Comido pelas minhas irmãs

Meu nome é Austin, sou um universitário de 21 anos, originalmente de São Francisco, mas tivemos que nos mudar para os arredores de Sacramento. Moro em casa com minha mãe e duas irmãs de 18 anos. Meu pai morreu num acidente de carro quando eu tinha 10 anos, e desde então ficamos sozinhos e passamos por dificuldades financeiras ao longo dos anos; por isso estou numa faculdade comunitária local.

Pareço mais com minha mãe do que com meu pai, tenho 1,80m e peso 94 quilos. Não sou muito musculoso, mas tenho um bom condicionamento físico. Tenho o cabelo castanho do meu pai e sou abençoado com um pau grande, uns 19 cm. Costumo usar camisetas, jeans justos (que mostram minha bunda, provavelmente minha melhor característica) e tênis.

Minhas irmãs, Carrie e April, ambas têm cabelo longo e loiro ondulado igual ao da mamãe, e, assim como ela, olhos azuis claros; Carrie, no entanto, tem cerca de 1,85m, e April tem a mesma altura que eu. Ambas foram abençoadas com peitões, estimo uns 36D. O tom de pele delas é um pouco mais escuro que o meu — não sou exatamente pálido, só um pouco bronzeado. A pele delas irradia aquele visual californiano banhado de sol. Ambas mantêm uma forma física incrível e parecem passar muito tempo na academia; são a fantasia perfeita da vizinha gostosa.

Carrie costuma usar roupas mais provocantes, como regatas justas e shorts jeans que mostram a bunda empinada e as pernas longas e lisas. Já April tem um visual mais patricinha, geralmente com saias curtas e blusas leves e soltinhas. April tende a usar saltos altos na maioria das vezes pra valorizar as pernas bem torneadas dela.

Crescendo, éramos muito unidos como família e ainda somos hoje, podíamos confiar um no outro facilmente. Mamãe nos ensinou essa habilidade valiosa; no entanto, Carrie e April sempre foram muito mais... próximas entre si do que comigo, em parte por causa da diferença de idade e do fato de serem gêmeas.

Carrie e April sempre tiraram sarro de mim durante a infância e até na vida adulta. Elas viviam dizendo que eu era o irmão mais novo mais velho delas, por causa da minha estatura baixa comparada com a delas. Até a mamãe já fez umas piadinhas. A última foi que eu pareceria uma menina sem minha barba e cabelo mais comprido.

Quando eu tive minha primeira namorada séria, isso sempre era motivo pra elas zuarem. Minha namorada, Sara, era um pouco mais alta que eu, tinha peito chato, mas uma bunda enorme e fodia como um animal. Carrie vivia falando que ela parecia mais homem do que eu. Infelizmente, não deu certo. Ela foi pra Universidade de Nova York e eu não tinha grana pra bancar essa distância. Sara e eu nos vemos quando ela tá de férias ou visitando; a gente tem um acordo de benefício mútuo onde eu como ela a noite toda.

Nas férias, eu faço de tudo pra ajudar a mamãe. Sempre pegava uns trampos de merda empilhando prateleiras ou servindo em restaurante, qualquer coisa pra ajudar a pagar as contas, e também dava uma mão em qualquer serviço que precisasse em casa. A gente não mora numa casa incrível; mas temos a sorte de ter uma piscina e quatro quartos, as gêmeas dividem um quarto, então temos um quarto de hóspedes se a família resolver ficar no Natal.

Então, agora que você já ouviu minha história de fundo, é aqui que as coisas começam a ficar interessantes.

Eram as férias de verão; eu tava trabalhando num restaurante chique. Aquele tipo de lugar onde os ricos vão pra se exibir pros amigos. Um lugar onde as pessoas te olham com desprezo como se você fosse um chiclete grudado no sapato delas. Eu tinha acabado de terminar um turno exaustivo de 8 horas, recebi um salário de merda e gorjetas, e voltei pra casa exausto à meia-noite.

Quando Cheguei em casa, esperando que tudo estivesse em silêncio, esperando que todo mundo estivesse dormindo. Entrei quietinho no meu quarto, tentando não incomodar ninguém. Enquanto subia as escadas, ouvi uns gemidos baixinhos e umas risadinhas lá de cima. Percebi que vinha do quarto dos gêmeos e vi que a porta tinha ficado entreaberta. Quando cheguei no topo da escada, consegui ouvir as vozes.

“AAAHHH, foda-se a Carrie! Continua me comendo! Porra, porra, porra, você sabe que eu gosto assim!”

“Para de gemer tão alto, a mãe e o Austin vão nos ouvir!”

“Não consigo evitar quando você tá me comendo tão gostoso!”

Algo na minha cabeça falava pra eu me afastar, mas meu corpo sentiu que precisava investigar mais. Empurrei a porta devagar e sem fazer barulho e me deparei com uma cena que nunca vou esquecer. A Carrie tava usando um strap-on preto e tinha enfiado até o talo no cu da April, de quatro. No chão tinha um monte de brinquedos, incluindo vibradores e plugs anais. A Carrie também tava com um plug no rabo.

Minha mãe sempre incentivou nossa sexualidade. Ela nunca teve problema com a gente ter brinquedos sexuais em casa, sempre sugerindo o que a gente podia comprar pra relaxar. No meu aniversário de dezoito anos, a mãe me deu uma Fleshlight da Nicole Aniston, até hoje não sei como ela descobriu que era minha atriz pornô favorita. Ela já me satisfez em muitas noites solitárias, mas não era tão bom quanto o real.

Os gêmeos claramente tinham levado a liberdade dos brinquedos sexuais a outro nível, e não só isso, estavam explorando a sexualidade deles, não que a mãe quisesse que eles se comessem.

A Carrie tava mesmo mandando ver, abusando do buraquinho da April. Essa cena absurda tava fazendo meu corpo reagir. Meu pau tava crescendo e apertando contra a calça. Passei a mão na calça e dei atenção pro meu pau. que eu tanto desejava. Não conseguia acreditar no que estava fazendo, era a coisa mais gostosa que eu já tinha visto na vida e ela estava começando a fazer.

“Foda-se a Carrie, acaricia minha buceta! Preciso gozar tanto!”

“Precisa gozar sua irmãzinha rabuda? Precisa que toquem na sua buceta? Vai me implorar pra fazer você gozar?”

“Por favor, Carrie, preciso gozar! Deixa eu gozar!”

“Diz que sou uma puta rabuda que precisa da pica preta da irmã pra gozar!”

“Sou uma puta rabuda que precisa da minha irmã”

Naquele momento, Carrie enfiou os dedos na buceta da April e fez ela perder a linha. April começou a jorrar e soltou o gemido mais alto que eu já tinha ouvido. As duas desabaram na cama numa felicidade pós-gozada.

Naquele exato momento, eu soltei um gemido baixinho; mas não baixo o suficiente, as duas ouviram e me viram na porta acariciando minha pica.

“Que porra você tá fazendo, seu pervertido?” Carrie gritou num sussurro.

“Desculpa!” Falei, correndo pro meu quarto e fechando a porta.

Ser pego tinha estragado qualquer orgasmo iminente, e possivelmente poderia apagar um agora por causa da vergonha do que eu tinha testemunhado.

Na manhã seguinte, desci pra tomar café. As gêmeas já estavam lá, pensei que poderiam ter falado algo sobre o que eu tinha visto, mas não aconteceu nada. Comemos os waffles que a mãe tinha feito e um pouco de suco de laranja, nós quatro conversamos sobre o que ia passar na TV essa noite. Depois, as gêmeas ajudaram a mãe a lavar a louça e eu fui trabalhar.

Era tão normal que no caminho pro trabalho pensei que talvez tudo não passasse de um sonho, só um sonho pervertido de tesão. Já fazia uns meses desde a última vez que transei e as gêmeas realmente tinham se tornado umas gostosas no último ano. Não deu pra evitar, afinal eu era um cara.

Mas aqueles Os medos de que não tinha sido um sonho se confirmaram logo quando cheguei em casa naquela mesma tarde.

April estava usando aquela roupa preppy característica dela. Vestia uma saia curta xadrez vermelha, uma blusa azul escura e claramente não estava usando sutiã, completando com saltos anabela azuis e o cabelo bagunçado, como se tivesse acabado de dar uma boa foda.

Carrie usava um cropped preto e branco; desafiadoramente vários tamanhos pequeno demais e se esforçando pra manter os peitos lá dentro, os bicos também estavam aparecendo. Isso foi combinado com um short jeans tão curto que mal cobria a bunda dela. O visual foi finalizado com umas botas de couro marrom que iam até o joelho. O cabelo dela, diferente do da April, estava limpo e liso.

As meninas estavam sentadas nos bancos do balcão conversando com a mamãe enquanto ela preparava o jantar. Sentei na mesa da sala de jantar, tentando ler um livro da faculdade pra quando eu começar no outono. Toda vez que eu levantava os olhos do livro, as pernas da April pareciam abrir um pouco mais. Finalmente, as pernas dela estavam abertas o suficiente pra eu ver a buceta dela. A buceta dela estava bem depilada e tinha lábios carnudos, dava pra ver que ela estava com tesão porque os lábios brilhavam levemente.

"Mamãe? A gente pode pegar uma puta?BUCETA? Acho que seria muito divertido brincar com ele e acariciar ele.” April falou num tom bem sensual.

Antes dela dizer isso, eu tava tentando dar umas olhadas rápidas, mas claramente fui pego no flagra, ela tava toda em cima de mim e me provocando.

“Não sei, querida; eles podem ser caros pra comprar e cuidar.” Mamãe falou meio triste.

“Por favor, mamãe, a gente podia arrumar uma putinha.”BUCETA deresgate. "Prometemos que vamos brincar com ele todo dia e fazer carinho nele todo dia." Disse Carrie bem brincalhona, levantando a blusa e mostrando seus peitões redondos.

Não ouvi a resposta da mamãe. Minha boca caiu no chão, não acreditei no que tava vendo. April começou a acariciar os peitões da Carrie, e Carrie retribuiu esfregando a buceta da April. Meu pau agora tava pressionando contra minha calça.

"April, você pode pegar um tomate pra mim na geladeira?" Mamãe disse sem se virar pra ver as filhas tirando uma com a minha cara.

April desceu do banquinho e foi até a geladeira, rebolando a bunda no caminho. Quando se inclinou, fez questão de que a saia subisse até o cu. Dava pra ver um plug anal lá em cima enquanto mexia um pouco a bunda.

Eu tava prestes a explodir. Tive que subir as escadas e resolver a situação. Quando me levantei, Carrie notou o volume na minha calça. Ela articulou: "Maldito tarado. Nossa zoação te deixou duro?"

Subi correndo as escadas e entrei no meu quarto, enquanto tirava a calça recebi uma mensagem no celular. Eram fotos da Carrie e da April se tocando e colocando plugs anais. Peguei no meu pau e bati uma punheta mais forte do que nunca na minha vida. O leite foi pra todo lado, foi o orgasmo mais forte que já tive. Outra mensagem chegou no meu celular.

'Espero que tenha curtido. Amo a Carrie e a April.Tomei um banho pra limpar a bagunça que eu tinha feito, aquelas imagens nunca saíram da minha mente enquanto eu me lavava. Tive que lutar contra minha ereção gigante mesmo depois de ter gozado.

Uma hora depois, o jantar tava pronto, minha mãe tinha feito almôndegas com espaguete. Percebi que o que normalmente seria um jantar em família tranquilo ia ser tudo menos isso. Sentei do lado da April achando que seria a opção mais segura.

Mamãe puxou todo mundo pra conversa, ela sempre queria saber como tinha sido meu dia. "Como foi o trabalho hoje, Austin?"

"Só mais um dia de merda, com clientes idiotas que nunca dão gorjeta." Mamãe relaxava com a gente usando palavrão, ela sempre diz que se me pegar falando besteira, não devia...

"Pelo menos você tá se virando, querido. O que as meninas fizeram?"

"Só fizemos umas compras de roupa e fomos tomar um café", disse Carrie, dando uma piscadinha pra April.

"Mãe, essas almôndegas tão realmente boas, são bem suculentas." April deu uma risadinha ao falar isso. Percebi que podia ter uma indireta pra mim.

"April adora umas bolas de carne suculentas!" Exclamou Carrie, mamãe não gostou nada e deu um olhar de morte.

"É verdade, mãe, eu gosto de umas...almôndegasSuculentasDesculpe, não posso ajudar com essa tradução.Adoro lamber elas como se fosse molho." April então começou a brincar com a almôndega, enquanto enfiava a mão na minha calça e massageava minhas bolas.

"Pensei que tinha comprado melhores!" disse a mãe com horror fingido.

Depois Carrie começou a brincar com os pés comigo, ou melhor, começou a me provocar e eu não sabia o que fazer. Com as garotas me zoando, meu pau logo começou a endurecer contra a calça; eu precisava de uma alívio, mas não era hora nem lugar.

April tirou a mão das minhas bolas e começou a acariciar suavemente meu eixo por cima da calça. Isso foi pura agonia, meu rosto se contorceu de prazer e provocação, até a mãe já tinha notado nesse ponto.

"Tá tudo bem, querido?"

"Sim, tudo bem, mãe." Consegui responder enquanto as garotas riam.

"Tem certeza? Você parece muito inquieto."

"Só um pouco desconfortável na cadeira, mãe", o que era uma mentira descarada.

"Tá bom, então se todos terminaram o jantar, vou buscar a sobremesa."

Quando a mãe se levantou da mesa, April agarrou firme meu pau e começou a me punhetar. Se eu não tava perto de gozar antes, agora tava. April me masturbava devagar, com um puxão forte de vez em quando. Dava pra ver que Carrie tava imensamente curiosa e nos deu um sorriso malicioso.

Carrie sussurrou pra April pra mãe não ouvir: "É grande?"

"Porra, enorme", sussurrou April com um sorriso.

Naquela hora, Carrie se aproximou e sentiu meu eixo pulsando. Ela ofegou de choque, acho que vou levar como elogio. Depois me sussurrou num tom sensual. "Você não pode gozar ainda, irmão mais velho." Quase explodi com aquilo.

Carrie sentou bem na hora que a mãe voltava com tiramisu e April parou de me acariciar. As duas garotas, no entanto, garantiram que eu continuasse duro pra caralho. Mãe, Carrie e April continuaram conversando, acho. que era um programa de TV de merda que não me interessava, mas já tava difícil demais acompanhar a conversa com o que os gêmeos tavam fazendo comigo.

Bem na hora que a gente tava terminando a sobremesa, Carrie piscou pra April, a mão dela agarrou firme no meu pau, batendo uma forte e rápida como podia. Consegui aguentar uns 30 segundos, antes de gozar grosso na minha cueca e na mão da April. Meu orgasmo foi tão forte que tive que morder o lábio e me surpreendo de não ter feito sangrar.

April continuou brincando com meu pau mole, minhas bolas completamente vazias, e a mamãe começou a limpar a mesa, totalmente por fora do que tinha acabado de rolar. Quando a mamãe foi embora, April tirou a mão da minha calça e lambeu o leite pegajoso dos dedos e da mão dela. Depois enfiou a mão de novo e pegou mais um pouco de leite, dessa vez oferecendo pra Carrie. Carrie limpou a mão da April como uma atriz pornô e fez questão de chupar e lamber até a última gota. Se eu não tivesse gozado, ia ficar duro que nem uma pedra de novo.

"Essa sobremesa foi uma delícia, especialmente esse leite quente e pegajoso!" April falou pra Carrie com uma voz sensual.

"Com certeza, mana. Eu diria que foi a melhor sobremesa da minha vida. Austin, pode se limpar agora." Carrie tinha notado a mancha molhada na minha calça.

Fui pra cima satisfeito e envergonhado, as garotas rindo lá embaixo. Tava satisfeito por ter gozado de novo, mas envergonhado por saber que queria mais e que continuasse. Logo recebi minha resposta quando chegou uma mensagem no meu celular.

'Tem mais por vir, 'irmãozinho'.'

Tinha uma foto embaixo, as duas fazendo biquinho e mostrando os peitos.

Tava feliz por saber que viria mais, mas com medo do que iam fazer a seguir.

Acordei na manhã seguinte e encontrei dois pares de calcinha no pé da minha cama, uma rosa e outra azul. Tavam meio molhadas, acho que pela excitação de me provocar ontem à noite. Peguei As rosas primeiro, já que estavam mais perto da mão. Cheirei bem, e um cheiro almiscarado de verdade me atingiu, a única comparação que pude fazer foi com a Sara, minha ex-namorada. A buceta dela, que era um desafio, não era tão almiscarada quanto a buceta que produziu esse cheiro divino. O segundo par era mais sutil, como um uísque envelhecido. Se esses aromas pudessem ser engarrafados, homens e mulheres estariam alucinando no mundo inteiro.

Depois que terminei de cheirar, decidi escondê-los. Tinha que ser num lugar onde a mamãe não encontrasse. Embora a mamãe seja liberal, ela me mataria se achasse as calcinhas das minhas irmãs no meu quarto. O melhor lugar era uma tábua solta debaixo da cama; quando era criança, escondia doces e chocolate ali.

Depois, tomei banho e me vesti para ir trabalhar, e desci para tomar café. A Carrie e a April já estavam lá embaixo comendo cereal, as duas de pijama. A Carrie estava de calça preta com bolinhas brancas, a parte de cima do pijama era branca com uma gravata borboleta preta estampada. A blusa era vários números menor, o que tenho certeza que foi pra me provocar. Mostrava claramente o contorno dos peitões dela. O pijama da April era um conjunto combinando, rosa com bolinhas brancas, e de novo a blusa era vários números menor. Dava pra ver os bicos dos peitos dela aparecendo um pouco mais do que os da Carrie.

Peguei um pouco de cereal e vi que a mamãe tinha deixado um bilhete dizendo: "Fui trabalhar cedo pra uma reunião importante. Não vou estar em casa até tarde, a comida está no congelador pro seu jantar. Beijos, mamãe. OXOXOX".

Isso provavelmente explicava por que as meninas estavam vestindo pijamas tão apertados. De vez em quando, eu dava uma olhada nelas quando achava que não estavam olhando. Os sorrisos delas denunciavam que sabiam exatamente o que eu estava fazendo.

A gente conversou sobre o que íamos fazer hoje. Falei que tinha que trabalhar, a April disse que ia procurar lugares pra ser... voluntária no acampamento de verão, e a Carrie disse que a mãe pediu pra ela limpar a casa.

Terminei meu cereal e as meninas limparam a mesa, cuidando pra rebolar bem na minha frente pra me dar uma boa olhada e me aliviar mais, meu pau já tava meio duro durante quase todo o café da manhã. Aí fui trabalhar.

Quando cheguei no trampo, lembrei de mandar uma mensagem pra Carrie. "A propósito, a April e sua calcinha estão no meu quarto, debaixo de uma tábua do assoalho embaixo da cama. Se precisar delas pra lavar roupa. E, por sinal, foram uma surpresa bem gostosa."

Quase apaguei a última parte da mensagem, mas decidi mandar mesmo assim. Uns minutos depois recebi a resposta.

"Sem problemas, irmão. Aposto que você cheirou elas igual o pervertido sujo que você é! Não quero elas de volta ainda, você ainda não terminou com elas."

Fiquei imaginando o que ela tinha planejado, mas tinha que começar a trabalhar e isso significava que meu celular tinha que ficar trancado; meu chefe filho da puta odiava que a gente ficasse com o celular no bolso.

O trampo era uma merda e entediante como sempre, a mesma rotina de sempre, com os mesmos clientes idiotas que nunca dão uma gorjeta decente. Mas hoje teve uma cliente boa, uma MILF completa, cabelão moreno e peitos pequenos e empinados, diria que na casa dos quarenta.

Ela tava comemorando o divórcio com as amigas, de um marido que só posso imaginar que era um imbecil. Mantive as bebidas chegando na mesa dela e ganhei uma gorjeta boa pelo meu esforço, uma olhadinha rápida nos peitos dela, e ela deslizou o número dela junto com a gorjeta de 30 conto.

No meu intervalo do almoço, olhei o celular pra ver se tinha mensagem. Recebi uma da April, dizendo que tinha conseguido trampo num acampamento de verão. Fiquei decepcionado que não tinha foto de nenhuma das duas.

Lá pro final do meu turno, minha mãe apareceu com os colegas de trabalho e o chefe dela pra uma reunião com um cliente novo que eles esperavam roubar dos rivais. O chefe da minha mãe era um idiota completo, estalando os dedos quando queria alguma coisa. Todos os garçons cospem nas bebidas dele toda vez que ele entra, porque nunca dá gorjeta. Minha mãe tinha um olhar de desculpa nos olhos pelo jeito que ele estava se comportando. Tenho sorte de não ser uma garota, porque ele sempre dá um tapinha na bunda delas; pra salvá-las desse idiota, eu espero na mesa dele. A reunião dele se prolongou tanto que tive que ficar mais duas horas, mas tive a sorte de ganhar uma gorjetinha de $10 de um dos colegas da minha mãe. Mesmo assim, fiquei meio puto porque era uma mesa de 15 e eles tinham gasto mais de $400.

Quando finalmente cheguei em casa, só queria comer e ver um pouco de TV. Felizmente, as minas estavam lá em cima, provavelmente fazendo Deus sabe o que uma com a outra. Elas tinham deixado um bilhete dizendo que o jantar estava no forno e pra eu mandar uma mensagem quando fosse dormir.

Mamãe me mandou uma mensagem dizendo que ia chegar tarde em casa hoje. Ela se desculpou pelo comportamento do chefe dela e me disse pra não ficar acordado até tarde.

Comi o macarrão com queijo que tinha sobrado no forno e relaxei no sofá vendo reprises de Friends. Depois de assistir alguns episódios, fui pro meu quarto e, como pedido, mandei uma mensagem pras minas.Para mais contos eróticos, visite:https://mr-taboo.com/

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