Olá, gente gostosa, como vocês estão? Fazia um tempão que eu não escrevia nada. Isso aconteceu comigo há bastante tempo, mas essas coisas a gente nunca esquece.
Preciso, antes de contar os detalhes do ato, comentar todo o contexto dessa história. Moro numa província, mas sou do interior dela; nos mudamos com minha família pra capital vários anos atrás.
Eu estava prestes a entrar na faculdade depois de um ano em que tinha rodado no vestibular de outra em Buenos Aires, morando com meus pais, aguentando aquela convivência que nessa idade já começa a encher o saco. Eles, por sorte, trabalhavam até as 9 da noite e chegavam tarde em casa. O dia todo eu passava lendo alguma coisa e fazendo uns reparos no apartamento; me viro bem em quase tudo, e parte da história começa por aí.
Na minha cidade natal, minha família ficou amiga de outra família, quer dizer, meus pais, com um militar de alta patente que minha mãe arrumou vaga na escola pros filhos quando ele chegou transferido no meio do ano. Naquela época, eu estava entrando no ensino médio. Quando conheci a família, parecia aquela família perfeita, mas a mulher, sem dúvida, era algo fora do comum. O cara, como todo militar, um cuzão completo. A filha mais velha tem a minha idade. Passaram-se anos, e ela vinha com as crianças às vezes, ele nunca, a desculpa era o trabalho. Troquei de escola e não vi mais a filha mais velha.
Já morando na capital, eu estava estudando inglês e um dia cheguei em casa e lá estavam minha mãe e a menina. Ela tinha repetido de ano e estava vindo procurar apartamento pra estudar; era bem rápida a garota, me cumprimentou toda putinha e eu, lerdo pra caralho, um idiota completo.
Pra sorte de quem escreve, ela conseguiu um apartamento no mesmo bairro — acho que era isso que a mãe queria, pra menina ficar acompanhada. Fiquei mais amigo dela; algumas pessoas que nos viam diziam que tinha clima entre nós, ela era uma puta provocadora. A mãe dela continuava sendo uma escultura, daquele tipo de mulher que compete pra ficar melhor que as filhas, usando roupas de Piranhas, conversando e curtindo a mesma vibe. Ela vinha sozinha, quase toda semana viajando pra ver a filha, que tinha um namorado, um otário completo, não sabia fazer um "o" com um copo.
Eu, como já deixei claro, bem lerdo, não partia pra cima da mina. Meus amigos me diziam: "O que você espera pra comer ela, porra?!" Até a mãe, de vez em quando, soltava umas indiretas, e olha que a gatinha tinha namorado. Tudo era meio estranho.
Um dia de tarde, tava lendo no meu quarto quando tocam a campainha. Tava sozinho em casa. Abro a porta e era a mãe, tava com um vestidinho bem colado no corpo e uma bolsinha, era uma puta completa. Uma raba descomunal. Minha aparência era a pior possível naquele momento: tava de sunga, descalço e uma camiseta velha. E ela entra com esse visual. Pergunta se meus pais estavam em casa, falo que não, que chegariam mais tarde.
— Ia no supermercado e de quebra vim bater um papo, cê tá ocupado?
Eu: — Tava lendo no quarto, desculpa a aparência, é que tava sozinho, ha.
— Não, buceta, como é que vai pedir desculpas? Na verdade, eu também, ao invés de avisar. O que cê acha da minha filha? Ela passa muito tempo com você, parece até que tem algo aí, hein, hahaha
Eu: — Nada, ela tem namorado, somos só amigos. Nos primeiros dias ela tava nervosa, mas agora parece mais adaptada.
— Você não sabe como me preocupa deixar ela sozinha aqui. Você é bem maduro, e o namorado dela continua na molecagem, por isso queria conversar com você. Quem sabe você acaba virando meu genro, hahaha
Eu: — Fica tranquila que tô dando apoio a ela. E, bom, ela escolheu esse namorado, ha.
— Como mãe, não sei como agradecer. Sinto muita falta dela e sei que muitas vezes ela não tá bem, mas comigo não conversa.
Ela fica um pouco melancólica e começa a chorar. Eu tava bem longe dela porque, com a minha aparência, não sabia como me esconder. Mas naquela situação, não tinha outra opção senão me aproximar e abraçar ela.
Quando isso acontece, aquele abraço que a gente sempre dá por educação, ela recebeu de outro jeito. Não me soltava e ficava passando a mão nas minhas costas. Os Os patinhos já não estavam mais enfileirados e os hormônios falaram mais alto. A ereção veio em segundos. E uma mulher com essa experiência perceberia isso a mil quilômetros. Solto ela e me sento ao lado, pego nas mãos dela pra consolar. Já estava escurecendo, ela foi se acalmando e eu falei que ia acender a luz, já que a gente tava conversando no escuro.
Ela me responde na maior naturalidade: "Pra mim não tem problema, pelo contrário, até prefiro, porque minha cara já tava um bagaço."
Aí me veio a ideia: "Vamos pro meu quarto, botar umas músicas e continuar conversando, que tal?" Fui na bucha, já não aguentava mais ter aquela gostosa do meu lado. Ela não fez questão de ir pro quarto, sempre se fazendo de boazinha e tal. Assim que entramos, ela elogiou meu quarto, como tava tudo arrumadinho. Chego perto, pego nas mãos dela e percebo que já tava entregue. Eu tremia de nervoso, achando que ia fazer uma merda enorme, mas o tesão vence qualquer um. Ela correspondeu ao beijo como se fosse a coisa mais natural do mundo, beijos e carícias, o clima esquentando cada vez mais.
— Me promete que isso fica entre a gente. Você é lindo, bebê, e já percebeu como eu te olho quando você tá com a minha filha.
Naquele momento, minhas mãos já estavam acariciando aquela bunda linda. O corpo dela se destaca pelas pernas e pela bunda, peito não tem muito, é magrinha e baixinha, pelo menos do meu lado, que tenho 1,86 — era uma bonequinha pra mim. A gente continuou se pegando e eu fui levantando o vestido dela. Ela começou a passar a mão no meu pau por cima da calça.
— Nossa, isso é pra mim?
Ela abaixou minha cueca e sentou na cama. Que boquete gostoso ela me fez, eu tava flutuando, não conseguia acreditar.
— Coloca uma música, vou no banheiro e já volto.
Eu sabia que ela era toda romântica nos gostos, então coloquei uns lentos internacionais. Quando ela voltou, já tinha tirado o vestido e tava com uma lingerie divina. Que corpo, até me atrevo a dizer que era melhor que o da filha. Deitado, peladão, esperava ela na cama. Ela se aproxima, tira a calcinha e quer enfiar meu pau. De uma, eu não deixo ela não.
- Não, eu também tenho que provar você. Começo a chupar aquela buceta que não parecia de uma mulher que teve filhos. A gostosa se contorcia toda de tesão, gemia de um jeito tão doce, massageava meu cabelo.
- Não aguento mais, vou gozar, ela diz. E gozou. Sentir aquilo na minha boca e eu só começando, que prazer, meu Deus.
Eu tinha a camisinha do lado, mas me arrisquei e meti sem nada, ela não falou nada em momento nenhum. Me beijava com uma paixão, transbordava prazer por todo lado. Ela subiu em cima de mim, lambia meu peito e se mexia como uma campeã. Que química boa, eu já tava com a goza na ponta, quando de repente ela explode de prazer de novo e isso me segurou um pouco, porque eu parei pra mimar ela, me molhou os ovos todos. Que mulher incrível. Ela deita do meu lado e eu beijava os peitos dela, eu ainda não tinha gozado, ela tava super relaxada até que as carícias e os beijos começaram a excitar ela de novo.
- Não sei se aconteceu algo com minha filha, mas que burra que ela é, do que ela tá perdendo.
Ela fica de quatro, me pega na piroca, e sozinha começa devagar a colocar no cu. Como toda mulher magra quando fica de quatro, forma uma raba divina, a imagem era perfeita, ela exalando prazer e eu explodindo de tesão e nervosismo ao mesmo tempo, que me impediam de estar 100%. Mas aquela foto era irresistível, um jato de goza dentro da raba dela e o resto nas costas. Até me atrevo a dizer que ela gozou de novo naquele momento, mas como eu tava em outro planeta, nem sei direito o que rolou. Deitamos, nos beijamos e combinamos que nas viagens dela, se rolasse de novo, ela queria repetir. Ela me contava que o marido era um filho da puta com ela, que se sentia pouco amada.
Quase um ano inteiro a gente se viu, até que acho que a mina de merda começou a desconfiar de algo e nunca soube que porra aconteceu, mas nos distanciamos. Ela ainda mantém contato com minha mãe, os anos já tão aparecendo nela, mas mesmo assim eu como. O que motivou meu relato foi o fato de acabou de me mandar solicitação no Facebook. Tomara que essas aventuras se repitam.
Esse relato é real, e óbvio que não coloco nomes porque o cara descobre e me cancelam em 2 horas. Saudações!!!
Preciso, antes de contar os detalhes do ato, comentar todo o contexto dessa história. Moro numa província, mas sou do interior dela; nos mudamos com minha família pra capital vários anos atrás.
Eu estava prestes a entrar na faculdade depois de um ano em que tinha rodado no vestibular de outra em Buenos Aires, morando com meus pais, aguentando aquela convivência que nessa idade já começa a encher o saco. Eles, por sorte, trabalhavam até as 9 da noite e chegavam tarde em casa. O dia todo eu passava lendo alguma coisa e fazendo uns reparos no apartamento; me viro bem em quase tudo, e parte da história começa por aí.
Na minha cidade natal, minha família ficou amiga de outra família, quer dizer, meus pais, com um militar de alta patente que minha mãe arrumou vaga na escola pros filhos quando ele chegou transferido no meio do ano. Naquela época, eu estava entrando no ensino médio. Quando conheci a família, parecia aquela família perfeita, mas a mulher, sem dúvida, era algo fora do comum. O cara, como todo militar, um cuzão completo. A filha mais velha tem a minha idade. Passaram-se anos, e ela vinha com as crianças às vezes, ele nunca, a desculpa era o trabalho. Troquei de escola e não vi mais a filha mais velha.
Já morando na capital, eu estava estudando inglês e um dia cheguei em casa e lá estavam minha mãe e a menina. Ela tinha repetido de ano e estava vindo procurar apartamento pra estudar; era bem rápida a garota, me cumprimentou toda putinha e eu, lerdo pra caralho, um idiota completo.
Pra sorte de quem escreve, ela conseguiu um apartamento no mesmo bairro — acho que era isso que a mãe queria, pra menina ficar acompanhada. Fiquei mais amigo dela; algumas pessoas que nos viam diziam que tinha clima entre nós, ela era uma puta provocadora. A mãe dela continuava sendo uma escultura, daquele tipo de mulher que compete pra ficar melhor que as filhas, usando roupas de Piranhas, conversando e curtindo a mesma vibe. Ela vinha sozinha, quase toda semana viajando pra ver a filha, que tinha um namorado, um otário completo, não sabia fazer um "o" com um copo.
Eu, como já deixei claro, bem lerdo, não partia pra cima da mina. Meus amigos me diziam: "O que você espera pra comer ela, porra?!" Até a mãe, de vez em quando, soltava umas indiretas, e olha que a gatinha tinha namorado. Tudo era meio estranho.
Um dia de tarde, tava lendo no meu quarto quando tocam a campainha. Tava sozinho em casa. Abro a porta e era a mãe, tava com um vestidinho bem colado no corpo e uma bolsinha, era uma puta completa. Uma raba descomunal. Minha aparência era a pior possível naquele momento: tava de sunga, descalço e uma camiseta velha. E ela entra com esse visual. Pergunta se meus pais estavam em casa, falo que não, que chegariam mais tarde.
— Ia no supermercado e de quebra vim bater um papo, cê tá ocupado?
Eu: — Tava lendo no quarto, desculpa a aparência, é que tava sozinho, ha.
— Não, buceta, como é que vai pedir desculpas? Na verdade, eu também, ao invés de avisar. O que cê acha da minha filha? Ela passa muito tempo com você, parece até que tem algo aí, hein, hahaha
Eu: — Nada, ela tem namorado, somos só amigos. Nos primeiros dias ela tava nervosa, mas agora parece mais adaptada.
— Você não sabe como me preocupa deixar ela sozinha aqui. Você é bem maduro, e o namorado dela continua na molecagem, por isso queria conversar com você. Quem sabe você acaba virando meu genro, hahaha
Eu: — Fica tranquila que tô dando apoio a ela. E, bom, ela escolheu esse namorado, ha.
— Como mãe, não sei como agradecer. Sinto muita falta dela e sei que muitas vezes ela não tá bem, mas comigo não conversa.
Ela fica um pouco melancólica e começa a chorar. Eu tava bem longe dela porque, com a minha aparência, não sabia como me esconder. Mas naquela situação, não tinha outra opção senão me aproximar e abraçar ela.
Quando isso acontece, aquele abraço que a gente sempre dá por educação, ela recebeu de outro jeito. Não me soltava e ficava passando a mão nas minhas costas. Os Os patinhos já não estavam mais enfileirados e os hormônios falaram mais alto. A ereção veio em segundos. E uma mulher com essa experiência perceberia isso a mil quilômetros. Solto ela e me sento ao lado, pego nas mãos dela pra consolar. Já estava escurecendo, ela foi se acalmando e eu falei que ia acender a luz, já que a gente tava conversando no escuro.
Ela me responde na maior naturalidade: "Pra mim não tem problema, pelo contrário, até prefiro, porque minha cara já tava um bagaço."
Aí me veio a ideia: "Vamos pro meu quarto, botar umas músicas e continuar conversando, que tal?" Fui na bucha, já não aguentava mais ter aquela gostosa do meu lado. Ela não fez questão de ir pro quarto, sempre se fazendo de boazinha e tal. Assim que entramos, ela elogiou meu quarto, como tava tudo arrumadinho. Chego perto, pego nas mãos dela e percebo que já tava entregue. Eu tremia de nervoso, achando que ia fazer uma merda enorme, mas o tesão vence qualquer um. Ela correspondeu ao beijo como se fosse a coisa mais natural do mundo, beijos e carícias, o clima esquentando cada vez mais.
— Me promete que isso fica entre a gente. Você é lindo, bebê, e já percebeu como eu te olho quando você tá com a minha filha.
Naquele momento, minhas mãos já estavam acariciando aquela bunda linda. O corpo dela se destaca pelas pernas e pela bunda, peito não tem muito, é magrinha e baixinha, pelo menos do meu lado, que tenho 1,86 — era uma bonequinha pra mim. A gente continuou se pegando e eu fui levantando o vestido dela. Ela começou a passar a mão no meu pau por cima da calça.
— Nossa, isso é pra mim?
Ela abaixou minha cueca e sentou na cama. Que boquete gostoso ela me fez, eu tava flutuando, não conseguia acreditar.
— Coloca uma música, vou no banheiro e já volto.
Eu sabia que ela era toda romântica nos gostos, então coloquei uns lentos internacionais. Quando ela voltou, já tinha tirado o vestido e tava com uma lingerie divina. Que corpo, até me atrevo a dizer que era melhor que o da filha. Deitado, peladão, esperava ela na cama. Ela se aproxima, tira a calcinha e quer enfiar meu pau. De uma, eu não deixo ela não.
- Não, eu também tenho que provar você. Começo a chupar aquela buceta que não parecia de uma mulher que teve filhos. A gostosa se contorcia toda de tesão, gemia de um jeito tão doce, massageava meu cabelo.
- Não aguento mais, vou gozar, ela diz. E gozou. Sentir aquilo na minha boca e eu só começando, que prazer, meu Deus.
Eu tinha a camisinha do lado, mas me arrisquei e meti sem nada, ela não falou nada em momento nenhum. Me beijava com uma paixão, transbordava prazer por todo lado. Ela subiu em cima de mim, lambia meu peito e se mexia como uma campeã. Que química boa, eu já tava com a goza na ponta, quando de repente ela explode de prazer de novo e isso me segurou um pouco, porque eu parei pra mimar ela, me molhou os ovos todos. Que mulher incrível. Ela deita do meu lado e eu beijava os peitos dela, eu ainda não tinha gozado, ela tava super relaxada até que as carícias e os beijos começaram a excitar ela de novo.
- Não sei se aconteceu algo com minha filha, mas que burra que ela é, do que ela tá perdendo.
Ela fica de quatro, me pega na piroca, e sozinha começa devagar a colocar no cu. Como toda mulher magra quando fica de quatro, forma uma raba divina, a imagem era perfeita, ela exalando prazer e eu explodindo de tesão e nervosismo ao mesmo tempo, que me impediam de estar 100%. Mas aquela foto era irresistível, um jato de goza dentro da raba dela e o resto nas costas. Até me atrevo a dizer que ela gozou de novo naquele momento, mas como eu tava em outro planeta, nem sei direito o que rolou. Deitamos, nos beijamos e combinamos que nas viagens dela, se rolasse de novo, ela queria repetir. Ela me contava que o marido era um filho da puta com ela, que se sentia pouco amada.
Quase um ano inteiro a gente se viu, até que acho que a mina de merda começou a desconfiar de algo e nunca soube que porra aconteceu, mas nos distanciamos. Ela ainda mantém contato com minha mãe, os anos já tão aparecendo nela, mas mesmo assim eu como. O que motivou meu relato foi o fato de acabou de me mandar solicitação no Facebook. Tomara que essas aventuras se repitam.
Esse relato é real, e óbvio que não coloco nomes porque o cara descobre e me cancelam em 2 horas. Saudações!!!
3 comentários - No fue mi suegra, fue mi amante