Chegou sexta-feira, a ideia era depois das 3 da tarde "fazer o trabalho em grupo". A gente tinha vaselina, lidocaína e luvas de látex. Vou descrever a Andrea: uma mina de 1,60m, uns peitos impressionantes — não só grandes, mas firmes — e uma buceta que de olhar já dava vontade de botar na boca. Perna firme, barriga chapada. O que era ruim, bem ruim, era a bunda: nada de mais, nada especial. A Jéssica, uns 1,57m, rosto lindo, uma boneca, cintura bem marcada e a melhor parte dela: a bunda e o quadril, muito bonitos e lisos, de olhar já te deixava duro. E como ela era a mais branquinha, o cuzinho dela era rosado, muito hot. De peito, era mais pobrinha, mas eu gostava porque cabia tudo na minha boca.
Elas já sabiam que a gente ia transar, e a gente já tinha pedido anal pras duas. Óbvio, as duas estavam com medo por causa dos mitos, tipo que estraga, que dói, essas coisas que falam. Mas a gente preparou uns Gancia com Sprite, um shot de vodka e açúcar — ficou uma delícia. E como tava calor, serviu pra matar a sede e pra elas relaxarem.
Como sempre, com as nossas minas, beijos, carícias e tesão. Nós dois já estávamos de pau duro. Ele foi pro quarto, e a ideia era eu entrar também. As minas já estavam um pouco alegres por causa do drink. Foi aí que, depois de uns minutos, eu tava com a Jéss de topless e falei: "Vamos pro quarto". Lá, o Lau já tinha deixado a Andrea pelada e de quatro, fazendo sexo oral nela. Quando a gente se viu, eu e a Jéss nos olhamos e tiramos a roupa na hora. O que aconteceu em seguida não tava nos planos, mas rolou.
O Lau me fala: "Põe a luva e lubrifica o cuzinho da minha mina". Eu, todo tarado com a Jéss, fiz isso. Ele começou a meter a língua naquela buceta rosada que só tinha sido minha, e foi muito hot. Ela gemia, e eu comecei primeiro a passar lidocaína no meu dedo médio com a luva e fui introduzindo de pouco em pouco, perguntando pra ela: "Tá bem? Não pode doer". Ela falou: "Pode ir". Aí comecei a foder ela com o dedo. Quando tava entrando e saindo de boa, comecei com dois dedos, já com vaselina. Com a mão direita, eu enfiava e tirava dois dedos. Com a esquerda eu masturbava ela, nunca vi uma mina tão molhada. Na real, já no terceiro dedo, só molhei com os sucos dela. Eu tava com uma ereção duríssima, cheia de veias. Aí falei pra Lau: "Tá na hora." Ele já tinha começado com os dedos na minha mina. Super tranquilo, ele me fala: "Penetra ela." E foi assim. Não sei descrever cada centímetro que entrava, uma apertada que nem eu nem meu amigovio aguentávamos. Comecei a meter no ritmo que ela deixava. Quando ela começou a gemer, tirou a mão que me segurava e falou: "Me destrói." Nessa hora, minha mina e meu amigovio já tinham começado a meter também. E quando ele já tava metendo sem dificuldade, trocamos, cada um com a sua. Fizemos assim. E como elas eram tão cuidadosas, curtiram o sexo anal. Daquele dia em diante, a gente fazia em casal, trio ou quarteto. Às vezes, elas até faziam show lésbico pra gente. Mas tudo que é bom acaba. Foi um ano muito safado, mas as duas engravidaram. E pra minha sorte, o menino e a menina são filhos do meu amigo. Eu fui morar no Chaco. Meu amigovio foi pra Milão, na Itália. A Andrea foi com ele, e a Jess tá pelos Estados Unidos.
Elas já sabiam que a gente ia transar, e a gente já tinha pedido anal pras duas. Óbvio, as duas estavam com medo por causa dos mitos, tipo que estraga, que dói, essas coisas que falam. Mas a gente preparou uns Gancia com Sprite, um shot de vodka e açúcar — ficou uma delícia. E como tava calor, serviu pra matar a sede e pra elas relaxarem.
Como sempre, com as nossas minas, beijos, carícias e tesão. Nós dois já estávamos de pau duro. Ele foi pro quarto, e a ideia era eu entrar também. As minas já estavam um pouco alegres por causa do drink. Foi aí que, depois de uns minutos, eu tava com a Jéss de topless e falei: "Vamos pro quarto". Lá, o Lau já tinha deixado a Andrea pelada e de quatro, fazendo sexo oral nela. Quando a gente se viu, eu e a Jéss nos olhamos e tiramos a roupa na hora. O que aconteceu em seguida não tava nos planos, mas rolou.
O Lau me fala: "Põe a luva e lubrifica o cuzinho da minha mina". Eu, todo tarado com a Jéss, fiz isso. Ele começou a meter a língua naquela buceta rosada que só tinha sido minha, e foi muito hot. Ela gemia, e eu comecei primeiro a passar lidocaína no meu dedo médio com a luva e fui introduzindo de pouco em pouco, perguntando pra ela: "Tá bem? Não pode doer". Ela falou: "Pode ir". Aí comecei a foder ela com o dedo. Quando tava entrando e saindo de boa, comecei com dois dedos, já com vaselina. Com a mão direita, eu enfiava e tirava dois dedos. Com a esquerda eu masturbava ela, nunca vi uma mina tão molhada. Na real, já no terceiro dedo, só molhei com os sucos dela. Eu tava com uma ereção duríssima, cheia de veias. Aí falei pra Lau: "Tá na hora." Ele já tinha começado com os dedos na minha mina. Super tranquilo, ele me fala: "Penetra ela." E foi assim. Não sei descrever cada centímetro que entrava, uma apertada que nem eu nem meu amigovio aguentávamos. Comecei a meter no ritmo que ela deixava. Quando ela começou a gemer, tirou a mão que me segurava e falou: "Me destrói." Nessa hora, minha mina e meu amigovio já tinham começado a meter também. E quando ele já tava metendo sem dificuldade, trocamos, cada um com a sua. Fizemos assim. E como elas eram tão cuidadosas, curtiram o sexo anal. Daquele dia em diante, a gente fazia em casal, trio ou quarteto. Às vezes, elas até faziam show lésbico pra gente. Mas tudo que é bom acaba. Foi um ano muito safado, mas as duas engravidaram. E pra minha sorte, o menino e a menina são filhos do meu amigo. Eu fui morar no Chaco. Meu amigovio foi pra Milão, na Itália. A Andrea foi com ele, e a Jess tá pelos Estados Unidos.
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