então não dei importância. Quando ouvi minha cunhada saindo do banheiro, peguei minhas coisas para tomar banho. Minha namorada só disse: "Bom, já volto". Eu respondi perguntando para onde ela ia, e ela disse que ia dar uma volta com as crianças e depois ficaria na área verde em frente de casa para o bebê pegar um pouco de sol. Respondi que estava bem e que provavelmente iria encontrá-la. Subi para o banheiro, comecei a me despir e, quando estava prestes a entrar no chuveiro, percebi que a toalha que uso normalmente não estava. Tentei procurar dentro do banheiro e não achei. Notei que a toalha que minha namorada usa normalmente estava lá e decidi usar essa. Liguei o chuveiro para começar a esquentar a água quando ouvi a porta abrir. No banheiro, eu estava completamente nu, só deu tempo de me virar, mas não de me cobrir. Quem abriu a porta foi minha cunhada, que vinha enrolada na minha toalha. Ela me olhou dos pés à cabeça e disse: "VIM TE DEVOLVER SUA TOALHA". Naquele momento, ela soltou a toalha, deixando-a cair no chão, ficando completamente nua na minha frente. Ela baixou o olhar e focou no meu pau, que já começava a ficar duro. "QUE ATREVIDO, FICAR ASSIM AO ME VER. RESOLVI VIR TE DEVOLVER A TOALHA AGORA QUE NÃO TEM NINGUÉM." Ela estava terminando de falar isso quando eu me joguei nela. Comecei a beijar seu pescoço e rapidamente desci para chupar aqueles peitões enormes, alternando entre lambidas e beijos. Ela só gemia baixinho e apertava minha cabeça contra os peitos dela. Comecei a descer pelo abdômen e barriga dela, enquanto colocava cada uma das minhas mãos naqueles peitões enormes, tentando pegar tudo. Quando fiquei de frente pra buceta dela, prestes a beijá-la, apertei os peitos dela. Ela soltou um gemido mais alto, e eu só senti minhas mãos ficarem molhadas com o gozo que jorrava deles. Ela tava adorando. Num momento, ela tirou uma das minhas mãos do peito dela e, quando fez isso, colocou uma perna no meu ombro pra eu ter mais alcance na buceta dela, que eu lambia e devorava como se não houvesse amanhã. Minha tesão e ereção estavam no máximo. Decidi virar ela e colocar contra a porta. A bunda dela tava na minha cara. Como um cachorro num pedaço de carne, me joguei pra enterrar entre aquelas nádegas. Lambia a buceta dela inteira, de cima a baixo e vice-versa. Com as mãos, tentava separar a bunda dela de vez em quando pra poder respirar. De vez em quando, alternava pra lamber o cuzinho apertado dela. Minha cunhada só gemia mais alto. Ela pegou minha mão e empurrou minha cabeça contra a bunda dela. Eu tava em êxtase, enfiando minha língua na buceta dela. Mas já tava excitado demais. Me afastei da bunda dela, soltando um suspiro pra poder respirar de boa e não ser sufocado pela bunda dela. Fiquei de pé atrás dela. Meu pau totalmente duro encostou na bunda dela, só consegui ver como minha cunhada virou um pouco o rosto, me olhou, se inclinou um pouco mais e levantou a bunda, TAVA ME ENTREGANDO.
Com minhas mãos peguei as nádegas dela, separando pra ver como aquela buceta se abria me esperando. Devagar comecei a enfiar meu pau, a buceta dela tava muito molhada, fui me encaixando aos poucos dentro dela, o calor que a buceta dela dava era delicioso. Não era tão apertada quanto a da irmã dela, mas era uma delícia. Aos poucos fui aumentando a velocidade, a visão da bunda dela quicando era fenomenal, mas o que mais me excitava era ouvir os gemidos da minha cunhada. Não eram muito altos nem muito baixos, um meio termo muito excitante. Assim continuamos por um tempo, até que ouvimos uns barulhos vindo da entrada. Eu me retirei, ela rapidamente se virou, se agachou, pegou meu pau, deu um beijo nele e foi enfiando na boca dela devagar. Lambeu da base até a ponta, deu outro beijo, se levantou e me deu um beijo na bochecha. Saiu do banheiro, eu entrei no chuveiro quando ouvi que já tinham voltado. A tarde passou normal, as crianças enchendo o saco, estavam mais inquietas que o normal. No fim da tarde, minha cunhada recebeu uma ligação do marido dizendo que tava muito atolado no trabalho e precisava entregar de manhã cedo. A solução era ficar na casa dos pais dela, já que ele tava trabalhando por lá. Ela disse pra ele não se preocupar, que não tava sozinha, se referindo a nós. Depois da ligação, minha cunhada contou a situação e no final perguntou se a gente podia ver um filme os três juntos à noite. Minha namorada e eu não vimos problema. Chegou a noite e minha cunhada e minha namorada subiram pra dormir as crianças. Eu fiquei na sala esperando e vendo que filme a gente podia assistir. Daqui a pouco minha namorada desceu e a gente tava vendo que filme escolher. Um tempo depois minha cunhada desceu, quando já tínhamos escolhido qual ver. Minha cunhada... comentei: Por que a gente não coloca pijama pra ver mais tranquilo? Com minha namorada, a gente não viu problema nenhum e cada um se trocou. Minha cunhada desceu com um roupão e o pijama por baixo, minha namorada com uma calça de pijama e uma regata, e eu com um short longo e uma camiseta. Começamos a ver o filme. Tinha uns 20 minutos quando minha cunhada pediu pra pausar o filme e foi pra cozinha. Na hora, voltou com um pack de cerveja. Nós dois ficamos surpresos. Ela só disse: "Já que estamos de boa, podemos", se referindo a que o marido não tava e as crianças dormiam. Cada um pegou uma e continuamos o filme. O filme foi rolando e as cervejas aumentando, o calor tava forte, mesmo com a cerveja dava pra sentir. Então a gente abriu a porta da frente, que era do lado da sala, e também a do quintal pra ficar mais fresco.
O filme era sobre umas pessoas que recebiam desafios pra ganhar dinheiro e fama, algo bem surreal. Quando o filme acabou, as cervejas já tavam fazendo efeito. Minha cunhada fez um comentário:
(C = cunhada, N = namorada, Y = eu)
C: "Ah, claro, como se as pessoas fossem tão corajosas pra fazer esses desafios."
Y: "Como assim?"
C: "É verdade, as pessoas não são corajosas."
N: "Ah, e você teria coragem?"
C: "Depende, eu acho que sim."
N: "Ah, sei, duvido..."
C: "Fala a que é bem medrosa."
Y: "Oooh, ela te desafiou, hein."
Eu metendo lenha pra ver o que iam fazer.
N: "Ah, claro, quem fala? Vai lá então..."
C: "Te desafio a beijar o (Y) de um jeito quente."
Sem dizer nada, minha namorada se jogou em mim e começou a me beijar de boca aberta como se não houvesse amanhã. Eu, automaticamente, coloquei as mãos na bunda dela. Minha cunhada só riu. Depois de um tempo, a gente se separou.
C: "Isso foi fácil."
N: "Nada de fácil, é sua vez. Te desafio a... virar uma cerveja de uma vez, girando."
Minha cunhada não bebia muito. Quando vi ela terminar, parecia meio tonta. Eu só olhei pra ela e ri. C: Do que cê tá rindo? Se for você, eu te desafio a beijar a parte que você mais gosta da minha irmã.
Peguei minha mina, virei ela, me abaixei e beijei cada uma das nádegas dela por cima do pijama.
C: Isso não vale.
Y: Você não disse como...
N: Te desafio a mostrar a foto mais sexy que você tem no seu celular.
Minha mina pensou que minha cunhada não ia ter coragem, mas aí vimos ela pegar o celular, começar a procurar e mostrar uma foto onde tava na sala de costas, só com um fio dental minúsculo que mal dava pra ver enfiado no meio da bunda.
C: Te desafio a mesma coisa...
Minha mina pegou o celular, começou a procurar e mostrou uma foto onde ela tava de pernas abertas, tampando a buceta com a mão, só dava pra ver um pouco do cu dela. Minha cunhada viu, arregalou os olhos e comentou: "Tô vendo que você é bem atrevida mesmo", devolveu o celular e completou: "Quem a gente não sabe se é atrevido é..."
C: Te desafio a... você tem duas opções: tira uma peça de roupa ou dançando tem que fazer fundo pra essas duas cervejas. Mesmo que eu adorasse dar esse show, decidi tirar uma peça. Fui pro banheiro, peguei meu short, abaixei e tirei minha cueca, depois vesti o short de novo e voltei pra sala. Minha cunhada me viu e exclamou: "Já vi que você não teve coragem." Eu respondi que sim, mas ela continuou dizendo que não.
Y: Sim, eu tirei a peça.
C: Não acredito, mostra o que você tirou.
Y: Se quiser ver, vai lá no banheiro, porque mostrar não fazia parte do desafio.
N: Eu vou ver.
Minha mina se levantou, pegou meu short, puxou pra ela e olhou dentro. Viu meu pau, pegou com a mão, tirou pra fora do short e disse pra minha cunhada: "Olha se ele tirou." Os olhos da minha cunhada foram direto pro meu pau na mão da irmã dela, ela só sorriu.
Y: Beleza, agora vamos ver quem é mais atrevida. Desafio vocês duas a fazerem fundo nessas cervejas. Quem ganhar escolhe que parte da roupa a outra tira: se a de cima ou a de baixo.
As duas se olharam, se desafiando, aceitaram e eu comecei a contagem. regressiva, ambas começaram a beber rapidão e pra minha surpresa minha cunhada foi a vencedora...
C: Beleza, irmãzinha, escolhe: em cima ou embaixo?
N: Embaixo.
C: Tá bom, tira tudo da parte de baixo.
Só vi minha namorada olhando puta da vida porque ela tinha escolhido a parte de cima. Ela tirou o pijama e a calcinha, deixando a bunda e as pernas à mostra. Ficou um silêncio estranho e desconfortável.
C: Vou no banheiro, já volto.
Quando ela foi, minha namorada chegou perto do meu ouvido e falou: "Essa filha da puta vai me pagar, e você vai me ajudar." Só estendi a mão pra passar a mão na bunda dela, comecei a brincar, era excitante ver ela sem nada na parte de baixo na frente da irmã. Ela pareceu gostar e respondeu me beijando e acariciando meu pau. Na hora que meu cunhado voltou, minha namorada levantou e disse: "Já volto." Voltou em segundos com um copo na mão, colocou na mesa, pegou uma cerveja, pediu pra eu levantar. Cheguei perto e ela puxou meu short pra baixo, pegou meu pau e aproximou o copo, colocou ele dentro, pegou a cerveja e serviu de um jeito que molhasse meu pau e caísse no copo. Quase enchendo, parou. Pegou meu pau e fez círculos com ele dentro da cerveja. Quando parou, levou a mão na própria buceta, enfiou um dedo e colocou ele no copo, mexeu um pouco, tirou o dedo, tirou meu pau e colocou na frente da minha cunhada.
N: Te desafio a beber isso ou sair na frente de casa e voltar só com uma peça de roupa.
A cara da minha cunhada disse tudo. Os desafios entre elas tinham subido de tom e já eram mais pessoais. Minha cunhada levantou, foi até a porta da entrada, abriu mais a porta, parou na beirada, já praticamente na entrada da casa, abriu o roupão e deixou cair na entrada, e caminhou pra fora. Na hora, ouvimos uns batidinhas na janela. Quando chegamos perto pra ver, eu e minha namorada puxamos a cortina e vimos, em primeira mão, os peitos da minha cunhada colados no vidro. Depois ela... Separado, ele se virou e se inclinou pra gente ver a bunda dele. Virou de novo, mostrou o dedo do meio pra nós e sorriu. Depois entrou e vestiu o roupão. Quando entrou, jogou a roupa dele no sofá.
C: Hoje sim, se foderam os dois...
Desculpa deixar por aqui, mas sinto que o post já ficou muito longo. Em breve vou postar a continuação. Desde já, obrigado pelas visitas, pontos e comentários.
Para contextualizar vocês e ajudar a entender a continuidade, convido vocês a verem meu post anterior: http://www.poringa.net/posts/relatos/3831769/Ayudando-a-mi-cunada.html
Depois daquele encontro com minha cunhada, os dias foram normais. À noite, quando minha namorada só me deixava excitado, eu me aliviava com a calcinha fio dental que minha cunhada me deu. Às vezes, descia à noite, mas não passávamos de amassos e roçadas, nunca nada como o que tinha acontecido antes. Durante o dia, só trocávamos olhares cúmplices com minha cunhada. O que notei agora é que ela não tinha mais vergonha na minha frente, mas principalmente na frente da minha namorada, porque quando menos esperava, ela tirava os peitos para amamentar o bebê. Se antes ela já fazia isso, agora fazia até enquanto conversava comigo.
Num desses dias, estávamos no andar de baixo cuidando das crianças e minha cunhada aproveitou para tomar banho. Uma coisa que achei estranha foi que antes de fazer isso, ela trocou as crianças com roupa de sair. Não tinham me avisado nada, então não dei importância. Quando ouvi minha cunhada saindo do banheiro, peguei minhas coisas para tomar banho. Minha namorada só disse: "Bom, já volto". Eu respondi perguntando para onde ela ia, e ela disse que ia dar uma volta com as crianças e depois ficaria na área verde em frente de casa para o bebê pegar um pouco de sol. Respondi que estava bem e que provavelmente iria encontrá-la. Subi para o banheiro, comecei a me despir e, quando estava prestes a entrar no chuveiro, percebi que a toalha que uso normalmente não estava. Tentei procurar dentro do banheiro e não achei. Notei que a toalha que minha namorada usa normalmente estava lá e decidi usar essa. Liguei o chuveiro para começar a esquentar a água quando ouvi a porta abrir. No banheiro, eu estava completamente nu, só deu tempo de me virar, mas não de me cobrir. Quem abriu a porta foi minha cunhada, que vinha enrolada na minha toalha. Ela me olhou dos pés à cabeça e disse: "VIM TE DEVOLVER SUA TOALHA". Naquele momento, ela soltou a toalha, deixando-a cair no chão, ficando completamente nua na minha frente. Ela baixou o olhar e focou no meu pau, que já começava a ficar duro. "QUE ATREVIDO, FICAR ASSIM AO ME VER. RESOLVI VIR TE DEVOLVER A TOALHA AGORA QUE NÃO TEM NINGUÉM." Ela estava terminando de falar isso quando eu me joguei nela. Comecei a beijar seu pescoço e rapidamente desci para chupar aqueles peitões enormes, alternando entre lambidas e beijos. Ela só gemia baixinho e apertava minha cabeça contra os peitos dela. Comecei a descer pelo abdômen e barriga dela, enquanto colocava cada uma das minhas mãos naqueles peitões enormes, tentando pegar tudo. Quando fiquei de frente pra buceta dela, prestes a beijá-la, apertei os peitos dela. Ela soltou um gemido mais alto, e eu só senti minhas mãos ficarem molhadas com o gozo que jorrava deles. Ela tava adorando. Num momento, ela tirou uma das minhas mãos do peito dela e, quando fez isso, colocou uma perna no meu ombro pra eu ter mais alcance na buceta dela, que eu lambia e devorava como se não houvesse amanhã. Minha tesão e ereção estavam no máximo. Decidi virar ela e colocar contra a porta. A bunda dela tava na minha cara. Como um cachorro num pedaço de carne, me joguei pra enterrar entre aquelas nádegas. Lambia a buceta dela inteira, de cima a baixo e vice-versa. Com as mãos, tentava separar a bunda dela de vez em quando pra poder respirar. De vez em quando, alternava pra lamber o cuzinho apertado dela. Minha cunhada só gemia mais alto. Ela pegou minha mão e empurrou minha cabeça contra a bunda dela. Eu tava em êxtase, enfiando minha língua na buceta dela. Mas já tava excitado demais. Me afastei da bunda dela, soltando um suspiro pra poder respirar de boa e não ser sufocado pela bunda dela. Fiquei de pé atrás dela. Meu pau totalmente duro encostou na bunda dela, só consegui ver como minha cunhada virou um pouco o rosto, me olhou, se inclinou um pouco mais e levantou a bunda, TAVA ME ENTREGANDO.
Com minhas mãos peguei as nádegas dela, separando pra ver como aquela buceta se abria me esperando. Devagar comecei a enfiar meu pau, a buceta dela tava muito molhada, fui me encaixando aos poucos dentro dela, o calor que a buceta dela dava era delicioso. Não era tão apertada quanto a da irmã dela, mas era uma delícia. Aos poucos fui aumentando a velocidade, a visão da bunda dela quicando era fenomenal, mas o que mais me excitava era ouvir os gemidos da minha cunhada. Não eram muito altos nem muito baixos, um meio termo muito excitante. Assim continuamos por um tempo, até que ouvimos uns barulhos vindo da entrada. Eu me retirei, ela rapidamente se virou, se agachou, pegou meu pau, deu um beijo nele e foi enfiando na boca dela devagar. Lambeu da base até a ponta, deu outro beijo, se levantou e me deu um beijo na bochecha. Saiu do banheiro, eu entrei no chuveiro quando ouvi que já tinham voltado. A tarde passou normal, as crianças enchendo o saco, estavam mais inquietas que o normal. No fim da tarde, minha cunhada recebeu uma ligação do marido dizendo que tava muito atolado no trabalho e precisava entregar de manhã cedo. A solução era ficar na casa dos pais dela, já que ele tava trabalhando por lá. Ela disse pra ele não se preocupar, que não tava sozinha, se referindo a nós. Depois da ligação, minha cunhada contou a situação e no final perguntou se a gente podia ver um filme os três juntos à noite. Minha namorada e eu não vimos problema. Chegou a noite e minha cunhada e minha namorada subiram pra dormir as crianças. Eu fiquei na sala esperando e vendo que filme a gente podia assistir. Daqui a pouco minha namorada desceu e a gente tava vendo que filme escolher. Um tempo depois minha cunhada desceu, quando já tínhamos escolhido qual ver. Minha cunhada... comentei: Por que a gente não coloca pijama pra ver mais tranquilo? Com minha namorada, a gente não viu problema nenhum e cada um se trocou. Minha cunhada desceu com um roupão e o pijama por baixo, minha namorada com uma calça de pijama e uma regata, e eu com um short longo e uma camiseta. Começamos a ver o filme. Tinha uns 20 minutos quando minha cunhada pediu pra pausar o filme e foi pra cozinha. Na hora, voltou com um pack de cerveja. Nós dois ficamos surpresos. Ela só disse: "Já que estamos de boa, podemos", se referindo a que o marido não tava e as crianças dormiam. Cada um pegou uma e continuamos o filme. O filme foi rolando e as cervejas aumentando, o calor tava forte, mesmo com a cerveja dava pra sentir. Então a gente abriu a porta da frente, que era do lado da sala, e também a do quintal pra ficar mais fresco.
O filme era sobre umas pessoas que recebiam desafios pra ganhar dinheiro e fama, algo bem surreal. Quando o filme acabou, as cervejas já tavam fazendo efeito. Minha cunhada fez um comentário:
(C = cunhada, N = namorada, Y = eu)
C: "Ah, claro, como se as pessoas fossem tão corajosas pra fazer esses desafios."
Y: "Como assim?"
C: "É verdade, as pessoas não são corajosas."
N: "Ah, e você teria coragem?"
C: "Depende, eu acho que sim."
N: "Ah, sei, duvido..."
C: "Fala a que é bem medrosa."
Y: "Oooh, ela te desafiou, hein."
Eu metendo lenha pra ver o que iam fazer.
N: "Ah, claro, quem fala? Vai lá então..."
C: "Te desafio a beijar o (Y) de um jeito quente."
Sem dizer nada, minha namorada se jogou em mim e começou a me beijar de boca aberta como se não houvesse amanhã. Eu, automaticamente, coloquei as mãos na bunda dela. Minha cunhada só riu. Depois de um tempo, a gente se separou.
C: "Isso foi fácil."
N: "Nada de fácil, é sua vez. Te desafio a... virar uma cerveja de uma vez, girando."
Minha cunhada não bebia muito. Quando vi ela terminar, parecia meio tonta. Eu só olhei pra ela e ri. C: Do que cê tá rindo? Se for você, eu te desafio a beijar a parte que você mais gosta da minha irmã.
Peguei minha mina, virei ela, me abaixei e beijei cada uma das nádegas dela por cima do pijama.
C: Isso não vale.
Y: Você não disse como...
N: Te desafio a mostrar a foto mais sexy que você tem no seu celular.
Minha mina pensou que minha cunhada não ia ter coragem, mas aí vimos ela pegar o celular, começar a procurar e mostrar uma foto onde tava na sala de costas, só com um fio dental minúsculo que mal dava pra ver enfiado no meio da bunda.
C: Te desafio a mesma coisa...
Minha mina pegou o celular, começou a procurar e mostrou uma foto onde ela tava de pernas abertas, tampando a buceta com a mão, só dava pra ver um pouco do cu dela. Minha cunhada viu, arregalou os olhos e comentou: "Tô vendo que você é bem atrevida mesmo", devolveu o celular e completou: "Quem a gente não sabe se é atrevido é..."
C: Te desafio a... você tem duas opções: tira uma peça de roupa ou dançando tem que fazer fundo pra essas duas cervejas. Mesmo que eu adorasse dar esse show, decidi tirar uma peça. Fui pro banheiro, peguei meu short, abaixei e tirei minha cueca, depois vesti o short de novo e voltei pra sala. Minha cunhada me viu e exclamou: "Já vi que você não teve coragem." Eu respondi que sim, mas ela continuou dizendo que não.
Y: Sim, eu tirei a peça.
C: Não acredito, mostra o que você tirou.
Y: Se quiser ver, vai lá no banheiro, porque mostrar não fazia parte do desafio.
N: Eu vou ver.
Minha mina se levantou, pegou meu short, puxou pra ela e olhou dentro. Viu meu pau, pegou com a mão, tirou pra fora do short e disse pra minha cunhada: "Olha se ele tirou." Os olhos da minha cunhada foram direto pro meu pau na mão da irmã dela, ela só sorriu.
Y: Beleza, agora vamos ver quem é mais atrevida. Desafio vocês duas a fazerem fundo nessas cervejas. Quem ganhar escolhe que parte da roupa a outra tira: se a de cima ou a de baixo.
As duas se olharam, se desafiando, aceitaram e eu comecei a contagem. regressiva, ambas começaram a beber rapidão e pra minha surpresa minha cunhada foi a vencedora...
C: Beleza, irmãzinha, escolhe: em cima ou embaixo?
N: Embaixo.
C: Tá bom, tira tudo da parte de baixo.
Só vi minha namorada olhando puta da vida porque ela tinha escolhido a parte de cima. Ela tirou o pijama e a calcinha, deixando a bunda e as pernas à mostra. Ficou um silêncio estranho e desconfortável.
C: Vou no banheiro, já volto.
Quando ela foi, minha namorada chegou perto do meu ouvido e falou: "Essa filha da puta vai me pagar, e você vai me ajudar." Só estendi a mão pra passar a mão na bunda dela, comecei a brincar, era excitante ver ela sem nada na parte de baixo na frente da irmã. Ela pareceu gostar e respondeu me beijando e acariciando meu pau. Na hora que meu cunhado voltou, minha namorada levantou e disse: "Já volto." Voltou em segundos com um copo na mão, colocou na mesa, pegou uma cerveja, pediu pra eu levantar. Cheguei perto e ela puxou meu short pra baixo, pegou meu pau e aproximou o copo, colocou ele dentro, pegou a cerveja e serviu de um jeito que molhasse meu pau e caísse no copo. Quase enchendo, parou. Pegou meu pau e fez círculos com ele dentro da cerveja. Quando parou, levou a mão na própria buceta, enfiou um dedo e colocou ele no copo, mexeu um pouco, tirou o dedo, tirou meu pau e colocou na frente da minha cunhada.
N: Te desafio a beber isso ou sair na frente de casa e voltar só com uma peça de roupa.
A cara da minha cunhada disse tudo. Os desafios entre elas tinham subido de tom e já eram mais pessoais. Minha cunhada levantou, foi até a porta da entrada, abriu mais a porta, parou na beirada, já praticamente na entrada da casa, abriu o roupão e deixou cair na entrada, e caminhou pra fora. Na hora, ouvimos uns batidinhas na janela. Quando chegamos perto pra ver, eu e minha namorada puxamos a cortina e vimos, em primeira mão, os peitos da minha cunhada colados no vidro. Depois ela... Separado, ele se virou e se inclinou pra gente ver a bunda dele. Virou de novo, mostrou o dedo do meio pra nós e sorriu. Depois entrou e vestiu o roupão. Quando entrou, jogou a roupa dele no sofá.
C: Hoje sim, se foderam os dois...
Desculpa deixar por aqui, mas sinto que o post já ficou muito longo. Em breve vou postar a continuação. Desde já, obrigado pelas visitas, pontos e comentários.
2 comentários - Desafios com minha mina e cunhada