Fala, galera do Poringa! Esse é meu primeiro post, espero que vocês gostem, porque é assim que conheci minha putinha gostosa, minha parceira. Espero que curtam, aí eu tiro um tempo pra escrever mais momentos da minha vida com ela. Tô com a Valéria há 7 anos, sendo 5 como casal. Ela tem 26 e eu 32. Quando conheci ela, eu tava comendo uma amiga dela, mas vi a Valéria e fiquei maluco, me explodiu a cabeça. Ela tava com um vestido branco e parecia um anjo. De cara, a gente se deu super bem, e eu não sabia o que fazer, porque a amiga com quem eu comia era bem tóxica, mas comia como uma verdadeira puta. Aí, num momento que consegui, falei pra ela que tava afim da Valéria e perguntei se ela não se importava de eu tentar algo. E pra minha surpresa, ela ia me dizer que tinha começado a namorar um cara e queria parar de transar comigo.
As horas passavam, e eu e a Vale tínhamos uma conexão foda, mas eu não sabia como descobrir se era só amizade da parte dela. A gente já tinha comido e tava bebendo e ouvindo música. Num momento, saí pra fumar um cigarro, e como tava sozinho, fiquei andando no quintal da casa, que era enorme, com uns cantos bem escuros. Ia terminar o cigarro quando ouvi alguém saindo: era a Vale, que vinha fumar também. Ela perguntou por que eu não tinha chamado ela pra fumar, mas verdade seja dita, eu nem tinha reparado que ela fumava. Ela chegou perto de onde eu tava. Acendeu o cigarro enquanto a gente falava um monte de besteira sem importância.
Quando ia acabar o cigarro, ela foi pra parte de trás do quintal, falando. Eu olhava pra ela e tava apaixonado, queria tudo com ela. Ela parou de costas pra mim, e foi aí que criei coragem. Cheguei perto, virei ela, encostei no meu corpo e falei que tava louco por ela, metendo um beijão. E, como as estrelas estavam do meu lado, ela correspondeu. A gente deve ter se beijado uns 3 a 5 minutos sem parar. Eu tava com a pica dura igual pedra. Aí ela perguntou se eu não tava com a Laura, a amiga dela, e eu falei que não, mas não deu tempo de falar mais nada, porque começou a beijar de novo. Já estávamos colados, eu peguei na bunda dela, encostando mais a minha pelve na dela quando ela me pergunta rindo o que é que eu sinto tão duro ali embaixo. Do que eu joguei a culpa nela. Continuamos nos beijando e eu não sabia se avançava ou não. Não queria que ela se ofendesse, mas criei coragem e comecei a levantar o vestido dela até que minhas mãos ficaram sobre a bunda nua dela, coberta só por uma tirinha de pano que se perdia entre as nádegas. Ela se apalpava toda até que minha mão foi dando a volta sem parar de acariciar o corpo dela e cheguei até a buceta dela coberta por um pequeno triângulo de pano. Nenhum dos dois aguentava mais de tesão, ela estava super molhada quando eu a penetrei com um dedo. Mas ela me para, me diz que não, que pare, que ela não é assim. Que não quer que eu pense que ela é uma puta que dá pra qualquer um. Digo que já sei, que não penso isso dela e a beijo de novo, enfiando mais um dedo e a mão dela desceu pro meu pau que estava explodindo a calça de tão duro e ereto que estava. Enquanto nos beijávamos e nos tocávamos, saímos correndo pra uma parte que está escura, coberta pela casa. Eu a encosto na parede e a viro de costas pra mim, afastando ela, deixando ela apoiada com as mãos, agachada, mostrando a bunda, me ajoelhando pra começar a chupar aquela buceta linda sem um único pelo. Chupava e esfregava o clitóris dela, arrancando lindos gemidos abafados pra ninguém ouvir. Fiquei assim uns 10 ou 15 minutos chupando, penetrando ela com os dedos e a língua. Me levantei e ela se virou e me comeu a boca com todos os sucos dela. Agora é minha vez, ela disse, tirando as sandálias e se ajoelhando na minha frente. Ela passa a mão no meu pau por cima da calça, abaixa o zíper e desabotoa a calça. Eu não podia acreditar que uma mulher daquelas fosse me chupar o pau. Quando ela abaixa a calça e a cueca, meu pau salta como uma mola. Ela solta uma risadinha dolorosa pra minha masculinidade. Eu — De que você tá rindo? É pequeno pra você? Ela — Não, não, nada disso, é um pau grande e lindo, só me deu risada o pulo que ele deu. Eu — Ah, ainda bem. Mal tinha me assustado. (Mais ou menos foi a conversa.) Não tinha terminado de dizer "assustado" quando ela enfiou a cabeça na boca e, pra mim, era tocar o céu com as mãos. Ela enfiava a cabeça e passava a língua em volta sem tirar, e pra mim era o paraíso. Começou a meter até um pouco mais da metade e tirava até a ponta da cabeça pra engolir de novo, num ritmo suave. Assim, por uns minutos, ela controlou o ritmo do boquete. Tava passando a língua da base até a cabeça quando peguei a pica, deixando as bolas livres, e pedi pra você chupar elas. Ela enfiava uma de cada vez na boca, deixando bem molhada com a saliva dela. Você tira minha mão da pica e começa a engolir de novo, mas dessa vez eu agarro sua cabeça e fodo sua boca no meu ritmo, fazendo você engasgar de tão fundo que eu metia. Ficamos assim uns minutos até eu falar pra você se levantar, que queria te foder. Ela limpou o rosto antes, com o vestido, e me pergunta: "Como você quer que eu fique?", com uma carinha de anjo linda. Falo pra ela segurar o vestido e ficar de quatro contra a parede. Ficou a bunda linda dela exposta, com a calcinha fio dental perdida. Era um fio dental branco lindo, combinando com o vestido. Procuro uma camisinha que tinha no bolso da calça e não acho, falo pra ela, e ela diz que toma pílula, que não tem problema. Puxei a calcinha fio dental de lado, comecei a esfregar minha pica na buceta molhada dela, e ela soltava gemidos leves que me deixavam louco. Até que ela não aguentou mais e pede pra eu meter logo. Vou enfiando devagar, até o fundo, tiro suavemente e meto de novo devagar umas duas vezes. Pra começar a foder com tudo, sem me importar se ouvem, sem me importar com o mundo. Ela gemia e eu metia mais forte. Falo que vou gozar e ia tirar, quando ela pede pra eu encher ela de porra. E foi demais, terminei gozando na buceta linda dela um monte de jatos, pra minha surpresa, porque eu já tinha batido uma à tarde. Ajeitamos a roupa e fomos embora. para o outro lado do pátio onde tinha uns bancos pra fumar um cigarro. Eu- cê me encanta, gata!! Ela- haha não me chama de gata. Eu- meu amor? Ela- melhor assim haha Eu- me passa teu número de celular? Ela- claro, anota 299............ Eu- te mandei um WhatsApp pra tu ficar com meu número. Ela- ok. Tô vazando leite, Laura- puta barata haha Ela- Lau, não fica brava, é que... Eu- de boa, valeu, eu já tinha falado com ela Laura- haha você se assustou, puta. Todo mundo ficou sabendo que vocês transaram. O Maxi tá explodindo. Ela- haha mas qual é o problema dele? Laura- ele tava doido por você. Tá metendo o louco, falando como pôde ter gostado daquela puta que transou com meu ficante depois de umas horas de conhecer. Fala que tu é uma puta sem vergonha. Ela- haja esse otário, que porra dá o direito dele me chamar de puta? Eu- vamos embora, Vale? Ela- pra onde? Eu- pro meu apê. Ela- não, sei não. Laura- vai, trouxa, não liga pro que o Maxi fala, ele é um babaca Ela- tá bom, vamos. A gente tinha que passar de qualquer jeito em casa pra ir embora. Então fomos nós três pra casa. Primeiro entra a Laura, depois a VALE e por último eu. Quando a gente tava falando que ia embora, o otário do Maxi murmurou "puta sem vergonha, você". A Vale não se intimidou e perguntou o que ele tinha dito. Como um bom cagão, o Maxi se fez de besta, falando que não disse nada. Mas a Vale falou que ela transava com quem quisesse e se isso fazia dela uma puta, então era, porque não só tinha transado comigo como tinha chupado bem a pica e adorado. Ela- Tchau, galera Eu- Tchau, falou. Tchau, otário de pinto curto. (Olhando direto pro Maxi) Esse foi meu primeiro encontro sexual com o amor da minha vida.
As horas passavam, e eu e a Vale tínhamos uma conexão foda, mas eu não sabia como descobrir se era só amizade da parte dela. A gente já tinha comido e tava bebendo e ouvindo música. Num momento, saí pra fumar um cigarro, e como tava sozinho, fiquei andando no quintal da casa, que era enorme, com uns cantos bem escuros. Ia terminar o cigarro quando ouvi alguém saindo: era a Vale, que vinha fumar também. Ela perguntou por que eu não tinha chamado ela pra fumar, mas verdade seja dita, eu nem tinha reparado que ela fumava. Ela chegou perto de onde eu tava. Acendeu o cigarro enquanto a gente falava um monte de besteira sem importância.
Quando ia acabar o cigarro, ela foi pra parte de trás do quintal, falando. Eu olhava pra ela e tava apaixonado, queria tudo com ela. Ela parou de costas pra mim, e foi aí que criei coragem. Cheguei perto, virei ela, encostei no meu corpo e falei que tava louco por ela, metendo um beijão. E, como as estrelas estavam do meu lado, ela correspondeu. A gente deve ter se beijado uns 3 a 5 minutos sem parar. Eu tava com a pica dura igual pedra. Aí ela perguntou se eu não tava com a Laura, a amiga dela, e eu falei que não, mas não deu tempo de falar mais nada, porque começou a beijar de novo. Já estávamos colados, eu peguei na bunda dela, encostando mais a minha pelve na dela quando ela me pergunta rindo o que é que eu sinto tão duro ali embaixo. Do que eu joguei a culpa nela. Continuamos nos beijando e eu não sabia se avançava ou não. Não queria que ela se ofendesse, mas criei coragem e comecei a levantar o vestido dela até que minhas mãos ficaram sobre a bunda nua dela, coberta só por uma tirinha de pano que se perdia entre as nádegas. Ela se apalpava toda até que minha mão foi dando a volta sem parar de acariciar o corpo dela e cheguei até a buceta dela coberta por um pequeno triângulo de pano. Nenhum dos dois aguentava mais de tesão, ela estava super molhada quando eu a penetrei com um dedo. Mas ela me para, me diz que não, que pare, que ela não é assim. Que não quer que eu pense que ela é uma puta que dá pra qualquer um. Digo que já sei, que não penso isso dela e a beijo de novo, enfiando mais um dedo e a mão dela desceu pro meu pau que estava explodindo a calça de tão duro e ereto que estava. Enquanto nos beijávamos e nos tocávamos, saímos correndo pra uma parte que está escura, coberta pela casa. Eu a encosto na parede e a viro de costas pra mim, afastando ela, deixando ela apoiada com as mãos, agachada, mostrando a bunda, me ajoelhando pra começar a chupar aquela buceta linda sem um único pelo. Chupava e esfregava o clitóris dela, arrancando lindos gemidos abafados pra ninguém ouvir. Fiquei assim uns 10 ou 15 minutos chupando, penetrando ela com os dedos e a língua. Me levantei e ela se virou e me comeu a boca com todos os sucos dela. Agora é minha vez, ela disse, tirando as sandálias e se ajoelhando na minha frente. Ela passa a mão no meu pau por cima da calça, abaixa o zíper e desabotoa a calça. Eu não podia acreditar que uma mulher daquelas fosse me chupar o pau. Quando ela abaixa a calça e a cueca, meu pau salta como uma mola. Ela solta uma risadinha dolorosa pra minha masculinidade. Eu — De que você tá rindo? É pequeno pra você? Ela — Não, não, nada disso, é um pau grande e lindo, só me deu risada o pulo que ele deu. Eu — Ah, ainda bem. Mal tinha me assustado. (Mais ou menos foi a conversa.) Não tinha terminado de dizer "assustado" quando ela enfiou a cabeça na boca e, pra mim, era tocar o céu com as mãos. Ela enfiava a cabeça e passava a língua em volta sem tirar, e pra mim era o paraíso. Começou a meter até um pouco mais da metade e tirava até a ponta da cabeça pra engolir de novo, num ritmo suave. Assim, por uns minutos, ela controlou o ritmo do boquete. Tava passando a língua da base até a cabeça quando peguei a pica, deixando as bolas livres, e pedi pra você chupar elas. Ela enfiava uma de cada vez na boca, deixando bem molhada com a saliva dela. Você tira minha mão da pica e começa a engolir de novo, mas dessa vez eu agarro sua cabeça e fodo sua boca no meu ritmo, fazendo você engasgar de tão fundo que eu metia. Ficamos assim uns minutos até eu falar pra você se levantar, que queria te foder. Ela limpou o rosto antes, com o vestido, e me pergunta: "Como você quer que eu fique?", com uma carinha de anjo linda. Falo pra ela segurar o vestido e ficar de quatro contra a parede. Ficou a bunda linda dela exposta, com a calcinha fio dental perdida. Era um fio dental branco lindo, combinando com o vestido. Procuro uma camisinha que tinha no bolso da calça e não acho, falo pra ela, e ela diz que toma pílula, que não tem problema. Puxei a calcinha fio dental de lado, comecei a esfregar minha pica na buceta molhada dela, e ela soltava gemidos leves que me deixavam louco. Até que ela não aguentou mais e pede pra eu meter logo. Vou enfiando devagar, até o fundo, tiro suavemente e meto de novo devagar umas duas vezes. Pra começar a foder com tudo, sem me importar se ouvem, sem me importar com o mundo. Ela gemia e eu metia mais forte. Falo que vou gozar e ia tirar, quando ela pede pra eu encher ela de porra. E foi demais, terminei gozando na buceta linda dela um monte de jatos, pra minha surpresa, porque eu já tinha batido uma à tarde. Ajeitamos a roupa e fomos embora. para o outro lado do pátio onde tinha uns bancos pra fumar um cigarro. Eu- cê me encanta, gata!! Ela- haha não me chama de gata. Eu- meu amor? Ela- melhor assim haha Eu- me passa teu número de celular? Ela- claro, anota 299............ Eu- te mandei um WhatsApp pra tu ficar com meu número. Ela- ok. Tô vazando leite, Laura- puta barata haha Ela- Lau, não fica brava, é que... Eu- de boa, valeu, eu já tinha falado com ela Laura- haha você se assustou, puta. Todo mundo ficou sabendo que vocês transaram. O Maxi tá explodindo. Ela- haha mas qual é o problema dele? Laura- ele tava doido por você. Tá metendo o louco, falando como pôde ter gostado daquela puta que transou com meu ficante depois de umas horas de conhecer. Fala que tu é uma puta sem vergonha. Ela- haja esse otário, que porra dá o direito dele me chamar de puta? Eu- vamos embora, Vale? Ela- pra onde? Eu- pro meu apê. Ela- não, sei não. Laura- vai, trouxa, não liga pro que o Maxi fala, ele é um babaca Ela- tá bom, vamos. A gente tinha que passar de qualquer jeito em casa pra ir embora. Então fomos nós três pra casa. Primeiro entra a Laura, depois a VALE e por último eu. Quando a gente tava falando que ia embora, o otário do Maxi murmurou "puta sem vergonha, você". A Vale não se intimidou e perguntou o que ele tinha dito. Como um bom cagão, o Maxi se fez de besta, falando que não disse nada. Mas a Vale falou que ela transava com quem quisesse e se isso fazia dela uma puta, então era, porque não só tinha transado comigo como tinha chupado bem a pica e adorado. Ela- Tchau, galera Eu- Tchau, falou. Tchau, otário de pinto curto. (Olhando direto pro Maxi) Esse foi meu primeiro encontro sexual com o amor da minha vida.
1 comentários - Como conheci minha gostosa