Era tipo 4:20 da tarde. A gente tava na varanda da casa da Jenny e o irmão mais velho dela tava junto, aí a gente começou a conversar sobre coisas bem normais, música e tal, o papo tava muito bom. Do nada, a conversa foi parar no sexo, quase normal, mas tava muito bom. Quando eu tomei a palavra sobre o assunto, o irmão da Jenny nem percebeu a irmã quando ela confessou que já não era mais virgem. Quando eu fui direto pra penetração, sempre falei que era melhor com camisinha, aí ela, com uma risa bem excitante, disse que com camisinha não sente nada, e ele não captou a deixa no ar. Naquele momento, era a vez dele pintar, e enquanto ele pintava a casa, eu continuei a conversa com a Jenny. Ele me solta uma frase e fala: "Você, como cunhado, não serve". Eu ri 😂😂 e falei: "Do jeito que você pinta, não vai aprender a brochar uma mulher na buceta" 🤣🤣🤣. Jenny achou muita graça. Quanto mais a gente conversava, mais ela ficava excitada, dava pra perceber que ela abria mais as pernas, e eu conseguia ver a calcinha dela, uma fio dental branca, e ela tava com um vestido florido, muito gostosa, mordendo os lábios. Passou uns 5 minutos, quando eu resolvi ajudar o irmão da Jenny numa pausa rápida e falei: "Pintando de cima pra baixo você termina rápido, e é assim que se brocha uma mulher". Acabei me sujando de tinta e pedi pra Jenny me dar água pra lavar as mãos. Ela se fez de desentendida, e o irmão falou: "Vai lavar no banheiro". Quando eu fui entrar pra lavar as mãos, Jenny entrou primeiro no banheiro, e eu morri de rir, falei pra ela: "Vamos ver se você aprende a pintar" kkkk. Ela sorriu também. Lá no banheiro, ela tava limpando e eu lavando, enxaguei a boca e comecei a jogar água nela com as mãos, ela falava "não" e ria. Quando eu dei dois passos, segurei as mãos dela e fui beijar ela, mas ela não se deixava. O irmão tava na varanda pintando, aí ela cedeu e eu roubei um beijo. Que maravilha essas mulheres de 1,55m. Quando soltei ela, tentei ver os peitos dela, que eu gosto muito, mas... Ela não se deixou, e eu me aproximei. O irmão dela estava pintando e olhando pras casas dos vizinhos. Quando agarrei ela, sussurrei no ouvido: "Quero tocar sua buceta, lembra que te falei um dia?" Ela respondeu que o irmão estava ali, mas mesmo assim me joguei de vez, toquei ela e beijei seu pescoço. Ela, excitada, falou "para", mas queria mais. Eu me segurei e saímos, brincando sobre um celular Blackberry. Foi bom, mas não rolou mais nada. Fomos na venda e compramos um refrigerante. Na volta, ela vinha com os peitos durinhos, uma delícia. Não demorei nada pra comprar uma cerveja. Quando entrei, passei o braço pelas costas dela pra manter aquela ereção nos peitos. Ela adorou tudo. Fui embora. No dia seguinte, fui lá e encontrei ela com a irmã. Melhor deixar quieto, porque a irmã ficou no quarto enquanto ouvíamos música. Ela, de minissaia, sentou na cadeira mostrando a calcinha de novo. Me aproximei e beijei ela, mas não deu pra transar porque a irmã estava no quarto. Ainda tô na missão com ela, mas têm surgido vários problemas. Não perco a esperança de comer ela.
Era tipo 4:20 da tarde. A gente tava na varanda da casa da Jenny e o irmão mais velho dela tava junto, aí a gente começou a conversar sobre coisas bem normais, música e tal, o papo tava muito bom. Do nada, a conversa foi parar no sexo, quase normal, mas tava muito bom. Quando eu tomei a palavra sobre o assunto, o irmão da Jenny nem percebeu a irmã quando ela confessou que já não era mais virgem. Quando eu fui direto pra penetração, sempre falei que era melhor com camisinha, aí ela, com uma risa bem excitante, disse que com camisinha não sente nada, e ele não captou a deixa no ar. Naquele momento, era a vez dele pintar, e enquanto ele pintava a casa, eu continuei a conversa com a Jenny. Ele me solta uma frase e fala: "Você, como cunhado, não serve". Eu ri 😂😂 e falei: "Do jeito que você pinta, não vai aprender a brochar uma mulher na buceta" 🤣🤣🤣. Jenny achou muita graça. Quanto mais a gente conversava, mais ela ficava excitada, dava pra perceber que ela abria mais as pernas, e eu conseguia ver a calcinha dela, uma fio dental branca, e ela tava com um vestido florido, muito gostosa, mordendo os lábios. Passou uns 5 minutos, quando eu resolvi ajudar o irmão da Jenny numa pausa rápida e falei: "Pintando de cima pra baixo você termina rápido, e é assim que se brocha uma mulher". Acabei me sujando de tinta e pedi pra Jenny me dar água pra lavar as mãos. Ela se fez de desentendida, e o irmão falou: "Vai lavar no banheiro". Quando eu fui entrar pra lavar as mãos, Jenny entrou primeiro no banheiro, e eu morri de rir, falei pra ela: "Vamos ver se você aprende a pintar" kkkk. Ela sorriu também. Lá no banheiro, ela tava limpando e eu lavando, enxaguei a boca e comecei a jogar água nela com as mãos, ela falava "não" e ria. Quando eu dei dois passos, segurei as mãos dela e fui beijar ela, mas ela não se deixava. O irmão tava na varanda pintando, aí ela cedeu e eu roubei um beijo. Que maravilha essas mulheres de 1,55m. Quando soltei ela, tentei ver os peitos dela, que eu gosto muito, mas... Ela não se deixou, e eu me aproximei. O irmão dela estava pintando e olhando pras casas dos vizinhos. Quando agarrei ela, sussurrei no ouvido: "Quero tocar sua buceta, lembra que te falei um dia?" Ela respondeu que o irmão estava ali, mas mesmo assim me joguei de vez, toquei ela e beijei seu pescoço. Ela, excitada, falou "para", mas queria mais. Eu me segurei e saímos, brincando sobre um celular Blackberry. Foi bom, mas não rolou mais nada. Fomos na venda e compramos um refrigerante. Na volta, ela vinha com os peitos durinhos, uma delícia. Não demorei nada pra comprar uma cerveja. Quando entrei, passei o braço pelas costas dela pra manter aquela ereção nos peitos. Ela adorou tudo. Fui embora. No dia seguinte, fui lá e encontrei ela com a irmã. Melhor deixar quieto, porque a irmã ficou no quarto enquanto ouvíamos música. Ela, de minissaia, sentou na cadeira mostrando a calcinha de novo. Me aproximei e beijei ela, mas não deu pra transar porque a irmã estava no quarto. Ainda tô na missão com ela, mas têm surgido vários problemas. Não perco a esperança de comer ela.
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