Beleza, queria te contar que tô com vontade de fazer minisséries com famosas argentinas como Sol Pérez, Ivana Nadal, Tini Stoessel ou quem vocês sugerirem. Se esse post tiver muito apoio, vou fazer. Vamos começar com essa Parte 1: https://m.poringa.net/posts/relatos/3767736/Una-historia-con-Nati-Jota.html
Nos dias seguintes, Martín passou o dia inteiro pensando na Nati Jota, em como ela chupava tão bem a pica, como enfiava ela toda inteira, os gemidos dela, os beijos. Ficava com água na boca, não conseguia tirar a loira da cabeça.
Chegando a noite, Martín foi pra academia o mais tarde possível, pra quando o clube fechar, poder ficar sozinho com a Nati. Ele não tinha certeza se ela ia estar lá, já que não mandou mensagem no celular pra não parecer chato.
Quando entra no clube, olhando pra todo lado, sobe pra academia ansioso e, quando olha pro lado, vê ela na frente do espelho malhando enquanto conversava com dois caras.
Martin decidiu não ir cumprimentar e começou sua rotina. Quando podia, olhava pra ela, e ela tava sempre com os mesmos dois caras, dava pra ver que tavam meio que flertando. Martin percebeu que os caras queriam chegar naquela bunda da Nati Jota, e ela tava deixando rolar, mesmo não parecendo muito afim de conversar. Martin ficou com um pouco de ciúme, porque não queria que ninguém comesse ela além dele. Seguindo o caminho, vê Nati indo pro banheiro se refrescar, um banheiro pequeno que tinha na academia. Martin para o exercício e vai atrás. Quando entra no banheiro, fecha a porta e agarra ela.
M(martin) — Quem são esses dois caras, hein?
N(nati) — Epa, cara, não vem com ciúme agora não.
M — Não tô com ciúme, mas não gosto de ver isso na minha frente.
N — São dois chatos que querem me comer, não sei como fazer pra eles pararem de falar comigo.
M — Não tô acreditando muito...
N — Como assim não acredita? (Ela pega no volume dele) Se eu tenho essa rola gostosa pra quando eu quiser, não vou procurar outra.
Martin vira ela, coloca contra a pia, na frente do espelho, encosta a rola toda naquela bunda que ela tem e, segurando ela pelo pescoço, diz:
M — Só eu vou te foder, garota, mais ninguém.
N — (solta um gemido) Depois me espera no vestiário e me come, filho da puta.
Ele dá um tapa na bunda dela e saem do banheiro, fingindo que nada aconteceu, e cada um volta pra sua rotina. Quando trocavam olhares, se encaravam com cara de safados e riam. Nati, toda vez que passava, sussurrava no ouvido dele coisas tipo: "Quero te foder", "Quero que você meta sua rola toda em mim". Ela sabia que essas coisas deixavam Martin louco e deixavam a rola dele dura pra caralho. Ele não conseguia evitar uma ereção e tentava disfarçar como podia, enquanto via Nati rindo de longe, e ele mexia os lábios xingando ela baixinho.
Chegando na hora de fechar o clube, o pessoal indo embora e a academia cada vez mais vazia, os olhares entre Nati e Martin estavam mais picantes. Quando já estavam só os dois, o dono do clube vem falar com Nati. Martin desce pro vestiário. espera a Nati enquanto toma um banho rápido. No chuveiro, ela aparece com cara de puta e diz: "Não aguento mais, quero comer ela toda". Nati tira tudo rápido, se ajoelha e começa a chupar a pica toda de uma vez, chupava desesperada e sem parar.
M - ayy mina, tu tá doida
N - Adorei, não aguentava mais (falou sem tirar a pica da boca)
M - Agora ela é toda sua
N - Mm sim, é toda minha, vou te deixar seco (continuou falando sem parar de chupar)
Nati continuava chupando a pica, tirava da boca, a saliva escorria pelos peitos de tanto chupar, passava a língua na cabeça, cuspia e enfiava tudo de novo, sem parar um segundo, a cabeça ia pra frente e pra trás sem parar. Martin tava excitadíssimo, pegou a cabeça da Nati, encostou ela na parede e disse:
- Você me fez sofrer na academia, agora vou fazer você sofrer.
Abriu a boca da Nati e começou a foder a boca dela, só se ouvia a pica batendo no fundo da garganta dela e os gemidos dos dois.
Martin continuava comendo a boca dela, enquanto com uma mão segurava as duas mãos da Nati, prendendo ela na parede, e com a outra no cabelo dela, apoiando a cabeça contra a parede pra ela não se mexer e ele fazer o que quisesse com a boca dela.
M - Gostou do castigo, mina?
N - Mm que filh...da...puta (não dava pra entender direito porque Martin não parava de comer ela)
M - Cala a boca, puta de merda.
Nati tava adorando e continuaram assim por um tempo até que Martin soltou ela e Nati soltou um suspiro de alívio enquanto limpava a saliva que escorria da boca, dizendo:
- Você é um filho da puta, hein.
Começou a chupar as bolas dele um pouco enquanto batia uma pra ele e olhava com cara de puta.
N - Você vai me foder?
M - Sim, bombom, vou te foder toda.
Nati ficou parada contra a parede do chuveiro olhando pro Martin, eles se beijaram de língua e aos poucos Martin foi descendo, mordeu o pescoço dela, desceu até os dois peitos, chupou os bicos e desceu até a buceta e começou a chupar ela, enfiava dois dedos enquanto chupava o clitóris da Nati, ela não parava de gemer e segurava a cabeça dele pra ele continuar.
Quando Martin se levantou, levantou as duas pernas da Nati, ela cruzou elas nas costas dele e ficou apoiada. contra a parede, agarrada nele
N - Vai, me fode, bebê.
M - Você quer ela dentro?
N - Sim, por favor, quero ter ela toda dentro de mim.
Martin enfia a pica e começa a foder devagar debaixo da água. Nati geme bem baixinho, olhando pra cima de olhos fechados.
— Mais forte — pedia Nati.
Martin começou a meter mais rápido, e os gemidos dela aumentavam também.
Ele chupava os peitos dela, e Nati curtia, olhando pra ele e acariciando a cabeça dele enquanto tinha pequenos orgasmos, dizendo pra ele continuar, que ela adorava.
Martin, com vontade de gozar, abaixa ela, vira ela de costas e encosta na parede, tentando meter no cu dela como da outra vez. Mas, sem dizer nada, ela pegou a pica e enfiou na própria buceta.
Ele começa a meter bem forte, puto porque ela não deixava ele comer o cu dela. Dava tapas na bunda dela, e Nati gemia reclamando de dor cada vez que ele batia.
Virou o rosto dela, comeu a boca dela enquanto amassava os peitos de Nati. Os dois gemiam e se olhavam.
N - Aí, que gostoso, como você me come
M - Aah, eu te amo, sua desgraçada, essa bunda que você tem
N - (gemidos) Vou gozar
M - Eu também, vamos gozar juntos
Os dois gozaram ao mesmo tempo e tiveram um orgasmo juntos, se olharam, riram e se deram um beijo.
Quando terminaram de tomar banho e foram se trocar, estavam no vestiário se trocando e conversando quando ouviram alguém entrar no clube chamando pela Nati.
M - Quem é?
N - Pablo, o dono do clube (assustada e se trocando apressada)
M - Mas e daí? Ele não era seu amigo?
N - É sim, mas você tem que ir embora
M - Mas por que tão nervosa, se ele sabia que eu ia ficar pra tomar banho?
Nati se troca, guarda tudo rápido, dá um beijo no Martin e diz:
- Depois te explico, quando eu subir com ele, você sai. Deixo a porta aberta.
E vai embora.
Martin ficou meio intrigado porque não entendeu nada, se trocou e foi embora.
Mais tarde, chegou uma mensagem da Nati explicando tudo...
Espero que vocês tenham gostado, agradeço se derem aquela moral com pontos pra saber se tão curtindo e fazer mais dessa série. Em breve vem mais com outras famosas.
Nos dias seguintes, Martín passou o dia inteiro pensando na Nati Jota, em como ela chupava tão bem a pica, como enfiava ela toda inteira, os gemidos dela, os beijos. Ficava com água na boca, não conseguia tirar a loira da cabeça.
Chegando a noite, Martín foi pra academia o mais tarde possível, pra quando o clube fechar, poder ficar sozinho com a Nati. Ele não tinha certeza se ela ia estar lá, já que não mandou mensagem no celular pra não parecer chato.
Quando entra no clube, olhando pra todo lado, sobe pra academia ansioso e, quando olha pro lado, vê ela na frente do espelho malhando enquanto conversava com dois caras.
Martin decidiu não ir cumprimentar e começou sua rotina. Quando podia, olhava pra ela, e ela tava sempre com os mesmos dois caras, dava pra ver que tavam meio que flertando. Martin percebeu que os caras queriam chegar naquela bunda da Nati Jota, e ela tava deixando rolar, mesmo não parecendo muito afim de conversar. Martin ficou com um pouco de ciúme, porque não queria que ninguém comesse ela além dele. Seguindo o caminho, vê Nati indo pro banheiro se refrescar, um banheiro pequeno que tinha na academia. Martin para o exercício e vai atrás. Quando entra no banheiro, fecha a porta e agarra ela.M(martin) — Quem são esses dois caras, hein?
N(nati) — Epa, cara, não vem com ciúme agora não.
M — Não tô com ciúme, mas não gosto de ver isso na minha frente.
N — São dois chatos que querem me comer, não sei como fazer pra eles pararem de falar comigo.
M — Não tô acreditando muito...
N — Como assim não acredita? (Ela pega no volume dele) Se eu tenho essa rola gostosa pra quando eu quiser, não vou procurar outra.
Martin vira ela, coloca contra a pia, na frente do espelho, encosta a rola toda naquela bunda que ela tem e, segurando ela pelo pescoço, diz:
M — Só eu vou te foder, garota, mais ninguém.
N — (solta um gemido) Depois me espera no vestiário e me come, filho da puta.
Ele dá um tapa na bunda dela e saem do banheiro, fingindo que nada aconteceu, e cada um volta pra sua rotina. Quando trocavam olhares, se encaravam com cara de safados e riam. Nati, toda vez que passava, sussurrava no ouvido dele coisas tipo: "Quero te foder", "Quero que você meta sua rola toda em mim". Ela sabia que essas coisas deixavam Martin louco e deixavam a rola dele dura pra caralho. Ele não conseguia evitar uma ereção e tentava disfarçar como podia, enquanto via Nati rindo de longe, e ele mexia os lábios xingando ela baixinho.
Chegando na hora de fechar o clube, o pessoal indo embora e a academia cada vez mais vazia, os olhares entre Nati e Martin estavam mais picantes. Quando já estavam só os dois, o dono do clube vem falar com Nati. Martin desce pro vestiário. espera a Nati enquanto toma um banho rápido. No chuveiro, ela aparece com cara de puta e diz: "Não aguento mais, quero comer ela toda". Nati tira tudo rápido, se ajoelha e começa a chupar a pica toda de uma vez, chupava desesperada e sem parar.
M - ayy mina, tu tá doida N - Adorei, não aguentava mais (falou sem tirar a pica da boca)
M - Agora ela é toda sua
N - Mm sim, é toda minha, vou te deixar seco (continuou falando sem parar de chupar)
Nati continuava chupando a pica, tirava da boca, a saliva escorria pelos peitos de tanto chupar, passava a língua na cabeça, cuspia e enfiava tudo de novo, sem parar um segundo, a cabeça ia pra frente e pra trás sem parar. Martin tava excitadíssimo, pegou a cabeça da Nati, encostou ela na parede e disse:
- Você me fez sofrer na academia, agora vou fazer você sofrer.
Abriu a boca da Nati e começou a foder a boca dela, só se ouvia a pica batendo no fundo da garganta dela e os gemidos dos dois.
Martin continuava comendo a boca dela, enquanto com uma mão segurava as duas mãos da Nati, prendendo ela na parede, e com a outra no cabelo dela, apoiando a cabeça contra a parede pra ela não se mexer e ele fazer o que quisesse com a boca dela.
M - Gostou do castigo, mina?
N - Mm que filh...da...puta (não dava pra entender direito porque Martin não parava de comer ela)
M - Cala a boca, puta de merda.
Nati tava adorando e continuaram assim por um tempo até que Martin soltou ela e Nati soltou um suspiro de alívio enquanto limpava a saliva que escorria da boca, dizendo:
- Você é um filho da puta, hein.
Começou a chupar as bolas dele um pouco enquanto batia uma pra ele e olhava com cara de puta.
N - Você vai me foder?
M - Sim, bombom, vou te foder toda.
Nati ficou parada contra a parede do chuveiro olhando pro Martin, eles se beijaram de língua e aos poucos Martin foi descendo, mordeu o pescoço dela, desceu até os dois peitos, chupou os bicos e desceu até a buceta e começou a chupar ela, enfiava dois dedos enquanto chupava o clitóris da Nati, ela não parava de gemer e segurava a cabeça dele pra ele continuar.
Quando Martin se levantou, levantou as duas pernas da Nati, ela cruzou elas nas costas dele e ficou apoiada. contra a parede, agarrada nele
N - Vai, me fode, bebê. M - Você quer ela dentro?
N - Sim, por favor, quero ter ela toda dentro de mim.
Martin enfia a pica e começa a foder devagar debaixo da água. Nati geme bem baixinho, olhando pra cima de olhos fechados.
— Mais forte — pedia Nati.
Martin começou a meter mais rápido, e os gemidos dela aumentavam também.
Ele chupava os peitos dela, e Nati curtia, olhando pra ele e acariciando a cabeça dele enquanto tinha pequenos orgasmos, dizendo pra ele continuar, que ela adorava.
Martin, com vontade de gozar, abaixa ela, vira ela de costas e encosta na parede, tentando meter no cu dela como da outra vez. Mas, sem dizer nada, ela pegou a pica e enfiou na própria buceta.
Ele começa a meter bem forte, puto porque ela não deixava ele comer o cu dela. Dava tapas na bunda dela, e Nati gemia reclamando de dor cada vez que ele batia.
Virou o rosto dela, comeu a boca dela enquanto amassava os peitos de Nati. Os dois gemiam e se olhavam.
N - Aí, que gostoso, como você me come M - Aah, eu te amo, sua desgraçada, essa bunda que você tem
N - (gemidos) Vou gozar
M - Eu também, vamos gozar juntos
Os dois gozaram ao mesmo tempo e tiveram um orgasmo juntos, se olharam, riram e se deram um beijo.
Quando terminaram de tomar banho e foram se trocar, estavam no vestiário se trocando e conversando quando ouviram alguém entrar no clube chamando pela Nati.
M - Quem é?
N - Pablo, o dono do clube (assustada e se trocando apressada)
M - Mas e daí? Ele não era seu amigo?
N - É sim, mas você tem que ir embora
M - Mas por que tão nervosa, se ele sabia que eu ia ficar pra tomar banho?
Nati se troca, guarda tudo rápido, dá um beijo no Martin e diz:
- Depois te explico, quando eu subir com ele, você sai. Deixo a porta aberta.
E vai embora.
Martin ficou meio intrigado porque não entendeu nada, se trocou e foi embora.
Mais tarde, chegou uma mensagem da Nati explicando tudo...

Espero que vocês tenham gostado, agradeço se derem aquela moral com pontos pra saber se tão curtindo e fazer mais dessa série. Em breve vem mais com outras famosas.
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6 comentários - Nati Jota: A História Continua (Parte 2)