Como descobri que minha irmã adora meu pau (Parte VII)

Olá, pessoal! Mais uma vez, agradecido por todos os pontos e comentários de vocês.

A recomendação de sempre pra quem tá começando nessa história é entrar no meu perfil e ler todos os capítulos.

Como uma curiosidade do capítulo anterior, vou contar que o final é baseado numa história real. Foi assim que ferraram o Dia dos Namorados do meu amigo quando ele tava com a namorada e cortaram a transa deles com uma ligação avisando que o sogro tava internado. A realidade supera a ficção, não tem jeito.

Agora sim, espero que curtam a leitura:

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Capítulo 7

Não pedi mais explicações pra minha irmã, só comecei a me vestir de novo o mais rápido que consegui. Clara foi no banheiro se limpar e eu juntei umas coisas que tinham ficado espalhadas. Já teria tempo de limpar tudo depois, agora a gente tinha que sair pra clínica.

Umas vinte minutos depois, já estávamos entrando no prédio pra onde tinham levado o velho. Perdemos um tempão brigando com o pessoal da recepção, mas não teve jeito de deixarem a gente chegar até o leito dele. Não sobrou outra opção a não ser esperar alguém descer pra dar notícias.

Encontramos a mãe na sala de espera quando ela finalmente desceu. Ela tava com uma cara horrível, o que era de se esperar pelo que tinha passado, mas não tava chorando. Isso tinha que ser um bom sinal.

— Tá bem, já estabilizou. — Foi a primeira coisa que ela disse, pra nossa preocupação diminuir de uma vez.

— O que aconteceu? — Minha irmã foi a primeira a perguntar o que nós dois queríamos saber.

— A gente tava conversando sobre mudar os sofás e o sofá-cama de lugar, e o pai de vocês, em vez de esperar vocês voltarem, quis fazer sozinho. — Mesmo com a situação, minha mãe não conseguiu evitar revirar os olhos, como sempre fazia quando um de Alguém da família deu uma mancada. –Cinco minutos depois, começou a reclamar que o peito tava doendo pra caralho e teve que sentar porque tava sem ar. –Os olhos dele começaram a brilhar, mas ele deu um jeito de segurar as lágrimas. –Chamei a emergência na hora e, por sorte, chegaram rápido. Assim que viram como ele tava, levantaram ele e meteram na ambulância. Eu fui junto, mas não me deixaram entrar em sala nenhuma. Passou um tempão e ninguém me falava nada, até que comecei a gritar e, finalmente, um médico saiu pra me contar o que tinha rolado. Tinha sido um infarto, mas trouxeram ele antes de tudo complicar de verdade. Agora ele tá sedado, dormindo.

Quando ela terminou de contar, minha mãe quase desabou de cansaço. Eu e minha irmã seguramos ela a tempo e ajudamos a sentar.
–Mas se o pai não tá tão mal assim. –Falei, tentando entender como aquilo tinha acontecido. –Ele tá um pouco acima do peso, sim, mas não fuma, não é alcoólatra…
–Às vezes não precisa fumar três maços por dia ou ter cem quilos a mais. –Respondeu minha irmã. –Quando é a sua vez, é a sua vez.
–É, pode ser, mas…
–O importante é que trouxeram ele a tempo. –Minha mãe nos cortou antes que eu pudesse falar mais. –Agora a gente tem que esperar o médico descer e nos dizer o que vai rolar.
Meia hora depois, o médico desceu e explicou que meu pai ia ter que ficar um tempo na clínica, talvez a semana inteira, dependendo de como ele evoluísse. Mas, quando voltasse pra casa, a gente ia ter que fazer de tudo pra ele não fazer nenhum esforço físico.
Já subir escadas ia ser um esforço danado, então o melhor era ele ficar no quarto dele por pelo menos umas duas semanas.
Eu e minha irmã nos olhamos quando o médico falou isso e não deu pra evitar um sorriso. Meu pai nunca foi de ficar parado. Muito pelo contrário, vivia fazendo coisa em casa. Ia ser um puta desafio. desafio evitar que ela se levantasse toda hora pra fazer alguma loucura.
Já era bem tarde da noite quando eu e minha irmã estávamos tentando nos acomodar nas nossas cadeiras. A gente tinha decidido passar a noite na sala de espera, apesar dos protestos da minha velha. Ela ia passar a noite acompanhando meu velho no quarto dele, e no dia seguinte a gente ia vendo quais passos dar conforme a situação fosse evoluindo.

Minha irmã já tinha falado com a Jessi e com a Betty, deixando elas por dentro da situação, e também com a supervisora dela no trampo, então pro dia seguinte ela já tinha resolvido não ir trabalhar.

Por mim, a Erica não tinha me avisado de nenhum plantão pros dias que vinham, mas mesmo assim mandei uma mensagem pra ela contando o que tinha rolado e pedi que pelo menos me desse uns dias até tudo se ajeitar.- Tá bom, mas lembra que só te pago quando tu trabalha.
- Sem problema. Valeu.
- Se eu arranjar outra pessoa pra atender enquanto tu não tá, não é problema meu.
- Entendo. Assim que der, tô voltando.
Era inevitável essa ameaça da parte dela. A Érica tinha um negócio pra fazer grana, não pra recusar turnos porque um funcionário não tava disponível. Não dava pra esperar nada melhor vindo dela. Já tinha me surpreendido ela me deixar tirar uns dias, e ainda me pagar sem trabalhar era algo impensável. Ela não era tão fria quanto eu imaginava, mas também não dava dinheiro de graça.

Quando acordei, já eram quase seis da manhã e a sala tava começando a encher de gente de novo. Me sentia todo travado, as cadeiras de clínica são sempre desconfortáveis, e aquele lugar não era exceção. Tentei mexer um pouco o corpo, mas percebi que minha irmã tinha dormido com a cabeça apoiada na minha coxa.

Fiquei observando ela por uns segundos, enquanto as lembranças da tarde anterior invadiam minha cabeça. Será que tinha sido certo mesmo o que a gente fez? Devia me sentir puto ou aliviado por não termos passado do sexo oral? É verdade que já tínhamos ido muito além daquilo antes, mas nenhum dos dois podia saber quem tava do outro lado do painel naquele momento.

Ter a cabeça dela tão perto da minha virilha era perigoso. Principalmente pensando no que a gente quase fez antes de receber a ligação da minha mãe. Se a gente tivesse sozinho naquele momento... Mas não era o caso. Cada vez entrava mais gente na sala da clínica e não tive outra opção a não ser ficar parado no meu lugar.

De todas as linhas que não deviam ser cruzadas quando se trata de um par de irmãos, a gente tinha cruzado praticamente todas, mas não tava seguro se devia seguir em frente ou voltar atrás. Pelo menos sabia que nos próximos dias não ia dar pra fazer nenhuma loucura.

Com nossos pais numa situação tão crítica, não era conveniente dar vazão aos nossos desejos. Se eles descobrissem o que tinha rolado entre a Clara e eu, meu velho ia ser velado muito em breve. Esse pensamento me convenceu de que, por enquanto, o melhor era tentar voltar a nos comportar como irmãos. O tipo de irmãos que não estavam transando entre si.
Aquela manhã passou normal. Minha mãe desceu perto do meio-dia e nos informou que lá em cima estava tudo em ordem, ou tão em ordem quanto alguém que acabara de ter um infarto podia estar. Minha irmã ficou na clínica enquanto eu levava minha mãe de volta pra casa pra ela descansar um pouco.

O resto da semana foi mais ou menos na rotina. Clara tinha voltado ao trabalho, mas entre eu e minha mãe conseguimos cobrir bem o tempo na clínica. Minha irmã até ficou umas duas noites com meu pai, mas isso fazia ela descansar muito mal, então mal fez isso umas duas vezes.
Tudo isso fez com que a gente mal conseguisse trocar uma palavra com Clara, mas ajudou bastante a acalmar a ansiedade. A saúde dos nossos pais estava acima de tudo, então ocupamos a cabeça tentando dar uma mão no que desse.

No sábado à tarde, finalmente deram alta pro meu pai e levaram ele pra casa. Pra comemorar, decidimos fazer um almoço em família no dia seguinte, mas sem exagerar no cardápio pra evitar qualquer complicação. Meu pai tinha ordens severas de se cuidar com a comida por um bom tempo, e todo mundo na família concordava que não podíamos tirar os olhos dele, senão ele ia acabar fazendo uma merda, com certeza.

Já tinha combinado com a Erica que na semana seguinte voltaria a trabalhar, e só recebi um "ok" como resposta. Não sabia ao certo o que aquilo podia significar, mas tinha quase certeza de que ia ter uma semana bem agitada no trabalho assim que voltasse.

No domingo, então, decidi assumir a cozinha, especialmente como um gesto pra minha mãe, que finalmente podia curtir estar com o marido em casa. casa. Tinha chegado cedo em casa com os ingredientes, e quando expliquei pra minha mãe que ia cozinhar um risoto de cogumelos, ela me olhou com a mesma cara de surpresa que se eu tivesse dito que ia mudar de sexo.

— E desde quando você sabe cozinhar? — Perguntou, com os olhos bem abertos.

— Aprendi um pouco desde que fui morar sozinho. Ou você acha que vivo só de porcaria? — Retruquei, sorrindo diante da surpresa dela.

Se eu tivesse qualquer outro emprego, talvez isso fosse verdade. Mas trabalhar pra Erica significava que a gente tinha que se cuidar bem com a comida pra render cem por cento. Foi assim que me vi forçado a aprender a me virar no fogão, senão todo o meu salário ia embora pedindo delivery de comida saudável.

Tinha começado a cortar os cogumelos quando minha irmã me encontrou na cozinha. Pela cara dela, parecia que tinha acabado de acordar. Tava vestindo uma regatinha que colava bem no corpo e uma minissaia jeans que não chegava nem na metade da coxa.

— O que você tá fazendo? — Me olhou com a mesma expressão que minha mãe tinha me dado um tempo antes.

— Cozinhando. O que mais eu poderia estar fazendo? — Respondi sorrindo, enquanto continuava com a tarefa.

— Já sei, idiota… É que não te imaginava cozinhando. — Ela tinha ficado encostada no batente da porta. O cabelo tava preso num rabo de cavalo meio solto de lado, que descia pelo ombro até o peito. Apesar desse ar meio desleixado, ela tava tão gostosa como sempre.

Não era boa ideia ficar pensando nessas coisas enquanto tinha uma faca tão perto dos meus dedos, mas não conseguia evitar.

— Tem muitas coisas que a gente não imaginava, né? — Comentei com uma expressão safada, seguindo meu trabalho.

— Tem razão, maninho. — Disse ela, com uma expressão idêntica. A gente não tinha tocado no assunto a semana toda, mas estando ali sozinhos na cozinha, as lembranças daquela tarde do domingo anterior flutuavam no ar, deixando claro que tinha um assunto pendente entre os dois.
Já tinha terminado com os cogumelos e deixei numa tigelinha, prontos pra usar mais tarde. Agora era a vez de picar as cebolas e o alho.
— Aconteceu alguma coisa? — falei, percebendo que ela continuava com o olhar fixo em mim.
— Não, nada. — Mas claramente tava mentindo, porque uns segundos depois voltou a falar. — Você não sabe como me deixa te ver assim… — O tom da minha irmã anunciava que a qualquer momento podia se jogar em cima de mim.
— Então você é daquelas que gosta de ver um homem cozinhando? — Essa pergunta foi quase um desafio da minha parte, tipo provocando ela a se deixar levar pela excitação.
— Não sei se qualquer homem, mas você com certeza. — O olhar dela era tão intenso que parecia mais uma predadora esperando o momento certo pra atacar a presa.
— Segura aí, que a mãe pode chegar a qualquer hora e fode tudo se nos pegar fazendo alguma coisa estranha. — Tava me custando horrores falar isso, ainda mais quando meu corpo inteiro tava tenso, esperando pra agarrar minha irmã nos braços e comer a boca dela… e comer outras coisas também.
— Eu sei, não se preocupa. — Ela disse, entre risadas. — Mas te vendo fazer essas coisas, não consigo evitar. Parece que você tem bastante experiência… eu sou um zero na cozinha. — Completou, com um pouco de inveja.
— Quer aprender? Vem aqui, que eu te ensino um pouco a picar. — Falei, me afastando um pouco da bancada pra dar espaço.
Clara não se fez de rogada, e avançou até ficar entre meu corpo e o móvel. Eu me coloquei por trás dela e não tive outra opção senão grudar nas costas dela pra conseguir mexer na bancada. Peguei a faca de novo pra mostrar como cortar e picar.
— Viu? Você põe a mão assim pra segurar os legumes e pega a faca firme pelo cabo, assim não escorrega. — Sentia uma ereção potente e era impossível que minha irmã não tivesse notado, considerando que meu pau tava encostado na suas costas.
—Sim, tô vendo. Tem que segurar bem firme. —Enquanto continuava olhando pra frente, a mão dela já tava segurando firme em outra coisa. —Tá bom assim, maninho? —Perguntou, como se fosse uma aluna aplicada pedindo ajuda pro professor, enquanto subia e descia a mão uns centímetros, me masturbando por cima da calça. —Bem durinho, igual você mandou.

—Tá ótimo assim, maninha... Muuuuito bom... —Tava difícil falar normal, a Clara sabia direitinho como me deixar de pau duro.

Eu continuava picando, tentando controlar minhas mãos pra não acabar no hospital cuidando de algum corte feio. A Clara seguia com a brincadeira dela, olhando com toda atenção como eu cortava as cebolas. Se antes a gente já tava brincando com fogo, meter uma faca na parada não ajudava em nada a deixar mais seguro.

Nos últimos anos, eu tinha passado muito tempo na cozinha do apartamento, então não tinha problema em picar rápido, mas as cebolas sempre acabavam fazendo meus olhos arderem. Tive que largar a faca e me afastar da minha irmã, mesmo que isso cortasse toda a diversão, porque as lágrimas não deixavam eu ver o que tava fazendo.

—O que foi? —Ouvi a voz da Clara, mas não enxergava nada.

—Nada, as cebolas. Essas filhas da puta sempre fazem meus olhos arderem. —Respondi, enquanto minha mão procurava alguma coisa pra me limpar. —Pode me passar um guardanapo ou algo pra secar?

Ainda não tava vendo porra nenhuma, mas percebi que minha irmã tinha se abaixado pra pegar alguma coisa. Uns segundos depois, ela já tinha se levantado de novo e esticou a mão na minha direção.

—Toma, aqui. —Ela me deu um pano, que eu achei que fosse um guardanapo, e me sequei na hora.

O pano tava meio molhado e senti um cheiro estranho no nariz, mas de algum jeito me parecia familiar. Quando finalmente consegui enxergar de novo, percebi o que minha irmã tinha me dado: a calcinha fio dental dela.

—Filha da puta... —Foi tudo que consegui falar. quer dizer, enquanto meu cérebro tentava se recuperar de tamanha surpresa. Como é que eu ia segurar minha vontade se minha irmã não parava de me provocar a cada oportunidade?

— Bom, você me pediu algo pra se limpar e era o que estava mais perto. — Ela disse, dando de ombros e me olhando como se fosse a coisa mais inocente do mundo.

— Você é uma atrevida danada, sabia? — Olhei pra Clara por alguns segundos, ela sorria como uma menina que acabou de ser pega fazendo uma travessura da qual não se arrependia nem um pouco. Depois, levei a calcinha fio-dental dela de volta ao meu rosto e aspirei o cheiro com o olhar ainda fixo nos olhos dela. — Meu pau fica duro com seu cheiro, mana.

Baixei a calcinha do meu rosto e minha irmã imediatamente se pendurou no meu pescoço pra me beijar. As coisas poderiam ter complicado pra caralho se a gente não tivesse tão ligado em qualquer barulho estranho. Um som de passos se aproximava da cozinha. Mal deu tempo de nos separarmos e esconder a calcinha da minha irmã no meu bolso quando minha mãe apareceu na porta.

— Clara, pode vir me ajudar com uma coisa? Anda logo, por favor. — Ela não parecia ter notado nada de estranho, já que tinha virado as costas na hora.

— Já vou, mãe. — Ela conseguiu dizer quando minha mãe já estava se afastando por onde tinha vindo. — Essa foi por pouco.

— Demais. — A gente tinha escapado por sorte. — Vai, antes que ela volte. — Dei um empurrãozinho nela pra ir ver o que minha mãe queria. Quando ela estava quase saindo do meu alcance, dei um tapinha suave naquele rabo tão firme que ela tinha. Ela virou pra me dar um sorriso e continuou andando.

Clara chegou na porta quando eu a chamei com um assobio. Ela se virou pra me olhar e eu tirei a calcinha do bolso pra ela ver. Minha irmã mordeu os lábios quando viu que mais uma vez eu tinha levado ela ao meu rosto pra sentir o cheiro de novo. Fiz sinal pra ela ir embora. A cara dela estava tão cheia de tesão quanto a minha, mas não teve outra escolha. do que me dar ouvidos.
O que a gente tava fazendo era uma loucura, mas era excitante demais pra deixar passar. E ainda por cima, ela tava sem calcinha! Voltei a me ocupar da comida. Era melhor eu me acalmar, senão a tesão ia me deixar sem os dedos. Terminei de preparar tudo e a Clara ainda não tinha voltado pra pedir a calcinha dela de volta.

Só fui vê-la de novo quando o almoço já tava quase pronto. Minha mãe também tava na cozinha, pegando umas coisas, então a Clara simplesmente passou perto de mim e me agarrou na bunda enquanto minha mãe olhava pro outro lado. Depois pegou os talheres e foi embora como se nada tivesse acontecido.

O almoço passou muito devagar. Na minha cabeça, tinha se instalado a ideia de que minha irmã não tinha colocado a calcinha de novo e que a qualquer momento podiam descobrir ela. Será que ela não ligava se meus pais percebessem? Será que ela era tão tarada assim?

Enquanto isso, minha mãe e minha irmã elogiaram minhas habilidades na cozinha, e minha mãe aproveitou pra sugerir que eu podia cozinhar aos domingos de tarde enquanto ela descansava. A Clara se comportava com toda a normalidade, embora toda vez que a gente trocava um olhar, dava um sorrisinho safado de cumplicidade.

Meu pai só reclamava que não podia comer carne até novo aviso, mas não reclamou da comida, então eu assumi que ele não tinha achado ruim.

A gente tinha terminado a sobremesa quando meus pais foram pro sofá ver TV, enquanto minha irmã e eu levantávamos a mesa. Eu tava colocando uns pratos pra lavar quando senti a Clara se encostar atrás de mim. Uma mão foi direto na minha virilha, enquanto a outra vasculhava meu bolso atrás da calcinha dela. Quase larguei os pratos, fazendo um escândalo, mas consegui me segurar a tempo pra minha mãe não espiar.

Nem deu tempo de reagir, ela já tava de novo na porta da cozinha. Se despediu com um beijo antes de Escapar. Não fazia ideia de como a gente ia continuar naquela casa sem meus velhos perceberem o que tava rolando. Precisava voltar pro apartamento antes que fizesse alguma merda.

Tava pensando em avisar meus pais que ia embora daqui a pouco, quando minha mãe se adiantou.

— Que tal ficar pra jantar, Pedrinho? — Perguntou do sofá. — Vai, que amanhã é feriado. Ou vai me dizer que amanhã tem trabalho?

Não sabia o que responder, ela tinha me deixado sem saída. Na real, não tinha nada pra fazer, a Erica não tinha me avisado de nada, embora já soubesse que eu tava disponível pra qualquer turno. Mas não tava a fim de passar a noite ali, não confiava no que podia rolar entre eu e a Clara se a gente tivesse tempo sozinhos.

Meus velhos sempre tiveram o sono leve, qualquer barulho que a gente fizesse durante a noite ia causar um desastre, ainda mais com meu pai recém-saído da clínica. Mas não tinha nenhuma mentira convincente na cabeça naquele momento, então me resignei.

— Beleza, claro. — Falei, com um sorriso.

Segui meu caminho pela escada e passei pelo quarto da minha irmã. Bati e esperei ela falar.

— Posso entrar? — Perguntei, abrindo só um pouco a porta.

— Pode, entra. — Respondeu numa boa.

Entrei no quarto dela. Ela tava deitada na cama, de bruços. A bunda dela mal tava escondida pela minissaia, o tesouro tava ao alcance das minhas mãos, mas eu tinha que resistir à tentação, por mais forte que fosse.

— Queria te avisar que hoje vou ficar aqui, a mãe falou pra eu passar a noite.

Minha irmã me olhava com uma mistura de emoções no rosto. A gente sabia que era uma boa oportunidade pra matar a vontade, mas também era um risco danado.

— Então melhor a gente não fazer nenhuma loucura, né? — Comentou com um sorriso. Não sabia qual das duas opções escolher. Ela tava falando na ironia ou era sério?

— Não, melhor não. Imagina se eles descobrir… Vamos dar outro infarto no velho! –Apesar de tudo, não consegui evitar rir do que tinha acabado de me ocorrer.
–Do que você tá rindo? –Clara me olhava confusa.
–“Causa da morte: encontrou os filhos fodendo em casa” não soa bem, não acha? –Nós dois começamos a rir às gargalhadas da minha ideia.
–É, já sei, Pedrito. –Disse minha irmã quando paramos de rir. –Já sei que ficou algo pendente, mas é loucura fazer algo hoje. A gente vai ter um momento a sós de verdade. E aí ninguém nos segura! –Tranquilamente, ela poderia ter roubado o sorriso do próprio Satanás, de tão safada que parecia.
–Melhor eu ir ou vou te pegar agora mesmo… –Falei, me forçando a sair daquele quarto antes de me deixar levar pelo que minha virilha pedia aos berros.
Clara se virou de lado e me olhou como se me desafiasse a cumprir minha ameaça. Ficou me torturando assim por uns segundos, até voltar à posição anterior, dando a entender que a brincadeira tinha acabado por enquanto.
–Valeu, maninho, a gente se vê à noite. –Ela se despediu, piscando um olho.

O jantar foi interminável, tentando responder às perguntas dos meus pais sobre meu trabalho e meus estudos com a maior naturalidade possível. Com minha irmã, a gente fazia de tudo para desviar os olhares, mas de vez em quando eu notava um brilho especial nos olhos dela.
Finalmente comemos uma sobremesa leve e fomos todos para a sala ver um filme. Meus pais se sentaram nos sofás, e não me restou outra opção senão dividir o sofá com minha irmã.
Ela ficou colada em mim e apoiou a cabeça no meu ombro. Eu sentia aquele formigamento familiar na virilha. Fiquei grato por termos apagado as luzes, porque não teria explicação para meus pais se eles notassem minha ereção.
De repente, senti algo na minha coxa: era a mão da minha irmã, que tinha começado a me acariciar. Na sala mal iluminada pela A tela da televisão não deixava ver direito o rosto dela, mas nem precisava pra perceber que a filha da puta tava sorrindo, curtindo o perigo.
Decidido a não ficar pra trás, minha mão deslizou por baixo da camiseta dela. A pele era muito macia, quase como seda. Comecei a subir pela lateral do corpo dela e finalmente estacionei a mão no peito dela. De olho em qualquer movimento dos meus velhos, que continuavam vidrados na TV, enfiei a mão entre o sutiã e a pele dela, e meus dedos começaram a brincar com o mamilo dela.
Um gemido baixinho escapou da boca da minha irmã, mas meus pais não perceberam nada. O que eu percebi foi que as carícias da Clara largaram minha coxa e foram parar em cima da minha pica por cima da calça.
Era uma loucura o que a gente tava fazendo, se algum dos meus velhos virasse a cabeça, ia dar de cara com os dois filhos se tocando em lugares que não deviam nem por acidente.
Com meus dedos dava pra sentir o mamilo da minha irmã ficando cada vez mais duro, e a mão dela, sem dúvida, sentia minha virilha chegando no ponto de ebulição. Nenhum dos dois queria parar aquele jogo, apesar de todos os riscos.
Perto da meia-noite, os créditos do filme apareceram e meus pais começaram a se levantar dos sofás. Nossas mãos voltaram ao normal na hora, como se ter ficado se excitando na última hora fosse a última coisa que podia ter rolado.
Eles se despediram da gente e foram pro quarto. Minha mãe ajudava meu pai a subir as escadas porque ele ainda não tava bem. A gente ouviu o barulho dos passos e a porta fechando. Finalmente nos deixaram sozinhos.
— Que garota doente você é! — falei baixinho, ainda com a pica dura e com um sorriso de orelha a orelha pelo nível de ousadia da minha irmã.
— Você também não ficou atrás. —Atrás também não, maninho. —Ela retrucou, sorrindo com malícia.
—Não era que você não queria fazer nenhuma loucura?
—Sim, é verdade. Mas enquanto a gente estava no sofá, percebi que a loucura era não aproveitar que a melhor rola do mundo estava disponível pra mim sem ter que pagar um centavo.
Os olhos dela estavam tão cheios de luxúria que me surpreendeu ela não ter pulado em cima de mim pra arrancar minha roupa com os dentes. Mas, em vez disso, ela se levantou e começou a andar em direção à escada.
—O que cê tá fazendo? Não pode ser tão filha da puta de me deixar assim. —Olhei pra ela suplicante. —Corto fora de verdade se você não assumir o que a gente fez agora!
—Sou tão filha da puta quanto der na minha telha —respondeu com toda a calma do mundo. —Além disso, se cortar fora, vai ficar sem trampo. —Sorria com malícia, a safada. —Fica tranquilo, maninho, vai pro seu quarto. —Subiu os degraus sem me dar nem um último olhar.
Quase cortei de verdade... Não dava pra acreditar no jeito bestial que minha irmã tinha me feito de otário! E ainda por cima não era mais uma boa ideia levantar a voz, porque ia chamar a atenção dos meus pais, coisa que eu queria evitar a todo custo.
Com toda a raiva, fui arrumar umas coisas que tinham ficado soltas na sala enquanto ouvia barulhos de portas abrindo e fechando, o que me fazia entender que meus pais ou minha irmã estavam terminando de se preparar pra dormir.

Uns minutos depois, já estava no meu quarto, jogado na cama. Tinha passado rápido pela porta do quarto da minha irmã pra não ser tão idiota de tentar entrar sem permissão. Meus pais tinham o sono leve e, ao menor barulho, costumavam acordar. Não me restava outra opção a não ser ficar quieto.
Tava decidido a bater uma boa punheta pra baixar o tesão quando a porta do meu quarto se abriu pra dar passagem a algo que bem poderia ter descido do paraíso, ou talvez do inferno.
Minha irmã entrou vestida de um jeito que me deixou sem ar: ela usava uns sapatos pretos de salto alto, umas meias brancas acima do joelho, e uma saia plissada azul xadrez escocesa que mal cobria as coxas. Em cima, tinha uma camisetinha branca amarrada, presa só por um nó debaixo dos peitos.
O rosto dela era emoldurado por dois rabinhos de cabelo que faziam o cabelo ruivo cair pelos ombros. Completava o visual com aqueles óculos que o médico tinha recomendado e ela nunca usava. Por ser tão miúda, tinha o jeito de uma garota que tranquilamente poderia ter terminado o ensino médio no ano anterior, o que só serviu pra aumentar ainda mais minha tesão, se é que era possível.
— Gostou de como eu tô? — Perguntou com um tom de falsa inocência, girando devagar e me deixando apreciar cada detalhe da aparência dela. Vista por trás, a saia mal tapava metade da bunda dela.
Ela se abaixou pra mostrar em todo esplendor aquela bunda magnífica, e eu pude notar uma tira fina de tecido, que indicava que o fio dental que ela tinha colocado tava perdido entre as nádegas dela.
Apesar de eu estar louco de tesão, algo no jeito que ela tava vestida chamou minha atenção.
— Não me fode... Essa não é a sua...?
— Meu uniforme do colégio? — Ela girou de novo pra me olhar de frente e me deu um sorriso safado que me derreteu. — É ele mesmo, mas fiz uns ajustes. O que achou? — Ela passava as mãos pelo corpo devagar, como se fossem minhas mãos tocando ela.
Não podia ser tão puta a ponto de ter transformado o uniforme da escola numa fantasia de colegial sexy! Por dentro, agradecia aos céus por ter sido abençoado com uma irmã tão ousada.
— Os velhos vão nos matar se nos ouvirem! — Falei, na voz mais baixa que consegui, enquanto me sentava na cama. Meu corpo inteiro pedia pra eu pular em cima dela, mas o pouco de bom senso que me restava dizia que eu não devia fazer merda nenhuma. besteira.
—Faz dois anos que papai e mamãe tomam remédio pra dormir toda noite. Já devem estar apagados. —Respondeu com um sorriso, se aproximando devagar da minha cama. Ela rebolava de um jeito sensual pra caralho. —De tantas vezes que a gente se juntou com a Betty e a Jessi aqui em casa, eles não tiveram outra escolha, porque a gente sempre fazia um barulhão lá embaixo.
—Ah… —Foi tudo que consegui falar. Meu cérebro tava funcionando mais devagar que nunca, tentando processar a informação que aquela deusa do sexo, que tinha acabado de entrar no meu quarto e que parecia pra caralho com a minha irmã, tava me dando.
Quando chegou na minha cama, a Clara apoiou as mãos no colchão e subiu, ficando de quatro. Cravando os olhos em mim, começou a engatinhar por cima do meu corpo com movimentos bem cuidados, me roçando enquanto avançava. Apoiou a mão no meu peito e me empurrou devagar pra me deitar de novo na horizontal.
—Sabe o que isso significa? —Perguntou, bem baixinho, com a cara colada na minha. Me deu um beijo suave nos lábios e eu senti que minha boca ia pegar fogo a qualquer momento. Os olhos dela me olhavam tão cheios de desejo quanto os meus olhavam ela.
—Não. —A excitação nublava minha mente, o único pensamento que vinha era de dedicar meu corpo inteiro pra fazer minha irmã explodir de prazer.
—Significa que finalmente vamos tirar toda a vontade de transar que a gente tem. —Falou com a boca grudada no meu ouvido e a mão apoiada no meu pau, que tava duro que nem diamante. —Cê acha que é uma boa ideia, irmãozinho?

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Espero que tenham gostado da sétima parte.

Desde já agradeço por acompanharem a história e pelos pontos e comentários.

A gente se lê em breve.

Comentarios Destacados

creo que estos relatos puede llegar ala altura de los de la prima mara
ahi te van mis +10
Dificil esa vara que le pusiste, pero es un excelente relato.
coincido con vos .. los relatos de mara y jonhas son tremendos y esta historia va en camino a serlo ...cada relato te atrapa y te hace querer mas
Alguna recomendación sobre relatos que puedan tener esa calidad? Ya leí todo del autor de mara jaja.

23 comentários - Como descobri que minha irmã adora meu pau (Parte VII)

Muy bueno, esperamos con ansias la siguiente parte, ojalá no tarde mucho
muy buen relato ,me contuve con la paja , no se hasta cuando
van10+
Amigo por la tensión que me generó el infarto del viejo y contar todo de manera coherente te ganaste los 10 puntos. Un escritor, señores!!!!
lumer +1
Nuuu!! Qué hijo de puuuta! Qué buen relato te estás mandando boludo!Aplausos miles. Me volaste la térmica, jaja!
E0812
EXCELENTE RELATO, MIL PUNTOS, MERECES, PERSONALMENTE ANCIODI POR LA 8° PARTE DEL RELATO
Adhiero al comentario de "alternador"!!!!Van 10 y saludos
Creo que ni la casa de papel me dejó tan pendiente de la historia... Ahi van ms puntos
tremendos la verdad ..... con muchas ganas de seguir leyendo tus relatos... van +10
😋un fuego los hermanitos! van 10 y varias pajas ya!🍆💦💦
Muy buena narrativa, excelente. Nos dejaste al palo. Por mi un 10+ saludos y no te tardes con el siguiente. Please
De lujo bro me has hecho mojar sin tocarme espero la siguiente parte bb
Excelente man! Más 10 de una. No se comparancon nada de lo que lei hasta hoy en P! Esperamos todos lo que sigue
Espero que llegue que este relato se alargue mucho llegando asta el 14
Está excelente, van 10 y 10 más de yapa. Espero que la historia continúe. Nunca leí relatos así en P! hasta hoy.