Naquela época, a gente tava de férias numa cidade conhecida do Mediterrâneo. Naquele dia, depois do almoço, resolvemos dar uma caminhada. O calorão infernal que tava fazendo nos fez procurar um lugar com sombra, um terraço pra tomar algo bem gelado e ficar de olho no clima abafado da rua, que tava vazia de gente naquela hora da tarde.
Sentamos e pedimos dois Gin Tonics, pra ajudar a descer a comida pesada, à base de peixe e frutos do mar, que a gente tinha acabado de comer.
O terraço estava deserto, exceto por uma mesa a uns dois lugares da nossa, onde um cavalheiro permanecia de rosto escondido atrás da leitura do jornal que tinha na frente.
Num momento em que minha esposa soltou uma risada por causa de uma piada minha, esse cara interrompeu a leitura pra ver de onde veio a gargalhada. Foi aí que descobrimos nosso vizinho próximo da varanda. Era um senhor de uns cinquenta e poucos anos, e embora não tivesse um corpo atlético, tinha um ar distinto. Mesmo vestindo um shorts e uma camisa polo, dava pra ver que era uma roupa chique. Parecia uma pessoa com presença. Depois de nos olhar, ele voltou a ler o jornal.
Na hora, a garçonete chegou com as bebidas, pegamos e brindamos. Quando ela foi tirar o copo, derramou um pouco e caiu bem no meio do peito. O líquido gelado fez ela dar um gritinho e enfiar a mão entre os peitos pra secar.
O cavalheiro próximo, ao ouvir o grito, não conseguiu evitar interromper a leitura pra ver o que tava rolando, e viu a cena toda direitinho, depois disfarçou e voltou pro jornal.
- R: Gostosa, cuidado que você vai atrapalhar a leitura do senhor.
- G: Uai, que culpa eu tenho se caiu bebida entre as tetas?
- R: Sim, claro, disso você não tem culpa, mas do grito sim, ha ha ha ha.
Não é por nada, mas minha esposa de legging tem um peito 120 que, junto com um sutiã adequado, deixa os peitos dela bem empinados e com um canalhão do caralho.
- G: Não exagera, Raul.
- R: Claro, exagerado? Mas Gaby, até o senhor do jornal ficou te encarando.
- G: Sério?, humm, E o que ele olhou?
R: Seus peitos com sua mão entre eles, claramente.
Claro, junto com a comida meio afrodisíaca, a situação ficava picante de vez em quando. Ela, que adora provocar, repetiu a cena, dessa vez derrubando bebida de propósito. O cavalheiro baixou um pouco o jornal pra olhar. Ela, dessa vez, se demorou um pouco mais com a mão entre os peitos, chegando até a mostrar parte da auréola, que aliás ela tem bem grandona.
Isso não passou despercebido pelo cavalheiro que, ao terminar a cena, voltou a disfarçar virando a página do jornal para justificar que abaixou o olhar e não parecer que fez isso pra olhar, embora com certeza, por baixo dos óculos escuros, ele não perdia um detalhe. Ela estava usando um vestido curto na altura do joelho, cuja parte de cima, sem mangas, deixava o decote ainda mais em evidência, com aquelas tetonas coroando tudo.
Com a desculpa do calor, ela jogou a cabeça pra trás e começou a bater o vestido, deixando ver, a cada batida, as pernas dela, e claro, a tanguinha. Ela se virou e enfiou a língua na minha boca, se fundindo num beijo longo e barulhento. Eu, por baixo dos meus óculos escuros, olhei de soslaio pra ver o que o nosso vizinho tava fazendo.
- G: O quê? O vizinho ficou olhando pra gente?
- R: Sim, e não perdeu nenhum detalhe.
- G: Humm, será que ela tá gostando do que vê?
R: Com certeza, já faz um tempão que ela tá na mesma página do jornal.
Ela, pra continuar provocando, se curvou exageradamente com a desculpa de amarrar a sandália, deixando os peitos bem à mostra. O vizinho, mesmo eu não vendo os olhos dele, claramente olhou sem perder um detalhe, porque o leve giro do pescoço entregou ele.
Ele ficou imóvel durante o tempo que ela passou ajeitando supostamente a sandália dela. Depois, ele continuou fingindo que lia o jornal.
- R: Olha como você é provocante, ha ha ha.
- G: Uai! e você, o que te excita.
- R: Quem gosta, com certeza, é ele, que não para de te olhar toda vez que pode.
- G: Bom, olha só, é de graça e os olhos foram feitos pra olhar, ha ha ha
O terraço e a rua continuavam desertos, e ela aproveitou pra se inclinar na minha direção. Com a desculpa de falar algo no meu ouvido, apoiou a mão na minha perna, de jeito que a ponta dos dedos encostou no meu pau dormindo. Aí começou a falar putaria no meu ouvido, e meu pau foi acordando por baixo da calça. Ela, com a ponta dos dedos, massageava meu pau já acordando. Nessa altura, o velho já tinha abaixado um pouco o jornal e dava pra ver, escondido atrás dos óculos escuros, o que tava rolando.
Ela, enquanto falava putaria no meu ouvido e acariciava a ponta do meu pau por baixo da calça, olhava de canto pro senhor, que já dava pra ver claramente que tava de olho sem perder um detalhe do que a mão da Gaby fazia na minha calça. O senhor claramente tava ficando excitado, já que, aproveitando um cruzamento de pernas, beliscou alguma coisa por cima da calça dele.
- G: Hmm, nosso vizinho tá ficando tarado.
- R: Sim?
- G: Sim, porque teve que mexer a pica na calça.
- R: Não me surpreende, se eu já deixei ela no ponto.
Uma das minhas mãos foi pra perna da Gaby e subiu um pouco a saia pra acariciar ela. Claro, nesse movimento ela abriu um pouco as pernas e deixou livre a visão do que tinha entre elas. Nosso vizinho, de novo, cruzou as pernas e voltou a se tocar no volume da calça, dessa vez mais sem vergonha.
A Gaby adorava esse tipo de jogo e eu, mesmo sem demonstrar, também. Ela, continuando com a provocação, começou a brincar com o pedacinho de limão do Gin Tônico, passando ele devagar pelos lábios, tocando com a pontinha da língua. O cara, claramente excitado, não conseguiu evitar e mexeu na rola por cima da calça pra ajeitar. Fez isso descaradamente, sob nosso olhar atento. Nessa altura, já dava pra ver que ele também curtia o jogo do tesão e da provocação.
O jogo começou a subir de nível por causa da solidão das ruas e do terraço, e por não ter mais plateia além do nosso vizinho com o jornal dele. A Gaby deixou cair, como que por acidente, a bolsa no chão. Aí ela se levantou, ficou de frente pra mim, de modo que a bunda dela ficava virada pro nosso vizinho, e então se abaixou devagar, se curvando pela cintura, pra pegar a bolsa. Ela fez isso bem devagar, pra que o nosso vizinho pudesse apreciar aquela bundaço delicioso dela.
Uma vez incorporada, ela sacudiu a saia como pra arrumar, fazendo ela levantar de um jeito inesperado por trás, deixando a bunda dela totalmente exposta por uns segundos pro nosso vizinho. O coitado devia estar com um puta tesão, porque teve que mexer no volume com a mão.
Dessa vez, quando a Gaby sentou, ela apoiou um pé na cadeira, e com a saia subindo, deixou a calcinha fio-dental toda à mostra. Aí, enquanto se virava pra falar comigo, começou a se acariciar por cima dela com uma das mãos.
- G: Certeza que agora não tira o olho de mim.
- R: Pois é, você tá certa. Agora ele não para de te olhar.
- G: Será que ela vai gostar da minha fio dental branca?
R: Com certeza, com o quão transparente é, dá pra ver toda a buceta.
- G: Com certeza, ainda mais com o tanto que tá molhada.
Em seguida, a Gaby afastou a tanga com uma das mãos e enfiou um dedo na buceta. Tirou ele todo melado e colocou na minha boca pra eu sentir o gosto. Dessa vez, o nosso vizinho se tocou na pica dura com maior cara de pau do mundo enquanto olhava pra gente.
Pra fechar com chave de ouro, a Gaby enfiou a mão por cima do vestido e, com a desculpa de ajeitar os peitos no sutiã, mostrou claramente um deles pro nosso vizinho. Ela acariciou o mamilo duro, olhou na cara do vizinho, chupou o dedo e voltou a acariciar o mamilo. Um barulho de gente se aproximando de longe quebrou a putaria e o tesão do momento, então tivemos que nos comportar.
Depois de um tempo, nosso vizinho se levantou, escondendo a ereção com o jornal. Ele foi para dentro do bar, passando perto da gente. Ao passar, ele disfarçadamente afastou o jornal pra deixar a ereção à mostra, ficando exposta por alguns segundos, bem na nossa cara. Ele entrou no bar e, um minuto depois, saiu. Chegou por trás da gente, apoiou as mãos — uma no meu ombro e a outra no da Gaby, mas no dela bem mais embaixo, tanto que dava pra sentir a ponta dos dedos na parte de cima do peito dela, no decote — e disse: "tão convidados pra umas doses". A gente agradeceu o convite, e antes que a gente pudesse se apresentar, o cara foi embora e continuou andando pela rua.
Pouco depois, a gente também se levantou e decidiu ir pegar um solzinho numa praia perto. Pelo que a gente tinha lido, é uma praia de nudismo que tem um monte de dunas. Isso deixa o lugar mais reservado. Resumo da ópera, chegamos lá. Procuramos um cantinho mais isolado entre umas dunas. Tirei as toalhas da bolsa, estiquei elas, a gente tirou a roupa e ficou de boa pegando um sol.
Como é normal nesse tipo de praia, sempre tem um vai e vem de olheiros, vestidos, que ficam passeando e olhando pra ver se veem alguma buceta feminina. Claro, a gente já tá tão acostumada com essas coisas que nem liga. Já tinham passado umas três ou quatro pessoas, quando perto da gente alguém parou pra olhar. Eu levantei um pouco a cabeça e vi um cara a uns 10 metros, olhando direto pra Gaby enquanto se tocava no pau por cima da calça. Quando viu que eu me mexi um pouco, ele se virou e foi embora.
Pouco depois, um cara bem alto chegou perto, parecia gringo. Era loiro, novinho e bem fortão. Esticou a toalha dele uns 3 metros da gente. A Gaby ficou olhando por baixo dos óculos escuros e fez um comentário baixinho elogiando o boy. Ela se virou de lado pra poder ver o cara, que ficou de frente pra gente, mostrando claramente a piroca. Dava pra ver que ele gostava de se exibir. Pra esquentar o clima, eu me aproximei por trás da Gaby e passei a mão por cima dela pra pegar uma das tetas e começar a acariciar o biquinho, que ficou duro na hora. De trás, eu conseguia olhar meio escondido por cima do pescoço dela. Era mais safado do que olhar diretamente, era o espectador na sombra. Ela, que pelos óculos encarava o cara, correspondeu passando uma mão pra trás e, procurando, alcançou meu pau e começou a acariciar. O cara ficou olhando fixo pro peito da Gaby e, na sequência, a piroca dele começou a ganhar vida. O pau dele começou a fazer aqueles movimentos de balanço que a gente, homem, faz quando contrai uns músculos lá embaixo.
- G: Olha como o Raúl tá rebolando.
- R: Sim, parece que o garoto tá se animando com o que vê.
- G: Então vamos ver o que você acha disso que vou fazer...
Gaby, na posição deitada de lado que estava, levantou um pouco a perna de cima, dobrando-a pra formar um triângulo. Assim, a buceta dela ficou bem exposta. Ela soltou meu pau e começou a se acariciar. Abriu, massageou, separou os lábios maiores e enfiou um dos dedos. Mexeu um pouco e depois levou à boca pra chupar.
O moleque, já sem vergonha nenhuma, começou a bater uma enquanto olhava pra Gaby. Isso a excitou ainda mais, e ela começou a lamber os lábios e a esfregar o clitóris. Eu, pra ajudar, comecei a empurrar minha piroca dura por trás, buscando a entrada da buceta dela. Em duas estocadas, meu pau entrou sem problema, por trás, naquela buceta molhada. Gaby e eu começamos a rebolar numa foda intensa. O moleque fez um movimento, como se fosse se aproximar. Gaby levantou a mão, fazendo sinal de "para".
- G: Não. Você só pode olhar e bater uma punheta.
- M: Vale, desculpa. Eu pensei que podia ajudar.
- G: No céu, só olhar.
- M: Se eu tô incomodando, vou embora, não quero ser um problema.
- R: Não, cara, fica aí, bate uma olhando, que isso excita ela pra caralho e deixa ela mais tarada.
- G: Sim, querido, toca essa buceta, se masturba enquanto meu marido me come.
- G: Chega mais perto, mas não encosta, só olha.
O garoto, já com as coisas claras, se aproximou e se posicionou bem na nossa frente. A Gaby tirou meu pau da buceta dela. Me empurrou, me deixando de barriga pra cima, e ficou de pé com as pernas abertas sobre mim. Mandou o garoto ficar na frente. Começou a descer devagarinho, deixando a bunda virada pra mim. Foi descendo até a ponta do meu pau começar a abrir caminho na buceta molhada dela.
- G: Viu como a rola do meu marido entra abrindo minha buceta?
- M: Uff, claro, que fácil entra em você.
- G: Olha como entra e sai. Olha como minha buceta se abre.
- M: Uffff, que gostoso.
- G: Mas rapaz, continua batendo uma, vai, toca uma punheta olhando como meu marido fode minha buceta.
- M: Claro, claro. Você gosta da minha pica? Gosta de como eu bato punheta pra ela?
- G: Claro que eu gosto. Adoro foder com plateia, e se ainda curtem e se masturbam por mim, melhor ainda.
- M: Não vê como você tá me deixando. Tô com a pica estourando.
- R: Não só você. Eu também, he he he.
- G: Sim, meu amor, tu leva o melhor.
Nessa posição, o moleque tinha uma visão perfeita da foda, e eu, do cu da Gaby. Assim a gente ia, mete e tira, mete e tira. Eu de trás via como o moleque ficava de olho na buceta da Gaby. Não parava de olhar vidrado enquanto lambia os lábios. Enquanto a mão dele sacudia forte o pau numa punheta descomunal. Só parava de vez em quando pra passar a mão nas bolas e depois continuar a punheta. Aí resolvi esquentar mais a parada.
- R: Coitadinho, você só deixa ele olhar. Que tesão ele tá sentindo. Deixa ele, pelo menos, te tocar em algum lugar.
- G: Você tem razão, coitada.
- G: Vem cá, meu anjo, chega mais perto e coloca um dedo no meu mamilo.
- M: Sério mesmo? Você me deixa tocar no seu mamilo?
- G: Sim, te deixo e se eu gostar, talvez algo mais.
O garoto estendeu a mão e começou a tocar suavemente o mamilo dela. Primeiro fazendo pressão nele e depois roçando em círculos.
- G: Tá bom. Agora você pode pegar na minha buceta.
O cara esticou os dedos e começou a acariciar o peito por cima, depois pelas laterais, uma e outra vez. Suavemente com a ponta dos dedos percorria o contorno de lado a lado. Finalmente, com a mão inteira, pegou delicadamente para dar leves apertões enquanto um dedo alcançava o mamilo.
- G: Parece que você manda bem.
- M: Cê gosta?
- G: Sim, meu bem. Entre a pica que me fode e sua mão quentinha, vocês estão me deixando louca.
- M: Que bom. Se quiser que eu toque em mais alguma coisa, é só me falar.
- G: Pois é, continua batendo uma pra mim.
- M: Você deixou minha buceta estourando!
- G: Hummm, que gostoso. Vem agora, me toca no clitóris.
O garoto aproximou timidamente a mão do clitóris dela. Com cuidado pra não encostar na minha pica, que entrava e saía devagar na buceta da Gaby.
- G: Hummm, que delícia. pau e dedo. O que mais dá pra pedir?
- M: O que você quiser, tô tão tarado que faria tudo o que você pedisse.
- G: Valeu, gostosa.
- R: Pobre garoto, vai estourar a pica dele se não aliviar logo. Se quiser, pode esvaziar você, meu bem.
- G: Acho que vai ser melhor assim. Vem cá, meu anjo, chega mais perto que eu vou tirar sua porra.
O garoto se aproximou mais e, enquanto continuava acariciando o clitóris da Gaby com um dedo, não perdia nenhum detalhe da foda. A Gaby esticou uma das mãos e pegou na rola dura dele pra começar a bater uma lentamente. O garoto gemia e lambia os lábios de tesão.
As veias da pica dele estavam saltadas pra caralho. A mão da Gaby deslizava pela pica do moleque de cima a baixo, cada vez mais forte e mais rápido.
- G: Nossa. Que pau duro.
- M: Siiiiim, que cara mais suave. Que prazer!!.
- R: Gostosa, você já tem duas rolas. Uma dentro e outra na mão.
- G: Pois agora quero duas porradas de leite, uma dentro e outra na mão.
Comecei a foder ela mais rápido enquanto ela batia uma pro garoto mais forte até que, pouco depois, eu gozei enchendo a buceta da Gaby de porra. Saiu tanta que escorreu na hora pra fora da buceta dela no meu pau. Já o moleque também anunciou a gozada iminente, fechando os olhos e gemendo forte. A Gaby apontou pra outro lado e o garoto soltou dois jatos potentes que foram parar bem longe.
- G: Uauuuuu!!! Que bucetão!!, ha ha ha.
- M: Uff, sim, você me deixou seco.
- R: Pros dois.
- M: Certo.
- G: Uyyy!!! Amor, você deixou minha buceta toda molhada.
- M: Uauuu, que gozada que você deu na sua mulher na buceta, como sai a porra dela.
- R: Sim, é, é, é.
Depois de umas risadas e agradecimentos do moleque, a gente foi pra uns chuveiros perto dali onde deu pra se lavar.
Depois de nos despedirmos, decidimos ir pro hotel dar uma descansada.
Pelo caminho, a gente comentava a cara de espanto que o moleque fez quando a Gaby agarrou a pica dele com a mão. Com certeza depois do que aconteceu hoje, o garoto vai todo santo dia na praia pra ver se encontra a gente de novo e repetir a dose. A gente riu pra caramba pensando nisso.
Pouco depois chegamos no hotel. Entramos e fomos pelo corredor que leva aos elevadores. Ficamos surpresos ao ver o Luís, o cara da sorveteria onde estávamos antes, sentado num dos sofás da recepção. A gente, depois de dar um "oi" pra ele, seguiu direto pro elevador. Ele se levantou e veio andando atrás da gente, a uns dois metros de distância. Quando chegamos, ele parou bem na nossa cola.
Entramos até o fundo do elevador grande. Luís nos seguiu e também entrou, ficando perto dela. Quando a porta parecia que ia fechar, um grupo bem grande de japoneses segurou ela e entrou. Ficamos todos meio apertados com esses japoneses na frente. Mas a situação não ficou tão ruim, porque no aperto, a Gaby ficou de frente pra mim e de bunda pro Luís. Lá estava ela, no meio daquele sanduíche, mas feliz da vida com a situação. Gaby sorriu e me olhou com olhos safados, dando a entender o que passava pela cabeça dela naquele momento. Aí ela tossiu um pouco e, na pequena sacudida da tosse, mexeu um pouco os quadris pra sentir o volume que na calça do Luís começava a crescer com a pressão contra a bunda dela. Enquanto isso, com as mãos, ela pegou na minha pica. O trajeto foi curto, mas foi do caralho.
Ao chegar no 4º andar, a multidão de japoneses desceu e nós, depois de nos separarmos pra não chamar atenção, seguimos pra cima. O sétimo era o nosso. Quando o elevador continuou subindo, só nós três ali dentro, o Luís já não conseguiu evitar colocar a mão no peito dela, sem tirar os olhos de mim, buscando minha aprovação com o olhar. Eu, com um aceno de cabeça, dei permissão pra ele se divertir.
Ao chegar no quinto andar, o elevador parou. Então Luís disse: "Esse é o meu andar, se quiserem, convido vocês para tomar um drinque na minha suíte". A gente se olhou e balançou a cabeça ao mesmo tempo, falando: "Valeu, obrigado. Aceitamos o convite". Quando entramos na suíte, ficamos surpresos com o tamanho dela, era tipo umas cinco vezes maior que a nossa. Tinha até uma sala com um sofá enorme, duas poltronas e um bar. Luís foi pro bar e a gente foi se sentar nas poltronas. Eu sentei numa delas e a Gaby sentou de lado na outra, colocando uma perna sobre o braço da poltrona, e assim o vestido subiu um pouco, mostrando claramente a tanga dela e deixando tudo bem aberto na direção do bar, onde o Luís estava preparando as bebidas. Luís olhava com tesão pras pernas da Gaby enquanto fazia os drinques. Ele serviu dois Gin Tonics pra gente e trouxe. Me deu um e, quando foi dar o outro pra Gaby, de propósito, derramou um pouquinho no decote dela, e disse.
- L: Nossa, desculpa, caiu um pouco no seu decote.
- G: Hmm, que merda, e quem vai limpar isso agora?
Sentamos e pedimos dois Gin Tonics, pra ajudar a descer a comida pesada, à base de peixe e frutos do mar, que a gente tinha acabado de comer.
O terraço estava deserto, exceto por uma mesa a uns dois lugares da nossa, onde um cavalheiro permanecia de rosto escondido atrás da leitura do jornal que tinha na frente.
Num momento em que minha esposa soltou uma risada por causa de uma piada minha, esse cara interrompeu a leitura pra ver de onde veio a gargalhada. Foi aí que descobrimos nosso vizinho próximo da varanda. Era um senhor de uns cinquenta e poucos anos, e embora não tivesse um corpo atlético, tinha um ar distinto. Mesmo vestindo um shorts e uma camisa polo, dava pra ver que era uma roupa chique. Parecia uma pessoa com presença. Depois de nos olhar, ele voltou a ler o jornal.
Na hora, a garçonete chegou com as bebidas, pegamos e brindamos. Quando ela foi tirar o copo, derramou um pouco e caiu bem no meio do peito. O líquido gelado fez ela dar um gritinho e enfiar a mão entre os peitos pra secar.
O cavalheiro próximo, ao ouvir o grito, não conseguiu evitar interromper a leitura pra ver o que tava rolando, e viu a cena toda direitinho, depois disfarçou e voltou pro jornal.
- R: Gostosa, cuidado que você vai atrapalhar a leitura do senhor.
- G: Uai, que culpa eu tenho se caiu bebida entre as tetas?
- R: Sim, claro, disso você não tem culpa, mas do grito sim, ha ha ha ha.
Não é por nada, mas minha esposa de legging tem um peito 120 que, junto com um sutiã adequado, deixa os peitos dela bem empinados e com um canalhão do caralho.
- G: Não exagera, Raul.
- R: Claro, exagerado? Mas Gaby, até o senhor do jornal ficou te encarando.
- G: Sério?, humm, E o que ele olhou?
R: Seus peitos com sua mão entre eles, claramente.
Claro, junto com a comida meio afrodisíaca, a situação ficava picante de vez em quando. Ela, que adora provocar, repetiu a cena, dessa vez derrubando bebida de propósito. O cavalheiro baixou um pouco o jornal pra olhar. Ela, dessa vez, se demorou um pouco mais com a mão entre os peitos, chegando até a mostrar parte da auréola, que aliás ela tem bem grandona.
Isso não passou despercebido pelo cavalheiro que, ao terminar a cena, voltou a disfarçar virando a página do jornal para justificar que abaixou o olhar e não parecer que fez isso pra olhar, embora com certeza, por baixo dos óculos escuros, ele não perdia um detalhe. Ela estava usando um vestido curto na altura do joelho, cuja parte de cima, sem mangas, deixava o decote ainda mais em evidência, com aquelas tetonas coroando tudo.
Com a desculpa do calor, ela jogou a cabeça pra trás e começou a bater o vestido, deixando ver, a cada batida, as pernas dela, e claro, a tanguinha. Ela se virou e enfiou a língua na minha boca, se fundindo num beijo longo e barulhento. Eu, por baixo dos meus óculos escuros, olhei de soslaio pra ver o que o nosso vizinho tava fazendo.
- G: O quê? O vizinho ficou olhando pra gente?
- R: Sim, e não perdeu nenhum detalhe.
- G: Humm, será que ela tá gostando do que vê?
R: Com certeza, já faz um tempão que ela tá na mesma página do jornal.
Ela, pra continuar provocando, se curvou exageradamente com a desculpa de amarrar a sandália, deixando os peitos bem à mostra. O vizinho, mesmo eu não vendo os olhos dele, claramente olhou sem perder um detalhe, porque o leve giro do pescoço entregou ele.
Ele ficou imóvel durante o tempo que ela passou ajeitando supostamente a sandália dela. Depois, ele continuou fingindo que lia o jornal.
- R: Olha como você é provocante, ha ha ha.
- G: Uai! e você, o que te excita.
- R: Quem gosta, com certeza, é ele, que não para de te olhar toda vez que pode.
- G: Bom, olha só, é de graça e os olhos foram feitos pra olhar, ha ha ha
O terraço e a rua continuavam desertos, e ela aproveitou pra se inclinar na minha direção. Com a desculpa de falar algo no meu ouvido, apoiou a mão na minha perna, de jeito que a ponta dos dedos encostou no meu pau dormindo. Aí começou a falar putaria no meu ouvido, e meu pau foi acordando por baixo da calça. Ela, com a ponta dos dedos, massageava meu pau já acordando. Nessa altura, o velho já tinha abaixado um pouco o jornal e dava pra ver, escondido atrás dos óculos escuros, o que tava rolando.
Ela, enquanto falava putaria no meu ouvido e acariciava a ponta do meu pau por baixo da calça, olhava de canto pro senhor, que já dava pra ver claramente que tava de olho sem perder um detalhe do que a mão da Gaby fazia na minha calça. O senhor claramente tava ficando excitado, já que, aproveitando um cruzamento de pernas, beliscou alguma coisa por cima da calça dele.
- G: Hmm, nosso vizinho tá ficando tarado.
- R: Sim?
- G: Sim, porque teve que mexer a pica na calça.
- R: Não me surpreende, se eu já deixei ela no ponto.
Uma das minhas mãos foi pra perna da Gaby e subiu um pouco a saia pra acariciar ela. Claro, nesse movimento ela abriu um pouco as pernas e deixou livre a visão do que tinha entre elas. Nosso vizinho, de novo, cruzou as pernas e voltou a se tocar no volume da calça, dessa vez mais sem vergonha.
A Gaby adorava esse tipo de jogo e eu, mesmo sem demonstrar, também. Ela, continuando com a provocação, começou a brincar com o pedacinho de limão do Gin Tônico, passando ele devagar pelos lábios, tocando com a pontinha da língua. O cara, claramente excitado, não conseguiu evitar e mexeu na rola por cima da calça pra ajeitar. Fez isso descaradamente, sob nosso olhar atento. Nessa altura, já dava pra ver que ele também curtia o jogo do tesão e da provocação.
O jogo começou a subir de nível por causa da solidão das ruas e do terraço, e por não ter mais plateia além do nosso vizinho com o jornal dele. A Gaby deixou cair, como que por acidente, a bolsa no chão. Aí ela se levantou, ficou de frente pra mim, de modo que a bunda dela ficava virada pro nosso vizinho, e então se abaixou devagar, se curvando pela cintura, pra pegar a bolsa. Ela fez isso bem devagar, pra que o nosso vizinho pudesse apreciar aquela bundaço delicioso dela.
Uma vez incorporada, ela sacudiu a saia como pra arrumar, fazendo ela levantar de um jeito inesperado por trás, deixando a bunda dela totalmente exposta por uns segundos pro nosso vizinho. O coitado devia estar com um puta tesão, porque teve que mexer no volume com a mão.
Dessa vez, quando a Gaby sentou, ela apoiou um pé na cadeira, e com a saia subindo, deixou a calcinha fio-dental toda à mostra. Aí, enquanto se virava pra falar comigo, começou a se acariciar por cima dela com uma das mãos.
- G: Certeza que agora não tira o olho de mim.
- R: Pois é, você tá certa. Agora ele não para de te olhar.
- G: Será que ela vai gostar da minha fio dental branca?
R: Com certeza, com o quão transparente é, dá pra ver toda a buceta.
- G: Com certeza, ainda mais com o tanto que tá molhada.
Em seguida, a Gaby afastou a tanga com uma das mãos e enfiou um dedo na buceta. Tirou ele todo melado e colocou na minha boca pra eu sentir o gosto. Dessa vez, o nosso vizinho se tocou na pica dura com maior cara de pau do mundo enquanto olhava pra gente.
Pra fechar com chave de ouro, a Gaby enfiou a mão por cima do vestido e, com a desculpa de ajeitar os peitos no sutiã, mostrou claramente um deles pro nosso vizinho. Ela acariciou o mamilo duro, olhou na cara do vizinho, chupou o dedo e voltou a acariciar o mamilo. Um barulho de gente se aproximando de longe quebrou a putaria e o tesão do momento, então tivemos que nos comportar.
Depois de um tempo, nosso vizinho se levantou, escondendo a ereção com o jornal. Ele foi para dentro do bar, passando perto da gente. Ao passar, ele disfarçadamente afastou o jornal pra deixar a ereção à mostra, ficando exposta por alguns segundos, bem na nossa cara. Ele entrou no bar e, um minuto depois, saiu. Chegou por trás da gente, apoiou as mãos — uma no meu ombro e a outra no da Gaby, mas no dela bem mais embaixo, tanto que dava pra sentir a ponta dos dedos na parte de cima do peito dela, no decote — e disse: "tão convidados pra umas doses". A gente agradeceu o convite, e antes que a gente pudesse se apresentar, o cara foi embora e continuou andando pela rua.
Pouco depois, a gente também se levantou e decidiu ir pegar um solzinho numa praia perto. Pelo que a gente tinha lido, é uma praia de nudismo que tem um monte de dunas. Isso deixa o lugar mais reservado. Resumo da ópera, chegamos lá. Procuramos um cantinho mais isolado entre umas dunas. Tirei as toalhas da bolsa, estiquei elas, a gente tirou a roupa e ficou de boa pegando um sol.
Como é normal nesse tipo de praia, sempre tem um vai e vem de olheiros, vestidos, que ficam passeando e olhando pra ver se veem alguma buceta feminina. Claro, a gente já tá tão acostumada com essas coisas que nem liga. Já tinham passado umas três ou quatro pessoas, quando perto da gente alguém parou pra olhar. Eu levantei um pouco a cabeça e vi um cara a uns 10 metros, olhando direto pra Gaby enquanto se tocava no pau por cima da calça. Quando viu que eu me mexi um pouco, ele se virou e foi embora.
Pouco depois, um cara bem alto chegou perto, parecia gringo. Era loiro, novinho e bem fortão. Esticou a toalha dele uns 3 metros da gente. A Gaby ficou olhando por baixo dos óculos escuros e fez um comentário baixinho elogiando o boy. Ela se virou de lado pra poder ver o cara, que ficou de frente pra gente, mostrando claramente a piroca. Dava pra ver que ele gostava de se exibir. Pra esquentar o clima, eu me aproximei por trás da Gaby e passei a mão por cima dela pra pegar uma das tetas e começar a acariciar o biquinho, que ficou duro na hora. De trás, eu conseguia olhar meio escondido por cima do pescoço dela. Era mais safado do que olhar diretamente, era o espectador na sombra. Ela, que pelos óculos encarava o cara, correspondeu passando uma mão pra trás e, procurando, alcançou meu pau e começou a acariciar. O cara ficou olhando fixo pro peito da Gaby e, na sequência, a piroca dele começou a ganhar vida. O pau dele começou a fazer aqueles movimentos de balanço que a gente, homem, faz quando contrai uns músculos lá embaixo.
- G: Olha como o Raúl tá rebolando.
- R: Sim, parece que o garoto tá se animando com o que vê.
- G: Então vamos ver o que você acha disso que vou fazer...
Gaby, na posição deitada de lado que estava, levantou um pouco a perna de cima, dobrando-a pra formar um triângulo. Assim, a buceta dela ficou bem exposta. Ela soltou meu pau e começou a se acariciar. Abriu, massageou, separou os lábios maiores e enfiou um dos dedos. Mexeu um pouco e depois levou à boca pra chupar.
O moleque, já sem vergonha nenhuma, começou a bater uma enquanto olhava pra Gaby. Isso a excitou ainda mais, e ela começou a lamber os lábios e a esfregar o clitóris. Eu, pra ajudar, comecei a empurrar minha piroca dura por trás, buscando a entrada da buceta dela. Em duas estocadas, meu pau entrou sem problema, por trás, naquela buceta molhada. Gaby e eu começamos a rebolar numa foda intensa. O moleque fez um movimento, como se fosse se aproximar. Gaby levantou a mão, fazendo sinal de "para".
- G: Não. Você só pode olhar e bater uma punheta.
- M: Vale, desculpa. Eu pensei que podia ajudar.
- G: No céu, só olhar.
- M: Se eu tô incomodando, vou embora, não quero ser um problema.
- R: Não, cara, fica aí, bate uma olhando, que isso excita ela pra caralho e deixa ela mais tarada.
- G: Sim, querido, toca essa buceta, se masturba enquanto meu marido me come.
- G: Chega mais perto, mas não encosta, só olha.
O garoto, já com as coisas claras, se aproximou e se posicionou bem na nossa frente. A Gaby tirou meu pau da buceta dela. Me empurrou, me deixando de barriga pra cima, e ficou de pé com as pernas abertas sobre mim. Mandou o garoto ficar na frente. Começou a descer devagarinho, deixando a bunda virada pra mim. Foi descendo até a ponta do meu pau começar a abrir caminho na buceta molhada dela.
- G: Viu como a rola do meu marido entra abrindo minha buceta?
- M: Uff, claro, que fácil entra em você.
- G: Olha como entra e sai. Olha como minha buceta se abre.
- M: Uffff, que gostoso.
- G: Mas rapaz, continua batendo uma, vai, toca uma punheta olhando como meu marido fode minha buceta.
- M: Claro, claro. Você gosta da minha pica? Gosta de como eu bato punheta pra ela?
- G: Claro que eu gosto. Adoro foder com plateia, e se ainda curtem e se masturbam por mim, melhor ainda.
- M: Não vê como você tá me deixando. Tô com a pica estourando.
- R: Não só você. Eu também, he he he.
- G: Sim, meu amor, tu leva o melhor.
Nessa posição, o moleque tinha uma visão perfeita da foda, e eu, do cu da Gaby. Assim a gente ia, mete e tira, mete e tira. Eu de trás via como o moleque ficava de olho na buceta da Gaby. Não parava de olhar vidrado enquanto lambia os lábios. Enquanto a mão dele sacudia forte o pau numa punheta descomunal. Só parava de vez em quando pra passar a mão nas bolas e depois continuar a punheta. Aí resolvi esquentar mais a parada.
- R: Coitadinho, você só deixa ele olhar. Que tesão ele tá sentindo. Deixa ele, pelo menos, te tocar em algum lugar.
- G: Você tem razão, coitada.
- G: Vem cá, meu anjo, chega mais perto e coloca um dedo no meu mamilo.
- M: Sério mesmo? Você me deixa tocar no seu mamilo?
- G: Sim, te deixo e se eu gostar, talvez algo mais.
O garoto estendeu a mão e começou a tocar suavemente o mamilo dela. Primeiro fazendo pressão nele e depois roçando em círculos.
- G: Tá bom. Agora você pode pegar na minha buceta.
O cara esticou os dedos e começou a acariciar o peito por cima, depois pelas laterais, uma e outra vez. Suavemente com a ponta dos dedos percorria o contorno de lado a lado. Finalmente, com a mão inteira, pegou delicadamente para dar leves apertões enquanto um dedo alcançava o mamilo.
- G: Parece que você manda bem.
- M: Cê gosta?
- G: Sim, meu bem. Entre a pica que me fode e sua mão quentinha, vocês estão me deixando louca.
- M: Que bom. Se quiser que eu toque em mais alguma coisa, é só me falar.
- G: Pois é, continua batendo uma pra mim.
- M: Você deixou minha buceta estourando!
- G: Hummm, que gostoso. Vem agora, me toca no clitóris.
O garoto aproximou timidamente a mão do clitóris dela. Com cuidado pra não encostar na minha pica, que entrava e saía devagar na buceta da Gaby.
- G: Hummm, que delícia. pau e dedo. O que mais dá pra pedir?
- M: O que você quiser, tô tão tarado que faria tudo o que você pedisse.
- G: Valeu, gostosa.
- R: Pobre garoto, vai estourar a pica dele se não aliviar logo. Se quiser, pode esvaziar você, meu bem.
- G: Acho que vai ser melhor assim. Vem cá, meu anjo, chega mais perto que eu vou tirar sua porra.
O garoto se aproximou mais e, enquanto continuava acariciando o clitóris da Gaby com um dedo, não perdia nenhum detalhe da foda. A Gaby esticou uma das mãos e pegou na rola dura dele pra começar a bater uma lentamente. O garoto gemia e lambia os lábios de tesão.
As veias da pica dele estavam saltadas pra caralho. A mão da Gaby deslizava pela pica do moleque de cima a baixo, cada vez mais forte e mais rápido.
- G: Nossa. Que pau duro.
- M: Siiiiim, que cara mais suave. Que prazer!!.
- R: Gostosa, você já tem duas rolas. Uma dentro e outra na mão.
- G: Pois agora quero duas porradas de leite, uma dentro e outra na mão.
Comecei a foder ela mais rápido enquanto ela batia uma pro garoto mais forte até que, pouco depois, eu gozei enchendo a buceta da Gaby de porra. Saiu tanta que escorreu na hora pra fora da buceta dela no meu pau. Já o moleque também anunciou a gozada iminente, fechando os olhos e gemendo forte. A Gaby apontou pra outro lado e o garoto soltou dois jatos potentes que foram parar bem longe.
- G: Uauuuuu!!! Que bucetão!!, ha ha ha.
- M: Uff, sim, você me deixou seco.
- R: Pros dois.
- M: Certo.
- G: Uyyy!!! Amor, você deixou minha buceta toda molhada.
- M: Uauuu, que gozada que você deu na sua mulher na buceta, como sai a porra dela.
- R: Sim, é, é, é.
Depois de umas risadas e agradecimentos do moleque, a gente foi pra uns chuveiros perto dali onde deu pra se lavar.
Depois de nos despedirmos, decidimos ir pro hotel dar uma descansada.
Pelo caminho, a gente comentava a cara de espanto que o moleque fez quando a Gaby agarrou a pica dele com a mão. Com certeza depois do que aconteceu hoje, o garoto vai todo santo dia na praia pra ver se encontra a gente de novo e repetir a dose. A gente riu pra caramba pensando nisso.
Pouco depois chegamos no hotel. Entramos e fomos pelo corredor que leva aos elevadores. Ficamos surpresos ao ver o Luís, o cara da sorveteria onde estávamos antes, sentado num dos sofás da recepção. A gente, depois de dar um "oi" pra ele, seguiu direto pro elevador. Ele se levantou e veio andando atrás da gente, a uns dois metros de distância. Quando chegamos, ele parou bem na nossa cola.
Entramos até o fundo do elevador grande. Luís nos seguiu e também entrou, ficando perto dela. Quando a porta parecia que ia fechar, um grupo bem grande de japoneses segurou ela e entrou. Ficamos todos meio apertados com esses japoneses na frente. Mas a situação não ficou tão ruim, porque no aperto, a Gaby ficou de frente pra mim e de bunda pro Luís. Lá estava ela, no meio daquele sanduíche, mas feliz da vida com a situação. Gaby sorriu e me olhou com olhos safados, dando a entender o que passava pela cabeça dela naquele momento. Aí ela tossiu um pouco e, na pequena sacudida da tosse, mexeu um pouco os quadris pra sentir o volume que na calça do Luís começava a crescer com a pressão contra a bunda dela. Enquanto isso, com as mãos, ela pegou na minha pica. O trajeto foi curto, mas foi do caralho.
Ao chegar no 4º andar, a multidão de japoneses desceu e nós, depois de nos separarmos pra não chamar atenção, seguimos pra cima. O sétimo era o nosso. Quando o elevador continuou subindo, só nós três ali dentro, o Luís já não conseguiu evitar colocar a mão no peito dela, sem tirar os olhos de mim, buscando minha aprovação com o olhar. Eu, com um aceno de cabeça, dei permissão pra ele se divertir.
Ao chegar no quinto andar, o elevador parou. Então Luís disse: "Esse é o meu andar, se quiserem, convido vocês para tomar um drinque na minha suíte". A gente se olhou e balançou a cabeça ao mesmo tempo, falando: "Valeu, obrigado. Aceitamos o convite". Quando entramos na suíte, ficamos surpresos com o tamanho dela, era tipo umas cinco vezes maior que a nossa. Tinha até uma sala com um sofá enorme, duas poltronas e um bar. Luís foi pro bar e a gente foi se sentar nas poltronas. Eu sentei numa delas e a Gaby sentou de lado na outra, colocando uma perna sobre o braço da poltrona, e assim o vestido subiu um pouco, mostrando claramente a tanga dela e deixando tudo bem aberto na direção do bar, onde o Luís estava preparando as bebidas. Luís olhava com tesão pras pernas da Gaby enquanto fazia os drinques. Ele serviu dois Gin Tonics pra gente e trouxe. Me deu um e, quando foi dar o outro pra Gaby, de propósito, derramou um pouquinho no decote dela, e disse.
- L: Nossa, desculpa, caiu um pouco no seu decote.
- G: Hmm, que merda, e quem vai limpar isso agora?
3 comentários - Trio de férias gostoso