A punheta do meu filho parte 1

Me chamo Ivana, tenho 36 anos, sou casada com Carlos, de 46, e também tenho um filho chamado Federico, que é só meu, mas Carlos o aceitou como se fosse dele também. Vivíamos muito felizes os três. Vou começar descrevendo a gente fisicamente: Ivana: tenho 1,73 de altura, cabelo preto escuro com uns mechas marrons e uns reflexos que fiz. Meu corpo tá muito bom pra minha idade, tenho uns peitos bem grandes, daqueles ideais pra fazer uma masturbação Boobs fuck, e minha bunda é por isso que meu marido se apaixonou por mim, ele desejava ela quando éramos jovens e até hoje me pede pra dar minha bunda, ela continua empinada igual a uns 20 anos atrás. Ah, ia esquecendo, meus olhos são castanhos claros. Carlos, meu marido, tá bem pra idade dele, tem 1,85 de altura, os abdominais ainda são meio definidos, ele ainda malha, cabelo escuro e curto. Federico tem 1,75 de altura, cabelo curto mas claro, sem ser loiro, magro, sem um corpo trabalhado, normal pra idade dele. Vamos começar a história: faltavam uns meses pras nossas férias, quase sempre viajávamos pra um lugar com praia, e eu já comecei a planejar, já que o Fede era um bom aluno e não teria problema em passar em todas as matérias da escola no tempo certo, e o Carlos era arquiteto e tinha uma empresa de construção que ia bem, não teria problema em se ausentar na data que escolhêssemos ir. Enquanto organizava a viagem, meu computador quebrou e pedi pro meu filho me emprestar o notebook dele enquanto arrumava o meu. Ele me emprestou, e aí descobri um chat de amigos da escola onde tinha uma discussão sobre qual mãe era mais gostosa, e eu encabeçava a lista de mães. Todos os amigos do meu filho falavam coisas tipo: "todo mundo metia naquela bunda que ela tem", "nem todos nós juntos conseguiríamos encher aquela buceta de porra". Aí meu filho respondia: "hahaha, não daria nem na vida de vocês pra encher, com a cara de puta que ela tem, o padrasto Carlos devia ser um corno manso consciente". E eu fiquei sem reação. Acreditar que eles iam falar tão vulgarmente das mães deles e da minha, e que meu próprio filho dissesse que eu tinha cara de puta e que devia trair meu marido, me deixou chateada e me fez sentir muito mal. Embora eu soubesse que na idade deles eles falavam das garotas assim, estavam no despertar sexual e, logicamente, sentiam atração por mulheres, e pensavam que todas nós éramos vadias — aquilo excitava eles naquela idade e eles não davam a menor importância para o parentesco. Uma bunda é uma bunda, e a minha, empinada e durinha do jeito que estava na mente deles, deixava eles de pau duro. Eu estava decidida a dar uma bronca nele, mas antes falaria com meu marido e elaboraria uma estratégia mais elaborada, onde eu explicaria que aquilo era errado e ele daria a bronca mais pesada, como uma espécie de polícia bom e polícia mau.

Meu marido chegou em casa e notou uma certa tensão minha em relação ao meu filho. Jantamos os três juntos sem tocar no assunto, e depois de um tempo eu fui me deitar com Carlos, e Fede estava ouvindo música, quase saindo com os amigos. Senti os passos do meu filho avisando que ia sair, e alguns segundos depois senti a porta da rua se fechar, sinal de que o Fede tinha saído de casa. Carlos largou o celular, me abraçou e começou a me beijar (essa noite ele queria transar). Ele dizia que eu estava muito gostosa. No começo, eu correspondi, mas parei ele e falei:

— Ivana: Precisamos conversar.
— Carlos: Sobre o quê?
— Ivana: Sobre nosso filho (embora fosse só meu, ele o amava como se fosse dele também).
— Carlos: O que que tem ele?
— Ivana: Viu que outro dia meu computador quebrou e eu pedi o dele?
— Carlos: Sim, o que tem? (Ele viu minha cara de preocupada e pensou que algo ruim tinha acontecido.)
— Ivana: Encontrei uns chats de putaria entre ele e os amigos, onde eles falavam de como as mães deles eram gostosas, inclusive eu entrei na conversa (Ivana omitiu, por algum motivo, dar mais detalhes sobre as palavras vulgares dos amigos e do filho sobre ela, especialmente a parte da cara de puta e que ela devia trair o marido). Esse comportamento é inaceitável do Fede, de todos, mas nós somos os pais. Só do Fede e é com ele que a gente tem que impor limites e conversar sobre isso. Carlos olhou pra ela, deixando escapar uma risada. Carlos — "Sério que você quer dar um desafio" pro nosso filho por causa de uma conversa de homem que eles precisam ter sobre as "colegas de escola", "professoras" e modelo famosa de TV "hahaha"? Ivana — Pra você é normal essas conversas sobre as mães deles? Carlos — Normal não, mas também não é motivo pra se alarmar que um pivete (moleque novo) olhe pras mulheres com desejo sexual e é puramente físico. Não tem sentimento nem é obsessão, é físico, só isso. E se você não fosse tão gostosa, isso não aconteceria (disse piscando o olho com um sorriso safado). Ivana — Então o que você sugere...? Carlos — Nada, não fazer nada. Isso vai passar como outra fase de crescimento dele e, quem sabe, quando ele perder a virgindade com uma garota da escola, ele se acalme bastante. Não faz sentido dar um desafio ou conversar com ele, isso ia envergonhar ele e piorar o problema. Ivana pensou e acabou convencida pelo raciocínio do marido Carlos e decidiu deixar o assunto de lado e evitar que o filho se sentisse humilhado. Carlos — Quando consertarem seu computador, você devolve o dele pra ele como se nada tivesse acontecido, ok? E no que a gente estava mesmo? Carlos começou a beijar Ivana apaixonadamente de novo e começou a puxar pra baixo o sexy camisola de dormir que ela usava; por baixo, ela sempre vestia um shortinho pra dormir, mas como naquela noite o filho não estava, ela imaginou que talvez o marido fosse querer transar com ela, por isso estava usando uma calcinha branca comum, mas mesmo assim ficava muito sexy com o corpaço que ela tinha. E ele começou a puxar a camisola e devagar começaram a aparecer aquele par de peitos fabulosos que ela carregava; primeiro apareceu o canalzinho apetitoso do decote e depois os peitos ficaram livres pra ele poder apalpar com gosto. Carlos — São lindos, meu amor. Ivana — Você gosta?... São todos seus, pode tocar, chupar e foder se quiser (essa última frase era um convite pra fazer uma punheta Boobs fuck que ela sabia que deixava ele louco) Carlos — claro, meu amor. Ele ficou passando a mão nela por um tempo até começar a chupar os peitos dela. Enquanto isso, ela começou a tocar na cock dele e bater uma punheta devagar, mas gostoso, até deixar ele duro. Daí foram pra um 69 e ela começou a chupar com gosto, ritmado, enquanto ele fazia o mesmo na pussy da Ivana, toda melada, dando todo o sabor dela. Foram aumentando o ritmo da respiração, Ivana sabia que o orgasmo tava perto e o corpo dela se contraiu com uns choques elétricos que recebia, feliz pelo orgasmo, era a pequena morte dela, era feliz como nunca quando chegava no clímax, os olhos dela ficavam brancos, ela se perdia no orgasmo que era o primeiro da noite, mas não o último. Ivana só pensava nas palavras do marido "virgem". E ela começou a cavalgar ele com força enquanto Carlos penetrava ela com um vigor que quase nunca mostrava (fazia tempo por causa da monotonia do casamento), era tipo uma violência e excitação que raramente tinha vivido nos momentos íntimos entre eles. Isso fazia ela ficar mais molhada e o corpo dela pedia pra continuar follando a noite toda como uma amazona do sexo, já com um bom tempo de mete-saca, descansar um pouquinho e voltar pro mete-saca, até que Carlos gozou nos peitos dela (o lugar preferido dele) Booty e bagina, e depois foram descansar. No dia seguinte, Ivana devolveu o notebook pro filho já que consertaram o dela, e deu ouvidos ao marido Carlos, nem mencionou o que tinha encontrado e voltou a ter uma relação quase normal com o Fede. Os dias passaram e tudo seguiu normal como antes de saber daqueles chats com o filho. Até que um dia ela chegou em casa e o filho tava com os amigos sentados na sala, bebendo umas coca e comendo umas batatas, vendo um jogo na tv. Ivana — Oi, boa tarde, galera (cumprimentou com uma careta querendo mostrar que gostava que eles estivessem ali). (aí os amigos do filho dela). Amigos — boa tarde, dona Ivana — que meninos educados, as mães deles ensinaram bem (pensou Ivana). Meu filho ofereceu algo pra beber e comer, atendeu eles direitinho. Amigos — sim, senhora, não se preocupe. Ivana — bom, vou subir pra fazer minhas coisas, mais tarde desço, mas me chama, Fede, se precisar de algo (Ivana subiu de costas pros meninos e sentiu o olhar deles grudado na bunda dela). Quando chegou, resolveu tomar um banho e, ao entrar no chuveiro, sentiu o corpo quente e lembrou dos olhares daqueles jovens na bunda dela e pensou se naquele instante estariam falando dela de um jeito sujo e ficou indignada só de saber, se impondo condutas morais de uma sociedade que trata as mulheres como objeto sexual, desde que não seja a mulher deles, mas enquanto a mente dela levantava barreiras morais, o corpo dela soltava os demônios e devagar foi levando a mão até a buceta pra se masturbar até que percebeu e parou na hora, não sabia o que tava acontecendo com ela e o corpo dela. Depois do banho, ficou umas 2 horas no quarto vendo TV, tava perturbada, não queria ver eles, se sentiria desconfortável, até que não teve jeito e teve que descer pra fazer a janta, e enquanto preparava a janta não conseguiu parar de ouvir a conversa dos meninos (João, Pablo, Luís) que diziam assim: Luís — é, meu avô tá muito mal no hospital e vão cuidar dele, minha mãe e meu pai se revezam e, do jeito que as coisas tão, acho que não vamos conseguir viajar de férias esse ano. Fede — uhuu, que merda, véi, sinto muito. Pablo — eu também, que azar. João — é, todos nós sentimos, é uma droga. Daí a pouco os meninos tiveram que ir cada um pra sua casa e eu fiquei com o Fede sozinha um tempo até o padrasto dele chegar e conversamos sobre a pena que dava o que tava acontecendo com o avô do Luís, comemos e fomos dormir. Eu fiquei pensativa e no outro dia de manhã, depois que o Carlos e o Fede foram embora, decidi ligar pra mãe do Luís pra saber como tava. estado de saúde do avô dele e pedir pra ela, já que eles não poderiam viajar, que o Luís fosse com a gente pra fazer companhia pro Federico. No começo ela recusou, mas fui convencendo ela e no fim o Luís acabou indo com a gente nas férias. Claro que quando o Fede ficou sabendo, ficou super feliz que o amigo ia junto, e o Carlos não reclamou (já que as duas famílias tinham uma situação financeira boa, dinheiro não seria problema). E assim comecei a organizar a viagem já com o Luís incluso.

Os dias passaram e as férias chegaram. A gente esperava o Luís, que o pai dele ia trazer de passagem, já que ia pro hospital cuidar do avô. O Luís chegou, se despediu do pai e eu mandei ele carregar as malas no carro, onde a gente ia deixar no estacionamento do aeroporto. Viajamos pra essas ilhas turísticas da Polinésia, perto da Austrália, onde aluguei uma cabana com todo conforto. Chegamos, os meninos se acomodaram no quarto deles e decidiram ir pra praia que ficava bem na nossa frente. Eu e o Carlos terminamos de desfazer as malas e nos juntamos todo mundo no almoço (o Carlos tava de bermuda, os meninos também, mas sem camisa porque vinham da praia, e eu tava com um sutiã de biquíni e uma saia de tecido muito linda, curta, quase até o joelho, e umas sandálias brasileiras muito lindas). Na hora da comida, enquanto eu preparava, os meninos colocavam a mesa. Senti o olhar do Luís nas minhas pernas e nos meus peitos. Ele tentava disfarçar com todo cuidado pra eu não perceber (mas não conseguia).

Terminamos, e o Fede e o Luís voltaram pro mar. Eu e meu marido também íamos. Falei pra eles irem na frente, que eu ia colocar a parte de baixo do biquíni e alcançava eles na praia. Subi pro meu quarto. Tô me trocando e a porta abre. Entra meu marido e me pergunta se eu tinha reparado que tinha um admirador das minhas pernas, falou rindo. Eu respondi: "Ivana, você também percebeu, hein?" Carlos: "É, ele tava dando uma olhada como quem sonha com elas. o comentário me arrancou um sorrisinho). Ivana_ já vai se acostumar com o tempo Carlos_ acho que sim (e descemos pra praia). Na praia a gente nadou, brincou e tomou sol, e já não era só o Luis que me olhava, agora meu filho também me encarava, de olho na minha bunda se desse, ou em qualquer parte do meu corpo, e meu marido me fez saber disso (ele fazia sinais pra eu olhar quando eles olhavam e poder pegar eles no flagra, eu achava graça do comportamento do Carlos diante da situação). Além dos olhares furtivos do Fede e do Luis, não rolou mais nada naquele dia. Jantamos, fizemos um churrasco na cabana, bebemos e fomos dormir tarde pra nosso horário normal. Já no nosso quarto, o Carlos puxou o assunto de que os dois garotos me devoravam com os olhos, parecia um adolescente com brinquedo novo, não parava de comentar a sensação que eles deviam ter, se fazendo de ofendido mas a excitação dele era evidente, dava pra sentir na voz. Eu me fiz de desentendida e sem dar importância até a gente dormir. No outro dia, acordamos e fomos pra praia cedo enquanto os meninos dormiam. Um pouco antes do meio-dia a gente voltava, os dias passavam entre dia na praia e noite fazendo amor com o Carlos, era tudo muito normal. Até que num desses passeios meus e do Carlos pra praia bem cedo, a gente voltou e o Luis e o Fede ainda estavam dormindo. Quando fui colocar roupa suja pra lavar, sem querer caiu uma calcinha minha que tava embaixo de toda a roupa. Me agachei pra pegar e notei que minha calcinha tava úmida e melecada, e meu marido entra justo nessa hora. Eu falo pra ele, e ele leva a calcinha no nariz, cheira, olha pra peça e me diz. Carlos_ isso é porra Ivana_ arrgg.... (falei fazendo cara de nojo) Carlos_ esse filho da puta se masturbou com suas calcinhas..... Se é pervertido esse moleque, passou de te olhar pra bater uma com sua calcinha usada, deve ser coisa desses tempos....hahaha Ivana_ não sei do que você tá rindo, não tem graça (eu tava puta). Carlos pegou com um dedo e passou na gozada que ele tinha deixado. na minha calcinha e de surpresa, sem conseguir reagir, ela passa pelos meus lábios sem eu poder fazer nada, me dizendo: Carlos - é porra fresquinha de um virgem que te fez um tributo (e ele piscou um olho pra mim, fiquei puta e saí do lugar, não falei mais com ele o dia todo). Os caras devem ter notado minha indiferença com meu marido, mas não falaram nada, assim como eu fiz o mesmo com a punheta que supostamente o Luis tinha batido (eu não tinha certeza se a porra era do Luis ou do meu próprio filho, porque eu sabia que meu filho ficava excitado comigo antes mesmo de me ver de biquíni). Só naquela noite mesmo que eu e Carlos conversamos e nos reconciliamos, teve sexo de reconciliação e foi selvagem como poucas vezes. Ele meteu na minha buceta com força, chupando meus peitos com muita intensidade, me comeu gostoso a noite toda, tava pegando fogo, e era talvez por saber que despertava o desejo sexual do Luis, um jovem com pouca ou nenhuma experiência com mulheres. Passava pela minha cabeça que meu próprio filho me olhava com os mesmos olhos, como será que Carlos reagiria se soubesse. Os dias passaram e os caras continuavam me devorando com os olhos, já que eu andava o dia inteiro de biquíni, porque estávamos de férias na praia, não dava pra ficar recatada, e eu começava a me acostumar a ser o objeto dos olhares e das punhetas deles, pelo que tinha visto dias atrás com a minha boceta (me bateu uma dúvida: a porra era como meu marido pensava, do Luis ou do meu filho Fede?). Um dia depois de ficar na praia o dia todo, onde nenhum dos dois tirou os olhos de mim. Antes de jantar, decidimos jogar um jogo de tabuleiro. Antes de começar, fui me trocar, coloquei uma regata preta e uma saia jeans curta, mas não pra fazer escândalo. Os caras sentaram no chão e eu e meu marido nos sofás, e enquanto jogávamos e eu preparava o jantar (umas pizzas), notei que eles cochichavam e riam de alguma coisa, não sabia exatamente o quê. Até que finalmente percebi que, do jeito que eu tava sentada, tinha deixado minha calcinha à mostra (a mesma que ele ou eles encheram de porra naquele dia). meu respeito, mas obviamente limpas) eu olhei pra eles e vi que os olhos deles se perdiam na minha buceta, que nem notaram que eu percebi. eu sorri (e pensei: que par de tarados mais ousados, já não me incomodava como antes, até comecei a gostar). foi depois de comer que meu marido foi ao banheiro e, ao voltar, percebeu pra onde os dois safados estavam olhando. ele me olhou, eu com um sorriso maroto, olhei pra ele e pisquei (não sei por que fiz aquilo. o que ficou claro é que começava a ter uma cumplicidade entre nós). depois de um tempo, me levantei e trouxe comigo uma garrafa de vermute e um refrigerante de limão, e propus jogar "fundo branco" com copinhos (o jogo consistia em quem perdia bebia o copo inteiro. vale dizer que a bebida não era muito forte em teor alcoólico, e além disso o Carlos fazia bem doce, com mais refrigerante do que vermute). a bebida era uma desculpa pra eu poder ficar alegre e abrir mais as pernas do que o normal, e mostrar minhas calcinhas brancas sem problemas na frente do meu marido, que tava ciente daquilo. bebemos muito (eu e meu marido) e comecei a ter dor de cabeça, e decidimos ir dormir, mas não sem antes prometer que a partida continuaria no dia seguinte. assim nos fizeram prometer, eu e meu marido, meu filho e o amigo dele, Luis. com tanta insistência, era óbvio por que faziam aquilo. com o espetáculo que eu dei, não era pra menos. já no meu quarto, o Carlos me agarrou por trás e senti a dureza dele no meu rabo, e começou a beijar meu pescoço, subindo devagar até meu rosto. eu, ao sentir o agarro, procurei a boca dele e enfiei minha língua na boca dele, e começamos a nos devorar. estávamos quentes e excitados. a situação com os meninos tinha levantado a libido pelo tesão que a situação lá embaixo causou. enquanto nos beijávamos, senti a mão dele tocar meus peitos. Ivana — foi divertido o jogo. Carlos — sim... muito. Ivana — siim... e não te incomodou nada? Carlos — se você tá se referindo a como os meninos olhavam pra sua calcinha e você se fazia de Tonta... Na verdade, me excita um pouco saber que minha mulher ainda atiça uns moleques. Sinto um certo orgulho em saber que minha esposa é comida pra eles.
Ivana – E não te incomoda que eu sabia que eles estavam olhando pra minha entreperna e eu continuei como se nada?
Carlos – Sim, mas entendo o que eles devem estar passando. Nessa idade são jovens, e ver um par de calcinhas, mesmo que seja da mãe do amigo, deixa qualquer um duro. (Carlos fazia clara referência ao Luís, amigo do Fede.)
Ivana – Sim, o caso do Luís é compreensível, já que é um punheteiro, como vimos com minhas calcinhas. Mas também estava olhando minhas calcinhas o nosso filho Federico. Como isso é possível?... Não importa que eu seja a mãe dele pra me olhar desse jeito.

Enquanto mantinham essa conversa, Carlos já tinha tirado os peitos dela pra apalpar e beliscava os bicos já duros. Ivana já tinha a saia jeans levantada e a calcinha branca toda molhada, graças às mãos do marido, mas também pela lembrança do Luís e do filho Fede. Ela lembrava de todos os detalhes do momento em que percebeu que estavam olhando pra calcinha dela, como os olhos dos dois brilhavam, inexperientes nessas coisas de adulto, e como ela não resistiu e se entregou ao jogo de mostrar o tesouro mais íntimo. A cumplicidade do marido com esses dois pivetes foi de uma morbidez rara. Ela nunca tinha ficado tão puta assim. Estava pegando fogo, literalmente, e ia mostrar isso essa noite ao fazer amor.

Ivana – Por favor, me fode. Não aguento mais.
Carlos – Uuuh... Você tá toda molhada aqui (puxou um pouco a calcinha e enfiou um dedo pra masturbá-la devagar, e percebeu que ela realmente estava encharcada).
Ivana – Sim, e não é à toa. Sentir seu pau por cima da calça e o duro que ele tá.
Carlos – Quer ele dentro de você, meu amor? (Nessa altura, já tinha três dedos de Carlos na vagina dela, e ele os movia em círculos, acelerando e freando de repente o ritmo da masturbação da esposa.)
Ivana – Sim, meu amor, quero ele todo dentro. Meu, tô morrendo de vontade (Carlos afastou um pouco a calcinha e baixou a calça, e com 2,3 metidas de pau gozou, os dois estavam muito excitados). Depois de um tempo, voltaram a foder e os gemidos da Ivana estavam muito altos. Carlos: "Calma aí, vão te ouvir." Ivana: "E daí? Quando me ouvirem, devem estar se acabando na punheta pensando na minha calcinha que viram hoje à noite com a sua cumplicidade, hahaha." Carlos: "Quem tava de pernas abertas dando um show pra eles era você. Eu só fui na sua onda" (disse Carlos piscando o olho). Continuaram transando até altas horas da madrugada e de manhã acordaram tarde, não viram os meninos até o almoço. Quando chegaram pra comer, os garotos não falaram nada sobre os gritos da Ivana, mas ela se sentia observada por eles. No fim do almoço, eles (os meninos) voltaram pra praia, e Ivana e Carlos se desculparam dizendo que iam à cidade comprar mantimentos. No caminho, ficavam se perguntando se eles não tinham ouvido nada dos gemidos da Ivana ou se tinham ouvido e estavam se fazendo de sonsos. Carlos: "Será que te ouviram?" Ivana: "Claro que sim, me ouviram" (disse com um sorriso orgulhoso da puta que foi na noite com o marido e com eles). Continua... Me chamo Ivana, tenho 36 anos, sou casada com Carlos, de 46, e também tenho um filho chamado Federico, de 16 anos, que é só meu, mas Carlos o aceitou como se fosse dele também. Vivíamos muito felizes os três. Vou começar a descrever fisicamente nós três: Ivana: tenho 1,73m de altura, cabelo preto escuro com uns reflexos marrons que fiz, meu corpo está muito bom pra minha idade, tenho uns peitos bem grandes, daqueles ideais pra fazer uma punheta de peitos, e minha bunda é o motivo pelo qual meu marido se apaixonou por mim, ele me desejava quando éramos jovens e até hoje me pede pra dar minha bunda, ela continua empinada igual a uns 20 anos atrás. Ah, ia esquecendo, meus olhos são castanhos claros. Carlos, meu marido, está muito bem pra idade dele, tem 1,85m de altura, os abdominais ainda são meio definidos, faz exercício, cabelo escuro e curto. Federico tem 1,75 de altura, cabelo curto mas claro, sem ser loiro, magro sem ter um corpo trabalhado, normal pra idade dele. Vamos começar a história: faltavam uns meses pras nossas férias, quase sempre viajávamos pra um lugar com praia, e eu já tinha começado a planejar tudo, já que o Fede era um bom aluno e não teria problema em passar em todas as matérias da escola no tempo certo, e o Carlos era arquiteto e tinha uma construtora que ia bem, não teria problema em se ausentar na data que escolhêssemos ir. Enquanto organizava a viagem, meu computador quebrou e pedi pro meu filho me emprestar o notebook dele enquanto arrumava o meu. Ele me emprestou, e o que eu descobri foi um chat de amigos da escola onde tinha uma discussão sobre qual mãe era mais gostosa, e eu encabeçava a lista de mães. Todos os amigos do meu filho falavam coisas tipo: "todo mundo dava uma sentada naquela bunda que ela tem", "nem todos nós juntos conseguiríamos encher aquela buceta de porra". Aí meu filho respondeu: "hahaha, vocês não teriam vida suficiente pra encher, com a cara de puta que ela tem, que o padrasto Carlos devia ser um corno manso". Eu não podia acreditar que eles falavam tão vulgarmente das mães deles e de mim, e meu próprio filho dizia que eu tinha cara de puta e que devia trair meu marido. Fiquei chateada e me senti muito mal, embora soubesse que na idade deles eles falam das garotas assim, estão no despertar sexual e logicamente sentem atração por mulheres, e pensam que somos todas putas, isso excita eles nessa idade e não dão a menor importância pro parentesco — uma buceta é uma buceta, e a minha, empinada e dura como estava na mente deles, deixava eles de pau duro. Eu tava decidida a dar uma bronca nele, mas antes falaria com meu marido e elaboraria uma estratégia mais elaborada, onde eu explicaria que aquilo era errado e ele daria o castigo mais duro, como uma espécie de polícia boa e polícia má. Meu marido chegou em casa e notou uma certa tensão minha em relação ao meu filho. Jantamos os três juntos sem... que ele tocasse no assunto e depois de um tempo eu fui deitar com Carlos e Fede estava ouvindo música, estava quase saindo com os amigos dele. Senti os passos do meu filho avisando que ia embora, uns segundos depois senti a porta da rua fechar, sinal de que o Fede tinha saído de casa. Carlos largou o celular, me abraçou e começou a me beijar (essa noite ele queria transar). Ele ficava dizendo que eu estava muito gostosa. No começo eu correspondi, mas depois parei e falei: Ivana - a gente precisa conversar. Carlos - sobre o quê? Ivana - sobre o nosso filho (embora fosse só meu, ele queria como se fosse dele também). Carlos - o que que tem ele? Ivana - viu que outro dia meu computador quebrou e eu pedi o dele emprestado? Carlos - sim, e daí? (ele viu minha cara de preocupada e já pensou que era algo ruim). Ivana - encontrei uns chats puteiros entre ele e os amigos, onde eles falavam como as mães deles eram gostosas, e eu estava incluída nessa conversa (a Ivana omitiu, por algum motivo, dar mais detalhes das palavras ordinárias dos amigos e do filho sobre ela, especialmente a parte da cara de puta que devia trair o marido). Esse comportamento é inaceitável do Fede, de todos, mas nós somos pais só do Fede e é nele que a gente tem que impor limites e conversar sobre isso. Carlos olhou para ela, deixando escapar uma risada. Carlos - "sério que você quer dar uma bronca" no nosso filho por causa de uma conversa de homem? Eles devem ter as mesmas conversas sobre as "colegas de escola", "professoras" e modelo famosa de TV "hahaha". Ivana - pra você é normal essas conversas sobre as mães deles? Carlos - normal não, mas também não é motivo pra se alarmar. Um moleque (um guri novo) olhar pras mulheres com desejo sexual é puramente físico. Não tem sentimento nem é obsessão, é só físico mesmo. E se você não fosse tão gostosa, isso não aconteceria (disse piscando o olho com um sorriso maroto). Ivana - então o que você sugere...? Carlos - nada, não fazer nada. Isso vai passar como outra fase do crescimento dele, e talvez quando ele perder a virgindade com uma A garota do colégio dele se acalmar bastante, não faz sentido retar ele ou conversar com ele, isso ia envergonhar ele e piorar ainda mais o problema. Ivana pensou e acabou convencida pelo raciocínio do marido Carlos e decidiu deixar o assunto de lado e evitar que o filho se sentisse humilhado. Carlos — quando arrumarem seu computador, você devolve o dele como se nada tivesse acontecido, quer? E no que a gente estava mesmo? Carlos começou a beijar Ivana apaixonadamente de novo e começou a descer o sexy camisola de dormir que ela usava, por baixo sempre tinha um shortinho pra dormir, mas como naquela noite o filho não estava, ela imaginou que talvez o marido fosse querer transar com ela, por isso estava usando uma calcinha branca comum, mas mesmo assim ficava muito sexy com o corpaço que ela tinha. Ele começou a descer o camisola e devagar começaram a aparecer aquele par de peitos fabulosos que ela tinha, primeiro apareceu o canalinho apetitoso do decote e depois os peitos ficaram livres pra ele poder apalpar com gosto. Carlos — são lindos, meu amor. Ivana — você gosta?... são todos seus, pode tocar, chupar e foder se quiser (essa última frase era um convite pra fazer uma masturbação de peitos que ela sabia que deixava ele louco). Carlos — claro, meu amor. Ele apalpou por um tempo até começar a chupar eles. Enquanto isso, ela começou a tocar a rola dele e bater uma lenta mas gostosa até deixar ele duro, até que ficaram num 69 e ela começou a chupar com gosto, ritmicamente, enquanto ele fazia o mesmo com a buceta de Ivana toda molhada, dando todo o sabor dela. Eles iam aumentando o ritmo da respiração, Ivana sabia que o orgasmo estava perto e o corpo dela se contraiu com pequenas descargas elétricas que recebia, feliz pelo orgasmo, era a pequena morte dela, era feliz como nunca quando chegava no clímax, os olhos dela ficavam brancos, ela se perdia no orgasmo que era o primeiro da noite, mas não o último. Ivana em... A única coisa que passava pela cabeça dela eram as palavras do marido: "virgem". E ela começou a cavalgá-lo com força, enquanto Carlos a penetrava com um vigor que quase nunca mostrava (fazia tempo, por causa da monotonia do casamento). Era como uma violência e excitação que raramente tinham vivido nos momentos íntimos entre os dois. Isso fazia com que ela ficasse ainda mais molhada, e o corpo dela pedia pra continuar trepando a noite inteira, como uma amazona do sexo. Depois de um bom tempo de mete-saca, descansaram um pouquinho e voltaram pro mete-saca, até que Carlos gozou nos peitos dela (o lugar preferido dele) — bunda e buceta. Depois, foram descansar.

No dia seguinte, Ivana devolveu o notebook pro filho, já que o dele tinha sido consertado, e fez o que o marido Carlos mandou: nem mencionou o que tinha encontrado. Voltou a ter uma relação quase normal com o Fede. Os dias passaram, e tudo seguiu normal, como antes de saber daqueles chats com o filho. Até que um dia ela chegou em casa e o filho estava com os amigos sentados na sala de jantar, bebendo umas refrigerantes, comendo umas batatas e vendo um jogo na TV.

Ivana: — Oi, boa tarde, meninos. (Cumprimentou com um sorriso, querendo mostrar que gostava de ver os amigos do filho ali.)

Amigos: — Boa tarde, dona Ivana.

— Que meninos educados, as mães deles ensinaram bem — pensou Ivana. — Meu filho ofereceu algo pra beber e comer, tratou bem vocês?

Amigos: — Sim, senhora, pode ficar tranquila.

Ivana: — Bom, vou subir pra fazer minhas coisas. Mais tarde desço, mas me chama, Fede, se precisarem de algo. (Ivana subiu de costas pros meninos e sentiu que o olhar deles estava, sem dúvida, na bunda dela.)

Ao chegar, foi tomar um banho. Quando entrou no chuveiro, sentiu o corpo quente e lembrou dos olhares daqueles jovens na bunda dela. Pensou se, naquele instante, eles estariam falando dela de forma suja. Ficou indignada só de saber, se impondo condutas morais de uma sociedade que cosifica (trata como objeto sexual) as mulheres, sempre e quando não são as suas. Mas, enquanto Mentalmente, ela erguia barreiras morais, mas o corpo dela deixava os demônios saírem. Lentamente, ela foi aproximando a mão da buceta dela para se masturbar, até que se deu conta e parou na hora. Não sabia o que estava acontecendo com ela e o corpo dela. Depois do banho, ficou umas duas horas no quarto vendo TV, estava perturbada, não queria ver eles, se sentiria desconfortável, até que não teve jeito e teve que descer pra fazer a janta. E enquanto preparava a janta, não conseguiu deixar de ouvir a conversa dos caras (Juan, Pablo, Luis), que diziam assim:
Luis – É, meu avô tá super mal no hospital, e vão cuidar dele. Minha mãe e meu pai se revezam, e do jeito que as coisas tão, acho que não vamos poder viajar de férias esse ano.
Fede – Uhum, que merda, velho, sinto muito.
Pablo – Eu também, que azar hein.
Juan – É, todo mundo sente, é uma bosta.
Daí a pouco os caras tiveram que ir cada um pra sua casa, e eu fiquei com o Fede a sós um tempinho até o padrasto dele chegar. A gente conversou sobre a pena que a gente tava do que tava acontecendo com o avô do Luis, comemos e fomos dormir. Eu fiquei pensativa, e no outro dia de manhã, depois que o Carlos e o Fede foram embora, decidi ligar pra mãe do Luis pra me informar sobre o estado de saúde do avô dele e pedir pra ela que, já que eles não iam poder viajar de férias, o Luis fosse com a gente pra fazer companhia pro Federico. No começo ela recusou, mas fui convencendo ela, e no final o Luis foi com a gente nas nossas férias. Claro que quando o Fede soube, ficou super feliz que o amigo dele ia junto, e o Carlos não reclamou (já que as duas famílias tinham uma situação financeira boa, dinheiro não era problema). E assim começou a organizar a viagem, já com o Luis incluso.
Os dias passaram e as férias chegaram. Esperavam o Luis, que o pai dele ia trazer de passagem, já que ia pro hospital cuidar do avô. O Luis chegou, se despediu do pai, e eu mandei ele carregar as malas no carro, onde a gente ia deixar no estacionamento do aeroporto. E aí a gente viajaria pra essas ilhas turísticas da Polinésia. Perto da Austrália, aluguei uma cabana com todas as comodidades. Chegamos, os meninos se acomodaram no quarto deles e decidiram ir pra praia, que era bem na nossa frente. Eu e o Carlos terminamos de desfazer as malas e nos juntamos de novo no almoço, todo mundo. (O Carlos tava de bermuda, os meninos também, mas sem camisa porque vinham da praia, e eu tava com um top de biquíni e uma saia de tecido muito linda, curta, quase até o joelho, e umas sandálias brasileiras muito lindas.) Na comida, enquanto eu preparava, os meninos arrumavam a mesa. Senti o olhar do Luis nas minhas pernas e peitos. Ele tentava fazer isso com cuidado pra eu não perceber (mas não conseguia). Terminamos, e o Fede e o Luis voltaram pro mar. Meu marido e eu íamos também. Falei pra ele ir na frente, que eu ia colocar a parte de baixo do biquíni e alcançava eles na praia. Subi pro meu quarto. Tô me trocando, a porta abre, entra meu marido e me pergunta: "Percebeu que tem um admirador das suas pernas?" Ele falou rindo. Eu respondi: "Ivana — Você também percebeu, hein..." "Carlos — Sim, ele tava dando uma olhada daquelas pra sonhar com elas." (Isso me arrancou um sorriso leve.) "Ivana — Ele vai se acostumar com o tempo." "Carlos — Acho que sim." (E descemos pra praia.) Na praia, nadamos, brincamos e pegamos sol. E aí não era só o Luis que me olhava, agora meu filho também ficava de olho no meu rabo, se desse, ou em qualquer parte do meu corpo. Meu marido me avisou disso (ele fazia sinais pra eu olhar quando eles olhavam e pegar eles no flagra. Eu achava engraçado o comportamento do Carlos diante da situação). Além dos olhares furtivos do Fede e do Luis, não aconteceu mais nada naquele dia. Jantamos, fizemos um churrasco na cabana, bebemos e fomos dormir tarde pro nosso horário normal. Já no nosso quarto, o Carlos puxou o assunto de que os dois meninos me devoravam com os olhares. Parecia adolescente com brinquedo novo, não parava de comentar a sensação que eles deviam estar sentindo. Se fazendo de ofendido, mas a excitação dele era evidente, dava pra sentir na voz dele. Eu me fiz de desentendida e sem dar importância até a gente dormir. No outro dia, a gente levantou e foi pra praia cedo, enquanto os meninos dormiam um pouco antes do meio-dia a gente voltava. Os dias iam passando, de dia na praia e de noite no love com o Carlos, era tudo muito normal. Até que num desses passeios meus e do Carlos pra praia bem cedinho, a gente voltou e o Luis e o Fede ainda estavam dormindo. Quando eu fui separar roupa suja pra lavar, sem querer caiu uma calcinha minha que tava no fundo da pilha. Me abaixei pra pegar e notei que minha calcinha tava úmida e melecada, e meu marido entra na hora exata. Eu falo pra ele, ele cheira a calcinha, olha pra ela e me diz:

Carlos — Isso é sêmen.
Ivana — Arrrgg... (falei fazendo cara de nojo)
Carlos — Esse filho da puta se masturbou com suas calcinhas... Que pervertido esse moleque, passou de te olhar pra se tocar com sua calcinha usada. Deve ser coisa desses tempos... hahaha
Ivana — Não sei do que você tá rindo, não tem graça (eu tava puta).

O Carlos pegou com um dedo e passou na gozada que ele tinha deixado na minha calcinha e, de surpresa e sem eu conseguir reagir, passou nos meus lábios, me dizendo:
Carlos — É porra fresquinha de um virgem que te fez uma homenagem (e me deu uma piscada). Fiquei brava, saí de lá e não falei com ele o dia inteiro.

Os meninos devem ter notado minha indiferença com meu marido, mas não falaram nada, assim como eu fiz o mesmo com a punheta que supostamente o Luis tinha batido (eu não tinha certeza se a bronha era do Luis ou do meu próprio filho, porque eu já sabia que meu filho ficava excitado comigo antes mesmo de me ver de biquíni). Só naquela noite mesmo que eu e Carlos conversamos e nos reconciliamos. Teve sexo de reconciliação e foi selvagem como poucas vezes. Ele meteu na minha buceta com força, chupando meus peitos com muita intensidade. Me comeu gostoso a noite inteira, tava pegando fogo, e talvez fosse por saber... que despertava o desejo sexual do Luis, um jovem com pouca ou nenhuma experiência com mulheres. Passava pela minha cabeça que com os mesmos olhos meu próprio filho me olhava, como reagiria Carlos se soubesse. Os dias passaram e os garotos continuavam me devorando com os olhos, já que eu andava o dia todo de biquíni, porque estávamos de férias na praia, não dava pra ficar recatada. E eu começava a me acostumar a ser o objeto dos olhares e das punhetas deles, pelo que tinha visto dias atrás com a minha buceta (me bateu uma dúvida: o sêmen era como meu marido pensava, do Luis ou do meu filho Fede?). Um dia, depois de passar o dia inteiro na praia, onde nenhum dos dois tirou os olhos de mim. Antes do jantar, decidimos jogar um jogo de tabuleiro. Antes de começar, fui me trocar, coloquei uma regata preta e uma saia jeans curta, mas nada de escândalo. Os garotos sentaram no chão, e meu marido e eu nos sentamos nos sofás. Enquanto jogávamos e eu preparava o jantar (umas pizzas), notei que eles cochichavam e riam de algo, não sabia exatamente o quê. Até que finalmente percebi: com o meu jeito de sentar, tinha deixado minha calcinha à mostra (era a mesma que ele ou eles encheram de sêmen em minha homenagem, mas obviamente limpa). Olhei pra eles e vi que os olhos deles se perdiam na minha pussy, que nem notaram que eu tinha percebido. Sorri (e pensei: "que par de pervertidos mais audaciosos, já não me incomodava como antes, até começava a gostar"). Foi depois de comer que meu marido foi ao banheiro e, ao voltar, percebeu para onde os dois safados estavam olhando. Ele me olhou, eu com um sorriso safado, olhei pra ele e pisquei o olho (não sei por que fiz aquilo. O que ficou claro é que começava a ter uma cumplicidade entre nós). Daí a pouco, me levantei e trouxe comigo uma garrafa de vermute e um refrigerante de limão, e propus jogar "fundo branco" com copinhos (o jogo consistia em quem perdia bebia o copo inteiro; vale dizer que a bebida não era muito forte em teor alcoólico, e além disso Carlos deixava bem docinha). (com mais gás do que bermu). A bebida era só uma desculpa pra eu poder ficar mais soltinha, abrir mais as pernas do que o normal e mostrar minhas calcinhas brancas sem problema nenhum na frente do meu marido, que tava ligado nisso. A gente bebeu pra caralho (eu e meu marido) e comecei a ficar com dor de cabeça, então decidimos ir dormir, mas não sem antes prometer que a partida continuaria no dia seguinte. Fizeram a gente prometer, eu e meu marido, meu filho e o amigo dele, Luis. Com tanta insistência, era óbvio o porquê — com o show que eu dei, não era pra menos. Já no meu quarto, Carlos me agarrou por trás e senti a dureza dele no meu cu, e começou a beijar meu pescoço, subindo devagar até meu rosto. Quando senti a apertada, procurei a boca dele e enfiei minha língua na boca dele, e começamos a nos devorar. A gente tava pegando fogo e excitado — a situação com os meninos tinha aumentado a libido por causa do tesão que a cena lá embaixo causou. Enquanto a gente se beijava, senti a mão dele tocar meus peitos.

Ivana: Foi divertido o jogo.

Carlos: É... Demais.

Ivana: Siiim... E não te incomodou nada?

Carlos: Se você tá falando dos meninos olhando pra sua calcinha e você se fazendo de sonsa... Na verdade, me excitou um pouco saber que minha mulher ainda deixa uns gurizinhos de pau duro. Me dá um certo orgulho saber que minha esposa é uma gostosa que eles queriam comer.

Ivana: E não te incomoda que eu sabia que eles tavam olhando pra minha buceta e eu continuei como se nada?

Carlos: Sim, mas entendo o que eles devem estar passando. Nessa idade, são jovens e ver uma calcinha, mesmo que seja da mãe do amigo, deixa qualquer um de pau duro (Carlos tava claramente se referindo ao Luis, o amigo do Fede).

Ivana: É, o caso do Luis é compreensível, já que ele é um punheteiro, como a gente viu com minha calcinha. Mas também tava vendo minha calcinha o nosso filho, Federico. Como isso é possível?... Não importa que eu seja a mãe dele pra me olhar desse jeito.

Enquanto eles conversavam, Carlos já tinha tirado os peitos dela pra fora pra apalpar e beliscar os bicos. duros e Ivana já tinha a saia jeans levantada e a calcinha branca toda molhada, graças às mãos do marido, mas também à lembrança do Luis e do filho Fede. Ela lembrava de todos os detalhes do momento em que percebeu que eles estavam olhando pra calcinha dela, como os olhos dos dois brilhavam, inexperientes nessas coisas de adulto, e como ela não resistiu e topou o jogo de mostrar o tesouro mais íntimo dela. E a cumplicidade do marido com esses dois pivetes foi de uma morbidez que poucas vezes ela tinha ficado tão puta assim. Ela tava pegando fogo, literalmente, e ia mostrar essa noite na hora do love.

Ivana — Por favor, me garcha (me penetra), não aguento mais.

Carlos — Nossa... Tá toda molhada aqui (ele puxou um pouco a calcinha e enfiou um dedo pra masturbar ela devagar, e percebeu que ela tava realmente ensopada).

Ivana — Sim, e não é pra menos, sentir teu pau por cima da calça e o duro que ele tá.

Carlos — Você quer ele dentro de você, meu love? (Nessa altura, já tinha três dedos do Carlos na buceta dela, e ele mexia em círculo, acelerando e freando de repente o ritmo da masturbação da esposa.)

Ivana — Sim, meu love, quero ele todinho dentro de mim, tô morrendo de vontade (Carlos puxou mais a calcinha, baixou a calça e, com duas, três enfiadas de pau, gozou — os dois estavam muito quentes).

Pouco tempo depois, eles voltaram a foder, e os gemidos da Ivana eram muito altos.

Carlos — Cala a boca, vão te ouvir.

Ivana — E que, ao me ouvir, devem estar se acabando na punheta, pensando na minha calcinha que viram hoje à noite, com a sua cumplicidade, hahaha.

Carlos — Quem tava de pernas abertas dando um show pra eles era você. Eu só fui na sua onda (disse Carlos, piscando o olho).

Continuaram transando até altas horas da madrugada, e de manhã acordaram tarde. Não viram os meninos até o almoço. Quando chegaram pra comer, os garotos não falaram nada sobre os gritos da Ivana, mas ela se sentia observada por eles. No fim do almoço, eles (os meninos) voltaram pra... Praia. Ivana e Carlos se desculparam, dizendo que iriam até a cidade comprar mantimentos. No caminho, ficaram se perguntando se não tinham ouvido nada dos gemidos da Ivana, ou se ouviram e estavam se fazendo de sonsos. Carlos: "Será que te ouviram?" Ivana: "Claro que sim, me ouviram" (disse com um sorriso orgulhoso de quão puta ela foi na noite com o marido e com eles). Continua.

Comentarios Destacados

Muy malo empieza en primera persona despues se va a tercera persona muchos errores y no pasa nada al final

6 comentários - A punheta do meu filho parte 1

Tanto para nada?
está escrito más de una vez, mil errores de ortografía, no hay sexo con el hijo...que se yo, lógico que leí peores, y mucho peores, pero es como que siempre llega el BUM y no llega nunca. No me gustó.
Coincido con elmaspajero.... tanto errór ortográfico distrae la lectura... y mucho ruido y pocas nueces
de17
Que buena ya espero leer la segunda parte
Tiene tantos errores de ortografía y esta tan mal redactado que arruina toda la lectura. Pd: como vas a escribir HEVITAR. Jajajaja.