La profe

Como todo pré-adolescente alvoroçado com os hormônios a mil, claramente sem experiência mas com muita imaginação, vivia entre minha casa e a escola, sempre olhando, fantasiando. Com minhas colegas, que desafiavam as regras se maquiando e levantando o avental pra mostrar claramente a raba ou fumando escondido no banheiro. Era tipo um castigo pra mim, que era tímido, muito calado e quase sem amigos. Todas ficaram em segundo plano quando conhecemos a nova professora de ciências naturais... Geraldine, loira, olhos cor de mel, altura uns 1,75, peitos médios e quadril largo, no máximo 27 anos. As aulas dela eram sempre com muita participação em grupo, algo que claramente não era do meu agrado porque, na hora de apresentar, sempre nervoso, travava. Ela, pra evitar que eu reprovasse, chamava quem tinha dificuldade pra mesa e sentava do lado. Isso me matava porque via em primeiro plano os lábios pintados de vermelho. Mas isso não era o melhor... ela não ditava, escrevia tudo no quadro... e pra dar tempo de todo mundo copiar e evitar apagar, se agachava até não poder mais, se segurando onde apoia o apagador. A calça jeans descia e ela não usava qualquer calcinha, mas sim tanguinhas quase fio dental. Explodindo não só meu cérebro, mas o dos meus colegas. Ela foi a primeira inspiração na hora de me aliviar sozinho no meu quarto.

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