Como todos os relatos são baseados nas minhas fantasias. Caminhando, ao virar uma esquina, me deparei com um grupo de caras negros encostados numa parede, eram seis. Continuei andando como se nada fosse, até que um deles me puxou pelo cabelo, deu um tranco tão forte que quase me derrubou; gritei pedindo socorro, e ele colocou a cara na minha. Sacou um canivete, encostou na minha bochecha fazendo eu sentir o fio, e me deu um soco no estômago que me dobrou. Me levou pra um beco, depois de um tempo assobiou e chegaram os outros caras da gangue dele, eram mais do que eu tinha visto. Acariciavam meus peitos e quando me dei conta, já estava nua, só de fio dental. Me encurralaram contra uma parede, começaram a apertar meus peitos me causando muita dor. Um me beijou pra calar meus gritos, senti ele colocar o pau na entrada da minha buceta, desceu as mãos até minhas nádegas e, sem nenhuma consideração, começou a empurrar. Gritei com força ao sentir a penetração selvagem que tava sofrendo, a dor que ele me causava ao entrar e sair da minha buceta era insuportável, e era só a primeira pica das muitas que iam entrar. Desceu as mãos pelas minhas pernas e me fez levantá-las, colocando nas costas dele, assim me segurou enquanto me estuprarava. Uns minutos depois, me mandou encostar na parede fria e colocar as mãos nela, na altura do meu rosto, dobrando meus braços. Fiquei nessa posição, ele colocou as mãos no meio das minhas nádegas e as separou enquanto enfiava o pau na entrada da minha buceta, empurrou pra dentro, me puxou pelo cabelo com uma mão e me jogou pra trás, continuando a empurrar. Parecia um pau gigante, senti como se fosse me partir ao meio, sofria a penetração da pica dele. Ele colocou as mãos nos meus peitos, apertando e me comendo mais forte. Os outros caras se masturbavam vendo como o parceiro me estuprarava e esperavam a vez deles. Ele continuou me fazendo aquilo por um tempo que pareceu uma eternidade, até que jorrou jatos de Porra dentro das minhas entranhas. Me virei e vi todos aqueles negões me olhando com tesão; a escuridão não me deixava distinguir direito, vários se aproximaram, me pegaram pelos braços e pernas, me levantando de bruços com as pernas e braços abertos; um deles se colocou entre minhas pernas e, sem avisar nada, enfiou de uma vez o pau dele na minha buceta, soltei um grito enorme, mas outro já enfiou o pau dele na minha boca e me fez chupar, assim ficaram por um bom tempo até acabarem me enchendo com as gozadas deles. Assim que terminaram, dois tomaram seus lugares e, por sua vez, outros dois tomaram os deles, tentei não gritar por medo das ameaças, assim que um terminava, outro tomava seu lugar e assim foram se revezando sem me deixar descansar, alguns repetiam, até fizeram dupla vaginal em mim, sentia ardor, dor, o tempo parecia eterno, eu estava exausta, não estava curtindo, mas eles não ligavam, continuavam e continuavam sem me dar descanso nenhum, quando terminaram me deixaram no chão e foram embora, exceto um que se aproximou, era o taxista que tinha me levado para aquela zona horrível, ele me agarra e me mete no táxi dele onde me estupra, terminamos numa loja de bebidas, era tarde, estava cheia de bêbados que, quando o cara me desceu, me cercaram e levantaram meu vestido, começaram a me apalpar, tentei me soltar mas eram tantos e eu estava tão cansada e dolorida que foi impossível, umas mãos começaram a tocar minha buceta e a enfiar os dedos, outros apalpavam meus peitos e outros minha raba, eu estava com medo, ia ser estuprada de novo mas por uma porção de homens bêbados. Senti uma rola começando a me penetrar pela frente e outra por trás, os outros rodeavam a cena, selvagemente me penetravam gozando o estupro, os bêbados se revezavam para me estuprar, todos me chamavam de puta, chorei em silêncio enquanto eles continuaram gozando do meu corpo por um bom tempo enquanto o taxista assistia tudo, assim como fez. antes, até que uns policiais se aproximaram de onde a gente tava, eles e o taxista vazaram, e eu fiquei de bruços, dormida de tão cansada. Dois policiais desceram da viatura e ficaram me encarando, trocaram olhares com sorrisos de safadeza e me jogaram na viatura. Me deitaram no banco de trás, enquanto um dirigia pra longe do lugar, o outro subiu atrás, baixou a calça, puxou o pau, abriu minhas pernas e meteu até o fundo, mas eu não reagi de tão dormida que tava. O policial ficou me comendo até gozar dentro de mim, dando lugar pro outro policial, que também abusou de mim até terminar. Me levaram pra uma delegacia onde fui estuprada por outros policiais que estavam lá. Eles faziam rondas pra garantir que ninguém que não fosse oficial entrasse, só pra me violentar. Eu tava de barriga pra cima num sofá, sendo violentamente comida, e eles chamavam outros colegas pelo rádio, falando que era urgente eles virem. Eles atendiam o chamado e, quando viam o que tava rolando, entravam na fila. Assim que uns terminavam, outros tomavam seus lugares. Todos me comeram quantas vezes quiseram, fazendo dupla e até tripla penetração vaginal e oral, o que me fez acordar, mas de tão cansada, mesmo com a dor, eu não abria os olhos. Me levaram pra uma cela que tinha pra ser estuprada pelos detentos que estavam lá, que tinham visto tudo e tavam super excitados. Quando todos terminaram, me colocaram na viatura algemada. Chegamos numa área onde quase não tinha gente na rua; paramos na frente de um portão, fizeram barulho com a sirene e um policial abriu o portão. Entramos e descemos, outros quatro policiais se aproximaram e cumprimentaram os que estavam comigo. Me obrigaram a chupar todos eles, colocavam uma mão na minha cabeça, empurrando e puxando no mesmo ritmo que eu chupava, e quando iam gozar, seguravam minha cabeça com as duas mãos, mandando eu engolir todo o leite deles. Depois de satisfazer os seis oralmente, me carregaram e me... Me levaram pra uma viatura, colocaram minhas mãos dos dois lados daquela parte do meio que separa o vidro da frente do de trás; me algemaram uma mão de cada lado, passando a corrente por aquela parte. Depois, me deixaram de quatro, de um jeito que eles viam tudo; um empurrou minha cabeça pra baixo, me deixando curvada olhando pro chão, e eu senti o primeiro deles se posicionar atrás de mim e vi ele se ajoelhar. Não demorou pra eu sentir as mãos dele nas minhas nádegas, ele abriu minha buceta e senti a língua molhada dele entrando em mim, colocou o pau na entrada da minha buceta e começou a empurrar, senti dor, foram vários minutos de mete-saca, até que o policial deu um gritão e soltou a porra toda dentro de mim. Assim que ele terminou e saiu, outro policial se colocou atrás de mim, pôs as mãos nas minhas nádegas e do mesmo jeito começou a me penetrar com força; de novo comecei a sentir dor, aos poucos a intensidade foi aumentando até ele soltar o leite dentro de mim, e assim passaram os outros 6, mas na minha pussy, me bombearam com força, sem se importar com minha dor nem com minhas lágrimas. Todos gozaram dentro de mim e minha buceta ficou bem vermelha; ardia pra caralho, de novo me colocaram na viatura algemada e saímos. Um pouco depois chegamos num prédio onde tinha várias viaturas do lado de fora; estacionamos e eles desceram; um abriu a porta pra mim, me tirou e me meteu rápido pra dentro do prédio; lá dentro tinha um monte de gente, entre policiais, bandidos e gente de terno também. De novo todos os homens me olharam com tesão enquanto o policial abria caminho até um balcão e paramos lá, eu gritava que eles tinham me estuprado, mas nem ligaram, porque achavam que eu era uma puta. Chegaram mais três policiais e entre os quatro me dominaram, me jogaram numa cela de cimento, um dos policiais tirou minhas algemas e saiu, eu sentei no catre de cimento de tão cansada e comecei a chorar, fiquei lá. Dormindo, entrou o Doutor que tinha me mandado pra aquele lugar imundo, baixou as calças junto com a cueca, mostrando o pau enorme e duro, puxou minha calcinha fio dental e levantou meu vestido até deixar na cintura e meteu em mim, começou a se mover rápido, cada vez mais rápido, as mãos dele seguravam minha cintura enquanto ele enfiava e tirava o membro com força, ele continuava entrando e saindo e falando coisas que eu não ouvia porque estava dormindo e não sentia dor pelo mesmo motivo, ele estava me partindo ao meio, gozando com a fodida até que gemeu de prazer ao gozar e eu continuei dormindo, ele subiu as calças e foi embora, me deixando com os dois policiais que entraram com ele e fizeram uma dupla vaginal que me fez acordar, as enfiadas e tiradas com força me faziam chorar pela violenta violação que estava sofrendo e que já tinha sofrido, pareceu uma eternidade, senti o esperma deles invadindo minha buceta e quase na hora eles saíram; rapidamente vestiram os uniformes e foram embora, me deixando suja, dolorida e algemada. Do jeito que deu, me ajeitei no colchão e, chorando por lembrar de tudo que aconteceu, dormi de novo. No dia seguinte, na minha frente estavam o Doutor do dia anterior, um velho gordo e atrás deles quatro policiais, me estupraram de novo, todos os seis. Quando cansaram de fazer aquilo, o gordo jogou minha roupa pra mim e mandou um policial tirar as algemas, me mandaram me vestir, dois policiais me seguraram pelos braços e me tiraram da cela. Saí daquele lugar dolorida, triste, humilhada e cansada; mesmo com a minha aparência horrível, os homens que passavam por mim falavam coisas e assobiavam.
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