Olá, amigos, como vocês estão hoje? Quero contar uma história gostosa que rolou comigo uns meses atrás.
Como a gente já sabe, as mulheres são corajosas quando querem alguma coisa, ainda mais se for sexo. E, pra completar, se você é adolescente, fica ainda mais ousada. Eu tinha uns 20 anos na época, quando minha namoradinha me chamou: "Vamos lá em casa tomar um mate", coisa que a gente fazia toda tarde. A casa tinha uma cozinha pequena e, a uns três metros, com um corredor no meio, ficava a sala de jantar, onde os pais (papai, mamãe e a avó) estavam conversando na mesa.
A gostosa em questão era bem fogosa, tinha uns peitões lindos e adorava chupar a pica e tomar leite na boca e nos peitos. Toda vez que lembro, fico de pau duro. Naquela tarde, ela tava muito excitada, queria chupar minha pica ali mesmo na cozinha, onde a gente tinha ido esquentar a água do mate.
Ela usava um vestido inteiro com um decote enorme que deixava ver os peitões grandes e durinhos, e os lábios bem carnudos e brincalhões, que pareciam dizer "quero porra". A gente começou a se beijar enquanto a água esquentava, e eu também, junto com a água. Ela sabia como fazer: começou a passar a mão na minha pica por cima da calça, enquanto me beijava e sussurrava: "Quero chupar sua pica". Eu tava durasso, mas ao mesmo tempo pensava que o pai, a mãe e a avó estavam do outro lado da parede. Dava pra ouvir eles conversando, e podiam aparecer a qualquer momento. Mas a minha excitação era tão grande que a gente se arriscou: ela baixou minha calça e começou a me chupar muito bem, até o talo, saboreando tudo. A água ferveu, assim como eu, mas a mamada era tão gostosa que nem liguei pro risco.
"Quero a porra, me dá essa porra, papai", ela pedia, enquanto eu olhava pro corredor pra ver se alguém vinha. Com uma mão, desliguei o fogo e, de pé, encostado na pia, com ela de joelhos, a gente continuou. "Quero que você goze na minha boca, amor", só consegui falar bem baixinho. E ela respondeu: "Sim, meu amor". E continuou me chupando. até que comecei a gozar pra caralho, ela abriu a boquinha e os olhos pra me olhar, um pouco na boquinha e o resto nos peitos dela, que com a mão começou rapidinho a se esfregar nos próprios peitos. Rapidão me ajeitei a calça, que era tipo uma bombacha de gaúcho verde. Quando já tava arrumado, saí e fui pelo corredor levar o mate quente, enquanto ela foi pro banheiro. Deixo o mate na mesa e minha sogra me diz: "Tá manchada a calça". Olho e, sim, só consegui falar: "Derramei a água do mate".
Como a gente já sabe, as mulheres são corajosas quando querem alguma coisa, ainda mais se for sexo. E, pra completar, se você é adolescente, fica ainda mais ousada. Eu tinha uns 20 anos na época, quando minha namoradinha me chamou: "Vamos lá em casa tomar um mate", coisa que a gente fazia toda tarde. A casa tinha uma cozinha pequena e, a uns três metros, com um corredor no meio, ficava a sala de jantar, onde os pais (papai, mamãe e a avó) estavam conversando na mesa.
A gostosa em questão era bem fogosa, tinha uns peitões lindos e adorava chupar a pica e tomar leite na boca e nos peitos. Toda vez que lembro, fico de pau duro. Naquela tarde, ela tava muito excitada, queria chupar minha pica ali mesmo na cozinha, onde a gente tinha ido esquentar a água do mate.
Ela usava um vestido inteiro com um decote enorme que deixava ver os peitões grandes e durinhos, e os lábios bem carnudos e brincalhões, que pareciam dizer "quero porra". A gente começou a se beijar enquanto a água esquentava, e eu também, junto com a água. Ela sabia como fazer: começou a passar a mão na minha pica por cima da calça, enquanto me beijava e sussurrava: "Quero chupar sua pica". Eu tava durasso, mas ao mesmo tempo pensava que o pai, a mãe e a avó estavam do outro lado da parede. Dava pra ouvir eles conversando, e podiam aparecer a qualquer momento. Mas a minha excitação era tão grande que a gente se arriscou: ela baixou minha calça e começou a me chupar muito bem, até o talo, saboreando tudo. A água ferveu, assim como eu, mas a mamada era tão gostosa que nem liguei pro risco.
"Quero a porra, me dá essa porra, papai", ela pedia, enquanto eu olhava pro corredor pra ver se alguém vinha. Com uma mão, desliguei o fogo e, de pé, encostado na pia, com ela de joelhos, a gente continuou. "Quero que você goze na minha boca, amor", só consegui falar bem baixinho. E ela respondeu: "Sim, meu amor". E continuou me chupando. até que comecei a gozar pra caralho, ela abriu a boquinha e os olhos pra me olhar, um pouco na boquinha e o resto nos peitos dela, que com a mão começou rapidinho a se esfregar nos próprios peitos. Rapidão me ajeitei a calça, que era tipo uma bombacha de gaúcho verde. Quando já tava arrumado, saí e fui pelo corredor levar o mate quente, enquanto ela foi pro banheiro. Deixo o mate na mesa e minha sogra me diz: "Tá manchada a calça". Olho e, sim, só consegui falar: "Derramei a água do mate".
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