A notícia não caiu bem na família dela, porque a Katherine era uma garota nova, que teria que largar os estudos e dar uma guinada de 180 graus na vida. Eu tava quase terminando meus estudos, mas isso não garantia que ia arrumar um trampo foda. O que eu tinha até então não dava pra bancar uma casa, então ia ter que começar a catar outro.
Mas apesar do desconforto e da rejeição da família, tanto os pais quanto os irmãos dela tiveram que aceitar a situação. O único apoio que eu tinha, além da Katherine, era o do Camilo, que era meu amigo e confiava em mim. Com o resto da família dela, ia ser um pouco mais difícil.
Com a chegada do fim de ano, vieram os planos de passar com a família de um e do outro. A gente passaria o Natal com a minha família, enquanto o réveillon a gente passaria com a dele.
Naquela época, a Katherine já estava com uns seis meses de gravidez. A silhueta esbelta dela tinha se deformado um pouco. Pra mim, ela ainda continuava gostosa e sensual, mas o que eu não aguentava naquela época era o jeito dela, que tinha virado o de uma mulher autoritária, dominadora, irritada e mandona.
Era evidente o desgaste como casal, tinha acabado a fase que eu chamava de "50 gozadas bem dadas". Agora era mais obrigação e compromisso do que qualquer outra coisa.
O Natal a gente passou, como eu falei antes, com a minha família, aqui em Bogotá. Foi uma noite bem normal, apesar da nova convidada no jantar de família. Meus pais, naquela época, não viam com bons olhos o rumo que minha vida tinha tomado, mas não podiam fazer nada. Então, naquela noite, eles deixaram de lado qualquer incômodo que minha namorada e toda a situação ao redor pudessem causar.
O fim de ano a gente passou com a família dela no povoado de onde eles são originários, mas isso é um detalhe besta, então não vejo por que ficar falando qual é.
Cheguei lá com meu melhor sorriso e atitude, mas logo de cara peguei a hostilidade da Diana e do pai dela. Os outros membros da família foram me aceitando aos poucos.
Naquela noite, a de réveillon, fizemos uma fogueira nos fundos da casa, que era tipo um quintal com horta. Lá, depois do jantar, bebemos e contamos histórias ao redor do fogo.
Katherine não podia beber por causa da gravidez, então foi uma das primeiras a ir dormir. Eu tava me divertindo pra caralho, então falei pra ela que mais tarde ia encontrá-la na cama.
Fazia um tempão que eu não tinha uma conversa tão tranquila com o Camilo.
Os pais dela foram os próximos a ir dormir, então ficamos só eu, o Camilo, a Diana, a Alexandra e o namorado dela. Bebida tinha de sobra, então dava pra ver que a conversa ia se estender por um bom tempo.
Naquela noite, tive a sorte de ter uma resistência foda ao álcool. Não sei se era o calor ou o que tinha comido antes de começar a beber, mas o fato é que tive a sorte de não me perder numa bebedeira. E digo sorte porque no final tirei proveito dessa situação.
Devo avisar que, desde o começo, fui calculista, e não foi só questão de resistir ao álcool, mas de achar os momentos certos pra fingir que tava bebendo junto com os outros, sem realmente beber. Minha ideia era ficar mais sóbrio que eles, porque se eu sucumbisse aos efeitos da bebida, meus planos não iam dar certo.
Meu plano era meio doido. Tinha me vindo à cabeça só de sentar pra compartilhar com a família da minha namorada. Queria comer a Diana. Naquela noite, ela tava usando um vestido preto, bem curtinho e extremamente justo no corpo. O pano escasso do vestido me deixou admirar as pernas dela em todo o esplendor. Eram grossas, fortes, bem torneadas; a pele dela era lisa, limpa, delicada e muito branca. Ao mesmo tempo, o vestido apertado mostrava a figura esbelta e gostosa dela, a largura do quadril, a cintura bem definida e curvada, os peitos grandes, que ainda por cima estavam cobertos só pelo tecido do vestido.
E digo que era loucura pensar em comer ela porque não sabia como ia fazer, entendendo que tava no meio da família toda dela, que ao mesmo tempo era a da minha namorada; considerando que eu não era lá muito querido pela Diana, e ainda por cima o risco enorme de conseguir mas ser pego no flagra.
De qualquer forma, foi algo que eu me propus e que me obcecou, não cogitava deixar passar a oportunidade de possuir ela depois daquelas horas vendo ela naquele vestido que exaltava a sensualidade dela. A isso tenho que somar que durante o tempo que ficamos lá, sentados ao redor da fogueira, foram várias as vezes que ela cruzou as pernas, me deixando fantasiar uma e outra vez com o tesouro que ela guardava entre elas.
Como eu disse antes, a Katherine foi a primeira a ir dormir. Depois os pais dela foram. O próximo foi o Camilo, que tinha bebido pra caralho e os efeitos já eram visíveis. Eu levei ele pro quarto, deitei ele e voltei pra fogueira.
Depois foram Alexandra e o namorado dela que anunciaram que iam dormir, e com isso chegou o fim da noitada, porque nem Diana nem eu íamos ficar lá bebendo os dois sozinhos.
Porém, quando a Diana foi se levantar pra ir pro quarto dela, o álcool bateu e ela acabou caindo com tudo no chão. A Alexandra me pediu um favor pra levar ela até o quarto, porque ela tava muito bêbada e precisava de ajuda.
Eu vi minha oportunidade servida numa bandeja de prata e topei de boa acompanhar a mocinha toda bebada até os aposentos dela.
Ela passou um dos braços por cima dos meus ombros, na posição clássica de carregar bêbados, enquanto eu a envolvia com um braço pela cintura. Só de sentir a carne dela, medir a cintura e sentir a barriga, já tive uma ereção inevitável. Mas tudo bem, não tinha problema, porque não tinha mais ninguém ali e ela estava muito bêbada pra perceber.
No caminho pro quarto dela, a Diana tava resmungando como eu era um merda, mesmo dizendo que tava grata pelo que eu tava fazendo: levar ela pro quarto. Eu fiquei caladão, ouvindo as maluquices de bêbada dela e pensando na surra de buceta que eu ia dar nela.
Ao entrar no quarto dela, joguei ela na cama e dei uns passos pra trás pra fechar a porta.
O corpo dela ficou estirado ali no colchão. Ela apagou ali quase inconsciente, no começo só abriu a boca pra dizer o quanto tava tonta, mas uns minutos depois caiu num sono profundo.
Eu levantei levemente o vestido dela. O suficiente pra deixar toda a região do púbis dela exposta. Comecei a apalpar ela por cima da calcinha, enquanto ficava de olho na cara dela o tempo todo. Queria saber se ela tava dormindo e, se não tivesse, ver qual seria a reação dela ao perceber que eu tava tocando ela.
Continuei acariciando suas coxas grossas, arranhando levemente a parte interna delas. Depois, voltei a apalpar a buceta dela por cima da calcinha, mas dessa vez fiquei tão empolgado que acabei enfiando um dos meus dedos, ainda sem tirar a calcinha; ou seja, tava enfiando um pedaço da calcinha dela dentro da pussy.
Ela continuava dormindo, mas a buceta dela parecia saber tudo que tava rolando. Rapidinho esquentou e ficou molhada, embora eu tenha que dizer que nesse quesito ela perdia pra Katherine, porque a buceta dela tava longe de ter a mesma capacidade de lubrificação.
Com muito cuidado e com bastante paciência e calma, fui descendo a calcinha dela. Deixei na altura dos joelhos pra finalmente ficar cara a cara com a buceta dela. Era espetacular, porque não tinha um matagal de pelo tampando, mas também não estava depilada por completo; estava só coberta por uns pelinhos curtos, curtos o suficiente pra deixar ver a forma e o rosa intenso daquela buceta linda.
Comecei a tocá-la devagar, sempre de olho pra ver se ela ainda tava dormindo ou não. Ela reagiu se remexendo de leve, com uns gemidinhos baixos, mas os olhos continuavam fechados. Era como se fosse um sonho molhado.
Pouco a pouco fui ganhando confiança, o que fez com que minhas mãos e meus dedos se movessem cada vez mais rápido e com mais fúria. Ela continuava sem expressar nenhuma reação consciente.
Já não era um, mas dois os dedos que exploravam o interior da buceta dela. Tentei fazer com um certo cuidado, apesar do meu tesão enorme. Quando tirei eles de lá, saíram encharcados, cobertos por uma boa quantidade dos fluidos dela.
Aí eu parti pra dar aquela merecida sessão de linguada nela. Sabia que isso significava não poder mais vigiar as reações dela, mas nessa altura já não tava nem aí pra nada, então me abaixei e enfiei a cara entre as pernas dela. Passei meus lábios e minha língua pela buceta dela enquanto usava as mãos pra abrir mais as pernas e também pra acariciá-las.
De repente ela começou a empurrar minha cabeça pra baixo. Eu não conseguia ver se ela tinha acordado ou se era mais uma daquelas reações dela no meio de um sonho molhado, mas no fim das contas não me importei, porque independente de qual dos dois cenários fosse, era óbvio que ela tava adorando.
Quando levantei a cabeça, meu queixo estava encharcado com os fluidos dela. Ela continuava se contorcendo mesmo depois que eu parei de tocar.
Baixei a calça rapidamente e, sem hesitar, meti nela. De novo tentando ser suave e devagar, porque não queria acordar ela, nem fazer barulho que pudesse acordar mais alguém na casa.
Claro que o desejo de ser cauteloso durou uns míseros minutos, porque foi inevitável eu partir pra uma penetração forte, num movimento mais bruto e raivoso.
Ela acordou, agora era fato, porque seus olhos estavam abertos. Mas não houve nenhum tipo de reprovação ao que eu fazia, só um olhar cúmplice que me pedia para não parar, que implorava para eu meter cada vez mais forte.
Foi assim que eu fiz. Agarrei firme as pernas dela, me firmei no chão, e comecei a puxar e empurrar ela do meu jeito.
Os gemidos dela foram se transformando em gemidos mais altos, que eu só consegui calar com beijos e colocando minha mão sobre a boca dela. Ela queria fazer barulho, e lambia a palma da minha mão, tentando me fazer cócegas para que eu tirasse a mão.
Já com o aval dela, abaixei a parte de cima do vestido, deixando os peitos dela expostos. Finalmente, depois de tantos anos fantasiando com eles, de tanto tempo imaginando, pude vê-los. Eram de bom tamanho, naturais e decorados por um mamilo rosa lindo e delicado. Mamilo que, uma vez exposto, dificilmente saiu da minha boca.
Apertei elas, espremi, até bati de leve, e no fim serviram pra receber a porrada de porra que eu tinha guardado pra essa mina.
Ela apagou na hora. Não deu tempo pra conversa, reflexão nem nada do tipo, só foi derrotada mais uma vez pelo estado de embriaguez. Aproveitei pra tirar de vez a calcinha fio dental dela, aquela ia ser minha lembrança pra guardar pela eternidade.
Saí silenciosamente do quarto dela e fui pro meu, onde a Katherine me esperava num sono profundo. Antes de deitar, fui no banheiro lavar o rosto, porque o cheiro forte de buceta podia me entregar.
No dia seguinte, fiquei com medo de que alguém tivesse nos escutado, ou que a Diana abrisse a boca. Felizmente pra mim, isso não aconteceu. Ninguém nos ouviu, e a Diana não falou nada; aliás, acho que nem lembrava, porque o tratamento dela comigo voltou a ser como sempre foi; não teve comentário nenhum, pedido de segredo, ameaça, nem nada.
De qualquer forma, o fim do meu relacionamento com a Katherine ia chegar logo. Não porque ela tinha descoberto aquela noite de réveillon com a Diana, mas porque eu descobri que ela também tinha me traído. Mais ainda, fez isso já estando grávida e com um dos meus amigos, mas isso é uma história que merece ser contada em outro relato.
Mas apesar do desconforto e da rejeição da família, tanto os pais quanto os irmãos dela tiveram que aceitar a situação. O único apoio que eu tinha, além da Katherine, era o do Camilo, que era meu amigo e confiava em mim. Com o resto da família dela, ia ser um pouco mais difícil.
Com a chegada do fim de ano, vieram os planos de passar com a família de um e do outro. A gente passaria o Natal com a minha família, enquanto o réveillon a gente passaria com a dele.
Naquela época, a Katherine já estava com uns seis meses de gravidez. A silhueta esbelta dela tinha se deformado um pouco. Pra mim, ela ainda continuava gostosa e sensual, mas o que eu não aguentava naquela época era o jeito dela, que tinha virado o de uma mulher autoritária, dominadora, irritada e mandona.
Era evidente o desgaste como casal, tinha acabado a fase que eu chamava de "50 gozadas bem dadas". Agora era mais obrigação e compromisso do que qualquer outra coisa.
O Natal a gente passou, como eu falei antes, com a minha família, aqui em Bogotá. Foi uma noite bem normal, apesar da nova convidada no jantar de família. Meus pais, naquela época, não viam com bons olhos o rumo que minha vida tinha tomado, mas não podiam fazer nada. Então, naquela noite, eles deixaram de lado qualquer incômodo que minha namorada e toda a situação ao redor pudessem causar.
O fim de ano a gente passou com a família dela no povoado de onde eles são originários, mas isso é um detalhe besta, então não vejo por que ficar falando qual é.
Cheguei lá com meu melhor sorriso e atitude, mas logo de cara peguei a hostilidade da Diana e do pai dela. Os outros membros da família foram me aceitando aos poucos.
Naquela noite, a de réveillon, fizemos uma fogueira nos fundos da casa, que era tipo um quintal com horta. Lá, depois do jantar, bebemos e contamos histórias ao redor do fogo.
Katherine não podia beber por causa da gravidez, então foi uma das primeiras a ir dormir. Eu tava me divertindo pra caralho, então falei pra ela que mais tarde ia encontrá-la na cama.
Fazia um tempão que eu não tinha uma conversa tão tranquila com o Camilo.
Os pais dela foram os próximos a ir dormir, então ficamos só eu, o Camilo, a Diana, a Alexandra e o namorado dela. Bebida tinha de sobra, então dava pra ver que a conversa ia se estender por um bom tempo.
Naquela noite, tive a sorte de ter uma resistência foda ao álcool. Não sei se era o calor ou o que tinha comido antes de começar a beber, mas o fato é que tive a sorte de não me perder numa bebedeira. E digo sorte porque no final tirei proveito dessa situação.
Devo avisar que, desde o começo, fui calculista, e não foi só questão de resistir ao álcool, mas de achar os momentos certos pra fingir que tava bebendo junto com os outros, sem realmente beber. Minha ideia era ficar mais sóbrio que eles, porque se eu sucumbisse aos efeitos da bebida, meus planos não iam dar certo.
Meu plano era meio doido. Tinha me vindo à cabeça só de sentar pra compartilhar com a família da minha namorada. Queria comer a Diana. Naquela noite, ela tava usando um vestido preto, bem curtinho e extremamente justo no corpo. O pano escasso do vestido me deixou admirar as pernas dela em todo o esplendor. Eram grossas, fortes, bem torneadas; a pele dela era lisa, limpa, delicada e muito branca. Ao mesmo tempo, o vestido apertado mostrava a figura esbelta e gostosa dela, a largura do quadril, a cintura bem definida e curvada, os peitos grandes, que ainda por cima estavam cobertos só pelo tecido do vestido.
E digo que era loucura pensar em comer ela porque não sabia como ia fazer, entendendo que tava no meio da família toda dela, que ao mesmo tempo era a da minha namorada; considerando que eu não era lá muito querido pela Diana, e ainda por cima o risco enorme de conseguir mas ser pego no flagra.
De qualquer forma, foi algo que eu me propus e que me obcecou, não cogitava deixar passar a oportunidade de possuir ela depois daquelas horas vendo ela naquele vestido que exaltava a sensualidade dela. A isso tenho que somar que durante o tempo que ficamos lá, sentados ao redor da fogueira, foram várias as vezes que ela cruzou as pernas, me deixando fantasiar uma e outra vez com o tesouro que ela guardava entre elas.
Como eu disse antes, a Katherine foi a primeira a ir dormir. Depois os pais dela foram. O próximo foi o Camilo, que tinha bebido pra caralho e os efeitos já eram visíveis. Eu levei ele pro quarto, deitei ele e voltei pra fogueira.
Depois foram Alexandra e o namorado dela que anunciaram que iam dormir, e com isso chegou o fim da noitada, porque nem Diana nem eu íamos ficar lá bebendo os dois sozinhos.
Porém, quando a Diana foi se levantar pra ir pro quarto dela, o álcool bateu e ela acabou caindo com tudo no chão. A Alexandra me pediu um favor pra levar ela até o quarto, porque ela tava muito bêbada e precisava de ajuda.
Eu vi minha oportunidade servida numa bandeja de prata e topei de boa acompanhar a mocinha toda bebada até os aposentos dela.
Ela passou um dos braços por cima dos meus ombros, na posição clássica de carregar bêbados, enquanto eu a envolvia com um braço pela cintura. Só de sentir a carne dela, medir a cintura e sentir a barriga, já tive uma ereção inevitável. Mas tudo bem, não tinha problema, porque não tinha mais ninguém ali e ela estava muito bêbada pra perceber.
No caminho pro quarto dela, a Diana tava resmungando como eu era um merda, mesmo dizendo que tava grata pelo que eu tava fazendo: levar ela pro quarto. Eu fiquei caladão, ouvindo as maluquices de bêbada dela e pensando na surra de buceta que eu ia dar nela.
Ao entrar no quarto dela, joguei ela na cama e dei uns passos pra trás pra fechar a porta.
O corpo dela ficou estirado ali no colchão. Ela apagou ali quase inconsciente, no começo só abriu a boca pra dizer o quanto tava tonta, mas uns minutos depois caiu num sono profundo.
Eu levantei levemente o vestido dela. O suficiente pra deixar toda a região do púbis dela exposta. Comecei a apalpar ela por cima da calcinha, enquanto ficava de olho na cara dela o tempo todo. Queria saber se ela tava dormindo e, se não tivesse, ver qual seria a reação dela ao perceber que eu tava tocando ela.
Continuei acariciando suas coxas grossas, arranhando levemente a parte interna delas. Depois, voltei a apalpar a buceta dela por cima da calcinha, mas dessa vez fiquei tão empolgado que acabei enfiando um dos meus dedos, ainda sem tirar a calcinha; ou seja, tava enfiando um pedaço da calcinha dela dentro da pussy.
Ela continuava dormindo, mas a buceta dela parecia saber tudo que tava rolando. Rapidinho esquentou e ficou molhada, embora eu tenha que dizer que nesse quesito ela perdia pra Katherine, porque a buceta dela tava longe de ter a mesma capacidade de lubrificação.
Com muito cuidado e com bastante paciência e calma, fui descendo a calcinha dela. Deixei na altura dos joelhos pra finalmente ficar cara a cara com a buceta dela. Era espetacular, porque não tinha um matagal de pelo tampando, mas também não estava depilada por completo; estava só coberta por uns pelinhos curtos, curtos o suficiente pra deixar ver a forma e o rosa intenso daquela buceta linda.
Comecei a tocá-la devagar, sempre de olho pra ver se ela ainda tava dormindo ou não. Ela reagiu se remexendo de leve, com uns gemidinhos baixos, mas os olhos continuavam fechados. Era como se fosse um sonho molhado.
Pouco a pouco fui ganhando confiança, o que fez com que minhas mãos e meus dedos se movessem cada vez mais rápido e com mais fúria. Ela continuava sem expressar nenhuma reação consciente.
Já não era um, mas dois os dedos que exploravam o interior da buceta dela. Tentei fazer com um certo cuidado, apesar do meu tesão enorme. Quando tirei eles de lá, saíram encharcados, cobertos por uma boa quantidade dos fluidos dela.
Aí eu parti pra dar aquela merecida sessão de linguada nela. Sabia que isso significava não poder mais vigiar as reações dela, mas nessa altura já não tava nem aí pra nada, então me abaixei e enfiei a cara entre as pernas dela. Passei meus lábios e minha língua pela buceta dela enquanto usava as mãos pra abrir mais as pernas e também pra acariciá-las.
De repente ela começou a empurrar minha cabeça pra baixo. Eu não conseguia ver se ela tinha acordado ou se era mais uma daquelas reações dela no meio de um sonho molhado, mas no fim das contas não me importei, porque independente de qual dos dois cenários fosse, era óbvio que ela tava adorando.
Quando levantei a cabeça, meu queixo estava encharcado com os fluidos dela. Ela continuava se contorcendo mesmo depois que eu parei de tocar.
Baixei a calça rapidamente e, sem hesitar, meti nela. De novo tentando ser suave e devagar, porque não queria acordar ela, nem fazer barulho que pudesse acordar mais alguém na casa.
Claro que o desejo de ser cauteloso durou uns míseros minutos, porque foi inevitável eu partir pra uma penetração forte, num movimento mais bruto e raivoso.
Ela acordou, agora era fato, porque seus olhos estavam abertos. Mas não houve nenhum tipo de reprovação ao que eu fazia, só um olhar cúmplice que me pedia para não parar, que implorava para eu meter cada vez mais forte.
Foi assim que eu fiz. Agarrei firme as pernas dela, me firmei no chão, e comecei a puxar e empurrar ela do meu jeito.
Os gemidos dela foram se transformando em gemidos mais altos, que eu só consegui calar com beijos e colocando minha mão sobre a boca dela. Ela queria fazer barulho, e lambia a palma da minha mão, tentando me fazer cócegas para que eu tirasse a mão.
Já com o aval dela, abaixei a parte de cima do vestido, deixando os peitos dela expostos. Finalmente, depois de tantos anos fantasiando com eles, de tanto tempo imaginando, pude vê-los. Eram de bom tamanho, naturais e decorados por um mamilo rosa lindo e delicado. Mamilo que, uma vez exposto, dificilmente saiu da minha boca.
Apertei elas, espremi, até bati de leve, e no fim serviram pra receber a porrada de porra que eu tinha guardado pra essa mina.
Ela apagou na hora. Não deu tempo pra conversa, reflexão nem nada do tipo, só foi derrotada mais uma vez pelo estado de embriaguez. Aproveitei pra tirar de vez a calcinha fio dental dela, aquela ia ser minha lembrança pra guardar pela eternidade.
Saí silenciosamente do quarto dela e fui pro meu, onde a Katherine me esperava num sono profundo. Antes de deitar, fui no banheiro lavar o rosto, porque o cheiro forte de buceta podia me entregar.
No dia seguinte, fiquei com medo de que alguém tivesse nos escutado, ou que a Diana abrisse a boca. Felizmente pra mim, isso não aconteceu. Ninguém nos ouviu, e a Diana não falou nada; aliás, acho que nem lembrava, porque o tratamento dela comigo voltou a ser como sempre foi; não teve comentário nenhum, pedido de segredo, ameaça, nem nada.
De qualquer forma, o fim do meu relacionamento com a Katherine ia chegar logo. Não porque ela tinha descoberto aquela noite de réveillon com a Diana, mas porque eu descobri que ela também tinha me traído. Mais ainda, fez isso já estando grávida e com um dos meus amigos, mas isso é uma história que merece ser contada em outro relato.
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