Desculpa pelo sumiço! A pandemia pegou forte aqui onde a gente tá, e até a Sole pegou Covid. Hoje a gente tá bem e pronto pra compartilhar o resto da história.
Essa é a primeira parte da última noite das férias. A gente lembra dela como a noite mais intensa.
Espero que vocês curtam!!
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A gente tava com aquela nostalgia que qualquer um sente no último dia de férias, mas multiplicada por dez. A gente sentia que ia sentir falta não só daquele paraíso, da falta de problemas, do trampo, da festa, da bebida, mas também de nós mesmos. Durante 12 dias, a gente tinha sido aquilo que não podia ser normalmente.
Acordamos cedo, fomos pra praia, comemos e nos divertimos o dia inteiro. Relaxamos, mas sem parar de pensar no que íamos fazer à noite.
A gente tinha que sair às 9 da manhã do dia seguinte, então à tarde também tratamos de deixar tudo mais ou menos pronto, sabendo que à noite a gente ia se acabar.
Naquela noite, tinha uma festa especial na praia do resort. Chamam de festa dos colares, embora seja algo que costumam fazer no carnaval, aqui eles faziam direto por causa do sucesso que fazia. A parada era que os homens compravam colares com as bebidas deles, e as minas tinham que conseguir de algum jeito. As táticas iam desde pedir por favor, dançar esfregando a bunda ou dar um beijo. A competição que isso gerou entre as minas foi foda. A Sole e a Pili se vestiram pra matar, com vestidinhos curtos e decotados. Nem preciso dizer que tive que dar meus colares pra elas.
Pra dar um tempero e entrar no clima, naquela noite a gente levou os brinquedinhos de controle remoto. Enquanto as minas jogavam e conseguiam colares, eu ia esquentando elas, fazendo com que se beijassem, se tocassem ou viessem comer minha boca.
A competição no lugar, como vocês já devem imaginar, era a baixinha angelina que me fez uma punheta umas noites antes. Ela tinha quase a mesma quantidade Que a Sole e a Pili não tinham problema nenhum em comer um cara pra conseguir o que queriam. A fofoca a gente descobriu no dia seguinte, quando soubemos que o amigo do Antonio acabou comendo ela na frente do namorado dela.
Depois de umas horas de álcool e putaria, as minas vieram até mim e me puxaram pelos braços pra fora do lugar.
Sole: "Vamo que tamo muito putas, aproveita a gente."
Eu fui sendo arrastado por essas duas gostosonas do rolê enquanto todo mundo olhava. A poucos passos da porta do nosso condomínio, a Pili me empurrou contra a parede e começou a me beijar de boca aberta. E a morena desceu desesperada abrindo minha bermuda pra chupar minha porra de pica. Tavam doidas! Lá longe uns caras aplaudiam e gritavam. Eu acenei que nem um ídolo no estádio e elas me enfiaram pra dentro.PiliO que você vai fazer com a gente? A gente se comportou mal a noite toda. Sabe o quão puta eu fui pra conseguir esses colares? - a loira sussurrou no meu ouvido com voz de menina. Ela tava acordando a besta.
Eu: acho que vocês vão ser castigadas. Mas preciso de reforços, né?
Tinha a Sole de joelhos, agarrada no meu pau, e senti ela apertar quando fiz esse comentário. Ela parou pra falar comigo.
Sole: galera... tô com tanto tesão! - ela beijou nós dois
Eu: vamos - arrastei as duas pelas mãos até o quarto - vistam o que tavam usando ontem à noite - tava falando dos conjuntos que elas usaram pra dançar pra mim - deixem o brinquedo dentro.
As minhas me obedeceram e eu comecei a me preparar no quarto. Tava tremendo tudo, super ansioso. Não sabia se ia ter coragem de fazer o que a gente tinha combinado na noite anterior. Trouxe uns drinks pra acalmar os nervos. Ouvi os saltos das duas no corredor e fui me preparando pro impacto visual no meu pau. Lá estavam elas de novo com aqueles conjuntos bem putas, os peitos da Pili pareciam que iam explodir, e ainda tinha pintado os olhos bem de gata. Eu tava do lado da cama mais longe da porta onde elas apareceram.
Eu: Venham pra cá. Quero vocês de quatro, uma do lado da outra - falei apontando pro meio da cama
Elas fizeram o que eu pedi, bem submissas. A Sole mordia o lábio. Tentou puxar minha bermuda.
Eu: chst chst - parei ela na hora - Quietinha, eu vou dizer o que vocês vão fazer.
Peguei duas vendas que tinha e bem devagar tampei os olhos delas. Sentia a respiração ofegante. Tavam de quatro e as mãos seguravam firme no colchão.
Eu: Aqui, pra vocês se entreterem - dei os controles uma pra outra pra se esquentarem - Se beijem.
Desajeitadas, se procuraram sem se ver e se agarraram num beijo safado. Perderam a posição e se enroscaram num beijo muito apaixonado.
Eu: Já tão desobedecendo! Quero vocês de quatro! - voltaram pra posição com uma risadinha safada
Enquanto elas faziam o brinquedinho vibrar e se procuravam com a boca. eu fui girando na cama pra ficar atrás delas. a vista era impressionante. aquelas duas bundas empinadas, a cinturinha da Pili, a bunda monstra da minha morena. queria mandar toda a fantasia pro caralho e comer elas ali mesmo. com força. o que me segurou foi sentir os vibradores funcionando dentro delas. estavam se esfregando. me aproximei da loira primeiro e, puxando a fio dental, enfiei a língua pra provar os sucos dela.
eu: hummm… que gostoso que isso tá
fiz o mesmo com a Sole enquanto mantinha a mão na buceta da Pili. dei uns tapas nelas que fizeram as duas gritarem. pronto. tinha que me preparar pra loucura.
peguei as cordas de tecido e amarrei as pernas delas pra ficarem de quatro. me aproximei na frente delas e algemei as duas.
Sole: mmmmm… tô entregue. destrói a gente, por favor! – ela dizia e me enlouquecia
tirei a pica e enfiei na boca da morena. ela engoliu tudo e com a língua fazia movimentos que eu nunca tinha sentido. segurei ela pelo cabelo com força e dei umas estocadas fortes.
eu: assim??
Sole: uhummm mais – ela falava com a pica toda na boca
saí dela e ofereci pra loira. as algemas deixavam ela pegar na minha pica e ela começou a beijar e meter devagar na boca.
eu: solta! – falei firme e puxando o cabelo enfiei a pica até o fundo fazendo ela engasgar.
tava com a adrenalina no talo. tudo girava por causa do álcool mas também da excitação. dei um gole pra elas.
eu: bom… fiquem quentes e putas que eu não volto sozinho
as duas gemeram com meu comentário e eu saí voando do lugar. ia com aquela cegueira que a gente tem quando bebeu demais e sabe que tem que ir pra algum lugar mas não raciocina direito. quase que ia trotando, passei a piscina e a música cada vez mais alta.
quando cheguei na festa lembro de ver muitas luzes, gritos e tudo em planos curtos. via caras que vinham na minha direção Eu tava tentando me apressar e decidir quem levar, mas não sabia como fazer. Uns caras magrinhos bêbados me perguntaram pelas minas, mas eu me livrei deles e continuei minha procura.
Percebi que tinha que parar de andar igual um idiota e olhar melhor pra escolher. Me apoiei no balcão e comecei a procurar rostos conhecidos ou algo que chamasse a atenção das gurias (o preto das fotos, por exemplo). A uns metros à minha direita, vi que tava o grupo do Antonio e os amigos dele. Me aproximei.
Antonio: E aí!! Fernando! Como cê tá? — já me passou um gole na hora
Antonio tava estranhamente solto por causa da bebida e, além de perguntar pelas minas, me apresentou os amigos e amigas dele. Dei uma olhada nos caras. O que eu fazia? Levava só o Antonio? Sentia que era pouco ou a mesma coisa da noite com o Ed, levava todo mundo? Talvez perdesse o controle se não conseguisse lidar com 4 ou 5 desconhecidos.
Eu: Ó Antonio. Teu amigo de branco, é gente boa? — perguntei na lata
Antonio: Javi?! Sim! Esse mano é foda! — e trouxe ele pra dar um abraço de bêbado
Eu: Beleza, traz ele. Vem que tenho um presente pra vocês
Antonio me olhou estranho, mas não hesitou em arrastar o amigo e me seguir. Ele sacou porque sabia da minha relação diferente com as gurias e viu elas dando mole pra mim no primeiro dia na praia. Voltei a andar rápido, com aquela mistura de álcool e adrenalina, enquanto ouvia o Javi perguntando pro amigo o que tava rolando e o Antonio mandando ele seguir a gente.
Faltando uns metros, ele me alcançou.
Antonio: Ó! Cê vai levar a gente pras minas? — fiz gesto que sim e fiquei pensando
Eu: É... mas preciso que vocês obedeçam tudo que eu pedir. Ok?
Antonio: Sim, sim. Javi... a gente obedece o senhor em tudo, entendido?
Seguimos andando mais uns passos, quase chegando na piscina que tava a uns metros do nosso ponto.
Eu: Tirem a camisa e pulem na piscina
Os dois me olharam com cara de incrédulos e surpresos. Eu fiz por dois motivos: queria ver se iam me obedecer de verdade e queria tirar um pouco da sujeira da festa. Quando viram que eu não tava brincando, tiraram a camiseta, as havaianas e se jogaram de cabeça. Fiz um sinal pra eles saírem rápido e entrei no condomínio com eles.
Ouvi barulhos no quarto das meninas se arrumando. Meu coração tava a mil. Fiz sinal pra eles não falarem. E me aproximei delas.
Eu: vou levar vocês pro quarto. A gente vai se divertir se vocês obedecerem tudo que eu falar e não conversarem. Não quero que saibam quem são.
Javi: Ei, isso não é nada estranho, né? — Ele fez cara de desconfiado e eu entendi que pro cara meus avisos podiam parecer meio loucos.
Eu: haha. Não. Fica tranquilo. É uma fantasia.
Coloquei música. Servi uns drinks e fomos pro quarto. Quando entramos, as meninas estavam como eu deixei, ou até com a cabeça mais baixa. Tremiam de excitação e nervosismo. Quando os mexicanos entraram, ouvi o Javi falar algo tipo "Caralho...". Fiz sinal pra eles sentarem nuns banquinhos que estavam atrás das meninas. Os caras me obedeceram e não paravam de olhar pra aquelas bundas.
Eu: oi, minhas putinhas... — falei pra quebrar o gelo — sentiram minha falta?
Pili: hmm siiiim — disse quase sussurrando, enquanto dava pra ver que ela ainda tava apertando o botão pra fazer a amiga vibrar.
Fiquei de frente pra elas e me agachei pra falar perto da cara delas.
Eu: trouxe companhia — as duas morderam os lábios.
Sole: hmm... quantos? — perguntou toda excitada.
Eu: dois.
Pili: hmm... quem?
Eu: shhh... isso não se fala... desconhecidos, putinhas.
Beijei a boca das duas e olhei por cima dos corpos delas pros caras segurando o drink e se esfregando no pau. Tirei o controle da mão delas e voltei pra trás. Peguei os vibradores todos molhados. A cara dos caras era demais. Tavam de boca bem aberta, não acreditavam. Dei um pra cada um. Eles receberam meio tímidos. Antonio levou até o nariz dela pra sentir o cheirinho da buceta da loira.
Eu: Provem — falei pra eles provarem os sucos dela e também pra ver se me obedeciam.
Os dois levaram à boca, meio tímidos. Mal lamberam, fecharam os olhos e os paus deles mexeram. Pedi que se levantassem e levei eles na frente das minas. Antonio na frente da Pili e Javi na frente da Sole. Eu tava tremendo tudo, mas fingia que tava calmo. As minas tavam super aceleradas.
Eu: Tirem tudo — ordenei pra eles.
Eles fizeram tudo rápido. Javi baixou a cueca e o pau dele saltou pra fora. Era tamanho padrão, não ia surpreender nenhuma das minhas minas. Mas quando Antonio fez o mesmo, saiu um monstro do meio das pernas dele. Era uma parada brutal. Uns 23 cm pra cima, certeza, e grosso. Uma loucura… tanto que escapou um…
Eu: Ah, caralho!
Sole: Que foi?
Eu: Nada, nada… fica quietinha aí — não quis estragar a surpresa nem fazer ela se decepcionar quando visse que o pitão não era o que tava na frente dela.
Antonio, por ser magrinho, fazia o pau dele parecer ainda maior. Desde aquele momento, vi ele diferente. Ele pegou com a mão toda pra bater uma, e o movimento vinha do cotovelo. Não igual qualquer um que faz com o pulso. Eu tava do lado delas, e eles se tocavam a uns 40 ou 50 cm.
Eu: Cheguem devagar — falei pros caras, apontando com o rebenque que já tava na minha mão — vocês abram a boca. — Toquei as bochechas delas pra obedecerem.
Sole: Hummm, que cheiro gostoso de pau… — disse a morena, se lambendo.
Os caras foram se aproximando devagar, olhando pra mim pra ver se continuavam ou não. Eu acenava que sim e olhava atento pra gravar o momento em que aqueles dois paus iam entrar na boca delas. Sole esticava a língua pra acelerar a parada… encostou na ponta do pau do Javi, e eu vi os ombros dele se mexerem de satisfação.
O primeiro momento inesquecível da noite foi quando Antonio chegou na boca dela. semiaberta da Pili. Ela percebeu que tava apoiando no lábio inferior, mas começou a engasgar e teve que abrir bem a boca. Teria estragado toda a fantasia se visse os olhos dela naquele momento. Quando viu que era uma monstruosidade o que tinha na boca, ela recuou e disse:
Pili: Ah não, galera! Isso é demais!
Sole: O quê? É muito grande? - Falou a morena tirando a pica do Javi. Quem tava olhando caiu na risada.
Pili: Boluda. Não sei o que enfiaram na minha boca! É um termo.
Tive que entrar em ação senão ia estragar tudo.
Eu: Shhh... cala a boca e chupa - Dei uma chicotada na bunda dela com o rebenque.
Pili abriu a boca de novo enquanto Antonio apontava a anaconda pra ela. Agora ela encarou de outro jeito, beijava a cabeça e lambia dos lados. Tipo explorando.
Sole, por sua vez, já tinha entrado no ritmo com a pica dela e chupava gostoso. Embora não fosse o monstro que tinha sobrado pra loira, não era nada desprezível e ela sabia disso.
Eu olhava a cena incrédulo. Minhas duas cabeças explodiam, tava com a pica dura como pedra e a adrenalina e o álcool me deixavam muito excitado. Com o rebenque na mão, comecei a percorrer elas. Primeiro a Pili, com as costas todas de fora naquele conjunto vermelho. Passei a mão devagar nas costas dela e, quando cheguei na bunda, bati de leve. Antonio tava concentrado guiando a loira na chupada, mas o Javi tava de olho no que eu fazia, curioso pra ver até onde a gente ia. Andei ao redor da cama até ficar atrás das duas e fiz o mesmo movimento com a Sole, passando a mão nas costas e batendo de leve na bunda dela. Mas nela, deixei a mão apoiada na altura do cu... Ela mexeu a bunda me chamando pra fazer alguma coisa. Olhei pro Javi, levantei o rebenque até ele ficar na vertical e dei um tapa seco que ecoou no quarto.
Sole: aghhhh - gemeu reclamando de boca cheia, mas eu sabia que tinha prazer naquele grito.
Os caras me olharam surpresos e só ficaram parados, aproveitando a chupada. de pau das minhas garotas. Me despi e me ajoelhei atrás da morena... Fui subindo minha mão pelas costas dela até chegar no cabelo. Quando minha mão chegou na cabeça dela, apertei bem forte e empurrei ela pra frente.
Eu: engole, head master - falei agressivo
Ela esmagou o nariz contra a barriga do magrelo. Com a outra mão desci pra puxar a tanga dela e apontei meu pau na buceta. Tava molhadíssima por causa do brinquedo e de toda a situação. Eu não tava pra ser delicado, então meti bem forte e, pela cabeça e pelas tiras do conjunto de couro dela, agarrei pra meter com força. Nos movimentos, ela perdeu o pau do Javi e os gemidos começaram a ficar bem altos.
Sole: ai sim... filha da puta. Me dá bem forte - falava entre gemidos - acabem comigo - mudou pro plural
Do lado, a Pili tinha se colocado mais em posição de reza pra poder usar as mãos e pegar no pau do magrelo dela. Colocava as duas mãos como podia no tronco e enfiava a cabeça. Acho que ainda não tava acreditando.
Pili: tenho que ver - falava
Eu: não, não. Não tira a venda, puta - falei quando ouvi o comentário
Sole: hmm mas que... É muito grande? - disse a morena descansando da foda
Pili desceu pra lamber os ovos do Antonio e apoiou a base do pau dele na altura do queixo. Deixou cair o pedaço sobre o rosto todo e passou a testa por uns cinco centímetros. Ria e passava a língua. Eu olhei pro Antonio e ordenei.
Eu: bate na cara dela com o pau
O magrelo pegou o pedaço e deu um tapinha na bochecha esquerda da loira.
Eu: dá uma porrada boa! - falei mais exigente
Ele pegou com as duas mãos e fez um movimento digno de um jogador de golfe que tem a bunda a uns cinco metros. O golpe quase jogou a Pili em cima da gente.
Pili: jojo que bruto! - ainda com um sorriso
Eu continuava com meu pau dentro da morena e fiz sinal pro Javi vir pro meu lado. "Coloca uma camisinha" lembro que falei... Não sei se ela ia entender a palavra "camisinha". Quando o cara ficou pronto, saí de dentro da morena e deixei ele entrar. A Sole tinha abaixado a cabeça pra deixar a bunda dela disponível pro novo amante admirar. O cara puxou ela mais pra borda da cama pra ficar de pé e agarrou a bunda da morena com as duas mãos. Como se tivesse aproveitando ao máximo a chance de ter uma escultura daquelas na frente dele. Ele puxou a fio dental e meteu com decisão, mas sem agressividade. A Sole se mexia pra mostrar que tava muito tesuda. O Javi entendeu e começou um ritmo intenso que fez ela gozar pela primeira vez na noite.
Sole: Não para! Não para! — ela gritava.
Eu já tava do lado da Pili e, sem avisar, agarrei ela forte pelo cabelo e tirei a rola da boca dela.
Eu: Senta ali — apontei pro Antonio sentar na cama perto de onde a morena tava com a cabeça.
A Sole tava meio anestesiada, ainda levando pirocada por trás. Sentei na cama sem soltar a loira pelo cabelo e, com a outra mão, levantei a Sole bem forte pelo cabelo também. Os caras olhavam pra mim e não acreditavam como eu tratava essas duas deusas. Fui guiando a Sole até ela ficar a alguns centímetros da rola do Antonio.
Eu: Põe a língua pra fora. Sei que você vai adorar isso.
Quando ela colocou a língua pra fora, eu guiei ela pra lamber da base até a cabeça daquele bastão cheio de veias que esse filho da puta tinha. Enquanto subia, um sorriso foi se formando no rosto dela, e ela levou as mãos pra apalpar ele.
Sole: Ai, por favor, que rola boa — ela falou com voz de puta, ofegante por causa do orgasmo recente.
Soltei a morena pra ela se saciar e foquei na Pili. Desamarrei as pernas dela. Sentei na cama e puxei ela pra cima de mim. Ela cruzou as pernas longas em volta de mim e esfregou os peitos no meu peito. Enfiou a língua até o fundo da minha garganta. Tinha um gosto forte de rola. Com as mãos, fui descendo até a bunda dela, puxei a fio dental e enfiei o pedaço.
Pili: Mmmm...
Eu: Oi. princesa — falei sussurrando
Pili: ho ho la — disse baixinho, mas ofegante
Com a Pili a gente tinha esses momentos de intimidade que deixavam ela toda excitada.
Eu: gostou da pica que te trouxe? — continuei no sussurro
Pili: hmm sim.. muito
Eu: tá com vontade de meter ela dentro?
Pili: hmm sim
Eu: e cê acha que vai entrar toda?
Pili: hmmmmm não sei
Eu: e onde mais você quer ela?
Pili: nos.. nos.. meus peitos.. — falava enquanto gemia
Do lado, via a Sole levando uma chupada intensa. Ela enfiava até a metade. Tirava a língua e metia rápido. O Antonio segurava ela pelo cabelo e fazia ela engolir. Atrás, o Javi continuava metendo e acelerou, agarrando forte na bunda dela até gozar com um gritinho curto. Pra Sole foi um alívio, porque sem dúvida ela queria chupar a pica do amigo. O Antonio tava visivelmente agitado, tesudo, tinha desarrumado o conjunto da Sole, deixando os peitos dela de fora. Eu não queria que ele gozasse.
Eu: deita e abre as pernas que vou trazer essa pica pra você
Deitei ela de barriga pra cima e puxei o conjunto com força, deixando os peitos dela de fora. Tirei a calcinha fio dental e abri as pernas dela. Levantei e fiz sinal pro Antonio se levantar. Ele obedeceu.
Eu: coloca a camisinha e come ela. Vai devagar. Não arrebenta ela... E quando for gozar, tira, tira a camisinha e encosta a pica no meio dos peitos dela. Ok? — tudo isso em voz baixa, apontando com as mãos pra dar as instruções.
O cara colocou a camisinha e se ajeitou entre as pernas da loira. Não sei se já falei em relatos anteriores, mas o Antonio era louco pela Pili. Não conseguia tirar os olhos dela, e deu pra perceber quando chegou perto e tratou ela com delicadeza. Acariciou as pernas dela e, antes de meter a pica, foi cuidando pra não machucar. Eu já tava com a Sole chupando minha pica, mas não queria perder o momento em que ele abrisse ela no meio. Foi devagar, enfiou a cabeça, e a loira mordia os lábios e se tocava nos peitos. Começou a meter suave, mas sem parar.
Pili: Uff, mmm, não para de entrar — ela dizia, como se estivesse explicando pra amiga como se sentia
Eu: Ela não gosta de ser tratada com delicadeza. Dá mais forte — falei pro cara
Tava com o pedaço enfiado até a metade e ele começou a meter com mais força. Eu já via que a Pili tava quase gozando.
Eu: Enfia até o fundo — ele obedeceu
Pili: Aggghhhhh, puta que pariu! — falou isso e teve um orgasmo, se contorcendo toda.
Eu peguei a Sole. Tirei a tanga dela e todo o cuidado que tive com a loira não tive com essa. Sentei ela em cima de mim. Ela cruzou as pernas e eu me levantei. Preguei ela na parede com a pica enfiada e ela se mexia como dava no ar. Arqueava as costas pra se apoiar e eu meter bem forte.
Sole: Ai sim… me dá com força! Tô tão tesuda. Você me deixa louca! — ela falava enquanto gemia e a gente ouvia os gritos da Pili a uns metros
Eu: Você vai aguentar?
Sole: Aguentar o quê? Essa pica?
Eu: Isso
Sole: Onde? — ela sabia que eu tava desafiando ela. Eu levei o dedo até o cu dela pra indicar — mmmm, vai machucar. Se você souber fazer, eu topo — Ela tava certa. Não sei quanta experiência o cara tinha com uma booty e com aquela pica, acho que poucas tinham encarado.
Minhas pernas já tavam cansando, então joguei ela na cama do lado da amiga, levantei as pernas dela e comecei a meter com raiva. Me inclinei um pouco sobre ela pra segurar pelos cabelos enquanto comia. Ela esticou as mãos pra se agarrar em qualquer lugar, tava chegando lá… tudo era muito excitante, eu olhava pra morena enquanto gozava e do lado a Pili tava se acabando com o Antonio enfiando cada centímetro da pica dele. Nessa hora, o cara saiu de dentro dela e me olhou pra ter certeza que tava fazendo tudo certo. Subiu em cima dela, eu tava a um metro de distância e parei minhas estocadas pra ver aquele final.
Sole: O que foi? — ela perguntou, sem conseguir ver, mas acho que por baixo da venda ela via que o cara tinha saído de dentro da loira
Eu: Ele vai gozar nos peitos dela. Quero ver ele
Sole: mmmm
O magrelo colocou a anaconda entre os peitos da Pili. Ela mordia os lábios e olhava pelo espaço que a venda deixava naquela posição. A rola dele tava bem inchada e depois de apertar os peitos dela pra segurar direitinho, começou a cuspir uma quantidade impressionante de porra. A maior parte acertou o queixo dela e escorria pelo lado do pescoço, e o resto que saía mais devagar ele espalhou por cima das tetas.
Eu: foda. Encheu ela toda de porra – falei pra Sole
Sole: mmm… me leva pra experimentar? – que filha da puta.
Saí de dentro da morena e mandei o Antonio se afastar. Ele foi com o amigo dele que tava bebendo um drink. Aproximei a Sole pra ela lamber um pouco de porra do pescoço da amiga. Ela tava adorando, a filha da puta. Eu precisava gozar. Não aguentava mais. Deitei as duas uma do lado da outra pra se beijarem. Aproximei minha rola e enfiava de uma na boca da outra. Comecei a bater uma por cima das duas e em segundos comecei a gozar com tudo. As meninas procuravam a porra às cegas. Tavam moídas, mas curtindo toda a situação.
Levantei e fiquei olhando elas todas cobertas de porra. A imagem era espetacular, pareciam mesmo duas putas que eu tinha vendido pra uns estranhos. Fui pegar uma bebida com os mexicanos e descansar. Só tinha passado uma hora. Mas a noite não terminou aí.
Conto a segunda parte em breve.
Essa é a primeira parte da última noite das férias. A gente lembra dela como a noite mais intensa.
Espero que vocês curtam!!
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A gente tava com aquela nostalgia que qualquer um sente no último dia de férias, mas multiplicada por dez. A gente sentia que ia sentir falta não só daquele paraíso, da falta de problemas, do trampo, da festa, da bebida, mas também de nós mesmos. Durante 12 dias, a gente tinha sido aquilo que não podia ser normalmente.
Acordamos cedo, fomos pra praia, comemos e nos divertimos o dia inteiro. Relaxamos, mas sem parar de pensar no que íamos fazer à noite.
A gente tinha que sair às 9 da manhã do dia seguinte, então à tarde também tratamos de deixar tudo mais ou menos pronto, sabendo que à noite a gente ia se acabar.
Naquela noite, tinha uma festa especial na praia do resort. Chamam de festa dos colares, embora seja algo que costumam fazer no carnaval, aqui eles faziam direto por causa do sucesso que fazia. A parada era que os homens compravam colares com as bebidas deles, e as minas tinham que conseguir de algum jeito. As táticas iam desde pedir por favor, dançar esfregando a bunda ou dar um beijo. A competição que isso gerou entre as minas foi foda. A Sole e a Pili se vestiram pra matar, com vestidinhos curtos e decotados. Nem preciso dizer que tive que dar meus colares pra elas.
Pra dar um tempero e entrar no clima, naquela noite a gente levou os brinquedinhos de controle remoto. Enquanto as minas jogavam e conseguiam colares, eu ia esquentando elas, fazendo com que se beijassem, se tocassem ou viessem comer minha boca.
A competição no lugar, como vocês já devem imaginar, era a baixinha angelina que me fez uma punheta umas noites antes. Ela tinha quase a mesma quantidade Que a Sole e a Pili não tinham problema nenhum em comer um cara pra conseguir o que queriam. A fofoca a gente descobriu no dia seguinte, quando soubemos que o amigo do Antonio acabou comendo ela na frente do namorado dela.
Depois de umas horas de álcool e putaria, as minas vieram até mim e me puxaram pelos braços pra fora do lugar.
Sole: "Vamo que tamo muito putas, aproveita a gente."
Eu fui sendo arrastado por essas duas gostosonas do rolê enquanto todo mundo olhava. A poucos passos da porta do nosso condomínio, a Pili me empurrou contra a parede e começou a me beijar de boca aberta. E a morena desceu desesperada abrindo minha bermuda pra chupar minha porra de pica. Tavam doidas! Lá longe uns caras aplaudiam e gritavam. Eu acenei que nem um ídolo no estádio e elas me enfiaram pra dentro.PiliO que você vai fazer com a gente? A gente se comportou mal a noite toda. Sabe o quão puta eu fui pra conseguir esses colares? - a loira sussurrou no meu ouvido com voz de menina. Ela tava acordando a besta.
Eu: acho que vocês vão ser castigadas. Mas preciso de reforços, né?
Tinha a Sole de joelhos, agarrada no meu pau, e senti ela apertar quando fiz esse comentário. Ela parou pra falar comigo.
Sole: galera... tô com tanto tesão! - ela beijou nós dois
Eu: vamos - arrastei as duas pelas mãos até o quarto - vistam o que tavam usando ontem à noite - tava falando dos conjuntos que elas usaram pra dançar pra mim - deixem o brinquedo dentro.
As minhas me obedeceram e eu comecei a me preparar no quarto. Tava tremendo tudo, super ansioso. Não sabia se ia ter coragem de fazer o que a gente tinha combinado na noite anterior. Trouxe uns drinks pra acalmar os nervos. Ouvi os saltos das duas no corredor e fui me preparando pro impacto visual no meu pau. Lá estavam elas de novo com aqueles conjuntos bem putas, os peitos da Pili pareciam que iam explodir, e ainda tinha pintado os olhos bem de gata. Eu tava do lado da cama mais longe da porta onde elas apareceram.
Eu: Venham pra cá. Quero vocês de quatro, uma do lado da outra - falei apontando pro meio da cama
Elas fizeram o que eu pedi, bem submissas. A Sole mordia o lábio. Tentou puxar minha bermuda.
Eu: chst chst - parei ela na hora - Quietinha, eu vou dizer o que vocês vão fazer.
Peguei duas vendas que tinha e bem devagar tampei os olhos delas. Sentia a respiração ofegante. Tavam de quatro e as mãos seguravam firme no colchão.
Eu: Aqui, pra vocês se entreterem - dei os controles uma pra outra pra se esquentarem - Se beijem.
Desajeitadas, se procuraram sem se ver e se agarraram num beijo safado. Perderam a posição e se enroscaram num beijo muito apaixonado.
Eu: Já tão desobedecendo! Quero vocês de quatro! - voltaram pra posição com uma risadinha safada
Enquanto elas faziam o brinquedinho vibrar e se procuravam com a boca. eu fui girando na cama pra ficar atrás delas. a vista era impressionante. aquelas duas bundas empinadas, a cinturinha da Pili, a bunda monstra da minha morena. queria mandar toda a fantasia pro caralho e comer elas ali mesmo. com força. o que me segurou foi sentir os vibradores funcionando dentro delas. estavam se esfregando. me aproximei da loira primeiro e, puxando a fio dental, enfiei a língua pra provar os sucos dela.
eu: hummm… que gostoso que isso tá
fiz o mesmo com a Sole enquanto mantinha a mão na buceta da Pili. dei uns tapas nelas que fizeram as duas gritarem. pronto. tinha que me preparar pra loucura.
peguei as cordas de tecido e amarrei as pernas delas pra ficarem de quatro. me aproximei na frente delas e algemei as duas.
Sole: mmmmm… tô entregue. destrói a gente, por favor! – ela dizia e me enlouquecia
tirei a pica e enfiei na boca da morena. ela engoliu tudo e com a língua fazia movimentos que eu nunca tinha sentido. segurei ela pelo cabelo com força e dei umas estocadas fortes.
eu: assim??
Sole: uhummm mais – ela falava com a pica toda na boca
saí dela e ofereci pra loira. as algemas deixavam ela pegar na minha pica e ela começou a beijar e meter devagar na boca.
eu: solta! – falei firme e puxando o cabelo enfiei a pica até o fundo fazendo ela engasgar.
tava com a adrenalina no talo. tudo girava por causa do álcool mas também da excitação. dei um gole pra elas.
eu: bom… fiquem quentes e putas que eu não volto sozinho
as duas gemeram com meu comentário e eu saí voando do lugar. ia com aquela cegueira que a gente tem quando bebeu demais e sabe que tem que ir pra algum lugar mas não raciocina direito. quase que ia trotando, passei a piscina e a música cada vez mais alta.
quando cheguei na festa lembro de ver muitas luzes, gritos e tudo em planos curtos. via caras que vinham na minha direção Eu tava tentando me apressar e decidir quem levar, mas não sabia como fazer. Uns caras magrinhos bêbados me perguntaram pelas minas, mas eu me livrei deles e continuei minha procura.
Percebi que tinha que parar de andar igual um idiota e olhar melhor pra escolher. Me apoiei no balcão e comecei a procurar rostos conhecidos ou algo que chamasse a atenção das gurias (o preto das fotos, por exemplo). A uns metros à minha direita, vi que tava o grupo do Antonio e os amigos dele. Me aproximei.
Antonio: E aí!! Fernando! Como cê tá? — já me passou um gole na hora
Antonio tava estranhamente solto por causa da bebida e, além de perguntar pelas minas, me apresentou os amigos e amigas dele. Dei uma olhada nos caras. O que eu fazia? Levava só o Antonio? Sentia que era pouco ou a mesma coisa da noite com o Ed, levava todo mundo? Talvez perdesse o controle se não conseguisse lidar com 4 ou 5 desconhecidos.
Eu: Ó Antonio. Teu amigo de branco, é gente boa? — perguntei na lata
Antonio: Javi?! Sim! Esse mano é foda! — e trouxe ele pra dar um abraço de bêbado
Eu: Beleza, traz ele. Vem que tenho um presente pra vocês
Antonio me olhou estranho, mas não hesitou em arrastar o amigo e me seguir. Ele sacou porque sabia da minha relação diferente com as gurias e viu elas dando mole pra mim no primeiro dia na praia. Voltei a andar rápido, com aquela mistura de álcool e adrenalina, enquanto ouvia o Javi perguntando pro amigo o que tava rolando e o Antonio mandando ele seguir a gente.
Faltando uns metros, ele me alcançou.
Antonio: Ó! Cê vai levar a gente pras minas? — fiz gesto que sim e fiquei pensando
Eu: É... mas preciso que vocês obedeçam tudo que eu pedir. Ok?
Antonio: Sim, sim. Javi... a gente obedece o senhor em tudo, entendido?
Seguimos andando mais uns passos, quase chegando na piscina que tava a uns metros do nosso ponto.
Eu: Tirem a camisa e pulem na piscina
Os dois me olharam com cara de incrédulos e surpresos. Eu fiz por dois motivos: queria ver se iam me obedecer de verdade e queria tirar um pouco da sujeira da festa. Quando viram que eu não tava brincando, tiraram a camiseta, as havaianas e se jogaram de cabeça. Fiz um sinal pra eles saírem rápido e entrei no condomínio com eles.
Ouvi barulhos no quarto das meninas se arrumando. Meu coração tava a mil. Fiz sinal pra eles não falarem. E me aproximei delas.
Eu: vou levar vocês pro quarto. A gente vai se divertir se vocês obedecerem tudo que eu falar e não conversarem. Não quero que saibam quem são.
Javi: Ei, isso não é nada estranho, né? — Ele fez cara de desconfiado e eu entendi que pro cara meus avisos podiam parecer meio loucos.
Eu: haha. Não. Fica tranquilo. É uma fantasia.
Coloquei música. Servi uns drinks e fomos pro quarto. Quando entramos, as meninas estavam como eu deixei, ou até com a cabeça mais baixa. Tremiam de excitação e nervosismo. Quando os mexicanos entraram, ouvi o Javi falar algo tipo "Caralho...". Fiz sinal pra eles sentarem nuns banquinhos que estavam atrás das meninas. Os caras me obedeceram e não paravam de olhar pra aquelas bundas.
Eu: oi, minhas putinhas... — falei pra quebrar o gelo — sentiram minha falta?
Pili: hmm siiiim — disse quase sussurrando, enquanto dava pra ver que ela ainda tava apertando o botão pra fazer a amiga vibrar.
Fiquei de frente pra elas e me agachei pra falar perto da cara delas.
Eu: trouxe companhia — as duas morderam os lábios.
Sole: hmm... quantos? — perguntou toda excitada.
Eu: dois.
Pili: hmm... quem?
Eu: shhh... isso não se fala... desconhecidos, putinhas.
Beijei a boca das duas e olhei por cima dos corpos delas pros caras segurando o drink e se esfregando no pau. Tirei o controle da mão delas e voltei pra trás. Peguei os vibradores todos molhados. A cara dos caras era demais. Tavam de boca bem aberta, não acreditavam. Dei um pra cada um. Eles receberam meio tímidos. Antonio levou até o nariz dela pra sentir o cheirinho da buceta da loira.
Eu: Provem — falei pra eles provarem os sucos dela e também pra ver se me obedeciam.
Os dois levaram à boca, meio tímidos. Mal lamberam, fecharam os olhos e os paus deles mexeram. Pedi que se levantassem e levei eles na frente das minas. Antonio na frente da Pili e Javi na frente da Sole. Eu tava tremendo tudo, mas fingia que tava calmo. As minas tavam super aceleradas.
Eu: Tirem tudo — ordenei pra eles.
Eles fizeram tudo rápido. Javi baixou a cueca e o pau dele saltou pra fora. Era tamanho padrão, não ia surpreender nenhuma das minhas minas. Mas quando Antonio fez o mesmo, saiu um monstro do meio das pernas dele. Era uma parada brutal. Uns 23 cm pra cima, certeza, e grosso. Uma loucura… tanto que escapou um…
Eu: Ah, caralho!
Sole: Que foi?
Eu: Nada, nada… fica quietinha aí — não quis estragar a surpresa nem fazer ela se decepcionar quando visse que o pitão não era o que tava na frente dela.
Antonio, por ser magrinho, fazia o pau dele parecer ainda maior. Desde aquele momento, vi ele diferente. Ele pegou com a mão toda pra bater uma, e o movimento vinha do cotovelo. Não igual qualquer um que faz com o pulso. Eu tava do lado delas, e eles se tocavam a uns 40 ou 50 cm.
Eu: Cheguem devagar — falei pros caras, apontando com o rebenque que já tava na minha mão — vocês abram a boca. — Toquei as bochechas delas pra obedecerem.
Sole: Hummm, que cheiro gostoso de pau… — disse a morena, se lambendo.
Os caras foram se aproximando devagar, olhando pra mim pra ver se continuavam ou não. Eu acenava que sim e olhava atento pra gravar o momento em que aqueles dois paus iam entrar na boca delas. Sole esticava a língua pra acelerar a parada… encostou na ponta do pau do Javi, e eu vi os ombros dele se mexerem de satisfação.
O primeiro momento inesquecível da noite foi quando Antonio chegou na boca dela. semiaberta da Pili. Ela percebeu que tava apoiando no lábio inferior, mas começou a engasgar e teve que abrir bem a boca. Teria estragado toda a fantasia se visse os olhos dela naquele momento. Quando viu que era uma monstruosidade o que tinha na boca, ela recuou e disse:
Pili: Ah não, galera! Isso é demais!
Sole: O quê? É muito grande? - Falou a morena tirando a pica do Javi. Quem tava olhando caiu na risada.
Pili: Boluda. Não sei o que enfiaram na minha boca! É um termo.
Tive que entrar em ação senão ia estragar tudo.
Eu: Shhh... cala a boca e chupa - Dei uma chicotada na bunda dela com o rebenque.
Pili abriu a boca de novo enquanto Antonio apontava a anaconda pra ela. Agora ela encarou de outro jeito, beijava a cabeça e lambia dos lados. Tipo explorando.
Sole, por sua vez, já tinha entrado no ritmo com a pica dela e chupava gostoso. Embora não fosse o monstro que tinha sobrado pra loira, não era nada desprezível e ela sabia disso.
Eu olhava a cena incrédulo. Minhas duas cabeças explodiam, tava com a pica dura como pedra e a adrenalina e o álcool me deixavam muito excitado. Com o rebenque na mão, comecei a percorrer elas. Primeiro a Pili, com as costas todas de fora naquele conjunto vermelho. Passei a mão devagar nas costas dela e, quando cheguei na bunda, bati de leve. Antonio tava concentrado guiando a loira na chupada, mas o Javi tava de olho no que eu fazia, curioso pra ver até onde a gente ia. Andei ao redor da cama até ficar atrás das duas e fiz o mesmo movimento com a Sole, passando a mão nas costas e batendo de leve na bunda dela. Mas nela, deixei a mão apoiada na altura do cu... Ela mexeu a bunda me chamando pra fazer alguma coisa. Olhei pro Javi, levantei o rebenque até ele ficar na vertical e dei um tapa seco que ecoou no quarto.
Sole: aghhhh - gemeu reclamando de boca cheia, mas eu sabia que tinha prazer naquele grito.
Os caras me olharam surpresos e só ficaram parados, aproveitando a chupada. de pau das minhas garotas. Me despi e me ajoelhei atrás da morena... Fui subindo minha mão pelas costas dela até chegar no cabelo. Quando minha mão chegou na cabeça dela, apertei bem forte e empurrei ela pra frente.
Eu: engole, head master - falei agressivo
Ela esmagou o nariz contra a barriga do magrelo. Com a outra mão desci pra puxar a tanga dela e apontei meu pau na buceta. Tava molhadíssima por causa do brinquedo e de toda a situação. Eu não tava pra ser delicado, então meti bem forte e, pela cabeça e pelas tiras do conjunto de couro dela, agarrei pra meter com força. Nos movimentos, ela perdeu o pau do Javi e os gemidos começaram a ficar bem altos.
Sole: ai sim... filha da puta. Me dá bem forte - falava entre gemidos - acabem comigo - mudou pro plural
Do lado, a Pili tinha se colocado mais em posição de reza pra poder usar as mãos e pegar no pau do magrelo dela. Colocava as duas mãos como podia no tronco e enfiava a cabeça. Acho que ainda não tava acreditando.
Pili: tenho que ver - falava
Eu: não, não. Não tira a venda, puta - falei quando ouvi o comentário
Sole: hmm mas que... É muito grande? - disse a morena descansando da foda
Pili desceu pra lamber os ovos do Antonio e apoiou a base do pau dele na altura do queixo. Deixou cair o pedaço sobre o rosto todo e passou a testa por uns cinco centímetros. Ria e passava a língua. Eu olhei pro Antonio e ordenei.
Eu: bate na cara dela com o pau
O magrelo pegou o pedaço e deu um tapinha na bochecha esquerda da loira.
Eu: dá uma porrada boa! - falei mais exigente
Ele pegou com as duas mãos e fez um movimento digno de um jogador de golfe que tem a bunda a uns cinco metros. O golpe quase jogou a Pili em cima da gente.
Pili: jojo que bruto! - ainda com um sorriso
Eu continuava com meu pau dentro da morena e fiz sinal pro Javi vir pro meu lado. "Coloca uma camisinha" lembro que falei... Não sei se ela ia entender a palavra "camisinha". Quando o cara ficou pronto, saí de dentro da morena e deixei ele entrar. A Sole tinha abaixado a cabeça pra deixar a bunda dela disponível pro novo amante admirar. O cara puxou ela mais pra borda da cama pra ficar de pé e agarrou a bunda da morena com as duas mãos. Como se tivesse aproveitando ao máximo a chance de ter uma escultura daquelas na frente dele. Ele puxou a fio dental e meteu com decisão, mas sem agressividade. A Sole se mexia pra mostrar que tava muito tesuda. O Javi entendeu e começou um ritmo intenso que fez ela gozar pela primeira vez na noite.
Sole: Não para! Não para! — ela gritava.
Eu já tava do lado da Pili e, sem avisar, agarrei ela forte pelo cabelo e tirei a rola da boca dela.
Eu: Senta ali — apontei pro Antonio sentar na cama perto de onde a morena tava com a cabeça.
A Sole tava meio anestesiada, ainda levando pirocada por trás. Sentei na cama sem soltar a loira pelo cabelo e, com a outra mão, levantei a Sole bem forte pelo cabelo também. Os caras olhavam pra mim e não acreditavam como eu tratava essas duas deusas. Fui guiando a Sole até ela ficar a alguns centímetros da rola do Antonio.
Eu: Põe a língua pra fora. Sei que você vai adorar isso.
Quando ela colocou a língua pra fora, eu guiei ela pra lamber da base até a cabeça daquele bastão cheio de veias que esse filho da puta tinha. Enquanto subia, um sorriso foi se formando no rosto dela, e ela levou as mãos pra apalpar ele.
Sole: Ai, por favor, que rola boa — ela falou com voz de puta, ofegante por causa do orgasmo recente.
Soltei a morena pra ela se saciar e foquei na Pili. Desamarrei as pernas dela. Sentei na cama e puxei ela pra cima de mim. Ela cruzou as pernas longas em volta de mim e esfregou os peitos no meu peito. Enfiou a língua até o fundo da minha garganta. Tinha um gosto forte de rola. Com as mãos, fui descendo até a bunda dela, puxei a fio dental e enfiei o pedaço.
Pili: Mmmm...
Eu: Oi. princesa — falei sussurrando
Pili: ho ho la — disse baixinho, mas ofegante
Com a Pili a gente tinha esses momentos de intimidade que deixavam ela toda excitada.
Eu: gostou da pica que te trouxe? — continuei no sussurro
Pili: hmm sim.. muito
Eu: tá com vontade de meter ela dentro?
Pili: hmm sim
Eu: e cê acha que vai entrar toda?
Pili: hmmmmm não sei
Eu: e onde mais você quer ela?
Pili: nos.. nos.. meus peitos.. — falava enquanto gemia
Do lado, via a Sole levando uma chupada intensa. Ela enfiava até a metade. Tirava a língua e metia rápido. O Antonio segurava ela pelo cabelo e fazia ela engolir. Atrás, o Javi continuava metendo e acelerou, agarrando forte na bunda dela até gozar com um gritinho curto. Pra Sole foi um alívio, porque sem dúvida ela queria chupar a pica do amigo. O Antonio tava visivelmente agitado, tesudo, tinha desarrumado o conjunto da Sole, deixando os peitos dela de fora. Eu não queria que ele gozasse.
Eu: deita e abre as pernas que vou trazer essa pica pra você
Deitei ela de barriga pra cima e puxei o conjunto com força, deixando os peitos dela de fora. Tirei a calcinha fio dental e abri as pernas dela. Levantei e fiz sinal pro Antonio se levantar. Ele obedeceu.
Eu: coloca a camisinha e come ela. Vai devagar. Não arrebenta ela... E quando for gozar, tira, tira a camisinha e encosta a pica no meio dos peitos dela. Ok? — tudo isso em voz baixa, apontando com as mãos pra dar as instruções.
O cara colocou a camisinha e se ajeitou entre as pernas da loira. Não sei se já falei em relatos anteriores, mas o Antonio era louco pela Pili. Não conseguia tirar os olhos dela, e deu pra perceber quando chegou perto e tratou ela com delicadeza. Acariciou as pernas dela e, antes de meter a pica, foi cuidando pra não machucar. Eu já tava com a Sole chupando minha pica, mas não queria perder o momento em que ele abrisse ela no meio. Foi devagar, enfiou a cabeça, e a loira mordia os lábios e se tocava nos peitos. Começou a meter suave, mas sem parar.
Pili: Uff, mmm, não para de entrar — ela dizia, como se estivesse explicando pra amiga como se sentia
Eu: Ela não gosta de ser tratada com delicadeza. Dá mais forte — falei pro cara
Tava com o pedaço enfiado até a metade e ele começou a meter com mais força. Eu já via que a Pili tava quase gozando.
Eu: Enfia até o fundo — ele obedeceu
Pili: Aggghhhhh, puta que pariu! — falou isso e teve um orgasmo, se contorcendo toda.
Eu peguei a Sole. Tirei a tanga dela e todo o cuidado que tive com a loira não tive com essa. Sentei ela em cima de mim. Ela cruzou as pernas e eu me levantei. Preguei ela na parede com a pica enfiada e ela se mexia como dava no ar. Arqueava as costas pra se apoiar e eu meter bem forte.
Sole: Ai sim… me dá com força! Tô tão tesuda. Você me deixa louca! — ela falava enquanto gemia e a gente ouvia os gritos da Pili a uns metros
Eu: Você vai aguentar?
Sole: Aguentar o quê? Essa pica?
Eu: Isso
Sole: Onde? — ela sabia que eu tava desafiando ela. Eu levei o dedo até o cu dela pra indicar — mmmm, vai machucar. Se você souber fazer, eu topo — Ela tava certa. Não sei quanta experiência o cara tinha com uma booty e com aquela pica, acho que poucas tinham encarado.
Minhas pernas já tavam cansando, então joguei ela na cama do lado da amiga, levantei as pernas dela e comecei a meter com raiva. Me inclinei um pouco sobre ela pra segurar pelos cabelos enquanto comia. Ela esticou as mãos pra se agarrar em qualquer lugar, tava chegando lá… tudo era muito excitante, eu olhava pra morena enquanto gozava e do lado a Pili tava se acabando com o Antonio enfiando cada centímetro da pica dele. Nessa hora, o cara saiu de dentro dela e me olhou pra ter certeza que tava fazendo tudo certo. Subiu em cima dela, eu tava a um metro de distância e parei minhas estocadas pra ver aquele final.
Sole: O que foi? — ela perguntou, sem conseguir ver, mas acho que por baixo da venda ela via que o cara tinha saído de dentro da loira
Eu: Ele vai gozar nos peitos dela. Quero ver ele
Sole: mmmm
O magrelo colocou a anaconda entre os peitos da Pili. Ela mordia os lábios e olhava pelo espaço que a venda deixava naquela posição. A rola dele tava bem inchada e depois de apertar os peitos dela pra segurar direitinho, começou a cuspir uma quantidade impressionante de porra. A maior parte acertou o queixo dela e escorria pelo lado do pescoço, e o resto que saía mais devagar ele espalhou por cima das tetas.
Eu: foda. Encheu ela toda de porra – falei pra Sole
Sole: mmm… me leva pra experimentar? – que filha da puta.
Saí de dentro da morena e mandei o Antonio se afastar. Ele foi com o amigo dele que tava bebendo um drink. Aproximei a Sole pra ela lamber um pouco de porra do pescoço da amiga. Ela tava adorando, a filha da puta. Eu precisava gozar. Não aguentava mais. Deitei as duas uma do lado da outra pra se beijarem. Aproximei minha rola e enfiava de uma na boca da outra. Comecei a bater uma por cima das duas e em segundos comecei a gozar com tudo. As meninas procuravam a porra às cegas. Tavam moídas, mas curtindo toda a situação.
Levantei e fiquei olhando elas todas cobertas de porra. A imagem era espetacular, pareciam mesmo duas putas que eu tinha vendido pra uns estranhos. Fui pegar uma bebida com os mexicanos e descansar. Só tinha passado uma hora. Mas a noite não terminou aí.
Conto a segunda parte em breve.
2 comentários - Trevo - Férias - A Última Noite parte 1
No te tardes para la 2da parte