Me vesti e levei os mexicanos pra cozinha pra tomar um drink e deixar as minas descansarem. Não sabia se a gente ia ter outro round, então não mandei eles embora na hora. Acho que se o Antonio não tivesse uma porra de uma pica daquelas, com certeza eu mandava eles pastar pra ficar só com as gatas.
Javi: "Ei, amigo. Que porra é essa? Elas são...?" — ele fez um gesto com a mão como se quisesse que eu completasse a frase. Fiz cara de quem não entendeu a pergunta — "cê sabe... Profissionais?" — sabia que era por aí que vinha.
Antonio: "Mas não, mano! Se são amigas!" — e deu um tapa nele de brincadeira pelo comentário.
Eu: "Haha, relaxa, não é a primeira vez que me perguntam isso aqui."
Servimos algo pra beber e o Javi tirou um saquinho com baseados, o que me fez entender por que ele começou a tirar um monte de coisa do bolso antes de pular na piscina.
Pili: "Feeeer!!" — ouvi do quarto.
Eu: "Já vou. Tô sendo chamado."
Quando entrei no quarto, as minas já estavam com os olhos descobertos e me encaravam com cara de safadeza.
Pili: "O que vocês tão fazendo enquanto a gente tá amarrada aqui?"
Eu: "Haha, nada. Só bebendo umas... Tem baseado."
Sole: "Me escuta bem. Esse pau não sai daqui sem eu sentar nele" — falou com uma cara de ameaça.
Eu: "Hahaha, tem inveja aí, hein" — falei pra loira.
Pili: "Desamarra a gente. A gente troca de roupa e vai tomar algo?"
Eu: "Mas eles vão ver vocês!"
Sole: "E daí? Que se foda, a gente já vai embora."
Pili: "O quê? A gente conhece eles?"
Eu: "Hahaha, hmm, um deles sim."
Sole: "O pica grossa?" — fiz que sim com a cabeça.
Desamarrei elas e saíram correndo pro banheiro. Voltei pros caras e o Javi já tinha acendido um baseado. A conversa continuou sobre meu rolo com as minas quando elas apareceram todas renovadas, de short e top. Duas gostosas.
Sole: "Oiii!" — disse a morena sem dar beijo, passando direto pra pegar uma bebida pra ela e pra amiga — "Vamos botar um som mais animado pra ouvir" — nem lembrava que a música tava tocando.
Pili, ao ver o Antonio, ficou vermelha e, ironicamente, ele também. Era um cara tímido que elas nunca tivessem notado que eu existia (depois reconheceram) e que por acaso tava aqui porque eu fui muito bêbado e apressado buscar uns caras pra nossa orgiazinha.
Pili: do que vocês tavam falando? – perguntou se colocando do meu lado e tirando a bebida da minha mão
Eu: Da gente – falei e fiquei atrás dela. Encostei nela, beijei o pescoço até chegar na boca dela – e de como a gente se divertiu juntos – depois de falar isso, apertei os peitos dela.
Pili: uffa que assunto bom – disse suspirando
Javi: quer? – Javi ofereceu o baseado
Pili: siim. Acho que vou precisar
Sole: ei! Por que ninguém vem dançar comigo?? – a morena não queria saber de papo, queria festa
Fiz sinal pros caras irem dançar com elas e fui pegar o que sobrou de tequila. Preparei os shots e levei pro grupo. Os primeiros deram o tom e depois os mexicanos mostraram vários jeitos de tomar e balançavam nossa cabeça depois do gole. Ficamos tontos. Também tomamos com o copinho entre os peitos das minas.
O clima começou a esquentar quando elas dançaram bem coladas. Esfregando a bunda na pica deles. Sole focou no Antonio e fez aquela rola crescer de novo. Os caras eram tranquilos. Tímidos. Embora o Javi fosse um pouco mais animado que o amigo, não tomava iniciativa de avançar nas minas. Num funk elas tiraram o top e depois vieram tirar nossas camisetas dos três.
Pra acelerar a noite, chamei elas pra dançar pra mim. Beijava as duas e quando desciam dançando sensual, empurrava a cabeça delas contra meu pau. Sole desabotoou minha bermuda e meu pau saltou pra fora. As duas deram um grito de festa e dançaram segurando ele. Peguei na cabeça delas pra descerem e me chuparem enquanto os caras viam. Elas devoravam meu pau entre as duas e se beijavam.
Fiz sinal pros mexicanos virem e tirarem os deles pra fora. Antonio ficou na minha direita e Javi na esquerda. O pau do Javi saltou pra fora. também e ficou perto da Pili enquanto a do Antonio tava meia-bomba e a Sole teve que tirar pra dar conta.
Sole: você fica com essas duas, amiga
Pili esticou a mão pra pegar a outra rola e começou a bater uma enquanto me chupava, e depois começou a alternar. Lembrando do que aprendeu umas noites atrás, também enfiou as duas cabeças na boca.
Enquanto isso, a morena pegou o mastro do magrinho e começou a falar umas coisas pra esquentar ele.
Sole: adoro sua rola - falava olhando nos olhos dele e enfiando na boca. O magro não dizia nada - sabe a vontade que tô de você meter em mim? - falava com uma voz bem de puta.
Eu olhava mais o que a Sole fazia do que o que a loira fazia com a gente.
Sole: você vai meter em mim? - Antonio confirmava com a cabeça. A piroca dele tava crescendo - forte? - ele confirmava de novo com a cabeça.
Já tava despertando meu instinto dominador e mandei a Sole trazer ele pra junto da gente.
Eu: já imaginou você com três picas? - falei pra morena
Sole: mmm não - disse olhando pra elas
Eu: dá conta das três - ordenei e fiz um sinal pra Pili dar espaço
A morena pegou as dos mexicanos com as mãos e a minha, que tinha ficado no meio, ganhou a atenção da boca dela. Depois começou a enfiar uma por uma na boca e deixou a do Antonio por último. Abriu bem a boca e começou a enfiar.
Eu: engole mais - ordenei. Ela tentou e ganhou uns 3 ou 4 cm a mais até começar a engasgar e sair pra respirar.
Aproveitei a posição pra tirar o short dela e tocar na buceta. Tava bem molhada. Chamei a Pili pra deixar ela pelada também. Os peitos impressionantes dela ficaram de fora.
Eu: chupa sua amiga - falei pra loira
Primeiro tentou fazer por trás, mas vendo que ia ser desconfortável, deitou pra ficar debaixo da buceta da Sole. Eu e o Javi chegamos perto de novo pra servir as três picas.
Eu: agora você tem três picas e uma língua na buceta. Você dá conta de tudo?
Sole: hmm, sei não. Mas adoro – ela mordia os lábios e passava as picas no rosto.
Depois de um minuto assim, Sole começou a tremer e enfiou a pica do Antonio pra gozar. Soltou um grito de satisfação e se jogou em cima da buceta da amiga pra ficar num 69 incrível. A gente ficou olhando por uns minutos, os três batendo punheta.
Levantei elas. E a morena, sem perder tempo, pegou o Antonio e levou pro sofá. Sentou ele, colocou a camisinha e montou em cima. Vendo aquela cena, perdi o momento em que o Javi tinha pegado a Pili por trás e já tava comendo ela. Decidi assistir o show da Sole. Ela apontou a pica e foi enterrando devagar.
Sole: ai que gostoso! Tô abrindo! – e se agarrava no cabelo quando falava isso.
Assim que dominou, começou a pular em cima. Nunca tinha ouvido ela gemer assim. Tava comendo com força e o cara não fazia nada.
Eu me aproximei da Pili, que tava sendo comida pelo outro no sofá. Ele tava metendo devagar, então quis dar um tempero.
Eu: bota mais forte – falei pro Javi enquanto enfiava a pica na boca dela.
Javi confundiu força com velocidade e meteu mais rápido. Sem dúvida faltava maldade nele, e o meu demônio interno crescia ouvindo minha morena gritar.
Eu: forte, vai. Que ela engula minha pica – Pili recebia as investidas com prazer – bate na raba – Pili ria enquanto me chupava. O cara deu um tapa devagar – assim! – taaaas! Dei um tapa bem forte na raba.
Pili: arghhh
Eu: você faz o que eu mando, que eu sei que ela gosta. Tem cara de princesa, mas adora ser tratada como puta. Molha um dedo e enfia no cu dela – ordenei. O cara me olhou na dúvida.
Pili: haha, não seja filho da puta – falou tirando a pica da boca.
Eu: shhh, aproveita que amanhã você volta pra Mendoza e todo mundo te trata como uma dama de novo.
Ele começou a tocar o cu dela com o dedo, e eu fui buscar lubrificante no quarto. Voltei rápido e passei na o cu da loira e enfiei um dedo enquanto Javi continuava metendo nela.
Sole: ah ah ah aaaahhhhh siiiiii — Sole gozou de novo e se jogou em cima do amante.
A morena ficou olhando a gente brincar com o cu da Pili e me provocou.
Sole: e pra mim não tem?? — voz de putíssima
Fui decidido até onde a Sole tava.
Eu: cê tá afim de a gente te detonar? — falei no ouvido dela
Sole: siiiim. Me parte no meio que eu tô voando de tesão
Empurrei a Sole pra deixar o cu dela mais levantado. Da buceta dela tava saindo um pauzão e dava pra ver que tava vermelha. O Antonio não fazia nenhum movimento. Pra gente ele era só um pauzão naquele momento. Comecei a lubrificar o cu dela e abrir com os dedos. Foi fácil dilatar.
A Pili cansou do ritmo do Javi e trouxe ele pra perto da gente. Sentou ele do lado do amigo e montou nele de costas. Dava pra ver que ela queria assistir o show. Eu tava com o cu da Sole todo lubrificado na minha mão e a minha princesa de frente. As duas com um pau enfiado.
Eu: que espetáculo bonito — falei pra elas enquanto passava a mão na bunda da morena e beijava e apertava os peitos da Pili.
Antes de meter na aventura anal, coloquei o pau nos peitos da Pili. Monstro como ficou fazendo um boobs fuck enquanto ela pulava no Javi. Eu tava louco. Peguei a cara da loira e meti nela enquanto enfiava uns dedos no cu da Sole.
Eu: beleza. Chegou a hora de rachar o cu dela — falei olhando pros caras
A morena se posicionou pra receber minha piroca. Peguei ela pelos cabelos bem forte pra mostrar que não ia ser delicado. Comecei a enterrar devagar mas sem parar.
Sole: ummmmmmm
Eu: lá vem ela toda. — enfiei até o fundo sem parar
Sole: ai a buceta da Lora!
Eu: shhhhh. Agora se mexe
A morena começou a se mexer com os dois paus enfiados. Os gritos que ela dava são inesquecíveis. Quando pegava ritmo, parava.
Sole: ai não ai não. Não paro de gozar!
Eu: Mexe essa bunda, vagabunda. - Tá! - Tapa na raba - Bate - falei pro Antonio. E ele se animou a dar um belo tapa.
Do lado, Pili pulava em cima do Javi e com a boca tentava me beijar ou beijar a buceta da amiga. Em poucos segundos, ela gozou.
Pili: uummmm - desabou de costas em cima do Javi
Eu: mm que lindo, loira. Me espera que quero pegar você também. Primeiro vou acabar com sua amiga que me pediu - e metia um pouco mais forte na morena.
Sole: mmmm sim... como eu adoro essa pica! Que puta que eu sou - dizia eufórica
Eu: Ah é? Cê gosta? Javi. Tira a camisinha e coloca na boca dela - o cara me olhou surpreso, mas começou a se mexer.
Em segundos, a Sole já tinha uma pica que valia por duas na buceta. A minha no cu e ela chupava a pica do Javi com dificuldade por causa dos movimentos e porque tava louca de prazer.
Sole: Fer, tô gozando. Me destrói, me destrói! - foi o grito que ela deu. Nunca vou esquecer.
Levantei um pé no sofá como pude e agarrei ela forte pelo cabelo pra meter com muita força. O Javi descreveu que os olhos dela ficaram brancos quando gozou e ela tremeu inteira.
Sole: agrhhhhhhh!!! - prazer e dor num grito só - coloca na minha boca que quero as três - ordenou pro Javi
Quando parou de tremer, levantei ela ainda tratando como uma puta e joguei pro lado. Os caras me olharam surpresos de novo. Não sabiam como ela curte essa parte.
Eu: agora é sua vez - falei pra loira - cê quer? - apontei pra pica do Antonio
Pili: não. Você - foi tudo que disse
Coloquei a Pili de quatro e apontei pra chupar as picas dos mexicanos. Sabia que ela não ia aceitar a buceta, mas queria fazer ela provar as três ao mesmo tempo. Comecei a meter forte nela enquanto ela tentava dominar as duas picas que tinha pra chupar. Eu via a cabeça loira dela tentando agarrar a pica gigante e lembrava como ela era tímida anos atrás.
Antonio: vou gozar a qualquer momento - que educado que aviso
Javi: eu também
Deixei a Pili sentar em cima de mim no chão pra eles poderem gozar nela enquanto eu chupava. Dei umas punhetas no Javi e ele soltou uns jatos nos peitos dela. Depois o Antonio enfiou a anaconda entre as tetas dela e em segundos começou a cuspir porra. Os dois magrelos desabaram no sofá.
Parei ela e levei contra a parede. Travei as mãos dela pra trás e comi ela bem forte de pé.
Eu: adoro o quão piranha você tá
Pili: você me deixa assim, filho da puta – ela disse
Eu: vai gozar pra mim?
Pili: ujumm
Eu: é minha putinha?
Pili: siiiim, sou sua putaaaa!!
Eu: gostou de ter 3 paus?
Pili: siiiim... Ah ah ahaaahhh
Com o orgasmo na boca, apertei ela contra a parede e meti bem forte. A parede toda ficou manchada com a porra que ela tinha nos peitos...
Eu tava com o pau inchado. Não aguentava mais. Olhei pro sofá e a Sole tava nos olhando e se tocando, a filha da puta.
Cheguei perto dela.
Eu: guardei a porra pra você – falei
Ela abriu a boca pra eu dar. Não precisei bater tanta punheta pra os jatos começarem a sair. Enfiei na boca dela e gozei tudo lá. Ela recebeu a carga toda e engoliu com prazer.
Me afastei e observei a cena toda. Todo mundo tava agitado, pelado e tinha um cheiro de porra e baseado foda naquele lugar.
O calor era insuportável. Precisávamos tomar algo gelado. Todo mundo tava tão excitado e meio doidão que não queríamos terminar a noite.
Fomos pegar umas cervejas geladas enquanto as minas foram se limpar... Na loucura pra esfriar o calor, nós manos demos um mergulho pelado na piscina e voltamos correndo.
Javi começou a preparar mais baseado. Ainda falta uma última etapa nessa noite....
Javi: "Ei, amigo. Que porra é essa? Elas são...?" — ele fez um gesto com a mão como se quisesse que eu completasse a frase. Fiz cara de quem não entendeu a pergunta — "cê sabe... Profissionais?" — sabia que era por aí que vinha.
Antonio: "Mas não, mano! Se são amigas!" — e deu um tapa nele de brincadeira pelo comentário.
Eu: "Haha, relaxa, não é a primeira vez que me perguntam isso aqui."
Servimos algo pra beber e o Javi tirou um saquinho com baseados, o que me fez entender por que ele começou a tirar um monte de coisa do bolso antes de pular na piscina.
Pili: "Feeeer!!" — ouvi do quarto.
Eu: "Já vou. Tô sendo chamado."
Quando entrei no quarto, as minas já estavam com os olhos descobertos e me encaravam com cara de safadeza.
Pili: "O que vocês tão fazendo enquanto a gente tá amarrada aqui?"
Eu: "Haha, nada. Só bebendo umas... Tem baseado."
Sole: "Me escuta bem. Esse pau não sai daqui sem eu sentar nele" — falou com uma cara de ameaça.
Eu: "Hahaha, tem inveja aí, hein" — falei pra loira.
Pili: "Desamarra a gente. A gente troca de roupa e vai tomar algo?"
Eu: "Mas eles vão ver vocês!"
Sole: "E daí? Que se foda, a gente já vai embora."
Pili: "O quê? A gente conhece eles?"
Eu: "Hahaha, hmm, um deles sim."
Sole: "O pica grossa?" — fiz que sim com a cabeça.
Desamarrei elas e saíram correndo pro banheiro. Voltei pros caras e o Javi já tinha acendido um baseado. A conversa continuou sobre meu rolo com as minas quando elas apareceram todas renovadas, de short e top. Duas gostosas.
Sole: "Oiii!" — disse a morena sem dar beijo, passando direto pra pegar uma bebida pra ela e pra amiga — "Vamos botar um som mais animado pra ouvir" — nem lembrava que a música tava tocando.
Pili, ao ver o Antonio, ficou vermelha e, ironicamente, ele também. Era um cara tímido que elas nunca tivessem notado que eu existia (depois reconheceram) e que por acaso tava aqui porque eu fui muito bêbado e apressado buscar uns caras pra nossa orgiazinha.
Pili: do que vocês tavam falando? – perguntou se colocando do meu lado e tirando a bebida da minha mão
Eu: Da gente – falei e fiquei atrás dela. Encostei nela, beijei o pescoço até chegar na boca dela – e de como a gente se divertiu juntos – depois de falar isso, apertei os peitos dela.
Pili: uffa que assunto bom – disse suspirando
Javi: quer? – Javi ofereceu o baseado
Pili: siim. Acho que vou precisar
Sole: ei! Por que ninguém vem dançar comigo?? – a morena não queria saber de papo, queria festa
Fiz sinal pros caras irem dançar com elas e fui pegar o que sobrou de tequila. Preparei os shots e levei pro grupo. Os primeiros deram o tom e depois os mexicanos mostraram vários jeitos de tomar e balançavam nossa cabeça depois do gole. Ficamos tontos. Também tomamos com o copinho entre os peitos das minas.
O clima começou a esquentar quando elas dançaram bem coladas. Esfregando a bunda na pica deles. Sole focou no Antonio e fez aquela rola crescer de novo. Os caras eram tranquilos. Tímidos. Embora o Javi fosse um pouco mais animado que o amigo, não tomava iniciativa de avançar nas minas. Num funk elas tiraram o top e depois vieram tirar nossas camisetas dos três.
Pra acelerar a noite, chamei elas pra dançar pra mim. Beijava as duas e quando desciam dançando sensual, empurrava a cabeça delas contra meu pau. Sole desabotoou minha bermuda e meu pau saltou pra fora. As duas deram um grito de festa e dançaram segurando ele. Peguei na cabeça delas pra descerem e me chuparem enquanto os caras viam. Elas devoravam meu pau entre as duas e se beijavam.
Fiz sinal pros mexicanos virem e tirarem os deles pra fora. Antonio ficou na minha direita e Javi na esquerda. O pau do Javi saltou pra fora. também e ficou perto da Pili enquanto a do Antonio tava meia-bomba e a Sole teve que tirar pra dar conta.
Sole: você fica com essas duas, amiga
Pili esticou a mão pra pegar a outra rola e começou a bater uma enquanto me chupava, e depois começou a alternar. Lembrando do que aprendeu umas noites atrás, também enfiou as duas cabeças na boca.
Enquanto isso, a morena pegou o mastro do magrinho e começou a falar umas coisas pra esquentar ele.
Sole: adoro sua rola - falava olhando nos olhos dele e enfiando na boca. O magro não dizia nada - sabe a vontade que tô de você meter em mim? - falava com uma voz bem de puta.
Eu olhava mais o que a Sole fazia do que o que a loira fazia com a gente.
Sole: você vai meter em mim? - Antonio confirmava com a cabeça. A piroca dele tava crescendo - forte? - ele confirmava de novo com a cabeça.
Já tava despertando meu instinto dominador e mandei a Sole trazer ele pra junto da gente.
Eu: já imaginou você com três picas? - falei pra morena
Sole: mmm não - disse olhando pra elas
Eu: dá conta das três - ordenei e fiz um sinal pra Pili dar espaço
A morena pegou as dos mexicanos com as mãos e a minha, que tinha ficado no meio, ganhou a atenção da boca dela. Depois começou a enfiar uma por uma na boca e deixou a do Antonio por último. Abriu bem a boca e começou a enfiar.
Eu: engole mais - ordenei. Ela tentou e ganhou uns 3 ou 4 cm a mais até começar a engasgar e sair pra respirar.
Aproveitei a posição pra tirar o short dela e tocar na buceta. Tava bem molhada. Chamei a Pili pra deixar ela pelada também. Os peitos impressionantes dela ficaram de fora.
Eu: chupa sua amiga - falei pra loira
Primeiro tentou fazer por trás, mas vendo que ia ser desconfortável, deitou pra ficar debaixo da buceta da Sole. Eu e o Javi chegamos perto de novo pra servir as três picas.
Eu: agora você tem três picas e uma língua na buceta. Você dá conta de tudo?
Sole: hmm, sei não. Mas adoro – ela mordia os lábios e passava as picas no rosto.
Depois de um minuto assim, Sole começou a tremer e enfiou a pica do Antonio pra gozar. Soltou um grito de satisfação e se jogou em cima da buceta da amiga pra ficar num 69 incrível. A gente ficou olhando por uns minutos, os três batendo punheta.
Levantei elas. E a morena, sem perder tempo, pegou o Antonio e levou pro sofá. Sentou ele, colocou a camisinha e montou em cima. Vendo aquela cena, perdi o momento em que o Javi tinha pegado a Pili por trás e já tava comendo ela. Decidi assistir o show da Sole. Ela apontou a pica e foi enterrando devagar.
Sole: ai que gostoso! Tô abrindo! – e se agarrava no cabelo quando falava isso.
Assim que dominou, começou a pular em cima. Nunca tinha ouvido ela gemer assim. Tava comendo com força e o cara não fazia nada.
Eu me aproximei da Pili, que tava sendo comida pelo outro no sofá. Ele tava metendo devagar, então quis dar um tempero.
Eu: bota mais forte – falei pro Javi enquanto enfiava a pica na boca dela.
Javi confundiu força com velocidade e meteu mais rápido. Sem dúvida faltava maldade nele, e o meu demônio interno crescia ouvindo minha morena gritar.
Eu: forte, vai. Que ela engula minha pica – Pili recebia as investidas com prazer – bate na raba – Pili ria enquanto me chupava. O cara deu um tapa devagar – assim! – taaaas! Dei um tapa bem forte na raba.
Pili: arghhh
Eu: você faz o que eu mando, que eu sei que ela gosta. Tem cara de princesa, mas adora ser tratada como puta. Molha um dedo e enfia no cu dela – ordenei. O cara me olhou na dúvida.
Pili: haha, não seja filho da puta – falou tirando a pica da boca.
Eu: shhh, aproveita que amanhã você volta pra Mendoza e todo mundo te trata como uma dama de novo.
Ele começou a tocar o cu dela com o dedo, e eu fui buscar lubrificante no quarto. Voltei rápido e passei na o cu da loira e enfiei um dedo enquanto Javi continuava metendo nela.
Sole: ah ah ah aaaahhhhh siiiiii — Sole gozou de novo e se jogou em cima do amante.
A morena ficou olhando a gente brincar com o cu da Pili e me provocou.
Sole: e pra mim não tem?? — voz de putíssima
Fui decidido até onde a Sole tava.
Eu: cê tá afim de a gente te detonar? — falei no ouvido dela
Sole: siiiim. Me parte no meio que eu tô voando de tesão
Empurrei a Sole pra deixar o cu dela mais levantado. Da buceta dela tava saindo um pauzão e dava pra ver que tava vermelha. O Antonio não fazia nenhum movimento. Pra gente ele era só um pauzão naquele momento. Comecei a lubrificar o cu dela e abrir com os dedos. Foi fácil dilatar.
A Pili cansou do ritmo do Javi e trouxe ele pra perto da gente. Sentou ele do lado do amigo e montou nele de costas. Dava pra ver que ela queria assistir o show. Eu tava com o cu da Sole todo lubrificado na minha mão e a minha princesa de frente. As duas com um pau enfiado.
Eu: que espetáculo bonito — falei pra elas enquanto passava a mão na bunda da morena e beijava e apertava os peitos da Pili.
Antes de meter na aventura anal, coloquei o pau nos peitos da Pili. Monstro como ficou fazendo um boobs fuck enquanto ela pulava no Javi. Eu tava louco. Peguei a cara da loira e meti nela enquanto enfiava uns dedos no cu da Sole.
Eu: beleza. Chegou a hora de rachar o cu dela — falei olhando pros caras
A morena se posicionou pra receber minha piroca. Peguei ela pelos cabelos bem forte pra mostrar que não ia ser delicado. Comecei a enterrar devagar mas sem parar.
Sole: ummmmmmm
Eu: lá vem ela toda. — enfiei até o fundo sem parar
Sole: ai a buceta da Lora!
Eu: shhhhh. Agora se mexe
A morena começou a se mexer com os dois paus enfiados. Os gritos que ela dava são inesquecíveis. Quando pegava ritmo, parava.
Sole: ai não ai não. Não paro de gozar!
Eu: Mexe essa bunda, vagabunda. - Tá! - Tapa na raba - Bate - falei pro Antonio. E ele se animou a dar um belo tapa.
Do lado, Pili pulava em cima do Javi e com a boca tentava me beijar ou beijar a buceta da amiga. Em poucos segundos, ela gozou.
Pili: uummmm - desabou de costas em cima do Javi
Eu: mm que lindo, loira. Me espera que quero pegar você também. Primeiro vou acabar com sua amiga que me pediu - e metia um pouco mais forte na morena.
Sole: mmmm sim... como eu adoro essa pica! Que puta que eu sou - dizia eufórica
Eu: Ah é? Cê gosta? Javi. Tira a camisinha e coloca na boca dela - o cara me olhou surpreso, mas começou a se mexer.
Em segundos, a Sole já tinha uma pica que valia por duas na buceta. A minha no cu e ela chupava a pica do Javi com dificuldade por causa dos movimentos e porque tava louca de prazer.
Sole: Fer, tô gozando. Me destrói, me destrói! - foi o grito que ela deu. Nunca vou esquecer.
Levantei um pé no sofá como pude e agarrei ela forte pelo cabelo pra meter com muita força. O Javi descreveu que os olhos dela ficaram brancos quando gozou e ela tremeu inteira.
Sole: agrhhhhhhh!!! - prazer e dor num grito só - coloca na minha boca que quero as três - ordenou pro Javi
Quando parou de tremer, levantei ela ainda tratando como uma puta e joguei pro lado. Os caras me olharam surpresos de novo. Não sabiam como ela curte essa parte.
Eu: agora é sua vez - falei pra loira - cê quer? - apontei pra pica do Antonio
Pili: não. Você - foi tudo que disse
Coloquei a Pili de quatro e apontei pra chupar as picas dos mexicanos. Sabia que ela não ia aceitar a buceta, mas queria fazer ela provar as três ao mesmo tempo. Comecei a meter forte nela enquanto ela tentava dominar as duas picas que tinha pra chupar. Eu via a cabeça loira dela tentando agarrar a pica gigante e lembrava como ela era tímida anos atrás.
Antonio: vou gozar a qualquer momento - que educado que aviso
Javi: eu também
Deixei a Pili sentar em cima de mim no chão pra eles poderem gozar nela enquanto eu chupava. Dei umas punhetas no Javi e ele soltou uns jatos nos peitos dela. Depois o Antonio enfiou a anaconda entre as tetas dela e em segundos começou a cuspir porra. Os dois magrelos desabaram no sofá.
Parei ela e levei contra a parede. Travei as mãos dela pra trás e comi ela bem forte de pé.
Eu: adoro o quão piranha você tá
Pili: você me deixa assim, filho da puta – ela disse
Eu: vai gozar pra mim?
Pili: ujumm
Eu: é minha putinha?
Pili: siiiim, sou sua putaaaa!!
Eu: gostou de ter 3 paus?
Pili: siiiim... Ah ah ahaaahhh
Com o orgasmo na boca, apertei ela contra a parede e meti bem forte. A parede toda ficou manchada com a porra que ela tinha nos peitos...
Eu tava com o pau inchado. Não aguentava mais. Olhei pro sofá e a Sole tava nos olhando e se tocando, a filha da puta.
Cheguei perto dela.
Eu: guardei a porra pra você – falei
Ela abriu a boca pra eu dar. Não precisei bater tanta punheta pra os jatos começarem a sair. Enfiei na boca dela e gozei tudo lá. Ela recebeu a carga toda e engoliu com prazer.
Me afastei e observei a cena toda. Todo mundo tava agitado, pelado e tinha um cheiro de porra e baseado foda naquele lugar.
O calor era insuportável. Precisávamos tomar algo gelado. Todo mundo tava tão excitado e meio doidão que não queríamos terminar a noite.
Fomos pegar umas cervejas geladas enquanto as minas foram se limpar... Na loucura pra esfriar o calor, nós manos demos um mergulho pelado na piscina e voltamos correndo.
Javi começou a preparar mais baseado. Ainda falta uma última etapa nessa noite....
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