Trabalhar no puteiro no fim de tarde tinha suas vantagens, ganhava bem, era mais seguro. Tinha briga, batida policial, até fechavam a gente de vez em quando quando queriam aumento pela "proteção", mas no geral era quase um trampo normal, bom... nunca tive um desses empregos chamados normais, mas imagino.
Com o tempo fui conhecendo os clientes, quase todos queriam a mesma coisa, passar um tempo de alívio da putaria da realidade. O puteiro era terra de fantasias realizadas.
Quando abríamos, o cigano mandava eu ir pra calçada distribuir panfleto, aí eu via os clientes fixos chegando, "se veste um pouco que os meninos da escola tão saindo e não quero encrenca com as mães". Eu colocava uma saia mais comprida e uma camiseta, saía do escritório e perguntava se assim eu tava respeitável como sempre dançando sensual, "sim, passou de puta pra senhora puta", era engraçado e duro, quando eu pedia uma cerveja pra mim ele respondia "me dá um boquete" e eu fingia que ia dar, às vezes aceitava, os balcões altos tipo bar permitiam e a vibe e a clientela do lugar também.
Como quase não tinha travesti trabalhando na rua naquela hora, o lugar ficou conhecido e começaram a vir mais clientes, então às vezes outra mina ajudava, de boa.
Tinha cliente que ia todo dia, tomava umas, colocava música, jogava uma partidinha e de quebra se esfregava. O cigano tinha comprado uma mesa de sinuca, então jogavam e às vezes eu também dava umas tacadas, claro, todo mundo, mais ou menos, também queria sexo e drogas.
Funcionava, eu me divertia e ganhava grana. Quando o clima tava tranquilo, ele mandava eu jogar sinuca um pouco, aí eu aproveitava pra fazer poses gostosas, mostrar um pouco do que a pouca roupa escondia e o clima esquentava. Como eu era ruim jogando, logo chegava alguém pra me dar dica de como segurar o taco, justo eu..., e aproveitavam pra me apalpar e eu colocava a bunda ou deixava ver os peitos quando dava a tacada.
O problema é que eles ficavam excitados, mas eu também Isso me servia pra fazer uma espécie de show pelo salão e pra fazer serviços, no banheiro ou no pátio, que também era mais decente.
Quando percebia alguém que tava afim, eu focava nele, sorria, quando passava, passava a mão, e se o cara não se decidia, sentava com ele e, por baixo da mesa, deixava ele meter a mão e eu passava a mão nele bem gostoso, mas não podia tirar ela. Aí vinha a pergunta: "Quer fazer um love?". Se fossem novatos, explicava que dava pra ir no banheiro dar uma chupada ou ir pra uma cama e fazer um completo. Nas primeiras horas era mais boquete e no final, francesinha, mas eu tinha que aguentar depois de chupar 3 ou 4 picas a tesão da minha bunda sem ninguém meter. Aí ia pro cigano e falava "me come". A gente ia pro escritório e ele me dava no cu em cima da mesa. Ele adorava me comer, fazia bem e tinha uma pica bonita. Deixava a porta aberta pra vigiar o salão, mas também era parte do charme, dar um estímulo.
Ele me colocava de pernas pro ar em cima da mesa, adorava ver ele ficar todo macho, duro, potente, com a pica bem dura entrando e saindo, me fazia sentir que eu era dele. Assim ele me comia 3 ou 4 vezes por semana, me comia porque eu pedia, senão ele pedia pra eu chupar a pica dele.
A chupada era no escritório ou atrás do balcão, onde ele ficava sentado. Eu ia pro lado dele e percebia que ele queria, mas esperava ele falar. Geralmente perto das 17h era a hora dele. Então, se eu tava afim de favores, ficava rodeando ele. Ele me pegava pelo braço e me puxava pra baixo, ou às vezes me chamava e já tava com ela pra fora e dura. Quando eu via assim, ia direto chupar. Se ele não ligava que percebessem, menos eu, afinal era meu chefe, e já tinha ficado com todos os habitués.
Só quem ia no banheiro via uma parte de mim: me viam de joelhos, de costas, balançando a cabeça, e o cigano vivo levantava minha saia pra me deixar pelada. Não eram chupadinhas pra tirar o leite. Ele queria um boquete bem dado, babado, com variações, com língua, com lábios macios, com pressão, enquanto eu passava a mão nas bolas dele e lambia desde as bolas até a cabeça pra meter na boca, segurando o tronco enquanto chupava a cabeça e girava a língua em volta, e de novo até o fundo. Quando enchia minha boca, eu levantava, ia pra sala saboreando a porra, deixava escorrer um fiozinho de porra pelo canto.
Outras vezes, antes de sair pra panfletar, quando a gente acabava de abrir, ele abria a cortina da porta um pouco, me mandava sentar no banquinho atrás do balcão de costas pra ele, eu sentava com a raba empinada, me apoiava nas coxas e ele me comia escondido pelo balcão. O pessoal sempre olhava ao passar, desde vizinhos até gente que pegava trem, metrô, ônibus, outros que estavam na pesca, velhas e crianças da escola. O movimento era intenso e isso fazia com que, ao ver o show, alguém entrasse. Ele continuava um tempo na minha buceta enquanto o pessoal se acomodava em algumas mesas, eu ficava muito excitada, então ia pra frente como uma louca.
O normal, quando o cigano não estava doidão, era eu sair pra panfletar com meu vestido de vinil preto, meia de rede e stiletto de verniz preto, e distribuir sorrisos, piscadelas, sorrisos e alegria pra quem precisava. Se eu saía cedo, passavam os meninos da escola, e com os mais velhos eu ousava sorrir e às vezes responder alguma frase que diziam ao passar. Nessa idade, os caras estão explodindo de porra, mas eu não deixava eles entrarem, mesmo quando pediam.
Uma tarde, o cigano me disse que no dia seguinte eu fosse às 8 da manhã, que ele tinha combinado com uns caras e que eles viriam naquele horário, que eu não falhasse porque senão eles iam dar o cano e repetir isso ia ser complicado. Ele me garantiu que vinham só 3 e que tinham 18 anos.
Cheguei mais cedo porque imaginei que os caras seriam pontuais, então a gente tomou algo e ele pediu: "faz eles gozarem rápido". Aí fiquei só de peitos de fora, fio dental de vinil vermelha. Meias arrastão pretas e saltos vermelhos, as cortinas estavam fechadas como se não estivéssemos ali. Ele mandou eu esperar no escritório. Ouvi as batidas na porta, espiei pelo olho mágico, entravam e entravam, contei uns 7, talvez o baixinho da turma não vi.
O cigano explicou como ia ser: iam passando um por um no quintal e, quando terminassem, voltavam pro salão, e ele diria quando sair.
Ele organizou, os menores primeiro, cobrou mais caro que o normal e me chamou. Saí como estava, seminua, e começaram as risadas nervosas, comentários exagerados de tesão e promessas de proezas sexuais. Me enfiei no meio do grupo e me deixei apalpar e beijar os peitos. Peguei o menorzinho e levei pro quintal, ele tava hipnotizado com minhas tetas. Coloquei as mãos dele no meu rabo pra ele se divertir e apertei a cabeça dele pra chupar meus bicos. Tava faminto, aquele bebê, e com meus hormônios aumentando a lactina, ele tirou leite das minhas tetas. Isso deixou ele de pau duro, então eu apertei ele bem contra meu peito, amassei a rola dele ainda dentro da calça, apertei até molhar minha mão. Foi curto, mas bom; a carinha dele era uma mistura de êxtase e decepção, não durou nem um minuto. Falei: "Não importa, não conta pra ninguém. Tira a calça que a gente precisa limpar, e teu pinto também." Sentei na cama e disse: "Vem cá que eu limpo tua rola com a boca, se você tocar minhas tetas. Com um bebão igual você, quero duas gozadas." Ele ficou feliz, nunca tinha broxado, então comecei e logo ele encheu minha boca. Queria dar o cu, mas o cigano ia me matar se eu exagerasse, ele sempre falava: "Você passa da conta de boazinha." Falei pra ele chamar o segundo, já tava entrando no clima.
O cara tava vermelho, respiração ofegante, coração a mil, e claro, o pau duro. Ele soltou um exagerado: "Bota o rabo que vou te foder, sua puta." Obedeci, fechava o anel de propósito pra não entrar e falava: "Não entra, que grandona você tem, docinho, vai me rasgar o cu. e abri o cu dela, meteu, e eu gritei de dor, ela era pequenininha quase não sentia dentro, mas ele dizia "toma, putinha, olha como eu rasgo teu cu", então fingi, comecei a ofegar e pedia pra ele parar que tava me matando, e ele gozou, também gozou no menino. Pra ele lembrar de mim, limpei com a língua e dei uma mini mamada, ele ficou contente e perguntou "você gostou?", "claro, docinho, me fez gozar igual uma coelha", ele foi embora feliz.
Saí com ele pra pegar algo pra beber pra não ficar com gozo na boca, vi o terceiro, olhos arregalados, boca também, me olhava de cima a baixo, percebi na hora como era. Fomos pro quintal de mãos dadas, ele tava super nervoso, mandei ele sentar na cama, fiquei na frente e falei "olha pra mim", ele me devorava com os olhos, me exibi bem, devagar, sensual, dei um giro de 360° lento e quando tava de frente pra ele falei "cê gosta do meu corpo?" ele balançou a cabeça que sim, "cê gostaria de ser igual a mim, né?" ele ficou vermelho e baixou o olhar, "não esquenta, é o máximo se transformar, o prazer que sente é incrível, eu posso te ajudar" ele continuava de cabeça baixa mas falou "a ter um corpo igual o seu, sério?" com os olhos cheios de animação, "quando cê passa e eu tô na calçada, te olho mas desejando ser igual você e me escondo na esquina pra te ver mais um pouco", falei que ia ajudar, combinamos de conversar mais de boa na internet que eu ia guiar ele até os caras procurarem ele pra comer pela pinta de putinha que ele tinha, ele amava o que eu falava. "Sou passiva mas cê veio estrear, então pelo menos olha pra ela e se quiser toca", o menino tava voando, fiquei na frente dele e mostrei, "toca" custou mas ficou meia bomba, "agora dá um beijo, não tem medo, vai ser o primeiro de milhares, assim que começa a ser mulherzinha", ele beijou, segurei a cabeça dele pra não se afastar e ele começou a chupar de boa com os olhinhos fechados enquanto se batia, gozou, tava super feliz, tinha ficado Passado o susto e ela tava com cara de feliz, falei pra ela se conectar de noitinha que eu ia transformar ela e me exibi de novo, chupei a boca dela e continuei atendendo. Passaram mais quatro, nada pra contar, e vinha o grande, o último.
Pedi pra ele se despir, ele disse que não queria, que tinha vindo cuidar dos outros, "mas você pagou, então alguma coisa você busca", pensei que ele não ia com a minha vibe, mas como queria comer ele insisti, "você já estreou?", ele respondeu que sim, hmm me parece que... "estreou e não gostou?", era isso, falei que a primeira vez costuma ser bem desagradável por causa do nervosismo se tem pressão ou muito nervoso e que tem putas muito filhas da puta, que ele ia achar quem fizesse ele estrear de verdade, coloquei a mão na virilha dele, e ele disse categórico, "não, não gosto", "ok já sei o que você curte, me espera". Saí e falei baixinho pro cigano, "quer pica de homem, tira a virgindade dele", sem dizer nada ele foi pro quintal.
No salão só tinha o primeiro pelado esperando a calça secar um pouco, preocupado com o que dizer em casa, "fácil, olha, cadê a calça e a cueca?, estavam na cozinha, fala que derramou água em você, é isso ou conta a verdade" e mandei ele embora porque a futura mina tava esperando o futuro promíscuo, o cigano ia comer ele por um bom tempo, é bem degenerado.
Então perguntei que nome de mulher ele usava nas fantasias dele, Verônica, gostei, eu tinha sido Verônica por um tempinho, "olha, vamos começar", fui no escritório peguei a saia e dei pra ele e também os stilettos pra ele vestir. Ficaram bem nele, é verdade que stiletto não é o ideal pra iniciantes, mas ele se mexia bem e eu estimulava ele falando coisas bonitas no feminino. Era brincalhão, tava se soltando e era porque curtia a vibe, falei pra ele trabalhar no bar de garçonete como eu, pedi pra ele me trazer uma coca pra mim e algo pra ela. Pedi pra ele sentar como os clientes faziam comigo e falei, "você sabe que sou putona, né? vai ter que me dar um pouco de prazer e você vai gostar, me espera", fui pro escritório e voltei com um cintaralho, ela arregalou os olhos tipo, o que vai rolar aqui?, "vem Vero, finge que é real, quero ver você chupar ele e depois enfiar na sua raba", ela não queria, falava que era grande demais, "tem muito maior e depois você só vai querer grande, então ajoelha e chupa". Era parecida comigo, complacente, tava bonitinha de joelhos de salto e mini chupando, ajudei ela a levantar, apoiei a cara e o torso dela na mesa e comecei a chupar bem a bunda dela, fechadinha, branquinha, muita saliva, muita língua e massagem com os dedinhos. Aconteceu o impensável, ela ficou dura, tirei o cintaralho e falei "não vou usar ele, vou meter a pica, você me deixou dura, putinha", devagar devagar, com dicas e saliva entrou e eu tava desvirginando aquela bunda apertada, ela gostava, no quintal o cigano continuava comendo o cara, então levantei a Vero e levei ela com a pica pra dentro pro quintal, quando entramos na mesma hora eles se viram, o cara tava de quatro com o cigano metendo forte e eu tava comendo a putinha, eles se olharam com terror por terem sido descobertos mas nenhum dos dois ia dedurar o outro, pelo menos, levei a Verinha pra cama do lado do casal e coloquei ela de quatro e a gente comeu um pouco enquanto eu e o cigano nos beijávamos de boca aberta. Quando ele gozou eu fingi e os dois ficaram exaustos com cara de que que rolou aqui?
O cigano olhando pra gente soltou a frase do dia "surpresa te dá a vida, a vida te dá surpresas
Com o tempo fui conhecendo os clientes, quase todos queriam a mesma coisa, passar um tempo de alívio da putaria da realidade. O puteiro era terra de fantasias realizadas.
Quando abríamos, o cigano mandava eu ir pra calçada distribuir panfleto, aí eu via os clientes fixos chegando, "se veste um pouco que os meninos da escola tão saindo e não quero encrenca com as mães". Eu colocava uma saia mais comprida e uma camiseta, saía do escritório e perguntava se assim eu tava respeitável como sempre dançando sensual, "sim, passou de puta pra senhora puta", era engraçado e duro, quando eu pedia uma cerveja pra mim ele respondia "me dá um boquete" e eu fingia que ia dar, às vezes aceitava, os balcões altos tipo bar permitiam e a vibe e a clientela do lugar também.
Como quase não tinha travesti trabalhando na rua naquela hora, o lugar ficou conhecido e começaram a vir mais clientes, então às vezes outra mina ajudava, de boa.
Tinha cliente que ia todo dia, tomava umas, colocava música, jogava uma partidinha e de quebra se esfregava. O cigano tinha comprado uma mesa de sinuca, então jogavam e às vezes eu também dava umas tacadas, claro, todo mundo, mais ou menos, também queria sexo e drogas.
Funcionava, eu me divertia e ganhava grana. Quando o clima tava tranquilo, ele mandava eu jogar sinuca um pouco, aí eu aproveitava pra fazer poses gostosas, mostrar um pouco do que a pouca roupa escondia e o clima esquentava. Como eu era ruim jogando, logo chegava alguém pra me dar dica de como segurar o taco, justo eu..., e aproveitavam pra me apalpar e eu colocava a bunda ou deixava ver os peitos quando dava a tacada.
O problema é que eles ficavam excitados, mas eu também Isso me servia pra fazer uma espécie de show pelo salão e pra fazer serviços, no banheiro ou no pátio, que também era mais decente.
Quando percebia alguém que tava afim, eu focava nele, sorria, quando passava, passava a mão, e se o cara não se decidia, sentava com ele e, por baixo da mesa, deixava ele meter a mão e eu passava a mão nele bem gostoso, mas não podia tirar ela. Aí vinha a pergunta: "Quer fazer um love?". Se fossem novatos, explicava que dava pra ir no banheiro dar uma chupada ou ir pra uma cama e fazer um completo. Nas primeiras horas era mais boquete e no final, francesinha, mas eu tinha que aguentar depois de chupar 3 ou 4 picas a tesão da minha bunda sem ninguém meter. Aí ia pro cigano e falava "me come". A gente ia pro escritório e ele me dava no cu em cima da mesa. Ele adorava me comer, fazia bem e tinha uma pica bonita. Deixava a porta aberta pra vigiar o salão, mas também era parte do charme, dar um estímulo.
Ele me colocava de pernas pro ar em cima da mesa, adorava ver ele ficar todo macho, duro, potente, com a pica bem dura entrando e saindo, me fazia sentir que eu era dele. Assim ele me comia 3 ou 4 vezes por semana, me comia porque eu pedia, senão ele pedia pra eu chupar a pica dele.
A chupada era no escritório ou atrás do balcão, onde ele ficava sentado. Eu ia pro lado dele e percebia que ele queria, mas esperava ele falar. Geralmente perto das 17h era a hora dele. Então, se eu tava afim de favores, ficava rodeando ele. Ele me pegava pelo braço e me puxava pra baixo, ou às vezes me chamava e já tava com ela pra fora e dura. Quando eu via assim, ia direto chupar. Se ele não ligava que percebessem, menos eu, afinal era meu chefe, e já tinha ficado com todos os habitués.
Só quem ia no banheiro via uma parte de mim: me viam de joelhos, de costas, balançando a cabeça, e o cigano vivo levantava minha saia pra me deixar pelada. Não eram chupadinhas pra tirar o leite. Ele queria um boquete bem dado, babado, com variações, com língua, com lábios macios, com pressão, enquanto eu passava a mão nas bolas dele e lambia desde as bolas até a cabeça pra meter na boca, segurando o tronco enquanto chupava a cabeça e girava a língua em volta, e de novo até o fundo. Quando enchia minha boca, eu levantava, ia pra sala saboreando a porra, deixava escorrer um fiozinho de porra pelo canto.
Outras vezes, antes de sair pra panfletar, quando a gente acabava de abrir, ele abria a cortina da porta um pouco, me mandava sentar no banquinho atrás do balcão de costas pra ele, eu sentava com a raba empinada, me apoiava nas coxas e ele me comia escondido pelo balcão. O pessoal sempre olhava ao passar, desde vizinhos até gente que pegava trem, metrô, ônibus, outros que estavam na pesca, velhas e crianças da escola. O movimento era intenso e isso fazia com que, ao ver o show, alguém entrasse. Ele continuava um tempo na minha buceta enquanto o pessoal se acomodava em algumas mesas, eu ficava muito excitada, então ia pra frente como uma louca.
O normal, quando o cigano não estava doidão, era eu sair pra panfletar com meu vestido de vinil preto, meia de rede e stiletto de verniz preto, e distribuir sorrisos, piscadelas, sorrisos e alegria pra quem precisava. Se eu saía cedo, passavam os meninos da escola, e com os mais velhos eu ousava sorrir e às vezes responder alguma frase que diziam ao passar. Nessa idade, os caras estão explodindo de porra, mas eu não deixava eles entrarem, mesmo quando pediam.
Uma tarde, o cigano me disse que no dia seguinte eu fosse às 8 da manhã, que ele tinha combinado com uns caras e que eles viriam naquele horário, que eu não falhasse porque senão eles iam dar o cano e repetir isso ia ser complicado. Ele me garantiu que vinham só 3 e que tinham 18 anos.
Cheguei mais cedo porque imaginei que os caras seriam pontuais, então a gente tomou algo e ele pediu: "faz eles gozarem rápido". Aí fiquei só de peitos de fora, fio dental de vinil vermelha. Meias arrastão pretas e saltos vermelhos, as cortinas estavam fechadas como se não estivéssemos ali. Ele mandou eu esperar no escritório. Ouvi as batidas na porta, espiei pelo olho mágico, entravam e entravam, contei uns 7, talvez o baixinho da turma não vi.
O cigano explicou como ia ser: iam passando um por um no quintal e, quando terminassem, voltavam pro salão, e ele diria quando sair.
Ele organizou, os menores primeiro, cobrou mais caro que o normal e me chamou. Saí como estava, seminua, e começaram as risadas nervosas, comentários exagerados de tesão e promessas de proezas sexuais. Me enfiei no meio do grupo e me deixei apalpar e beijar os peitos. Peguei o menorzinho e levei pro quintal, ele tava hipnotizado com minhas tetas. Coloquei as mãos dele no meu rabo pra ele se divertir e apertei a cabeça dele pra chupar meus bicos. Tava faminto, aquele bebê, e com meus hormônios aumentando a lactina, ele tirou leite das minhas tetas. Isso deixou ele de pau duro, então eu apertei ele bem contra meu peito, amassei a rola dele ainda dentro da calça, apertei até molhar minha mão. Foi curto, mas bom; a carinha dele era uma mistura de êxtase e decepção, não durou nem um minuto. Falei: "Não importa, não conta pra ninguém. Tira a calça que a gente precisa limpar, e teu pinto também." Sentei na cama e disse: "Vem cá que eu limpo tua rola com a boca, se você tocar minhas tetas. Com um bebão igual você, quero duas gozadas." Ele ficou feliz, nunca tinha broxado, então comecei e logo ele encheu minha boca. Queria dar o cu, mas o cigano ia me matar se eu exagerasse, ele sempre falava: "Você passa da conta de boazinha." Falei pra ele chamar o segundo, já tava entrando no clima.
O cara tava vermelho, respiração ofegante, coração a mil, e claro, o pau duro. Ele soltou um exagerado: "Bota o rabo que vou te foder, sua puta." Obedeci, fechava o anel de propósito pra não entrar e falava: "Não entra, que grandona você tem, docinho, vai me rasgar o cu. e abri o cu dela, meteu, e eu gritei de dor, ela era pequenininha quase não sentia dentro, mas ele dizia "toma, putinha, olha como eu rasgo teu cu", então fingi, comecei a ofegar e pedia pra ele parar que tava me matando, e ele gozou, também gozou no menino. Pra ele lembrar de mim, limpei com a língua e dei uma mini mamada, ele ficou contente e perguntou "você gostou?", "claro, docinho, me fez gozar igual uma coelha", ele foi embora feliz.
Saí com ele pra pegar algo pra beber pra não ficar com gozo na boca, vi o terceiro, olhos arregalados, boca também, me olhava de cima a baixo, percebi na hora como era. Fomos pro quintal de mãos dadas, ele tava super nervoso, mandei ele sentar na cama, fiquei na frente e falei "olha pra mim", ele me devorava com os olhos, me exibi bem, devagar, sensual, dei um giro de 360° lento e quando tava de frente pra ele falei "cê gosta do meu corpo?" ele balançou a cabeça que sim, "cê gostaria de ser igual a mim, né?" ele ficou vermelho e baixou o olhar, "não esquenta, é o máximo se transformar, o prazer que sente é incrível, eu posso te ajudar" ele continuava de cabeça baixa mas falou "a ter um corpo igual o seu, sério?" com os olhos cheios de animação, "quando cê passa e eu tô na calçada, te olho mas desejando ser igual você e me escondo na esquina pra te ver mais um pouco", falei que ia ajudar, combinamos de conversar mais de boa na internet que eu ia guiar ele até os caras procurarem ele pra comer pela pinta de putinha que ele tinha, ele amava o que eu falava. "Sou passiva mas cê veio estrear, então pelo menos olha pra ela e se quiser toca", o menino tava voando, fiquei na frente dele e mostrei, "toca" custou mas ficou meia bomba, "agora dá um beijo, não tem medo, vai ser o primeiro de milhares, assim que começa a ser mulherzinha", ele beijou, segurei a cabeça dele pra não se afastar e ele começou a chupar de boa com os olhinhos fechados enquanto se batia, gozou, tava super feliz, tinha ficado Passado o susto e ela tava com cara de feliz, falei pra ela se conectar de noitinha que eu ia transformar ela e me exibi de novo, chupei a boca dela e continuei atendendo. Passaram mais quatro, nada pra contar, e vinha o grande, o último.
Pedi pra ele se despir, ele disse que não queria, que tinha vindo cuidar dos outros, "mas você pagou, então alguma coisa você busca", pensei que ele não ia com a minha vibe, mas como queria comer ele insisti, "você já estreou?", ele respondeu que sim, hmm me parece que... "estreou e não gostou?", era isso, falei que a primeira vez costuma ser bem desagradável por causa do nervosismo se tem pressão ou muito nervoso e que tem putas muito filhas da puta, que ele ia achar quem fizesse ele estrear de verdade, coloquei a mão na virilha dele, e ele disse categórico, "não, não gosto", "ok já sei o que você curte, me espera". Saí e falei baixinho pro cigano, "quer pica de homem, tira a virgindade dele", sem dizer nada ele foi pro quintal.
No salão só tinha o primeiro pelado esperando a calça secar um pouco, preocupado com o que dizer em casa, "fácil, olha, cadê a calça e a cueca?, estavam na cozinha, fala que derramou água em você, é isso ou conta a verdade" e mandei ele embora porque a futura mina tava esperando o futuro promíscuo, o cigano ia comer ele por um bom tempo, é bem degenerado.
Então perguntei que nome de mulher ele usava nas fantasias dele, Verônica, gostei, eu tinha sido Verônica por um tempinho, "olha, vamos começar", fui no escritório peguei a saia e dei pra ele e também os stilettos pra ele vestir. Ficaram bem nele, é verdade que stiletto não é o ideal pra iniciantes, mas ele se mexia bem e eu estimulava ele falando coisas bonitas no feminino. Era brincalhão, tava se soltando e era porque curtia a vibe, falei pra ele trabalhar no bar de garçonete como eu, pedi pra ele me trazer uma coca pra mim e algo pra ela. Pedi pra ele sentar como os clientes faziam comigo e falei, "você sabe que sou putona, né? vai ter que me dar um pouco de prazer e você vai gostar, me espera", fui pro escritório e voltei com um cintaralho, ela arregalou os olhos tipo, o que vai rolar aqui?, "vem Vero, finge que é real, quero ver você chupar ele e depois enfiar na sua raba", ela não queria, falava que era grande demais, "tem muito maior e depois você só vai querer grande, então ajoelha e chupa". Era parecida comigo, complacente, tava bonitinha de joelhos de salto e mini chupando, ajudei ela a levantar, apoiei a cara e o torso dela na mesa e comecei a chupar bem a bunda dela, fechadinha, branquinha, muita saliva, muita língua e massagem com os dedinhos. Aconteceu o impensável, ela ficou dura, tirei o cintaralho e falei "não vou usar ele, vou meter a pica, você me deixou dura, putinha", devagar devagar, com dicas e saliva entrou e eu tava desvirginando aquela bunda apertada, ela gostava, no quintal o cigano continuava comendo o cara, então levantei a Vero e levei ela com a pica pra dentro pro quintal, quando entramos na mesma hora eles se viram, o cara tava de quatro com o cigano metendo forte e eu tava comendo a putinha, eles se olharam com terror por terem sido descobertos mas nenhum dos dois ia dedurar o outro, pelo menos, levei a Verinha pra cama do lado do casal e coloquei ela de quatro e a gente comeu um pouco enquanto eu e o cigano nos beijávamos de boca aberta. Quando ele gozou eu fingi e os dois ficaram exaustos com cara de que que rolou aqui?
O cigano olhando pra gente soltou a frase do dia "surpresa te dá a vida, a vida te dá surpresas
3 comentários - Rock fuerte en el puticlub
Igualmente no es necesario hormonizarce para sentirse y verse femenina, todo está en la mente y para que se refleje hay ejercicios físicos, alimentos, cuidados estéticos.