Como em todo lugar do mundo, aqui também a gente foi afetado por essa porra de Covid. No meu caso, quem se fodeu foi meu pai (fica tranquilo, ele ficou uns dias internado, mas já saiu de boa).
Com essa situação começa essa história.
Meu nome é Lautaro, tenho 29 anos e trabalho como consultor de seguros, algo que paga bem e me dá uma certa liberdade financeira. Além disso, por hobby ou porque é o que realmente gosto, eu conserto computadores. Nada sério, tenho um quartinho em casa com ferramentas, alguns CPUs largados, laptops e, de vez em quando, um celular, pra me manter entretido e poder ver que coisas estranhas o pessoal guarda. Depois vou fazer um post com todas as coisas que encontrei ao longo desses anos.
Bom, como já comentei antes, meu velho ficou internado numa clínica particular e, como ainda não estavam tão rígidos, a gente podia ir receber o boletim médico no hospital, desde que usasse máscara e, na hora de medir a temperatura, estivesse abaixo de 37,5º.
Como eu tinha o hospital a umas quadras de distância, sempre era eu quem ia ouvir o relatório e ver as necessidades de última hora do meu velho. E de prêmio, quem sabe, cruzava com alguma enfermeira novinha bem gostosa. Entre todas, se destacava uma morena baixinha, de no máximo 1,60m, com uma bunda bem empinada e um par de peitos generosos que dava pra notar bastante mesmo com o avental. Mas eu sempre via ela indo de um lado pro outro ou com outras pessoas, e não dava pra parar ela pra perguntar alguma coisa e tentar puxar conversa.
Os dias iam passando, meu velho melhorava e, ao mesmo tempo, a situação do país piorava. Lá pelo quarto ou quinto dia, me atrasei e não consegui ouvir o relatório médico. Como no dia anterior também não tinha conseguido ir, resolvi passar no quarto pra ver se meu velho precisava de algo ou se ele tinha alguma novidade dos médicos. Quando entrei, ele tava sentado numa cadeira, a cama toda molhada e uma enfermeira trocando os lençóis.
L: Não me fode que você fez xixi na cama e a coitada tem que trocar os lençóis.
Quando a enfermeira disse isso, ela se virou e me olhou com cara de estranha, sem saber quem eu era.
Meu Velho: Não seja bobo! Tava tomando um chá, quando o Franco me ligou pra perguntar uma parada do seguro da caminhonete do filho. Falei pra ele que depois você ligava.
Meu Velho: Então se vira!!!
L: Ahhh, olha só o Sr. Covid aí, agora me deixou os brincos dele.
Nós rimos um pouco da piada até que, com cara séria, ele rosna pra mim.
Meu Velho: Não vai cumprimentar ela? Te criamos melhor que isso!
Aí me toquei que ela ainda estava ali, quase terminando a cama.
L: Ayyy, foi mal, sou um brutamontes. Meu nome é Lautaro, como você já deve ter percebido, sou o filho.
Enfermeira: Não tem problema. Muito prazer!
Enfermeira: sou a nova enfermeira do Sr.
L: Que em 3 dias você esgotou sua enfermeira e tiveram que trazer uma nova?
um pouco de risada pra relaxar o clima e foi aí que reconheci ela: era a morena gostosa que tinha me chamado a atenção antes
L: Então, e como é que meu pai te trata? Ele é um bom paciente ou fica se jogando em cima de você toda hora pra te encher o saco?
L: Kkkkk, agora sério, como ele tá? Acham que vão dar alta pra ele logo?
L: Hoje cheguei tarde pra ouvir o médico.
Enfermeira: Tá indo muito bem, se continuar assim, em uns dias recebe alta. Se quiser, agora dou uma olhada se o Dr. deixou alguma nota sobre ele.
L: Vai nessa!! Muito obrigada!
Acabei de arrumar a cama e colocamos meu velho de novo, ela terminou de juntar as coisas e já tava indo embora.
Enfermeira: Daqui a pouquinho eu conto pra vocês o que eu encontrar.
E enquanto ela ia saindo, eu olhava pra bunda toda dela e tentava imaginar qual seria a cor da calcinha que mal se via por baixo da calça.
Meu Velho: Qual é, não fica nessa punhetagem e me ajuda a arrumar.
Enquanto a gente falava do programa/propaganda que tava passando na TV, a enfermeira entrou de novo (se é que eu ainda não sabia o nome dela).
Ela se aproxima da cama e, bem baixinho, diz pra gente:
Enfermeira: O Dr. deixou anotado que amanhã cedo façam um exame de sangue e uma chapa do pulmão. Então, se tudo correr bem, vão te dar alta nos próximos dias.
L: Aaaah, muito obrigada mesmo!
Enfermeira: Não tem de quê. Vou deixar vocês continuarem com o que estavam fazendo.
L: Para, para!
L: Toma, aqui está meu cartão com meu celular, caso precise falar comigo e algum dos telefones que deixamos não atender.
L: Esse aqui tá sempre comigo.
— Além de ser meu número de trabalho, é meu celular de trampo também kkk.
Meu velho: Ayyyyy olha ele com cartãozinho pessoal!!! ahhh ahh!
L: Não fode, sabendo que eu venho da distribuidora, por isso cheguei tarde.
Meu velho: Bom, então talvez você se safe e não vai se molhar com a chuva que vem aí.
L: Tomara que ela me deixe chegar em casa na paz.
L: E aí, qual é o seu nome? Levantando o olhar e encarando ela.
Enfermeira: Yamel, me chamo Yamel.
Yamel: Bom, vou deixar vocês e seguir com minha ronda.
Ela foi embora e eu fiquei com meu velho batendo um papo sobre tudo, como tava o negócio, como minha mãe tava e várias paradas por umas duas horas. Já tava chovendo fazia um tempinho quando resolvi vazar.
Cumprimentei meu velho e fui pro elevador. Enquanto esperava, chegou um médico e uma mina, de tênis, jeans e uma regata amarela. Eu ainda tava pensando na Yamel, então nem dei bola. Quando o elevador chegou, entramos e começamos a descer. O médico desceu no andar de baixo (que ódio que esse tipo de gente me dá). Levantei a vista procurando um olhar cúmplice da mina que tinha ficado comigo, e qual não foi minha surpresa ao perceber que era a Yamel, a enfermeira do meu velho.
Começamos a conversar um pouco mais soltos, ela me contou que tinha 20 anos e em outubro faz 21, e o papo continuou animado enquanto descíamos e caminhávamos até a porta de entrada. Eu poderia ter desviado e pegado outra porta pra sair direto no estacionamento, mas queria saber mais dela.
Mas quando chegamos na porta, ela mudou de atitude.
Y: Mas PQP!! Olha como tá chovendo!! Vou me molhar toda, esperando o ônibus pra pegar o trem.
Ela no transporte público morava longe, precisava pegar um ônibus e um trem pra chegar, então levava mais de uma hora de viagem, sendo que de carro são quase 20 minutos, uma loucura.
L: Se quiser, te levo até onde você mandar?
Y: Não, não precisa, vou ficar aqui um tempo esperando pra ver se para.
L: Olha só se você vai ficar aí esperando.
Y: Sim, é sério, não é a primeira vez que isso acontece.
L: Bom, então se você vai ficar, eu também não quero entrar no carro molhado.
Y: hahahaha olha que você é... tá bom, beleza. Mas cê tem certeza?
L: Relaxa, sem problema, até porque é o mínimo que posso fazer já que você tem que aturar meu velho.
Demos a volta e voltamos pelo mesmo caminho até chegar no carro. Quando ela percebeu, me olhou com cara de "seu sem-vergonha", mas a gente continuou.
Chegamos no carro, abri a porta, tirei a máscara e sentei. Liguei o rádio e saímos do hospital. Na esquina, vejo que ela ainda tá de máscara.
L: Já saímos do hospital, pode tirar a máscara aqui dentro.
Duvido um pouco e tiro. Nossa, que boca gostosa, sem pintura já tinha uns lábios vermelhos e bem carnudos que combinavam com aquele par de peitos lindos.
Fomos conversando a viagem toda, ela me contou sobre a vida dela, a família, vem de uma casa super religiosa, com um pai médico ortodoxo, a mãe dona de casa e uma irmã mais nova que tá terminando o ensino médio. Um monte de outras coisas que não vou mencionar pra não prolongar essa parte, mas vamos sim dizer que ela não tinha namorado e deu a entender que já não era mais virgem há um tempão.
Chegamos em casa, felizmente já não estava chovendo. Freio uns metros antes da casa.
L: Pronto, chegamos.
Y: Sim, fizemos bem rápido!!!
L: Se for de carro é muito mais rápido.
Ela abriu a porta como se fosse descer e, antes de pisar na calçada, se virou e me deu um beijo que me pegou de surpresa, mas eu nem lento respondi o beijo. Ela colocou o pé de volta dentro do carro enquanto a gente se acabava de beijar, até que de repente ela se afastou e desceu do carro quase correndo.
Continua...
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Qualquer comentário ou sugestão pra melhorar é bem-vindo.
Com essa situação começa essa história.
Meu nome é Lautaro, tenho 29 anos e trabalho como consultor de seguros, algo que paga bem e me dá uma certa liberdade financeira. Além disso, por hobby ou porque é o que realmente gosto, eu conserto computadores. Nada sério, tenho um quartinho em casa com ferramentas, alguns CPUs largados, laptops e, de vez em quando, um celular, pra me manter entretido e poder ver que coisas estranhas o pessoal guarda. Depois vou fazer um post com todas as coisas que encontrei ao longo desses anos.
Bom, como já comentei antes, meu velho ficou internado numa clínica particular e, como ainda não estavam tão rígidos, a gente podia ir receber o boletim médico no hospital, desde que usasse máscara e, na hora de medir a temperatura, estivesse abaixo de 37,5º.
Como eu tinha o hospital a umas quadras de distância, sempre era eu quem ia ouvir o relatório e ver as necessidades de última hora do meu velho. E de prêmio, quem sabe, cruzava com alguma enfermeira novinha bem gostosa. Entre todas, se destacava uma morena baixinha, de no máximo 1,60m, com uma bunda bem empinada e um par de peitos generosos que dava pra notar bastante mesmo com o avental. Mas eu sempre via ela indo de um lado pro outro ou com outras pessoas, e não dava pra parar ela pra perguntar alguma coisa e tentar puxar conversa.
Os dias iam passando, meu velho melhorava e, ao mesmo tempo, a situação do país piorava. Lá pelo quarto ou quinto dia, me atrasei e não consegui ouvir o relatório médico. Como no dia anterior também não tinha conseguido ir, resolvi passar no quarto pra ver se meu velho precisava de algo ou se ele tinha alguma novidade dos médicos. Quando entrei, ele tava sentado numa cadeira, a cama toda molhada e uma enfermeira trocando os lençóis.
L: Não me fode que você fez xixi na cama e a coitada tem que trocar os lençóis.
Quando a enfermeira disse isso, ela se virou e me olhou com cara de estranha, sem saber quem eu era.
Meu Velho: Não seja bobo! Tava tomando um chá, quando o Franco me ligou pra perguntar uma parada do seguro da caminhonete do filho. Falei pra ele que depois você ligava.
Meu Velho: Então se vira!!!
L: Ahhh, olha só o Sr. Covid aí, agora me deixou os brincos dele.
Nós rimos um pouco da piada até que, com cara séria, ele rosna pra mim.
Meu Velho: Não vai cumprimentar ela? Te criamos melhor que isso!
Aí me toquei que ela ainda estava ali, quase terminando a cama.
L: Ayyy, foi mal, sou um brutamontes. Meu nome é Lautaro, como você já deve ter percebido, sou o filho.
Enfermeira: Não tem problema. Muito prazer!
Enfermeira: sou a nova enfermeira do Sr.
L: Que em 3 dias você esgotou sua enfermeira e tiveram que trazer uma nova?
um pouco de risada pra relaxar o clima e foi aí que reconheci ela: era a morena gostosa que tinha me chamado a atenção antes
L: Então, e como é que meu pai te trata? Ele é um bom paciente ou fica se jogando em cima de você toda hora pra te encher o saco?
L: Kkkkk, agora sério, como ele tá? Acham que vão dar alta pra ele logo?
L: Hoje cheguei tarde pra ouvir o médico.
Enfermeira: Tá indo muito bem, se continuar assim, em uns dias recebe alta. Se quiser, agora dou uma olhada se o Dr. deixou alguma nota sobre ele.
L: Vai nessa!! Muito obrigada!
Acabei de arrumar a cama e colocamos meu velho de novo, ela terminou de juntar as coisas e já tava indo embora.
Enfermeira: Daqui a pouquinho eu conto pra vocês o que eu encontrar.
E enquanto ela ia saindo, eu olhava pra bunda toda dela e tentava imaginar qual seria a cor da calcinha que mal se via por baixo da calça.
Meu Velho: Qual é, não fica nessa punhetagem e me ajuda a arrumar.
Enquanto a gente falava do programa/propaganda que tava passando na TV, a enfermeira entrou de novo (se é que eu ainda não sabia o nome dela).
Ela se aproxima da cama e, bem baixinho, diz pra gente:
Enfermeira: O Dr. deixou anotado que amanhã cedo façam um exame de sangue e uma chapa do pulmão. Então, se tudo correr bem, vão te dar alta nos próximos dias.
L: Aaaah, muito obrigada mesmo!
Enfermeira: Não tem de quê. Vou deixar vocês continuarem com o que estavam fazendo.
L: Para, para!
L: Toma, aqui está meu cartão com meu celular, caso precise falar comigo e algum dos telefones que deixamos não atender.
L: Esse aqui tá sempre comigo.
— Além de ser meu número de trabalho, é meu celular de trampo também kkk.
Meu velho: Ayyyyy olha ele com cartãozinho pessoal!!! ahhh ahh!
L: Não fode, sabendo que eu venho da distribuidora, por isso cheguei tarde.
Meu velho: Bom, então talvez você se safe e não vai se molhar com a chuva que vem aí.
L: Tomara que ela me deixe chegar em casa na paz.
L: E aí, qual é o seu nome? Levantando o olhar e encarando ela.
Enfermeira: Yamel, me chamo Yamel.
Yamel: Bom, vou deixar vocês e seguir com minha ronda.
Ela foi embora e eu fiquei com meu velho batendo um papo sobre tudo, como tava o negócio, como minha mãe tava e várias paradas por umas duas horas. Já tava chovendo fazia um tempinho quando resolvi vazar.
Cumprimentei meu velho e fui pro elevador. Enquanto esperava, chegou um médico e uma mina, de tênis, jeans e uma regata amarela. Eu ainda tava pensando na Yamel, então nem dei bola. Quando o elevador chegou, entramos e começamos a descer. O médico desceu no andar de baixo (que ódio que esse tipo de gente me dá). Levantei a vista procurando um olhar cúmplice da mina que tinha ficado comigo, e qual não foi minha surpresa ao perceber que era a Yamel, a enfermeira do meu velho.
Começamos a conversar um pouco mais soltos, ela me contou que tinha 20 anos e em outubro faz 21, e o papo continuou animado enquanto descíamos e caminhávamos até a porta de entrada. Eu poderia ter desviado e pegado outra porta pra sair direto no estacionamento, mas queria saber mais dela.
Mas quando chegamos na porta, ela mudou de atitude.
Y: Mas PQP!! Olha como tá chovendo!! Vou me molhar toda, esperando o ônibus pra pegar o trem.
Ela no transporte público morava longe, precisava pegar um ônibus e um trem pra chegar, então levava mais de uma hora de viagem, sendo que de carro são quase 20 minutos, uma loucura.
L: Se quiser, te levo até onde você mandar?
Y: Não, não precisa, vou ficar aqui um tempo esperando pra ver se para.
L: Olha só se você vai ficar aí esperando.
Y: Sim, é sério, não é a primeira vez que isso acontece.
L: Bom, então se você vai ficar, eu também não quero entrar no carro molhado.
Y: hahahaha olha que você é... tá bom, beleza. Mas cê tem certeza?
L: Relaxa, sem problema, até porque é o mínimo que posso fazer já que você tem que aturar meu velho.
Demos a volta e voltamos pelo mesmo caminho até chegar no carro. Quando ela percebeu, me olhou com cara de "seu sem-vergonha", mas a gente continuou.
Chegamos no carro, abri a porta, tirei a máscara e sentei. Liguei o rádio e saímos do hospital. Na esquina, vejo que ela ainda tá de máscara.
L: Já saímos do hospital, pode tirar a máscara aqui dentro.
Duvido um pouco e tiro. Nossa, que boca gostosa, sem pintura já tinha uns lábios vermelhos e bem carnudos que combinavam com aquele par de peitos lindos.
Fomos conversando a viagem toda, ela me contou sobre a vida dela, a família, vem de uma casa super religiosa, com um pai médico ortodoxo, a mãe dona de casa e uma irmã mais nova que tá terminando o ensino médio. Um monte de outras coisas que não vou mencionar pra não prolongar essa parte, mas vamos sim dizer que ela não tinha namorado e deu a entender que já não era mais virgem há um tempão.
Chegamos em casa, felizmente já não estava chovendo. Freio uns metros antes da casa.
L: Pronto, chegamos.
Y: Sim, fizemos bem rápido!!!
L: Se for de carro é muito mais rápido.
Ela abriu a porta como se fosse descer e, antes de pisar na calçada, se virou e me deu um beijo que me pegou de surpresa, mas eu nem lento respondi o beijo. Ela colocou o pé de volta dentro do carro enquanto a gente se acabava de beijar, até que de repente ela se afastou e desceu do carro quase correndo.
Continua...
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