Susy: uma doce dona de casa gostosa

Por SusySusy: uma doce dona de casa gostosaO dia chegou. Não posso negar que tava muito nervosa. Dom Juan não era lá essas coisas de bonito, mas tinha seu valor, alto, quase 1,80, mais novo que meu marido, ainda não tinha chegado aos 40, dava pra ver que era forte, resultado do esforço que fazia no trampo, porque trabalhava com alvenaria, solda e sei lá mais quantas coisas, mas principalmente — e isso era o que me deixava mais agitada — era o que dava pra ver debaixo da calça, aquele volume era o suficiente pra me tirar o fôlego e eu queria confirmar se ele era tão gostoso quanto parecia. Na noite anterior, meu marido só me deixou com mais vontade, porque, mesmo tendo me montado, simplesmente não me fez gozar, o que me deixou muito excitada e mais do que disposta pro que pudesse rolar. Não sabia como me vestir, Dom Juan já não era um garoto, então a forma como eu me vestisse tinha que ser provocante pra não perder tempo e aproveitar os momentos de curtir um ao outro. Finalmente, armei um plano. Deixei minha filha com a Mary e voltei pra casa pra esperar ele chegar. Os minutos pareciam não passar e minha impaciência tava me corroendo os nervos. Por fim, tocaram a campainha, era ele, bem pontual, no horário que tinha me dito. Minha decepção foi enorme quando vi que ele chegou com um garoto, o filho dele, Manuel, de catorze anos. Minha vontade foi pro espaço e meu coração sentiu um vazio profundo, minha cara com certeza mostrou minha frustração toda. Levei ele até o lugar que precisava do conserto enquanto o filho ficou sentado na sala porque o pai pediu. Ele deu uma olhada no defeito e disse: "Ainda hoje arrumo isso, vai ver que vai ficar satisfeita." Minha excitação era tanta que por um instante imaginei que pai e filho me possuíam. Manuel, o filho dele, era um garoto bem bonito, tinha herdado os traços finos da mãe, que, aliás, era muito linda, só que um pouco cheinha de corpo. Minha imaginação me pregava uma peça e por momentos eu me via de quatro e o garoto entrando e saía da minha buceta ardente enquanto minha boca se enchia daquele pedaço imenso de carne que o pai dele possuía. Por um instante, na minha mente, se desenharam pai e filho, me curtindo, me fazendo gemer, gritar, urrar; os dois conseguiam tirar a mulher gostosa e puta que eu, durante os anos de casada com Carlos, tinha reprimido. Me via de quatro, com as pernas totalmente abertas pro ar, montada no garoto e com o pai atrás de mim. Ufa!!! Quanta safadeza minha xereca guardava.vadiaCerca de dez minutos depois, ele saiu e disse pro filho: “Vai na loja de ferragens e compra essa lista pra mim”. Me chamou a atenção ele não ter me pedido dinheiro, mas não falei nada. O garoto foi rápido e, uns dez minutos depois, já tinha voltado. Quase na mesma hora, o pai disse: “Agora vai comprar o que você precisa e vai pra casa. Me espera lá, por favor. Acho que não demoro muito, mas se eu não chegar logo, vai pra escola”. E, tirando dinheiro da bolsa, deu pro Manuel. O filho concordou com a cabeça, se despediu de mim e saiu de casa. Eu saí atrás dele e me certifiquei de que o portão da rua estava bem fechado. O tesão subiu de novo pelo meu corpo. Agora a gente ia ficar sozinho, ele e eu. Voltei pra dentro de casa, seu João já estava trabalhando no vazamento. Não podia perder tempo, tinha que botar meu plano em prática.

— A reparação vai demorar? — perguntei.
— Não, acho que não — ele disse. — Isso é mais fácil do que parece.
— Ok — falei. — Que bom, então vou aproveitar pra tomar um banho enquanto o senhor trabalha.
— Sim, tudo bem — ele respondeu.

O banho era só a desculpa. De manhã já tinha me depilado direitinho, do jeito que eu gostava: minha buceta e minhas pernas delicadas e torneadas. Entrei, me lavei rapidinho e saí com a toalha enrolada no corpo, cobrindo meus peitos e minha intimidade suculenta. Ainda tinham gotas de água nos meus ombros porque não me sequei completamente — tudo parte do plano. Passei perto dele, que estava trabalhando deitado no chão. Talvez ele não visse muito de onde estava, mas com certeza dava pra ver até minhas panturrilhas nuas e imaginar um monte de coisas. A toalha batia no meio da minha coxa. Acendi a luz pra, supostamente, me arrumar. O objetivo era fazer tempo pra que, quando eu saísse de onde ele estava, ele pudesse ver como eu estava vestida — ou melhor, quase nua. Debaixo da toalha, só tinha minha pele nua, trêmula, arrepiada, desejando ser profanada. Meus sucos começaram a escorrer. Percebi que Eu tava tão excitada que nem sabia se ia conseguir esperar ele sair de onde tava ou se ia logo ver ele e sentar naquela porra daquele volume enorme que aparecia debaixo da calça jeans. A vontade de virar uma puta de verdade tava tomando conta de mim completamente. A deusa da sorte jogou a meu favor e, uns dois minutos depois, ele começou a se levantar meio com esforço, já tinha percebido que eu tava ali porque saiu falando. — Já resolvi, ele disse, e quando me viu de rosto inteiro não conseguiu disfarçar a surpresa gostosa e a respiração falhou por um instante, já tá pronto, continuou com um certo trabalho causado pela visão que tava na frente dele. — Que bom, seu João! Falei com gosto, e me aproximei um pouco dele pra sentir o cheiro, pra curtir o aroma de homem, o perfume de macho. Fiquei ainda mais tesuda. — Acabou de tomar banho, ele me disse, e não se secou direito, olha aqui ainda tá molhada, continuou, e com as costas da mão acariciou meu ombro molhado, cheio de gotinhas d'água. — Sim, falei, com a respiração ofegante, ainda tô molhada, bem molhada, e me aproximei mais dele. — Quer ver como ficou o serviço? Não tá mais vazando, ele disse, recuperando um pouco a compostura. — Não, falei, não precisa, acredito em você. — Vai, abaixa um pouco e vê que não tá mais pingando. E enquanto ele lavava as mãos e me explicava qual era o problema e o que tinha feito pra resolver, numa conversa que eu tava longe de me interessar, me abaixei um pouco pra ver que o vazamento já tinha parado, a barra da toalha caiu no chão e ele aproveitou pra colocar o pé em cima, de um jeito que quando eu quis me levantar, a toalha se soltou do meu corpo e ficou no chão, só consegui, por instinto, cobrir os peitos cruzando os dois braços feito uma cruz.bem vadia- Desculpa, disse ele, sem soar como um pedido de desculpas, só queria confirmar se você realmente está molhada, e colocando as duas mãos nos meus quadris nus, se aproximou dos meus lábios, curvando um pouco o corpo, para me beijar com a paixão mais descarada e ardente que já senti. - Estou molhada demais, falei, e pegando uma das mãos dele — não lembro qual — a levei até minha gruta íntima e ardente. Ele enfiou um dedo que deslizou com facilidade demais, e um gemido de prazer escapou dos meus lábios. Continuávamos nos beijando, com nossas línguas trocando os fluidos quentes e o calor do momento. Depois foram dois dedos, e não lembro exatamente quantos mais ele enfiou. Ele me puxou para perto enquanto andava para trás, eu o seguia como uma putinha ardente e dócil, indo ao encontro do seu caçador experiente. Com muita maestria, ele baixou a calça e... uff!! que beleza de pau eu vi, totalmente duro, grosso, cheio de veias e apontando para cima, no máximo. Era simplesmente uma beleza de falo, bem comprido, parecia duro como uma rocha, e aquela curvatura para cima dava vontade de montar nele o dia inteiro. Tinha certeza de que, depois de provar, ia virar meu vício, um vício delirante e ardente. Sem ternura, ele me pegou pelos ombros e me empurrou para baixo, indicando que queria que eu me ajoelhasse e chupasse ele. Obedeci, não podia perder a chance com aquele pau enorme e grosso na minha frente, não era hora de pedir carinho — isso eu tinha com meu marido —, eu tava doida por um macho que soubesse me foder, me abrir e, se possível, me partir ao meio; que roçasse na minha bucetinha depilada com o pau gostoso e delicioso dele. Com a bunda no ar, envolvi com a mão o pau grosso e, com um sorriso cheio de putaria, percebi que não conseguia segurar ele inteiro. Fiquei feliz, adorei, falei, quase sem som, e coloquei a cabeça linda e gorda na minha boca. Tinha um gosto delicioso, simplesmente maravilhoso; chupei ele Enfiei na boca sem conseguir engolir tudo, era bem grande. Fiquei bêbada com o cheiro e o gosto de macho. Don Juan era muito bem dotado e eu tinha que aproveitar ao máximo. Me ajoelhei, era isso que ele queria, a cabeça do pau dele ficava um pouco fora do alcance da minha boca porque, pela curvatura natural, subia pra cima apontando direto pro céu. Tava com uma vontade danada de ter ele enfiado naquele instante, mas também queria que ele curtisse meus lábios deliciosos e ardentes, sabia que eu mamava muito bem, isso já tinham me falado muitos antes de eu casar. Assim ajoelhada como estava, comecei a chupar os ovos dele, primeiro um, depois o outro, sugava a pele delicada e, erguendo o olhar pra cima, via como ele semicerrava os olhos pra intensificar a sensação dos meus lábios que beijavam e acariciavam os ovos lindos e gordos dele. Ele me levantou, com uma habilidade danada tirou os sapatos com os pés, deixou as calças no chão e, sem nenhum esforço, me carregou. Passei meus braços em volta do pescoço dele, ele me segurou com as mãos nas minhas nádegas enquanto minhas pernas descansavam nos antebraços dele e se enrolavam em volta da cintura dele; senti como ele me levantou fácil e me deixou cair no pau grosso e veiudo dele, que escorregou pra dentro de mim rápido demais, senti como me encheu completamente e como a ponta do pau dele tocava o fundo da minha buceta, onde nenhum pau tinha chegado antes. Me arrepiei, minha pele se eriçou e, assim como estávamos, beijei ele apaixonadamente enquanto as mãos dele me balançavam pra cima e pra baixo pra me empalar, a cada estocada, até o mais fundo que dava e me fazer vibrar de prazer. Ele tava me comendo deliciosamente. Don Juan era um macho de verdade, do jeito que eu gostava. A gente demorou nessa posição enquanto eu sentia que chegava ao céu mais de uma vez e molhava com meus sucos quentes e viscosos esse pau delicioso e enorme que tava me fazendo gozar pra caralho. Ele me abaixou e, aproveitando o sofá do lado, me pediu pra ficar de quatro com a bunda pra fora, a altura dela era perfeita, nessa posição a gente se encaixou certinho. Ele meteu forte, eu tava tão lubrificada que tudo escorregava com maior facilidade. O pau dele encheu eu de novo, eu soltei uns gritos de prazer, gemi que nem uma louca e berrei que nem uma puta, não tava nem aí pra nada, só queria gozar daquele pau tão gostoso que tava me empalando naquela manhã. Me sentir possuída é a coisa mais deliciosa que eu posso experimentar. Sentir como meu macho curte meu corpo e meus buracos é tão gostoso que minha cabeça explode em sensações extremamente ardentes e sinto que elas turvam meus sentidos até me fazer perder o mínimo de sanidade. Ele continuou me comendo nessa posição, eu cada vez mais empinava minhas bundas redondas e deliciosas e empurrava meu corpo contra ele pra sentir até o fundo o pau grosso e cheio de veias dele. Don Juan se agarrou firme nas minhas cadeiras, sentia a força dos dedos dele apertando minha pele macia e delicada, ele me puxava com força contra ele enquanto o corpo dele batia no meu pra meter o pau até o fundo, ele também tava louco me fazendo amor, a paixão dele transbordava e com movimentos fortes e agressivos ele me comia, me enterrando, com toda a vontade, aquele pau delicioso que a vida tinha dado pra ele e que, naquela manhã linda, era todo meu. Só faltavam alguns minutos, a fodida gostosa que ele tava me dando tava chegando ao fim, senti o pau dele começar a inchar, ainda mais, dentro de mim, sabia que logo ia explodir. Comecei a mexer meus músculos vaginais pra apertar forte o pau delicioso dele. Adoro essa sensação e esse controle que tenho ao apertar e soltar forte e rápido meus músculos vaginais quentes; geralmente uso isso quando sinto que meu macho já vai chegar ao clímax e quero espremer ele todo. Continuei apertando e soltando rápido o pau dele com meus músculos internos, ele continuava entrando e saindo de mim que nem um possesso; os resfôlegos dele e meus gritos avisavam que o fim tava Eu gozei rápido. Senti ele estourar dentro de mim, o calor dos fluidos dele quase queimava por dentro, o jato do esperma dele me sacudiu como nunca, a quantidade do jato quente encheu completamente minha buceta e eu comecei a escorrer também. Sentia que ele não parava de se esvaziar, cada vez sentia como me enchia com a porra grossa e quente dele. Meus fluidos se soltaram e banharam a vara dele, senti minhas forças falharem, meus gritos foram ficando mais fracos, minhas pernas cãibravam e meus pés se mexiam no ritmo do meu gozo. A gente tava louco de prazer. Don Juan continuou se movendo dentro de mim, eu fui apertando ele até que se esvaziasse completamente dentro do meu corpo. Queria sentir toda aquela semente quente escorrendo dentro da minha buceta, queria espremer ele por completo pra que naquele dia ele não quisesse mais transar, mas que logo voltasse comigo pra continuar curtindo desse jeito louco e ardente. Finalmente ele saiu, me virei rápido, vi o pau escorrendo, ainda meio duro, peguei ele com as mãos e comecei a beijar a cabeçona enorme dele, depois meti na boca, comecei a limpar o máximo que pude e que cabia na minha boca quente e molhada. A mistura dos nossos sabores, tudo misturado, era indescritível, mas tinha um gosto delicioso; tomei todo o néctar que ainda saía do pau dele, não era muito, mas ainda tava escorrendo a porra quente. Tava louca com aquele pau tão gostoso que o Don Juan tinha. Ele foi se lavar, eu fiquei, pelada, sentada com as pernas cruzadas e meu corpo recostado no encosto macio da poltrona favorita do meu marido. Isso me dava mais tesão, ele sentava ali toda noite, por mais de uma hora, enquanto lia os livros que interessavam ele. Não sabia o que ia sentir naquela noite quando ele sentasse ali enquanto minha mente, com toda certeza, ia lembrar cada um dos momentos da deliciosa e ardente trepada que o Don Juan tinha me dado. Com certeza ia me excitar de novo. — Você me dá vontade de novo — ele disse quando saiu do Depois de me lavar, ele percebeu que eu estava nua.
— Tô pronta, falei, por isso não me vesti.
— Não posso, meu bem, disse com carinho pra não me magoar, olha só, você tá gostosa demais, mas já tinha um compromisso e já tô um pouquinho atrasado.
— Fazer o quê, falei, e deu pra sentir uma tristeza nas minhas palavras, achei que você ia me comer de novo.
— Outro dia eu volto, te prometo, e vai ver que vou te pegar mais de uma vez.
— Sério? É o que eu espero e desejo, meu amor, vou esperar esse dia com muita ansiedade. Assim que ele foi embora, entrei pra me lavar, tinha que buscar minha filha, mas antes precisava passar na venda do seu Pepe pra comprar umas coisas. Lembrar daquele velho tarado e fedorento me excitou de novo. Dom Juan tinha despertado em mim a puta que ficou escondida por uns anos. Me vesti com uma calça jeans desbotada que grudava perfeitamente na minha pele, desenhando palmo a palmo minha silhueta sinuosa. Uma blusa branca que se abria levemente na altura do umbigo mostrava minha barriga lisa e dava um ar de safadeza e tesão. Calcei uns sapatos fechados que ajudavam a levantar um pouco mais minha bunda, saí de casa e fui direto pra venda do seu Pepe. Tinha acabado de ser comida gostoso e deliciosamente, e de novo, me senti muito quente.infiel

1 comentários - Susy: uma doce dona de casa gostosa

EXCELENTE RELATO!!! Me cautivo!!! Sos muy sexy y hermosa, lo sabes y sabes como explotarlo! +10 mas que merecidos!!!