Ninguém nega uma punheta pra ninguém

O relato a seguir aconteceu há vários anos.
Num sábado à noite, meu pai tinha saído com um amigo, e eu dormi antes que ele voltasse. De madrugada, acordei por causa de uns barulhos. Fui até a porta do meu quarto e consegui ouvir a voz do meu pai e do amigo dele. Abri a porta devagar pra eles não perceberem e me espiei aos poucos pra ver onde estavam. Percebi que estavam no quarto do meu pai, e a porta estava entreaberta. Fui devagar até a porta do quarto dele e comecei a ouvir uma mulher. Espiei pra ver dentro do quarto, só tinha um abajur aceso, mas dava pra ver bem. Vi meu pai e o amigo dele deitados na cama e uma mulher chupando o pau do meu pai. Enquanto isso, o amigo estava se masturbando. Um pouco depois, a mulher passou a chupar o pau do amigo. Tentando me espichar mais, acabei caindo contra a porta e fazendo um barulhão. Eles olharam pra porta e me viram. Ela chegou a gritar: "Seus filhos da puta, me disseram que estavam sozinhos!" Os três ficaram me encarando, e meu pai chegou a dizer: "É meu filho." Ela se levantou da cama aos gritos, ameaçando que ia embora. Começou a pegar a roupa dela, meu pai e o amigo tentaram acalmá-la pra ela ficar, eles ainda estavam com os paus meio duros. Preciso deixar claro que era uma mulher de uns 40 anos, gostosa, meio loira e com peitos firmes (siliconados). Conseguiram acalmá-la, eu ainda estava parado na porta. Ela perguntou se tinha mais alguém na casa, e os dois disseram que não. Ela me olhou e disse: "Olha, guri, eu quero transar com eles sossegada, se quiser, depois a gente vê o que faz." Fiquei felizão e cheguei a dizer que sim. Ela se aproximou, me deu um beijo no pescoço e disse: "Vai lá, espera do lado de fora." Saí do quarto e ela fechou a porta. Fiquei pensando se ela falou aquilo só pra eu sair ou se eu realmente ia poder aproveitar algo com ela. Fiquei acordado, enquanto eles transavam, realmente valia a pena esperar. Colocaram em A televisão tava num canal de música e eu mal conseguia ouvir eles. Ficaram quase uma hora até que meu pai e o amigo dele saíram do quarto. Meu pai falou: vai lá que ela tá te esperando. Fui pro quarto, ela tava pelada na cama. Cheguei perto e ela disse: vem aqui, gatinho, vou te bater uma punheta e pronto, quer? Não ia dizer que não, pelo menos era alguma coisa. Ela sentada na cama pegou na minha pica e começou a me masturbar. Subiu rapidinho e ela aumentou a intensidade com as mãos. Esfregou um pouco minha pica nos peitos dela e me bateu uma com gosto. Depois de uns minutos, não aguentei mais e gozei nas mãos dela. Ela limpou as mãos nos lençóis e falou: pronto, pode ir. Saí do quarto e meu pai e o amigo dele voltaram a entrar. Eu fui dormir de novo, mas eles voltaram a transar. No domingo, acordei e ela já tinha ido embora.

3 comentários - Ninguém nega uma punheta pra ninguém

Al menos no te quedaste con ganas ja ja ja!!!