Minha esposa e eu adotamos um menino negro que na verdade era um velho anão de 45 anos, já era tarde demais quando descobri... Olá, sou Fernando e vou contar minha história. Sou casado com minha linda esposa Verônica, uma mulher gostosa de 33 anos, branca, cabelo preto, copa D, e o que mais chama a atenção dos homens é aquele rabão enorme. Eu não podia ter filhos, então pensamos em adotar, mas complicava porque minha mulher não terminou os estudos e isso impedia a adoção. Um dia, voltando tristes porque negaram a adoção, encontramos um menino negro de uns 9 a 10 anos num beco, estava desacordado e muito sujo. Minha mulher disse:
— Fer, temos que levar ele pra casa, não podemos deixar ele largado aqui, esse bairro não é bom.
— Claro que não! Não podemos levar o primeiro moleque que achamos, pode dar problema pra gente.
— Pelo menos deixa eu dar um banho nele e dar comida, depois a gente vê o que faz.
Colocamos ele no carro e levamos pra casa. Quando chegamos, minha mulher ia dar banho nele, tirou a roupa e ficamos chocados com o que vimos: uma pica preta enorme. Eu tenho o pau pequeno, 10 cm duro, e aquilo devia ter uns 17 cm no mínimo, e ainda tava mole. Olhei pra minha mulher, que tava com cara de besta olhando. Fomos pro banheiro e ela começou a dar banho nele, passando um tempão mexendo naquela porra de carne preta. Por um momento, achei que vi o menino com um olho aberto, mas fechou na hora, não liguei.
Passou um tempo e o menino acordou. Demos comida pra ele e ele contou que se chamava Pedro, tinha 11 anos e não tinha pais, que viveu a vida toda na rua e dormia do lado do orfanato esperando deixarem ele entrar ou alguém adotar. Falamos que ele podia ficar por hoje no quarto de hóspedes e ele foi dormir. Minha esposa, quase chorando, disse:
— Temos que adotar ele, Fer. Ele não tem ninguém e não podemos deixar ele na rua.
— Não sei o que pensar. Por enquanto, deixa ele ficar até a gente ver o que dá pra fazer. --Siiii! te amo, meu amor, finalmente vamos ser pais. E assim os dias foram passando, Pedrito ficou com a gente e quem mais ficava feliz era minha mulher. Minha relação com ele era mais distante, ele se agarrava mais à "mami" dele. Pedrito passou a dormir na nossa cama porque, segundo ele, tinha medo do escuro. Isso não me agradou nada, porque não transei mais com minha mulher nos meses seguintes. Além disso, ele dormia no meio, era muito inquieto à noite, sempre se agarrava na minha esposa. Quando eu acordava, via que estavam dormindo de conchinha (ele colado na minha esposa por trás), com uma mão no peito dela e aquela ereção estranha enfiada na bunda da minha mulher. Ela via ele como um menino, e eu também, mas mesmo assim a situação me parecia desconfortável.
Já tinha passado um tempo e eu quis procurar uma escola para ele. Pedrito nos disse que se sentia doente e queria ficar em casa. Minha mulher ficou para cuidar dele e eu fui. Como já era meio do ano, não tinha vaga nenhuma. Quando cheguei em casa, não encontrei a Vero nem o Pedrito em lugar nenhum, até que ouvi a voz da minha mulher no banheiro.
--Parece que está aqui.
--Não fez barulho nenhum, mami, continua se mexendo.
Será que ouvi direito? Depois disso, o chuveiro ligou e a Vero gritou que estava dando banho no Pedrito. Esses banhos no Pedrito viraram rotina, duravam no mínimo uma hora. Já estava achando tudo muito estranho. Dava para ver como ele olhava para a "mãe" dele, quase devorando ela com os olhos. Quando brincavam, ele apalpava ela toda e ela só ria. Mas tudo isso parecia nada comparado a não transar com minha mulher há 4 meses. Eu estava puto e por isso ignorava as coisas estranhas que via.
Vero, Pedrito e eu fomos ao parque dar um passeio. Enquanto caminhávamos, vi que um mendigo olhava demais para a gente. Pensei que ele estava olhando o corpo da minha esposa, como era de costume na rua, mas o olhar dele estava fixo no Pedrito. Falei para a Vero que era melhor irmos para outro lugar.
Já eram 5 meses sem transar e briguei feio com a Vero. Foi a primeira vez que Nós brigávamos.
—Faz 5 meses que a gente não transa!! É hora do Pedrinho ir dormir na cama dele.
—Não é possível que você se importe mais em transar do que cuidar do seu filho! Ele tem medo do escuro.
—A gente pode ir pra um hotel ou algo assim, mas não aguento mais.
—E onde a gente deixa o nosso filho? Viu que você não pensa? Segura a onda e pronto.
—Mamãe, tô com medo — disse Pedrinho.
Nisso, Pedrinho chega correndo e abraça a "mamãe", enfiando o rosto na entreperna da minha mulher, e as mãos dele agarravam as nádegas dela (ele não passava da cintura dela).
—Vou dar uma volta — falei pra ela.
Consegui ver que ele sorria pra mim enquanto massageava uma das nádegas da Vero.
Caminhei até o parque pra pensar no que fazer com a minha situação. Um amigo me ligou no celular me convidando pra uma reunião da escola hoje mesmo. Falei que iria. Liguei pra casa pra avisar, e minha mulher disse que tudo bem, com uma voz meio ofegante. Caminhei e ouvi um mendigo:
—Você é o pai do neguinho, né? hahaha — ele falou, deitado no chão.
—Como é que é, senhor?
—Que se você é o que veio aqui outra vez, o que tinha uma esposa bem bunduda hehehe e um "menino" preto — ele falou "menino" de um jeito sarcástico.
—Sim, senhor, mas como sabe disso? Quem é você?
—Você o encontrou perto do orfanato, né?
—Me diga quem é você, não vou contar nada! Como é que sabe tudo isso? — eu já tava assustado com tudo que ele dizia.
—Estive te seguindo, corno hehe, queria ver se era ele mesmo, e tenho certeza que é.
—Do que você tá falando?
—Do seu filho, pedaço de corno haha, aquele não é uma criança, idiota, tem 49 anos. Conheci o anão na cadeia. Ele se faz de criança pra roubar tudo dos idiotas que acreditam nele, e acredite, são poucos que caem hahaha. E se a mãe é gostosa, ele mete umas fodas bem dadas, igual deve estar fazendo agora com aquele par de bundões que você tem em casa hehe.
—Você tá mentindo, pedaço de doente — falei confuso e com medo.
—Com certeza já viu o pau dele, né? haha embora sua mulherzinha deva ver mais, hehe. Pois é, se não acredita em mim, olha essa foto aqui. — Não pode ser — vi a foto e era ele, até tinha um pouco de barba, de verdade era ele!. — Kkkk, viu só, corno? Vai pra casa e expulsa ele na porrada, com certeza ele tá comendo sua mulher. — Por que o senhor me ajuda? — perguntei com lágrimas caindo dos meus olhos. — Porque o bastardo deixei ele morar na minha casa quando saiu da prisão, e o desgraçado roubou minhas economias e engravidou minha filha. Vai pra casa e, se puder, mata ele, kkkk. Saí correndo pra casa, quando cheguei estava com medo, mas queria tirar a dúvida. Entrei bem quieto, na esperança de encontrá-los comendo ou vendo TV, mas não. A única coisa que se ouvia eram gemidos de mulher. Caminhei até o quarto e, de fato, vi o que tanto temia: minha mulher de quatro, com o velho anão preto atrás das nádegas brancas dela, segurando firme na cintura dela, metendo como um filho da puta. Os gemidos e gritos que ela dava eu ouvia claramente. — Assim, Pedro! Mais forte! Mais firme!!! Ai, meu Deus! Deus!!! — Você gosta de levar no cu, vagabunda!!!? — Adoro!!! — Kkkkk, já sabia, puta! Desde a primeira vez que te vi, percebi o quanto você era boa de pica, kkkkk!!!! — Sim, Pedro, adoro a vara!!! — Então se prepara, puta!! Porque logo, muito em breve, você vai ficar grávida, e com o dinheiro que vamos roubar do corno do Fernandito, vamos morar juntos e vou te fazer 8 filhos, kkkk!!! Vou ficar com tudo que ele tem: o dinheiro dele, o carro dele e a mulher dele!!! Kkkkk!!! Ele ria de novo antes das palavras de baixo calão que deixavam claro como as coisas seriam dali em diante, e então disse: — Diz que me ama, puta!!! — perguntou o anão preto pra minha mulher, que naquele momento levou uma série de palmadas ferozes que ele deu, tendo aquela bunda enorme à disposição: Plaft!!, plaaft!!!, plaaaft!!!, ecoavam sem parar. — Siiim Pedrooooo!!!!, eu só amo Vocêêêê!! Ohhhh Deus Deuss!!! Que gostoso como você me enrabixa Nenêeee e como é grande a sua pirocassssss!!!! Já não aguentei mais ver aquela cena nojenta, eles me viram, quis bater naquele preto anão filho da puta, mas ela se meteu no meio, mandou o preto sair pra gente poder conversar mais tranquilo, e ele saiu com uma risada debochada e aquela pica gigante de pelo menos 24 cm dura balançando de um lado pro outro. Ele me disse que depois de um mês descobriu tudo, eles transaram e ela se sentiu horrível porque achou que tinha abusado de um menino, depois contou tudo pra ele, se ela quisesse ficava ou ia embora, mas ele já se sentia sortudo por ter comido ela, e ela escolheu ficar. Já se passaram 5 anos disso tudo, ela vendeu todas as nossas coisas e foi morar com ele, psicologicamente eu fiquei fudido depois disso tudo, passei todos esses anos procurando a casa dele até que encontrei, eles têm 3 filhos e mais um a caminho, todo dia eu espio eles, até já tive coragem de chegar perto da janela dele de noite e ver como eles tão comendo minha Verito.
— Fer, temos que levar ele pra casa, não podemos deixar ele largado aqui, esse bairro não é bom.
— Claro que não! Não podemos levar o primeiro moleque que achamos, pode dar problema pra gente.
— Pelo menos deixa eu dar um banho nele e dar comida, depois a gente vê o que faz.
Colocamos ele no carro e levamos pra casa. Quando chegamos, minha mulher ia dar banho nele, tirou a roupa e ficamos chocados com o que vimos: uma pica preta enorme. Eu tenho o pau pequeno, 10 cm duro, e aquilo devia ter uns 17 cm no mínimo, e ainda tava mole. Olhei pra minha mulher, que tava com cara de besta olhando. Fomos pro banheiro e ela começou a dar banho nele, passando um tempão mexendo naquela porra de carne preta. Por um momento, achei que vi o menino com um olho aberto, mas fechou na hora, não liguei.
Passou um tempo e o menino acordou. Demos comida pra ele e ele contou que se chamava Pedro, tinha 11 anos e não tinha pais, que viveu a vida toda na rua e dormia do lado do orfanato esperando deixarem ele entrar ou alguém adotar. Falamos que ele podia ficar por hoje no quarto de hóspedes e ele foi dormir. Minha esposa, quase chorando, disse:
— Temos que adotar ele, Fer. Ele não tem ninguém e não podemos deixar ele na rua.
— Não sei o que pensar. Por enquanto, deixa ele ficar até a gente ver o que dá pra fazer. --Siiii! te amo, meu amor, finalmente vamos ser pais. E assim os dias foram passando, Pedrito ficou com a gente e quem mais ficava feliz era minha mulher. Minha relação com ele era mais distante, ele se agarrava mais à "mami" dele. Pedrito passou a dormir na nossa cama porque, segundo ele, tinha medo do escuro. Isso não me agradou nada, porque não transei mais com minha mulher nos meses seguintes. Além disso, ele dormia no meio, era muito inquieto à noite, sempre se agarrava na minha esposa. Quando eu acordava, via que estavam dormindo de conchinha (ele colado na minha esposa por trás), com uma mão no peito dela e aquela ereção estranha enfiada na bunda da minha mulher. Ela via ele como um menino, e eu também, mas mesmo assim a situação me parecia desconfortável.
Já tinha passado um tempo e eu quis procurar uma escola para ele. Pedrito nos disse que se sentia doente e queria ficar em casa. Minha mulher ficou para cuidar dele e eu fui. Como já era meio do ano, não tinha vaga nenhuma. Quando cheguei em casa, não encontrei a Vero nem o Pedrito em lugar nenhum, até que ouvi a voz da minha mulher no banheiro.
--Parece que está aqui.
--Não fez barulho nenhum, mami, continua se mexendo.
Será que ouvi direito? Depois disso, o chuveiro ligou e a Vero gritou que estava dando banho no Pedrito. Esses banhos no Pedrito viraram rotina, duravam no mínimo uma hora. Já estava achando tudo muito estranho. Dava para ver como ele olhava para a "mãe" dele, quase devorando ela com os olhos. Quando brincavam, ele apalpava ela toda e ela só ria. Mas tudo isso parecia nada comparado a não transar com minha mulher há 4 meses. Eu estava puto e por isso ignorava as coisas estranhas que via.
Vero, Pedrito e eu fomos ao parque dar um passeio. Enquanto caminhávamos, vi que um mendigo olhava demais para a gente. Pensei que ele estava olhando o corpo da minha esposa, como era de costume na rua, mas o olhar dele estava fixo no Pedrito. Falei para a Vero que era melhor irmos para outro lugar.
Já eram 5 meses sem transar e briguei feio com a Vero. Foi a primeira vez que Nós brigávamos.
—Faz 5 meses que a gente não transa!! É hora do Pedrinho ir dormir na cama dele.
—Não é possível que você se importe mais em transar do que cuidar do seu filho! Ele tem medo do escuro.
—A gente pode ir pra um hotel ou algo assim, mas não aguento mais.
—E onde a gente deixa o nosso filho? Viu que você não pensa? Segura a onda e pronto.
—Mamãe, tô com medo — disse Pedrinho.
Nisso, Pedrinho chega correndo e abraça a "mamãe", enfiando o rosto na entreperna da minha mulher, e as mãos dele agarravam as nádegas dela (ele não passava da cintura dela).
—Vou dar uma volta — falei pra ela.
Consegui ver que ele sorria pra mim enquanto massageava uma das nádegas da Vero.
Caminhei até o parque pra pensar no que fazer com a minha situação. Um amigo me ligou no celular me convidando pra uma reunião da escola hoje mesmo. Falei que iria. Liguei pra casa pra avisar, e minha mulher disse que tudo bem, com uma voz meio ofegante. Caminhei e ouvi um mendigo:
—Você é o pai do neguinho, né? hahaha — ele falou, deitado no chão.
—Como é que é, senhor?
—Que se você é o que veio aqui outra vez, o que tinha uma esposa bem bunduda hehehe e um "menino" preto — ele falou "menino" de um jeito sarcástico.
—Sim, senhor, mas como sabe disso? Quem é você?
—Você o encontrou perto do orfanato, né?
—Me diga quem é você, não vou contar nada! Como é que sabe tudo isso? — eu já tava assustado com tudo que ele dizia.
—Estive te seguindo, corno hehe, queria ver se era ele mesmo, e tenho certeza que é.
—Do que você tá falando?
—Do seu filho, pedaço de corno haha, aquele não é uma criança, idiota, tem 49 anos. Conheci o anão na cadeia. Ele se faz de criança pra roubar tudo dos idiotas que acreditam nele, e acredite, são poucos que caem hahaha. E se a mãe é gostosa, ele mete umas fodas bem dadas, igual deve estar fazendo agora com aquele par de bundões que você tem em casa hehe.
—Você tá mentindo, pedaço de doente — falei confuso e com medo.
—Com certeza já viu o pau dele, né? haha embora sua mulherzinha deva ver mais, hehe. Pois é, se não acredita em mim, olha essa foto aqui. — Não pode ser — vi a foto e era ele, até tinha um pouco de barba, de verdade era ele!. — Kkkk, viu só, corno? Vai pra casa e expulsa ele na porrada, com certeza ele tá comendo sua mulher. — Por que o senhor me ajuda? — perguntei com lágrimas caindo dos meus olhos. — Porque o bastardo deixei ele morar na minha casa quando saiu da prisão, e o desgraçado roubou minhas economias e engravidou minha filha. Vai pra casa e, se puder, mata ele, kkkk. Saí correndo pra casa, quando cheguei estava com medo, mas queria tirar a dúvida. Entrei bem quieto, na esperança de encontrá-los comendo ou vendo TV, mas não. A única coisa que se ouvia eram gemidos de mulher. Caminhei até o quarto e, de fato, vi o que tanto temia: minha mulher de quatro, com o velho anão preto atrás das nádegas brancas dela, segurando firme na cintura dela, metendo como um filho da puta. Os gemidos e gritos que ela dava eu ouvia claramente. — Assim, Pedro! Mais forte! Mais firme!!! Ai, meu Deus! Deus!!! — Você gosta de levar no cu, vagabunda!!!? — Adoro!!! — Kkkkk, já sabia, puta! Desde a primeira vez que te vi, percebi o quanto você era boa de pica, kkkkk!!!! — Sim, Pedro, adoro a vara!!! — Então se prepara, puta!! Porque logo, muito em breve, você vai ficar grávida, e com o dinheiro que vamos roubar do corno do Fernandito, vamos morar juntos e vou te fazer 8 filhos, kkkk!!! Vou ficar com tudo que ele tem: o dinheiro dele, o carro dele e a mulher dele!!! Kkkkk!!! Ele ria de novo antes das palavras de baixo calão que deixavam claro como as coisas seriam dali em diante, e então disse: — Diz que me ama, puta!!! — perguntou o anão preto pra minha mulher, que naquele momento levou uma série de palmadas ferozes que ele deu, tendo aquela bunda enorme à disposição: Plaft!!, plaaft!!!, plaaaft!!!, ecoavam sem parar. — Siiim Pedrooooo!!!!, eu só amo Vocêêêê!! Ohhhh Deus Deuss!!! Que gostoso como você me enrabixa Nenêeee e como é grande a sua pirocassssss!!!! Já não aguentei mais ver aquela cena nojenta, eles me viram, quis bater naquele preto anão filho da puta, mas ela se meteu no meio, mandou o preto sair pra gente poder conversar mais tranquilo, e ele saiu com uma risada debochada e aquela pica gigante de pelo menos 24 cm dura balançando de um lado pro outro. Ele me disse que depois de um mês descobriu tudo, eles transaram e ela se sentiu horrível porque achou que tinha abusado de um menino, depois contou tudo pra ele, se ela quisesse ficava ou ia embora, mas ele já se sentia sortudo por ter comido ela, e ela escolheu ficar. Já se passaram 5 anos disso tudo, ela vendeu todas as nossas coisas e foi morar com ele, psicologicamente eu fiquei fudido depois disso tudo, passei todos esses anos procurando a casa dele até que encontrei, eles têm 3 filhos e mais um a caminho, todo dia eu espio eles, até já tive coragem de chegar perto da janela dele de noite e ver como eles tão comendo minha Verito.
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