Capítulo 7: Rezem por nós, os pecadores
A Mafe tinha mudado radicalmente. Daquela garota tímida, inocente e insegura, sobrou muito pouco. Agora ela tinha uma atitude bem mais ousada, a mentalidade era outra, tava aberta a se dar a chance de experimentar e conhecer coisas novas.
Claro que a devoção e espiritualidade dela não desapareceram nem diminuíram. Eu não queria que fosse assim, embora não parasse de achar estranho que uma garota tão devota e tão crente saísse com alguém como eu, que era exatamente o oposto disso: ateu e certamente irreverente a muitos dos ensinamentos da igreja. No geral, eu via o fiel crente como um grande hipócrita, um impostor.
Naquela época, por respeito à Mafe, parei de ser blasfemo, embora realmente me custasse, porque não só me divertia, mas também era apaixonado por isso. Eu achava muito engraçado zoar as crenças dos outros. Mas naquele tempo soube me comportar, me adaptar e talvez até me submeter muitas vezes pra manter a paz com a Mafe.
Passados uns seis meses, decidimos morar juntos. E como sempre, a convivência acaba gerando uns atritos, por uma coisa ou outra, quase sempre besteiras. Mas sempre conseguimos levar numa boa.
Possivelmente as crenças fervorosas dela foram a principal causa das nossas brigas. Principalmente porque muitas vezes eu não soube compreendê-la, porque talvez eu fosse rígido demais no meu ceticismo, me recusando a tolerá-la em situações que talvez pedissem um pouco mais de compreensão, mas eu era inflexível demais pra entender isso. E embora essa personalidade devota pudesse me irritar, também conseguia me esquentar. Não sei por quê, mas sentia um tesão doentio de foder uma mina assim. Não era mais só pela beleza dela, pelas pernas lisas e carnudas, por aquela bunda enorme, desproporcional mas ao mesmo tempo magnífica, ou pelos peitinhos dela, que eram tipo a cereja do bolo. Não era mais só o físico dela que me atraía.
Era também o jeito dela, em muitos sentidos. Me dava uma ternura aquela garota devota, amava que ela sempre conseguia esboçar um sorriso pra mim. A Mafe era genuinamente gentil, cordial e, até certo ponto, caridosa — eu a admirava por isso, e ao mesmo tempo me despertava um monte de pensamentos tortuosos; maliciosos, vulgares. Fantasiava que era tipo sair com uma freira gostosa e complacente, se é que isso existe. Além disso, adorava que a Mafe tinha desenvolvido e consolidado uma espécie de "tara" pela caretice. Eu pirva nisso. Em saber que aquela mesma garota de roupas sempre recatadas, cheia de convencionalismos, muitas vezes preconceituosa; podia ser ao mesmo tempo tão safada; saber que aquela mulher de gestos elegantes e valores "inquestionáveis" podia ser ao mesmo tempo tão puta.
Vi ela passar horas pedindo perdão por coisas tipo foder sem a bênção de deus, e também vi ela cair de novo e de novo nas próprias tentações. Já não sabia mais no que acreditar, não sabia se era arrependimento de verdade, se funcionava como uma queima de karma, se ela fingia pra me vender a imagem de santa.
No começo foi estranho pra mim ver alguém tão fervorosa, não conseguia acreditar que uma pessoa tão nova dedicasse tanto tempo à reza e à súplica; até me parecia doentio o fato de ir à missa todo santo dia, ou aquela necessidade constante de se confessar pra se sentir aliviada; era uma novidade e tanto pra mim.
Mas foi nessa época que comecei a apreciar esse jeito dela. Fantasiava em surpreendê-la enquanto rezava, em beliscar a bunda dela enquanto ela ficava de joelhos de cabeça baixa, também em encontrá-la ajoelhada e agarrar seus cabelos dourados pra levar o rostinho dela até meu pau, ou fingindo ser o padre pra dar de penitência a entrega da bucetinha dela; fantasiava de mil maneiras, e não demorou muito pra eu passar da fantasia pra prática.
No começo ela foi permissiva, ou talvez não conseguiu reprimir seus instintos mais primários. Não sei. O certo é que consegui saciar minha sede de perversão. Embora depois a Mafe fosse ficando mais proibitiva, mais desconfiada com o respeito à fé dela. Pode ter sido também o rápido desencanto da parte dela com aquela situação, como se tivesse queimado a fantasia. A verdade é que não sei o que a levou a acabar com essas situações quentes, foram só um punhado, mas foram ouro puro.
Uma vez cheguei em casa e ela tava rezando, Ajoelhada, em silêncio total, bem concentrada, repetindo sem parar as orações dela e contando as contas do terço tradicional. Falei com ela, mas não respondeu, porque a prioridade dela era continuar rezando. Enfiei meus braços na cintura dela, apoiei a cabeça num dos ombros dela e, depois de uns segundos, comecei a beijar ela atrás da orelha, no pescoço e nas bochechas.
Ela me permitiu, inclinando levemente a cabeça pra me dar espaço suficiente pros meus lábios manobrarem no pescoço dela. Mas além disso, não fez nada, não se incomodou com minha intromissão no momento de oração dela, não disse uma palavra; nem me olhou, só continuou rezando.
Naquele dia, tive muita vontade de ser carinhoso com ela, então continuei por um bom tempo com meus beijos e carícias ao redor do pescoço dela, era minha aposta certa para esquentá-la, embora dessa vez a pressa tenha me vencido de certa forma. Mais cedo do que tarde, terminei com minha cabeça debaixo das pernas dela. Enquanto ela continuava apoiada sobre os joelhos na sua clássica pose de submissão, eu deitei meu corpo no chão e arrastei minha cabeça até posicioná-la debaixo das pernas dela, ficando cara a cara mais uma vez com a buceta dela, que naquele momento se escondia debaixo de uma calcinha sexy.
Naquela tarde, Mafe estava usando um dos seus clássicos looks de treino: saia curta e rosa choque, e top da mesma cor. E como já mencionei, uma calcinha encantadora que não deixava nada pra imaginação.
A Mafe gostava de ficar confortável pra malhar. Agora que tinha largado o emprego, tinha mais tempo livre pra treinar, e depois de aprender várias rotinas, não dependia mais de mim pra isso. O cabelo dela tava impecável e o rosto maquiado, era óbvio que ainda não tinha treinado, provavelmente planejava fazer isso depois da oração dela.
Ela continuou na sua reza, enquanto eu, deitado no chão, marcava um novo encontro com a buceta dela. Ela não resistiu, mas acho que não foi porque queria misturar o momento de oração com uma boa sessão de sexo oral, diria antes que ela nem percebeu quando minha cabeça acabou debaixo daquela xota.
Ela percebeu logo no primeiro toque da minha mão por cima da fio dental. Apalpei ela de leve, enquanto com a outra mão acariciei suavemente a virilha dela. Ela sacudiu as pernas bruscamente, confirmando minha sensação de que não tinha notado o momento em que eu me coloquei naquela posição de privilégio.
Foi naquele primeiro momento que ele decidiu interromper a oração dele pra falar comigo.
- O que cê tá fazendo?, ela reclamou
- Nada, você continua na sua e se deixa levar.
Ela não quis criar um drama por causa disso, então continuou com a oração, mas sem me dizer que concordava com meu plano. O mais provável é que secretamente desejasse continuar, e a reclamação teria sido sua última tentativa de repressão. Me senti à vontade para continuar.
De novo comecei a esfregar de leve a virilha dela, a sentir a carne macia da parte interna das coxas perto do púbis. Eu ficava louco acariciando essa área, especialmente porque era questão de segundos pra começar a sentir o calor que a buceta dela exalava.
Aí comecei a apalpar ela de novo, por cima da calcinha fio dental. Devagar e com calma. Queria satisfazer ela com uma boa dose de sexo oral, e sabia que pra isso era preciso ter paciência e nunca me apressar.
Depois de seis meses juntos e de uma infinidade de fodas, eu sabia que a Mafe curtia uma estimulação bem dada, com a calma que o caso exige, com dedicação suficiente pra um dia pretender conhecer todas as 8.000 terminações nervosas da buceta dela. Então, depois de passar a mão por cima da calcinha dela, comecei a acariciar devagar a vulva dela, especialmente com os polegares, como se quisesse dar uma massagem.
Sabia que a Mafe tava curtindo a situação porque de vez em quando eu ouvia ela parar a frase pra engolir saliva ou só pra suspirar. O calor da buceta dela começou a virar umidade, que eu conseguia sentir por cima da tanguinha fininha dela.
Chegou a hora em que decidi puxar aquele pedacinho de pano pro lado, pra me jogar de cabeça numa boa estimulação no clitóris dela. Tava me sentindo inspirado pra satisfazer ela, sentia que era uma tarde especial pra minha língua, que tava no controle da situação apesar da ansiedade de encontrar de novo a bucetinha macia da Mafe.
No começo usei só minha língua, mas depois precisei usar meus dedos pra fazer a Mafe se contorcer de prazer. Isso sim era encontrar a alegria!
A Mafe parou de apoiar o corpo nos joelhos e deixou cair todo o peso dela na minha cara, como se quisesse me sufocar com a buceta, mas eu tava em êxtase, ainda faminto pelo gosto dela, pelo calor e pelo prazer evidente dela. Tava cheio, me engasgando com a boceta dela.
Não demorou muito pra Mafe começar a se esfregar na minha cara, lambuzando todo o meu rosto com os fluidos dela. Pra mim era um puta prazer estar coberto por ela, não tinha nenhum problema com isso, aliás, isso só confirmava que eu tinha alcançado meu objetivo, porque era questão de tempo até Mafe se entregar aos instintos mais básicos dela.
Tanto que nem conseguiu terminar o terço, porque chegou um momento em que estava solta, completamente excitada, fora de si, pronta pra encerrar o dia com uma foda frenética.
A Mafe não deu tempo pra nada, levantou, me olhou com a cara tomada por um gesto cheio de safadeza, e se abaixou de novo, mas dessa vez pra sentar no meu pau.
A penetração foi relativamente rápida, já que a buceta bem lubrificada dela permitiu fácil acesso da minha rola. Dali em diante foi um festival de sentadas, até com uma certa maldade e agressividade, como se ela quisesse se vingar de mim por ter interrompido o ritual dela.
Não deu tempo de tirar a roupa, eu tava com minha calça no meio das pernas, enquanto a Mafe tava com a fio dental só de lado, mas eu não parava de levantar a saia dela pra poder admirar e acariciar aquelas pernas sempre maravilhosas.
Também chegou um momento em que puxei o top dela pra baixo, deixando os peitos dela à mostra, fiz isso com uma certa agressividade, porque se ela se dava ao luxo de me sentar com força, não via por que não podia arrancar o top dela pra me deliciar com os peitinhos dela, pequenos mas muito provocantes.
De vez em quando a Mafe se agachava pra deixar eles na altura da minha boca. Enquanto isso, eu segurava firme na bunda dela pra guiar os movimentos e deixar eles ainda mais fortes, potentes e profundos.
Mas mesmo eu ajudando com as mãos pra guiar os movimentos da Mafe, o cansaço venceu ela, então ela pediu pra gente trocar de posição. Naquela hora, bateu uma vontade forte de meter nela contra a parede.
Nós nos levantamos, virei ela e meti sem nenhuma cerimônia. Adorava ver a carne da bunda dela tremer a cada uma das minhas estocadas.
Não sei por que naquela tarde senti vontade de agarrar ela com força pelo pescoço, só sei que aconteceu e que ela não resistiu. Com a outra mão, eu pressionava o rosto dela contra a parede, dominando ela por completo. Tava castigando ela pelos pecados dela. Essa era a penitência dela por ser tão promíscua.
Naquela altura já tínhamos combinado que uma boa sessão de sexo tinha que terminar com meu gozo escorrendo dentro da buceta dela. Depois de vários meses de namoro, isso já não era problema, porque a gente tinha acertado nosso planejamento.
A Mafe tinha uma fixação enorme, diria até uma obsessão, em levar gozada dentro, porque segundo ela, era um prazer danado sentir o momento da ejaculação. Ela dizia se sentir encantada desde "o pau 'convulsionando' dentro de mim, até a hora que sinto o líquido quente escorrendo em mim".
Na verdade, era uma teimosia certamente rara, pois naquela época em que usávamos camisinha, a Mafe conferia ela depois, não exatamente pra ver se tava furada, mas pra ver a quantidade de porra que tinha dentro; abrindo um sorrisão no rosto quando via uma boa quantidade depositada ali, era uma festa danada, como se fosse um tesouro precioso.
Naquela tarde, com ela recostada na parede e com uma nova descarga entre a buceta dela, ia terminar mais um daqueles coitos memoráveis com a minha santinha adorada.
Capítulo 8: Ficando imundo
Uns 500 anos já se passaram desde o fim da Idade Média, período lindo pra consolidar os ideais da Igreja, época de repressão e castigo pra qualquer pensamento safado, mas ao mesmo tempo de perversão exagerada diante de tanta proibição...
A Mafe tinha mudado radicalmente. Daquela garota tímida, inocente e insegura, sobrou muito pouco. Agora ela tinha uma atitude bem mais ousada, a mentalidade era outra, tava aberta a se dar a chance de experimentar e conhecer coisas novas.
Claro que a devoção e espiritualidade dela não desapareceram nem diminuíram. Eu não queria que fosse assim, embora não parasse de achar estranho que uma garota tão devota e tão crente saísse com alguém como eu, que era exatamente o oposto disso: ateu e certamente irreverente a muitos dos ensinamentos da igreja. No geral, eu via o fiel crente como um grande hipócrita, um impostor.
Naquela época, por respeito à Mafe, parei de ser blasfemo, embora realmente me custasse, porque não só me divertia, mas também era apaixonado por isso. Eu achava muito engraçado zoar as crenças dos outros. Mas naquele tempo soube me comportar, me adaptar e talvez até me submeter muitas vezes pra manter a paz com a Mafe.
Passados uns seis meses, decidimos morar juntos. E como sempre, a convivência acaba gerando uns atritos, por uma coisa ou outra, quase sempre besteiras. Mas sempre conseguimos levar numa boa.
Possivelmente as crenças fervorosas dela foram a principal causa das nossas brigas. Principalmente porque muitas vezes eu não soube compreendê-la, porque talvez eu fosse rígido demais no meu ceticismo, me recusando a tolerá-la em situações que talvez pedissem um pouco mais de compreensão, mas eu era inflexível demais pra entender isso. E embora essa personalidade devota pudesse me irritar, também conseguia me esquentar. Não sei por quê, mas sentia um tesão doentio de foder uma mina assim. Não era mais só pela beleza dela, pelas pernas lisas e carnudas, por aquela bunda enorme, desproporcional mas ao mesmo tempo magnífica, ou pelos peitinhos dela, que eram tipo a cereja do bolo. Não era mais só o físico dela que me atraía.
Era também o jeito dela, em muitos sentidos. Me dava uma ternura aquela garota devota, amava que ela sempre conseguia esboçar um sorriso pra mim. A Mafe era genuinamente gentil, cordial e, até certo ponto, caridosa — eu a admirava por isso, e ao mesmo tempo me despertava um monte de pensamentos tortuosos; maliciosos, vulgares. Fantasiava que era tipo sair com uma freira gostosa e complacente, se é que isso existe. Além disso, adorava que a Mafe tinha desenvolvido e consolidado uma espécie de "tara" pela caretice. Eu pirva nisso. Em saber que aquela mesma garota de roupas sempre recatadas, cheia de convencionalismos, muitas vezes preconceituosa; podia ser ao mesmo tempo tão safada; saber que aquela mulher de gestos elegantes e valores "inquestionáveis" podia ser ao mesmo tempo tão puta.
Vi ela passar horas pedindo perdão por coisas tipo foder sem a bênção de deus, e também vi ela cair de novo e de novo nas próprias tentações. Já não sabia mais no que acreditar, não sabia se era arrependimento de verdade, se funcionava como uma queima de karma, se ela fingia pra me vender a imagem de santa.
No começo foi estranho pra mim ver alguém tão fervorosa, não conseguia acreditar que uma pessoa tão nova dedicasse tanto tempo à reza e à súplica; até me parecia doentio o fato de ir à missa todo santo dia, ou aquela necessidade constante de se confessar pra se sentir aliviada; era uma novidade e tanto pra mim.
Mas foi nessa época que comecei a apreciar esse jeito dela. Fantasiava em surpreendê-la enquanto rezava, em beliscar a bunda dela enquanto ela ficava de joelhos de cabeça baixa, também em encontrá-la ajoelhada e agarrar seus cabelos dourados pra levar o rostinho dela até meu pau, ou fingindo ser o padre pra dar de penitência a entrega da bucetinha dela; fantasiava de mil maneiras, e não demorou muito pra eu passar da fantasia pra prática.
No começo ela foi permissiva, ou talvez não conseguiu reprimir seus instintos mais primários. Não sei. O certo é que consegui saciar minha sede de perversão. Embora depois a Mafe fosse ficando mais proibitiva, mais desconfiada com o respeito à fé dela. Pode ter sido também o rápido desencanto da parte dela com aquela situação, como se tivesse queimado a fantasia. A verdade é que não sei o que a levou a acabar com essas situações quentes, foram só um punhado, mas foram ouro puro.
Uma vez cheguei em casa e ela tava rezando, Ajoelhada, em silêncio total, bem concentrada, repetindo sem parar as orações dela e contando as contas do terço tradicional. Falei com ela, mas não respondeu, porque a prioridade dela era continuar rezando. Enfiei meus braços na cintura dela, apoiei a cabeça num dos ombros dela e, depois de uns segundos, comecei a beijar ela atrás da orelha, no pescoço e nas bochechas.
Ela me permitiu, inclinando levemente a cabeça pra me dar espaço suficiente pros meus lábios manobrarem no pescoço dela. Mas além disso, não fez nada, não se incomodou com minha intromissão no momento de oração dela, não disse uma palavra; nem me olhou, só continuou rezando.
Naquele dia, tive muita vontade de ser carinhoso com ela, então continuei por um bom tempo com meus beijos e carícias ao redor do pescoço dela, era minha aposta certa para esquentá-la, embora dessa vez a pressa tenha me vencido de certa forma. Mais cedo do que tarde, terminei com minha cabeça debaixo das pernas dela. Enquanto ela continuava apoiada sobre os joelhos na sua clássica pose de submissão, eu deitei meu corpo no chão e arrastei minha cabeça até posicioná-la debaixo das pernas dela, ficando cara a cara mais uma vez com a buceta dela, que naquele momento se escondia debaixo de uma calcinha sexy.
Naquela tarde, Mafe estava usando um dos seus clássicos looks de treino: saia curta e rosa choque, e top da mesma cor. E como já mencionei, uma calcinha encantadora que não deixava nada pra imaginação.
A Mafe gostava de ficar confortável pra malhar. Agora que tinha largado o emprego, tinha mais tempo livre pra treinar, e depois de aprender várias rotinas, não dependia mais de mim pra isso. O cabelo dela tava impecável e o rosto maquiado, era óbvio que ainda não tinha treinado, provavelmente planejava fazer isso depois da oração dela.
Ela continuou na sua reza, enquanto eu, deitado no chão, marcava um novo encontro com a buceta dela. Ela não resistiu, mas acho que não foi porque queria misturar o momento de oração com uma boa sessão de sexo oral, diria antes que ela nem percebeu quando minha cabeça acabou debaixo daquela xota.
Ela percebeu logo no primeiro toque da minha mão por cima da fio dental. Apalpei ela de leve, enquanto com a outra mão acariciei suavemente a virilha dela. Ela sacudiu as pernas bruscamente, confirmando minha sensação de que não tinha notado o momento em que eu me coloquei naquela posição de privilégio.
Foi naquele primeiro momento que ele decidiu interromper a oração dele pra falar comigo.
- O que cê tá fazendo?, ela reclamou
- Nada, você continua na sua e se deixa levar.
Ela não quis criar um drama por causa disso, então continuou com a oração, mas sem me dizer que concordava com meu plano. O mais provável é que secretamente desejasse continuar, e a reclamação teria sido sua última tentativa de repressão. Me senti à vontade para continuar.
De novo comecei a esfregar de leve a virilha dela, a sentir a carne macia da parte interna das coxas perto do púbis. Eu ficava louco acariciando essa área, especialmente porque era questão de segundos pra começar a sentir o calor que a buceta dela exalava.
Aí comecei a apalpar ela de novo, por cima da calcinha fio dental. Devagar e com calma. Queria satisfazer ela com uma boa dose de sexo oral, e sabia que pra isso era preciso ter paciência e nunca me apressar.
Depois de seis meses juntos e de uma infinidade de fodas, eu sabia que a Mafe curtia uma estimulação bem dada, com a calma que o caso exige, com dedicação suficiente pra um dia pretender conhecer todas as 8.000 terminações nervosas da buceta dela. Então, depois de passar a mão por cima da calcinha dela, comecei a acariciar devagar a vulva dela, especialmente com os polegares, como se quisesse dar uma massagem.
Sabia que a Mafe tava curtindo a situação porque de vez em quando eu ouvia ela parar a frase pra engolir saliva ou só pra suspirar. O calor da buceta dela começou a virar umidade, que eu conseguia sentir por cima da tanguinha fininha dela.
Chegou a hora em que decidi puxar aquele pedacinho de pano pro lado, pra me jogar de cabeça numa boa estimulação no clitóris dela. Tava me sentindo inspirado pra satisfazer ela, sentia que era uma tarde especial pra minha língua, que tava no controle da situação apesar da ansiedade de encontrar de novo a bucetinha macia da Mafe.
No começo usei só minha língua, mas depois precisei usar meus dedos pra fazer a Mafe se contorcer de prazer. Isso sim era encontrar a alegria!
A Mafe parou de apoiar o corpo nos joelhos e deixou cair todo o peso dela na minha cara, como se quisesse me sufocar com a buceta, mas eu tava em êxtase, ainda faminto pelo gosto dela, pelo calor e pelo prazer evidente dela. Tava cheio, me engasgando com a boceta dela.
Não demorou muito pra Mafe começar a se esfregar na minha cara, lambuzando todo o meu rosto com os fluidos dela. Pra mim era um puta prazer estar coberto por ela, não tinha nenhum problema com isso, aliás, isso só confirmava que eu tinha alcançado meu objetivo, porque era questão de tempo até Mafe se entregar aos instintos mais básicos dela.
Tanto que nem conseguiu terminar o terço, porque chegou um momento em que estava solta, completamente excitada, fora de si, pronta pra encerrar o dia com uma foda frenética.
A Mafe não deu tempo pra nada, levantou, me olhou com a cara tomada por um gesto cheio de safadeza, e se abaixou de novo, mas dessa vez pra sentar no meu pau.
A penetração foi relativamente rápida, já que a buceta bem lubrificada dela permitiu fácil acesso da minha rola. Dali em diante foi um festival de sentadas, até com uma certa maldade e agressividade, como se ela quisesse se vingar de mim por ter interrompido o ritual dela.
Não deu tempo de tirar a roupa, eu tava com minha calça no meio das pernas, enquanto a Mafe tava com a fio dental só de lado, mas eu não parava de levantar a saia dela pra poder admirar e acariciar aquelas pernas sempre maravilhosas.
Também chegou um momento em que puxei o top dela pra baixo, deixando os peitos dela à mostra, fiz isso com uma certa agressividade, porque se ela se dava ao luxo de me sentar com força, não via por que não podia arrancar o top dela pra me deliciar com os peitinhos dela, pequenos mas muito provocantes.
De vez em quando a Mafe se agachava pra deixar eles na altura da minha boca. Enquanto isso, eu segurava firme na bunda dela pra guiar os movimentos e deixar eles ainda mais fortes, potentes e profundos.
Mas mesmo eu ajudando com as mãos pra guiar os movimentos da Mafe, o cansaço venceu ela, então ela pediu pra gente trocar de posição. Naquela hora, bateu uma vontade forte de meter nela contra a parede.
Nós nos levantamos, virei ela e meti sem nenhuma cerimônia. Adorava ver a carne da bunda dela tremer a cada uma das minhas estocadas.
Não sei por que naquela tarde senti vontade de agarrar ela com força pelo pescoço, só sei que aconteceu e que ela não resistiu. Com a outra mão, eu pressionava o rosto dela contra a parede, dominando ela por completo. Tava castigando ela pelos pecados dela. Essa era a penitência dela por ser tão promíscua.
Naquela altura já tínhamos combinado que uma boa sessão de sexo tinha que terminar com meu gozo escorrendo dentro da buceta dela. Depois de vários meses de namoro, isso já não era problema, porque a gente tinha acertado nosso planejamento.
A Mafe tinha uma fixação enorme, diria até uma obsessão, em levar gozada dentro, porque segundo ela, era um prazer danado sentir o momento da ejaculação. Ela dizia se sentir encantada desde "o pau 'convulsionando' dentro de mim, até a hora que sinto o líquido quente escorrendo em mim".
Na verdade, era uma teimosia certamente rara, pois naquela época em que usávamos camisinha, a Mafe conferia ela depois, não exatamente pra ver se tava furada, mas pra ver a quantidade de porra que tinha dentro; abrindo um sorrisão no rosto quando via uma boa quantidade depositada ali, era uma festa danada, como se fosse um tesouro precioso.
Naquela tarde, com ela recostada na parede e com uma nova descarga entre a buceta dela, ia terminar mais um daqueles coitos memoráveis com a minha santinha adorada.
Capítulo 8: Ficando imundo
Uns 500 anos já se passaram desde o fim da Idade Média, período lindo pra consolidar os ideais da Igreja, época de repressão e castigo pra qualquer pensamento safado, mas ao mesmo tempo de perversão exagerada diante de tanta proibição...
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