La noche de la Sucubo - The nigth of Sucubo | by LaressSama

Eram 3 da madrugada, eu tava cambaleando pelos becos depois de uma baita dose de álcool e um monte de putas; é a lei do homem, de que adianta ser padre se você se priva da carne feminina e do bom álcool, embora fosse de se esperar que me expulsassem do convento só por isso... se ainda lembro bem daquele rabão daquela freira... mas deixando o passado de lado.
Agora só importa uma coisa: a carne, o álcool e a luxúria. Se eu já me achava um sortudo, as coisas pareciam melhorar; tinha acabado de me satisfazer com uma das putas do bordel, mas na minha frente, entre a neblina densa e o vento gelado, meu olhar cruzou com o de uma mulher.La noche de la Sucubo - The nigth of Sucubo | by LaressSamaNão parecia ser uma daquelas vadias, na verdade vestia uma roupa bem simples, talvez fosse só uma mãe frustrada com o marido, buscando prazer pra histeria dela, ou quem sabe uma jovem tentando dar os primeiros passos no caminho da luxúria. Não sei... com o cabelo longo e solto na escuridão é difícil saber, mas não tanto a ponto de não descobrir quem será ela que vai me satisfazer de novo.

"Ei, gostosa, o que você tá fazendo aqui fora tão tarde?"
". . . ."
"As noites são perigosas nesse horário, ou você tá esperando alguém especial?"
Ela não respondeu, mas começou a lamber os lábios de um jeito sedutor, o que na minha esperteza interpretei como presa fácil.
"Puxa... parece que você tá atrás de alguma coisa, né? Por sorte pra você, eu tô aqui." — Comecei a acariciar a coxa dela e encostar meu pau por trás, aquele estereótipo clássico de mostrar o tamanho e a grossura do meu membro entre as pernas.
"É... assim que tem que ser, não sei por que você tá aqui, mas só sei que a gente pode se ajudar mutuamente."
". . . ."
Ela não respondeu, mas também não parecia recusar, então enrolei a cintura dela e caminhamos juntos até um quarto de um velho motel.

Já era hora, ia sentir prazer de novo, embora meus desejos estejam atrás de algo novo, a dominação e o prazer de infligir dor... tudo valeria a pena mesmo se eu me livrasse dela depois, só pra me consumir no desejo.
Deitei na cama pelado, mostrando a ereção do meu pau, e então ela começou a se lamber de novo e tirou a roupa. Não dava pra ver o rosto dela por causa do cabelo longo caindo pelos ombros, mas isso não importava, porque ela tinha um corpo que eu nunca pensei que encontraria; as curvas dela se destacavam desde as coxas até a barriga, os peitos brilhavam num movimento hipnótico. Então ela começou a subir e lamber meu pau com a língua, era incrível, já tinha recebido muito boquete, mas ela não tinha comparação, por trás daquela aparência simples, ela realmente... Ela era uma foxy, não consegui aguentar muito diante de tanto prazer que, sem perceber, gozei dentro da boca dela. Ela engoliu todo o líquido sem hesitar, lambeu os lábios de novo, mas meu pau continuava duro. O que não me surpreendia, já que eu também era um profissional nisso.
"Puxa... você realmente manda bem, vamos, o jogo só tá começando..."

Ela começou a se levantar e sentou no meu membro, a voz angelical dela era hipnotizante, mergulhando no prazer com sentadas que aumentavam a força cada vez mais. A bunda dela quicava na minha perna, era incrível, a boceta dela era a mais gostosa de qualquer outra puta que eu já tinha comido, sem dúvida ela era a certa. Continuamos transando pra caralho, o prazer não parava, e enquanto ela soltava gemidos fortes, o sangue assassino começou a ferver. Hoje seria perfeito, sentir o prazer do sexo e da morte ao mesmo tempo. Sem pensar, comecei a meter com uma força e velocidade que deixaria qualquer um sem reação, e naquele instante levei minhas mãos ao pescoço dela, começando a enforcá-la... sim... o prazer aumentava sem parar. Sem hesitar, comecei a enforcá-la com toda a força possível até ouvir um som de algo se quebrando, enquanto o clímax jorrava dentro dela. Eu tinha conseguido, o prazer foi único... agora, transformado em um assassino, comecei a me afastar, mas então algo estranho aconteceu. Eu não conseguia me mexer, o corpo dela ainda estava em cima de mim, mas aí o inesperado começou.

Ela voltou a galopar com sentadas fortes, mas cada vez mais intensas. A voz dela começou a rir enquanto gemia com um prazer diferente. Eu não conseguia me mover, meu pau, que deveria estar mole, começou a endurecer como se não resistisse ao prazer. Mas o pior estava só começando. A voz começou a mudar daquela voz linda para uma gutural, parecia o rugido de vários animais dentro dela. O medo tomou conta de mim, comecei a forçar para jogá-la para o lado, mas naquele instante aquela criatura começou a dar sentadas que... começavam a pesar como pedra, soltei um grito de dor, meus ossos do quadril pareciam se quebrar a cada solavanco que eu dava, a língua dela começou a percorrer meu corpo e meu rosto, tinha crescido de um jeito assustador.
Enquanto a dor tomava conta do meu corpo e o desespero aumentava, o cabelo dela começou a se erguer, mostrando o que tanto escondia nas sombras, ao mesmo tempo que os trovões começavam a se manifestar no céu noturno.
Então eu vi... sem perceber, comecei a gritar de desespero.
Na minha frente não tinha uma mulher, era algo desconhecido, a pele dela parecia queimada como se fosse da cor de carvão aceso, os olhos dela eram aterrorizantes, não eram humanos, pareciam olhos de uma fera, mas não eram dois — apareciam cada vez mais, assim como do buraco da boca dela começava a sair uma substância nojenta, parecia a mistura do esperma que ela tinha engolido há pouco, mas também tinha sangue e algo que parecia ter apodrecido por tempo demais. Pensar que aquilo tinha estado me lambendo começou a me encher de náusea, aquilo era uma atrocidade para qualquer homem... naquele momento, aquela criatura, com uma risada gutural e grave, começou a deslizar a mão na minha cabeça e a outra na minha boca, as garras dela cravaram e... o trovão da noite só ecoou com o som de carne e ossos se quebrando.terror



Já faz um bom tempo?...não sei, não sentia nada, mas ao mesmo tempo podia sentir tudo. Um jornal jogado no chão, com a manchete: "Morte...a dama da noite fez mais uma vítima."

E eu estava ali, parado, algemado como um escravo, junto com outros homens que pareciam carregar as mesmas deformidades da morte...assim como eu.

E ali, na mesma rua, três caras começaram a se aproximar, bêbados, trouxas sem saber que fariam parte desse inferno...os três pararam, conversando entre si, soltando cantadas e assobios.

Na frente deles estava ela, parada ali do jeito que eu vi, que eles viram, a devoradora...a escravizadora de almas...pronta pra devorar suas novas presas. Se um dia você se deparar com ela, é melhor voltar por onde veio...porque agora ela começa a lamber os lábios, esse é o sinal de que o fim do prazer chega junto com o sofrimento.



    

2 comentários - La noche de la Sucubo - The nigth of Sucubo | by LaressSama

Muy bueno me fascina tu forma de escribir, te invito a mi ultimpo post, no es de miedo pero es un canto al dolor, El placer del dolor, y el dolor del pacer II, todo en uno,

http://www.poringa.net/posts/relatos/4582103/El-placer-del-dolor-y-el-dolor-del-pacer-II-todo-en-uno.html
Muy bueno me fascina tu forma de escribir, te invito a mi ultimpo post, no es de miedo pero es un canto al dolor, El placer del dolor, y el dolor del pacer II, todo en uno, van 10 puntos aunque mereces mil,

http://www.poringa.net/posts/relatos/4582103/El-placer-del-dolor-y-el-dolor-del-pacer-II-todo-en-uno.html