Capítulo XVIDepois do momento constrangedor no hospital, Melissa saiu com a moral lá embaixo. Ela nem sequer cogitou, por um instante, que pudesse ser descoberta naquele dia. Sabia que a hora de ter que revelar sua situação chegaria muito em breve. Mas fazer isso de imediato era algo que nunca tinha imaginado, nem nos piores pesadelos.
Gerson caminhava ao lado dela com um sentimento agridoce. Por um lado, se sentia satisfeito com o rumo dos acontecimentos — isso lhe dava uma vantagem que não estava disposto a desperdiçar. Aquela bucetuda era pra ele, e seria totalmente dele... Mas, por outro lado, ver a loira tão destruída o deixava extremamente preocupado. Ele não aguentava vê-la chorando e se lamentando pela situação. Tentava consolá-la, mas era impossível. A loira estava em choque.
De algum jeito, ele conseguiu tirá-la do hospital sem ajuda de ninguém. Com muito esforço, chegou ao hotel em Aguascalientes. Planeava tirá-la do país e voltar o mais rápido possível pra Honduras. Começou a agir por conta própria e sacou o celular pra fazer as ligações necessárias. Até que, de repente, um grito o surpreendeu.
— Chega!!! — vociferou uma Melissa indignada.
Ele virou pra olhar pra ela. O rosto vermelho e o temperamento explosivo dela o surpreenderam. Melissa estava furiosa! 😠
— Você não pode decidir sobre a minha vida!! Já fez merda o bastante... — disse ela, ao ouvi-lo falar. E então desabou, continuando a chorar 😭
A loira deu uma bronca nele como nunca tinha levado antes. Gerson ficou surpreso com a raiz da reclamação indignada de Melissa. Fervia de raiva ao saber que a loira considerava o relacionamento deles um pecado. Nem os melhores momentos na intimidade significavam algo pra ela...
Mas a loira o interrompeu bruscamente dos pensamentos.
— Para de tomar decisões sem a minha permissão, Gerson Moncada!! — E, furiosa, virou-se e foi em direção ao quarto, deixando-o sozinho.
Um perplexo Gerson apenas observou passivamente a raiva da sua mulher, enquanto ela sumia de vista. Deixando de lado o que até pouco tempo planejava. A tarde passou, e a noite chegou. A lua cheia daquela segunda-feira iluminava tudo. Sentada no quarto, Melissa implorava a Deus por sua ajuda divina, que permitisse amenizar o desastre. — Oh, Senhor, nas tuas mãos coloco meu destino, ajuda minha família a suportar essa vergonha e essa dor... 🙏 A esta altura, pensava ela, todos já deviam saber da notícia.
Na manhã seguinte, ela se vestiu o mais largado possível, tentando inutilmente esconder sua barriga evidente. O rosto limpo, sem uma gota de maquiagem. Olhou para o céu e, com coragem, entrou na caminhonete junto com Gerson. Ele, por sua vez, continuava puto com o rumo dos acontecimentos, que não eram nada do que ele queria. Mesmo assim, ligou o motor e seguiu com a loira rumo a Calvillo.
Durante o caminho, o silêncio reinou. Os nervos de Melissa aumentavam à medida que se aproximavam da cidade. Ela não conseguia deixar de sentir medo, agora que ia encarar os parentes de frente. Ao baixar o olhar e ver a barriga inchada, ela não pôde deixar de pensar em como a vida tinha mudado tanto. E como o destino tinha sacaneado o casamento dela, ao colocar o demônio do Gerson sabendo da paternidade iminente.
Com muita dor e incerteza, ela poderia ter abortado e acabado com essa história. Mas as ameaças de Gerson, a pressão e o medo fizeram ela ceder e aceitar continuar com a gravidez, para depois entregar o bebê. Na época, pensou ela, seria o melhor para não cometer outro pecado, como o aborto. Mas agora via que isso tinha dado origem a outro erro. Hoje, seus sentimentos estavam uma bagunça, e por mais que procurasse, não via saída. Além disso, doía reconhecer que ela começava a curtir a nova vida, essa nova fase que estava vivendo ao máximo. Já esperava ansiosa para ter o bebê nos braços. Se ao menos o destino tivesse sido bondoso, hoje ela estaria em Honduras esperando com alegria a chegada do filho. Pouco Mais de uma hora depois, os pensamentos de Melissa foram interrompidos. Já tinham chegado a Calvillo... Ao percorrer a entrada da cidade, Melissa, por vergonha, colocou uns óculos escuros. E por via das dúvidas, evitou olhar para fora, para não chamar a atenção. Foi instruindo Gerson a pegar o caminho certo e não muito tempo depois, a caminhonete estacionou ao lado da casa dos pais dela... Felizmente, eles moravam na entrada da cidade. Ao estacionar, Melissa esperou que Gerson abrisse a porta. Quando ele abriu, ela não conseguiu evitar segurar a mão dele e avançaram juntos para a casa dos pais. Ao chegar, Gerson tocou a campainha e naquele momento ficaram só esperando a porta se abrir. A porta se abriu, e para Melissa aquele instante foi uma eternidade. Ela estava muito nervosa, só de pensar em quem iria abrir. Ao ver que era uma empregada, desconhecida para ela, se acalmou um pouco e anunciou sua presença aos pais. A empregada, bem surpresa, deixou-os entrar na casa e os fez esperar num corredor, enquanto ia avisar os patrões que a filha deles já tinha chegado. Não muito tempo depois, ela apareceu e anunciou que os pais estavam esperando na sala. ********************************* Naquela hora; Gerson coloca a mão no que resta da minha cintura. E me incentiva a seguir em frente. Caminhamos até o lugar, e assim que entramos, o clima fica hostil. Vejo meus pais sentados na sala. Olhando expectantes para ver o que vou dizer. Os dois não param de olhar surpresos para minha barriga enorme. E eu, por dentro, não paro de sentir pena e vergonha. -Me surpreende ver seu estado, filha. Mas me intriga, quem é esse homem?? Pergunta meu pai. Num tom bem decepcionado. -É verdade, por que ele está aqui? Melissa?? Pergunta de forma inquisitiva minha mãe. Reajo muito nervosa e respondo atropeladamente. -Bom, é... vou explicar... E fico em silêncio. Não consigo dizer nada, enquanto nós quatro ficamos só nos olhando. Sinto que o O destino chegou muito rápido. Até que a voz do meu pai me tira dos meus pensamentos. — Não respondeu, Melissa? Então, olhei pra ele e, olhando pro chão, observei minha barriga. Junto forças; e é assim que começo a falar. — É que, sabe, pai... Junto as mãos, cobrindo minha barriga. — Ele se chama Gerson Moncada, e é estrangeiro, de Honduras... Nisso; — Sim, e isso o quê, Melissa!! Qual é a relação com ele?? Diz minha mãe, enquanto levanta as sobrancelhas, toda alterada. Minha mãe não perde uma... — É que, dona Heredia... Gerson começa a falar, eu olho pra ele surpresa, esperando que ele cale a boca e me deixe contar a verdade. Ele não capta meus sinais, então eu avanço e ando muito nervosa. Eles me olham e Gerson fica em silêncio. Fecho os olhos, respiro fundo e começo. — Bom, obviamente estou grávida. Já tenho pouco mais de 5 meses — Observo seus rostos surpresos e vejo como seus olhos param pra examinar minha barriga. Mesmo assim, continuo. — E ele é o pai desse bebê... 😢 Falo bem fraquinho, vendo seus rostos descompostos... Minha mãe se recosta no sofá, muito decepcionada. Meu pai se levanta e fica me encarando. — Vocês dois estão num relacionamento? Franzindo a testa enquanto pergunta. — Sim... Respondo muito triste. — Seu Heredia, eu vou cuidar dela, não se preocupe. Interrompe Gerson. Meu pai olha pra ele por um momento, não consegue evitar fazer uma careta de desgosto. E depois volta a atenção pra mim. Tudo é tão rápido que não vejo chegando. A mão do meu pai estoura no meu rosto, me dando um tapa forte. Minha mãe grita assustada e levanta rápido do sofá. Ficando do lado do meu pai. Gerson, assustado, me pega pelos ombros e me puxa pra perto dele. Eu seguro meu rosto, com choque e dor. Meu pai nunca tinha levantado a mão pra mim, nem tinha ficado tão puto comigo. Me sinto péssima 😭 — Eu não criei uma qualquer... Ele fala num tom entre furioso e magoado... — Como você pôde cair tão baixo, Melissa, e se esfregar com um preto!! Não Você é a filha que eu criei!!! A voz do meu pai é tão fria que eu consigo sentir meu sangue congelar. Sem jeito, meus olhos se enchem de lágrimas. Gerson está furioso, faz menção de agir sem pensar, e eu, sem hesitar, o seguro, colocando minha barriga entre ele e meus pais. Meus olhos lacrimejantes soltam faíscas. Felizmente, ele entende e não faz mais nenhuma besteira. Meu pai continua alterado e começa a dizer que eu coloquei o nome da família na lama. Ele achava que o que Tomás disse eram alucinações. Mas me ver na frente dele e comprovar a verdade o fazia sentir uma grande pena... Naquele momento, sem dizer nada, Gerson me pega pela mão e me leva para a saída. Eu, afundada na tristeza, me deixo levar por ele. Até que meu pai me pega pela outra mão e diz que não vai deixar eu sair de casa. Ele encara Gerson e avisa que não tolera nosso relacionamento. E vai fazer o que for preciso para impedir que continue. Gerson está prestes a reagir com raiva, quando eu o interrompo de novo e corto o barato dele. — Não cause mais problemas, Gerson Moncada!! Ele reage com um semblante triste e não impede minha decisão. Meus pais permitem minha presença na casa deles; a partir de hoje, volto a morar com eles. Meu pai informa Gerson que a presença dele não é bem-vinda e que não quer vê-lo nunca mais. A resposta de Gerson me surpreende; de forma incrível, ele aceita. E só se despede pedindo que eu pense bem no que realmente quero. Meu pai interrompe e o expulsa de casa; Gerson, puto mas com calma, finalmente sai. A partir desse momento, meu pai se afasta de mim e volta para o escritório. Minha mãe me pega pela mão e me leva para sentar. Ao fazer isso, chama a moça do serviço e manda trazer uma bebida. E preparar meu quarto para eu passar a morar na casa a partir de hoje. Um tempo depois, deitada no quarto, não paro de pensar no mar de emoções que guardo por dentro. Meu pai falou com Tomás e implorou a ele... implorando que não me soltaria nas garras daquele negro. Tomás, profundamente magoado e despeitado, falou horrores de mim. Mas por gratidão ao meu pai, ele concordou em vir me ver e conversar para ver o que aconteceria com nosso casamento. Durante uma semana, fiquei enclausurada na casa dos meus pais. Não estava trancada, nem de longe, mas a recomendação era clara: não sair na rua, pelo menos assim evitavam-se os rumores e as fofocas não tinham motivo para acontecer. Meus pais não aceitavam minha gravidez, assim como não aceitavam que era fruto da gozada de um negro. Então, passei dias muito difíceis, meditando sobre o que seria da minha vida. Nos primeiros meses, não me preocupava com o desenvolvimento da minha barriga, quanto tinha que crescer ou se não crescia o suficiente. Já sabia, por experiência, o que aconteceria. Mas a partir do 4º mês e em pouco mais de um mês, minha gravidez disparou e a barriga começou a crescer de forma acelerada. Ao voltar para a casa dos meus pais, adquiri o hábito de ficar em alerta. Media a barriga a cada três dias — sim, eu sei, é loucura… Antes de começar a sentir o bebê, não tinha referência se estava tudo bem, tinha pouquíssimos sintomas de gravidez e tempo demais para ficar remoendo. É o que dá ser de primeira viagem, com o agravante de estar grávida pela quarta vez. Parecia impossível conseguir, e eu precisava de algo a que me agarrar para saber que tudo estava indo bem naquela semana angustiante. Com 22 semanas, minha barriga já era uma verdadeira loucura. A área ao redor do umbigo estava tão esticada que eu nem sentia mais; batia em gavetas, portas ou qualquer coisa na altura do umbigo e nem percebia. Dormir era uma odisseia, e virar na cama já era muito difícil. Comecei a sentir que meu pequeno estava sugando minhas reservas. Mesmo assim, continuei minha vida e consegui que meu bebê seguisse seu desenvolvimento sem problemas. Não tinha tempo nem vontade de cair em depressão. Um dia à tarde, minha mãe me avisou que ela e papai sairiam. Eu Me deixaram sozinha em casa, com a Ana, a jovem empregada. Mamãe me avisou que o Tomás viria na manhã do dia seguinte. A gente precisava esclarecer que rumo nosso casamento ia tomar. Fiquei desnorteada e cheia de medo. Quando eles saíram, avisei a Ana que tava com fome, que por favor começasse a preparar a comida. Ela obedeceu na hora e foi pra cozinha. Voltei pro meu quarto, me sentindo péssima. Uma mistura de medo e tédio. Então resolvi contatar o Gerson e mandei uma mensagem. Queria ver ele, essa semana senti muita falta. E sem meus pais ali presentes, não teria problema. Quando recebeu o SMS, o Gerson respondeu na hora. Chegou pouco depois e eu mesma abri a porta pra ele. Não sei se foram as emoções reprimidas, mas quando a gente se viu de novo, nos perdemos num beijo longo. 💕 Só a presença repentina da menina do serviço nos interrompeu e, rindo, fomos de mãos dadas pra sala. Pouco tempo depois, já sentados no comedor, a gente conversou sobre o que tinha vivido e como foi difícil ficar um sem o outro. Quando contei pro Gerson que amanhã o Tomás viria conversar comigo, a reação dele foi de raiva contida. A presença do cara incomodava ele, então ele pediu pra ficar do meu lado naquele momento. Jurou que não ia interromper e que ia manter uma atitude prudente. Acreditei nele, então preparamos o quarto de hóspedes pra ele se instalar naquela noite. Passamos uma tarde tranquila. A gente tava realmente bem, um do lado do outro. O tempo passou e a noite chegou. Me despedi do Gerson e fui pro meu quarto, pronta pra dormir. Porque amanhã ia ser um dia muito importante. Em algum momento, entre a meia-noite e a madrugada, o Tomás apareceu e conseguiu entrar em casa sem ninguém notar. Ele avançou sorrateiro e entrou no quarto vizinho ao lado da Melissa. Era talvez um erro de construção, mas entre o quarto onde a Melissa estava e onde o Tomás já tinha se instalado, só o banheiro separava. E tinha uma porta de acesso de cada lado. lado do respectivo quarto!! Não sei como ele teve coragem numa casa tão respeitável. Mas com o passar das horas; O negão saiu pelado do quarto dele, percorrendo o corredor comprido.
Não só estava pelado, como também com uma ereção tremenda. Por sorte ninguém o viu, senão com certeza o susto teria sido uma loucura. Naquela noite havia lua cheia, e Gerson observou a maçaneta do quarto onde Melissa estava. Girou a maçaneta, nunca se ouviu o barulho, e a porta se abriu silenciosamente. Já o barulho da circulação do sangue no preto era assustador, sua excitação estava a mil por hora. Fechou a porta assim que entrou e pôde contemplar logo o corpo da loira deitada. Ela dormia de lado, escarrapachada com os braços dobrados, e as mãos abraçando o travesseiro. Sua carinha linda parecia um anjinho tirando uma soneca. A impressão que causou em Gerson foi foda, sua ereção ficou ainda mais potente. O pau dele começou a babar desesperado. Ele se aproximou e, pegando-a bem devagar, acariciou o cabelo dela, falando bem suave. Ela se mexeu e ele disse: — Não se assusta — sou eu, Gerson. Era o momento mais perigoso, se ela gritasse ou entrasse em pânico. Ana ficaria sabendo, mas ela não gritou. Em vez disso, ela reagiu bastante surpresa... Perguntou: — O que foi? Gerson, o que você tem? Acendeu a luz do abajur e observou atônita a nudez do preto. — Ai, virgem santíssima!! Pensa na minha reputação, Gerson, não é uma boa ideia, é a casa dos meus pais!! — Disse isso, olhando resignada o portento do hondurenho. Gerson apagou a luz e se deitou ao lado dela, um beijo rápido dissipou qualquer contratempo, o vai e vem dos lábios se saboreando acabou em pouco tempo com a oposição dela por completo. ***************************************
Os barulhos estranhos me alertaram, pensei que Melissa tinha acordado. E apressado me levantei, abri a porta do banheiro, do lado do meu quarto. Estava disposto a vê-la e falar cara a cara com minha esposa. Ouvi murmúrios e consegui notar quando a luz se apagou, e então mecanicamente me abaixei e tentei olhar pelo olho mágico da porta. A lua cheia no auge, e a janela aberta do quarto de... ela deixou ver de forma mais ou menos clara. Então eu vi, aquele preto nojento estava beijando ela e acariciando ela toda. Minha mulher permitiu as investidas impetuosas dele. Quis ir interromper aquele ato abominável, mas não consegui. Não podia acreditar na presença dele, mas meus olhos viam aquele espetáculo nojento. Comecei a me sentir horrível, meus olhos começaram a chorar, e a dor me petrificou. Seria mentira se eu dissesse que não estava excitado, era uma excitação enorme, ver minha mulher prestes a ser possuída por outro homem. O preto subiu na cama, se ajoelhou ao lado da minha mulher, e começou a apalpar ela. Senti uma dor nos ovos, como se uma pedra estivesse me atrapalhando, fiquei vermelho, ao vê-los se beijando, quis dizer algo, gritar e não consegui, é uma dor que não dá pra explicar, é uma mistura de excitação, tesão e dor de ver como outro homem acaricia sua mulher, e ver como minha esposa começou a ficar excitada com o toque das mãos e beijos daquele maldito. As mãos dele acariciaram as pernas dela, e ela, ao se mexer, me deixou ver a barriga grávida dela. Acostumado a vê-la nas três gestações anteriores, vê-la com aquela barrigona imensa me fez sentir muito mal. Nisso, minha mulher o abraçou pelo pescoço e ofereceu os lábios, ele começou a beijar ela, na boca, no pescoço, nas costas, e devagar, tirou o pijama dela, deixando-a nua, os peitos dela ficaram livres, ele os pegou com as duas mãos e começou a beliscar, a chupar, enquanto eu olhava como minha mulher se entregava sem reservas. Minha esposa começou a corresponder gostosa, se ajoelhou na cama e com as mãos pegou o pau dele, ficou brincando com os ovos dele, com o pau dele, aproximou a boca na cabeça do pau dele, começou a chupar, a sugar o pau com os lábios, enquanto ele brincava com os peitos dela. Foi o próprio preto que parou a chupada, para deitar minha mulher de novo. Deitada de costas, agora foi ele quem aproximou a boca na buceta da minha mulher, com as mãos separou Suas pernas, aproximei minha língua da buceta dela e comecei a passar a língua por toda a rachadura, de cima a baixo. Ouvi os gemidos da minha mulher, vi ela balançar a cabeça de um lado para o outro. Não aguentei mais a excitação e tirei o pau da minha calça, ele estava infladíssimo. Era um ato impróprio, mas fazia anos que eu não tinha uma ereção. Foram anos sem satisfazer direito minha esposa, talvez isso a fez cair na armadilha da luxúria. Pensava nisso, quando os gemidos da minha mulher se intensificaram enquanto o negão a fazia explodir com a língua dentro da rachadura dela. Olhei quando ele parou de chupar a buceta da minha mulher, se levantou, pegou o pau dele com as mãos, foi nesse momento que vi o pau dele, era um membro descomunal. E era mais grosso que o meu. Então entendi como foi possível minha mulher ficar naquele estado. Minha mulher se acomodou na cama, abriu as pernas, deixando toda a buceta à mostra, o negão preparou o pau dele para atacar. Ele olhou a buceta molhada dela, pronta para ser penetrada. Então subiu na cama e se deitou ao lado dela, de lado, começou a penetrá-la devagar, até que os ovos dele batessem nos lábios da buceta da minha mulher. Começou a foder ela meio devagar, metia e tirava, lentamente, aos poucos foi fazendo ela responder aos empurrões, e minha mulher começou a gemer, balançando a cabeça de um lado para o outro, os gemidos dela já eram estrondosos. Nunca na minha vida imaginei que ver outro comendo minha mulher desse tanto prazer, era um tesão estranho, desconhecido para mim até aquele momento. Depois de ficar comendo ela devagar, começou a foder com força, a ponto de a cama praticamente se mover, quando enfiava, levantava ela por completo. Pegou ela pela cintura e levantou a perna dela enquanto acelerava a penetração. - Ahhhhhhjjjj 💞 Minha mulher continuava urrando como possessa. De repente ele parou e se deitou na cama, e minha mulher subiu em cima dele, enfiando o pau dele até o fundo. E começou a cavalgar, até se enfiar toda. sozinha na pica dele.
Quando o negro começou a gemer, eu soube que ia gozar. Ele pegou minha mulher pela cintura e deitou ela na cama. Segurou as pernas dela, abrindo tudo, e enfiou até o fundo. Banhou a buceta da minha mulher com o esperma dele. Ficou dentro dela por uns minutos, depois rolou pro lado da cama, respirando pesado. Eu sentei no chão e, sem querer, também gozei dentro da minha calça. Aí, mesmo em choque, imaginei estar do lado dela, olhando ela toda, pelada. Passei a mão no cabelo dela, olhei a boceta dela, molhada, senti um tesão doentio de imaginar como tinha ficado a racha dela. Aproximei meu rosto da boceta dela, abri os lábios com os dedos, até deixar a entrada dela na minha vista, e vi como tava cheia de porra de outro homem. Meti um dedo, comecei a remexer na buceta dela e não aguentei: tirei a calça, fiquei pelado e subi nela, comecei a comer ela. Enfiei até o fundo, a boceta dela tava escorregadia, molhada, pegajosa. Fui comendo ela enquanto o negro olhava da beira da cama, até que não aguentei mais e gozei dentro dela. A imaginação passou, e eu me senti um lixo de homem. O negro tava na vantagem sobre mim, e eu via, impotente, o amor da minha vida se afastando aos poucos. Devagar, voltei pro quarto e, deitado na cama, entre a culpa e o desejo, fiquei chorando...
1 comentários - Atrapada sem saída XVII
La serie es larga.
y felicitaciones es buena autoria esta serie
Y muchas gracias por el cumplido.😃