Esta história é verdadeira, mas os nomes foram alterados por questões de privacidade.
A quarentena pegou todo mundo de um jeito diferente. Já com mais de 60 dias desde que começou, cada um lidou com isso de um jeito. No meu caso, fiquei sozinho. Pra piorar, os gêmeos foram pra casa dos pais no condomínio fechado, então minhas chances de transar durante essa quarentena foram totalmente por água abaixo. Nos primeiros dias, aproveitei o famoso sexting com os gêmeos, minha namorada e, claro, baixei todos os aplicativos que tinha disponível. Por sorte, eu não era o único cheio de tesão.
Mas isso não é pra falar de sexting, e sim das 3 surpresas que essa quarentena me trouxe e que deixaram o sexting de lado.
Tudo começou na segunda semana. No prédio, tem vários idosos morando sozinhos, e os mais jovens montamos um grupo pra ajudar eles com as compras e outras coisas. Me designaram 4 pessoas: um casal de velhinhos bem idosos que, infelizmente, tiveram o azar de o filho estar nos Estados Unidos visitando os netos que moram lá e ficou preso; um vizinho que tá fazendo tratamento de câncer e a mulher dele tinha medo de sair e contaminar ele; e, por último, a protagonista dessa história, Violeta, uma senhora de uns 78 anos, mas muito ativa. Sempre via ela na academia do prédio e sabia que fazia yoga porque via ela saindo com os equipamentos. Podia mentir e dizer que ela é uma senhora com um físico incrível e que não aparenta a idade, mas não vou mentir. A única coisa que dava pra destacar um pouco eram os peitos dela, que pareciam grandes, mas sempre com sutiãs que mantinham tudo firme. O cabelo dela é completamente branco, na altura dos ombros, ela é bem magra e um pouco mais baixa que eu, então deve ter uns 1,68 ou algo assim. O que sim, ela tá sempre muito bem maquiada, arrumada e perfumada, até nesses dias de quarentena.
Na terceira vez que fui, ela me pediu se eu podia ajudar porque tava com problemas na internet, não entendia nada e queria poder ver Netflix. Aí passei lá pra ajudar. A primeira surpresa foi ver o varal na sala, com várias calcinhas e fio-dentais pendurados que eu nunca imaginaria ver numa senhora da idade dela. Me surpreendi principalmente com uma calcinha vermelha de renda, mas ainda mais com uma tanga preta fio-dental, ambas da Victoria's Secret, que eu conhecia porque minha namorada tinha umas parecidas. Não vou mentir, isso me deixou com muito tesão.
V: Desculpa, é uma bagunça, não esperava visita, óbvio, mas a verdade é que preciso que a internet funcione.
Y: Fica tranquila, Violeta, minha casa também não tá muito melhor. Deixa eu ver o que posso fazer.
Sentei no computador e era verdade, a internet não funcionava. Fiz aquela tarefa típica de reiniciar e nada, então liguei pra operadora de internet e fiquei com um técnico tentando fazer funcionar. Quando parecia que finalmente tinha dado certo, me pediram pra acessar algum site que eu sabia que sempre funcionava, e decidi entrar no Clarín. Quando comecei a digitar o site, o navegador sugeriu uma página de contatos sexuais que eu costumava acessar. Meu coração acelerou. A velha Violeta entrava naquela página. Me apressei pra terminar o serviço no computador dela.
Y: Pronto, Violeta, já tem internet, pode ficar tranquila.
V: Aí, por favor, me trata de você, a gente se conhece há séculos.
Y: Beleza, fica tranquila, Violeta, já tá tudo certo, já pode navegar de boa.
V: Que sorte, já basta ficar aqui trancada. Te ofereço um café, pelo menos pela gentileza, já que não posso te dar um abraço.
Y: Fica tranquila, Violeta, tenho que ir, preciso resolver umas coisas do trabalho.
V: Tá bom, mas fica pendente o café.
Era mentira, só queria chegar em casa e começar a caça pra encontrar a Violeta naquela página. Assim que entrei em casa, acessei o site e ajustei os filtros de busca pra diminuir as possibilidades. Depois de um tempão fuçando entre fotos de uma... Monte de senhoras querendo sexo, finalmente encontrei uma cuja foto de perfil era parecida. Na foto, dava pra ver uma senhora mais velha deitada numa cama, com uma calcinha tipo fio dental igual à que eu tinha visto e meias de rede. Entrei no perfil dela, ela tinha se cadastrado fazia exatamente 1 semana, e quando comecei a olhar as fotos, reconheci na hora o apartamento e os móveis. Em nenhuma foto ela aparecia completamente nua, em todas era com lingerie bem provocante e sem mostrar o rosto.
A descrição dizia: "Senhora entediada procurando se entreter nessa quarentena, me chama que não mordo." Na hora vi que ela estava online. A velha tava desesperada pra eu arrumar a internet dela pra conseguir entrar no site, com certeza devia ter uma porrada de mensagens pra responder. Tava terminando de ver as fotos dela, quando vi que tinha uma mensagem na minha caixa de entrada. Quando abri, era dela.
V: Muito feio ficar olhando fotos sem cumprimentar, moço, ainda mais quando você tem umas fotos tão tentadoras.
Y: Desculpa, ainda tava vendo as suas, que por sinal são bem mais tentadoras que as minhas. Espero que me perdoe – me perguntava se ela tinha me reconhecido pelas fotos, mesmo sem dar pra ver o rosto e a maioria não ser no apê. Tinha uma que era no banheiro, e os banheiros daquele prédio eram todos parecidos.
V: Obrigada, é bom saber que a gente ainda consegue provocar, ainda mais os mais novos.
Y: Provoca muito, dá vontade de ver o que essa lingerie linda esconde.
A conversa seguiu por um bom tempo, até que a senhora pediu meu telefone ou Skype pra continuar. Nessa altura, tava certo de que ela não sabia quem eu era. Resolvi dar meu Skype, que ela não ia reconhecer, pra manter o anonimato. Uns segundos depois, recebi uma chamada de vídeo. Era ela. Corri pro meu quarto, que sabia que ela não ia reconhecer, e aceitei a chamada apontando a câmera pro meu peito. Do outro lado, vi ela com um camisolinho, de pernas cruzadas no sofá onde minutos antes eu tinha estado, só de calcinha, a mesma fio dental da VS que tinha visto pendurada minutos antes.
A conversa rapidamente virou sexting, os dedos dela brincavam dentro da calcinha e eu já tinha ajustado minha câmera pra ela me ver brincando dentro da minha cueca, ela já tinha dito que gostava mais disso do que ver a rola em close, os gemidos dela ficavam cada vez mais altos, o brilho da calcinha denunciava o quanto ela tava molhada, e eu percebi que ela tinha gozado e aí acabou tudo, mas não do jeito que vocês tão pensando.
E: que legal que acabou, eu ainda não consegui
V: vamos continuar esse jogo? Além disso, te falei pra não me tratar por "você", vizinho
E: sabe quem eu sou?
V: óbvio que sei, desde o começo, mas gostei de entrar na sua brincadeira, só que não quero mais continuar
E: e o que você quer?
V: que você venha agora mesmo me aliviar esse tesão
E: não acha arriscado?
V: eu vou deixar a porta do meu apartamento aberta, vou voltar, desligar essa chamada e ir pro meu quarto, você sabe o que fazer
Como ela disse, se levantou, ouvi o barulho da porta e, antes da tela apagar, vi a calcinha molhada cair no sofá, aquela que minutos antes escondia a brincadeira dos dedos dela na buceta. Não aguentei, tirei a cueca, vesti um moletom e uma camiseta e desci correndo pro apartamento dela.
Como ela disse, a porta tava aberta, ao fundo ouvia gemidos, fui andando até chegar no quarto dela, lá estava ela na cama, completamente pelada, a buceta dela totalmente depilada brilhava, me surpreendi, por algum motivo imaginava que naquela idade ela já não ficaria tão molhada daquele jeito, os peitos grandes e caídos eram coroados por uns mamilos lindos que pediam pra ser chupados. Não teve palavras, só gestos, avancei pra cama e automaticamente me ajoelhei entre as pernas dela e comecei a brincar com minha língua na buceta dela, tinha um gosto diferente de tudo que já tinha provado até agora, e era extremamente sensível porque na hora um arrepio percorreu o corpo dela, me dediquei a saborear ela e brincar com meus dedos, um dos meus dedos num movimento só foi pra parar a bunda dela e, longe de recusar, gemeu ainda mais, provocando um novo orgasmo. Continuei chupando, mas ela gozou na minha mão, sentou na cama, puxou o elástico do meu moletom e abaixou, se deparou com minha pica completamente dura na frente dos lábios dela, e sem dizer uma palavra, começou a me bater uma punheta e passar a língua na minha pica, em segundos já tava engolindo tudo. Dava pra ver que tinha experiência, a Violeta era uma viciada em pica e não soltava como se fosse a última comida na terra, as mãos dela brincavam com minhas bolas, e numa espécie de revanche, um dos dedos dela também começou a brincar com minha bunda. Isso foi o auge, eu não tinha gozado em toda a nossa brincadeira virtual e tudo que tinha rolado naquela cama me deixou à beira do orgasmo em questão de segundos.
E: Violeta, não aguento, vou gozar.
V: Isso, vizinho, me dá todo o leite, dá pra essa senhora o leite quente que você tem aí dentro.
E acelerei o ritmo, até explodir na boca dela, claramente era demais pra ela porque meu leite começou a transbordar pelos lábios dela e cair nos peitos. Quando terminou de tirar todo o leite de mim, ela se separou, eu tava extasiado com a imagem daquela senhora cheia do meu sêmen e querendo mais.
Caí deitado na cama, mas a Violeta não tinha intenção de me dar descanso, e subiu em cima de mim.
E: Quer mais, minha vizinha?
V: Quero essa pica dura de novo pra você me foder.
E: Não tenho camisinha.
V: hahaha, filho, nessa idade gravidez não é uma possibilidade se você se preocupa, e te garanto que sou mais que saudável, e com essa resposta imagino que você também toma seus cuidados, quero seu leite quente não só na minha boca, quero que você inunde minha buceta.
E: Como a senhora quiser.
V: Te falei pra não me tratar por senhora – segurando minha pica com força – me fode como as putinhas que gemem nos seus vídeos.
Minha pica nessa altura, graças a deus, já tava dura de novo, e sem mais, a Violeta começou a enfiar na vagina dela, o calor do corpo dela era incrível, e ao contrário dos meus preconceitos, ela me apertava por dentro. Começou com um movimento. Suave que foi pegando velocidade, as tetonas dela balançavam junto com os movimentos e eu não consegui evitar de começar a chupá-las, claramente tinha achado outro ponto fraco da Violeta porque ela começou a gemer ainda mais. Os orgasmos foram rolando no corpo dela, e eu percebi que ela tava perdendo força pra se segurar em cima de mim, então resolvi partir pra outra posição menos cansativa pra ela e deitei ela na cama, metendo no clássico papai-e-mamãe. Uma das mãos dela segurava minha bunda e fazia força, a outra brincava com o clitóris dela.
Parece que isso fez a senhora recuperar a energia, porque ela pediu pra trocar de posição e sozinha já ficou de quatro. Meu pau meteu nela de novo enquanto um dos meus dedos brincava com o cuzinho dela. Ela mesma começou a se mexer e isso foi demais, mesmo tendo gozado uns minutos antes, eu já sentia que o fim tava perto.
Y: Você vai me fazer gozar gostoso
V: Sim, vizinho, enche minha buceta de porra, quero sentir seu leite quente, faz tempo que não como um cara como você
Y: E vou te comer direto
V: Sim, me come sempre que tiver tesão, mas agora me dá essa porra
Segurei a cintura dela e acompanhando os movimentos dela comecei a meter mais forte, o último orgasmo dela foi o que me levou ao limite e comecei a gozar dentro dela, pra minha surpresa, bem grosso. Depois de várias estocadas, comecei a tirar meu pau que perdia a dureza aos poucos e vi meu sêmen escorrendo daquela buceta experiente e molhando os lençóis.
V: Adorei, cara, mas agora vai, que tenho que trocar essa cama e chamar minha filha
Y: Quando quiser, pode vir lá em casa também
V: Eu sou uma senhora de idade que não deve sair, mas espero que entre suas tarefas de acompanhante agora inclua comer essa senhora carente
Y: Claro que sim, quando quiser é só me chamar
Saí daquele quarto e quando tava chegando na porta do hall, ela me parou.
V: Isso é pra você, cara, que vi como você olhou quando entrou. e também vi tua carinha quando viu a página de contatos, já tinha te notado mas não pensei que tu curtisse as coroas
Y: eu curto mulher que gosta de sexo
V: eu amo sexo
Ela me deu um beijo e aí sim percebi que desde que entrei naquela casa nossos lábios não tinham se tocado, só tínhamos provado nossos sexos
E fui pro meu apê me recuperar. Em breve conto mais sobre a Violeta e as outras duas surpresas que a quarentena me deu
A quarentena pegou todo mundo de um jeito diferente. Já com mais de 60 dias desde que começou, cada um lidou com isso de um jeito. No meu caso, fiquei sozinho. Pra piorar, os gêmeos foram pra casa dos pais no condomínio fechado, então minhas chances de transar durante essa quarentena foram totalmente por água abaixo. Nos primeiros dias, aproveitei o famoso sexting com os gêmeos, minha namorada e, claro, baixei todos os aplicativos que tinha disponível. Por sorte, eu não era o único cheio de tesão.
Mas isso não é pra falar de sexting, e sim das 3 surpresas que essa quarentena me trouxe e que deixaram o sexting de lado.
Tudo começou na segunda semana. No prédio, tem vários idosos morando sozinhos, e os mais jovens montamos um grupo pra ajudar eles com as compras e outras coisas. Me designaram 4 pessoas: um casal de velhinhos bem idosos que, infelizmente, tiveram o azar de o filho estar nos Estados Unidos visitando os netos que moram lá e ficou preso; um vizinho que tá fazendo tratamento de câncer e a mulher dele tinha medo de sair e contaminar ele; e, por último, a protagonista dessa história, Violeta, uma senhora de uns 78 anos, mas muito ativa. Sempre via ela na academia do prédio e sabia que fazia yoga porque via ela saindo com os equipamentos. Podia mentir e dizer que ela é uma senhora com um físico incrível e que não aparenta a idade, mas não vou mentir. A única coisa que dava pra destacar um pouco eram os peitos dela, que pareciam grandes, mas sempre com sutiãs que mantinham tudo firme. O cabelo dela é completamente branco, na altura dos ombros, ela é bem magra e um pouco mais baixa que eu, então deve ter uns 1,68 ou algo assim. O que sim, ela tá sempre muito bem maquiada, arrumada e perfumada, até nesses dias de quarentena.
Na terceira vez que fui, ela me pediu se eu podia ajudar porque tava com problemas na internet, não entendia nada e queria poder ver Netflix. Aí passei lá pra ajudar. A primeira surpresa foi ver o varal na sala, com várias calcinhas e fio-dentais pendurados que eu nunca imaginaria ver numa senhora da idade dela. Me surpreendi principalmente com uma calcinha vermelha de renda, mas ainda mais com uma tanga preta fio-dental, ambas da Victoria's Secret, que eu conhecia porque minha namorada tinha umas parecidas. Não vou mentir, isso me deixou com muito tesão.V: Desculpa, é uma bagunça, não esperava visita, óbvio, mas a verdade é que preciso que a internet funcione.
Y: Fica tranquila, Violeta, minha casa também não tá muito melhor. Deixa eu ver o que posso fazer.
Sentei no computador e era verdade, a internet não funcionava. Fiz aquela tarefa típica de reiniciar e nada, então liguei pra operadora de internet e fiquei com um técnico tentando fazer funcionar. Quando parecia que finalmente tinha dado certo, me pediram pra acessar algum site que eu sabia que sempre funcionava, e decidi entrar no Clarín. Quando comecei a digitar o site, o navegador sugeriu uma página de contatos sexuais que eu costumava acessar. Meu coração acelerou. A velha Violeta entrava naquela página. Me apressei pra terminar o serviço no computador dela.
Y: Pronto, Violeta, já tem internet, pode ficar tranquila.
V: Aí, por favor, me trata de você, a gente se conhece há séculos.
Y: Beleza, fica tranquila, Violeta, já tá tudo certo, já pode navegar de boa.
V: Que sorte, já basta ficar aqui trancada. Te ofereço um café, pelo menos pela gentileza, já que não posso te dar um abraço.
Y: Fica tranquila, Violeta, tenho que ir, preciso resolver umas coisas do trabalho.
V: Tá bom, mas fica pendente o café.
Era mentira, só queria chegar em casa e começar a caça pra encontrar a Violeta naquela página. Assim que entrei em casa, acessei o site e ajustei os filtros de busca pra diminuir as possibilidades. Depois de um tempão fuçando entre fotos de uma... Monte de senhoras querendo sexo, finalmente encontrei uma cuja foto de perfil era parecida. Na foto, dava pra ver uma senhora mais velha deitada numa cama, com uma calcinha tipo fio dental igual à que eu tinha visto e meias de rede. Entrei no perfil dela, ela tinha se cadastrado fazia exatamente 1 semana, e quando comecei a olhar as fotos, reconheci na hora o apartamento e os móveis. Em nenhuma foto ela aparecia completamente nua, em todas era com lingerie bem provocante e sem mostrar o rosto.

A descrição dizia: "Senhora entediada procurando se entreter nessa quarentena, me chama que não mordo." Na hora vi que ela estava online. A velha tava desesperada pra eu arrumar a internet dela pra conseguir entrar no site, com certeza devia ter uma porrada de mensagens pra responder. Tava terminando de ver as fotos dela, quando vi que tinha uma mensagem na minha caixa de entrada. Quando abri, era dela.V: Muito feio ficar olhando fotos sem cumprimentar, moço, ainda mais quando você tem umas fotos tão tentadoras.
Y: Desculpa, ainda tava vendo as suas, que por sinal são bem mais tentadoras que as minhas. Espero que me perdoe – me perguntava se ela tinha me reconhecido pelas fotos, mesmo sem dar pra ver o rosto e a maioria não ser no apê. Tinha uma que era no banheiro, e os banheiros daquele prédio eram todos parecidos.
V: Obrigada, é bom saber que a gente ainda consegue provocar, ainda mais os mais novos.
Y: Provoca muito, dá vontade de ver o que essa lingerie linda esconde.
A conversa seguiu por um bom tempo, até que a senhora pediu meu telefone ou Skype pra continuar. Nessa altura, tava certo de que ela não sabia quem eu era. Resolvi dar meu Skype, que ela não ia reconhecer, pra manter o anonimato. Uns segundos depois, recebi uma chamada de vídeo. Era ela. Corri pro meu quarto, que sabia que ela não ia reconhecer, e aceitei a chamada apontando a câmera pro meu peito. Do outro lado, vi ela com um camisolinho, de pernas cruzadas no sofá onde minutos antes eu tinha estado, só de calcinha, a mesma fio dental da VS que tinha visto pendurada minutos antes.
A conversa rapidamente virou sexting, os dedos dela brincavam dentro da calcinha e eu já tinha ajustado minha câmera pra ela me ver brincando dentro da minha cueca, ela já tinha dito que gostava mais disso do que ver a rola em close, os gemidos dela ficavam cada vez mais altos, o brilho da calcinha denunciava o quanto ela tava molhada, e eu percebi que ela tinha gozado e aí acabou tudo, mas não do jeito que vocês tão pensando.E: que legal que acabou, eu ainda não consegui
V: vamos continuar esse jogo? Além disso, te falei pra não me tratar por "você", vizinho
E: sabe quem eu sou?
V: óbvio que sei, desde o começo, mas gostei de entrar na sua brincadeira, só que não quero mais continuar
E: e o que você quer?
V: que você venha agora mesmo me aliviar esse tesão
E: não acha arriscado?
V: eu vou deixar a porta do meu apartamento aberta, vou voltar, desligar essa chamada e ir pro meu quarto, você sabe o que fazer
Como ela disse, se levantou, ouvi o barulho da porta e, antes da tela apagar, vi a calcinha molhada cair no sofá, aquela que minutos antes escondia a brincadeira dos dedos dela na buceta. Não aguentei, tirei a cueca, vesti um moletom e uma camiseta e desci correndo pro apartamento dela.
Como ela disse, a porta tava aberta, ao fundo ouvia gemidos, fui andando até chegar no quarto dela, lá estava ela na cama, completamente pelada, a buceta dela totalmente depilada brilhava, me surpreendi, por algum motivo imaginava que naquela idade ela já não ficaria tão molhada daquele jeito, os peitos grandes e caídos eram coroados por uns mamilos lindos que pediam pra ser chupados. Não teve palavras, só gestos, avancei pra cama e automaticamente me ajoelhei entre as pernas dela e comecei a brincar com minha língua na buceta dela, tinha um gosto diferente de tudo que já tinha provado até agora, e era extremamente sensível porque na hora um arrepio percorreu o corpo dela, me dediquei a saborear ela e brincar com meus dedos, um dos meus dedos num movimento só foi pra parar a bunda dela e, longe de recusar, gemeu ainda mais, provocando um novo orgasmo. Continuei chupando, mas ela gozou na minha mão, sentou na cama, puxou o elástico do meu moletom e abaixou, se deparou com minha pica completamente dura na frente dos lábios dela, e sem dizer uma palavra, começou a me bater uma punheta e passar a língua na minha pica, em segundos já tava engolindo tudo. Dava pra ver que tinha experiência, a Violeta era uma viciada em pica e não soltava como se fosse a última comida na terra, as mãos dela brincavam com minhas bolas, e numa espécie de revanche, um dos dedos dela também começou a brincar com minha bunda. Isso foi o auge, eu não tinha gozado em toda a nossa brincadeira virtual e tudo que tinha rolado naquela cama me deixou à beira do orgasmo em questão de segundos.
E: Violeta, não aguento, vou gozar.
V: Isso, vizinho, me dá todo o leite, dá pra essa senhora o leite quente que você tem aí dentro.
E acelerei o ritmo, até explodir na boca dela, claramente era demais pra ela porque meu leite começou a transbordar pelos lábios dela e cair nos peitos. Quando terminou de tirar todo o leite de mim, ela se separou, eu tava extasiado com a imagem daquela senhora cheia do meu sêmen e querendo mais.
Caí deitado na cama, mas a Violeta não tinha intenção de me dar descanso, e subiu em cima de mim.
E: Quer mais, minha vizinha?
V: Quero essa pica dura de novo pra você me foder.
E: Não tenho camisinha.
V: hahaha, filho, nessa idade gravidez não é uma possibilidade se você se preocupa, e te garanto que sou mais que saudável, e com essa resposta imagino que você também toma seus cuidados, quero seu leite quente não só na minha boca, quero que você inunde minha buceta.
E: Como a senhora quiser.
V: Te falei pra não me tratar por senhora – segurando minha pica com força – me fode como as putinhas que gemem nos seus vídeos.
Minha pica nessa altura, graças a deus, já tava dura de novo, e sem mais, a Violeta começou a enfiar na vagina dela, o calor do corpo dela era incrível, e ao contrário dos meus preconceitos, ela me apertava por dentro. Começou com um movimento. Suave que foi pegando velocidade, as tetonas dela balançavam junto com os movimentos e eu não consegui evitar de começar a chupá-las, claramente tinha achado outro ponto fraco da Violeta porque ela começou a gemer ainda mais. Os orgasmos foram rolando no corpo dela, e eu percebi que ela tava perdendo força pra se segurar em cima de mim, então resolvi partir pra outra posição menos cansativa pra ela e deitei ela na cama, metendo no clássico papai-e-mamãe. Uma das mãos dela segurava minha bunda e fazia força, a outra brincava com o clitóris dela.
Parece que isso fez a senhora recuperar a energia, porque ela pediu pra trocar de posição e sozinha já ficou de quatro. Meu pau meteu nela de novo enquanto um dos meus dedos brincava com o cuzinho dela. Ela mesma começou a se mexer e isso foi demais, mesmo tendo gozado uns minutos antes, eu já sentia que o fim tava perto.
Y: Você vai me fazer gozar gostoso
V: Sim, vizinho, enche minha buceta de porra, quero sentir seu leite quente, faz tempo que não como um cara como você
Y: E vou te comer direto
V: Sim, me come sempre que tiver tesão, mas agora me dá essa porra
Segurei a cintura dela e acompanhando os movimentos dela comecei a meter mais forte, o último orgasmo dela foi o que me levou ao limite e comecei a gozar dentro dela, pra minha surpresa, bem grosso. Depois de várias estocadas, comecei a tirar meu pau que perdia a dureza aos poucos e vi meu sêmen escorrendo daquela buceta experiente e molhando os lençóis.
V: Adorei, cara, mas agora vai, que tenho que trocar essa cama e chamar minha filha
Y: Quando quiser, pode vir lá em casa também
V: Eu sou uma senhora de idade que não deve sair, mas espero que entre suas tarefas de acompanhante agora inclua comer essa senhora carente
Y: Claro que sim, quando quiser é só me chamar
Saí daquele quarto e quando tava chegando na porta do hall, ela me parou.
V: Isso é pra você, cara, que vi como você olhou quando entrou. e também vi tua carinha quando viu a página de contatos, já tinha te notado mas não pensei que tu curtisse as coroas
Y: eu curto mulher que gosta de sexo
V: eu amo sexo
Ela me deu um beijo e aí sim percebi que desde que entrei naquela casa nossos lábios não tinham se tocado, só tínhamos provado nossos sexos
E fui pro meu apê me recuperar. Em breve conto mais sobre a Violeta e as outras duas surpresas que a quarentena me deu
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