Fala galera, tudo bem? Espero que curtam esse relato de experiências que vivi e tô compartilhando com vocês. Isso aconteceu em outubro do ano passado, eu tinha terminado com minha namorada, com quem fiquei um ano, e meus amigos queriam me fazer voltar pra putaria com uma noite onde tudo que rolasse ficaria guardado. Chegou o sábado e nosso plano era fazer um esquenta na casa de um amigo e depois ir pra balada "La Guapa", que fica em Rivadavia, Mendoza. No esquenta foi de boa, bebemos, zoamos e nos preparamos pra ir pro lugar. Sempre um de nós comprava camisinha pra garantir se rolasse algo. Entramos e, como sempre, encheram o saco na entrada porque não acreditavam que eu tinha 18 — isso sempre acontece comigo em todas as baladas, mas depois de falar e mostrar meu RG, me deixaram entrar. Fomos pro bar e pedimos uns Fernet e umas cervejas pra ir tomando. Eu, por minha vez, pedi um 7 pecados capitais porque era minha volta à solteirice. Na noite, bebemos e zoamos pra caralho, até que encontramos um grupinho de amigas do Javi (um dos meus amigos), que se juntaram à nossa turma. Tudo tava normal, eles estavam mais acostumados, mas eu mais na minha, como sempre, meio tímido. No entanto, uma delas (chamada Juli) me pediu pra acompanhá-la até o bar pra pegar uma bebida. Aceitei e fomos. Ainda lembro que pedi um Fernet e ela disse pra eu pegar um pra ela também. Aí eu, zoando, falei: "Pô, um dá a mão e já querem o braço", com um sorriso bobo. Juli respondeu: "E se a gente for dançar, talvez eu pegue outra coisa". Na hora, minha cabeça desligou e quem começou a pensar foi a cabeça de baixo. Eu vinha de um relacionamento tóxico e aquela noite ia poder comer alguém que eu nem conhecia. Voltamos pro grupo e começamos a dançar. O DJ botou um cumbia e ela começou a rebolando em mim. Aí o Javi falou: "Fran, com essa aí nem se ilude, ela vai te esquentar e depois te deixar na mão". Isso me broxou na hora, e pensei... que só ia ser mais um otário, mas fui na onda e se rolasse, rolou. Entre dança, conversa e bebida, uma delas falou: "Bora lá pra minha casa, não é longe". A gente topou na hora, saímos e fomos pra casa dela. Ela era solteira e estudava na universidad de cuyo, então não tinha problema ir pra lá. Quando cheguei, falei comigo mesmo: se não fizer nada agora, não como ninguém mais. Então fui até onde a Juli tava e chamei ela pra fumar lá fora. Quando ela veio, nem acendi o cigarro, só partiu pra cima dela. Ficamos conversando do lado de fora até que um dos caras saiu, aí decidimos voltar pra dentro com o resto do povo. Eu tava no limite, queria meter ou minha pica ia explodir a qualquer momento, quando sinto no meu ouvido: "Quando eu for no banheiro, você vem atrás". E realmente ela falou que ia no banheiro, esperei uns minutos e fui atrás. Quando entrei, não perdemos tempo, os dois tavam a mil. Normalmente, eu gosto de satisfazer bem a mina, com oral ou preliminares, mas naquele momento e lugar não dava, então fomos direto pro jogo inicial. Encostei ela na parede, peguei pela cintura e meti naquela posição. Depois de um tempo, trocamos e coloquei ela em cima da pia, me olhando (a putaria de fazer ali me dominava), e ficamos assim até eu sentir que ia gozar, quando ela fala: "Goza em mim, papai". Nessa hora, ela tira a camisinha e faz um oral em que eu gozo pra caralho, e mesmo assim ela não desperdiçou uma gota. Quando descemos pra sala, tava na cara o que rolou, e meia hora depois fomos embora porque um dos meus amigos vomitou na sala e virou uma bagunça. Nunca mais vi a Juli e depois descobri que ela tinha namorado. Foi isso, galera. Se quiserem mais histórias, é só pedir nos comentários, e se quiserem aventuras, me chamem no privado. Uma fantasia que quero realizar é ficar com um casal.
3 comentários - Depois do baile com a gostosa