Mini férias

Quando era adolescente, comecei a passar muito tempo com o Juan, um vizinho da outra quadra da minha idade, filho único. Embora não estudássemos na mesma escola, a gente se ajudava com os estudos.
Uma tarde, a mãe dele me perguntou se eu gostaria de ir com eles acampar no Palmar de Colón.
Depois que eu disse que sim, os pais dele foram na minha casa pedir permissão pros meus, falando que seriam uns 10 dias e que queriam minha companhia pra que o Juan não ficasse entediado. Meus pais toparam de boa.

Saímos num domingo antes do meio-dia e chegamos no parque nacional depois de umas 4 horas de viagem.
Montamos as barracas (uma grande pros pais dele, uma menor pra nós e uma terceira bem pequena pra guardar outras coisas), e depois saímos pra caminhar um pouco e conhecer o lugar.

A gente ia na frente, eu e o Juan, quando vimos na margem um capivara montando uma fêmea. Isso nos fez rir e deu uma certa excitação, por que não? (Entenda que nessa idade a gente sexualiza tudo e fica de pau duro na hora). Depois de um tempo, voltamos pras barracas e o pai do Juan acendeu o fogo pra fazer uns hambúrgueres.

Depois de comer, fomos pra nossa barraca dormir. Mal nos deitamos no colchonete, o Juan começou a rir da situação dos bichos e, sem dizer mais nada, me propôs a gente se masturbar.
Não passaram dois segundos e já estávamos pelados, batendo punheta.

— "... que pedaço de pau!!..." — disse o Juan se aproximando de mim.
— "... quase 19 cm de pura carne..." — respondi sorrindo.
— "... deixa eu fazer pra você?..." — ele perguntou e, sem esperar minha resposta, pegou no meu pau com a mão e começou a acariciar.
Cruzei os braços atrás da cabeça e deixei ele se divertir... ele batia muito bem.
— "... depois é sua vez..." — ele disse.
Eu concordei e aproveitei mais alguns minutos até que gozei.
Me limpei e trocamos de posição pra eu poder fazer a mesma coisa nele. Masturbação, é.
Comecei acariciando os ovos dele e o pau ficou bem duro... bati uma pra ele por um tempo e ele disse que ia gozar
— "Já??.... tão rápido..." — mas nem terminei de falar e já levei o primeiro jato de porra: não tinham passado nem 5 minutos.

Cada um foi pro seu colchonete e, enquanto eu tentava dormir, o Juan continuava impressionado com meu pau e não parava de falar do tamanho e como ele ficava duro (praquela idade, o tamanho era considerável)... até a gente pegar no sono.

De manhã, a mãe acordou a gente dizendo que iam até a cidade comprar umas coisas que não tinha no mercadinho do parque, então voltariam em algumas horas.

Assim que sentimos o carro se afastando, o Juan pulou do lugar e, já pelado, veio com outra proposta de masturbação.
A gente se ajeitou no meio e ele pegou no meu pau, batendo ele contra a outra mão enquanto me punhetava. Falei que tava doendo... pra ele parar.
O Juan riu e fez de novo.

Começamos a brigar e eu fiquei por cima dele, em cima do peito dele... meu pau tava a centímetros da boca dele.
— "... quer que eu chupe?" — ele disse, olhando nos meus olhos.

Me ajeitei melhor e fui enfiando meu pau devagar na boca dele... o Juan não falava nada e envolvia com a língua, fazendo cócegas no freio.
— "... assim você gosta ou quer que chupe mais forte?"
— "... faz o que quiser, mas não para..." — foi minha resposta.

Ele enchia de saliva e metia e tirava rápido, alternando com punhetas e carícias nos meus ovos.
— "... me punheta enquanto isso..." — ele pediu, e eu fiz, esticando a mão.

Engolia inteiro, por completo... nunca tinham chupado meu pau daquele jeito.
— "... vai mais rápido que eu vou gozar..." — ele pediu, e eu senti o líquido dele molhando meus dedos.

Subi um pouco mais e falei que ia gozar.
— "... não goza na minha boca, por favor..." — ele implorou, e eu, fechando os olhos, tirei o pau dos lábios dele e gozei no peito e no pescoço dele.
Ele me ajeitou pra passar a língua. nos meus ovos, conseguindo extrair mais uma gota... foi lindo.

- "... adoro seu pau... é lindo..." disse enquanto o tocava sem parar
- "... nunca estive com outro cara assim... já bati punheta com outros, mas nunca chupei ninguém..." confessou.

Fazia poucos minutos que tínhamos terminado, mas a mão nele fez meu pau ir endurecendo aos poucos.

- "... quero te comer... deixa?..." perguntei
- "... se doer, você tira na hora, sim?..." disse se ajeitando e ficando de quatro.

- "... vamos lá fora..." sugeri. Estávamos no meio do nada e não tinha ninguém num raio de mil metros.

Saímos da barraca pelados e procuramos um lugar, escolhendo uma espécie de morro não muito longe dali e começamos a nos acariciar... Juan não largava meu pau... nos beijamos e eu virei ele, apoiando contra uma árvore velha e caída.

Abri as nádegas dele com as mãos e cuspi no buraquinho dele.

Encostei a cabeça e foi difícil entrar, mas na segunda tentativa encaixou.

Juan deu um gritinho e colocou a mão para me parar... repeti a manobra, dessa vez entrou um pouco mais... ele disse que doía.

Tirei meu pau e cuspi de novo no buraco... Juan pegou meu pau com a mão e encaixou na entrada... assim que a pontinha entrou, ele foi se abaixando até ficar quase de quatro.

Eu não aguentava mais, então joguei o peso do corpo em cima dele e entrou de uma vez, sem dó, até o fundo.

Juan gritou e mexia as pernas, mas eu tinha enfiado e era impossível escapar.

Fiquei parado, dizendo que ia passar, que esperasse um pouco.

Depois de uns minutos, foi ele quem começou a se mexer, perguntou se eu estava com tudo lá dentro, e eu respondi que sim... não sobrava espaço entre meu pau e o cu dele... estavam quase soldados.

Juan se inclinou um pouco mais, levantando a bunda, e eu me ajeitei mais em cima, praticamente montando nele.

Me apoiei com as mãos na cintura dele e acelerei os movimentos... Juan gemeu forte e começou a gozar... Ele me pediu pra beijar ele.
Fiquei mais uns minutos assim, comendo ele enquanto beijava até gozar tipo um litro de porra dentro dele.
Posso garantir que meu amigo sentiu cada jato de porra morna.
Me retirei, deixando ele terminar de tirar a porra do cu e se limpar do que escorria pelas pernas, e fomos pra barraca.
— "... sinto ar entrando pelo meu cu..." — ele disse rindo.
Ajudei ele a se lavar e mal tínhamos terminado de vestir as calças quando os pais dele chegaram.

Comemos os 10 dias. Procurávamos lugares pra transar durante o dia e, obviamente, à noite dormíamos juntos. Juan tinha virado viciado na minha pica.

Quando voltamos pra cidade, toda vez que estudávamos (e cada vez era mais vezes na semana), a gente transava...
Foram dias de prazer que duraram uns dois anos... depois cada um entrou na faculdade e não nos víamos mais com frequência. A última vez comi ele no meu carro depois de buscá-lo na casa da namorada... ele disse que a gente tinha que parar porque ela tinha engravidado.

Nunca mais tive nada com Juan, mas ficam essas lembranças gostosas de suor e porra.

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