Parte anterior: https://m.poringa.net/posts/relatos/3683342/Os-amigos-do-meu-filho-Com-meu-marido-ao-lado.html Era o dia da festa de aniversário do meu filho Jorge, o dia em que ele completava 18 anos, o dia em que aconteceria uma festa que eu vinha temendo há várias semanas. Tomamos café da manhã normalmente, embora Marcos não perdesse a chance de fazer algum comentário sobre a porra, comentários que meu filho não conseguia decifrar, mas que eu sabia perfeitamente que se referiam às gozadas que ele me fez engolir na noite anterior. Meu marido levantou às 11:45 "Homem, querida, você está aqui" "Sim, por quê?" eu disse, sabendo que meu marido achava que eu tinha ido tomar café com a mãe de Marcos, mas me fiz de boba, já que, na teoria, eu tinha saído sem falar nada e não podia saber que Marcos tinha dito a ele que eu tinha ido embora, a menos que estivesse no banheiro enquanto Marcos contava para meu marido. "É que esta manhã acordei e vi que você não estava, mas ouvi Marcos no banheiro e ele me disse que você tinha ido tomar café com a mãe dele" Eu pensei "Sim, ele te disse enquanto mijava na minha cara" Mas respondi "Sim, esqueci de te falar que tinha combinado com ela hoje cedo para tomar café" "Parabéns, campeão" "Obrigado, pai" Desde que meu filho começou a ter amigos, a relação com o pai mudou, agora eles se davam muito melhor e, além disso, a entrada no time do meu filho Jorge e ele ter arrumado uma namoradinha pareciam estar fazendo meu marido se sentir orgulhoso do filho pela primeira vez; pensei que pelo menos todos os meus sacrifícios estavam servindo para alguma coisa. "E você, Marcos, dormiu bem no sofá?" "Perfeitamente, Henrique, além disso, acabei dormindo no outro sofá, é surpreendentemente confortável" Essa última parte Marcos disse para meu marido, mas olhando para mim, queria que eu me lembrasse, mencionando o sofá perto da porta da varanda, de como ele tinha fodido minha boca com meu corpo de cabeça para baixo na madrugada passada. Por sorte, a manhã passou. Sem mais problemas nem surpresas do Marcos, que ajudou meu filho a decorar a casa pra festa. Comemos na cozinha e a proximidade do meu marido impossibilitou que o Marcos tramasse algo como os jogos debaixo da mesa que ele tinha feito quando, com meu marido viajando, ficou pra dormir em casa pela primeira vez. Quando terminamos de comer, meu marido e meu filho foram pra sala enquanto eu arrumava a cozinha. Marcos se ofereceu pra me ajudar e, mesmo eu tentando evitar, ele não parava de insistir. "Maribel, tenho que te ajudar, é o mínimo que posso fazer depois de dormir aqui." Até meu marido acabou dando uma força: "Vai, Maribel, se o garoto insiste em te ajudar, deixa ele fazer isso, mulher." Como eu já imaginava, Marcos não tinha nenhuma intenção de me ajudar a limpar a cozinha ou arrumar a mesa. Enquanto eu enxaguava os pratos, ele ficou atrás de mim e, enfiando as mãos por baixo da minha camiseta, ficava apalpando meus peitos. Enquanto eu colocava os copos e pratos na lava-louças, ele esfregava o pau pra fora da calça na minha bunda. E quando eu varri, ele meteu a mão dentro da minha calça e me seguiu enquanto eu varria com os dedos dele dentro de mim. Eu não tinha negado nada. Cada vez mais eu me conformava que não tinha escapatória e que acabaria fazendo tudo que aquele desgraçado quisesse, então era melhor fazer sem reclamar do que arriscar irritá-lo e piorar as coisas. Quando terminei de limpar, lavei as mãos na pia. Ia sair da cozinha quando Marcos me obrigou a me ajoelhar de costas apoiada no móvel debaixo da pia. Ele se aproximou de mim e, tirando o pau pra fora da calça, enfiou na minha boca. Agarrou minhas mãos e as apoiou na bancada da pia pra que eu não pudesse empurrar o corpo dele pra trás, e nessa posição continuou fodendo minha boca. Primeiro devagar, depois acelerando o ritmo. O pau dele entrava tão fundo que eu sentia as bolas dele batendo no meu queixo, e não só sentia, como também Eu conseguia ouvi-los. Minha garganta já tinha se acostumado com o tamanho da pica do Marcos depois de tantas mamadas e, pra ser sincera, já não custava quase nada engolir aquela pica até o talo uma vez atrás da outra. “MARCOS, VOU PREPARAR UM DRINQUE, QUER UM TAMBÉM?” gritou meu marido da sala “VALE ENRIQUE” disse Marcos sem se dar ao trabalho de parar de foder minha boca. “QUANDO TERMINAREM NA COZINHA, TRAZ UM GELO” “FICA TRANQUILO ENRIQUE QUE JÁ VOOOOOU” Naquele instante, Marcos enfiou até o fundo da minha garganta e, me deixando empurrada contra o balcão da pia, começou a soltar as bolas, gozou direto na minha garganta. Em 44 anos, eu nunca tinha engolido a porra de um homem, e no último mês meu estômago tava cheio delas. Marcos tirou a pica da minha boca e, vendo que ainda tinha uma gota de esperma na ponta, mandou eu lamber. Eu obedeci, me levantei, peguei uma forma de gelo do congelador e fomos pra sala. “Vou tomar uísque, moleque, e você?” “A mesma coisa que você, Enrique. E você, Jorge, o que vai beber?” “Eu não gosto de álcool” disse meu filho “Qual é, cara, você já é maior de idade, piranha, toma um drink com seu pai e seu amigo” falou meu marido “Tá bom, bota o mesmo pra mim” Meu filho não gostava de álcool, mas cedeu à pressão do pai e tomou um copo com ele e o filho da puta do Marcos. “Você não quer nada, Maribel?” me perguntou meu marido “Não, vou pra cozinha preparar um café” “Se quiser, eu ajudo, Maribel. Vai tomar com porra?” o cuzão do Marcos já tava de novo com suas frases de duplo sentido “Não, fica tranquilo, fica aí, eu mesma preparo” Por sorte, Marcos não insistiu. Acho que ter gozado na minha garganta há menos de 5 minutos ajudou a não ter vontade de voltar pra cozinha pra meter a pica na minha boca. Parece que o Marcos tinha convidado o povo pras 22:00 da noite. Meu filho tava doido esperando os amigos chegarem, se o coitado soubesse... Lá pras 21:00, meu marido teve uma Ideia genial, uma ideia que eu achei que me salvaria da maldita festa. "Maribel, que tal a gente ir jantar e deixar os meninos se divertirem um pouco sozinhos?" "É uma ótima ideia, querido." Marcos não concordava e disse: "Mas... não vão, não, não tem problema nenhum vocês ficarem na festa." "Fica tranquilo, Marcos, eu também já tive a idade de vocês e sei que nesse tipo de festa sobram os caretas como a gente." Eu tinha certeza de que dessa vez ia escapar, que Marcos não conseguiria convencer meu marido, mas, como quase sempre, aquele diabinho tinha um trunfo na manga. "Bom, é que... olha, Henrique, era uma surpresa pro Jorge, mas o negócio é que vocês não podem ir embora porque a Sheila, a namorada do Jorge, vai vir, e eu pensei que seria um bom momento pra vocês conhecerem ela." "Puxa, então a namorada dele, sendo assim..." disse meu marido. "Mas, Marcos, a Sheila vai vir? Ela me disse que não podia." falou meu filho. "Já sei, mas era parte da surpresa, pedi pra ela falar que não podia vir pra depois você ficar feliz quando visse ela aqui." Eu não ia ceder sem lutar, então contra-ataquei: "A gente pode conhecer ela outro dia." Mas o idiota do meu filho estragou tudo, para a alegria do Marcos: "Pô, mãe, eu queria que vocês conhecessem a Sheila hoje." "Bom, se você quer que a gente fique, a gente fica." disse meu marido. Minhas esperanças se foram, faltava uma hora pra festa e escapar parecia impossível. "Bom, então vou tomar um banho e vestir uma roupa mais apresentável." disse meu marido, que ainda estava de pijama, igual ao Marcos e ao meu filho. Quando meu marido saiu da sala, o Marcos falou pro meu filho que ele também se arrumasse pra surpreender a Sheila. Meu filho correu pro quarto dele pra escolher a roupa que ia vestir. Fiquei sozinha na sala com o Marcos, e de lá dava pra ouvir meu filho no quarto abrindo e fechando os armários, enquanto meu marido já estava no chuveiro. O Marcos, que estava sentado na poltrona onde na noite anterior eu tinha... Fodeu minha boca, deixou o copo na mesa e mandou eu chegar perto. Ele baixou a calça do pijama e começou a balançar a pica na minha frente. Quando ficou dura, ele disse: "Abaixa a calça e senta aqui", falou enquanto mexia a pica. "Meu filho pode..." "Senta, porra. Teu filho e o cuck tão controlados." Abaixei a calça e a calcinha e fui sentando devagar na pica do Marcos, mas ele não tinha paciência pra isso. Me segurou pelos ombros e empurrou pra baixo, cravando os 18 centímetros de carne dele lá dentro. Depois que me deixou bem empalada, parou e começou a falar. "Então queria ir jantar com o cuck, Maribel? Que bonitinho. Olha só, querendo perder a festa de aniversário do teu filho. Quem diria, hein? Você passou da linha, Maribel. Tentou me sacanear de novo, então agora..." Ele prendeu meus braços por trás, me imobilizando completamente. "Agora vamos esperar aqui até teu filho chegar pra te ver empalada na minha pica." "Não, não, por favor. Me desculpa, me desculpa, não vou mais..." Marcos não me soltava e eu não conseguia me soltar sozinha. Ouvi meu filho fechar o armário e começar a andar pelo corredor. Ele ia nos pegar. No dia do aniversário dele, meu pobre filho ia entrar na sala e encontrar a mãe com a pica do amigo enterrada nas entranhas. Pensei que tudo tinha acabado, que seria o fim de tudo, mas um pouco antes do meu filho chegar na sala, Marcos me soltou. Levantei correndo, me desprendendo dele, e subi a calça ao mesmo tempo que o Marcos. Naquele exato momento, meu filho Jorge entrou na sala. Ele tinha se vestido e veio perguntar se a roupa estava boa. "Melhor vestir outra camiseta", falou Marcos. Jorge sempre dava ouvidos ao amigo, então nem esperou minha opinião e voltou pro quarto. Assim que ele saiu, Marcos pegou o copo e disse: "Não pense que isso vai ficar por isso mesmo. Você passou da linha de novo e vou ter que te castigar. Se eu te dei... Soltei porque preparei uma festa grande e não quero estragar. Quando o cuck terminar, você vai tomar banho e limpar seus buraquinhos. Depois, vai colocar uma roupa bonita, mas nada de calças. Quero que vista algo confortável e, claro, sem calcinha nem sutiã." Muito nervosa com o que tinha acabado de acontecer, fui pro meu quarto e esperei meu marido sair do banheiro. Quando ele terminou, entrei, tomei banho e, ao sair do banho de roupão, me deparei com Marcos na porta. "Vamos ver se você tá bem limpinha." Ele abriu o cinto do meu roupão e enfiou um dedo na minha buceta, depois fez o mesmo no meu cu. "Bom, assim que eu gosto, que você esteja limpinha." Amarrei o cinto do roupão e, antes de abrir a porta do meu quarto, meu marido saiu. "Bom, já terminei. Você vai ficar muito gostosa hoje à noite, Maribel." Meu marido foi pra sala, onde meu filho já devia estar. Eu não sabia o que ele queria dizer com "ficar muito gostosa essa noite", mas entendi quando entrei no quarto e vi a roupa em cima da minha cama. Marcos tinha escolhido pra mim. Ele tinha escolhido uma minissaia vermelha bem curta e uma regata de alcinha com pedrarias que eu não usava há anos porque estava um pouco apertada, além de uns sapatos de salto agulha, os únicos desse tipo que eu tinha, por sinal. Quando me vesti, entendi por que não usava aquela regata há tanto tempo: estava apertada demais e mostrava claramente minhas curvas. Aquele porco tinha escolhido uma regata que me fazia sentir como se fosse uma puta de estrada. Às 22h em ponto, bateram na porta. Eu estava tremendo só de pensar no que aquela festa podia nos reservar e, principalmente... me reservar. Quando entraram em casa, pude ver o Flaco, o Gigante, o Rufus, o Conan, o filho da puta do Charlie, o tatuador que tinha feito o M no meu púbis e que, aparentemente, desde minha visita ao estúdio dele, tinha virado amigo do meu filho. A última a entrar foi uma loira baixinha, magrinha, de peitos pequenos e bem bonitinha. Todos foram se apresentando, cumprimentaram meu filho e deram os parabéns, depois cumprimentaram meu marido e, em seguida, a mim. O cumprimento foi normal com todos, me deram os dois beijinhos de praxe, exceto o Rufus, que aproveitou pra passar a mão na minha bunda por cima da saia. A Sheila não se apresentou, foi meu filho quem deu um beijo nela e, de mãos dadas, nos apresentou a mim e ao meu marido. A garota tinha uma voz doce e parecia simpática, não combinava muito com aquele bando de filhas da puta. Eles trouxeram várias sacolas com comida e bebida, além de alguns presentes que deixaram na sala, e também um bolo de chocolate que o Conan estava carregando. Supus que tudo aquilo tinha saído dos 150 euros que, uns dias antes, o Marcos tinha me pedido pra preparar a festa. O Rufus também deixou na mesa um tablet daqueles digitais que servem como computador, pra ver filmes e navegar na internet. O Marcos colocou música e todo mundo começou a conversar, comer e beber, todo mundo menos eu, que claro, continuava morrendo de medo e não conseguia engolir nada. "Vocês deviam ter trazido mais minas, rapaziada, aqui os únicos com mulher somos eu e meu filho, hahaha" "Bom, é que a gente não pega muito, Enrique" — disse o Gigante. "De qualquer forma, com certeza vamos nos divertir pra caralho" — disse o Flaco, olhando pra mim. "Vocês tinham que aprender com meu filho, rapaziada, olha que namorada gostosa ele arrumou, embora filho de peixe, peixinho é, eu também arrumei uma mina bem gostosa" — disse meu marido, piscando um olho pra mim. Todos riram das palavras do meu marido, enquanto eu pensava que, obviamente, estavam rindo do fato de que, naquela casa, quase todos, menos ele, tinham aproveitado os buracos da sua esposa gostosa muito mais do que ele. "Maribel, vou guardar o bolo na geladeira até a gente comer de sobremesa" — disse o Conan. Ele não sabia onde ficava a cozinha, ou pelo menos foi o que disse, então tive que acompanhá-lo. Assim que ele colocou o bolo na geladeira, me empurrou contra a pia e me virou, fazendo eu apoiar as mãos na bancada. "Que... que buceta... Você vai levar, puta. Todos nós estamos esperando por essa festa há dias. Você não achava que era por causa do seu filho que a gente vinha, né? Viemos porque o Marcos falou que hoje ele vai deixar a gente provar seus buracos, e ele quer que a gente te coma em todos os cômodos da casa, sem pular nenhum. Puta merda, tô doido pra meter no seu xereca depois do boquete do outro dia." Finalmente o plano do Marcos tinha sido revelado. Eu sabia que a festa seria horrível pra mim, e o que o Conan tinha me contado só confirmava. "Minha família está aqui, eles podem..." "Menos história, Maribel. O Marcos conta tudo pra gente, e a gente sabe direitinho que ele te comeu com seu filho e seu marido em casa. Além disso, no outro dia, quando você se acabou de chupar pica, seu filho também estava aqui." Ele não me deixou responder. Arregaçou minha saia curta na minha cintura, deixando minha bunda exposta. Agora eu entendia por que o Marcos tinha escolhido essa roupa pra mim e por que tinha pedido pra eu não usar calcinha. Assim seria mais fácil e rápido pros amigos dele quando quisessem meter em mim. O Conan abaixou o zíper da calça jeans e tirou o pau pra fora. Bateu várias vezes na minha bunda, e eu senti ele ficando duro. Logo comecei a sentir a cabeça dele deslizando entre meus lábios da buceta. Ele foi enfiando devagar até que o quadril dele bateu na minha bunda. "Toma, puta. Até o saco. Essa buceta é melhor do que eu imaginava." Ele segurou meu quadril, tirou o pau e depois enfiou de novo de uma só vez, bem fundo em mim. "Vou arrebentar sua buceta. Olha só você, puta, trepando com um amigo do seu filho no dia do aniversário dele." Ele começou a bombar como um selvagem, me levantando do chão a cada estocada. "Vou encher sua buceta de porra." Assim que falou isso, começou a meter com mais força, como se a vida dele dependesse disso. Por sorte, ele não aguentou mais do que uns minutos assim. Eu nem tentei pedir pra ele não gozar dentro da minha buceta. Sabia que não adiantaria nada. Nada. “Aaaaaaaahhhrrgg, siii, toma tudo, vou te engravidar, quero dar um irmãozinho pro Jorge”. Aqueles porcos pareciam obcecados em dar um irmão pro meu filho, acho que não tinha nada mais humilhante. Quando senti que ele tinha terminado de gozar, ele tirou de dentro de mim, subiu o zíper da calça e abaixou minha saia sem me deixar limpar, me deu um tapa na bunda e falou: “Já tá com o depósito cheio, vamos pra sala”. Quando entrei na sala, ninguém parecia ter notado nossa ausência, do nada o Conan falou alto: “COZINHA”. Eu não entendi aquilo, mas o resto sorriu. Meu marido e meu filho estavam muito alegres e distraídos, os caras tinham trazido muito álcool e isso não me agradava, meu filho tinha se deixado levar pelo pai e pelos amigos e eu não tinha certeza de como o álcool ia pegar nele. Já meu marido já tinha tomado uns copos, ele nunca bebe muito, mas é verdade que quando tem um dia de folga aproveita pra tomar umas cervejas e uns drinks. Como trabalha dirigindo, quase nunca bebe álcool, e por isso quando pode, costuma exagerar. Não é a primeira vez que ele apaga no sofá que nem um tronco depois de tomar umas 5 ou 6 latas de cerveja. Eu sentei no sofá, sentia o sêmen do Conan escorrendo pelas minhas pernas e nessa posição dava pra evitar que alguém percebesse. Com um guardanapo de papel consegui limpar um pequeno filete que tinha descido até a parte de trás do meu joelho direito. O Flaco queria ir ao banheiro e me pediu pra acompanhar ele porque não sabia onde era. Pensei que ele tinha a mesma intenção que o Conan, então falei que era no fundo do corredor, mas em poucos segundos ele gritou do corredor: “MARIBEL, NÃO ACHO!”. O imbecil do meu marido parou de falar com o Marcos e disse: “Vai lá, Maribel, mostra onde é o banheiro”. Eu sabia perfeitamente que o Flaco tinha achado o banheiro, nossa casa era pequena e não tinha muitas portas pra escolher. Já o idiota do meu... O marido não percebia nada, e muito menos que, em breve, um moleque amigo do filho dele ia estar comendo a esposa dele pela segunda vez naquela noite. Quando cheguei no banheiro, o Flaco tava lá dentro mesmo, com a calça e a cueca no tornozelo, se masturbando. "Achou que ia escapar, putinha?" Trancou a porta com o ferrolho, arregaçou minha saia igual o Conan tinha feito e me colocou em cima da pia do banheiro, tirou minha camiseta e jogou no chão. "Já era hora de testar suas outras habilidades além de chupar, vou te comer no cu, vagabunda." Era uma posição complicada pra entrar no meu cu, mas o Flaco conseguiu me encaixar na beirada da pia, com as pernas penduradas de cada lado e minha bunda bem na borda. Enfiou a cabeça entre meus peitos e começou a chupá-los enquanto encostava a ponta do pau no meu cu. Devagar, mas sem parar, foi metendo o pau dentro do meu cu. "Dá pra ver que tão te comendo bem no cu ultimamente, não tá difícil de entrar", falou o Flaco, levantando a cabeça dos meus peitos. Logo começou a meter forte dentro do meu cu, minhas pernas abertas balançando e as pontas dos meus saltos raspando no chão do banheiro. "Pô, tava doido pra chegar o aniversário do seu filho pra te comer no cu." Com certeza tava com vontade, metia com força e por um momento achei que a pia ia ceder com meu peso e as porradas dele. Tava com tanta vontade de foder meu cu que não aguentou nem 5 minutos. "Vou encher teu cu de porra no aniversário do teu filho." Senti os jatos de leite batendo no meu esfíncter. O Flaco tirou o pau do meu cu, limpou a rola na minha camiseta e subiu a calça. "Veste tua camiseta de vagabunda e limpa esse cu pra receber o próximo." O Flaco saiu do banheiro, eu vesti a camiseta de novo, sorte que só tinha uma manchinha de porra que lavei com água, limpei o cu pra não sentir a humilhação de sentir a porra escorrendo pelas minhas coxas de novo. Levantei a saia e voltei pra sala. De novo, meu marido e meu filho estavam tão entretidos que nem perceberam minha ausência, continuavam conversando, comendo e bebendo. Dessa vez, não tive tempo nem de sentar. "Ei, Jorge, vou dar uma olhada na sua coleção de bonés", disse Charlie. "Beleza, tio, sabe onde é meu quarto?" "Não, mas não se preocupa, sua mãe vai comigo." Não deu tempo de responder, eu ainda estava na entrada da sala quando Charlie, com um sorriso, veio na minha direção e me fez sair da sala. Eu fui com ele pro quarto do meu filho. Ele ligou o computador do meu filho e logo pude ver a sala da minha casa, com meu filho conversando com Sheila e meu marido batendo papo com o resto, com uma taça na mão. "Que buceta é essa?" "O Marcos não te contou? Ele colocou umas microcâmeras que o Rufus conseguiu na internet pela casa toda, assim a gente pode vigiar seu filho e seu marido. Você não vai querer que um deles saia da sala sem a gente poder avisar e te pegar gemendo que nem uma puta ou levando no cu, vai?" Naquele momento, entendi por que o filho da puta do Marcos tinha ido na minha casa um dia antes e ficado pra dormir lá pra "preparar a festa". Por isso ele estava em casa quando eu e meu marido voltamos de jantar no dia anterior. Não sei como ele se virou com meu filho em casa pra instalar as câmeras, mas aquele porco tinha tudo bem amarrado. "Mostra a buceta, quero ver como está a tatuagem." Eu levantei a saia e minha buceta ficou exposta de novo pra outro cara naquela noite. "Muito bem, cicatrizou perfeitamente", ele disse enquanto passava a mão no meu púbis. "Mantém a buceta sempre bem depiladinha pra tatuagem aparecer bem." "Mais alguma coisa?" eu falei, encarando ele. "Pois olha, sim. Fica de joelhos." Charlie pegou um dos bonés do meu filho e colocou em mim com a viseira pra trás, estilo rapper. "O Marcos me contou como você o chupou e deu o cu com o boné favorito do seu filho na cabeça. Eu não vou ser tão mau, você vai me chupar. mas não precisa ser com o boné favorito, hahaha" Marcos abaixa o zíper da calça dele. Depois do Marcos, aquela é a quarta rola que vai entrar em mim naquele dia. A rola do Charlie está mole e descansando na coxa dele. "Faz uma punheta pra mim" Eu estendi a mão e comecei a bater uma pra ele, ritmadamente, de forma mecânica. Não é a primeira rola que eu masturbo nos últimos dias, então faço como uma autômata, como um robô sem vida. "Você viu minha avó esses dias?" me pergunta aquele filho da puta enquanto eu bato uma pra ele. "Não" "Então vai ver ela, que ela tá meio caidinha" "Tá bom, vou" Eu continuo masturbando ele suavemente enquanto ele começa a acariciar meu cabelo que aparece dos lados do boné. "Desde o outro dia, tô pensando em provar aquela boquinha de puta de novo" A rola já tá dura o suficiente e eu sei o que o Charlie quer. Me inclino pra frente e meto a rola dele na minha boca. "Ver seu marido enquanto você me chupa é foda pra caralho" diz o Charlie olhando pra tela do computador onde dá pra ver minha família na sala, que continua sem perceber nada. Eu não me limito só a chupar a rola do Charlie. Nos últimos dias, fiz tantos boquetes que não consigo evitar fazer direito, mesmo sem querer. Passei a língua na cabeça da rola do Charlie, chupei o tronco e até chupei as bolas dele com gosto, sem ele pedir. Eu tinha virado uma puta que sabia o que esses caras queriam de mim. Minha cabeça subia e descia, fazendo o membro dele desaparecer completamente na minha boca toda vez que eu abaixava, com a mão dele apoiada na minha nuca. "Tenho que te falar, você faz uns boquetes do caralho, muita puta devia aprender com você" Eu continuo chupando a cabeça da rola dele sem dizer nada, então o Charlie me faz engolir o membro até a metade e pergunta: "Não vai agradecer o elogio?" "Obrigada" falo com a boca cheia de rola. Os gemidos do Charlie aumentam, cada vez mais. Ele tá perto do orgasmo e eu quero acabar logo com aquilo. Então... que tirei a pica da boca e comecei a bater uma bem rápido pra ele. "Quer que eu goze logo, sua putinha?" "Sim, goza de uma vez, sua puta" respondo, encarando ele de novo. O Charlie ri, eu continuo batendo uma pra ele enquanto agora passo minha língua em volta da cabeça do pau dele pra fazer ele gozar logo. "Sabe a única coisa que ficou me dando vontade no outro dia, Maribel?" "Não" "Bom, fiquei com vontade de gozar na sua boca, então já sabe... e quero que você me olhe nos olhos enquanto faz isso." Charlie leva as mãos pra trás e espera eu cumprir o que acabou de mandar. Odeio aquele filho da puta, o neto da minha vizinha, mas obedeço. Abro a boca e engulo ele inteiro, chupo sem parar até tirar ele da boca de novo e, olhando nos olhos do Charlie, continuo batendo uma pra ele na frente da minha boca aberta, o máximo que consigo abrir. Logo o gemido do Charlie me avisa que já era, um jato de porra cai na minha língua, outro na minha garganta, eu continuo olhando nos olhos dele sem me mexer e sacudindo a pica dele, é difícil mirar e uns dois jatos acertam minha cara. Um último jato entra na minha boca, Charlie move as mãos e me agarra pela cabeça, me forçando a engolir a pica dele e a engolir a porra que eu tinha na língua e o que ainda sai da pica dele, que eu ainda masturbo devagar. "Muito bem, você engoliu tudo como uma boa menina, mas sujou um pouco a cara, fica tranquila que eu limpo você." Charlie tira meu boné e esfrega na minha cara, me limpando com ele enquanto diz: "Você não quer que seu filho e seu marido te vejam com a cara cheia da minha porra, quer?" Depois ele coloca o boné de volta no lugar, e eu levanto do chão, ajeitando minha saia e minha camiseta. Ele sai do programa pra ver as câmeras e voltamos pra sala, onde a coisa continua igual, só que com as garrafas de álcool. Consigo ver que meu filho e meu marido têm outra dose na mão e, pelo jeito que falam, o álcool já tá começando a fazer efeito. Quando entro na sala... Charlie grita “QUARTO DO JORGE”. Meu filho, ao ouvir, pergunta: “Como?”. “Nada, tô falando que seu quarto é muito foda, mano, e sua coleção de bonés também, sua mãe me mostrou.” “Fico feliz que você gostou”, diz meu filho, sem saber que o que Charlie realmente gostou foi de enfiar a pica na boca da mãe dele e gozar lá. Já entendi o que tá rolando, assim como o Conan depois de me foder na cozinha, eles tão falando os nomes dos cômodos pra que os outros saibam onde já meteram e possam ir pra outros quartos. É a vez do Gigante. Ainda tenho o gosto do sêmen do Charlie na boca quando o Gigante levanta, chega perto de mim e sussurra pra eu acompanhá-lo até meu quarto de casal. Eu recuso, então, sem que meu marido e meu filho percebam, ele derruba o copo que tá na mão dele na minha camiseta. “Ops, desculpa, Maribel, foi mal.” Meu marido e meu filho, junto com o resto, olham o que aconteceu. Meu marido diz: “Sem problema, Maribel, joga essa camiseta pra lavar e veste outra.” Conseguiram de novo. Tenho que ir pro meu quarto, e poucos segundos depois, tô pelada escolhendo uma camiseta nova. A porta do meu quarto abre, e o Gigante entra, fechando a porta atrás dele. Eu cubro os peitos com as mãos, numa reação natural por me ver semidespida na frente de um amigo do meu filho, mesmo que já tivessem visto minha buceta várias vezes. “Haha, não fode, você tem vergonha de eu ver seus peitos?” Eu não falo nada, só continuo procurando uma camiseta, até que ele me agarra e me vira bruscamente. Me beija na boca, depois se ajoelha na minha frente e levanta minha saia de novo. É o quarto amigo do meu filho que faz isso nessa porra de festa. Ele me joga na minha cama de casal e diz: “Espera eu terminar com você antes de vestir outra camiseta, pra não sujar essa também, haha.” Tirou a calça e a cueca e se deitou em cima de mim. Era muito alto, então minha cabeça ficava na altura do O peito dela, foi descendo até colocar a cabeça dele sobre a minha e me beijou de língua, depois me deu vários beijinhos nos lábios e, me olhando, falou. "Por onde esses caras te comeram?" "Como?" "Que buracos meus amigos enfiaram a rola em você, putinha?" "Conan enfiou na buceta, Flaco no cu e Charlie me obrigou a chupar ele" "Hahaha, nada de obrigar, aqui todo mundo sabe que você adora chupar pau, bom, então eu vou enfiar a minha na sua xereca" Ele mandou eu abrir as pernas e apontou a vara dele pra ir entrando em mim, fazia isso bem devagar, recuando um pouco pra dar outra estocada, cada uma mais fácil que a anterior. Parou de repente quando nossos corpos se encaixaram "Você gosta de sentir meu pau dentro, né putinha?" Ele continuou os movimentos e o pau dele saía e entrava em mim várias vezes, acelerando o ritmo "Sua buceta é minha agora, Maribel" Continuou me comendo num ritmo bom, minha cabeça tava virada pro lado pra não bater no peito dele, já que ele era bem mais alto que eu. "Fala o que a gente tá fazendo, Maribel, fala" "A gente tá transando" "O que eu tô enfiando em você, Maribel, fala" "O pau" "Puffffffff, por onde, fala por onde" "Pela buceta" Ele saiu da posição de missionário e ficou de joelhos em cima de mim, dando socadas com a bacia enquanto não deixava um milímetro dos meus peitos sem apertar com as mãos enormes dele. "Como tava com vontade de te dar pau, Maribel" Ele enfiava até as bolas em cada estocada, tava começando a doer, do jeito que ele me comia pelo menos não era gostoso, não queria gozar com aquele porco montando em mim. Continuava naquele ritmo acelerado enquanto falava "Você se comportou bem, putinha, vou deixar você escolher onde quer que eu goze" Dentro das minhas possibilidades, escolhi a melhor opção "Nos meus peitos" "Não prefere na boca?" "Não" "Tá bom, mas pede direito" "Por favor, goza nos meus peitos" "Hahaha, como vou recusar se você pede por favor" Ele tirou o pau e começou a bater uma bem quando Marcos entrou no quarto "Cuidado que o corno vem aí" "Não me fode, cara, tô quase gozando nas tetas dela" "O corno vai no banheiro, não faz barulho" Eu tava apavorada quando ouvi meu marido se aproximando, o Gigante parou de se masturbar até ouvir meu marido entrar no banheiro e fechar a porta "Vai, termina" disse Marcos saindo do quarto. O Gigante voltou a se masturbar e em poucos segundos encheu minhas tetas de porra "Toma porra nas suas tetinhas" também respingou na minha barriga e no púbis, se limpou com minha camiseta suja e vestiu a calça de novo, depois saiu do meu quarto. Completamente cagada de medo por estar ali na cama de casal com minhas tetas cobertas de porra e a saia arregaçada, levantei na velocidade máxima, usei a mesma camiseta que ele tinha usado pra limpar a pica gigante, abaixei a saia e peguei outra camiseta bem na hora que meu marido saiu do banheiro e entrou no meu quarto me pegando ainda com os peitos de fora. "Porra, Maribel, quanto tempo pra escolher uma camiseta" dava pra ver que ele tava bem bebido "E tranca a porta, vai que um dos moleques se confunde ao vir no banheiro e te vê as tetas" Inocente eu, ver minhas tetas é o menor dos problemas que esses caras fazem comigo, peguei uma blusa preta e fui com meu marido pra sala. Depois de 10 minutos, Rufus levantou, eu pensei que tinha acabado porque considerando a varanda também um cômodo, só faltariam a sala e a varanda como cômodos da casa pra me foder e ali era impossível por causa da minha família, então Rufus disse. "Acho que é hora de provar a torta, vamos pegar ela, Maribel" pensei que Rufus queria me foder na cozinha, não tinha escolha então fui com ele e tirei a torta da geladeira, o filho da puta do Rufus tirou a pica e passou na borda da torta. "Prova a torta, Maribel, e me diz se tá boa" Tive que me ajoelhar e enfiar a pica dele suja de torta de chocolate na boca. "Cê Gostou?" "Não" — respondi só pra provocar. "Pô, então é porque você não experimentou direito" — ele enfiou a pica de novo na torta e cravou a pica até o fundo da minha garganta. "Gostou mais agora?" "Sim, muito mais" — falei pra ele me deixar em paz e soltar minha cabeça. Ele soltou e, pegando a torta, foi pra sala. Por sorte, ele não tinha me comido na cozinha. Dentro da sala, cantamos parabéns pro meu filho, comemos torta e, quando ele quis abrir os presentes, Marcos falou pra ele deixar o que a Sheila trouxe pra depois. Meu filho abriu os presentes e o que ele mais gostou foi um jogo de computador. Os amigos dele tinham sido generosos — pelo menos gastando meu dinheiro. Marcos sugeriu pro meu filho mostrar o jogo de computador, e todos, inclusive meu marido, que já tava meio cambaleando de tanto beber, foram pro quarto dele. Rufus ficou por último e me deu a mão: "Pega minha tablet na mesa e vamos pra varanda." Peguei a tablet, morrendo de medo. Marcos tinha conseguido tirar todo mundo da sala e deixar a área livre. Tava claro que Rufus queria me enfiar a pica na varanda. Saímos pra varanda, ele ligou a tablet e abriu o mesmo programa que o Charlie tinha usado pra ver a sala enquanto eu chupava ele no quarto do meu filho. Assim, Rufus também podia vigiar o quarto do meu filho e me comer tranquilo, sabendo se voltavam pra sala ou não. Rufus sentou numa cadeira da varanda que colocou perto do parapeito e puxou a pica pra fora, que já tava meio inchada. Começou a se tocar e, sem ele falar nada, eu levantei a saia. Afinal, pra que esperar? Eu sabia exatamente o que ele queria. "Assim que eu gosto, você levantando a saia sem eu precisar falar nada." Quando Rufus ficou duro, me aproximei dele. Ele não quis que eu ficasse de frente; queria que eu pudesse ver a rua e o prédio do outro lado. Então, de costas pra ele, me preparei pra sentar. Quando eu ia enfiar na minha buceta, ele me parou. "Calma, ansiosa, não vou meter aí não, vai ser no cu. Vou arrebentar você" — Eu, bancando a valentona, respondi: "Pois chegou tarde, arrebentaram meu cu há mais de um mês". "Hahaha, bom, nem por isso vou deixar de te comer, né?" Depois de falar isso, ele posicionou a pica no meu buraco traseiro e deixou que eu mesma enfiasse o pau dele pra dentro. Quando eu estava bem empalada, ele enfiou as mãos por baixo da minha blusa e começou a beliscar meus bicos, enquanto mandava eu mesma subir e descer, dando o cu pra pica dele. Por sorte, não vi ninguém espiando nas janelas do prédio da frente, e se alguém nos visse, ia pensar que eu era uma puta exibicionista, mas pelo menos não uma puta infiel, já que nessa posição era impossível alguém ver o rosto de quem tava me comendo por trás. "PLOC, PLOC" — é o barulho que a palma da mão do Rufus faz batendo no meu púbis, como se desse tapinhas no ritmo da enrabada. É a única coisa que se ouve enquanto meu esfíncter acolhe o membro do Rufus lá dentro e se adapta ao formato dele. Eu também não paro de olhar pro tablet, torcendo pra ninguém sair do quarto do meu filho até o Rufus terminar de me foder analmente. "Você tem uma bunda gostosa, Maribel, uma bunda gostosa cheia de pica." Sinto os ovos inchados do Rufus cada vez que meu corpo desce na pica dele. O cara tá me comendo forte pelo cu por uns 5 minutos, que pra mim foram uma eternidade. Por sorte, se é que dá pra chamar assim, ele decide gozar no meu cu, e logo um calor profundo inunda minha bunda, sinal inequívoco de que o Rufus se esvaziou dentro de mim. Pelo menos não foi na minha cara nem sujou minha blusa, me obrigando a trocar de roupa de novo. Pouco depois de terminar, e antes de irmos pro quarto do meu filho, todo mundo volta pra sala e continua a festa. Já fazem 45 minutos desde a enrabada do Rufus quando meu filho começa a se sentir meio tonto e com vontade de vomitar. A noite toda tentei evitar que ele e meu marido bebessem demais, mas obviamente não consegui. possível por minhas ausências a noite toda pra que aqueles bastardos me fodessem em cada cômodo da minha casa. Animados a beber pelos caras, meu filho tá bêbado e tonto, e a Sheila se oferece pra acompanhar ele ao banheiro caso ele queira vomitar. Todos os caras me olham e sorriem, não entendo o motivo já que meu marido ainda tá ali, embora eu não possa vê-lo porque tá deitado no sofá. Logo entendo por que eles riam quando o Marcos diz: "Enrique, você se importa se eu foder sua mulher de quatro?
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