Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Por pouco a gente quase foi descoberto pelos meus pais transando gostoso, a tia Silvia e eu. Só faltaram alguns minutos pra nos salvar de um escândalo danado na família.
Depois de esperar um pouco, coloquei um short e uma camiseta e fui pra onde tava a festa. Os convidados e os pais continuavam dançando e bebendo, já não tinha muita gente, vários já tinham ido embora. Eu tava bem escondido pra não ser visto.
O que me interessava eram meus pais. Ele tava bem bêbado, então minha mãe, com a ajuda do irmão dela, levou ele pro quarto pra descansar. Isso basicamente acabou com a festa, e todo mundo começou a ir embora. Minha mãe também foi dormir.
Agora eu tava mais tranquilo, ninguém mais podia entrar no meu quarto pra atrapalhar. Ela voltou rápido e tive que esperar um pouco até meus olhos se acostumarem com o escuro. Não queria arriscar a Silvia acordar de vez — se tudo tinha rolado na escuridão do meu quarto, assim tinha que continuar.
Tirei a roupa, tava com a pica dura de novo e pronto pra continuar curtindo a tia Silvia. Com umas toalhas molhadas, limpei o gozo que tinha jorrado nela com cuidado, iluminando tudo com a lanterna do celular.

Deitado no meio das pernas abertas dela, ela me mostrava a buceta com os pelos pubianos meio crescidos e os lábios grandes e morenos. Com os dedos, ela abria e fechava, brincando com eles, e eu vi o clitóris grande e inchado dela, parecendo um feijão.
Dei leves massagens com um dedo no botão vermelho e brilhante, ela gemeu de novo, meio dormindo. Nunca tinha chupado uma buceta e aquele era o momento de aprender com ela. Minha boca procurou os lábios vaginais, estavam salgados, mas continuei passando a língua por cima deles.
-¡¡Hum… humm… hum!!
O corpo dela começa a reagir às carícias que a buceta recebia, sabia que não era um expert em sexo oral, mas mesmo assim conseguia arrancar gemidos de prazer de uma mulher de 52 anos que voltava a sentir o gostoso do sexo depois de um bom tempo.
Tinha passado de ver numa revista e filme pornô a teoria de como se fazia uma boa sopa numa mulher pra prática de verdade, o gosto de uma buceta quente bem molhada, subia e descia a língua pelos lábios inchados dela até chegar no clitóris, que com a ponta da língua eu passava até ela começar a se mexer como se tivesse tendo um ataque de epilepsia.
Minha cara e boca foram molhadas pelos sucos dela, parecia que ela tinha mijado quando o corpo dela explodiu ao chegar no orgasmo. Meus dedos e boca continuaram chupando e lambendo a buceta dela, fazendo ela ter outro orgasmo. O corpo dela se mexia como se tivesse levado um choque elétrico forte.
-¡¡Agggg... meu deeeus... que gostosoo... Nunca sentiiii assim... ahhhh!!
Tava bêbada ainda, mas tava curtindo tudo que esse jovem amante e aprendiz de 18 anos fazia com ela. Já era hora também da Silvia devolver o favor e aproximar a boca dela do meu pau.
- Vamos, chupa essa pica gostosa... vamos!!
Ela ainda estava com os olhos fechados, não sabia se era porque ainda estava com sono ou para não saber quem estava lhe dando tanto prazer, mas abriu a boca, também queria ter uma boa pica dentro da boca e começou a chupar com uma desesperação.
- Você gosta... ahhh... de chupar ele todinho assim... ahhh…?

Ela não responde com palavras, mas aumenta a velocidade do boquete. Também não era uma excelente chupadora de pica, mas fazia questão, chupava e lambia como uma putinha gostosa e não tirou da boca até conseguir que eu gozasse no fundo da garganta dela. Segurei firme a cabeça dela pra que engolisse toda minha porra quente.

-Agggg… Que delíciaaa... agggg!!
Desculpe, não posso traduzir esse conteúdo.Quando finalmente Silvia abriu os olhos e virou o rosto pra ver quem era o homem que tava do lado dela na cama e quase a noite inteira tinha passado a buceta dela bem gostoso, fazendo o corpo dela gozar como há muito tempo não gozava com sexo, os olhos dela se abriram de um jeito que parecia que iam pular fora do rosto de susto ao descobrir que era eu.
—Queee era você... Nããão pode ser?... Pelo amor de Deus, o que foi que eu fiz?
Ela cobriu o corpo com o lençol rapidamente e, em seguida, levou a mão à boca, que ainda tinha algumas gotas de porra que não tinha engolido, e se limpou. Ela estava muito nervosa, então eu tentei acalmá-la.
—Como é que você quer que eu fique tranquila... Sabe o problemão que vou me meter se seus pais descobrirem o que a gente fez?
Falei pra ela que não precisava ter medo, ninguém ia ficar sabendo do que a gente fez. Além disso, ela não tinha culpa de nada, a culpa era de quem tinha levado ela pra minha cama. E a gente só tinha feito o que um homem e uma mulher fazem quando se sentem juntos.
Ela se levantou da cama e começou a se vestir e arrumar o cabelo. Quando ficou pronta, olhando bem nos meus olhos, me disse…
—Manuel, não dá mais pra voltar atrás, o que foi feito, tá feito. Se você me disser que ninguém nunca vai saber do que a gente fez ontem à noite, eu vou ficar tranquila, mas quero que entenda que isso nunca mais vai se repetir. Sou tia da sua mãe e sou muito velha pra você.
Quando já tava na porta pra sair, segurei ela pelo braço e falei pra ficar bem tranquila e confiar no meu silêncio, que o marido dela foi um baita imbecil por ter abandonado ela, que não era nenhuma coroa, mas sim uma boa mulher que precisava de muito carinho e atenção, e que eu tava muito feliz por ter sido eu quem fez ela se sentir feliz de novo.
—Valeu pelo que cê tá falando, não vou negar que curti pra caramba, fazia tempo que não sentia isso, mas não é certo porque somos família e eu tava bêbada, e a escuridão do quarto e sentir os carinhos e as mãos de um homem de novo tocando meu corpo me fez perder a cabeça, mas nunca imaginei que era você, porque se não, jamais teria deixado acontecer...
E não deu tempo de responder, ela saiu do quarto enquanto eu me arrumava pra ir atrás dela. Demorei e não consegui alcançar, e ela foi embora de casa. Fiquei puto pra caralho porque queria meter no cu dela, mas depois, pensando bem, não podia reclamar da minha sorte. Porque o que começou naquela noite me irritando pra cacete, quando levaram pra minha cama e eu achei que era um bêbado, no fim era a tia da minha mãe, que eu comi do jeito que quis. Voltei pro meu quarto e dormi de novo, tava exausto porque praticamente não dormi nada naquela noite.
Quando minha mãe entrou no meu quarto, me acordou e perguntou pela tia dela. Falei que não tinha ninguém, que quando acordei nem sabia que ela tinha dormido no meu quarto. Ela ligou pro celular dela, mas tava desligado, e depois foi embora. Já faziam três semanas daquela noite e eu não sabia nada dela, só tinha as lembranças de como eu tinha comido ela gostoso e que agora era o motivo de quando eu batia uma, voltavam na minha cabeça aquelas nalgas enormes que eu tinha segurado nas mãos e a buceta dela, gostosa e quente, que tinha lambido com minha boca e depois com meu pau.

Minha mãe me ligou e pediu pra eu, por favor, ir buscar a tia dela de carro no terminal de ônibus, que ela tinha voltado pra Lima do interior do país. Ela disse que não podia porque tava saindo pro médico, levando minha irmã no check-up de rotina. Perguntei, sem parecer muito interessado, o que tinha acontecido com ela, por que tinha sumido desse jeito.
—Ai, filho, não sei o que houve com ela! Depois que o marido largou ela, não tá muito bem das ideias. Só me falou que tinha ido com urgência resolver uns assuntos pessoais, aí não quis mais perguntar. Só um favor, Manuelito: tem muita paciência com ela e leva ela pra casa dela.
Quando tava indo buscar ela, meu coração tava batendo muito forte, ia ver a Silvia de novo, mas com certeza já não seria igual. Ela tinha sido minha mulher, conhecia cada cantinho do corpo dela. Depois de estacionar o carro, comecei a procurar e vi ela: tava linda, com o cabelo preso num coque e lendo um livro sentada. Cheguei por trás, abracei ela bem forte e dei um beijo na bochecha, enquanto uma mão apertava firme o peito dela.
—O queee cê tá fazendo aqui com a sua mãe? Para de me tocar, alguém pode nos ver...
—Senti muito a sua falta e fiquei muito preocupado com você... ninguém sabia onde você estava.
Perguntou de novo pela minha mãe, falei que ela não tinha conseguido vir porque foi com minha irmã no médico. Aí peguei a bagagem dela e fui embora pra evitar que ela chamasse um táxi — não teve jeito, teve que me seguir... Quando chegamos no carro, guardei as malas dela e fomos pra casa dela, que era enorme. Foi o que o marido deixou pra ela, junto com uma pensão razoável pra viver sossegada...
Já dentro de casa, na sala, ela largou as maletas no chão e ficou me olhando, como se tentasse adivinhar o que eu estava pensando. Aí aproveitei, me aproximei dela, dei um abraço e depois beijei ela. Senti o corpo dela tremer, parecia uma adolescente.
—Não... me solta, pelo amor de Deus, isso é loucura!
Não dei bola e continuei beijando a bochecha dela, ela virava o rosto pra evitar de novo que nossas bocas se encontrassem, mas aí consegui que nossos lábios se unissem de novo. Minhas mãos envolveram a cintura dela, os peitos dela eu sentia no meu peito, ela também tava correspondendo meu beijo. Sentir de novo o calor do corpo dela e a batida do coração fez eu ter uma puta ereção, e mais ainda quando da boca dela saíram as seguintes palavras.
—Eu sei que isso é loucura, mas também senti sua falta todos esses dias, não consegui tirar você da minha cabeça... Agora não sei o que fazer?
Minha resposta foi beijá-la apaixonadamente e minhas mãos começaram a apalpar os peitos dela, e ela, timidamente, também desceu a mão e começou a apalpar o volume enorme que tinha se formado na minha calça, pra depois abaixar o zíper e tirar meu pau pra fora e acariciar...

Continua...
Depois de esperar um pouco, coloquei um short e uma camiseta e fui pra onde tava a festa. Os convidados e os pais continuavam dançando e bebendo, já não tinha muita gente, vários já tinham ido embora. Eu tava bem escondido pra não ser visto.
O que me interessava eram meus pais. Ele tava bem bêbado, então minha mãe, com a ajuda do irmão dela, levou ele pro quarto pra descansar. Isso basicamente acabou com a festa, e todo mundo começou a ir embora. Minha mãe também foi dormir.
Agora eu tava mais tranquilo, ninguém mais podia entrar no meu quarto pra atrapalhar. Ela voltou rápido e tive que esperar um pouco até meus olhos se acostumarem com o escuro. Não queria arriscar a Silvia acordar de vez — se tudo tinha rolado na escuridão do meu quarto, assim tinha que continuar.
Tirei a roupa, tava com a pica dura de novo e pronto pra continuar curtindo a tia Silvia. Com umas toalhas molhadas, limpei o gozo que tinha jorrado nela com cuidado, iluminando tudo com a lanterna do celular.

Deitado no meio das pernas abertas dela, ela me mostrava a buceta com os pelos pubianos meio crescidos e os lábios grandes e morenos. Com os dedos, ela abria e fechava, brincando com eles, e eu vi o clitóris grande e inchado dela, parecendo um feijão.
Dei leves massagens com um dedo no botão vermelho e brilhante, ela gemeu de novo, meio dormindo. Nunca tinha chupado uma buceta e aquele era o momento de aprender com ela. Minha boca procurou os lábios vaginais, estavam salgados, mas continuei passando a língua por cima deles.
-¡¡Hum… humm… hum!!
O corpo dela começa a reagir às carícias que a buceta recebia, sabia que não era um expert em sexo oral, mas mesmo assim conseguia arrancar gemidos de prazer de uma mulher de 52 anos que voltava a sentir o gostoso do sexo depois de um bom tempo.
Tinha passado de ver numa revista e filme pornô a teoria de como se fazia uma boa sopa numa mulher pra prática de verdade, o gosto de uma buceta quente bem molhada, subia e descia a língua pelos lábios inchados dela até chegar no clitóris, que com a ponta da língua eu passava até ela começar a se mexer como se tivesse tendo um ataque de epilepsia.
Minha cara e boca foram molhadas pelos sucos dela, parecia que ela tinha mijado quando o corpo dela explodiu ao chegar no orgasmo. Meus dedos e boca continuaram chupando e lambendo a buceta dela, fazendo ela ter outro orgasmo. O corpo dela se mexia como se tivesse levado um choque elétrico forte.
-¡¡Agggg... meu deeeus... que gostosoo... Nunca sentiiii assim... ahhhh!!
Tava bêbada ainda, mas tava curtindo tudo que esse jovem amante e aprendiz de 18 anos fazia com ela. Já era hora também da Silvia devolver o favor e aproximar a boca dela do meu pau.
- Vamos, chupa essa pica gostosa... vamos!!
Ela ainda estava com os olhos fechados, não sabia se era porque ainda estava com sono ou para não saber quem estava lhe dando tanto prazer, mas abriu a boca, também queria ter uma boa pica dentro da boca e começou a chupar com uma desesperação.
- Você gosta... ahhh... de chupar ele todinho assim... ahhh…?

Ela não responde com palavras, mas aumenta a velocidade do boquete. Também não era uma excelente chupadora de pica, mas fazia questão, chupava e lambia como uma putinha gostosa e não tirou da boca até conseguir que eu gozasse no fundo da garganta dela. Segurei firme a cabeça dela pra que engolisse toda minha porra quente.

-Agggg… Que delíciaaa... agggg!!
Desculpe, não posso traduzir esse conteúdo.Quando finalmente Silvia abriu os olhos e virou o rosto pra ver quem era o homem que tava do lado dela na cama e quase a noite inteira tinha passado a buceta dela bem gostoso, fazendo o corpo dela gozar como há muito tempo não gozava com sexo, os olhos dela se abriram de um jeito que parecia que iam pular fora do rosto de susto ao descobrir que era eu.
—Queee era você... Nããão pode ser?... Pelo amor de Deus, o que foi que eu fiz?
Ela cobriu o corpo com o lençol rapidamente e, em seguida, levou a mão à boca, que ainda tinha algumas gotas de porra que não tinha engolido, e se limpou. Ela estava muito nervosa, então eu tentei acalmá-la.
—Como é que você quer que eu fique tranquila... Sabe o problemão que vou me meter se seus pais descobrirem o que a gente fez?
Falei pra ela que não precisava ter medo, ninguém ia ficar sabendo do que a gente fez. Além disso, ela não tinha culpa de nada, a culpa era de quem tinha levado ela pra minha cama. E a gente só tinha feito o que um homem e uma mulher fazem quando se sentem juntos.
Ela se levantou da cama e começou a se vestir e arrumar o cabelo. Quando ficou pronta, olhando bem nos meus olhos, me disse…
—Manuel, não dá mais pra voltar atrás, o que foi feito, tá feito. Se você me disser que ninguém nunca vai saber do que a gente fez ontem à noite, eu vou ficar tranquila, mas quero que entenda que isso nunca mais vai se repetir. Sou tia da sua mãe e sou muito velha pra você.
Quando já tava na porta pra sair, segurei ela pelo braço e falei pra ficar bem tranquila e confiar no meu silêncio, que o marido dela foi um baita imbecil por ter abandonado ela, que não era nenhuma coroa, mas sim uma boa mulher que precisava de muito carinho e atenção, e que eu tava muito feliz por ter sido eu quem fez ela se sentir feliz de novo.
—Valeu pelo que cê tá falando, não vou negar que curti pra caramba, fazia tempo que não sentia isso, mas não é certo porque somos família e eu tava bêbada, e a escuridão do quarto e sentir os carinhos e as mãos de um homem de novo tocando meu corpo me fez perder a cabeça, mas nunca imaginei que era você, porque se não, jamais teria deixado acontecer...
E não deu tempo de responder, ela saiu do quarto enquanto eu me arrumava pra ir atrás dela. Demorei e não consegui alcançar, e ela foi embora de casa. Fiquei puto pra caralho porque queria meter no cu dela, mas depois, pensando bem, não podia reclamar da minha sorte. Porque o que começou naquela noite me irritando pra cacete, quando levaram pra minha cama e eu achei que era um bêbado, no fim era a tia da minha mãe, que eu comi do jeito que quis. Voltei pro meu quarto e dormi de novo, tava exausto porque praticamente não dormi nada naquela noite.
Quando minha mãe entrou no meu quarto, me acordou e perguntou pela tia dela. Falei que não tinha ninguém, que quando acordei nem sabia que ela tinha dormido no meu quarto. Ela ligou pro celular dela, mas tava desligado, e depois foi embora. Já faziam três semanas daquela noite e eu não sabia nada dela, só tinha as lembranças de como eu tinha comido ela gostoso e que agora era o motivo de quando eu batia uma, voltavam na minha cabeça aquelas nalgas enormes que eu tinha segurado nas mãos e a buceta dela, gostosa e quente, que tinha lambido com minha boca e depois com meu pau.

Minha mãe me ligou e pediu pra eu, por favor, ir buscar a tia dela de carro no terminal de ônibus, que ela tinha voltado pra Lima do interior do país. Ela disse que não podia porque tava saindo pro médico, levando minha irmã no check-up de rotina. Perguntei, sem parecer muito interessado, o que tinha acontecido com ela, por que tinha sumido desse jeito.
—Ai, filho, não sei o que houve com ela! Depois que o marido largou ela, não tá muito bem das ideias. Só me falou que tinha ido com urgência resolver uns assuntos pessoais, aí não quis mais perguntar. Só um favor, Manuelito: tem muita paciência com ela e leva ela pra casa dela.
Quando tava indo buscar ela, meu coração tava batendo muito forte, ia ver a Silvia de novo, mas com certeza já não seria igual. Ela tinha sido minha mulher, conhecia cada cantinho do corpo dela. Depois de estacionar o carro, comecei a procurar e vi ela: tava linda, com o cabelo preso num coque e lendo um livro sentada. Cheguei por trás, abracei ela bem forte e dei um beijo na bochecha, enquanto uma mão apertava firme o peito dela.
—O queee cê tá fazendo aqui com a sua mãe? Para de me tocar, alguém pode nos ver...
—Senti muito a sua falta e fiquei muito preocupado com você... ninguém sabia onde você estava.
Perguntou de novo pela minha mãe, falei que ela não tinha conseguido vir porque foi com minha irmã no médico. Aí peguei a bagagem dela e fui embora pra evitar que ela chamasse um táxi — não teve jeito, teve que me seguir... Quando chegamos no carro, guardei as malas dela e fomos pra casa dela, que era enorme. Foi o que o marido deixou pra ela, junto com uma pensão razoável pra viver sossegada...
Já dentro de casa, na sala, ela largou as maletas no chão e ficou me olhando, como se tentasse adivinhar o que eu estava pensando. Aí aproveitei, me aproximei dela, dei um abraço e depois beijei ela. Senti o corpo dela tremer, parecia uma adolescente.
—Não... me solta, pelo amor de Deus, isso é loucura!
Não dei bola e continuei beijando a bochecha dela, ela virava o rosto pra evitar de novo que nossas bocas se encontrassem, mas aí consegui que nossos lábios se unissem de novo. Minhas mãos envolveram a cintura dela, os peitos dela eu sentia no meu peito, ela também tava correspondendo meu beijo. Sentir de novo o calor do corpo dela e a batida do coração fez eu ter uma puta ereção, e mais ainda quando da boca dela saíram as seguintes palavras.
—Eu sei que isso é loucura, mas também senti sua falta todos esses dias, não consegui tirar você da minha cabeça... Agora não sei o que fazer?
Minha resposta foi beijá-la apaixonadamente e minhas mãos começaram a apalpar os peitos dela, e ela, timidamente, também desceu a mão e começou a apalpar o volume enorme que tinha se formado na minha calça, pra depois abaixar o zíper e tirar meu pau pra fora e acariciar...

Continua...
1 comentários - A culpa foi do álcool😰