Olá, pessoal, tudo bem? Me apresento: meu nome é Cinthya Betancourt, sou uma garota solteira de 20 anos, moro em Monterrey, México.
Sou magra, altura média, só tenho 1,64. Meu cabelo é castanho, mas pintei de vermelho escuro.
Bom, isso não é o mais importante. Vim contar uma história, algo que aconteceu comigo ano passado, especificamente no dia em que fiz meu primeiro ménage e, ao mesmo tempo, perdi minha virgindade anal e vaginal.
Tudo começou na universidade. Era, se não me engano, uma sexta-feira de janeiro de 2018. Eu já tinha saído da aula e estava indo pra casa, quando umas amigas me interceptaram. Eram a Alejandra e a Alondra. Elas me falaram de algo que ia rolar à noite. Era uma "reunião" na casa de um cara chamado Ernesto, e a gente estava convidada.
Sinceramente, não tinha nada pra fazer no resto do dia, nem no dia seguinte, mas não queria ir, simplesmente não tava afim. Mas com tanta insistência, elas acabaram me convencendo.
Fui pra casa depois de falar com elas. Moro perto da universidade, tão perto que dá pra ir andando. No caminho, fiquei imaginando o que ia rolar à noite, fiquei curiosa pra ir agora que elas tinham me convencido.
Moro sozinha, então quando cheguei, me despi completamente e fui tomar banho. Só esperei até dar 8:30, que era a hora em que a Alondra e a Alejandra iam passar me pegar. Quando entrei no carro delas, fomos pra casa do Ernesto. Nós três vinhamos cantando e zoando no carro. Tava animadas porque fazia tempo que não saíamos juntas. E aí paramos um momento e as duas me olharam. Falaram que naquele dia, sim ou sim, eu ia deixar de ser virgem, que eu precisava saber o que era transar. Quando aceitei o que elas diziam, seguimos em direção à "reunião". Mas descobri que não era na casa do Ernesto, e sim num sítio. E não só isso, era meio afastado das outras casas ou sítios. Pouco antes de chegar, ouvi A música estava altíssima. Vinha claramente do lugar pra onde a gente tava indo, aí percebi que não era uma "reunião" qualquer. Já eram 9 horas quando chegamos, o céu tava bem escuro. Tinha um monte de mesas e gente, e eu não conhecia ninguém. Muitas caixas de som tocando música no talo. Também tinha uma piscina, mas não fiquei puta com elas por não me avisarem, porque provavelmente eu não teria entrado mesmo. Nisso, dois caras nos receberam. Tenho que admitir que um deles era muito gostoso e alto, tipo 1,86 ou mais. A gente sentou com outras pessoas e começou a socializar. Eu, sinceramente, não queria beber, não tava afim, mesmo que já tenha me entupido de bebida várias vezes. Minhas amigas estavam bebendo, e entre risadas, conversas e copos de cerveja, rapidinho já eram 11:30. A Alondra já tinha arrumado um cara, e tava beijando ele com muita paixão, sentada de frente no colo dele. A Alejandra, acho que sem perceber o que tava fazendo por causa da bebida, se levantou, cambaleando, e gritou pros caras que estavam com a gente na mesa: "Ei, espera aí... aqui minha amiga Cinthya... essa é ela. Ela nunca transou... algum dos caras aqui pode comer ela, por favor?" Todo mundo na mesa, e até gente de outras mesas, riu — não de mim, mas das palavras que ela disse. Eu sentei ela de novo na hora, mas ela levantou correndo e foi pra um dos banheiros. Logo depois fui atrás dela. Tinha vários cubículos, ela entrou num e começou a vomitar. Eu tava atrás dela, como uma boa amiga. Mas, nisso, ouço a descarga do cubículo ao lado, e vejo um cara saindo. Sem camisa e de short, acho que ia pular na piscina. Ele me olhou por um instante também e, com toda confiança, sem hesitar, falou: "Nossa, você é muito gostosa... quando é que você vai sentar na minha cara, linda?" Na hora, senti meu rosto ficar vermelhão. Tava mó envergonhada e ao mesmo tempo toda molhada. Do cubículo ao lado do meu, saiu outro cara: "E se você não quiser no dele... pode sentar aqui na minha." Era o mesmo cara que tinha nos recebido quando chegamos, aquele gato. Não soube o que responder, me senti super envergonhada, porque tinha certeza de que não era nenhuma gostosa nem nada, mas dois caras tão lindos falarem aquilo foi uma surpresa total. Nisso, a Alejandra se levantou e, entre engasgos e cuspidas, conseguiu dizer: "Gente... aqui minha amiga Cinthya é completamente virgem... por favor... mostrem pra ela... como é bom..." Quando terminou de falar, me empurrou na direção deles. Um deles me segurou pelos ombros. Depois me virou para ele. Muito educadamente me perguntou se eu queria. E a verdade é que eu não sabia o que pensar, sempre sonhei que minha primeira vez seria com alguém que eu amasse e tal, mas não consegui resistir e simplesmente me deixei levar. Me joguei nele, comecei a beijá-lo. Ele me segurou pela cintura enquanto me beijava também. Nisso, sinto o outro cara, o amigo dele, se posicionar atrás de mim, encostar o pau na minha bunda e começar a beijar meus ombros e meu pescoço. Era tipo o paraíso, mas muito melhor.
Saímos do banheiro nós três. E rapidamente fomos para onde estavam os carros. Entramos na caminhonete de um deles, ele tinha os bancos de trás abaixados, deixando bem mais confortável, e acho que ele já esperava conseguir alguma coisa naquela noite. Um deles subiu primeiro, depois eu e, por último, o cara que tinha nos recebido. Deitamos no banco que estava reclinado e eles continuaram beijando meu corpo, meus lábios e me tocando toda. Nisso, criei coragem e também comecei a tocar os corpos deles, não eram tão musculosos, mas não eram nada mal. Então desci minhas mãos até os paus deles, que obviamente já estavam duros. E quando peguei eles com as mãos, não conseguia acreditar que não dava pra sentir direito através da minha roupa. Sentei por um momento enquanto eles deitaram de barriga pra cima. Desci O short dos dois e, pela primeira vez na minha vida, eu via umas rolas de verdade na minha frente. E não só isso, elas eram enormes. Entre 20 e 23 centímetros cada uma. Não acreditava. Mas também não sabia como aquelas bestas iam entrar em mim.
Levantei e me acomodei de um jeito que minha cabeça ficava perto delas e minhas pernas do lado das cabeças deles. Comecei a chupar a do cara que nos recebeu. O sabor era indescritível, era forte e nada ruim. A textura era macia, mas ao mesmo tempo dura. Obviamente não cabia toda na minha boca, só uma parte. Nisso, o outro cara pegou minha mão e colocou em cima da rola dele. Entendi perfeitamente e comecei a bater uma pra ele, enquanto chupava o outro. E enquanto fazia isso, os dois começaram a apalpar minha bunda, ainda por cima do short que eu tava usando. Aí decidi ajudar e larguei os membros deles de lado por um momento e tirei o short. Fiquei só de calcinha, que era rosa. Então os dois começaram a meter ainda mais as mãos na minha bunda e também na minha buceta. Que nessa altura já tava encharcada e, sendo sincera, poucas vezes senti ela tão molhada.
Aí um deles começou a enfiar um dos dedos na minha buceta apertada e virgem, enquanto o outro me dava tapas na bunda ou apertava ela. Era uma experiência única, e aí percebi que devia ter experimentado sexo há muito tempo.
Entre o prazer que sentia e o calor do momento, não prestava atenção nas rolas deles, só tava curtindo como os dois me tocavam. Aí um deles sentou, pegou minha cara e levou até a rola dele. Enquanto ele fazia isso, o outro cara continuava me masturbando. Ele tentava fazer eu enfiar mais daquela pica enorme na minha boca pequena, mas era quase impossível, então me deixou fazer do meu jeito. Eu batia uma pra ele enquanto chupava. O gosto da pré-goza, a textura do membro dele, não sei como eu vivia sem aquilo na minha vida.
Aí o cara que me masturbava tirou minha calcinha pequena, também aproveitou pra Tirar minha camiseta e o sutiã. Então, pra ficar todo mundo igual, tirei a roupa deles também. Fiquei de quatro, olhando pra frente da caminhonete. Um deles se ajoelhou, com dificuldade, na minha frente, enquanto o outro estava atrás de mim. "Devagar, por favor... ainda sou virgem...". Supliquei, porque era verdade, nunca tinha colocado nada maior que um absorvente lá. Ele entendeu, então me fez chupar o outro cara, pra que meus gritos e/ou gemidos fossem abafados. Eu, obedientemente, comecei a mamar a rola que estava na minha frente, esperando ser penetrada pela primeira vez.
Ele me segurou pelo quadril e, bem devagar e suavemente, começou a empurrar. Nem tinha terminado de colocar a cabeça e eu já quase queria chorar, mas de algum jeito consegui aguentar.
Eu tava tão molhada naquele momento que, pra ele, meter foi fácil, não sei, porque não vi, mas acho que não entrou inteira. Sentia minha bucetinha pequena se expandindo, e enquanto isso, uma lágrima escorreu pela minha bochecha. Isso excitou muito mais o cara que eu tava mamando a rola, porque depois disso ele fez eu mover minha cabeça ainda mais e tentar ir mais fundo.
Aí começou o vai e vem, bem devagar no começo, pra eu me acostumar. Eu tava gostando, mas a dor também tava lá. Acho que perder a virgindade com uma rola daquele tamanho não foi a melhor das minhas ideias, kkkk.
Ele começou a acelerar aos poucos. Quanto mais rápido ia, melhor ficava. Ainda doía, mas o prazer abafava tudo. Ele continuava com as mãos no meu quadril, apertando forte. Mas num momento, começou a me dar tapas na bunda, não muito fortes, mas dava pra sentir, e não só isso, era uma delícia. "Mais um, por favor...". Grave erro. Ele me pegou pelo cabelo, puxou pra perto dele, tirando a rola do outro cara da minha boca. "Não... não é por favor... me fala 'Me dá outro tapa na bunda, senhor'." Sem soltar meu cabelo, me obrigou a falar. Quando eu falei, ele me soltou e começou a me dar vários tapas. de forma repetida. Minhas nalgas estavam sofrendo, mas era uma delícia, e ainda mais por ele ter me "obrigado" a pedir, como se... eu fosse uma putinha qualquer... e eu adorei.
Enquanto isso continuava, o cara atrás de mim começou a chupar um dos dedos, depois cuspiu direto no meu cu. E aí, meteu o dedo no meu rabo. A sensação era completamente diferente. Doía, sim, e muito, mas eu estava tão cheia de prazer que toda aquela dor foi se transformando aos poucos num tesão absurdo. Foi aí que tive o primeiro orgasmo da minha vida, com uma pica na minha buceta, outra na minha boca e um dedo no meu cu. Eu gemia que nem uma puta de verdade, enquanto minha buceta e minhas pernas tremiam, mas não de cansaço ou dor — de prazer. E então aconteceu. O cara que estava na minha frente começou a descer, a se deitar debaixo de mim, de barriga pra cima. Não entendi de primeira, mas num instante eu sacou, sabia o que eles queriam fazer, mas sendo sincera, eu não tinha força pra fazer nada, além disso, meu corpo queria mais, e eles iam me dar mais.
O cara que estava na minha buceta saiu, também tirou o dedo do meu cu, só pra o outro cara, que estava debaixo de mim, entrar. Com ele bem fundo na minha buceta, o outro cara cuspiu de novo no meu cu, e devagarzinho começou a meter a pica dele, que já estava bem molhada com meus fluidos. Eu sofria com cada centímetro deles, mas ao mesmo tempo queria mais e mais. Quando os dois estavam o mais fundo que podiam, ficaram parados um momento, acho que pra não ser tão doloroso pra mim, mas eu já estava completamente louca de tesão. Comecei a rebolar, pra cima e pra baixo, tirando uma e metendo a outra. Eles ficaram surpresos com minha reação. E isso foi o suficiente pra eles se animarem também, se mexerem e não deixarem todo o trabalho pra mim. Eles estavam perfurando meu interior, era uma loucura, meus gemidos, os deles, suspiros, fluidos, suor e com a música da festa ao fundo... era como o paraíso.
Então o cara que tava me comendo analmente me puxou pelo cabelo de novo, e o outro começou a me enforcar. "Quem é a nossa putinha? Quem?". Eu sabia que eles queriam que eu respondesse que era eu, e meu corpo cedeu na hora. Respondi, quase gritando e repetindo sem parar. E quando me soltaram, meus braços cederam. Meu rosto caiu no peito e pescoço do outro cara, já que ele era mais alto que eu. E com os braços o abracei, apertando ele, enquanto me penetravam com muita força, mas de um jeito delicioso.
Os minutos passaram rápido, talvez 10 ou talvez 30, não lembro direito, mas sei que o cara que tava atrás de mim gozou forte dentro do meu cu. Senti o leite dele enchendo minhas entranhas. Na mesma hora, meu corpo respondeu com outro orgasmo, mais forte que o anterior e mais longo. Passaram uns dois minutos, e o outro cara tirou o pau da minha buceta rapidinho, me virou de um jeito que fiquei do lado dela, e gozou na minha cara, não tanto quanto o primeiro. Tava em êxtase, nós três, exaustos já, ficamos deitados, suspirando e ofegando. Aí eu perguntei: "Aliás... caras... como vocês se chamam?". Nós três rimos do meu comentário e, depois de ir ao banheiro me limpar, voltei pra festa. Onde minhas duas amigas me esperavam pra eu contar tudo.
E bom, esse foi o fim do meu relato, vou tentar postar relatos toda semana pra vocês ficarem ligados. Bom, sem mais nada a acrescentar, me despeço e desejo uma ótima semana.
Beijos.
Sou magra, altura média, só tenho 1,64. Meu cabelo é castanho, mas pintei de vermelho escuro.
Bom, isso não é o mais importante. Vim contar uma história, algo que aconteceu comigo ano passado, especificamente no dia em que fiz meu primeiro ménage e, ao mesmo tempo, perdi minha virgindade anal e vaginal.
Tudo começou na universidade. Era, se não me engano, uma sexta-feira de janeiro de 2018. Eu já tinha saído da aula e estava indo pra casa, quando umas amigas me interceptaram. Eram a Alejandra e a Alondra. Elas me falaram de algo que ia rolar à noite. Era uma "reunião" na casa de um cara chamado Ernesto, e a gente estava convidada.
Sinceramente, não tinha nada pra fazer no resto do dia, nem no dia seguinte, mas não queria ir, simplesmente não tava afim. Mas com tanta insistência, elas acabaram me convencendo.
Fui pra casa depois de falar com elas. Moro perto da universidade, tão perto que dá pra ir andando. No caminho, fiquei imaginando o que ia rolar à noite, fiquei curiosa pra ir agora que elas tinham me convencido.
Moro sozinha, então quando cheguei, me despi completamente e fui tomar banho. Só esperei até dar 8:30, que era a hora em que a Alondra e a Alejandra iam passar me pegar. Quando entrei no carro delas, fomos pra casa do Ernesto. Nós três vinhamos cantando e zoando no carro. Tava animadas porque fazia tempo que não saíamos juntas. E aí paramos um momento e as duas me olharam. Falaram que naquele dia, sim ou sim, eu ia deixar de ser virgem, que eu precisava saber o que era transar. Quando aceitei o que elas diziam, seguimos em direção à "reunião". Mas descobri que não era na casa do Ernesto, e sim num sítio. E não só isso, era meio afastado das outras casas ou sítios. Pouco antes de chegar, ouvi A música estava altíssima. Vinha claramente do lugar pra onde a gente tava indo, aí percebi que não era uma "reunião" qualquer. Já eram 9 horas quando chegamos, o céu tava bem escuro. Tinha um monte de mesas e gente, e eu não conhecia ninguém. Muitas caixas de som tocando música no talo. Também tinha uma piscina, mas não fiquei puta com elas por não me avisarem, porque provavelmente eu não teria entrado mesmo. Nisso, dois caras nos receberam. Tenho que admitir que um deles era muito gostoso e alto, tipo 1,86 ou mais. A gente sentou com outras pessoas e começou a socializar. Eu, sinceramente, não queria beber, não tava afim, mesmo que já tenha me entupido de bebida várias vezes. Minhas amigas estavam bebendo, e entre risadas, conversas e copos de cerveja, rapidinho já eram 11:30. A Alondra já tinha arrumado um cara, e tava beijando ele com muita paixão, sentada de frente no colo dele. A Alejandra, acho que sem perceber o que tava fazendo por causa da bebida, se levantou, cambaleando, e gritou pros caras que estavam com a gente na mesa: "Ei, espera aí... aqui minha amiga Cinthya... essa é ela. Ela nunca transou... algum dos caras aqui pode comer ela, por favor?" Todo mundo na mesa, e até gente de outras mesas, riu — não de mim, mas das palavras que ela disse. Eu sentei ela de novo na hora, mas ela levantou correndo e foi pra um dos banheiros. Logo depois fui atrás dela. Tinha vários cubículos, ela entrou num e começou a vomitar. Eu tava atrás dela, como uma boa amiga. Mas, nisso, ouço a descarga do cubículo ao lado, e vejo um cara saindo. Sem camisa e de short, acho que ia pular na piscina. Ele me olhou por um instante também e, com toda confiança, sem hesitar, falou: "Nossa, você é muito gostosa... quando é que você vai sentar na minha cara, linda?" Na hora, senti meu rosto ficar vermelhão. Tava mó envergonhada e ao mesmo tempo toda molhada. Do cubículo ao lado do meu, saiu outro cara: "E se você não quiser no dele... pode sentar aqui na minha." Era o mesmo cara que tinha nos recebido quando chegamos, aquele gato. Não soube o que responder, me senti super envergonhada, porque tinha certeza de que não era nenhuma gostosa nem nada, mas dois caras tão lindos falarem aquilo foi uma surpresa total. Nisso, a Alejandra se levantou e, entre engasgos e cuspidas, conseguiu dizer: "Gente... aqui minha amiga Cinthya é completamente virgem... por favor... mostrem pra ela... como é bom..." Quando terminou de falar, me empurrou na direção deles. Um deles me segurou pelos ombros. Depois me virou para ele. Muito educadamente me perguntou se eu queria. E a verdade é que eu não sabia o que pensar, sempre sonhei que minha primeira vez seria com alguém que eu amasse e tal, mas não consegui resistir e simplesmente me deixei levar. Me joguei nele, comecei a beijá-lo. Ele me segurou pela cintura enquanto me beijava também. Nisso, sinto o outro cara, o amigo dele, se posicionar atrás de mim, encostar o pau na minha bunda e começar a beijar meus ombros e meu pescoço. Era tipo o paraíso, mas muito melhor.
Saímos do banheiro nós três. E rapidamente fomos para onde estavam os carros. Entramos na caminhonete de um deles, ele tinha os bancos de trás abaixados, deixando bem mais confortável, e acho que ele já esperava conseguir alguma coisa naquela noite. Um deles subiu primeiro, depois eu e, por último, o cara que tinha nos recebido. Deitamos no banco que estava reclinado e eles continuaram beijando meu corpo, meus lábios e me tocando toda. Nisso, criei coragem e também comecei a tocar os corpos deles, não eram tão musculosos, mas não eram nada mal. Então desci minhas mãos até os paus deles, que obviamente já estavam duros. E quando peguei eles com as mãos, não conseguia acreditar que não dava pra sentir direito através da minha roupa. Sentei por um momento enquanto eles deitaram de barriga pra cima. Desci O short dos dois e, pela primeira vez na minha vida, eu via umas rolas de verdade na minha frente. E não só isso, elas eram enormes. Entre 20 e 23 centímetros cada uma. Não acreditava. Mas também não sabia como aquelas bestas iam entrar em mim.
Levantei e me acomodei de um jeito que minha cabeça ficava perto delas e minhas pernas do lado das cabeças deles. Comecei a chupar a do cara que nos recebeu. O sabor era indescritível, era forte e nada ruim. A textura era macia, mas ao mesmo tempo dura. Obviamente não cabia toda na minha boca, só uma parte. Nisso, o outro cara pegou minha mão e colocou em cima da rola dele. Entendi perfeitamente e comecei a bater uma pra ele, enquanto chupava o outro. E enquanto fazia isso, os dois começaram a apalpar minha bunda, ainda por cima do short que eu tava usando. Aí decidi ajudar e larguei os membros deles de lado por um momento e tirei o short. Fiquei só de calcinha, que era rosa. Então os dois começaram a meter ainda mais as mãos na minha bunda e também na minha buceta. Que nessa altura já tava encharcada e, sendo sincera, poucas vezes senti ela tão molhada.
Aí um deles começou a enfiar um dos dedos na minha buceta apertada e virgem, enquanto o outro me dava tapas na bunda ou apertava ela. Era uma experiência única, e aí percebi que devia ter experimentado sexo há muito tempo.
Entre o prazer que sentia e o calor do momento, não prestava atenção nas rolas deles, só tava curtindo como os dois me tocavam. Aí um deles sentou, pegou minha cara e levou até a rola dele. Enquanto ele fazia isso, o outro cara continuava me masturbando. Ele tentava fazer eu enfiar mais daquela pica enorme na minha boca pequena, mas era quase impossível, então me deixou fazer do meu jeito. Eu batia uma pra ele enquanto chupava. O gosto da pré-goza, a textura do membro dele, não sei como eu vivia sem aquilo na minha vida.
Aí o cara que me masturbava tirou minha calcinha pequena, também aproveitou pra Tirar minha camiseta e o sutiã. Então, pra ficar todo mundo igual, tirei a roupa deles também. Fiquei de quatro, olhando pra frente da caminhonete. Um deles se ajoelhou, com dificuldade, na minha frente, enquanto o outro estava atrás de mim. "Devagar, por favor... ainda sou virgem...". Supliquei, porque era verdade, nunca tinha colocado nada maior que um absorvente lá. Ele entendeu, então me fez chupar o outro cara, pra que meus gritos e/ou gemidos fossem abafados. Eu, obedientemente, comecei a mamar a rola que estava na minha frente, esperando ser penetrada pela primeira vez.
Ele me segurou pelo quadril e, bem devagar e suavemente, começou a empurrar. Nem tinha terminado de colocar a cabeça e eu já quase queria chorar, mas de algum jeito consegui aguentar.
Eu tava tão molhada naquele momento que, pra ele, meter foi fácil, não sei, porque não vi, mas acho que não entrou inteira. Sentia minha bucetinha pequena se expandindo, e enquanto isso, uma lágrima escorreu pela minha bochecha. Isso excitou muito mais o cara que eu tava mamando a rola, porque depois disso ele fez eu mover minha cabeça ainda mais e tentar ir mais fundo.
Aí começou o vai e vem, bem devagar no começo, pra eu me acostumar. Eu tava gostando, mas a dor também tava lá. Acho que perder a virgindade com uma rola daquele tamanho não foi a melhor das minhas ideias, kkkk.
Ele começou a acelerar aos poucos. Quanto mais rápido ia, melhor ficava. Ainda doía, mas o prazer abafava tudo. Ele continuava com as mãos no meu quadril, apertando forte. Mas num momento, começou a me dar tapas na bunda, não muito fortes, mas dava pra sentir, e não só isso, era uma delícia. "Mais um, por favor...". Grave erro. Ele me pegou pelo cabelo, puxou pra perto dele, tirando a rola do outro cara da minha boca. "Não... não é por favor... me fala 'Me dá outro tapa na bunda, senhor'." Sem soltar meu cabelo, me obrigou a falar. Quando eu falei, ele me soltou e começou a me dar vários tapas. de forma repetida. Minhas nalgas estavam sofrendo, mas era uma delícia, e ainda mais por ele ter me "obrigado" a pedir, como se... eu fosse uma putinha qualquer... e eu adorei.
Enquanto isso continuava, o cara atrás de mim começou a chupar um dos dedos, depois cuspiu direto no meu cu. E aí, meteu o dedo no meu rabo. A sensação era completamente diferente. Doía, sim, e muito, mas eu estava tão cheia de prazer que toda aquela dor foi se transformando aos poucos num tesão absurdo. Foi aí que tive o primeiro orgasmo da minha vida, com uma pica na minha buceta, outra na minha boca e um dedo no meu cu. Eu gemia que nem uma puta de verdade, enquanto minha buceta e minhas pernas tremiam, mas não de cansaço ou dor — de prazer. E então aconteceu. O cara que estava na minha frente começou a descer, a se deitar debaixo de mim, de barriga pra cima. Não entendi de primeira, mas num instante eu sacou, sabia o que eles queriam fazer, mas sendo sincera, eu não tinha força pra fazer nada, além disso, meu corpo queria mais, e eles iam me dar mais.
O cara que estava na minha buceta saiu, também tirou o dedo do meu cu, só pra o outro cara, que estava debaixo de mim, entrar. Com ele bem fundo na minha buceta, o outro cara cuspiu de novo no meu cu, e devagarzinho começou a meter a pica dele, que já estava bem molhada com meus fluidos. Eu sofria com cada centímetro deles, mas ao mesmo tempo queria mais e mais. Quando os dois estavam o mais fundo que podiam, ficaram parados um momento, acho que pra não ser tão doloroso pra mim, mas eu já estava completamente louca de tesão. Comecei a rebolar, pra cima e pra baixo, tirando uma e metendo a outra. Eles ficaram surpresos com minha reação. E isso foi o suficiente pra eles se animarem também, se mexerem e não deixarem todo o trabalho pra mim. Eles estavam perfurando meu interior, era uma loucura, meus gemidos, os deles, suspiros, fluidos, suor e com a música da festa ao fundo... era como o paraíso.
Então o cara que tava me comendo analmente me puxou pelo cabelo de novo, e o outro começou a me enforcar. "Quem é a nossa putinha? Quem?". Eu sabia que eles queriam que eu respondesse que era eu, e meu corpo cedeu na hora. Respondi, quase gritando e repetindo sem parar. E quando me soltaram, meus braços cederam. Meu rosto caiu no peito e pescoço do outro cara, já que ele era mais alto que eu. E com os braços o abracei, apertando ele, enquanto me penetravam com muita força, mas de um jeito delicioso.
Os minutos passaram rápido, talvez 10 ou talvez 30, não lembro direito, mas sei que o cara que tava atrás de mim gozou forte dentro do meu cu. Senti o leite dele enchendo minhas entranhas. Na mesma hora, meu corpo respondeu com outro orgasmo, mais forte que o anterior e mais longo. Passaram uns dois minutos, e o outro cara tirou o pau da minha buceta rapidinho, me virou de um jeito que fiquei do lado dela, e gozou na minha cara, não tanto quanto o primeiro. Tava em êxtase, nós três, exaustos já, ficamos deitados, suspirando e ofegando. Aí eu perguntei: "Aliás... caras... como vocês se chamam?". Nós três rimos do meu comentário e, depois de ir ao banheiro me limpar, voltei pra festa. Onde minhas duas amigas me esperavam pra eu contar tudo.
E bom, esse foi o fim do meu relato, vou tentar postar relatos toda semana pra vocês ficarem ligados. Bom, sem mais nada a acrescentar, me despeço e desejo uma ótima semana.
Beijos.
8 comentários - Perdendo a virgindade num ménage com duas pirocas (Completo
Muy buen relato demasiado buena...
Espero y puedas compartir mas historias asi de buenas
Saludos y dejos mis 10 puntos