A família do Carlos se mudou pra uma casa nova, o apartamento antigo era meio apertado e já estavam se sentindo sufocados, então, depois de verem uma casa geminada que gostaram, compraram e não demoraram pra se mudar pra lá.
A casa era grande, com dois banheiros e quatro quartos, deixaram o mais iluminado pra ser o escritório do pai e os dois irmãos ficaram em dois quartos contíguos, idênticos, assim, disse a mãe, não vão brigar.
Foi quando a Cláudia abriu o armário que viu que era grande, o que era ótimo pra toda a roupa dela, então percebeu que tinha uma espécie de tábua na parede do fundo, encostada no chão. Quando se aproximou, ela se moveu pro lado e apareceu o irmão dela.
Parece que ninguém sabia por que, mas tinha um buraco que ligava os dois armários e que estava coberto por uma tábua. O pai disse que depois taparia, mas que por enquanto ia ficar assim.
Quanto ao Mario, tinha dezoito anos, era um garoto normal, já tinha tido uma namorada com quem terminou e não era feio nem gordo, então de vez em quando, se pintava algo, ele ficava com alguma garota e já tinha transado. Pra sorte dele, já tinha comido a maior puta da cidade e ela tinha feito o primeiro boquete nele. Ele sempre ia lembrar quando gozou na boca dela, enchendo aqueles lábios carnudos de porra, como ela sorriu gostosa e engoliu a lambança. Foi assim que ele escreveu no diário pessoal e privado dele, e naquelas páginas ele escreveu outras coisas que, se a família lesse, iam alucinar.
O Mario via que a irmã dele, Cláudia, de vinte e seis anos, não era nada feia fisicamente. Por obra da genética, ela tinha se desenvolvido cedo, tendo agora uns peitões grandes, não muito, mas eram generosos. Nas férias em família na praia, na piscina, no verão, quando ela usava uns decotes de tirar o fôlego, o Mario não conseguia evitar ficar um pouco excitado com aquela imagem. Não era culpa dele, e sim dos hormônios da adolescência. Além disso, muitos homens a Olhavam de lado, até familiares como o tio Ramón, porque, vamos combinar, a Claudia era uma gostosa, podia ter sido modelo, atriz, até entrar pro pornô ou se prostituir e teria ganhado uma grana preta.
Sem querer, aos quinze anos, o Mario já tinha sonhos eróticos com a própria irmã e logo se viu batendo punheta pensando naquele corpo e naquelas tetonas, que ele sonhava em ver, tocar e chupar.
No diário dele, escrevia tudo isso, torcendo pra irmã não ter a brilhante ideia de roubar e ler, embora confiasse nela e não acreditasse que fosse capaz, aliás, achava até que a Claudia nem sabia da existência do tal diário.
Naquela casa nova, escondeu o diário dentro do armário, debaixo de umas mochilas que não usava mais.
Chegou um dia em que tiveram que ficar sozinhos, a avó materna ficou doente, já tava bem velhinha, e os pais tiveram que ir e ficar na casa dela por dois dias inteiros. O Mario e a Claudia, claro, sabiam se virar sozinhos, então não teve problema.
Naquela tarde, o Mario foi pra academia, quando voltou tava excitado, sempre que fazia um esforço físico daquele, depois ia pro quarto e batia uma. Entrou em casa com pressa, a irmã tinha dito que ia sair com umas amigas, então ele achou que tava sozinho.
Abriu a porta do quarto de uma vez e a irmã dele levantou da cama, o diário caiu no chão.
O Mario encarou ela e depois olhou pro diário, ia gritar com ela, se enfurecer de raiva por ver que ela tinha violado a privacidade dele, mas viu que a Claudia tava arrumando a saia que usava, viu que ela tava despenteada e suada. Será que ela tava se masturbando com as histórias que ele tinha escrito ali?
— O que cê tá fazendo? — perguntou irritado — Isso é meu diário.
— Eu... Desculpa, maninho — disse a Claudia, vermelha que nem um tomate.
— Nem maninho nem porra nenhuma — disse o Mario — Por que cê pegou? Isso é uma coisa íntima.
— Desculpa, é que eu vi ele ali — disse a Claudia — E não consegui resistir.
— Tô puto pra caralho — disse o Mario — Vou contar pros pais. mamãe e papai.
—Não, isso não, por favor—disse Cláudia—Que eu quero ir num show e se me castigarem não vou poder ir, já tenho os ingressos.
—Tô nem aí.
—Ah, Mário—disse ela—Faço qualquer coisa, por favor.
Na cabeça de Mário passou a ideia louca de jogar ela na cama e fazer uma sacanagem, mas descartou, no entanto, sabia o que tinha visto, e disse:
—O que você tava lendo no diário, hein? Que você tava toda suada?
Cláudia ficou sem palavras, no fim, disse, tímida:
—Aquilo de... quando você comeu a Irene, quando gozou na boca dela.
Mário ficou ainda mais excitado, imaginou a irmã ali, lendo suas gozadas escritas e se masturbando. Se soubesse! Talvez tivesse entrado fazendo ainda menos barulho e visto ela ali, gemendo de tesão enquanto se tocava.
—Por favor, Mário—disse Cláudia—Não conta pra ninguém.
—Mas você vai ter que me recompensar de algum jeito—disse ele.
—Faço qualquer coisa.
E então Mário, tarado, com o pau duro dentro da calça, se jogou na piscina.
—Deita comigo—disse.
Cláudia olhou pra ele como se tivesse dito o pior insulto do mundo.
—O quê? Você é louco.
—Por que não?
—Porque sou sua irmã.
—E daí?
—Sua irmã de sangue, idiota.
—Então pra ler meu diário não te importava—disse ele—E quando leu aquilo, imaginou eu comendo? Ficou com tesão pelo seu irmão?
Cláudia não sabia como responder aquilo.
—Não vem me dizer que tá chocada—disse Mário—Que eu sei que você transa, e muito.
—Porco—disse ela—Não vou fazer isso.
Cláudia, de novo, ficou muda.
—No máximo, no máximo—disse—Te dou um abraço e dois beijos.
—Ha, nem fodendo—disse Mário—Eu quero te comer.
Cláudia ficou impressionada ao ouvir aquilo, que o próprio irmão quisesse comer ela ali, na cama dele, deixou ela ainda mais com tesão.
—Pelados—disse Mário—E a gente se esfrega e você faz uma punheta até eu gozar.
Mário não se reconhecia, mas não dava mais pra parar o que tinha começado, pelo menos até ouvir um não bem claro.
—De calcinha e sutiã —disse Cláudia—E a gente se toca, só o básico, é minha última oferta.
Mário olhou pra ela pensativo, os peitões dela marcavam por baixo da camisa e o pau dele, duro diante da possibilidade de sentir a pele nua da irmã, tava quase rasgando a calça de moletom, ele aceitou, sabia que não podia forçar muito a barra ou perderia tudo.
—Tá bom —disse ele.
Cláudia, de repente, ficou tímida, Mário, muito mais afim do que ela, tirou a camiseta, não tinha um corpo ruim, e Cláudia sabia disso, porque via.
—Tô suado, cê não vai ligar —disse ele.
—Melhor —ela deixou escapar, mas ficou tímida na hora.
Ela desabotoou a camisa devagar, sob o olhar atento do irmão, Mário quase alucinou quando viu o sutiã rosa claro, bem simples, que segurava como podia os peitões dela, mordeu o lábio se segurando, queria pegar e arrancar aquela peça, as tetonas da irmã eram algo que o obcecavam desde que reparou nela pela primeira vez.
Cláudia deixou a camisa cair no chão e olhou pra ele, entre tímida e excitada, Mário olhou nos olhos dela e depois desceu o olhar pros peitos dela.
—Minha nossa —disse ele quase sem conseguir falar.
—Cala a boca, bobo —ela riu nervosa.
—Tira a calça —ordenou ele.
Cláudia recebeu aquela ordem como uma submissa gostosa e desabotoou o botão, a calça dela era curta, de verão, Mário, quase sem perceber, levou a mão pro próprio volume, por cima da calça, e esfregou o caroço que era o pau dele endurecido.
Cláudia ficou só de lingerie e olhou pra ele, viu que ele tava se tocando, no começo não fez nada, tava um pouco excitada, pra não dizer demais, mas se conhecia e sabia que podia ficar ainda mais, se aproximou dele e apalpou o torso musculoso do garoto e depois a barriga dele.
Mário agarrou ela pela cintura e puxou pra perto, ela se deixou. era o trato, então ela tinha que ceder. Se abraçaram, suas peles se tocaram quentes e Mario, para sua surpresa, beijou seu pescoço, beijos lentos e firmes.
— Mnmm — ela deixou escapar.
— Vamos pra cama — ele disse — Deitar nela e ver no que dá.
— Valeu — disse Cláudia — Mas não vamos foder, hein?
— A gente vê.
Cláudia sentou na cama, apoiou os braços nela e olhou pra ele com um sorriso maroto. Mario observou enquanto ela tirava a calça do moletom. Os olhos de Cláudia foram direto pro pau por baixo da cueca, era um volume grande, e ela soube que ele tinha uma piroca enorme. Ela se mexeu de um jeito provocante pra fazer os peitos balançarem pra ele, e, de fato, os seios dela chacoalharam dentro do sutiã, pareciam querer escapar dali e, por uns segundos, Mario sentiu vontade de agarrar a peça e arrancá-la pra aquelas tetonas saírem balançando.
— Porra, é impressionante — ele disse.
A irmã dele sorriu com o elogio. Os peitos dela já tinham rendido boas gozadas, era o que ela usava pra seduzir e pegar homens pra transar.
Mario se aproximou dela e Cláudia recuou na cama até ficar deitada. Mario deslizou pro lado dela e ficou apoiado no cotovelo pra olhar pra ela.
— Só o combinado — ele disse — O que a gente conversou.
Ele levou a mão até a barriga nua dela, a pele era quente, parecia que ele tava massageando. Se inclinou sobre ela e beijou sua bochecha, depois enfiou o rosto no pescoço dela. Cláudia sentiu os beijos dele ali de novo, molhados e excitantes.
— Nem pense em me fazer um chupão — ela disse, mesmo assim.
— Eu sei — disse Mario — Não sou burro.
Tava claro que um chupão podia ser visto pelos pais deles, dando uma merda danada, mas Mario queria fazer um monte de coisas nela, embora naquele momento soubesse, pra sua tristeza, que não ia rolar. Mas um chupão, não.
Cláudia o envolveu com os braços enquanto gemidos escapavam da boca dela. Ela não se reconhecia, ali, com o irmão dela! Mas não tava nem aí, tava com tesão, não conseguia parar.
Ele tocava as coxas dela e a costas, seus corpos colados, ela sentia os peitos dela sob o sutiã contra o torso dele, Claudia enroscou a perna esquerda na do cara enquanto ele continuava beijando o pescoço dela várias vezes, chegou no ombro e puxou a alça do sutiã pra beijar.
—Ei—ela reclamou.
—Confia em mim—ele disse—Relaxa e aproveita.
—Mmmm, tá bom—ela hesitou, já que tudo tava começando a não importar mais pra ela.
Por uns minutos ele beijou o pescoço dela devagar enquanto acariciava a barriga e as coxas nuas e quentes dela, Claudia mordia o lábio gostoso, a buceta pulsava, mas não ia dar essa rola, ela sabia, não podia.
Mesmo que dentro dela algo tentasse convencê-la do contrário.
Mario desceu então pelo peito dela, em direção aos peitos.
—Ah, Mario—ela disse—Não faz loucura.
—Até onde eu posso te beijar—ele disse olhando pra ela, com os rostos bem perto um do outro.
Ela se afastou um pouco, ele não conseguia ficar parado, pensava que o que pegasse agora levaria, mesmo que tivesse que se desculpar, e começou a beijar o peito dela de novo, primeiro bem em cima, pra depois ir descendo, Claudia ficou parada, sentia a boca descendo pros seios dela, sem dúvida sabia que o irmão dela teria pegado e tocado e provado se ela não tivesse se proibido.
Quando o amante improvisado e proibido chegou no começo do decote dela, a linha que formava um peitão com o outro, ela soube que aquele era o limite.
—Tá bom—ela disse.
—Tá bom—ele disse.
E continuou beijando pelo permitido enquanto Claudia acariciava as costas e as pernas dele.
Os dois sabiam que iam ter que se segurar muito pra não fazer uma loucura e foder como uns loucos, a boca do Mario não só beijava como lambia em pequenas partes o peito dela, Claudia acariciava as costas e gemia alto, pra excitar e se excitar, e funcionava.
—Ah, que delícia—Mario disse—Que mulher incrível você é.
Claudia se remexia contra ele feito uma gata gostosa.
—O que eu faria com você—o garoto disse—Te foderia a noite toda.
—Ah, Mario —gemeu ela—, não me diga isso.
—Mas é a verdade.
Os dois suavam como dois cachorros no cio, ela sentia o cheiro de "macho" dele e ficava excitada, Mario lambeu o peito esquerdo dela, da borda até em cima.
—E o que mais você faria comigo? —perguntou ela—, o que mais?
—Eu queria comer essas tetonas que você tem —disse ele com a voz entrecortada—, saborear seus bicos, meter a pica até o fundo.
—Ah! Vem aqui, seu safado!
Ela puxou ele para perto, se moveram um contra o outro, de lado, sentindo seus corpos, "Petting", Claudia achava que se chamava, e adorava, mesmo que não fosse foda, porque sabia que não tinha nada como levar uma metida na buceta excitada.
—Mmmm —gemeu—, Ohoo.
Mario se afastou dela, para a surpresa dela, o olhar dele era de desejo.
—Deita em cima de mim —disse.
Ela fez sem pensar, porque queria fazer, e ao fazer sentiu o pau ereto por baixo da cueca dele, e Mario sentiu os peitos dela colados no peito dele, por baixo do sutiã rosa que ele tanto queria arrancar, junto com a calcinha, pra foder ela como merecia.
Tocou as costas dela e os dedos chegaram na costura da calcinha, Claudia se mexeu devagar, cadenciadamente, em cima dele, fazendo de novo petting, ele beijava os ombros dela, com as alças do sutiã abaixadas.
A calcinha tinha descido um pouco, deixando ver o começo da bunda roliça dela, então Claudia levou as mãos pra baixo e abaixou um pouco a cueca, queria meter as mãos dentro mas não tinha coragem.
—Posso tocar na sua bunda? —perguntou ele então.
Claudia olhou pra ele, as respirações se misturavam.
—O quê? —disse por fim—, claro que não.
—Alguma coisa você vai ter que deixar eu tocar —disse ele.
—Ué, claro —disse ela.
E riu brincalhona diante daquele pedido, então ele enfiou um pouco a mão por baixo da calcinha dela e sentiu um pouco da carne daquela bunda que tantas fantasias tinha despertado nele, Claudia se surpreendeu com aquilo, mas não disse nada.
Ficaram assim um tempo, se tocando e Se beijando, as mãos dele tocavam a cintura dela e subiam, os polegares roçavam a parte de baixo dos peitos por cima do tecido preto, ela sentiu mas permitiu, por algum motivo achou que aquilo era muito diferente de pegar no peito de verdade, ele pelado, e além disso aquele roçar a excitava, de repente sentiu vontade de que ele tocasse nos bicos dos peitos, eles eram largos e durinhos e ela adorava que os apertassem e chupassem mas, de novo, se conteve, não podia, nem devia, então ela se afastou, ele achou que a parte boa tinha acabado, que ela ia dizer que já chega.
Se olharam no rosto, os dois respirando pela boca, tarados, quentes igual os sexos deles, ela descabelada, com as alças do sutiã caídas e a calcinha molhada, sorriu, ele devolveu o sorriso, os dois estavam no jogo íntimo e sexual deles, incestuoso e tabu... Que divertido e excitante!
— Toca — disse Mário.
Ela olhou pro torso dele e pro pau duro por baixo do tecido.
— Como?
— Pode tocar na minha rola, se quiser — falou ele.
— O quê? — disse Cláudia contrariada com aquelas palavras — Ah, não, não.
Mas no fundo queria pegar naquele volume e até meter a mão dentro e acariciar com vontade.
— Sei lá... — disse, indecisa.
— Se fosse por mim, tava te comendo agora mesmo — falou Mário — Então...
Cláudia não fez nada no começo, Mário acariciava as costas dela, deitado de barriga pra cima, com a mão esquerda, por um momento pensou em se jogar e desabotoar o sutiã dele, ver o que acontecia, sem dúvida os peitões dela iam ficar de fora, os seios soltos, brancos e deliciosos, mas se conteve, queria ir devagar pra ver se conseguia por um caminho menos traiçoeiro.
Cláudia levou os dedos até o volume, as pontas dos dedos acariciaram o tecido, sentindo a dureza do pau por baixo, Mário gemeu.
— Ah, sim — disse — Vai, é pra você, é seu.
Inclinou ela pra si e começou, de novo, a beijar o peito dela, dessa vez não respeitou o limite que ela tinha imposto e os beijos e chupões foram até onde começava o tecido, ele chupava a pele com os lábios, puxando-a, enfiava o rosto entre os peitos. Claudia estremecia de prazer, tocava a pica por cima do tecido, agora sem nenhuma timidez, as pernas dos dois estavam entrelaçadas.
E, de repente, ela se afastou.
— O que foi? — perguntou ele — Não tá gostando?
— Já deu, já deu — disse ela — Não vamos continuar com isso, já cumpri minha parte com você, acabou.
Ela saiu da cama, e ao fazer isso, os peitos dela passaram por cima do rosto dele.
Mario sabia que não podia forçar a barra, o trato era o trato.
— Tá bom — disse ele — Se é o que você quer.
Ela olhou pra ele, de pé, pegou o vestido, fazia força pra não ir e se sentar naquela pica e enfiar ela até o fundo, mas eram irmãos e não podiam.
— Espero que tenha gostado — disse ela — Porque não vai acontecer de novo.
Ela se virou pra sair, antes disso virou a cabeça e viu que Mario tava olhando pra ela, ele tinha o pau de fora e se masturbava, ela saiu dali, mas a visão daquela pica a excitou, cheia de veias, grossa, e olha que ela só tinha visto por uns segundos...
Correndo, foi pro quarto dela, se jogou na cama e começou a se tocar, precisava gozar o mais rápido possível.
Ela tirou o sutiã e a calcinha e se tocou nos peitos, nos bicos, eles estavam manchados de saliva do irmão dela e isso a excitava, também o cheiro da mão dele, cheirava a pica, a sexo.
Ela começou a gemer e então ouviu o Mario gemendo, porque os quartos eram colados, e o som passava perfeitamente pela madeira do armário.
— Ah, Claudia — gritava Mario, sabendo que estavam sozinhos — foi foda, vou bater uma pensando nisso por um mês.
— Não fala isso — gritou Claudia — Ah, Ah.
Os dois gemiam alto enquanto se masturbavam, Claudia pensou que aquilo era errado, mas já era tarde, o irmão dela era um homem e ela tinha ficado excitada com ele, e depois de tudo aquilo não era como foder. Ou era?
— Ah, porra, vou gozar — disse Mario de repente.
Claudia ficou excitada como nunca, com a imagem do Pau duro e o corpo suado e gostoso do irmão dela, ainda sentindo os beijos dele no pescoço e nos peitos dela.
— Ah, sim, tô chegando, já tô chegando.
E os dois gritaram quando gozaram, o líquido da Claudia sujou as coxas dela, a cama dela, enquanto os dedos dele entravam e saíam rápido e a outra mão apertava os peitos dela com força, porque um pouco de dor excitava ela. Mario soltou todo o esperma dele pensando no corpo delicioso da irmã.
Depois ele ficou deitado, exausto, ela também, quase sem força pra se mexer.
Depois, Claudia pensou em como seria viver com o irmão, talvez fosse estranho, afinal eles tinham quase transado, e se ele não tivesse se segurado, teriam feito, mas quando ela saiu do chuveiro viu que Mario entrava pra tomar banho também, e quando ele saiu agiu como se nada tivesse acontecido, e ela fez o mesmo, não se falou nem do diário nem da compensação.
A casa era grande, com dois banheiros e quatro quartos, deixaram o mais iluminado pra ser o escritório do pai e os dois irmãos ficaram em dois quartos contíguos, idênticos, assim, disse a mãe, não vão brigar.
Foi quando a Cláudia abriu o armário que viu que era grande, o que era ótimo pra toda a roupa dela, então percebeu que tinha uma espécie de tábua na parede do fundo, encostada no chão. Quando se aproximou, ela se moveu pro lado e apareceu o irmão dela.
Parece que ninguém sabia por que, mas tinha um buraco que ligava os dois armários e que estava coberto por uma tábua. O pai disse que depois taparia, mas que por enquanto ia ficar assim.
Quanto ao Mario, tinha dezoito anos, era um garoto normal, já tinha tido uma namorada com quem terminou e não era feio nem gordo, então de vez em quando, se pintava algo, ele ficava com alguma garota e já tinha transado. Pra sorte dele, já tinha comido a maior puta da cidade e ela tinha feito o primeiro boquete nele. Ele sempre ia lembrar quando gozou na boca dela, enchendo aqueles lábios carnudos de porra, como ela sorriu gostosa e engoliu a lambança. Foi assim que ele escreveu no diário pessoal e privado dele, e naquelas páginas ele escreveu outras coisas que, se a família lesse, iam alucinar.
O Mario via que a irmã dele, Cláudia, de vinte e seis anos, não era nada feia fisicamente. Por obra da genética, ela tinha se desenvolvido cedo, tendo agora uns peitões grandes, não muito, mas eram generosos. Nas férias em família na praia, na piscina, no verão, quando ela usava uns decotes de tirar o fôlego, o Mario não conseguia evitar ficar um pouco excitado com aquela imagem. Não era culpa dele, e sim dos hormônios da adolescência. Além disso, muitos homens a Olhavam de lado, até familiares como o tio Ramón, porque, vamos combinar, a Claudia era uma gostosa, podia ter sido modelo, atriz, até entrar pro pornô ou se prostituir e teria ganhado uma grana preta.
Sem querer, aos quinze anos, o Mario já tinha sonhos eróticos com a própria irmã e logo se viu batendo punheta pensando naquele corpo e naquelas tetonas, que ele sonhava em ver, tocar e chupar.
No diário dele, escrevia tudo isso, torcendo pra irmã não ter a brilhante ideia de roubar e ler, embora confiasse nela e não acreditasse que fosse capaz, aliás, achava até que a Claudia nem sabia da existência do tal diário.
Naquela casa nova, escondeu o diário dentro do armário, debaixo de umas mochilas que não usava mais.
Chegou um dia em que tiveram que ficar sozinhos, a avó materna ficou doente, já tava bem velhinha, e os pais tiveram que ir e ficar na casa dela por dois dias inteiros. O Mario e a Claudia, claro, sabiam se virar sozinhos, então não teve problema.
Naquela tarde, o Mario foi pra academia, quando voltou tava excitado, sempre que fazia um esforço físico daquele, depois ia pro quarto e batia uma. Entrou em casa com pressa, a irmã tinha dito que ia sair com umas amigas, então ele achou que tava sozinho.
Abriu a porta do quarto de uma vez e a irmã dele levantou da cama, o diário caiu no chão.
O Mario encarou ela e depois olhou pro diário, ia gritar com ela, se enfurecer de raiva por ver que ela tinha violado a privacidade dele, mas viu que a Claudia tava arrumando a saia que usava, viu que ela tava despenteada e suada. Será que ela tava se masturbando com as histórias que ele tinha escrito ali?
— O que cê tá fazendo? — perguntou irritado — Isso é meu diário.
— Eu... Desculpa, maninho — disse a Claudia, vermelha que nem um tomate.
— Nem maninho nem porra nenhuma — disse o Mario — Por que cê pegou? Isso é uma coisa íntima.
— Desculpa, é que eu vi ele ali — disse a Claudia — E não consegui resistir.
— Tô puto pra caralho — disse o Mario — Vou contar pros pais. mamãe e papai.
—Não, isso não, por favor—disse Cláudia—Que eu quero ir num show e se me castigarem não vou poder ir, já tenho os ingressos.
—Tô nem aí.
—Ah, Mário—disse ela—Faço qualquer coisa, por favor.
Na cabeça de Mário passou a ideia louca de jogar ela na cama e fazer uma sacanagem, mas descartou, no entanto, sabia o que tinha visto, e disse:
—O que você tava lendo no diário, hein? Que você tava toda suada?
Cláudia ficou sem palavras, no fim, disse, tímida:
—Aquilo de... quando você comeu a Irene, quando gozou na boca dela.
Mário ficou ainda mais excitado, imaginou a irmã ali, lendo suas gozadas escritas e se masturbando. Se soubesse! Talvez tivesse entrado fazendo ainda menos barulho e visto ela ali, gemendo de tesão enquanto se tocava.
—Por favor, Mário—disse Cláudia—Não conta pra ninguém.
—Mas você vai ter que me recompensar de algum jeito—disse ele.
—Faço qualquer coisa.
E então Mário, tarado, com o pau duro dentro da calça, se jogou na piscina.
—Deita comigo—disse.
Cláudia olhou pra ele como se tivesse dito o pior insulto do mundo.
—O quê? Você é louco.
—Por que não?
—Porque sou sua irmã.
—E daí?
—Sua irmã de sangue, idiota.
—Então pra ler meu diário não te importava—disse ele—E quando leu aquilo, imaginou eu comendo? Ficou com tesão pelo seu irmão?
Cláudia não sabia como responder aquilo.
—Não vem me dizer que tá chocada—disse Mário—Que eu sei que você transa, e muito.
—Porco—disse ela—Não vou fazer isso.
Cláudia, de novo, ficou muda.
—No máximo, no máximo—disse—Te dou um abraço e dois beijos.
—Ha, nem fodendo—disse Mário—Eu quero te comer.
Cláudia ficou impressionada ao ouvir aquilo, que o próprio irmão quisesse comer ela ali, na cama dele, deixou ela ainda mais com tesão.
—Pelados—disse Mário—E a gente se esfrega e você faz uma punheta até eu gozar.
Mário não se reconhecia, mas não dava mais pra parar o que tinha começado, pelo menos até ouvir um não bem claro.
—De calcinha e sutiã —disse Cláudia—E a gente se toca, só o básico, é minha última oferta.
Mário olhou pra ela pensativo, os peitões dela marcavam por baixo da camisa e o pau dele, duro diante da possibilidade de sentir a pele nua da irmã, tava quase rasgando a calça de moletom, ele aceitou, sabia que não podia forçar muito a barra ou perderia tudo.
—Tá bom —disse ele.
Cláudia, de repente, ficou tímida, Mário, muito mais afim do que ela, tirou a camiseta, não tinha um corpo ruim, e Cláudia sabia disso, porque via.
—Tô suado, cê não vai ligar —disse ele.
—Melhor —ela deixou escapar, mas ficou tímida na hora.
Ela desabotoou a camisa devagar, sob o olhar atento do irmão, Mário quase alucinou quando viu o sutiã rosa claro, bem simples, que segurava como podia os peitões dela, mordeu o lábio se segurando, queria pegar e arrancar aquela peça, as tetonas da irmã eram algo que o obcecavam desde que reparou nela pela primeira vez.
Cláudia deixou a camisa cair no chão e olhou pra ele, entre tímida e excitada, Mário olhou nos olhos dela e depois desceu o olhar pros peitos dela.
—Minha nossa —disse ele quase sem conseguir falar.
—Cala a boca, bobo —ela riu nervosa.
—Tira a calça —ordenou ele.
Cláudia recebeu aquela ordem como uma submissa gostosa e desabotoou o botão, a calça dela era curta, de verão, Mário, quase sem perceber, levou a mão pro próprio volume, por cima da calça, e esfregou o caroço que era o pau dele endurecido.
Cláudia ficou só de lingerie e olhou pra ele, viu que ele tava se tocando, no começo não fez nada, tava um pouco excitada, pra não dizer demais, mas se conhecia e sabia que podia ficar ainda mais, se aproximou dele e apalpou o torso musculoso do garoto e depois a barriga dele.
Mário agarrou ela pela cintura e puxou pra perto, ela se deixou. era o trato, então ela tinha que ceder. Se abraçaram, suas peles se tocaram quentes e Mario, para sua surpresa, beijou seu pescoço, beijos lentos e firmes.
— Mnmm — ela deixou escapar.
— Vamos pra cama — ele disse — Deitar nela e ver no que dá.
— Valeu — disse Cláudia — Mas não vamos foder, hein?
— A gente vê.
Cláudia sentou na cama, apoiou os braços nela e olhou pra ele com um sorriso maroto. Mario observou enquanto ela tirava a calça do moletom. Os olhos de Cláudia foram direto pro pau por baixo da cueca, era um volume grande, e ela soube que ele tinha uma piroca enorme. Ela se mexeu de um jeito provocante pra fazer os peitos balançarem pra ele, e, de fato, os seios dela chacoalharam dentro do sutiã, pareciam querer escapar dali e, por uns segundos, Mario sentiu vontade de agarrar a peça e arrancá-la pra aquelas tetonas saírem balançando.
— Porra, é impressionante — ele disse.
A irmã dele sorriu com o elogio. Os peitos dela já tinham rendido boas gozadas, era o que ela usava pra seduzir e pegar homens pra transar.
Mario se aproximou dela e Cláudia recuou na cama até ficar deitada. Mario deslizou pro lado dela e ficou apoiado no cotovelo pra olhar pra ela.
— Só o combinado — ele disse — O que a gente conversou.
Ele levou a mão até a barriga nua dela, a pele era quente, parecia que ele tava massageando. Se inclinou sobre ela e beijou sua bochecha, depois enfiou o rosto no pescoço dela. Cláudia sentiu os beijos dele ali de novo, molhados e excitantes.
— Nem pense em me fazer um chupão — ela disse, mesmo assim.
— Eu sei — disse Mario — Não sou burro.
Tava claro que um chupão podia ser visto pelos pais deles, dando uma merda danada, mas Mario queria fazer um monte de coisas nela, embora naquele momento soubesse, pra sua tristeza, que não ia rolar. Mas um chupão, não.
Cláudia o envolveu com os braços enquanto gemidos escapavam da boca dela. Ela não se reconhecia, ali, com o irmão dela! Mas não tava nem aí, tava com tesão, não conseguia parar.
Ele tocava as coxas dela e a costas, seus corpos colados, ela sentia os peitos dela sob o sutiã contra o torso dele, Claudia enroscou a perna esquerda na do cara enquanto ele continuava beijando o pescoço dela várias vezes, chegou no ombro e puxou a alça do sutiã pra beijar.
—Ei—ela reclamou.
—Confia em mim—ele disse—Relaxa e aproveita.
—Mmmm, tá bom—ela hesitou, já que tudo tava começando a não importar mais pra ela.
Por uns minutos ele beijou o pescoço dela devagar enquanto acariciava a barriga e as coxas nuas e quentes dela, Claudia mordia o lábio gostoso, a buceta pulsava, mas não ia dar essa rola, ela sabia, não podia.
Mesmo que dentro dela algo tentasse convencê-la do contrário.
Mario desceu então pelo peito dela, em direção aos peitos.
—Ah, Mario—ela disse—Não faz loucura.
—Até onde eu posso te beijar—ele disse olhando pra ela, com os rostos bem perto um do outro.
Ela se afastou um pouco, ele não conseguia ficar parado, pensava que o que pegasse agora levaria, mesmo que tivesse que se desculpar, e começou a beijar o peito dela de novo, primeiro bem em cima, pra depois ir descendo, Claudia ficou parada, sentia a boca descendo pros seios dela, sem dúvida sabia que o irmão dela teria pegado e tocado e provado se ela não tivesse se proibido.
Quando o amante improvisado e proibido chegou no começo do decote dela, a linha que formava um peitão com o outro, ela soube que aquele era o limite.
—Tá bom—ela disse.
—Tá bom—ele disse.
E continuou beijando pelo permitido enquanto Claudia acariciava as costas e as pernas dele.
Os dois sabiam que iam ter que se segurar muito pra não fazer uma loucura e foder como uns loucos, a boca do Mario não só beijava como lambia em pequenas partes o peito dela, Claudia acariciava as costas e gemia alto, pra excitar e se excitar, e funcionava.
—Ah, que delícia—Mario disse—Que mulher incrível você é.
Claudia se remexia contra ele feito uma gata gostosa.
—O que eu faria com você—o garoto disse—Te foderia a noite toda.
—Ah, Mario —gemeu ela—, não me diga isso.
—Mas é a verdade.
Os dois suavam como dois cachorros no cio, ela sentia o cheiro de "macho" dele e ficava excitada, Mario lambeu o peito esquerdo dela, da borda até em cima.
—E o que mais você faria comigo? —perguntou ela—, o que mais?
—Eu queria comer essas tetonas que você tem —disse ele com a voz entrecortada—, saborear seus bicos, meter a pica até o fundo.
—Ah! Vem aqui, seu safado!
Ela puxou ele para perto, se moveram um contra o outro, de lado, sentindo seus corpos, "Petting", Claudia achava que se chamava, e adorava, mesmo que não fosse foda, porque sabia que não tinha nada como levar uma metida na buceta excitada.
—Mmmm —gemeu—, Ohoo.
Mario se afastou dela, para a surpresa dela, o olhar dele era de desejo.
—Deita em cima de mim —disse.
Ela fez sem pensar, porque queria fazer, e ao fazer sentiu o pau ereto por baixo da cueca dele, e Mario sentiu os peitos dela colados no peito dele, por baixo do sutiã rosa que ele tanto queria arrancar, junto com a calcinha, pra foder ela como merecia.
Tocou as costas dela e os dedos chegaram na costura da calcinha, Claudia se mexeu devagar, cadenciadamente, em cima dele, fazendo de novo petting, ele beijava os ombros dela, com as alças do sutiã abaixadas.
A calcinha tinha descido um pouco, deixando ver o começo da bunda roliça dela, então Claudia levou as mãos pra baixo e abaixou um pouco a cueca, queria meter as mãos dentro mas não tinha coragem.
—Posso tocar na sua bunda? —perguntou ele então.
Claudia olhou pra ele, as respirações se misturavam.
—O quê? —disse por fim—, claro que não.
—Alguma coisa você vai ter que deixar eu tocar —disse ele.
—Ué, claro —disse ela.
E riu brincalhona diante daquele pedido, então ele enfiou um pouco a mão por baixo da calcinha dela e sentiu um pouco da carne daquela bunda que tantas fantasias tinha despertado nele, Claudia se surpreendeu com aquilo, mas não disse nada.
Ficaram assim um tempo, se tocando e Se beijando, as mãos dele tocavam a cintura dela e subiam, os polegares roçavam a parte de baixo dos peitos por cima do tecido preto, ela sentiu mas permitiu, por algum motivo achou que aquilo era muito diferente de pegar no peito de verdade, ele pelado, e além disso aquele roçar a excitava, de repente sentiu vontade de que ele tocasse nos bicos dos peitos, eles eram largos e durinhos e ela adorava que os apertassem e chupassem mas, de novo, se conteve, não podia, nem devia, então ela se afastou, ele achou que a parte boa tinha acabado, que ela ia dizer que já chega.
Se olharam no rosto, os dois respirando pela boca, tarados, quentes igual os sexos deles, ela descabelada, com as alças do sutiã caídas e a calcinha molhada, sorriu, ele devolveu o sorriso, os dois estavam no jogo íntimo e sexual deles, incestuoso e tabu... Que divertido e excitante!
— Toca — disse Mário.
Ela olhou pro torso dele e pro pau duro por baixo do tecido.
— Como?
— Pode tocar na minha rola, se quiser — falou ele.
— O quê? — disse Cláudia contrariada com aquelas palavras — Ah, não, não.
Mas no fundo queria pegar naquele volume e até meter a mão dentro e acariciar com vontade.
— Sei lá... — disse, indecisa.
— Se fosse por mim, tava te comendo agora mesmo — falou Mário — Então...
Cláudia não fez nada no começo, Mário acariciava as costas dela, deitado de barriga pra cima, com a mão esquerda, por um momento pensou em se jogar e desabotoar o sutiã dele, ver o que acontecia, sem dúvida os peitões dela iam ficar de fora, os seios soltos, brancos e deliciosos, mas se conteve, queria ir devagar pra ver se conseguia por um caminho menos traiçoeiro.
Cláudia levou os dedos até o volume, as pontas dos dedos acariciaram o tecido, sentindo a dureza do pau por baixo, Mário gemeu.
— Ah, sim — disse — Vai, é pra você, é seu.
Inclinou ela pra si e começou, de novo, a beijar o peito dela, dessa vez não respeitou o limite que ela tinha imposto e os beijos e chupões foram até onde começava o tecido, ele chupava a pele com os lábios, puxando-a, enfiava o rosto entre os peitos. Claudia estremecia de prazer, tocava a pica por cima do tecido, agora sem nenhuma timidez, as pernas dos dois estavam entrelaçadas.
E, de repente, ela se afastou.
— O que foi? — perguntou ele — Não tá gostando?
— Já deu, já deu — disse ela — Não vamos continuar com isso, já cumpri minha parte com você, acabou.
Ela saiu da cama, e ao fazer isso, os peitos dela passaram por cima do rosto dele.
Mario sabia que não podia forçar a barra, o trato era o trato.
— Tá bom — disse ele — Se é o que você quer.
Ela olhou pra ele, de pé, pegou o vestido, fazia força pra não ir e se sentar naquela pica e enfiar ela até o fundo, mas eram irmãos e não podiam.
— Espero que tenha gostado — disse ela — Porque não vai acontecer de novo.
Ela se virou pra sair, antes disso virou a cabeça e viu que Mario tava olhando pra ela, ele tinha o pau de fora e se masturbava, ela saiu dali, mas a visão daquela pica a excitou, cheia de veias, grossa, e olha que ela só tinha visto por uns segundos...
Correndo, foi pro quarto dela, se jogou na cama e começou a se tocar, precisava gozar o mais rápido possível.
Ela tirou o sutiã e a calcinha e se tocou nos peitos, nos bicos, eles estavam manchados de saliva do irmão dela e isso a excitava, também o cheiro da mão dele, cheirava a pica, a sexo.
Ela começou a gemer e então ouviu o Mario gemendo, porque os quartos eram colados, e o som passava perfeitamente pela madeira do armário.
— Ah, Claudia — gritava Mario, sabendo que estavam sozinhos — foi foda, vou bater uma pensando nisso por um mês.
— Não fala isso — gritou Claudia — Ah, Ah.
Os dois gemiam alto enquanto se masturbavam, Claudia pensou que aquilo era errado, mas já era tarde, o irmão dela era um homem e ela tinha ficado excitada com ele, e depois de tudo aquilo não era como foder. Ou era?
— Ah, porra, vou gozar — disse Mario de repente.
Claudia ficou excitada como nunca, com a imagem do Pau duro e o corpo suado e gostoso do irmão dela, ainda sentindo os beijos dele no pescoço e nos peitos dela.
— Ah, sim, tô chegando, já tô chegando.
E os dois gritaram quando gozaram, o líquido da Claudia sujou as coxas dela, a cama dela, enquanto os dedos dele entravam e saíam rápido e a outra mão apertava os peitos dela com força, porque um pouco de dor excitava ela. Mario soltou todo o esperma dele pensando no corpo delicioso da irmã.
Depois ele ficou deitado, exausto, ela também, quase sem força pra se mexer.
Depois, Claudia pensou em como seria viver com o irmão, talvez fosse estranho, afinal eles tinham quase transado, e se ele não tivesse se segurado, teriam feito, mas quando ela saiu do chuveiro viu que Mario entrava pra tomar banho também, e quando ele saiu agiu como se nada tivesse acontecido, e ela fez o mesmo, não se falou nem do diário nem da compensação.
0 comentários - Claudia y Mario