Era quarta-feira à noite, cheguei do trabalho meio cansado e sobrecarregado pela rotina, então não tive ideia melhor do que ir na casa do Carlos pra saber como ele tava.
Quando cheguei na casa dele, umas vinte quadras da minha, toquei a campainha e depois de uns minutos a mãe dele abriu a porta, a Karla, uma mulher divorciada, madura, profissional e muito interessante. Ela me convidou pra entrar, tava usando um roupão comprido e dava pra ver um shortinho por baixo. Fiquei inquieto com a situação, então rapidamente perguntei pela irmã mais velha do Carlos, e ela respondeu que também tava de férias, coisa que eu não sabia.
A situação me deixou muito tenso, tava nervoso pra caralho. Tentei resolver rápido, dizendo que só queria saber do Carlos. Ela começou a me contar o que sabia, mas acho que percebeu meu nervosismo, porque parou e me perguntou se eu queria tomar um café com ela, que tava meio entediada. Pensei em recusar, mas sinceramente, toda aquela tensão já tava começando a me excitar, então sem pensar muito, aceitei.
Fomos pra cozinha, sentei na frente dela enquanto ela começava a preparar o café. Meus olhos já olhavam ela de outro jeito, minha excitação só aumentava. Enquanto ela procurava os ingredientes no armário, na ponta dos pés e se esticando pra pegar o café, o roupão levantou e eu pude ver que o shortinho minúsculo deixava metade da bunda dela de fora. Meu pau começou a endurecer, apertado dentro da calça jeans, e eu percebi que tava fazendo aquilo de propósito.
Os sorrisos cúmplices e safados dela me confirmavam isso. A voz dela começou a ficar mais suave, falava de um jeito diferente do normal!
Enquanto tomávamos café, ela sentou na minha frente em cima da bancada da cozinha, de pernas cruzadas. Falava e sorria, claro, muito habilmente não mencionou o Carlos em nenhum momento. Meus olhos devoravam ela, eu tava perdido naquelas pernas lindas. Percebi que aquele jogo tava deixando ela louca de tesão já que aquela bata branca me fez perceber que ela não estava usando sutiã, dava pra ver dois peitões deliciosos com os bicos cada vez mais durinhos por causa do tesão!
Meu pau tava explodindo e eu ainda nem tinha encostado nela, de repente olhando nos meus olhos ela descruzou as pernas e abriu devagar, eu suavemente baixei o olhar, de um jeito que ela percebesse, pelo corpo todo até chegar na buceta dela onde parei uns segundos e comecei a subir de novo até encontrar os olhos dela, quando cheguei neles, ela virou a cabeça em círculo e disse:
K: Que cansada que eu tô, você não ia querer fazer umas massagens em mim?
J: Seria um prazer!
Ela desceu devagar da bancada, pegou uma cadeira e colocou bem perto da minha, levantou a perna e sentou de um jeito que se apoiasse no encosto e deixasse as costas todas livres, virou pra frente e jogou o cabelo comprido e cacheado pro lado no ombro.
Rapidamente segurando ela pela cintura me aproximei o suficiente e comecei a dar uns massagens bem sensuais, meu pau que tava bem perto da bunda dela, tava prestes a explodir só de pensar que por baixo da bata ela não tinha nada e que só uns centímetros separavam meu pau daquela bunda gostosa apertada por aquele shortinho, dava vontade de pular em cima dela e comer ela como nunca fizeram antes!
Devagar fui deslizando minhas mãos até encontrar pelos lados onde começavam os peitões dela, acariciei ternamente por uns segundos aquele lugar esperando um sinal pra continuar e não demorou pra chegar um gemido suave e gostoso junto com a respiração cada vez mais funda dela que não foi outra coisa senão um pedido pra eu seguir, desci minhas mãos até a cintura dela de novo e habilmente me aproximei por trás de um jeito que encostei meu pau duro na bunda dela, senti como ela tremeu ao sentir ele tão duro, aqueceu tanto ela aquilo que ela jogou a bunda pra trás se apertando contra meu pau.
Ela virou a cabeça e com um sorriso de prazer, puxando o braço dela pra trás, me pegou pela nuca e me deu um beijo cheio de paixão e gratidão ao mesmo tempo. Com minha língua, brinquei com os lábios dela e depois mordi eles, ela tava tão excitada que se esfregava com força no meu pau, ainda apertado dentro da calça jeans. Minhas mãos acariciavam sem parar os peitões enormes dela, os bicos tão duros que me deixavam louco de tesão.
Ela pegou minhas mãos que estavam nos peitos dela e me convidou pra continuar com as massagens gostosas no quarto dela. Quando chegamos, tava meia-luz, ela tirou o roupão, ficando só com o shortinho lindo que tava bem enfiado na bunda dela e dava pra ver que tava molhado. Ela se jogou na cama de bruços e se ajeitou pra eu continuar as massagens. Tirei a camiseta e os sapatos, fiquei só de jeans, subi na cama, coloquei meus joelhos do lado do quadril dela e continuei as massagens, cada vez mais sensuais e ousadas. Me apoiei na bunda dela e ela começou a rebolar como uma expert!
J: Cê devia ficar quieta!
K: Assim? E por quê?
J: Pra cê aproveitar melhor a massagem!
K: Haha, ok, meu amor!
Percebi que isso deixou ela com muito mais tesão, e ela começou a murmurar que sempre sonhou com esse momento, que sempre me deixava excitado, que me espiava quando a gente tava na piscina pelo banheiro, onde ela se masturbava furiosamente pensando em mim.
Eu tava vivendo algo incrível, que nunca imaginei. Devagar, fui pra trás e lentamente puxei o shortinho dela pra baixo. Tava todo molhado por baixo, ela não tava usando nada, e ficou completamente pelada na mesma posição, de bruços, com o rosto na cama, imóvel, me obedecendo. Os gemidos e suspiros dela eram constantes, a respiração dela tava pesada e muito acelerada!
Minhas mãos percorreram o corpo nu dela todo, abri as pernas dela devagar, com minha língua comecei a percorrer as pernas dela pra cima, lentamente, até chegar na bunda dela. Passei a língua entre as nádegas dela uma vez e outra, sentia o corpo dela tremer de prazer e eu não aguentava mais de tesão. Ela começou a se mexer e... levantou a bunda se entregando pra minha língua, explorei tudo ao redor e tentei enfiar a língua, devagarzinho ela foi cedendo até que enfiei o mais fundo possível!
K: Ah!! Meu Deus!
J: Delicioso, uhm!
Ela se mexia como uma cobra e gozou de um jeito incrível, foi aí que virei ela e me aposentei daquela buceta linda pra saborear, brinquei com o clitóris dela, mordia os lábios até começar a enfiar minha língua entre os lábios dela, devorei a buceta por uns minutos até que ela enlouqueceu!
K: Ah! continua assim, que gostoso, uhm!
J: Uhm, que saboroso, uhm!
K: Ninguém me chupava assim há anos, uhm!
J: Finalmente te tenho, uhm, você não sabe como te desejo, Karla!
K: Uhm, você vai me fazer gozar, gatinho!
Karla se mexia como uma louca, estava chegando ao êxtase, minha língua continuava devorando ela com tudo, eu tinha 25 anos na época e era um bom amante.
Ela gozou em cima de mim, me virou, me deixando de costas, literalmente arrancou meu jeans e minha cueca, deixando meu pau totalmente duro e molhado na vista dela, olhei com vontade de devorar, ela começou a lamber minhas bolas e depois chupava!
Puxava elas, começou a subir com a língua pelo meu membro até a cabeça e depois de uns beijos na ponta começou um boquete incrível, fazia de um jeito que nunca tinham feito antes, podia sentir meu pau na garganta dela, quase se engasgava, mas estava enlouquecida, sugava furiosamente.
Nunca pensei que aquela mulher profissional, interessante e tão gostosa pudesse se transformar numa puta sedenta por sexo, saboreava meu pau deliciosamente enquanto levantava o olhar e fixava nos meus olhos, aquela situação vendo a mãe do meu amigo devorar meu sexo estava me enlouquecendo!
J: Ah, uhm, que gostoso, uhm!
K: Seu pau tem um gosto gostoso, uhm!
J: Não acredito que estou com a mãe do meu amigo!
K: Não pensa nisso, uhm!
J: Ah!! Meu amor, que gostoso!
K: Quero engolir toda sua porra, uhm, quero te deixar seco!
Era tão excitante tudo aquilo que meu pau continuou duro como antes, admirada por aquilo, sentou-se no meu pau e lentamente, com muita experiência, enfiou ele inteiro na sua buceta quente que estava inundada pelos seus sucos, a cara daquela mulher denunciando seu prazer, gozo e dor, me faziam sentir um gladiador.
K: Uhm, que duro, uhm, ah que gostoso!
J: Uf, continua assim, uhm, que delícia você me come!
Ela estava me comendo brutalmente, estava enlouquecida, seus peitos balançavam forte e minhas bolas não aguentavam mais, naquele momento segurei ela pela cintura e me virando, dei a entender que ela devia ficar de quatro, posição que ela assumiu rapidamente, comecei a beijar sua bunda linda e dura!
Eu a empurrava com tudo, era uma delícia ouvi-la gritar e pedir mais pau, a mãe do meu amigo era uma besta sexual e eu um traidor, mas valia a pena!
Foi então que ouvi entre seus murmúrios ela pedir meu pau no cu dela!
J: Sério? Você vai deixar eu comer você por ali?
K: Sim, eu gosto por ali, me dá, me dá essa pica!
Um rabo de verdade, incrível, com minha língua venci a resistência do buraco mais apertado dela e deixei pronto para penetrar!
Então apoiei a ponta do meu pau nele e lentamente, com uma pressão constante, fui enfiando, arrancando gritos de dor e prazer daquela mulher linda, até que entrou tudo e depois de alguns segundos ela começou um movimento frenético, igual a um animal!
K: Ah! Sim, assim, me come gostoso, agh, uhm!
J: Oh, uhm, que cu gostoso, uhm, toma, toma meu pau, uhm!
Continuei empurrando ela com tudo, dava tapas na bunda, me jogava com força, as nádegas dela batiam na minha pélvis, a mãe do meu amigo já estava toda empalada!
J: Sim!!!! Esse é o melhor cu que já penetrei, ah, você vai me fazer gozar!
K: Ah, papai, uhm, dói, mas não tira, agh!
J: Toma, uhm, toma!
Eu segurava ela pela cintura e a penetrava com violência, suas caretas e gritos me deixavam mais excitado e mais rápido eu comia ela, puxando seus cabelos, como uma verdadeira puta!
K: Ah, me matas, uhm, agh!
J: Tô gozando, tô gozando!!
K: Me enche de ti, agh, tô gozando!
J: Oh!! Ah!! Toma!!
Comecei a gozar no cu dela e ela também se esguichou, os dois chegamos ao orgasmo de um jeito fenomenal, que gostoso!
Nunca imaginei tanta paixão guardada dentro de uma mulher tão especial.
Quando voltamos aos sentidos, depois de transar sem parar, ela me disse que quinta-feira era o dia de folga dela no trabalho e queria que a gente passasse junto, sem sair daquele quarto. Terminou de falar isso quando desceu devagar e começou a chupar meu pau de novo. Eu não sabia quanto tempo ia aguentar, mas tava disposto a dar todo o sexo que ela pedisse. Queria fazer ela completamente feliz e tava conseguindo, a cara dela mostrava isso.
Aquele dia inteiro foi incrível, fizemos coisas que nunca imaginei, nos entregamos por completo um ao outro. Claro que nem preciso dizer que, desde aquele dia, aquela mulher irresistível virou minha amante mais safada e secreta.
Espero que tenham gostado e quero terminar dizendo: Desculpa, Carlos, mas sua mãe me fodeu como ninguém nunca fez!
Quando cheguei na casa dele, umas vinte quadras da minha, toquei a campainha e depois de uns minutos a mãe dele abriu a porta, a Karla, uma mulher divorciada, madura, profissional e muito interessante. Ela me convidou pra entrar, tava usando um roupão comprido e dava pra ver um shortinho por baixo. Fiquei inquieto com a situação, então rapidamente perguntei pela irmã mais velha do Carlos, e ela respondeu que também tava de férias, coisa que eu não sabia.
A situação me deixou muito tenso, tava nervoso pra caralho. Tentei resolver rápido, dizendo que só queria saber do Carlos. Ela começou a me contar o que sabia, mas acho que percebeu meu nervosismo, porque parou e me perguntou se eu queria tomar um café com ela, que tava meio entediada. Pensei em recusar, mas sinceramente, toda aquela tensão já tava começando a me excitar, então sem pensar muito, aceitei.
Fomos pra cozinha, sentei na frente dela enquanto ela começava a preparar o café. Meus olhos já olhavam ela de outro jeito, minha excitação só aumentava. Enquanto ela procurava os ingredientes no armário, na ponta dos pés e se esticando pra pegar o café, o roupão levantou e eu pude ver que o shortinho minúsculo deixava metade da bunda dela de fora. Meu pau começou a endurecer, apertado dentro da calça jeans, e eu percebi que tava fazendo aquilo de propósito.
Os sorrisos cúmplices e safados dela me confirmavam isso. A voz dela começou a ficar mais suave, falava de um jeito diferente do normal!
Enquanto tomávamos café, ela sentou na minha frente em cima da bancada da cozinha, de pernas cruzadas. Falava e sorria, claro, muito habilmente não mencionou o Carlos em nenhum momento. Meus olhos devoravam ela, eu tava perdido naquelas pernas lindas. Percebi que aquele jogo tava deixando ela louca de tesão já que aquela bata branca me fez perceber que ela não estava usando sutiã, dava pra ver dois peitões deliciosos com os bicos cada vez mais durinhos por causa do tesão!
Meu pau tava explodindo e eu ainda nem tinha encostado nela, de repente olhando nos meus olhos ela descruzou as pernas e abriu devagar, eu suavemente baixei o olhar, de um jeito que ela percebesse, pelo corpo todo até chegar na buceta dela onde parei uns segundos e comecei a subir de novo até encontrar os olhos dela, quando cheguei neles, ela virou a cabeça em círculo e disse:
K: Que cansada que eu tô, você não ia querer fazer umas massagens em mim?
J: Seria um prazer!
Ela desceu devagar da bancada, pegou uma cadeira e colocou bem perto da minha, levantou a perna e sentou de um jeito que se apoiasse no encosto e deixasse as costas todas livres, virou pra frente e jogou o cabelo comprido e cacheado pro lado no ombro.
Rapidamente segurando ela pela cintura me aproximei o suficiente e comecei a dar uns massagens bem sensuais, meu pau que tava bem perto da bunda dela, tava prestes a explodir só de pensar que por baixo da bata ela não tinha nada e que só uns centímetros separavam meu pau daquela bunda gostosa apertada por aquele shortinho, dava vontade de pular em cima dela e comer ela como nunca fizeram antes!
Devagar fui deslizando minhas mãos até encontrar pelos lados onde começavam os peitões dela, acariciei ternamente por uns segundos aquele lugar esperando um sinal pra continuar e não demorou pra chegar um gemido suave e gostoso junto com a respiração cada vez mais funda dela que não foi outra coisa senão um pedido pra eu seguir, desci minhas mãos até a cintura dela de novo e habilmente me aproximei por trás de um jeito que encostei meu pau duro na bunda dela, senti como ela tremeu ao sentir ele tão duro, aqueceu tanto ela aquilo que ela jogou a bunda pra trás se apertando contra meu pau.
Ela virou a cabeça e com um sorriso de prazer, puxando o braço dela pra trás, me pegou pela nuca e me deu um beijo cheio de paixão e gratidão ao mesmo tempo. Com minha língua, brinquei com os lábios dela e depois mordi eles, ela tava tão excitada que se esfregava com força no meu pau, ainda apertado dentro da calça jeans. Minhas mãos acariciavam sem parar os peitões enormes dela, os bicos tão duros que me deixavam louco de tesão.
Ela pegou minhas mãos que estavam nos peitos dela e me convidou pra continuar com as massagens gostosas no quarto dela. Quando chegamos, tava meia-luz, ela tirou o roupão, ficando só com o shortinho lindo que tava bem enfiado na bunda dela e dava pra ver que tava molhado. Ela se jogou na cama de bruços e se ajeitou pra eu continuar as massagens. Tirei a camiseta e os sapatos, fiquei só de jeans, subi na cama, coloquei meus joelhos do lado do quadril dela e continuei as massagens, cada vez mais sensuais e ousadas. Me apoiei na bunda dela e ela começou a rebolar como uma expert!
J: Cê devia ficar quieta!
K: Assim? E por quê?
J: Pra cê aproveitar melhor a massagem!
K: Haha, ok, meu amor!
Percebi que isso deixou ela com muito mais tesão, e ela começou a murmurar que sempre sonhou com esse momento, que sempre me deixava excitado, que me espiava quando a gente tava na piscina pelo banheiro, onde ela se masturbava furiosamente pensando em mim.
Eu tava vivendo algo incrível, que nunca imaginei. Devagar, fui pra trás e lentamente puxei o shortinho dela pra baixo. Tava todo molhado por baixo, ela não tava usando nada, e ficou completamente pelada na mesma posição, de bruços, com o rosto na cama, imóvel, me obedecendo. Os gemidos e suspiros dela eram constantes, a respiração dela tava pesada e muito acelerada!
Minhas mãos percorreram o corpo nu dela todo, abri as pernas dela devagar, com minha língua comecei a percorrer as pernas dela pra cima, lentamente, até chegar na bunda dela. Passei a língua entre as nádegas dela uma vez e outra, sentia o corpo dela tremer de prazer e eu não aguentava mais de tesão. Ela começou a se mexer e... levantou a bunda se entregando pra minha língua, explorei tudo ao redor e tentei enfiar a língua, devagarzinho ela foi cedendo até que enfiei o mais fundo possível!
K: Ah!! Meu Deus!
J: Delicioso, uhm!
Ela se mexia como uma cobra e gozou de um jeito incrível, foi aí que virei ela e me aposentei daquela buceta linda pra saborear, brinquei com o clitóris dela, mordia os lábios até começar a enfiar minha língua entre os lábios dela, devorei a buceta por uns minutos até que ela enlouqueceu!
K: Ah! continua assim, que gostoso, uhm!
J: Uhm, que saboroso, uhm!
K: Ninguém me chupava assim há anos, uhm!
J: Finalmente te tenho, uhm, você não sabe como te desejo, Karla!
K: Uhm, você vai me fazer gozar, gatinho!
Karla se mexia como uma louca, estava chegando ao êxtase, minha língua continuava devorando ela com tudo, eu tinha 25 anos na época e era um bom amante.
Ela gozou em cima de mim, me virou, me deixando de costas, literalmente arrancou meu jeans e minha cueca, deixando meu pau totalmente duro e molhado na vista dela, olhei com vontade de devorar, ela começou a lamber minhas bolas e depois chupava!
Puxava elas, começou a subir com a língua pelo meu membro até a cabeça e depois de uns beijos na ponta começou um boquete incrível, fazia de um jeito que nunca tinham feito antes, podia sentir meu pau na garganta dela, quase se engasgava, mas estava enlouquecida, sugava furiosamente.
Nunca pensei que aquela mulher profissional, interessante e tão gostosa pudesse se transformar numa puta sedenta por sexo, saboreava meu pau deliciosamente enquanto levantava o olhar e fixava nos meus olhos, aquela situação vendo a mãe do meu amigo devorar meu sexo estava me enlouquecendo!
J: Ah, uhm, que gostoso, uhm!
K: Seu pau tem um gosto gostoso, uhm!
J: Não acredito que estou com a mãe do meu amigo!
K: Não pensa nisso, uhm!
J: Ah!! Meu amor, que gostoso!
K: Quero engolir toda sua porra, uhm, quero te deixar seco!
Era tão excitante tudo aquilo que meu pau continuou duro como antes, admirada por aquilo, sentou-se no meu pau e lentamente, com muita experiência, enfiou ele inteiro na sua buceta quente que estava inundada pelos seus sucos, a cara daquela mulher denunciando seu prazer, gozo e dor, me faziam sentir um gladiador.
K: Uhm, que duro, uhm, ah que gostoso!
J: Uf, continua assim, uhm, que delícia você me come!
Ela estava me comendo brutalmente, estava enlouquecida, seus peitos balançavam forte e minhas bolas não aguentavam mais, naquele momento segurei ela pela cintura e me virando, dei a entender que ela devia ficar de quatro, posição que ela assumiu rapidamente, comecei a beijar sua bunda linda e dura!
Eu a empurrava com tudo, era uma delícia ouvi-la gritar e pedir mais pau, a mãe do meu amigo era uma besta sexual e eu um traidor, mas valia a pena!
Foi então que ouvi entre seus murmúrios ela pedir meu pau no cu dela!
J: Sério? Você vai deixar eu comer você por ali?
K: Sim, eu gosto por ali, me dá, me dá essa pica!
Um rabo de verdade, incrível, com minha língua venci a resistência do buraco mais apertado dela e deixei pronto para penetrar!
Então apoiei a ponta do meu pau nele e lentamente, com uma pressão constante, fui enfiando, arrancando gritos de dor e prazer daquela mulher linda, até que entrou tudo e depois de alguns segundos ela começou um movimento frenético, igual a um animal!
K: Ah! Sim, assim, me come gostoso, agh, uhm!
J: Oh, uhm, que cu gostoso, uhm, toma, toma meu pau, uhm!
Continuei empurrando ela com tudo, dava tapas na bunda, me jogava com força, as nádegas dela batiam na minha pélvis, a mãe do meu amigo já estava toda empalada!
J: Sim!!!! Esse é o melhor cu que já penetrei, ah, você vai me fazer gozar!
K: Ah, papai, uhm, dói, mas não tira, agh!
J: Toma, uhm, toma!
Eu segurava ela pela cintura e a penetrava com violência, suas caretas e gritos me deixavam mais excitado e mais rápido eu comia ela, puxando seus cabelos, como uma verdadeira puta!
K: Ah, me matas, uhm, agh!
J: Tô gozando, tô gozando!!
K: Me enche de ti, agh, tô gozando!
J: Oh!! Ah!! Toma!!
Comecei a gozar no cu dela e ela também se esguichou, os dois chegamos ao orgasmo de um jeito fenomenal, que gostoso!
Nunca imaginei tanta paixão guardada dentro de uma mulher tão especial.
Quando voltamos aos sentidos, depois de transar sem parar, ela me disse que quinta-feira era o dia de folga dela no trabalho e queria que a gente passasse junto, sem sair daquele quarto. Terminou de falar isso quando desceu devagar e começou a chupar meu pau de novo. Eu não sabia quanto tempo ia aguentar, mas tava disposto a dar todo o sexo que ela pedisse. Queria fazer ela completamente feliz e tava conseguindo, a cara dela mostrava isso.
Aquele dia inteiro foi incrível, fizemos coisas que nunca imaginei, nos entregamos por completo um ao outro. Claro que nem preciso dizer que, desde aquele dia, aquela mulher irresistível virou minha amante mais safada e secreta.
Espero que tenham gostado e quero terminar dizendo: Desculpa, Carlos, mas sua mãe me fodeu como ninguém nunca fez!
3 comentários - La madre de Carlos, coje riquisimo