Experiência Bi na cabine do centro

Valeu, Joel, pelo teu relato.

Naquela época eu era office boy no centro, trabalhava numa galeria na Lavalle e, obviamente, com meus 20 anos, via a putaria que rolava na região. Pra quem anda por lá ou conhece, o centro é uma coisa de dia e outra completamente diferente à noite. Meu horário era até às 18h, mas às vezes a gente ficava um pouco mais pra fechar ou pra receber algum fornecedor que vinha do bairro do Once.

Embora quase sempre tivesse curiosidade, nunca tinha experimentado nada bi até aquele momento. Aí, num dos meus almoços (tinha uma hora e aproveitava pra dar umas voltas por ali), a gente se juntava com panfleteiros, motoboys, funcionários e vários caras que ficavam nos cibers da área. Por um acaso, cheguei a saber que tinha umas cabines (não era cinema pornô) onde você descia e podia ver um filme xxx à vontade e, obviamente, não tava sozinho — a ideia era que alguém podia te ver, assim como você podia ver algo também.

Numa sexta antes de um feriado, avisei em casa que voltaria tarde, criei coragem e fui lá umas 19h30 pra uma dessas cabines. Quando cheguei, já quase de noite, entrei e tinha uma bilheteria onde, claro, não dava pra ver quem tava atrás. O cara me perguntou duas coisas:

— Filme ou Voyeur?
— Hmmm, é... filme.
— São 250.
— Ok (paguei e já ia descendo).
— Olha, não tem ninguém por causa do horário, hein.
— Ah, ok... então vou descer.

Eu sabia que era cedo, mas queria pelo menos ver qual era. Desci umas escadas bem estreitas e, no final, tinha umas quatro cabines, cada uma com um computador, uma TV em cima, e você escolhia o filme que queria ver no PC e ele rodava na TV. Esqueci de contar que cada cabine tem um sofá tipo gamer confortável, um rolo de papel e umas toalhas úmidas pra cada um fazer o que quiser, haja vista que obviamente podem te ver por cima das divisórias ou por uns buracos nas paredes do box.

Fui pra da ponta e comecei a ver um filme de trans. Esse gênero me esquenta muito, por isso decidi ver algo nesse estilo. Acho que antes mesmo de tirar a rola pra fora já tava de pau duro (tenho ela normal, meio grossa e com a cabeça bem grande, os ovos normais e eu me depilo).
Comecei a bater uma vendo como comiam o cu de uma mina cross linda, toda feminina. Acho que me excitava a situação de estar me masturbando e o lugar, sabendo que alguém podia me ver, mas tentava não gozar e tava batendo forte de cima pra baixo, apertando meus ovos.

Acho que passaram uns minutos e ouvi uns passos descendo a escada. A primeira coisa que aconteceu é que fiquei paralisado, mas não queria parar de me tocar. Pensei que alguém ia sentar pra ver um filme igual eu, mas não, claramente era um voyeur.

Começou a me ver batendo uma, eu via os olhos brilhando pelo buraco do box. Eu me masturbava e passava a língua nos lábios, mostrava os ovos enquanto via como enfiavam na mina cross entre dois caras.
Eu tava muito excitado, tinha a rola toda inchada, batia ela contra a mesa do computador pra fazer barulho e sentia que do outro lado gemiam.

De repente, vejo que por aquele buraco sai uma bela pica, bem venosa, com pele até na cabeça, o tronco era grosso e nunca esqueço que com a pouca luz dava pra ver ela pulsando.
No começo não sabia o que fazer, mas a primeira coisa que fiz foi me colocar do lado e roçar a minha nela, brincar um pouco de cabeça com cabeça, era uma baba passando de rola pra rola. A situação me excitava até que não consegui mais me segurar e me ajoelhei e comecei a chupar ela.

Comecei a beijar a pele da cabeça e ir puxando ela devagar enquanto sentia os gemidos do outro lado, beijava e mordia sem machucar o tronco, batia uma com a outra mão e continuava chupando, cabeça e tronco, cabeça e tronco.
Sentia o bater das bolas do outro lado, com a mão comecei a bater forte, muito forte, porque queria ver aquela porra explodir, então falei:

— Quero que você encha minha boca

Foram uns punhetões que dei forte com a mão e ela estourou na minha boca. Caralho, a explosão, sentia tudo na cara.
Acho que tava em êxtase, enquanto olhava pra tela com a mina cross na mesma situação que eu, toda melada de porra com o pau duro.

- Goza você agora (ela falou do outro lado)

Comecei a bater uma forte, muito forte, já tava de pau duro e não parava de escorrer porra do meu rosto, desafivelei mais a calça e cuspi no dedo, e como tava sentado no sofá, mostrava pro voyeur como eu batia uma e enfiava o dedo bem molhado no cu.

Brincuei um pouco, babava na cara e aproveitava pra cuspir no dedo pra enfiar e não parar de bater uma.
Pra cima, pra baixo, as bolas cheias e ahhhhhhhhhhhhhhhh

Gozei, acho que a porra bateu no teto, foram três jorros longos e sentia o corpo tremer.

Me limpei com uma toalha molhada, deixei o voyeur ir primeiro e subi as escadas como se nada.
Essa foi minha primeira experiência Bi.Experiência Bi na cabine do centro

5 comentários - Experiência Bi na cabine do centro

JainaX +2
anda de nuevo, que medajeste al palo