Conexão Familiar 1 e 2

Conexão Familiar 1 e 2Muito bom dia, boa tarde, boa noite, antes de tudo, obrigado por ler. A seguinte anedota aconteceu mais ou menos na minha adolescência. Por respeito, vou trocar os nomes. A relação de primos-irmãos sempre foi marcada por um laço forte, embora não fôssemos irmãos, quase chegamos a ser. Com apenas 2 anos de diferença, minha prima Lúcia sempre foi simpática, extravagante, de corpo normal, sem muito peito nem bunda. Ela sempre me fazia o "gancho", como se dizia antigamente, com as amigas ou colegas da escola. Uma noite, não lembro por qual motivo, ela ficou para dormir na minha casa, no meu quarto, mas em camas diferentes. Juntos vendo TV antes de dormir, passava um programa em que modelos tiravam fotos bem sensuais, talvez alguns lembrem do "Sábado Bus". A verdade é que me deixava muito excitado, minha pica batia no ritmo do meu coração. Notava que ela ficava desconfortável e mudava de posição a cada 2 minutos, cruzava as pernas para um lado e para o outro. Até que não aguentei e perguntei se ela queria que imitássemos os esquetes, ao que ela respondeu com uma risada safada que não tínhamos câmera fotográfica. Insisti um pouco mais quando vi suas bochechas rosadas, e ela topou. Fizemos poses que víamos, juntávamos nossos corpos com roupa, apertávamos um no outro. Foram 10 minutos de uma excitação mútua. E depois, sem dizer nada, cada um voltou para sua cama e dormimos. No dia seguinte, não trocamos uma palavra. No fim de semana seguinte, ela volta para dormir de novo. Umas 22 horas, e depois de um tempo deitados sem falar, o programa nos acendeu de novo. Eu olhava para ela e ela fazia os mesmos movimentos. Até que, sem dizer uma única palavra, me deitei ao lado dela, coloquei a mão debaixo do lençol, peguei no joelho dela e comecei a subir a mão devagar. Para minha surpresa, ela não estava de calça. Só nos olhávamos, não queríamos nos beijar, ambos sabíamos que era errado, mas por decisão dos dois, ninguém parava a situação. Ao percorrer boa parte das pernas dela e enquanto minha boca beijava a sua... pezinhos pequenos, ela começou a abrir as pernas devagar. Quando percebo que a Lúcia estava completamente excitada, me coloquei sobre ela, sem tirar a calcinha dela, meu pau percorria desde as nádegas até a parte de cima do clitóris, deslizando pelos lábios dela encharcados com os sucos dela. Era tão grande minha excitação que, ao sentir aquele cheiro, aproximei minha língua e percorri o mesmo caminho que meu pau. Quando tento puxar a calcinha dela, a Lúcia me para e diz que ainda não está preparada, que isso estava muito errado. Depois de nos separarmos um pouco e conversarmos, a Lúcia me convidou para a cama dela. Sem hesitar e com um pouco de culpa, me joguei sobre ela, aproximei meu rosto devagar, enquanto sentia a respiração ofegante dela, até que nos fundimos num beijo e tudo começou de novo... beijava os pezinhos dela e empurrava com meu pau a calcinha branca dela, que até hoje me lembro, toda ensopada. Depois de uns 10 minutos, ela me diz: L: tira minha calcinha, quero sentir você... Não termina de completar a frase e já tinha a calcinha dela no joelho, comecei a lamber tudo, desde a virilha dela, os lábios, enquanto ela me dizia para continuar... abaixei minha cueca e, ao aproximar a cabeça dos lábios vaginais dela, senti fogo. A primeira coisa que ela disse é para NÃO colocar, quando ouço esse comentário, tentei beijá-la e ela virou o rosto. Não entendia direito e, pra ser sincero, minhas bolas já começavam a dar pequenas pontadas. E toda essa situação terminou quando ela começou a chorar. Abracei ela e, sem dizer uma palavra, ficamos assim por cerca de uma hora até ela dormir. Por razões da vida, a Lúcia parou de vir por um tempo, talvez vergonha, talvez rejeição. Até que um dia chegam em casa para visitar com minha tia Mirian. A Lúcia me convida para ir à piscina na casa dela, aceitei. Chegamos e entramos, nadamos de um lado para o outro, ela de short e camiseta. Quando nos cruzávamos nadando, nossos corpos se roçavam cada vez mais perto, ela encosta a bunda no meu pau e sorri pra mim. Depois de alguns minutos, quando novamente me Apoiei, peguei na cintura dela, desabotoei a calça. Desci a calcinha dela e ela soltou um suspiro. L: Me faz tua, primo, me come devagarzinho... Y: Não tem ninguém em casa? L: Não, vai logo por favor que não aguento, me come, primo, enfia. Comecei a introduzir meu pau na buceta dela, apertada demais pra entrar, me excitava, ela tava de costas pra mim e as ondinhas da piscina, ela gemia de prazer... até que num momento se ouve alguém entrando na casa dela e o portão faz barulho, então automaticamente nos separamos e nos escondemos. Era a amiga dela, Soledad... Continua... ___________________________________________________ Obrigado por parar pra ler um pouco, essa é uma história real da minha adolescência, muito obrigado.vadia

3 comentários - Conexão Familiar 1 e 2

Excelente Post muy bueno gracias por compartir
No puede ser estaba con la mente en la extra tosfera jajajaja jajajaja jajajaja