Este é um relato que adorei e queria compartilhar com vocês... Carla chega da festa e me conta a experiência dela, descobrindo que minhas fantasias, agora são nossas, e podem ir além...
São meia-noite. Decido desligar a TV e subir pra cama. Não tenho notícias da Carla desde que ela saiu, umas nove horas. Hoje ela saiu com a amiga María. María é divorciada, têm a mesma idade, amigas de infância. A Carla não tava a fim de sair sem mim, mas fui animando ela aos poucos. Mais que isso, eu "obriguei" ela a se vestir sexy, e falei pra depois me contar se algum cara der em cima delas (ela sabe que me excita ver ela sendo olhada).
Então ela saiu há três horas, com uns sapatos de cunha valorizando as pernas dela, uma saia curta preta e justa, marcando a bunda espetacular dela, e uma blusa de alcinha branca, decotada, que deixa adivinhar o sutiã por baixo. Mesmo eu insistindo pra ela ir sem sutiã, ela não topou. Imaginar ela marcando o bico do peito... me deixa louco. Uma jaquetinha preta, e linda, lindíssima, como sempre que se maquia, com aquela carinha de menina que me enlouquece.
Alguns de vocês devem estar pensando que não é normal deixar sua mulher sair sozinha, ainda mais com uma amiga divorciada que você sabe o que vai procurar. Mas a confiança entre a gente é total, e devo admitir que minha imaginação desde que ela saiu "disparou". Imaginando ela dançando, enquanto algum garoto se aproxima, enquanto os olhos dele vão pro peito dela, pra bunda dela... teria adorado ver, mas imaginar já é bom. Ver ela desejada, ela se sentir desejada, me desperta um ciúme, mas ao mesmo tempo deixa meu pau duro. Não quis bater uma, prefiro esperar ela. E como falei, subo pra cama umas meia-noite, quando chega uma mensagem no celular: - Oi amor, tudo bem? Já tá dormindo? A gente tá terminando o jantar, tô rindo muito com a María. Ela tá falando em ir dançar ou tomar um drink, mas falei que não, que vou pra casa. casa. Quero chegar e te comer inteira. Mmmmmm. A proposta dela me agrada, do jeito que tô quente, adoraria foder ela agora. Mas também sei que ela não tem muitas chances de se soltar, e escrevo: -Oi meu amor, já vou pra cama, tô meio dormindo. Como assim vai deixar a Maria na mão? Maturidade, vai dançar um pouco com ela, mulher, se diverte.
-Tem certeza? Não te importa? Minha mente, cheia de tesão, entra em ação: -Olha, maturidade, fica tranquila, mas com uma condição…
-Que condição, querido?
-Pois… é igual, você não vai fazer…
-O quê? Fala logo, me diz… com o álcool que já tomamos no jantar, já tô tonta de tanto escrever…
-Pois quero que você tire o sutiã e guarde na bolsa. Faz no banheiro, me manda um selfie.
-É isso que você quer, seu pervertido? Kkkkk
-Adoraria…. Não recebo resposta. Não sei se exagerei, espero que não fique pistola. Na verdade, espero que entre na brincadeira. Cinco minutos depois, já deitado na cama, o celular apita de novo. Abro, é uma mensagem da Carla, uma foto. Ao abrir, vejo ela no espelho de um banheiro, o celular numa mão e o sutiã na outra. Bufffff…… -Mmmmmm… amei – respondo
-É isso que você queria? Gosta que eu marque bico, que devorem meus peitos com o olhar? -Bufff… como me deixa excitado. Com o olhar, ou com a boca….
-O que cê tá falando, doido?
-Que se divirta, minha vida, que se solte. E se pegar alguém, me conta depois.
-Kkkkk… cê é doido, minha vida.
-Doido por você. Mas sabe que me excita que te olhem. Imaginar você dançando com algum gurizinho enquanto adivinham seu bico… pois é, me deixa com tesão. Então vai se divertir, mas depois me conta.
-Ok, então como você quiser. Depois te conto… Não respondo mais, nem ela me escreve. Será que exagerei? Será que ficou pistola comigo? Espero que não. Carla me conhece. Sabe que sou louco por ela, são só fantasias. Mas claro… tô dando corda pra ela realizar essas fantasias… né? Fico remoendo isso na cabeça enquanto me reviro na cama. Não consigo pegar no sono. Porra, tô com vontade de me tocar, a vontade de bater uma é imensa…. É normal ficar excitado imaginando a Carla sendo seduzida? O ciúme me corrói, dá uns choques na pica… tudo ao mesmo tempo… Demora um tempão até eu conseguir dormir. Acordo com o barulho da porta. A Carla tá chegando. Olho o relógio no criado-mudo, são vinte pra cinco da manhã. Porra, ela se soltou mesmo. Ela entra no quarto sem fazer barulho…. —Pode acender o abajur, tô acordado—falo— —E se tá acordado… por que não respondeu minhas mensagens?—ela diz enquanto acende a luz… Olho pra ela, com a saia curtinha colada no corpo, a blusinha vestida ainda sem sutiã…. Porra, os bicos dos peitos tão aparecendo, as tetas marcadas….mmmm… incrível. Dá pra ver que ela bebeu um pouco, não tá bêbada, mas com os olhos meio vidrados… —Que mensagens? Acabei de acordar…. —Dá uma olhada… Pego o celular. Duas mensagens novas, dela. 01:15: —Amor, já dormindo? A gente tá num bar latino, tomando mojitos, se divertindo. E se ainda tá acordado… fica sabendo que sim, que mais de um tá de olho…. Depois te conto…. 02:34: —Vida, adoraria que você estivesse aqui. Tem um rapaz novo, muito gostoso, com os olhos claros do jeito que você sabe que eu gosto. Chama Luis, é jamaicano. Me chamou pra dançar umas duas vezes, e você não imagina como ele se mexe. Fiquei com tesão. Sei que você teria ficado de pau duro me vendo dançar com ele. A Maria já pegou um, tá se agarrando com um na pista. E eu aqui, pensando se volto pra casa ou deixo o Luis continuar criando esperanças…. Porra. Então ela tinha decidido ficar. E pra minha surpresa, enquanto um nó se formava na minha garganta… No estômago, meu pau reage de outro jeito: ficou duro igual a um mastro.
Carla senta na cama, do meu lado…
— E aí…? — ela pergunta.
— Porra… não sei… tava dormindo… mas olha — falo, enquanto puxo o lençol e deixo ela ver meu pau duro…
Carla pega ele com a mão, e no olhar dela vejo o desejo…
— Porra, que homem… vou ter que te contar o que rolou… não vai ficar bravo?
— Fala logo, boba… não tá vendo como me deixa?…
Carla me beija e começa a me punhetar…
— Coloca a venda em mim… — ela pede.
Faço isso, coloco a venda nela, e enquanto beijo ela por trás, vou tirando a roupa dela, deixando ela sentir meu pau duro passando pela bunda dela… ela vai ficando excitada, enquanto conta:
— Bom, quando cheguei no bar, fomos no balcão pedir. Tirei a jaqueta, e no começo me sentia meio desconfortável, mas o álcool me ajudou a relaxar… Você teria adorado me ver na pista de dança. Mais de um ficou de olho, nos meus peitos, na minha bunda… Teve um que chegou perto, mas não me chamou a atenção. Maria dançava comigo, mas ela deixava os caras chegarem mais do que devia.
Já tirei toda a roupa dela, só com os sapatos e a calcinha fio dental. Ela tá maravilhosa, com a venda. Eu gozaria agora, na bunda dela, nos peitos dela, na boca dela, de tão excitado que tô… Ajudo ela a deitar de barriga pra cima na cama, e começo a beijar ela, a percorrer o corpo dela. Mesmo perdido de tesão, vou devagar, querendo que ela continue contando…
— Depois de ir e voltar da pista umas duas vezes, e com uns dois mojitos, Maria pegou alguém. Começou a se amassar com um cara na pista, enquanto dançavam bachata. Ahhh… mmmm… — a história dela é interrompida pelos gemidos, enquanto chupo um mamilo dela, ele tá duro, ela tá tão excitada quanto eu…
— Porra, continua me contando…
— Fui pro Barra, quando ele chegou, o Luis, era muito gato, bem meu tipo, e tinha reparado em mim, o que você acha? Deixei ele me pagar uma bebida, e ele me chamou pra dançar. Sabia se mexer tão bem… a gente dançou umas salsas… E as mãos dele me guiavam, me roçavam, me acariciavam… Porra, faíscas voavam, amor… Quando me toquei, quis parar, porque vi que se não fosse como Maria, e não quero te trair… Te amo tanto… mas tava gostando tanto… Você tá bem?
Se eu tô bem? Não sei, pra ser sincero… porque tô excitadíssimo, com a pica que vai explodir. Comendo ela, literalmente. E morrendo de vontade de ouvir o resto da história, pra minha surpresa, querendo que tenha ido mais longe…
-Continua, por favor, não esconde nenhum detalhe. Te amo, e sei que você me ama. Você me excita, me excita o que você tá me contando, não se assusta… –minha boca desce dos peitos dela, pela barriga, em busca da buceta dela…
-Então fui pro bar. Bom, fugi pro bar, melhor dizendo, pra te escrever. Tava decidida a voltar pra casa, mas no fundo queria que você respondesse, que escrevesse que me dava permissão, que continuasse dançando…
-Você tinha… –falo, e começo a lamber a bucetinha dela, molhada, muito molhada, saboreando os fluidos dela…
-Ahhhh… –geme– então –segue entre suspiros– ele voltou pro meu lado, perguntar o que tava rolando. Contei que sou casada, que não queria mais que dançar, e ele falou pra eu ficar tranquila… que a gente só dançava… aí tomei mais um gole, tava meio tonta e pensei, que se dane, se meu marido curte essas coisas… E voltamos pra pista… Mmmmmm… Porra… não para –ela segura minha cabeça e empurra contra a bucetinha dela…-
Depois de chupar ela um tempo, não deixo ela gozar. Paro, e subo de novo. Penetro ela, devagar, minha pica entra com muita facilidade, minha mulher tá molhadíssima, excitadíssima… Enquanto começo a foder ela devagar, sussurro no ouvido dela: -Você teria dado pra ele? —O Luís?.. —Porra, amor, acho que sim…. Não fica brava…. As palavras dela fazem eu quase gozar. Diminuo o ritmo, enquanto sussurro no ouvido dela pra ela continuar me contando… —Pois é… a gente voltou a dançar, mas dessa vez eu esqueci da Maria, esqueci de tudo, e me deixei levar. Cada vez que ele ficava atrás de mim, colava mais e mais, e eu sentia um volume encostado na minha bunda. Dançava comigo, mas era tudo muito sensual, pra não dizer sexual. Só faltava me beijar, mas os lábios dele procuravam meu pescoço toda vez que dava. Eu virava de novo, ele ficava de frente, e as mãos dele roçavam meus peitos no menor movimento, meus mamilos estavam duríssimos. Ele me puxava pra perto, num momento até me agarrou descaradamente na bunda, e eu deixei, ele me puxou com força, nossos corpos colados, meus mamilos duros contra o torso dele, e o pau dele, sim, senti o pau dele duro se apertando contra mim…. Numa dessas, ele me virou e ficou atrás. Enquanto eu sentia o pau dele encostado na minha bunda, ele agarrou meus peitos com força, senti os dedos apertando meus mamilos. Enquanto eu me mexia no ritmo da música… minha bunda roçava sem parar no pau dele, minhas mãos em volta do pescoço dele, puxando ele pra perto… ah, sim, sim, não para…. Porra, eu aumentei o ritmo sem querer, Carla goza, e eu tô alucinado, morrendo de vontade de saber o que mais aconteceu… por incrível que pareça, eu quero ela, quero ela mais do que nunca, quero inundar ela com meu gozo, quero foder ela como nunca… mas me obrigo a frear… saio de dentro dela. —Tudo bem, amor?... —ela parece preocupada— —Melhor do que nunca, minha vida. Você tá me deixando com um tesão do caralho. Vira de costas…. Carla se vira, me oferece aquela bunda incrível, penetro ela por trás… e começo a bombar…. —Continua, por favor… —O que mais você quer que eu conte…? Ah, sim, siiiim… —Você comeu ele? —Não! Pelo amor de Deus, eu nunca faria isso com você… —Mas… você teria comido? —Porra… sim, claro. Ele me deixou com um tesão danado…. —O que aconteceu depois? Enquanto continuo fodendo ela, por trás atrás, Carla continua, entre gemidos…
—Pois ele me disse, no ouvido, que me deseava. Que queria me foder, ali mesmo. E eu lembrei ele que não podia, que sou casada. E que queria ir pra casa. Mas ele continuou com os movimentos dele, enquanto se oferecia pra me levar, me trazer pra casa… A Maria tinha sumido, e a gente tava no carro dele, o meu ficou no restaurante. Por um lado, eu queria ficar sozinha com ele, que me levasse até o carro. Por outro, tinha medo que ele pudesse me fazer algum mal, só conhecia ele há um tempinho. Ah, sim, sim, continua, amor, adoro…
—E o que você fez? Deixou ele te acompanhar até o carro?
—Porra, minha vida, que gostoso, não para… Eu diminuo o ritmo, pro meu sofrimento, pro sofrimento dela…
—Me diz que você deixou ele te acompanhar…
—É isso que você gostaria que tivesse acontecido?... Não sente ciúmes?
—Porra, sinto, sim, ciúmes e excitação. Não importa o que realmente aconteceu, eu te amo, isso nunca vai mudar. Talvez eu seja um daqueles que curte ser corno, não sei. Por enquanto, tô adorando te ouvir, muito… Por favor, continua…— eu começo a bombar de novo…
—Ah, sim, sim… então sim, porra, tava muito tesuda, pedi pra ele me levar até o restaurante, onde tava o carro, deixando claro que não ia rolar nada, que não queria ser infiel…
—Mas você queria…
—Sim, porra, queria… mas ele se comportou como um cavalheiro. Me levou até o carro, uns dez minutos de distância, e durante o caminho ele confessou que gostava muito de mim, que tinha adorado dançar comigo, e que me desejava, queria me comer inteira mas me respeitava, não ia fazer nada que eu não quisesse. Me deu o número dele. E quando chegamos, verdade, eu olhei pra ele… era tão gato… tava com vontade de beijar ele… desculpa…
—Ele não tentou?...
—Não, foi muito respeitoso… mas…
Silêncio. Só se ouve o ritmo da minha pica, entrando e saindo… Eu paro…
—Não para, por favor…— ela diz— eu te amo, amor, me fode, sou sua…
—Eu sei que você é minha. Te amo. Não Relaxa, porra, não sei como te dizer, eu gosto, me excita o que aconteceu com você… - começo a me mover de novo… - Mas… ah, sim, sim… mas… Quando eu disse que ia embora, ele só falou “Até a próxima. Madura, que eu possa aliviar isso, pensando em você…” e reclinou o banco pra trás… Ele tocou no volume. E eu pude ver que ele tava com o pau meio duro, dava pra ver que era grande por baixo da calça de linho… Ah, sim, sim… não para, vou gozar… Continua… Ahhhhhhh… Carla goza, no ritmo das minhas estocadas… O orgasmo dela é brutal, dá pra ver que ela tava precisando… Eu, por minha vez, saio, sem gozar. Meu pau duro como um mastro. Mas morrendo de vontade de ouvir o final da história dela… Carla tira a máscara, exausta, deitada do meu lado, pega no meu pau, duro… - O que cê tá fazendo? Não quer me dar seu gozo…? - Quero… mas tô curtindo como nunca. Quero que você termine sua história. Saber o que aconteceu… - E o que você gostaria que tivesse acontecido? Você gostaria, sério, que eu tivesse transado com um desconhecido, que tivesse te traído? Agora sou eu quem fecha os olhos. Minha mão no meu pau duro, pra cima e pra baixo, me masturbando devagar… na minha mente aparece Carla, montada em cima daquele estranho que não consigo dar rosto, se mexendo no banco do motorista, em cima dele, fodendo como animais… - Não sei. A ideia me excita, desculpa… preciso que você me conte… - Tá bom, continua se tocando… - ela sussurra no meu ouvido - eu disse pra ele muito obrigada por tudo, que tinha sido uma noite fantástica, e que tomara que a gente pudesse repetir, que eu ligaria. E… que se ele quisesse, eu ajudava ele a aliviar, que aquela excitação era culpa minha… Eu queria, mas tinha certeza de que não queria te trair… eram sentimentos confusos… ao mesmo tempo, eu queria o pau dele, aquele pau que tinha esfregado tanto na minha bunda na pista de dança… Então pedi pra ele fechar os olhos… E abaixar a calça… Na minha frente, apareceu um pau moreno, enorme, porra… Muito, muito grande… - Bufffff… - eu mordo o lábio enquanto sinto meu pau na minha mão, prestes a explodir… – Cê gosta, seu pervertido?… Sim, peguei no pau dele e comecei a masturbar ele pra cima e pra baixo, quase não cabia na minha mão… Minha outra mão tocava minha buceta, por cima da calcinha fio dental, muito molhada, desejando que aquele pauzão enorme me inundasse… Não demorou pra ele pedir que eu fosse mais rápido, que ia gozar… Quando senti o pau dele se contrair na minha mão, quando senti os jatos de porra espalhando pela barriga dele, na minha mão, nas pernas dele… eu gozei, enquanto me tocava com a mão livre, gozei junto com ele… – Aaahhh, Deus… – Me levanto, a tempo de gozar em cima dela, nos peitos dela, na barriga dela, meu esperma jorra enquanto eu me masturbo em cima da Carla… Que me olha com olhos lascivos… Me deito, me recupero, o coração a mil… Depois de um tempo, pergunto: – E agora? – Quer saber? Nada, saí do carro dele correndo, toda bagunçada. Entrei no meu, limpei os restos de porra dele com um lenço, e dirigi até aqui, assustada, toda confusa… – E o que você achou da minha reação? – Sinceramente? Não esperava por isso… – Te incomodou? – Não. Quem devia estar incomodado é você. Ainda não entendi direito… – Amor, a gente conversa depois. Mas acho que o segredo é que você compartilhou isso comigo. Não se assusta, por favor, te amo loucamente. São fantasias, te ver num menage comigo e outro homem, ou te ver montada num pauzão igual o que você masturbou hoje à noite… – Beijo ela… – No fim, vou acabar te transformando numa hotwife… Carla ri. Me abraça… – Então… posso ligar pro Luís?… – Bom… desde que eu possa estar presente…
São meia-noite. Decido desligar a TV e subir pra cama. Não tenho notícias da Carla desde que ela saiu, umas nove horas. Hoje ela saiu com a amiga María. María é divorciada, têm a mesma idade, amigas de infância. A Carla não tava a fim de sair sem mim, mas fui animando ela aos poucos. Mais que isso, eu "obriguei" ela a se vestir sexy, e falei pra depois me contar se algum cara der em cima delas (ela sabe que me excita ver ela sendo olhada).
Então ela saiu há três horas, com uns sapatos de cunha valorizando as pernas dela, uma saia curta preta e justa, marcando a bunda espetacular dela, e uma blusa de alcinha branca, decotada, que deixa adivinhar o sutiã por baixo. Mesmo eu insistindo pra ela ir sem sutiã, ela não topou. Imaginar ela marcando o bico do peito... me deixa louco. Uma jaquetinha preta, e linda, lindíssima, como sempre que se maquia, com aquela carinha de menina que me enlouquece.
Alguns de vocês devem estar pensando que não é normal deixar sua mulher sair sozinha, ainda mais com uma amiga divorciada que você sabe o que vai procurar. Mas a confiança entre a gente é total, e devo admitir que minha imaginação desde que ela saiu "disparou". Imaginando ela dançando, enquanto algum garoto se aproxima, enquanto os olhos dele vão pro peito dela, pra bunda dela... teria adorado ver, mas imaginar já é bom. Ver ela desejada, ela se sentir desejada, me desperta um ciúme, mas ao mesmo tempo deixa meu pau duro. Não quis bater uma, prefiro esperar ela. E como falei, subo pra cama umas meia-noite, quando chega uma mensagem no celular: - Oi amor, tudo bem? Já tá dormindo? A gente tá terminando o jantar, tô rindo muito com a María. Ela tá falando em ir dançar ou tomar um drink, mas falei que não, que vou pra casa. casa. Quero chegar e te comer inteira. Mmmmmm. A proposta dela me agrada, do jeito que tô quente, adoraria foder ela agora. Mas também sei que ela não tem muitas chances de se soltar, e escrevo: -Oi meu amor, já vou pra cama, tô meio dormindo. Como assim vai deixar a Maria na mão? Maturidade, vai dançar um pouco com ela, mulher, se diverte.
-Tem certeza? Não te importa? Minha mente, cheia de tesão, entra em ação: -Olha, maturidade, fica tranquila, mas com uma condição…
-Que condição, querido?
-Pois… é igual, você não vai fazer…
-O quê? Fala logo, me diz… com o álcool que já tomamos no jantar, já tô tonta de tanto escrever…
-Pois quero que você tire o sutiã e guarde na bolsa. Faz no banheiro, me manda um selfie.
-É isso que você quer, seu pervertido? Kkkkk
-Adoraria…. Não recebo resposta. Não sei se exagerei, espero que não fique pistola. Na verdade, espero que entre na brincadeira. Cinco minutos depois, já deitado na cama, o celular apita de novo. Abro, é uma mensagem da Carla, uma foto. Ao abrir, vejo ela no espelho de um banheiro, o celular numa mão e o sutiã na outra. Bufffff…… -Mmmmmm… amei – respondo
-É isso que você queria? Gosta que eu marque bico, que devorem meus peitos com o olhar? -Bufff… como me deixa excitado. Com o olhar, ou com a boca….
-O que cê tá falando, doido?
-Que se divirta, minha vida, que se solte. E se pegar alguém, me conta depois.
-Kkkkk… cê é doido, minha vida.
-Doido por você. Mas sabe que me excita que te olhem. Imaginar você dançando com algum gurizinho enquanto adivinham seu bico… pois é, me deixa com tesão. Então vai se divertir, mas depois me conta.
-Ok, então como você quiser. Depois te conto… Não respondo mais, nem ela me escreve. Será que exagerei? Será que ficou pistola comigo? Espero que não. Carla me conhece. Sabe que sou louco por ela, são só fantasias. Mas claro… tô dando corda pra ela realizar essas fantasias… né? Fico remoendo isso na cabeça enquanto me reviro na cama. Não consigo pegar no sono. Porra, tô com vontade de me tocar, a vontade de bater uma é imensa…. É normal ficar excitado imaginando a Carla sendo seduzida? O ciúme me corrói, dá uns choques na pica… tudo ao mesmo tempo… Demora um tempão até eu conseguir dormir. Acordo com o barulho da porta. A Carla tá chegando. Olho o relógio no criado-mudo, são vinte pra cinco da manhã. Porra, ela se soltou mesmo. Ela entra no quarto sem fazer barulho…. —Pode acender o abajur, tô acordado—falo— —E se tá acordado… por que não respondeu minhas mensagens?—ela diz enquanto acende a luz… Olho pra ela, com a saia curtinha colada no corpo, a blusinha vestida ainda sem sutiã…. Porra, os bicos dos peitos tão aparecendo, as tetas marcadas….mmmm… incrível. Dá pra ver que ela bebeu um pouco, não tá bêbada, mas com os olhos meio vidrados… —Que mensagens? Acabei de acordar…. —Dá uma olhada… Pego o celular. Duas mensagens novas, dela. 01:15: —Amor, já dormindo? A gente tá num bar latino, tomando mojitos, se divertindo. E se ainda tá acordado… fica sabendo que sim, que mais de um tá de olho…. Depois te conto…. 02:34: —Vida, adoraria que você estivesse aqui. Tem um rapaz novo, muito gostoso, com os olhos claros do jeito que você sabe que eu gosto. Chama Luis, é jamaicano. Me chamou pra dançar umas duas vezes, e você não imagina como ele se mexe. Fiquei com tesão. Sei que você teria ficado de pau duro me vendo dançar com ele. A Maria já pegou um, tá se agarrando com um na pista. E eu aqui, pensando se volto pra casa ou deixo o Luis continuar criando esperanças…. Porra. Então ela tinha decidido ficar. E pra minha surpresa, enquanto um nó se formava na minha garganta… No estômago, meu pau reage de outro jeito: ficou duro igual a um mastro.
Carla senta na cama, do meu lado…
— E aí…? — ela pergunta.
— Porra… não sei… tava dormindo… mas olha — falo, enquanto puxo o lençol e deixo ela ver meu pau duro…
Carla pega ele com a mão, e no olhar dela vejo o desejo…
— Porra, que homem… vou ter que te contar o que rolou… não vai ficar bravo?
— Fala logo, boba… não tá vendo como me deixa?…
Carla me beija e começa a me punhetar…
— Coloca a venda em mim… — ela pede.
Faço isso, coloco a venda nela, e enquanto beijo ela por trás, vou tirando a roupa dela, deixando ela sentir meu pau duro passando pela bunda dela… ela vai ficando excitada, enquanto conta:
— Bom, quando cheguei no bar, fomos no balcão pedir. Tirei a jaqueta, e no começo me sentia meio desconfortável, mas o álcool me ajudou a relaxar… Você teria adorado me ver na pista de dança. Mais de um ficou de olho, nos meus peitos, na minha bunda… Teve um que chegou perto, mas não me chamou a atenção. Maria dançava comigo, mas ela deixava os caras chegarem mais do que devia.
Já tirei toda a roupa dela, só com os sapatos e a calcinha fio dental. Ela tá maravilhosa, com a venda. Eu gozaria agora, na bunda dela, nos peitos dela, na boca dela, de tão excitado que tô… Ajudo ela a deitar de barriga pra cima na cama, e começo a beijar ela, a percorrer o corpo dela. Mesmo perdido de tesão, vou devagar, querendo que ela continue contando…
— Depois de ir e voltar da pista umas duas vezes, e com uns dois mojitos, Maria pegou alguém. Começou a se amassar com um cara na pista, enquanto dançavam bachata. Ahhh… mmmm… — a história dela é interrompida pelos gemidos, enquanto chupo um mamilo dela, ele tá duro, ela tá tão excitada quanto eu…
— Porra, continua me contando…
— Fui pro Barra, quando ele chegou, o Luis, era muito gato, bem meu tipo, e tinha reparado em mim, o que você acha? Deixei ele me pagar uma bebida, e ele me chamou pra dançar. Sabia se mexer tão bem… a gente dançou umas salsas… E as mãos dele me guiavam, me roçavam, me acariciavam… Porra, faíscas voavam, amor… Quando me toquei, quis parar, porque vi que se não fosse como Maria, e não quero te trair… Te amo tanto… mas tava gostando tanto… Você tá bem?
Se eu tô bem? Não sei, pra ser sincero… porque tô excitadíssimo, com a pica que vai explodir. Comendo ela, literalmente. E morrendo de vontade de ouvir o resto da história, pra minha surpresa, querendo que tenha ido mais longe…
-Continua, por favor, não esconde nenhum detalhe. Te amo, e sei que você me ama. Você me excita, me excita o que você tá me contando, não se assusta… –minha boca desce dos peitos dela, pela barriga, em busca da buceta dela…
-Então fui pro bar. Bom, fugi pro bar, melhor dizendo, pra te escrever. Tava decidida a voltar pra casa, mas no fundo queria que você respondesse, que escrevesse que me dava permissão, que continuasse dançando…
-Você tinha… –falo, e começo a lamber a bucetinha dela, molhada, muito molhada, saboreando os fluidos dela…
-Ahhhh… –geme– então –segue entre suspiros– ele voltou pro meu lado, perguntar o que tava rolando. Contei que sou casada, que não queria mais que dançar, e ele falou pra eu ficar tranquila… que a gente só dançava… aí tomei mais um gole, tava meio tonta e pensei, que se dane, se meu marido curte essas coisas… E voltamos pra pista… Mmmmmm… Porra… não para –ela segura minha cabeça e empurra contra a bucetinha dela…-
Depois de chupar ela um tempo, não deixo ela gozar. Paro, e subo de novo. Penetro ela, devagar, minha pica entra com muita facilidade, minha mulher tá molhadíssima, excitadíssima… Enquanto começo a foder ela devagar, sussurro no ouvido dela: -Você teria dado pra ele? —O Luís?.. —Porra, amor, acho que sim…. Não fica brava…. As palavras dela fazem eu quase gozar. Diminuo o ritmo, enquanto sussurro no ouvido dela pra ela continuar me contando… —Pois é… a gente voltou a dançar, mas dessa vez eu esqueci da Maria, esqueci de tudo, e me deixei levar. Cada vez que ele ficava atrás de mim, colava mais e mais, e eu sentia um volume encostado na minha bunda. Dançava comigo, mas era tudo muito sensual, pra não dizer sexual. Só faltava me beijar, mas os lábios dele procuravam meu pescoço toda vez que dava. Eu virava de novo, ele ficava de frente, e as mãos dele roçavam meus peitos no menor movimento, meus mamilos estavam duríssimos. Ele me puxava pra perto, num momento até me agarrou descaradamente na bunda, e eu deixei, ele me puxou com força, nossos corpos colados, meus mamilos duros contra o torso dele, e o pau dele, sim, senti o pau dele duro se apertando contra mim…. Numa dessas, ele me virou e ficou atrás. Enquanto eu sentia o pau dele encostado na minha bunda, ele agarrou meus peitos com força, senti os dedos apertando meus mamilos. Enquanto eu me mexia no ritmo da música… minha bunda roçava sem parar no pau dele, minhas mãos em volta do pescoço dele, puxando ele pra perto… ah, sim, sim, não para…. Porra, eu aumentei o ritmo sem querer, Carla goza, e eu tô alucinado, morrendo de vontade de saber o que mais aconteceu… por incrível que pareça, eu quero ela, quero ela mais do que nunca, quero inundar ela com meu gozo, quero foder ela como nunca… mas me obrigo a frear… saio de dentro dela. —Tudo bem, amor?... —ela parece preocupada— —Melhor do que nunca, minha vida. Você tá me deixando com um tesão do caralho. Vira de costas…. Carla se vira, me oferece aquela bunda incrível, penetro ela por trás… e começo a bombar…. —Continua, por favor… —O que mais você quer que eu conte…? Ah, sim, siiiim… —Você comeu ele? —Não! Pelo amor de Deus, eu nunca faria isso com você… —Mas… você teria comido? —Porra… sim, claro. Ele me deixou com um tesão danado…. —O que aconteceu depois? Enquanto continuo fodendo ela, por trás atrás, Carla continua, entre gemidos…
—Pois ele me disse, no ouvido, que me deseava. Que queria me foder, ali mesmo. E eu lembrei ele que não podia, que sou casada. E que queria ir pra casa. Mas ele continuou com os movimentos dele, enquanto se oferecia pra me levar, me trazer pra casa… A Maria tinha sumido, e a gente tava no carro dele, o meu ficou no restaurante. Por um lado, eu queria ficar sozinha com ele, que me levasse até o carro. Por outro, tinha medo que ele pudesse me fazer algum mal, só conhecia ele há um tempinho. Ah, sim, sim, continua, amor, adoro…
—E o que você fez? Deixou ele te acompanhar até o carro?
—Porra, minha vida, que gostoso, não para… Eu diminuo o ritmo, pro meu sofrimento, pro sofrimento dela…
—Me diz que você deixou ele te acompanhar…
—É isso que você gostaria que tivesse acontecido?... Não sente ciúmes?
—Porra, sinto, sim, ciúmes e excitação. Não importa o que realmente aconteceu, eu te amo, isso nunca vai mudar. Talvez eu seja um daqueles que curte ser corno, não sei. Por enquanto, tô adorando te ouvir, muito… Por favor, continua…— eu começo a bombar de novo…
—Ah, sim, sim… então sim, porra, tava muito tesuda, pedi pra ele me levar até o restaurante, onde tava o carro, deixando claro que não ia rolar nada, que não queria ser infiel…
—Mas você queria…
—Sim, porra, queria… mas ele se comportou como um cavalheiro. Me levou até o carro, uns dez minutos de distância, e durante o caminho ele confessou que gostava muito de mim, que tinha adorado dançar comigo, e que me desejava, queria me comer inteira mas me respeitava, não ia fazer nada que eu não quisesse. Me deu o número dele. E quando chegamos, verdade, eu olhei pra ele… era tão gato… tava com vontade de beijar ele… desculpa…
—Ele não tentou?...
—Não, foi muito respeitoso… mas…
Silêncio. Só se ouve o ritmo da minha pica, entrando e saindo… Eu paro…
—Não para, por favor…— ela diz— eu te amo, amor, me fode, sou sua…
—Eu sei que você é minha. Te amo. Não Relaxa, porra, não sei como te dizer, eu gosto, me excita o que aconteceu com você… - começo a me mover de novo… - Mas… ah, sim, sim… mas… Quando eu disse que ia embora, ele só falou “Até a próxima. Madura, que eu possa aliviar isso, pensando em você…” e reclinou o banco pra trás… Ele tocou no volume. E eu pude ver que ele tava com o pau meio duro, dava pra ver que era grande por baixo da calça de linho… Ah, sim, sim… não para, vou gozar… Continua… Ahhhhhhh… Carla goza, no ritmo das minhas estocadas… O orgasmo dela é brutal, dá pra ver que ela tava precisando… Eu, por minha vez, saio, sem gozar. Meu pau duro como um mastro. Mas morrendo de vontade de ouvir o final da história dela… Carla tira a máscara, exausta, deitada do meu lado, pega no meu pau, duro… - O que cê tá fazendo? Não quer me dar seu gozo…? - Quero… mas tô curtindo como nunca. Quero que você termine sua história. Saber o que aconteceu… - E o que você gostaria que tivesse acontecido? Você gostaria, sério, que eu tivesse transado com um desconhecido, que tivesse te traído? Agora sou eu quem fecha os olhos. Minha mão no meu pau duro, pra cima e pra baixo, me masturbando devagar… na minha mente aparece Carla, montada em cima daquele estranho que não consigo dar rosto, se mexendo no banco do motorista, em cima dele, fodendo como animais… - Não sei. A ideia me excita, desculpa… preciso que você me conte… - Tá bom, continua se tocando… - ela sussurra no meu ouvido - eu disse pra ele muito obrigada por tudo, que tinha sido uma noite fantástica, e que tomara que a gente pudesse repetir, que eu ligaria. E… que se ele quisesse, eu ajudava ele a aliviar, que aquela excitação era culpa minha… Eu queria, mas tinha certeza de que não queria te trair… eram sentimentos confusos… ao mesmo tempo, eu queria o pau dele, aquele pau que tinha esfregado tanto na minha bunda na pista de dança… Então pedi pra ele fechar os olhos… E abaixar a calça… Na minha frente, apareceu um pau moreno, enorme, porra… Muito, muito grande… - Bufffff… - eu mordo o lábio enquanto sinto meu pau na minha mão, prestes a explodir… – Cê gosta, seu pervertido?… Sim, peguei no pau dele e comecei a masturbar ele pra cima e pra baixo, quase não cabia na minha mão… Minha outra mão tocava minha buceta, por cima da calcinha fio dental, muito molhada, desejando que aquele pauzão enorme me inundasse… Não demorou pra ele pedir que eu fosse mais rápido, que ia gozar… Quando senti o pau dele se contrair na minha mão, quando senti os jatos de porra espalhando pela barriga dele, na minha mão, nas pernas dele… eu gozei, enquanto me tocava com a mão livre, gozei junto com ele… – Aaahhh, Deus… – Me levanto, a tempo de gozar em cima dela, nos peitos dela, na barriga dela, meu esperma jorra enquanto eu me masturbo em cima da Carla… Que me olha com olhos lascivos… Me deito, me recupero, o coração a mil… Depois de um tempo, pergunto: – E agora? – Quer saber? Nada, saí do carro dele correndo, toda bagunçada. Entrei no meu, limpei os restos de porra dele com um lenço, e dirigi até aqui, assustada, toda confusa… – E o que você achou da minha reação? – Sinceramente? Não esperava por isso… – Te incomodou? – Não. Quem devia estar incomodado é você. Ainda não entendi direito… – Amor, a gente conversa depois. Mas acho que o segredo é que você compartilhou isso comigo. Não se assusta, por favor, te amo loucamente. São fantasias, te ver num menage comigo e outro homem, ou te ver montada num pauzão igual o que você masturbou hoje à noite… – Beijo ela… – No fim, vou acabar te transformando numa hotwife… Carla ri. Me abraça… – Então… posso ligar pro Luís?… – Bom… desde que eu possa estar presente…
2 comentários - Minha esposa voltando da festa Pt. 1