Minha esposa puta... descoberta

Minha esposa puta... descobertaComo eu tava contando, os caras do andar de cima que ainda tavam comendo minha esposa e minha cunhada, saíram de casa só de cueca, as minas desceram depois seguidas pelo meu sogro puto da vida, como era de se esperar, as putas quando se viram descobertas, também não tavam com muita roupa cobrindo os corpos delas....... Meu sogro não parava de xingar as filhas, que de cabeça baixa recebiam mil e um insultos do pai, por outro lado, meu pai não tirava os olhos delas, se esbaldando com os corpos nus na frente dele, me fazendo ver que das duas fêmeas escorriam rios de esperma dos buracos, a cena parecia muito erótica pro velho tarado do meu pai, que nem escondia o volume enorme na calça, ele se levantou, pegou o querido compadre pelo ombro e levou pro sofá, serviu uma dose que o sogro virou de uma vez, encheu o copo de novo e colocou nas mãos trêmulas do velho, deixou a dose na mesa e esfregou os olhos, depois ficou olhando o corpo das filhas e esfregava os olhos de novo, as palavras não saíam, quase que eu sentia pena do velho, até que a Erika num tom autoritário soltou: pai, talvez nos encontrar desse jeito seja demais pro senhor, mas nós duas somos maiores de idade e o que a gente faz com nosso corpo é problema nosso. A Loli criou coragem e falou a mesma coisa pro pai, ele não parava de resmungar que não era essa a educação que tinha dado, virou a outra dose e depois, sem servir no copo, bebeu direto da garrafa, depois que fez isso, sem falar mais nada, saiu de casa, o silêncio entre quem ficou lá dentro era pesado. O olhar tarado do meu pai percorria sem parar as carnes redondas das irmãs, que pouco faziam pra se cobrir, meu pai tomou conta da situação desconfortável, porque sem pedir licença, foi até minha esposa e disse: filha, você sabe que eu te amo muito, mas por acaso te vi no seu quarto e tenho que admitir que fiquei pasmo, você é uma gostosa. Mulher fabulosa e, na minha opinião, o que você faz com seu corpo é problema seu e do meu filho. A Érika lançou um olhar, meio envergonhada, mas ao mesmo tempo de mulher orgulhosa do próprio corpo. Meu pai tomou a palavra de novo e convidou elas pra tomar um banho e vestir algo mais confortável. Quando elas foram pro banheiro, meu pai disse pro meu irmão: "Faz quanto tempo que você come a sua cunhada? Acho que já tem um tempo, porque vi você fodendo o cu dela com muita intimidade. E a irmã dela, nem se fala, tem um rabão enorme e divino, não imaginava que elas ficassem tão gostosas peladas..."

O sem-vergonha do meu irmão disse que já fazia uns anos que ele comia a Érika, com a minha permissão, claro, e que a Loli tinha só alguns meses. Conhecendo meu pai, sabia muito bem que o safado queria pegar aquelas putas. Depois do mau momento com meu sogro, não me pareceu uma má ideia. Só faltava ver a cara que as vadias iam fazer. Meu pai preparou drinks pra todo mundo, caprichando mais nos das garotas. Claro que percebi, mas não falei nada, porque meu tesão falava mais alto!

As garotas voltaram meia hora depois, com roupas largas que deixavam adivinhar a falta de calcinha. A Érika foi sentar entre meu irmão José e meu pai. Salvador (Chava ou Chavita pros íntimos) ofereceu o copo dela, e o Roger fez o mesmo com a Loli. O Chava, experiente, não mencionou nada do que tinha rolado e, muito habilidoso, tenho que admitir, puxou a conversa pra outro lado. Quando viu a Érika mais relaxada, começou a levar o papo pro lado sexual, e a idiota da Érika caiu na armadilha dele. Eu também, malandro, falei pro José que o vinho tava acabando e que a gente saísse pra buscar mais...

Então, José, Roger e eu saímos de casa pra entrar pela parte de trás e sermos testemunhas mudas do que suspeitávamos que ia rolar. O Chava rodeou os ombros da Érika e foi descendo devagar, como quem não quer nada, a alça da blusa. Deixou cair, sem seguir o movimento óbvio, tirou a mão e encheu o copo da nora de novo. A Loli não percebeu nada, porque tava besta com a dela. de forma distraída, mostrava parte do peito e também da buceta depilada, a gata não parecia prestar atenção, depois que a Erika deixou o copo na mesa, ele rodeou os ombros dela de novo, deixando a mão cair "sem querer" e roçando de leve o mamilo, deixou a mão ali, esperando a rejeição da minha esposa, que já tinha percebido a ereção do cara e não parava de olhar pra lá, ele ajeitou o pacote e a foxy, não sei se consciente ou não, passou a língua nos lábios, isso não passou despercebido pro cara, que agora aproximou mais a mão do peito da minha esposa e, com um movimento rápido, enfiou a mão inteira na blusa, apertou o peito dela com força, exatamente como tinha visto o José fazer no quarto, a Erika fechou os olhos e se deixou levar, o cara com a mão livre, levou a dela até o pau dele e a Erika apertou, o que meu pai interpretou como consentimento e, ignorando a Loli, soltou os peitos da nora, apertou ainda mais, fazendo ela gritar, a Loli reagiu e largou o celular de lado, sem intervir, o cara ajudou minha esposa a tirar o pau duro pra fora e, pelo cabelo, fez ela se inclinar, a puta lambeu o tronco e depois engoliu até a metade, porque o filho da puta tem um maior que o dos filhos, maldito, sussurrei, isso devia ter passado pra gente, mesmo que meus 17 centímetros sejam suficientes pras mulheres e os quase 19 do José parecessem pequenos perto daquele tronco, que eu calculo uns 22 de comprimento e muito, mas muito grosso. Deixando as comparações de lado, a Erika se esforçava pra enfiar mais daquela rola na boca, a saliva escorria pelos cantos enquanto os peitos dela continuavam aguentando os apertos do meu pai, de onde estávamos não ouvíamos muita coisa, mas tentávamos adivinhar o que ele tava dizendo, o José falou baixinho que com certeza ele não tava chamando ela de puta, porque era isso que ele dizia enquanto o cara espiava, isso não importava muito, vimos a Erika tirar o pau da boca e levantar a saia preta, pra abrir as pernas e se empalar sozinha naquela vara, ela tava tão tesuda que o pedaço de fogo foi inteiro sem dificuldade, suponho que ele mamava e apertava sem parar os peitos dela, Loli por sua vez, já estava com as pernas totalmente abertas e se dedava como possessa, eu vi ela apertar e torcer os biquinhos, lá fora, decidimos fazer um sorteio pra ver quem iria buscar as garrafas e pra sorte, José foi o perdedor, nessa hora a Chava abria as nádegas da Erika e enfiava os dedos grossos no cu inflamado, enquanto ela subia e descia o quadril bem rápido, momentos depois, a Chava segurava ela pela cintura e ela arqueava as costas, recebendo a gozada na pussy, com espanto vi bastante porra escorrer pra fora da pussy dela e ela ficou quase desmaiada no sofá com a bunda empinada, como se esperasse mais, a Chava tentou se levantar mas a Loli não deixou, pegou a cock meia-bomba e começou a mamar o pau inteiro, se pra Erika já era difícil engolir aquela cock enorme, pra Loli era praticamente impossível, a boquinha dela só deixou entrar a cabeça, mas isso não intimidou ela em nada, porque com a língua limpou cada centímetro do tronco. Esperamos a slut terminar o serviço e quando íamos entrar, o José chegou com as garrafas, de propósito fizemos barulho e a Loli arrumou a roupa, enquanto a Erika mal conseguiu se sentar de novo, sentamos de novo, servindo outra rodada de bebidas, a Chava chegou perto de mim e falou, que slut danada é a Erika, acabei de deixar a pussy dela inútil, eu ri e falei que vi tudo, que se ela achava que aquele era o limite da minha esposa, tava enganada, o Roger não teve papas na língua, tirou a cock na frente de todo mundo e obrigou a namorada dele a chupar o pau dele, enquanto o José abria as pernas dela e enfiava o membro, vixe que slut falou a Chava, que comam ela bem que depois é a minha vez, a Erika se recuperou do orgasmo bestial e levantou a bunda de novo, os fios de esperma da Chava continuavam escorrendo pelas pernas dela, ela levou os dedos até lá e recolheu o resto Mais do que pôde, se apoiou na mesa e abrindo o máximo que pôde as pernas, espalhou o líquido branco pelo cu dela. "Gatinha, vem aqui e arrebenta essa bunda, me dá duro, sogrinho, é tua." A gata pegou na pica e enfiou devagar naquele cu preparado, foi com calma, mas a puta da Erika falou: "Assim não! Arrebenta meu cu, filho da puta, me come como uma puta!" A gata tirou a pica, mandou ela abrir mais as nádegas e meteu com tudo. Erika gritou: "Isso!!!!!! Assim, filho da puta, fode a puta da tua nora, rasga meu cu, vamos, filho da puta, mais forte!" A gata não esperava por isso e, se recuperando da surpresa, continuou empurrando o pau. A puta pedia mais e mais até ter outro orgasmo bestial. Eu fui até a Loli, fiz ela montar no José e penetrei o cu dela com a mesma força que meu pai usava na minha esposa. Todos gozamos nos buracos que ocupávamos. No fim, as vadias formaram um 69 sob o olhar satisfeito do resto. Agora, Roger e José empalavam a Erika ao mesmo tempo pelo cu dilatado dela, e a gata, finalmente, pôde penetrar a Loli, que gritava como uma porca, sem parar de pedir que, por favor, usassem ela à vontade.

2 comentários - Minha esposa puta... descoberta

Que chingón relato quedé con las verga tiesa